Artmed (11)
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Medium 9788582714485

Capítulo 4. Montagem de um programa

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

Montagem de um programa

Com frequência, converso com treinadores sobre programas de desempenho no esporte. Em geral, a conversa inicia com algo do tipo “Eu uso um pouco do teu método, eu pouco do método de Mark Verstegen e uma combinação de...”. Isso quase sempre soa como um elogio, mas sai de um modo diferente.

Quando se trata de desenvolver novos programas de desempenho ou adotar a totalidade ou partes de programas coexistentes, uma analogia da área da culinária se aplica.

Algumas pessoas conseguem realmente cozinhar; outras precisam de livros e receitas.

Algumas pessoas escrevem livros de receita; outras os leem. Mesmo no mundo dos restaurantes, existem cozinheiros e existem chefes de cozinha. Cozinheiros seguem receitas, chefes as criam.

Então, você é um cozinheiro ou um chefe de cozinha? Se você está montando seu primeiro programa para si mesmo ou para uma equipe, você é um cozinheiro. Ache uma boa receita que satisfaça suas necessidades e siga-a com exatidão. Além disso, na culinária, todo ingrediente em uma receita tem um propósito. A maioria das comidas assadas requer farinha, por exemplo. Você não assaria um bolo e deixaria a farinha de fora, deixaria?

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Capítulo 6. Treinamento para região inferior do corpo

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

Treinamento para a região inferior do corpo

As minhas perspectivas sobre o treinamento para membros inferiores mudaram drasticamente desde a publicação da primeira edição deste livro. Durante a última década, passamos de um programa bem convencional orientado ao agachamento livre (back squat) para um programa orientado ao agachamento pela frente (front squat) e, por fim, a um programa centrado, principalmente, em torno de levantamento terra unilateral e variações de agachamento unilateral. Em determinadas situações, primeiro usamos agachamentos bilaterais e levantamentos terra bilaterais, mas a ênfase passou para exercícios mais unilaterais quando se trata de desenvolver a força nos membros inferiores.

A razão primária para essa evolução na estratégia de treinamento da região inferior do corpo é nosso desejo de atingir, com mais objetividade, estas três metas:

■ Ausência de lesões no treinamento. Quase todas as dores nas costas de nossos atletas

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Medium 9788582714485

Capítulo 7. Treinamento do core

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Treinamento do core

Um dos objetivos deste livro é fornecer ideias que você possa imediatamente colocar em prática. A informação neste capítulo pode ser usada para melhorar a saúde e a função do core de um atleta e será, de particular interesse, para treinadores e atletas de esportes que envolvam movimentos de rebatida, como beisebol, golfe, tênis, hóquei de campo e gelo e críquete.

Os exercícios do core aqui apresentados são projetados para desenvolver um tronco mais estável durante os gestos de rebater ou arremessar um objeto. Além disso, os programas do core ajudam qualquer atleta que sofre de dores lombares. Os exercícios com a medicine ball melhoram a força e a coordenação de todos os grupos musculares usados em habilidades de rebatida e arremesso. O treinamento do core é necessário para desenvolver a potência para rebater mais longe uma bola de beisebol ou golfe ou um disco de hóquei ou uma bola de tênis com mais força e rapidez. Além disso, trabalhar os músculos do core pode ser um elemento-chave para uma carreira esportiva mais longa e saudável.

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Capítulo 3. Avaliação da força funcional

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CAPÍTULO

3

Avaliação da força funcional

Conforme afirmado no Capítulo 1, o treinamento funcional é o treinamento que faz sentido. Após analisar as demandas do esporte, a próxima etapa é avaliar seus atletas.

Os testes neste capítulo permitem que você realize uma boa avaliação.

É bastante raro encontrar um atleta que tenha força, potência ou velocidade excessivas para seu esporte. Raras vezes você ouve um comentarista de televisão dizer “Minha nossa, ele era tão rápido que correu direto para aquela bola”. Pense no treinamento de força como um pré-requisito para a velocidade e potência. É importante desenvolver força funcional, a força que um atleta pode usar.

A mensuração objetiva de força funcional pode ser humilhante até para os melhores atletas. Para avaliar a força funcional, os atletas devem se mover contra uma resistência de uma maneira que provavelmente ocorrerrá no esporte ou na vida. Portanto, faz sentido que o próprio peso corporal seja a forma mais comum de resistência a ser empregado

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Capítulo 9. Treinamento pliométrico

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

Treinamento pliométrico

O treinamento para potência pode ser a parte mais importante do treinamento. Primeiramente, a força final deve ser obtida para permitir a produção de potência e velocidade. Os aumentos na força que não produzem um aumento simultâneo na potência são de uso limitado, em particular nos esportes sem contato. Com frequência, atletas gastam muito tempo com treinamento de força e pouco tempo treinando potência.

A questão não é “Devemos treinar potência?”, e sim “Como treinamos potência?”.

Em um mundo perfeito, com um atleta saudável, o treinamento de potência é feito de várias maneiras. Pliométricos, arremessos de medicine balls (Cap. 7) e levantamentos olímpicos (Cap. 10) são todos modos efetivos pelos quais se desenvolve produção de potência. Cada método pode ser essencial na criação de um atleta forte e todos têm seu lugar em um programa bem-projetado. O melhor programa usa um pouco de cada um dos seguintes três métodos.

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Editora Manole (666)
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Medium 9788520426999

9. Bíceps, Tríceps e Antebraços

GOLDENBERG, Lorne; TWIST, Peter Editora Manole PDF Criptografado

Bíceps, Tríceps e Antebraços

Exercícios neste capítulo

Rosca em Pé

Rosca Acentuada Excêntrica

Rebote na Parede com a Medicine Ball por Cima da Cabeça

Extensão do Tríceps Inclinada

Flexão para o Tríceps com Apoio na Bola

Flexão dos Membros Superiores com a Medicine Ball

Extensão e Rosca de Punho

Deslocamento com a Medicine Ball

Largar e Apanhar Rápido com a Medicine Ball

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Treinamento de Força com Bola

ROSCA EM PÉ

O objetivo da técnica desta variação da rosca é o de oferecer uma maneira de sentir a postura correta, bem como de se concentrar exclusivamente no movimento do bíceps.

Preparação

Um parceiro lhe ajuda a posicionar a bola entre você e a parede. O posicionamento da bola deve ser no nível da escápula. Em pé, ao ficar de costas para a bola, seu tórax deverá estar erguido, assim como as suas costas deverão estar eretas, mas mantenha uma ligeira flexão nos joelhos. Você deve sentir a bola com a parte de trás dos braços

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Medium 9788520426999

4. Rotação da Musculatura Postural

GOLDENBERG, Lorne; TWIST, Peter Editora Manole PDF Criptografado

Rotação da

Musculatura

Postural

Exercícios neste capítulo

Rotação Russa do Tronco

Ponte em Supinação com Passe Cruzado

Passe de Costas com Parada

Arremesso sobre os Ombros

Rotação do Quadril

Tesouras Rotadoras em Supinação

Rotação do Tronco em Pronação

Helicóptero Lateral Estático de Goldy

Passe com Rotação Lateral

Abdominal em “V” com Rotação

Passe de Costas com Rotação de 180°

Rotação com Levantamento sobre a Cabeça

Repetição Rotativa em Pé

Rotação do Tronco contra a Parede com a Medicine Ball

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Treinamento de Força com Bola

ROTAÇÃO RUSSA DO TRONCO

A Rotação Russa do Tronco é um excelente exercício para integrar a extensão estática e o movimento rotacional do tronco. Movimentos dessa natureza ocorrem em diversas situações, incluindo partidas de futebol americano, rúgbi, hóquei e tênis.

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11. Flexibilidade

GOLDENBERG, Lorne; TWIST, Peter Editora Manole PDF Criptografado

Flexibilidade

Exercícios neste capítulo

Extensão da Coluna Vertebral

Alongamento Lateral

Alongamento em Supinação dos Músculos Isquiotibiais

Alongamento em Pé dos Músculos Isquiotibiais

Alongamento em Pé do Latíssimo do Dorso e dos Músculos Peitorais

Alongamento de Joelhos da Parte Posterior do Ombro

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Treinamento de Força com Bola

EXTENSÃO DA COLUNA VERTEBRAL

A mobilidade na coluna vertebral é essencial para que o resto do corpo funcione de maneira eficiente. Assim como o fortalecimento, o alongamento da coluna em planos e ângulos variados auxiliará na saúde vertebral. A Extensão da Coluna

Vertebral é um método seguro de realizar um alongamento nos ligamentos anteriores e nos músculos espinhais, assim como nos músculos abdominais.

Preparação

Sentado sobre uma bola, desloque-se para a frente até que a bola esteja sob a curvatura natural da sua região lombar.

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Medium 9788520422496

Capítulo 1 - Aumentando a propulsão

MAGLISCHO, Ernest W. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 1

Aumentando a propulsão

Novo nesta edição:

Reavaliação dos princípios da propulsão natatória hu­ mana. n  Maior ênfase na função propulsiva do braço. n  Respostas às dúvidas frequentes sobre a teoria da pro­ pulsão. n 

Quando a primeira edição deste livro, Nadando mais rápido, foi publicada no início dos anos 1980, eu acreditava que o efeito Bernoulli – que será explicado mais adiante – produzia as forças de sustentação principalmente responsáveis pela propulsão do nado. Nessa ocasião, eu sugeria uma mecânica para os quatro nados competitivos que envolvia movimentos de palmateios tridimensionais, nos quais os nadadores usavam os braços como hidrofólios a fim de maximizar a produção de forças de sustentação.

Eu ainda acreditava que as forças de sustentação eram um importante mecanismo propulsivo quando a segunda edição deste livro, Nadando ainda mais rápido, foi p­ ublicada no início dos anos 1990. Nessa época, entre­tanto, passei a ter dúvidas de que o efeito Bernoulli era de fato o responsável por essas forças. Sugeri, então, que a terceira lei do movimento de Newton, o princípio da ação e reação, era a principal lei da física responsável pela propulsão do nado. Passei a acreditar, inequivocamente, que os nadadores tinham que empurrar a água para trás para se deslocarem para frente. Ainda assim, continuei crendo que eles usavam os braços como hidro­fólios durante o palmateio na água para impulsionar o corpo para frente. A diferença era que eu pensava que esses movimentos de palmateio deslocavam a água para trás em vez de acreditar que os nadadores utilizavam o princípio de Bernoulli para criar forças de susten­tação.

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Medium 9788520422496

Capítulo 16 - Monitoração do treinamento

MAGLISCHO, Ernest W. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 16

Monitoração do treinamento

Novo nesta edição:

Seção sobre testes para potência anaeróbica e resistência muscular aeróbica e anaeróbica.

■  Informação atualizada sobre procedimentos para testes sanguíneos.

■  Seção ampliada sobre procedimentos para a monitoração da frequência cardíaca.

■ 

A administração efetiva de um programa de treina­ mento para Natação exige uma monitoração precisa das mudanças que ocorrem tanto nos desempenhos aeróbi­ cos como anaeróbicos dos atletas, para que possamos deter­ minar se estão melhorando e, em caso contrário, porque isso ocorre. Além disso, é importante que as velocidades de treinamento sejam monitoradas com precisão, para que venham a gerar os efeitos desejados. Atualmente, os testes sanguíneos constituem o método mais preciso para mo­ nitoração do treinamento à disposição de treinadores e atletas; no entanto, esse procedimento não está isento de problemas. Além disso, muitos treinadores não possuem equipamento, dinheiro, tempo ou experiência para utili­ zação dos testes sanguíneos para tais finalidades. Por essa razão, fazem-se necessários outros procedimentos não in­ vasivos para a monitoração do treinamento. Os métodos opcionais envolvem nado de séries de repetições padro­ nizadas, monitoração da frequência cardíaca e pontuação do esforço percebido (PEP). Neste capítulo, discutirei es­ ses procedimentos para monitoração do treinamento e também alguns procedimentos de uso comum que não têm precisão e, portanto, devem ser descartados.

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Grupo A (261)
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Medium 9788536305271

Leg press

Cláudia Silveira Lima, Ronei Silveira Pinto Grupo A PDF Criptografado

124

leg press

Considerações

Qual a desvantagem e a vantagem desse exercício em relação à articulação do joelho?

Desvantagem. Esse exercício provoca um aumento na compressão da articulação do joelho

(Escamilla e cols., 2001) devido à incidência da força de reação provocada pelo equipamento. Essa força vai aumentando o seu componente compressivo sobre as articulações tibiofemorais medial e lateral à medida que o joelho é estendido. Por outro lado, à medida que o joelho é flexionado, a compressão aumenta na articulação patelofemoral (Nordin e Frankel,

1989).

Vantagem. A ação simultânea do quadríceps e dos isquiotibiais que ocorre nesse exercício minimiza o deslocamento tibial anterior provocado pela contração isolada do quadríceps, fato que o caracteriza como um exercício funcional (Escamilla e cols., 1998; Solomonow e

Krogsgaard, 2001).

Com isso, esse exercício é indicado para pessoas que apresentam alterações no ligamento cruzado anterior.

Cuidado com o posicionamento do joelho!

A execução desse exercício deve ser feita com o joelho alinhado com as articulações do quadril e do tornozelo, evitando uma sobrecarga assimétrica sobre eles.

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Medium 9788536305271

Voador direto (frontal)

Cláudia Silveira Lima, Ronei Silveira Pinto Grupo A PDF Criptografado

44

voador direto (frontal)

Apoio

Alto

Baixo

Apoio alto

Em comparação com o apoio baixo:

A intensidade do trabalho do peitoral maior (parte clavicular) é ↑.

A intensidade do trabalho do peitoral maior (parte esternocostal) é ↓.

A intensidade do trabalho do deltóide (parte clavicular) é ↑.

A intensidade do trabalho do serrátil anterior é ↑.

A intensidade do trabalho do bíceps braquial (cabeça curta) é ↑.

PEITORAL MAIOR – PARTE CLAVICULAR

9,7 mV

PEITORAL MAIOR – PARTE ESTERNOCOSTAL

4,4 mV

SERRÁTIL ANTERIOR

7,2 mV

DELTÓIDE – PARTE CLAVICULAR

4,3 mV

BÍCEPS BRAQUIAL

3,7mV

Apoio baixo

Em comparação com o apoio alto:

A intensidade do trabalho do peitoral maior (parte clavicular) é ↓.

A intensidade do trabalho do peitoral maior (parte esternocostal) é ↑.

A intensidade do trabalho do deltóide (parte clavicular) é ↓.

A intensidade do trabalho do serrátil anterior é ↓.

A intensidade do trabalho do bíceps braquial (cabeça curta) é ↓.

PEITORAL MAIOR – PARTE CLAVICULAR

8,9 mV

PEITORAL MAIOR – PARTE ESTERNOCOSTAL

5,4 mV

SERRÁTIL ANTERIOR

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Medium 9788536327303

11. Vitalidade e longevidade - Acrescente vida a seus anos

Brian Sharkey Grupo A PDF Criptografado

Envelhecendo

A ideia predominante em relação ao envelhecimento é de um processo não muito feliz.

O envelhecimento é visto como uma fase de limites e doenças na qual a pessoa está condenada a um círculo vicioso de debilidade e perda de função. Você não precisa, no entanto, permitir que essa trágica narrativa torne-se a sua história. Se adotar um estilo de vida ativo e saudável, você pode escrevê-la e representá-la a partir de um roteiro diferente: um que retrate uma vida longa e feliz. Essa decisão é sua.

Nos Estados Unidos, as expectativas de vida elevaram-se ao longo do século passado, variando hoje de 78 a 79 anos para as mulheres e de 73 a 74 para os homens.

Ainda assim, algumas realidades são inescapáveis: à medida que seu período mais reprodutivo passa, a vantagem evolucionária direta de sua existência individual desvanece; e, em determinado momento, a maioria de seus tecidos e órgãos começa a envelhecer. Por certo você continua sendo importante como pai ou mãe, pelo menos até seus filhos alcançarem a idade adulta, e, mais adiante, como um avô ou avó que transmite sabedoria e auxilia quando necessário. Mas, aos 70 anos, geralmente há pouca justificativa biológica para que sua vida continue.

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Medium 9788536327303

9. Questões de saúde e dicas de exercícios - Obstáculos a superar

Brian Sharkey Grupo A PDF Criptografado

Que atividad e s n e t s ido paratêm você?

Ter uma meta de atividade em mente, semelhante ao caso de Cris, ajuda. Você pode começar simplesmente atendendo às recomendações de atividade, mas, logo que começar a se aventurar, precisará de algo mais atrativo para continuar progredindo. Primeiro, vamos relembrar as orientações básicas quanto à quantidade de atividade que você deve realizar.

Conforme mencionado no Capítulo 1, as 2008 Physical Activity Guidelines for Americans (Orientações de Atividade Física para Americanos de 2008), do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (www.health.gov/paguidelines/), recomendam aos adultos a realização de 2 horas e 30 minutos por semana de atividade física aeróbia de intensidade moderada – ou 1 hora e 15 minutos de atividade física aeróbia de intensidade vigorosa – ou uma combinação equivalente de atividade física aeróbia de intensidades moderada e vigorosa. Você pode ter benefícios adicionais de saúde aumentando o tempo de atividade física aeróbia para 5 horas por semana em intensidade moderada ou para 2 horas e 30 minutos por semana em intensidade vigorosa ou uma combinação equivalente de ambas. Os adultos também devem realizar exercícios de fortalecimento muscular que envolvam todos os grandes grupos musculares, em 2 ou mais dias por semana. Para saber mais sobre essas orientações, consultar o Capítulo 1, página 21.

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Medium 9788536327303

1. Atividade e aptidão física - Por que ficarem forma?

Brian Sharkey Grupo A PDF Criptografado

Quais são os be nefícios

Imagine

acordar em um corpo recém-transformado por vários meses de treinamento de aptidão física – uma sensação não diferente de um estado de graça, que se dá interiormente em vez de ser observada no âmbito exterior. Você levantaria a cada dia com a capacidade de realizar tarefas diárias com vigor e prontidão, manter-se livre de fadiga excessiva, desfrutar seus momentos de lazer e atender emergências. Teria a energia e a capacidade muscular para cumprir as demandas do trabalho e de outras ocupações; a flexibilidade e o equilíbrio para ter um bom desempenho e evitar lesões; e a energia para lidar com a vida doméstica e profissional, o lazer e as inevitáveis demandas.

Se você fosse como muitos indivíduos ativos, seu primeiro pensamento ao acordar seria a atividade física planejada para aquele dia, bem como quando e onde ela seria praticada. Realmente, quando você se torna ativo e até mesmo adicto ao exercício, a atividade física regular passa a ser uma parte indispensável de sua vida.

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Grupo Gen (2)
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Medium 9788527708869

6 Fundamentos Biomecânicos do Treinamento de Força e de Potência

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 6

Fundamentos Biomecânicos do

Treinamento de Força e de Potência

M.C. SIFF

Introdução

As qualidades de força e de potência são popularmente mais associadas com esportes que requerem apresentação evidente de desempenho muscular impressionante, tais como o levantamento de peso, a luta livre e as modalidades de atletismo. Conseqüentemente, sempre que o treinamento de força foi utilizado como um método de preparação suplementar de esportes, foi aplicado na maioria das vezes nestes tipos de esporte de “força” e minimamente naqueles esportes nos quais o papel do sistema cardiovascular foi forçado à custa de quase todas as outras qualidades motoras.

Entretanto, todos os esportes, e na verdade todos os movimentos humanos, necessitam da geração de níveis apropriados de força e de potência, em uma variedade de aplicações e situações diferentes, como será discutido mais adiante. Vários fatores contribuíram para a relutância prolongada em aceitar o treinamento de força como parte relevante no preparo dos atletas internacionais para as rigorosas competições de ponta. Entre tais fatores, pode-se citar em particular a primazia conferida pelos médicos a respeito do papel do condicionamento cardiovascular em cardíacos e em pessoas sadias em geral, o forte enfoque científico nos processos metabólicos como determinantes do desempenho esportivo e a condenação exagerada do treinamento de força como causa de lesão musculoesquelética, de deficiência da flexibilidade e da diminuição da velocidade do movimento.

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Medium 9788527708869

7 Fatores que Afetam as Freqüências de Movimento Preferidas em Atividades Cíclicas

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 7

Fatores que Afetam as Freqüências de Movimento Preferidas em

Atividades Cíclicas

P.E. MARTIN, D.J. SANDERSON E B.R. UMBERGER

Introdução

Muitos movimentos humanos são caracterizados pela repetição contínua de um padrão fundamental de movimento (por exemplo, andar, correr, saltitar, pedalar, nadar, remar). Para atividades cíclicas, a velocidade média de progressão é definida pelo produto da distância média percorrida por ciclo de movimento

(por exemplo, comprimento do passo na corrida) e a freqüência média ou cadência em que o ciclo de movimento está sendo repetido (por exemplo, comprimento do passo na corrida ou cadência). Em movimentos humanos normais, estes fatores de velocidade, distância e cadência são usualmente determinados livremente ou auto-selecionados pelo indivíduo e são raramente fixos ou preestabelecidos. Além disso, os humanos têm uma habilidade incrível de alterar intencionalmente a velocidade, distância e cadência a fim de alcançar as demandas do ambiente.

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Manole (3)
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Medium 9788520432822

1. Introdução ao handebol

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

I n t r od u ç ã o ao handebol

coletivo com bola, jogado com as mãos, cujo objetivo é marcar mais gols que o adversário numa baliza de 3 × 2 metros defendida por um goleiro. De acordo com Teixeira (2003), o handebol é muito parecido com o futebol, porém é jogado com as mãos e, por isso, recebe este nome em inglês (handball): hand = mão e ball = bola. É um esporte bastante dinâmico, divertido para quem joga e interessante para quem assiste devido, principalmente, à velocidade das jogadas, ao contato físico e às ações dos goleiros (Clanton e Dwight, 1997).

Atualmente o handebol pode ser praticado como handebol de quadra, handebol de areia, mini-handebol, handebol para terceira idade, handebol em cadeiras de rodas e handebol de campo. Porém, a Federação Internacional de Handebol (International Handball Federation – ihf) reconhece oficialmente apenas o handebol de quadra (indoor handball ou team handball) e o handebol de areia (beach handball), realizando atividades voltadas para a prática e o desenvolvimento dessas duas modalidades. Neste livro, abordaremos exclusivamente o handebol de quadra, utilizando o termo handebol para se referir à modalidade.

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Medium 9788520432822

2. Elementos táticos

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

elemen t o s tát ico s

O objetivo maior das equipes que disputam uma partida de handebol é

terminar o jogo em vantagem no placar, convertendo mais gols que a adversária e, portanto, também devem evitar que os jogadores adversários convertam gols. As tentativas de converter o gol significam atacar, e as tentativas de evitá-lo, defender. De acordo com Stein e Federhoff (1995), ataque

é toda atitude assumida por uma equipe que está com a posse da bola, sendo seus jogadores denominados atacantes. Já defesa é toda atitude assumida por uma equipe sem a posse da bola, sendo seus jogadores denominados defensores. A alternância entre ataque e defesa, as relações estabelecidas entre as equipes que se confrontam e a ação individual dos jogadores são as variáveis que definem o comportamento tático do jogo de handebol.

Conceito de tática

Segundo Greco (2000), tática é uma capacidade senso-cognitiva que se baseia em processos psicofisiológicos, ou seja, captação e transmissão das informações providas pelo meio, interpretação destas, elaboração de respostas tendo como base conhecimentos pré-adquiridos e execução da resposta mais adequada encontrada. A tática também indica aos jogadores as formas de organização, preparação e finalização das ações de ataque e defesa (Antón, 1998).

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3. Elementos técnicos

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

elemen t o s t é cnico s

motora de uma necessidade encontrada durante uma determinada situação na partida. Existe uma técnica correta e uma técnica eficaz. Com os treinamentos, buscamos desenvolver nos jogadores, dentro do modo individual de execução, a técnica mais próxima do modo biomecanicamente correto mantendo, porém, a eficácia do objetivo do gesto motor executado.

A técnica é a execução

Conceito de técnica

De acordo com Greco e Benda (1998), a técnica é a interpretação, no tempo, espaço e situação, do meio instrumental operativo inerente à concretização da resposta para a solução de tarefas ou problemas motores.

Consiste, portanto, na melhor execução de um determinado gesto motor, com a máxima economia de energia possível.

Segundo Bayer (1986), a técnica representa todo um repertório de gestos, desenvolvidos individualmente, de acordo com a especificidade da ação no jogo, sendo este fruto da história e da evolução de cada jogo esportivo coletivo e baseado na experiência acumulada e continuamente enriquecida pelas gerações precedentes de desportistas.

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