Artmed (11)
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Capítulo 1. Tornando o treinamento mais funcional

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

Tornando o treinamento mais funcional

Treinamento funcional é, essencialmente, treinar com um propósito. Quando usamos a palavra função, estamos dizendo que algo tem um propósito. Assim, quando aplicamos o termo ao treinamento para esportes, estamos falando sobre treinamento intencional para os esportes. A ideia de treinamento funcional ou exercício funcional, na verdade, originou-se no mundo da medicina esportiva. Como é sempre o caso, as ideias e exercícios usados na reabilitação encontraram seu caminho a partir da clínica de fisioterapia e sala de treinamento atlético para a sala de pesos. A ideia mais básica era que os exercícios usados para fazer um atleta retornar sem lesão também poderiam ser os melhores exercícios para manter e melhorar a saúde.

Desde que o conceito de treinamento funcional foi primeiro aplicado aos esportes, tem sido mal interpretado e erroneamente interpretado por muitos atletas e treinadores. Expressões como específico do esporte (que implica que determinados movimentos e padrões de movimentos são específicos para esportes individuais) foram usadas para descrever alguns conceitos de treinamento funcional. Mas o treinamento específico do esporte ocorre com o atleta no tatame, campo ou quadra, ao passo que, na força e no condicionamento, trabalhamos para tornar o atleta mais forte e para melhorar o condicionamento específico. Na verdade, o treinamento funcional pode ser mais bem representado pelo termo treinamento geral esportivo do que pelo termo treinamento específico do esporte.

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Capítulo 8. Treinamento para região superior do corpo

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CAPÍTULO

8

Treinamento para a região superior do corpo

Muitos livros e artigos detalham como realizar exercícios de força para os membros superiores. Infelizmente, apesar de todos os avisos, os atletas ainda colocam excessiva ênfase no desenvolvimento dos “músculos superficiais” que aparecem no espelho, como o tórax e braços que contribuem para a criação de uma aparência muscular. Este capítulo reforça a necessidade de um equilíbrio entre empurrar e puxar e enfatiza o uso de barras, remadas e variações para prevenir as lesões no ombro.

O exercício funcional para membros superiores pode ser primariamente dividido entre empurrar e puxar. Outros movimentos que envolvem apenas uma articulação podem não ser verdadeiramente funcionais por trabalharem os músculos apenas de forma isolada. Embora os movimentos de uma articulação possam ser necessários em exercícios corretivos ou de estabilização, a chave para o treinamento funcional da região superior do corpo é o equilíbrio entre empurrar e puxar.

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Medium 9788582714485

Capítulo 11. Programas para melhorar o desempenho

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CAPÍTULO

11

Programas para melhorar o desempenho

A programação específica para o esporte é um dos maiores equívocos no atletismo atualmente. A noção de que cada esporte precisa de seu próprio programa individual

é basicamente falha. A maioria dos esportes coletivos, e mesmo muitos esportes individuais, tem necessidades gerais similares. Todos se baseiam na velocidade e potência, com a força agindo como base subjacente. O desenvolvimento de velocidade, força e potência não varia e não deve mesmo variar muito de esporte para esporte.

A maioria dos melhores técnicos de força e condicionamento no país usa programas bastante similares para treinar atletas em uma ampla variedade de esportes. Raras vezes, os técnicos encontram atletas muito fortes, muito rápidos ou muito eficientes em movimentos laterais. Pense sobre isso deste modo: um jogador de beisebol rápido é, em qualquer aspecto, diferente de um jogador rápido de futebol ou futebol americano? Enquanto técnico, você desenvolveria velocidade para o beisebol de uma forma diferente da qual desenvolveria para um jogador de futebol ou de futebol americano?

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Medium 9788582714485

Capítulo 10. Levantamento de peso olímpico

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CAPÍTULO

10

Levantamento de peso olímpico

Os atletas e treinadores estão sempre procurando os melhores e mais seguros métodos para desenvolver potência. Um maior nível de potência traduz-se em um atleta mais rápido, mais explosivo. A evidência continua sustentando que levantamentos de potência, como os levantamentos olímpicos e suas variações, podem ser os melhores métodos para melhorar rapidamente a potência.

O aspecto negativo é que o levantamento olímpico requer muito tempo de aprendizagem e constante supervisão. Diversos treinadores adicionaram o levantamento olímpico aos seus programas por causa da evidência significativa de seus benefícios; infelizmente, alguns desses mesmos treinadores não conseguem ou não querem ensinar aos seus atletas a técnica apropriada. Mais recentemente, alguns treinadores começaram a usar levantamentos olímpicos como se fosse trabalho de hipertrofia ou aeróbico utilizando-se de altos volumes de repetições e não para melhora de potência. Estamos em um período de grande popularidade e exposição do levantamento olímpico, mas muitas vezes o que vemos é semelhante a observar alguém tentando martelar um prego com uma chave de fenda.

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Capítulo 7. Treinamento do core

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CAPÍTULO

7

Treinamento do core

Um dos objetivos deste livro é fornecer ideias que você possa imediatamente colocar em prática. A informação neste capítulo pode ser usada para melhorar a saúde e a função do core de um atleta e será, de particular interesse, para treinadores e atletas de esportes que envolvam movimentos de rebatida, como beisebol, golfe, tênis, hóquei de campo e gelo e críquete.

Os exercícios do core aqui apresentados são projetados para desenvolver um tronco mais estável durante os gestos de rebater ou arremessar um objeto. Além disso, os programas do core ajudam qualquer atleta que sofre de dores lombares. Os exercícios com a medicine ball melhoram a força e a coordenação de todos os grupos musculares usados em habilidades de rebatida e arremesso. O treinamento do core é necessário para desenvolver a potência para rebater mais longe uma bola de beisebol ou golfe ou um disco de hóquei ou uma bola de tênis com mais força e rapidez. Além disso, trabalhar os músculos do core pode ser um elemento-chave para uma carreira esportiva mais longa e saudável.

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Editora Manole (559)
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Medium 9788520439623

Exercícios lombares

STRIANO, Philip Editora Manole PDF Criptografado

112 • Coluna saudável – Anatomia ilustrada

EXERCÍCIOS LOMBARES

Coluna_04-diagramado.indd 112

23/10/14 11:47 AM

EXERCÍCIOS LOMBARES • 113

A

dor lombar, ou lombalgia, é uma das queixas mais

 comuns que a grande maioria dos adultos relata em algum período de suas vidas. Para muitos daqueles que suportam a lombalgia – e até mesmo para os poucos que não a experimentam – investir em um programa de exercícios para uma coluna saudável pode aumentar a força e melhorar a flexibilidade, o que pode ajudar a prevenir lesões futuras.

O estilo de vida sedentário é um inimigo da coluna saudável – sem qualquer exercício, por mais simples que seja, os músculos lombares podem facilmente enfraquecer. Músculos fracos na coluna não somente a predispõe à lesão, mas também tornam mais difícil a recuperação.

Um plano de exercícios que trabalham cuidadosamente a região lombar melhorará o condicionamento físico e, além disso, o ajudará a se movimentar de modo mais eficiente e a ter consciência corporal – fatores fundamentais para a prevenção de lesões lombares.

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Medium 9788520433447

19. Doença isquêmica do coração

RASO, Vagner; GREVE; Julia Maria D'Andrea; POLITO, Marcos Doederlein Editora Manole PDF Criptografado

Doença isquêmica do coração

capítulo

Raquel Rodrigues Britto

Danielle Aparecida Gomes Pereira

Tipo de exercício

Aeróbico

Pesos

Flexibilidade

Aquático

Evidência

I

4,28

11

74

II1

39

52,56,57

12

II2

II3

III

2

Alta

2,28

12

74

Moderada

4,39

11,52,56,57

Baixa

A

2,28

12

74

B

39

C

4

11,52,56,57

D

I

Certeza

Recomendação

INTRODUÇÃO

A doença isquêmica do coração (DIC) é resultante do desequilíbrio entre demanda miocárdica e capacidade de suprimento sanguíneo1. Em razão dos avanços no diagnóstico e tratamento, observa-se aumento do número de indivíduos que sobrevivem aos eventos agudos. A reabilitação cardíaca tem como objetivo contribuir para a rápida recuperação e facilitar o retorno às atividades habituais. O treinamento físico é considerado a principal intervenção no processo de

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Medium 9788520430941

AGACHAMENTO COM BARRA NA FRENTE

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

66

TREINAMENTO DE FORÇA

AGACHAMENTO COM BARRA NA FRENTE

Nesse exercício-chave multiarticular você posiciona o peso sobre a parte da frente de seus ombros. Isso requer uma postura corporal mais ereta do que no agachamento com barra e fortalece mais os quadris e o core.

MÚSCULOSALVO

▪ Quadríceps femoral

▪ Glúteos

▪ Músculos do jarrete

Segure a barra sobre as clavículas e os deltoides

Deltoide

• Parte clavicular

• Parte acromial

• Parte espinal

Peitorais

• Peitoral maior

• Peitoral menor

Direcione os cotovelos para frente

Serrátil anterior

Flexione os joelhos, alinhados com

Mantenha o corpo os pés voltados relativamente ereto para fora

Glúteos

Olhe para frente

Quadríceps femoral

• Reto femoral

• Vasto lateral

• Vasto intermédio

• Vasto medial

Músculos do jarrete

• Semimembranáceo

• Semitendíneo

• Bíceps femoral

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Medium 9788520446867

Levantamento-terra com barra, pernas estendidas

RAMSAY, Craig Editora Manole PDF Criptografado

148 • MUSCULAÇÃO – ANATOMIA ILUSTRADA

PERNAS

LEVANTAMENTO-TERRA COM

BARRA, PERNAS ESTENDIDAS

1. Fique em pé, com os pés afastados e paralelos aos ombros, com a barra no solo, posicionada à sua frente. Mantenha o dorso o mais reto possível, incline-se para a frente e segure a barra com pegada pronada, as palmas das mãos voltadas para baixo.

ALVO

• Posteriores da coxa

• Músculos glúteos

• Parte inferior do dorso

PROCURE

3. Continue levantando até chegar

à posição em pé.

4. Abaixe o peso de volta à posição inicial, sempre mantendo a barra junto

à parte frontal do corpo.

2. Com os joelhos estendidos ou apenas ligeiramente flexionados e as pernas em posição vertical, o quadril para trás e as costas retas, use o quadril para erguer a barra.

DICAS DO TREINADOR

• Inspire ao abaixar a barra e expire ao erguê-la de volta à posição inicial.

• Se você sentir dificuldade para segurar a barra, use munhequeiras que servirão para fixá-la e permitirão que você levante mais peso.

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Medium 9788520430941

ENTENDENDO SEUS OBJETIVOS

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

16

TrEinAMEnTo DE ForÇA

EnTEnDEnDo SEUS OBJETIVOS

Algumas pessoas adquiriram este livro porque desejam obter maior potência e força física, talvez para aumentar a autoconfiança, facilitar as tarefas cotidianas, prevenir lesões ou melhorar a postura. Pode ser que você não esteja satisfeito com sua aparência e deseje um corpo com músculos mais definidos – uma noção enganosa de parecer mais “forte”. sua meta, inicialmente, pode ser melhorar o desempenho em um esporte específico, ou talvez você esteja fascinado pelos desafios dos esportes de força – o halterofilismo e o levantamento básico.

O progresso em busca desses objetivos pode ser facilitado – em maior ou menor grau – pelo treinamento de força. Mas há outros benefícios também, intencionais ou não. Esse tipo de treinamento ajuda a aumentar a densidade óssea e a neutralizar efeitos deletérios como os da osteoporose; aumenta o metabolismo basal (quantidade de energia que o corpo utiliza em repouso) e, com isso, ajuda a manter o peso sob controle; e aumenta a massa muscular, contrapondose assim à perda muscular que começa após os trinta anos de idade.

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Grupo A (344)
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Medium 9788573078688

Capítulo 2. Descubra seu Tipo Corporal

Arnold Schwarzenegger Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

2

Descubra seu

Tipo Corporal

Q

ualquer pessoa que tenha despendido tempo na praia, na piscina ou no vestiário da academia pode confirmar o fato de que os seres humanos nascem com uma variedade de características físicas diferentes. Alguns são mais altos ou mais baixos, mais claros ou mais escuros, com os ombros mais largos ou mais estreitos, as pernas mais compridas ou mais curtas; possuem níveis naturais de resistência mais elevados ou mais baixos, diferentes tipos de células musculares, mais ou menos massa muscular e células de gordura.

Um método popular de categorizar os vários tipos corporais reconhece três tipos físicos fundamentalmente diferentes, chamados somatotipos:

O ectomorfo: caracterizado por um tronco curto, braços e pernas compridos, pés e mãos compridos e estreitos e muito pouca reserva de gordura; estreiteza no peito e nos ombros, com músculos geralmente longos e finos.

O mesomorfo: peito largo, tronco longo, estrutura muscular sólida e grande força.

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Medium 9788582713471

Capítulo 14. Autoconfiança

Robert S. Weinberg; Daniel Gould Grupo A PDF Criptografado

14

Autoconfiança

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

7.

Definir e entender os benefícios da autoconfiança

Discutir as fontes de confiança no esporte

Entender como as expectativas afetam o desempenho e o comportamento

Explicar a teoria da autoeficácia

Explicar como avaliaria a autoconfiança

Explicar os vários aspectos da eficácia do técnico

Descrever estratégias de desenvolvimento da autoconfiança

Nas entrevistas após as competições, atletas

e técnicos inevitavelmente comentam o papel crítico da autoconfiança (ou de sua falta) para o seu sucesso (ou fracasso) mental. Trevor Hoffman, por exemplo, um dos maiores arremessadores das principais ligas de basebol dos Estados Unidos, declarou: “Confiança é tudo; se você começar a duvidar de si mesmo, com certeza cometerá muito mais erros”. Ou, como observou Tiger

Woods: “A coisa mais importante é acreditar que você pode vencer cada torneio. Muitos caras não têm isso.

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Medium 9788536305271

Supino

Lima, Cláudia Silveira Grupo A PDF Criptografado

26

supino

Principais articulações envolvidas

Ombro

Cintura escapular

Cotovelo

Análise cinesiológica

COTOVELO

CINTURA ESCAPULAR

OMBRO

Flexores horizontais

Extensores

Abdutores

Peitoral maior – parte clavicular

Coracobraquial

Serrátil anterior

Tríceps braquial

Ancôneo

Peitoral maior – parte esternocostal

Deltóide – parte clavicular

Peitoral menor

Extensor radial curto do carpo

Extensor radial longo do carpo

Bíceps braquial – cabeça curta

Subescapular

Extensor ulnar do carpo

Extensor dos dedos

Extensor do dedo mínimo

Variações

O exercício supino pode ser realizado com variações na inclinação do banco – que interferem na ativação das diferentes partes do peitoral maior (Glass e Armstrong, 1997; Barnett, Kippers e Turner, 1995; Stephen e Armstrong, 1997) – e nas formas de empunhadura – que interferem na contribuição do tríceps braquial para a execução do exercício.

Obs.: A inclinação do banco utilizada para coleta do sinal EMG, tanto na posição inclinada como na declinada, foi de 30o.

Inclinação do banco

Reto

Inclinado

Declinado

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Medium 9788580551808

Capítulo 13 - Desenvolvimento físico da criança

David Gallahue; John C. Ozmun; Jacqueline D. Goodway Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O 13

Desenvolvimento Físico da Criança

PALAVRAS-CHAVE

Aptidão física

Aptidão física relacionada à saúde

Resistência aeróbia

Consumo máximo de oxigênio (VO2 máx)

Acelerômetro

Força muscular

Isométrico

Isotônico

Isocinético

Dinamômetro

Resistência muscular

Flexibilidade articular

Flexibilidade estática

Flexibilidade dinâmica

Composição corporal

Medidores de dobras cutâneas

Hormônios anabólicos

Hormônios catabólicos

Testosterona

Adaptação neuromuscular

Placas de crescimento

Aptidão motora

Coordenação

Equilíbrio

Velocidade

Agilidade

Potência

COMPETÊNCIAS ADQUIRIDAS NESTE CAPÍTULO

Ao finalizar este capítulo, você será capaz de:

• Demonstrar conhecimento dos dados disponíveis sobre os escores de desempenho e mudanças nos padrões motores durante a infância

• Descrever as diferenças e semelhanças no desenvolvimento motor entre os sexos

• Discutir mudanças nas dimensões dos movimentos, como equilíbrio, regulação de tempo ou produção/controle de força

• Demonstrar conhecimento das principais mudanças na composição corporal e no funcionamento fisiológico em homens e mulheres

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Medium 9788536327136

17. Pesquisa Epidemiológica em Atividade Física

Thomas, Jerry R. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 17

PESQUISA EPIDEMIOLÓGICA EM

ATIVIDADE FÍSICA

Barbara E. Ainsworth

Charles E. Matthews

Um dia, quando estiverem deitados em uma cama de hospital, morrendo de uma doença qualquer, os obcecados pela saúde vão se sentir estúpidos.

Redd Foxx

A

emergência da doença cardíaca epidêmica, em meados do século XX, alimentou muitos estudos epidemiológicos observacionais de larga escala, que se destinavam a identificar seus fatores determinantes para que medidas preventivas pudessem ser tomadas, a fim de melhorar a saúde pública. Muitos estudos observacionais iniciaram entre o final da década de 1940 e o começo dos anos

1960. Vários deles mostraram-se particularmente importantes para o desenvolvimento do campo da epidemiologia do exercício físico, pois foram os primeiros a desenvolver métodos de medida da atividade física e realizar estudos sistemáticos da ligação entre esta e doenças que ameaçam a vida.

Esses estudos, para citar apenas alguns (e pessoas importantes a eles associadas), incluíam Framingham Heart Study, London Busmen/British Civil Servants (Jeremy Morris), Tecumseh Health Study

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Manole (3)
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Medium 9788520432822

3. Elementos técnicos

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

elemen t o s t é cnico s

motora de uma necessidade encontrada durante uma determinada situação na partida. Existe uma técnica correta e uma técnica eficaz. Com os treinamentos, buscamos desenvolver nos jogadores, dentro do modo individual de execução, a técnica mais próxima do modo biomecanicamente correto mantendo, porém, a eficácia do objetivo do gesto motor executado.

A técnica é a execução

Conceito de técnica

De acordo com Greco e Benda (1998), a técnica é a interpretação, no tempo, espaço e situação, do meio instrumental operativo inerente à concretização da resposta para a solução de tarefas ou problemas motores.

Consiste, portanto, na melhor execução de um determinado gesto motor, com a máxima economia de energia possível.

Segundo Bayer (1986), a técnica representa todo um repertório de gestos, desenvolvidos individualmente, de acordo com a especificidade da ação no jogo, sendo este fruto da história e da evolução de cada jogo esportivo coletivo e baseado na experiência acumulada e continuamente enriquecida pelas gerações precedentes de desportistas.

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Medium 9788520432822

2. Elementos táticos

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

elemen t o s tát ico s

O objetivo maior das equipes que disputam uma partida de handebol é

terminar o jogo em vantagem no placar, convertendo mais gols que a adversária e, portanto, também devem evitar que os jogadores adversários convertam gols. As tentativas de converter o gol significam atacar, e as tentativas de evitá-lo, defender. De acordo com Stein e Federhoff (1995), ataque

é toda atitude assumida por uma equipe que está com a posse da bola, sendo seus jogadores denominados atacantes. Já defesa é toda atitude assumida por uma equipe sem a posse da bola, sendo seus jogadores denominados defensores. A alternância entre ataque e defesa, as relações estabelecidas entre as equipes que se confrontam e a ação individual dos jogadores são as variáveis que definem o comportamento tático do jogo de handebol.

Conceito de tática

Segundo Greco (2000), tática é uma capacidade senso-cognitiva que se baseia em processos psicofisiológicos, ou seja, captação e transmissão das informações providas pelo meio, interpretação destas, elaboração de respostas tendo como base conhecimentos pré-adquiridos e execução da resposta mais adequada encontrada. A tática também indica aos jogadores as formas de organização, preparação e finalização das ações de ataque e defesa (Antón, 1998).

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1. Introdução ao handebol

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

I n t r od u ç ã o ao handebol

coletivo com bola, jogado com as mãos, cujo objetivo é marcar mais gols que o adversário numa baliza de 3 × 2 metros defendida por um goleiro. De acordo com Teixeira (2003), o handebol é muito parecido com o futebol, porém é jogado com as mãos e, por isso, recebe este nome em inglês (handball): hand = mão e ball = bola. É um esporte bastante dinâmico, divertido para quem joga e interessante para quem assiste devido, principalmente, à velocidade das jogadas, ao contato físico e às ações dos goleiros (Clanton e Dwight, 1997).

Atualmente o handebol pode ser praticado como handebol de quadra, handebol de areia, mini-handebol, handebol para terceira idade, handebol em cadeiras de rodas e handebol de campo. Porém, a Federação Internacional de Handebol (International Handball Federation – ihf) reconhece oficialmente apenas o handebol de quadra (indoor handball ou team handball) e o handebol de areia (beach handball), realizando atividades voltadas para a prática e o desenvolvimento dessas duas modalidades. Neste livro, abordaremos exclusivamente o handebol de quadra, utilizando o termo handebol para se referir à modalidade.

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