Artmed (11)
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Capítulo 6. Treinamento para região inferior do corpo

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

Treinamento para a região inferior do corpo

As minhas perspectivas sobre o treinamento para membros inferiores mudaram drasticamente desde a publicação da primeira edição deste livro. Durante a última década, passamos de um programa bem convencional orientado ao agachamento livre (back squat) para um programa orientado ao agachamento pela frente (front squat) e, por fim, a um programa centrado, principalmente, em torno de levantamento terra unilateral e variações de agachamento unilateral. Em determinadas situações, primeiro usamos agachamentos bilaterais e levantamentos terra bilaterais, mas a ênfase passou para exercícios mais unilaterais quando se trata de desenvolver a força nos membros inferiores.

A razão primária para essa evolução na estratégia de treinamento da região inferior do corpo é nosso desejo de atingir, com mais objetividade, estas três metas:

■ Ausência de lesões no treinamento. Quase todas as dores nas costas de nossos atletas

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Capítulo 4. Montagem de um programa

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CAPÍTULO

4

Montagem de um programa

Com frequência, converso com treinadores sobre programas de desempenho no esporte. Em geral, a conversa inicia com algo do tipo “Eu uso um pouco do teu método, eu pouco do método de Mark Verstegen e uma combinação de...”. Isso quase sempre soa como um elogio, mas sai de um modo diferente.

Quando se trata de desenvolver novos programas de desempenho ou adotar a totalidade ou partes de programas coexistentes, uma analogia da área da culinária se aplica.

Algumas pessoas conseguem realmente cozinhar; outras precisam de livros e receitas.

Algumas pessoas escrevem livros de receita; outras os leem. Mesmo no mundo dos restaurantes, existem cozinheiros e existem chefes de cozinha. Cozinheiros seguem receitas, chefes as criam.

Então, você é um cozinheiro ou um chefe de cozinha? Se você está montando seu primeiro programa para si mesmo ou para uma equipe, você é um cozinheiro. Ache uma boa receita que satisfaça suas necessidades e siga-a com exatidão. Além disso, na culinária, todo ingrediente em uma receita tem um propósito. A maioria das comidas assadas requer farinha, por exemplo. Você não assaria um bolo e deixaria a farinha de fora, deixaria?

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Capítulo 7. Treinamento do core

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CAPÍTULO

7

Treinamento do core

Um dos objetivos deste livro é fornecer ideias que você possa imediatamente colocar em prática. A informação neste capítulo pode ser usada para melhorar a saúde e a função do core de um atleta e será, de particular interesse, para treinadores e atletas de esportes que envolvam movimentos de rebatida, como beisebol, golfe, tênis, hóquei de campo e gelo e críquete.

Os exercícios do core aqui apresentados são projetados para desenvolver um tronco mais estável durante os gestos de rebater ou arremessar um objeto. Além disso, os programas do core ajudam qualquer atleta que sofre de dores lombares. Os exercícios com a medicine ball melhoram a força e a coordenação de todos os grupos musculares usados em habilidades de rebatida e arremesso. O treinamento do core é necessário para desenvolver a potência para rebater mais longe uma bola de beisebol ou golfe ou um disco de hóquei ou uma bola de tênis com mais força e rapidez. Além disso, trabalhar os músculos do core pode ser um elemento-chave para uma carreira esportiva mais longa e saudável.

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Capítulo 3. Avaliação da força funcional

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CAPÍTULO

3

Avaliação da força funcional

Conforme afirmado no Capítulo 1, o treinamento funcional é o treinamento que faz sentido. Após analisar as demandas do esporte, a próxima etapa é avaliar seus atletas.

Os testes neste capítulo permitem que você realize uma boa avaliação.

É bastante raro encontrar um atleta que tenha força, potência ou velocidade excessivas para seu esporte. Raras vezes você ouve um comentarista de televisão dizer “Minha nossa, ele era tão rápido que correu direto para aquela bola”. Pense no treinamento de força como um pré-requisito para a velocidade e potência. É importante desenvolver força funcional, a força que um atleta pode usar.

A mensuração objetiva de força funcional pode ser humilhante até para os melhores atletas. Para avaliar a força funcional, os atletas devem se mover contra uma resistência de uma maneira que provavelmente ocorrerrá no esporte ou na vida. Portanto, faz sentido que o próprio peso corporal seja a forma mais comum de resistência a ser empregado

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Capítulo 9. Treinamento pliométrico

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CAPÍTULO

9

Treinamento pliométrico

O treinamento para potência pode ser a parte mais importante do treinamento. Primeiramente, a força final deve ser obtida para permitir a produção de potência e velocidade. Os aumentos na força que não produzem um aumento simultâneo na potência são de uso limitado, em particular nos esportes sem contato. Com frequência, atletas gastam muito tempo com treinamento de força e pouco tempo treinando potência.

A questão não é “Devemos treinar potência?”, e sim “Como treinamos potência?”.

Em um mundo perfeito, com um atleta saudável, o treinamento de potência é feito de várias maneiras. Pliométricos, arremessos de medicine balls (Cap. 7) e levantamentos olímpicos (Cap. 10) são todos modos efetivos pelos quais se desenvolve produção de potência. Cada método pode ser essencial na criação de um atleta forte e todos têm seu lugar em um programa bem-projetado. O melhor programa usa um pouco de cada um dos seguintes três métodos.

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Editora Manole (559)
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Medium 9788520432686

1. Comece com um ideal, treine com um plano

MONTGOMERY, Jim; CHAMBERS, Mo Editora Manole PDF Criptografado

1

Comece com um ideal, treine com um plano

Todas as noites, durante os últimos quatro anos, eu me imaginei no pódio com a medalha de ouro pendurada no pescoço.

–Megan Jendrick, duas vezes medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos de 2000

O

destino mudou para Jim Montgomery um dia em que estava sentado no deque da piscina do colégio em Madison, Wisconsin. Jim, na época um garoto magricela de 14 anos, sem interesse ou iniciativa, mentalizou as palavras de seu treinador, Pat Barry, que lhe fez ver o potencial inexplorado que possuía. As palavras de Barry revelaram a ele oportunidades que nunca antes imaginara, e a visão daquilo que parecia impossível subitamente se tornou factível. Campeões olímpicos, assim como campeões em todas as esferas profissionais, têm a capacidade de romper barreiras. Seja na piscina ou em terra firme, toda história de sucesso começa com um ideal.

Nenhum ideal ou sonho se torna realidade sem contar com um claro conjunto de metas, que são os marcos específicos de curto e longo prazo que norteiam sua jornada. Por outro lado, você nunca atingirá seus objetivos sem um plano claramente definido que o oriente na passagem de um marco a outro. Qualquer sessão de exercícios na natação de masters pode ter tantos ideais, objetivos e planos de treinamento quanto nadadores na piscina. Embora cada um deles tenha sua própria jornada, o caminho trilhado por um cruza com o dos outros quando nadam como uma equipe em um treino na piscina. Os programas de masters mais bem-sucedidos são desenvolvidos com base nessa diversidade e acolhem nadadores adultos de todos os níveis.

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10. Sessões de treinamento na piscina

MONTGOMERY, Jim; CHAMBERS, Mo Editora Manole PDF Criptografado

10

Sessões de treinamento na piscina

O condicionamento físico, além de ser um dos aspectos mais importantes para a promoção da saúde do corpo, também é a base das atividades intelectuais dinâmicas e criativas.

– John Fitzgerald Kennedy

A

ntes de pegar uma caneta para esboçar um plano de treinamento, é essencial que você compreenda os fundamentos do condicionamento físico e a forma como ele se aplica à natação. Simplesmente entrar na piscina e nadar diversas voltas não é suficiente para melhorar o preparo físico e o desempenho. O ideal é que você planeje objetivamente cada uma das sessões, para a academia ou para a piscina, a fim de adequá-las ao objetivo maior de promover o condicionamento do corpo. Este capítulo o ajuda a compreender e planejar sessões de treinamento na piscina voltadas para propósitos específicos. Ele começa com uma breve lição sobre os princípios do treinamento e depois passa para sua aplicação na natação.

Aspectos básicos do CONDICIONAMENTO

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Medium 9788520432686

13. Defina seu plano para o sucesso

MONTGOMERY, Jim; CHAMBERS, Mo Editora Manole PDF Criptografado

13

Defina seu plano para o sucesso

Eu nado em uma competição da mesma forma que treino para ela. Não

é matemático. Apenas deixo meu corpo fazê-lo. Fica muito mais fácil se você deixar que seu corpo faça aquilo para o que foi treinado.

–Ian Thorpe, cinco vezes medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos de

2000 e 2004

Q

uer você esteja treinando para uma competição específica ou apenas para melhorar o condicionamento físico, um plano de treinamento bem minucioso será o seu roteiro rumo ao sucesso. Contando com uma distribuição de meses e semanas claramente definida em seu plano, você poderá realizar os treinos diários com a confiança de que está no caminho certo para alcançar seus objetivos. Além disso, o tempo gasto nos treinamentos será mais eficiente, evitando os exercícios sem propósito, o risco de lesões e o esgotamento.

Os Capítulos 11 e 12 abordaram os princípios do treinamento e a maneira pela qual eles são transferidos para as sessões de exercícios na piscina, para o treino fora da água e para a natação em águas abertas. Considere que esses princípios são o mapa; e o plano de treinamento, a via pela qual você pretende seguir. A escolha cuidadosa de uma rota entre os diferentes caminhos disponíveis para chegar ao seu objetivo permite a criação de um plano personalizado que promoverá os resultados desejados.

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Medium 9788520432686

15. Competindo em águas abertas

MONTGOMERY, Jim; CHAMBERS, Mo Editora Manole PDF Criptografado

15

Competindo em águas abertas

O treinamento em águas abertas me propiciou, de fato, uma excelente base aeróbica.

Eu sentia que minha forma física estava melhor do que jamais esteve antes.

– Chip Peterson, ao ganhar o 1500 metros nado livre no U.S. Nationals, apenas duas semanas e meia depois de vencer o 10 K World

Open-Water Championships, em agosto de 2005

A

s competições em águas abertas datam do início da história dos Jogos

Olímpicos. Em 1896, na olimpíada de Atenas, os competidores nadaram provas de 100, 500 e 1200 metros, enfrentando as imensas ondas e os

13°C das águas da Baía de Zea. Nos Jogos Olímpicos de Paris, em 1900, foram realizadas cinco competições na correnteza do rio Sena, entre as quais uma prova de natação de 4 km. As competições em águas abertas voltaram a acontecer nos jogos de Pequim, em 2008, com um evento de 10 km no porto das canoas. Esse evento de longa distância é perfeito para uma olimpíada, já que complementa as provas de natação, da mesma forma que a maratona terrestre o faz com as de atletismo.

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Medium 9788520433447

2. Fundamentos em avaliação da capacidade funcional cardiorrespiratória

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

Fundamentos em avaliação da capacidade funcional cardiorrespiratória

capítulo

Danilo Marcelo Leite do Prado

Rodrigo Gonçalves Dias

Luciana Diniz Nagem Janot Matos

INTRODUÇÃO

O exercício físico é fisiologicamente reconhecido como estímulo estressor e os ajustes cardiovascular, respiratório e metabólico podem ser avaliados por meio da mensuração da capacidade funcional do indivíduo. A análise integrada dos sinais biológicos reflete a demanda energética aumentada, desencadeada como consequência da prática do exercício físico. Essa análise se caracteriza como avaliação importante e necessária a partir do momento em que variações na tolerância ao esforço físico, indicativas de graus variados de capacidade funcional, podem refletir um estado fisicamente ativo, sedentário ou até mesmo de presença de doenças. A partir desse raciocínio fica evidente que, para a prescrição segura e eficaz do programa de exercício físico, torna-se importante tanto a estratificação de possíveis anormalidades na função cardiorrespiratória e metabólica como a determinação daqueles parâmetros utilizados para o controle de intensidade do exercício físico. Tal conduta pode ser conseguida utilizando-se a avaliação da capacidade funcional cardiorrespiratória em testes de esforço físico.

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Grupo A (371)
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Medium 9788536327709

2. Equipamentos para a massagem esportiva

McGillicuddy, Michael Grupo A PDF Criptografado

30

MICH AEL M c GILLIC U D DY

Perfil da sala de tratamento

As salas de tratamento projetadas para a massagem devem acomodar a mesa de massagem e ter espaço suficiente ao redor dela para permitir que o profissional mantenha uma mecânica corporal adequada. A maior parte das mesas de massagem tem um comprimento de aproximadamente 1,80 m e um apoio para a cabeça de 30 cm, projetado para ser inserido na extremidade da mesa. Enquanto realiza a técnica, o profissional deve ter espaço para se movimentar ao redor da mesa – com ela posicionada no centro da sala, é necessário um espaço adicional de cerca de 1,20 m ao seu redor. Tal espaço permite ao massagista posicionar-se distante o suficiente da mesa para que possa inclinar-se ao realizar os movimentos da massagem, utilizando a melhor mecânica corporal possível. Como resultado, o tamanho mínimo desse tipo de ambiente deve ser de 3 m x 3 m. Se as técnicas forem administradas em uma sala de tratamento grande, com várias mesas, cada uma delas necessitará, em média, de um espaço de 3 m. Como medida de privacidade para os atletas, são utilizadas cortinas ou divisórias para formar áreas individuais.

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Medium 9788536327709

7. Massagens pré e pós-evento

McGillicuddy, Michael Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Massagens pré e pós-evento

Neste capítulo, são revisadas as técnicas de massagens pré e pós-evento e, em seguida, são sugeridas rotinas para esses tipos de massagem, as quais estão divididas em etapas para as partes superior e inferior do corpo. Em alguns eventos, não há tempo suficiente para a aplicação de uma massagem completa no atleta. Ao fazer essa divisão, o profissional pode decidir qual das rotinas é mais importante para o esporte e para o atleta. Caso realize ambas, ele deve alterar a sua ordem para terminar de massagear a parte da frente do corpo ou as costas do esportista antes de virá-lo na mesa.

São dadas recomendações quanto à duração da aplicação das manobras, assim como em relação a quantas vezes elas devem ser repetidas durante as rotinas. A maioria das massagens pré e pós-evento é aplicada rapidamente devido ao tempo limitado disponível e ao número de pessoas que devem ser massageadas em uma competição. Os profissionais devem se sentir livres para experimentar o que funciona melhor para eles.

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Medium 9788536327303

1. Atividade e aptidão física - Por que ficarem forma?

Sharkey, Brian Grupo A PDF Criptografado

Quais são os be nefícios

Imagine

acordar em um corpo recém-transformado por vários meses de treinamento de aptidão física – uma sensação não diferente de um estado de graça, que se dá interiormente em vez de ser observada no âmbito exterior. Você levantaria a cada dia com a capacidade de realizar tarefas diárias com vigor e prontidão, manter-se livre de fadiga excessiva, desfrutar seus momentos de lazer e atender emergências. Teria a energia e a capacidade muscular para cumprir as demandas do trabalho e de outras ocupações; a flexibilidade e o equilíbrio para ter um bom desempenho e evitar lesões; e a energia para lidar com a vida doméstica e profissional, o lazer e as inevitáveis demandas.

Se você fosse como muitos indivíduos ativos, seu primeiro pensamento ao acordar seria a atividade física planejada para aquele dia, bem como quando e onde ela seria praticada. Realmente, quando você se torna ativo e até mesmo adicto ao exercício, a atividade física regular passa a ser uma parte indispensável de sua vida.

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4. Programas aeróbios - Faça do seu jeito

Sharkey, Brian Grupo A PDF Criptografado

Programa de iniciação (caminhada-trote)

O programa de iniciação, que inclui os programas de caminhada e trote vermelho, branco e azul, foi elaborado pelo President’s

Council on Physical Fitness and Sports (Conselho Federal de

Aptidão Física e Esporte). Para determinar seu nível de exercício, realize o teste de caminhada.

Teste de caminhada

Utilize o teste de caminhada para determinar quantos minutos (até 10) você pode caminhar em cadência rápida, superfície plana, sem dificuldade ou desconforto em excesso. Experimente o seguinte: use tênis de caminhada e procure uma superfície plana e segura por onde caminhar, pode ser uma calçada ou passeio próximo de casa ou do local de trabalho, ou uma pista de atletismo em uma escola ou centro comunitário no seu bairro.

Comece caminhando em cadência rápida e pare após 10 minutos – ou antes, se não conseguir continuar.

➤ Se não conseguir caminhar por 5 minutos, comece com o programa de caminhada vermelho.

➤ Se conseguir caminhar por mais de 5 minutos mas por menos de 10, comece na terceira semana do programa de caminhada vermelho.

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9. Questões de saúde e dicas de exercícios - Obstáculos a superar

Sharkey, Brian Grupo A PDF Criptografado

Que atividad e s n e t s ido paratêm você?

Ter uma meta de atividade em mente, semelhante ao caso de Cris, ajuda. Você pode começar simplesmente atendendo às recomendações de atividade, mas, logo que começar a se aventurar, precisará de algo mais atrativo para continuar progredindo. Primeiro, vamos relembrar as orientações básicas quanto à quantidade de atividade que você deve realizar.

Conforme mencionado no Capítulo 1, as 2008 Physical Activity Guidelines for Americans (Orientações de Atividade Física para Americanos de 2008), do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (www.health.gov/paguidelines/), recomendam aos adultos a realização de 2 horas e 30 minutos por semana de atividade física aeróbia de intensidade moderada – ou 1 hora e 15 minutos de atividade física aeróbia de intensidade vigorosa – ou uma combinação equivalente de atividade física aeróbia de intensidades moderada e vigorosa. Você pode ter benefícios adicionais de saúde aumentando o tempo de atividade física aeróbia para 5 horas por semana em intensidade moderada ou para 2 horas e 30 minutos por semana em intensidade vigorosa ou uma combinação equivalente de ambas. Os adultos também devem realizar exercícios de fortalecimento muscular que envolvam todos os grandes grupos musculares, em 2 ou mais dias por semana. Para saber mais sobre essas orientações, consultar o Capítulo 1, página 21.

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Grupo Gen (2)
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Medium 9788527708869

6 Fundamentos Biomecânicos do Treinamento de Força e de Potência

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 6

Fundamentos Biomecânicos do

Treinamento de Força e de Potência

M.C. SIFF

Introdução

As qualidades de força e de potência são popularmente mais associadas com esportes que requerem apresentação evidente de desempenho muscular impressionante, tais como o levantamento de peso, a luta livre e as modalidades de atletismo. Conseqüentemente, sempre que o treinamento de força foi utilizado como um método de preparação suplementar de esportes, foi aplicado na maioria das vezes nestes tipos de esporte de “força” e minimamente naqueles esportes nos quais o papel do sistema cardiovascular foi forçado à custa de quase todas as outras qualidades motoras.

Entretanto, todos os esportes, e na verdade todos os movimentos humanos, necessitam da geração de níveis apropriados de força e de potência, em uma variedade de aplicações e situações diferentes, como será discutido mais adiante. Vários fatores contribuíram para a relutância prolongada em aceitar o treinamento de força como parte relevante no preparo dos atletas internacionais para as rigorosas competições de ponta. Entre tais fatores, pode-se citar em particular a primazia conferida pelos médicos a respeito do papel do condicionamento cardiovascular em cardíacos e em pessoas sadias em geral, o forte enfoque científico nos processos metabólicos como determinantes do desempenho esportivo e a condenação exagerada do treinamento de força como causa de lesão musculoesquelética, de deficiência da flexibilidade e da diminuição da velocidade do movimento.

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Medium 9788527708869

7 Fatores que Afetam as Freqüências de Movimento Preferidas em Atividades Cíclicas

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 7

Fatores que Afetam as Freqüências de Movimento Preferidas em

Atividades Cíclicas

P.E. MARTIN, D.J. SANDERSON E B.R. UMBERGER

Introdução

Muitos movimentos humanos são caracterizados pela repetição contínua de um padrão fundamental de movimento (por exemplo, andar, correr, saltitar, pedalar, nadar, remar). Para atividades cíclicas, a velocidade média de progressão é definida pelo produto da distância média percorrida por ciclo de movimento

(por exemplo, comprimento do passo na corrida) e a freqüência média ou cadência em que o ciclo de movimento está sendo repetido (por exemplo, comprimento do passo na corrida ou cadência). Em movimentos humanos normais, estes fatores de velocidade, distância e cadência são usualmente determinados livremente ou auto-selecionados pelo indivíduo e são raramente fixos ou preestabelecidos. Além disso, os humanos têm uma habilidade incrível de alterar intencionalmente a velocidade, distância e cadência a fim de alcançar as demandas do ambiente.

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Manole (3)
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Medium 9788520432822

1. Introdução ao handebol

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

I n t r od u ç ã o ao handebol

coletivo com bola, jogado com as mãos, cujo objetivo é marcar mais gols que o adversário numa baliza de 3 × 2 metros defendida por um goleiro. De acordo com Teixeira (2003), o handebol é muito parecido com o futebol, porém é jogado com as mãos e, por isso, recebe este nome em inglês (handball): hand = mão e ball = bola. É um esporte bastante dinâmico, divertido para quem joga e interessante para quem assiste devido, principalmente, à velocidade das jogadas, ao contato físico e às ações dos goleiros (Clanton e Dwight, 1997).

Atualmente o handebol pode ser praticado como handebol de quadra, handebol de areia, mini-handebol, handebol para terceira idade, handebol em cadeiras de rodas e handebol de campo. Porém, a Federação Internacional de Handebol (International Handball Federation – ihf) reconhece oficialmente apenas o handebol de quadra (indoor handball ou team handball) e o handebol de areia (beach handball), realizando atividades voltadas para a prática e o desenvolvimento dessas duas modalidades. Neste livro, abordaremos exclusivamente o handebol de quadra, utilizando o termo handebol para se referir à modalidade.

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2. Elementos táticos

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

elemen t o s tát ico s

O objetivo maior das equipes que disputam uma partida de handebol é

terminar o jogo em vantagem no placar, convertendo mais gols que a adversária e, portanto, também devem evitar que os jogadores adversários convertam gols. As tentativas de converter o gol significam atacar, e as tentativas de evitá-lo, defender. De acordo com Stein e Federhoff (1995), ataque

é toda atitude assumida por uma equipe que está com a posse da bola, sendo seus jogadores denominados atacantes. Já defesa é toda atitude assumida por uma equipe sem a posse da bola, sendo seus jogadores denominados defensores. A alternância entre ataque e defesa, as relações estabelecidas entre as equipes que se confrontam e a ação individual dos jogadores são as variáveis que definem o comportamento tático do jogo de handebol.

Conceito de tática

Segundo Greco (2000), tática é uma capacidade senso-cognitiva que se baseia em processos psicofisiológicos, ou seja, captação e transmissão das informações providas pelo meio, interpretação destas, elaboração de respostas tendo como base conhecimentos pré-adquiridos e execução da resposta mais adequada encontrada. A tática também indica aos jogadores as formas de organização, preparação e finalização das ações de ataque e defesa (Antón, 1998).

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3. Elementos técnicos

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

elemen t o s t é cnico s

motora de uma necessidade encontrada durante uma determinada situação na partida. Existe uma técnica correta e uma técnica eficaz. Com os treinamentos, buscamos desenvolver nos jogadores, dentro do modo individual de execução, a técnica mais próxima do modo biomecanicamente correto mantendo, porém, a eficácia do objetivo do gesto motor executado.

A técnica é a execução

Conceito de técnica

De acordo com Greco e Benda (1998), a técnica é a interpretação, no tempo, espaço e situação, do meio instrumental operativo inerente à concretização da resposta para a solução de tarefas ou problemas motores.

Consiste, portanto, na melhor execução de um determinado gesto motor, com a máxima economia de energia possível.

Segundo Bayer (1986), a técnica representa todo um repertório de gestos, desenvolvidos individualmente, de acordo com a especificidade da ação no jogo, sendo este fruto da história e da evolução de cada jogo esportivo coletivo e baseado na experiência acumulada e continuamente enriquecida pelas gerações precedentes de desportistas.

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