Manole (3)
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Medium 9788520432822

3. Elementos técnicos

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

elemen t o s t é cnico s

motora de uma necessidade encontrada durante uma determinada situação na partida. Existe uma técnica correta e uma técnica eficaz. Com os treinamentos, buscamos desenvolver nos jogadores, dentro do modo individual de execução, a técnica mais próxima do modo biomecanicamente correto mantendo, porém, a eficácia do objetivo do gesto motor executado.

A técnica é a execução

Conceito de técnica

De acordo com Greco e Benda (1998), a técnica é a interpretação, no tempo, espaço e situação, do meio instrumental operativo inerente à concretização da resposta para a solução de tarefas ou problemas motores.

Consiste, portanto, na melhor execução de um determinado gesto motor, com a máxima economia de energia possível.

Segundo Bayer (1986), a técnica representa todo um repertório de gestos, desenvolvidos individualmente, de acordo com a especificidade da ação no jogo, sendo este fruto da história e da evolução de cada jogo esportivo coletivo e baseado na experiência acumulada e continuamente enriquecida pelas gerações precedentes de desportistas.

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Medium 9788520432822

1. Introdução ao handebol

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

I n t r od u ç ã o ao handebol

coletivo com bola, jogado com as mãos, cujo objetivo é marcar mais gols que o adversário numa baliza de 3 × 2 metros defendida por um goleiro. De acordo com Teixeira (2003), o handebol é muito parecido com o futebol, porém é jogado com as mãos e, por isso, recebe este nome em inglês (handball): hand = mão e ball = bola. É um esporte bastante dinâmico, divertido para quem joga e interessante para quem assiste devido, principalmente, à velocidade das jogadas, ao contato físico e às ações dos goleiros (Clanton e Dwight, 1997).

Atualmente o handebol pode ser praticado como handebol de quadra, handebol de areia, mini-handebol, handebol para terceira idade, handebol em cadeiras de rodas e handebol de campo. Porém, a Federação Internacional de Handebol (International Handball Federation – ihf) reconhece oficialmente apenas o handebol de quadra (indoor handball ou team handball) e o handebol de areia (beach handball), realizando atividades voltadas para a prática e o desenvolvimento dessas duas modalidades. Neste livro, abordaremos exclusivamente o handebol de quadra, utilizando o termo handebol para se referir à modalidade.

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2. Elementos táticos

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

elemen t o s tát ico s

O objetivo maior das equipes que disputam uma partida de handebol é

terminar o jogo em vantagem no placar, convertendo mais gols que a adversária e, portanto, também devem evitar que os jogadores adversários convertam gols. As tentativas de converter o gol significam atacar, e as tentativas de evitá-lo, defender. De acordo com Stein e Federhoff (1995), ataque

é toda atitude assumida por uma equipe que está com a posse da bola, sendo seus jogadores denominados atacantes. Já defesa é toda atitude assumida por uma equipe sem a posse da bola, sendo seus jogadores denominados defensores. A alternância entre ataque e defesa, as relações estabelecidas entre as equipes que se confrontam e a ação individual dos jogadores são as variáveis que definem o comportamento tático do jogo de handebol.

Conceito de tática

Segundo Greco (2000), tática é uma capacidade senso-cognitiva que se baseia em processos psicofisiológicos, ou seja, captação e transmissão das informações providas pelo meio, interpretação destas, elaboração de respostas tendo como base conhecimentos pré-adquiridos e execução da resposta mais adequada encontrada. A tática também indica aos jogadores as formas de organização, preparação e finalização das ações de ataque e defesa (Antón, 1998).

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Grupo A (344)
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Medium 9788536305271

Cadeira abdutora

Lima, Cláudia Silveira Grupo A PDF Criptografado
Medium 9788536306643

14. Adolf Anderssen (1818-1879)

Seirawan, Yasser Grupo A PDF Criptografado

14

Adolf Anderssen

(1818-1879)

N

ascido em Breslau, na Alemanha, Adolf Anderssen é considerado um dos maiores jogadores combinatórios de todos os tempos. No decorrer de sua longa carreira de partidas e torneios, venceu o primeiro grande torneio internacional (Londres, 1851) e foi classificado como o melhor jogador do mundo até a derrota para o norte-americano Paul Morphy, num match, em 1858. Anderssen também ganhou primeiros prêmios em Manchester, em 1862, e em Baden-Baden, em 1870; ficou em terceiro em Viena, em 1873; e terminou em sexto em Paris, 1878, aos

60 anos de idade.

Como a maioria dos jogadores de sua época, Anderssen sabia apenas atacar, mas, num mundo repleto de atacantes, não havia nenhum igual a ele. Suas duas vitórias mais famosas – a Imortal e a Sempre-viva – serão lembradas enquanto existir o xadrez. Com uma imaginação espantosa e visão tática inigualável, jogou partidas que se transformaram em fontes exemplares de criatividade, apreciadas por mestres do passado e do presente.

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Medium 9788582713013

Capítulo 9 - Desenvolvimento de Habilidades Manipulativas

Kathleen M. Haywood; Nancy Getchell Grupo A PDF Criptografado

9

Desenvolvimento de

Habilidades Manipulativas

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Considerar como os receptores são capazes de interceptar objetos.

• Demonstrar como o tamanho de um objeto, em relação ao tamanho da mão, pode influenciar a pegada utilizada para segurá-lo.

• Documentar a transição na infância desde o uso de pegadas de potência, para pegar objetos, até o uso de pegadas de precisão.

• Examinar o papel da visão para alcançar os objetos.

• Identificar mudanças de desenvolvimento na recepção.

184

Desenvolvimento de Habilidades Manipulativas

Desenvolvimento motor no mundo real

Mãos que ajudam

Em janeiro de 2013, Matthew Scott celebrou o 14º aniversário de seu transplante de mão, que foi o primeiro nos Estados Unidos e o mais bem-sucedido do mundo até hoje. Scott, um canhoto, perdeu sua mão esquerda em um acidente com fogos de artifícios, em 1985. Ele recebeu o transplante de um cadáver em uma cirurgia de 15 horas (mãos cheias de alegria, 2000). Um ano e meio após o procedimento, Scott era capaz de sentir temperatura, pressão e dor em sua nova mão, além de folhear páginas, amarrar cadarços de sapato e arremessar uma bola de beisebol. No check-up realizado após oito anos, ele conseguia segurar um peso de 6,5 kg com sua mão transplantada e pegar pequenos objetos.

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Medium 9788582713822

Capítulo 7 - Fundamentos do treinamento do sistema locomotor

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Craig Liebenson, Jason Brown e Jeff Cubos

Fundamentos do treinamento do sistema locomotor

O OBJETIVO DO TREINAMENTO

O objetivo do treinamento é promover o desenvolvimento atlético e a prevenção de lesões (durabilidade), a fim de melhorar o desempenho (ver Capítulo 31). Desenvolver o atleta requer uma abordagem integrada, que foque na pessoa por completo, em vez de apenas em componentes individuais. Vern Gambetta, um técnico muito respeitado, disse: “Todos os componentes do desempenho físico: força, potência, velocidade, agilidade, resistência e flexibilidade, devem ser desenvolvidos.” (1). Técnicos em desenvolvimento atlético melhoram o desempenho preparando os atletas a ser adaptáveis e a lidar com todas as demandas necessárias para competir (ver Capítulo 32).

A meta do treinamento é “causar adaptações biológicas a fim de melhorar o desempenho em uma tarefa específica.”

McArdle e Katch (2)

Atletas que evitam as lesões e/ou se recuperam de imediato são capazes de desenvolver suas habilidades com mais rapidez e em níveis mais elevados, em razão do treinamento e da prática constantes. Em contrapartida, atletas

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Medium 9788536309071

1. Variante do Dragão

Emms, John Grupo A PDF Criptografado

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John Emms

Possivelmente a origem do nome Dragão se deva aos contornos da ilha formada pelos peões negros da coluna d à h. Seu nome certamente é compatível com o tipo de xadrez que produz: agressivo, implacável e temível. Essa linha do

Dragão Siciliano não é para índoles conservadoras! O Dragão existe há aproximadamente um século. Tal estratégia foi usada pela primeira vez na década de

1880, por Louis Paulsen, renomado teórico de aberturas, tendo sido adotada também por Harry Nelson Pillsbury, um dos mais famosos enxadristas na virada do século IX. Atualmente, o Dragão Siciliano possui adeptos em todos os níveis de xadrez. Em 1995 recebeu um selo definitivo de aprovação, quando Garry

Kasparov o utilizou com sucesso na partida do campeonato contra Vishy Anand.

ATAQUE IUGOSLAVO

1 e4 c5 2 Cf3 d6 3 d4 cxd4 4 Cxd4 Cf6 5 Cc3 g6 6 Be3

Esse lance do bispo, desenvolvendo a ala da dama, é um indício de que as brancas se preparam para jogar o Ataque Iugoslavo. Essa linha (também conhecida por “Ataque Rauzer”) ocorreu algumas vezes na década de 1930 na União Soviética, sendo posteriormente refinada por renomados enxadristas iugoslavos.

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Editora Manole (559)
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Medium 9788520433027

1. Condicionamento mente-corpo

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO1

Condicionamento mente-corpo

A

lguns anos atrás, enquanto lecionava no Ballet da Ópera de Zurique, ajudei uma dançarina experiente com relação à execução de suas piruetas. Ela conseguia realizar de 3 a 4 piruetas de forma bem previsível, mas sua cabeça inclinava um pouco para o lado e sua pelve apresentava uma tendência de queda para a frente, ao final dos giros. Eu apontei essas observações e ela tentou novamente, mas suas piruetas não melhoraram. Esses desalinhamentos estavam embutidos em seus padrões de movimento, de forma que simplesmente estar ciente daquilo não ajudaria no aperfeiçoamento de suas piruetas. Ela então me perguntou o que deveria fazer para realizar piruetas mais eficientes, e eu disse que seria necessária alguma força adicional, mas que esta teria pouco efeito dentro do padrão de movimento que ela então exibia. Contudo, ela poderia melhorar seu nível se estivesse disposta a reaprender a postura de sua pirueta. Como os músculos são fortalecidos dentro da coordenação em que são usados, é preciso descobrir a melhor coordenação antes de fortalecer essas piruetas.

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Medium 9788520430361

Capítulo 8 - Membros inferiores: força total

SOVNDAL, Shannon Editora Manole PDF Criptografado

8

MEMBROS INFERIORES: FORÇA TOTAL

S

em dúvida, os membros inferiores, quadris e nádegas constituem a força motriz de todo ciclista, e essas partes do corpo devem ser o foco do programa de treinamento com peso de cada ciclista. Os capítulos anteriores priorizaram um trabalho para ajudá-lo a desenvolver uma base estrutural forte. Este capítulo e o próximo o ajudarão a utilizar essa base sólida e estabelecer uma força explosiva e centrada no ciclismo.

Os exercícios aqui presentes ajudarão a condicionar todas as fases de rotação do pedal. Ao aplicar força durante todo o movimento do pedal, você produzirá um esforço mais regular e eficiente. Esses exercícios ajudarão a isolar vários grupos musculares na mesma ação. Quando estiver na academia ou praticando em sua bicicleta, deverá priorizar a economia de movimento. Em condições ideais, todo o esforço contribuirá para o aumento da velocidade e a melhora no desempenho.

Em quase toda a tarefa do cotidiano, seus músculos serão forçados a trabalhar juntos.

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Medium 9788520433447

40. Obesidade no adulto

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

Obesidade no adulto

capítulo

Camila de Moraes

Angelina Zanesco

Evidência

Certeza

Recomendação

Tipo

Aeróbico

Pesos

Flexibilidade

Aquático

I

24,26,27

20

II1

17,32

18

23

II2

II3

III

Alta

26,27

Moderada

17,24,32 

18

23

Baixa

20,21

A

32

B

17,24,26,27

23

C

18,20,21

D

I

INTRODUÇÃO

A obesidade é definida como o acúmulo excessivo de gordura corporal. A epidemia de obesidade verificada atualmente pode ser explicada por um simples fato: consumimos mais energia que gastamos e a energia excedente é estocada sob a forma de gordura. Há alguns anos, a influência genética era considerada responsável por apenas 5% dos casos, e o meio ambiente considerado como fator preponderante

40

468 Pollock: fisiologia clínica do exercício

para o desenvolvimento da obesidade1. Atualmente, a influência genética vem ganhando maior atenção, visto que alguns polimorfismos em genes relacionados à obesidade podem multiplicar a chance do indivíduo se tornar obeso2. Estratégias eficazes para o tratamento da obesidade incluem redução da ingestão de calorias, realização de exercício físico, terapia medicamentosa e acompanhamento com terapia comportamental. A intervenção com exercício físico garante redução dos sintomas de ansiedade e depressão, melhora da função cardiorrespiratória, e redução dos fatores de risco cardiovascular.

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Medium 9788520430941

SUPINO INCLINADO COM BARRA

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

112

TREINAMENTO DE FORÇA

SUPINO INCLINADO COM BARRA

MÚSCULOSALVO

▪ Peitorais

Peitorais

Parte clavicular do deltoide

▪ Tríceps braquial

• Peitoral maior

• Peitoral menor

▪ Parte clavicular do deltoide

Bíceps braquial

Tríceps braquial

Esse é um dos movimentos básicos para desenvolvimento do tórax. Você conseguirá levantar menos peso no banco inclinado do que no plano porque os pequenos músculos do ombro também são usados.

Mantenha o tórax levantado

Segure firmemente a barra com as mãos mais afastadas que a largura dos ombros. Mantenha os pés em contato com o solo e levante a barra do suporte.

1

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Fixe os pesos na barra com presilhas

Mantenha os pés em contato firme com o solo

Abaixe a barra até a parte mais alta

Mantendo a cabeça apoiada no do tórax de modo que os antebraços encosto e a coluna neutra, estenda fiquem quase verticais sob ela. Mantenha os os membros superiores até que a barra ombros encostados no banco. atinja a posição inicial.

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Medium 9788520431627

5. PARTE SUPERIOR DO TRONCO

PULEO, Joe; MILROY, Patrick Editora Manole PDF Criptografado

C

5

O

PARTE SUPERIOR

DO TRONCO

P Í T U

L

A

U

ma pessoa que entenda a função Vértebras de um fole ou de um acordeão logo compreenderá a anatomia do tórax, geralmente conhecido como peito. Foles e acordeões têm evoluído ao longo dos anos como um modo de movimentar o Esterno ar sob pressão e produzir corrente de ar Costelas ou sons musicais. A arquitetura óssea básica do tórax (Fig. 5.1) consiste em doze vértebras torácicas, superpostas umas às outras, mas interconectadas por ligamentos e outros tecidos moles de modo que possa haver movimento em sentido anterior, posterior e late- Figura 5.1  Elementos ósseos do tronco: cosE4782/Puleo/Fig 5.1/333456/JG/R1 ral (limitado) e um pequeno grau de telas, esterno e vértebras. rotação para permitir que o tronco vire para os lados. Estendendo-se a partir da região lateral de cada vértebra torácica existem duas costelas, que contornam lateralmente a parede do corpo e terminam anteriormente; a maioria delas se articula com o osso esterno.

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Artmed (11)
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Medium 9788582714485

Capítulo 8. Treinamento para região superior do corpo

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

Treinamento para a região superior do corpo

Muitos livros e artigos detalham como realizar exercícios de força para os membros superiores. Infelizmente, apesar de todos os avisos, os atletas ainda colocam excessiva ênfase no desenvolvimento dos “músculos superficiais” que aparecem no espelho, como o tórax e braços que contribuem para a criação de uma aparência muscular. Este capítulo reforça a necessidade de um equilíbrio entre empurrar e puxar e enfatiza o uso de barras, remadas e variações para prevenir as lesões no ombro.

O exercício funcional para membros superiores pode ser primariamente dividido entre empurrar e puxar. Outros movimentos que envolvem apenas uma articulação podem não ser verdadeiramente funcionais por trabalharem os músculos apenas de forma isolada. Embora os movimentos de uma articulação possam ser necessários em exercícios corretivos ou de estabilização, a chave para o treinamento funcional da região superior do corpo é o equilíbrio entre empurrar e puxar.

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Capítulo 1. Tornando o treinamento mais funcional

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

Tornando o treinamento mais funcional

Treinamento funcional é, essencialmente, treinar com um propósito. Quando usamos a palavra função, estamos dizendo que algo tem um propósito. Assim, quando aplicamos o termo ao treinamento para esportes, estamos falando sobre treinamento intencional para os esportes. A ideia de treinamento funcional ou exercício funcional, na verdade, originou-se no mundo da medicina esportiva. Como é sempre o caso, as ideias e exercícios usados na reabilitação encontraram seu caminho a partir da clínica de fisioterapia e sala de treinamento atlético para a sala de pesos. A ideia mais básica era que os exercícios usados para fazer um atleta retornar sem lesão também poderiam ser os melhores exercícios para manter e melhorar a saúde.

Desde que o conceito de treinamento funcional foi primeiro aplicado aos esportes, tem sido mal interpretado e erroneamente interpretado por muitos atletas e treinadores. Expressões como específico do esporte (que implica que determinados movimentos e padrões de movimentos são específicos para esportes individuais) foram usadas para descrever alguns conceitos de treinamento funcional. Mas o treinamento específico do esporte ocorre com o atleta no tatame, campo ou quadra, ao passo que, na força e no condicionamento, trabalhamos para tornar o atleta mais forte e para melhorar o condicionamento específico. Na verdade, o treinamento funcional pode ser mais bem representado pelo termo treinamento geral esportivo do que pelo termo treinamento específico do esporte.

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Capítulo 2. Análise das demandas do esporte

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Análise das demandas do esporte

Antes de iniciar a montagem de um programa de treinamento funcional efetivo, você deve primeiro analisar e entender as demandas do esporte. Pense no esporte. Veja um quadro em sua mente. Que tipo de esporte é esse?

A maioria dos esportes classifica-se como de resistência ou de velocidade e força. Quase todos os esportes coletivos são modalidades de velocidade e força. Esportes individuais, como ginástica e patinação artística, também se baseiam principalmente em velocidade e força. Esportes com raquetes, incluindo tênis, são esportes de velocidade e força.

Agora, pergunte a si mesmo quem são os jogadores ou atletas dominantes no esporte? São os atletas com a melhor resistência e melhor flexibilidade? Com frequência, a maioria não é um nem o outro. Em geral, os melhores jogadores ou atletas de elite são os que se movem com melhor eficiência e explosão. Velocidade e agilidade são as qualidades mais estimadas em quase todos os esportes intermitentes de potência.

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Capítulo 11. Programas para melhorar o desempenho

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CAPÍTULO

11

Programas para melhorar o desempenho

A programação específica para o esporte é um dos maiores equívocos no atletismo atualmente. A noção de que cada esporte precisa de seu próprio programa individual

é basicamente falha. A maioria dos esportes coletivos, e mesmo muitos esportes individuais, tem necessidades gerais similares. Todos se baseiam na velocidade e potência, com a força agindo como base subjacente. O desenvolvimento de velocidade, força e potência não varia e não deve mesmo variar muito de esporte para esporte.

A maioria dos melhores técnicos de força e condicionamento no país usa programas bastante similares para treinar atletas em uma ampla variedade de esportes. Raras vezes, os técnicos encontram atletas muito fortes, muito rápidos ou muito eficientes em movimentos laterais. Pense sobre isso deste modo: um jogador de beisebol rápido é, em qualquer aspecto, diferente de um jogador rápido de futebol ou futebol americano? Enquanto técnico, você desenvolveria velocidade para o beisebol de uma forma diferente da qual desenvolveria para um jogador de futebol ou de futebol americano?

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Capítulo 7. Treinamento do core

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Treinamento do core

Um dos objetivos deste livro é fornecer ideias que você possa imediatamente colocar em prática. A informação neste capítulo pode ser usada para melhorar a saúde e a função do core de um atleta e será, de particular interesse, para treinadores e atletas de esportes que envolvam movimentos de rebatida, como beisebol, golfe, tênis, hóquei de campo e gelo e críquete.

Os exercícios do core aqui apresentados são projetados para desenvolver um tronco mais estável durante os gestos de rebater ou arremessar um objeto. Além disso, os programas do core ajudam qualquer atleta que sofre de dores lombares. Os exercícios com a medicine ball melhoram a força e a coordenação de todos os grupos musculares usados em habilidades de rebatida e arremesso. O treinamento do core é necessário para desenvolver a potência para rebater mais longe uma bola de beisebol ou golfe ou um disco de hóquei ou uma bola de tênis com mais força e rapidez. Além disso, trabalhar os músculos do core pode ser um elemento-chave para uma carreira esportiva mais longa e saudável.

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