Artmed (11)
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Medium 9788582714485

Capítulo 2. Análise das demandas do esporte

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CAPÍTULO

2

Análise das demandas do esporte

Antes de iniciar a montagem de um programa de treinamento funcional efetivo, você deve primeiro analisar e entender as demandas do esporte. Pense no esporte. Veja um quadro em sua mente. Que tipo de esporte é esse?

A maioria dos esportes classifica-se como de resistência ou de velocidade e força. Quase todos os esportes coletivos são modalidades de velocidade e força. Esportes individuais, como ginástica e patinação artística, também se baseiam principalmente em velocidade e força. Esportes com raquetes, incluindo tênis, são esportes de velocidade e força.

Agora, pergunte a si mesmo quem são os jogadores ou atletas dominantes no esporte? São os atletas com a melhor resistência e melhor flexibilidade? Com frequência, a maioria não é um nem o outro. Em geral, os melhores jogadores ou atletas de elite são os que se movem com melhor eficiência e explosão. Velocidade e agilidade são as qualidades mais estimadas em quase todos os esportes intermitentes de potência.

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Capítulo 11. Programas para melhorar o desempenho

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CAPÍTULO

11

Programas para melhorar o desempenho

A programação específica para o esporte é um dos maiores equívocos no atletismo atualmente. A noção de que cada esporte precisa de seu próprio programa individual

é basicamente falha. A maioria dos esportes coletivos, e mesmo muitos esportes individuais, tem necessidades gerais similares. Todos se baseiam na velocidade e potência, com a força agindo como base subjacente. O desenvolvimento de velocidade, força e potência não varia e não deve mesmo variar muito de esporte para esporte.

A maioria dos melhores técnicos de força e condicionamento no país usa programas bastante similares para treinar atletas em uma ampla variedade de esportes. Raras vezes, os técnicos encontram atletas muito fortes, muito rápidos ou muito eficientes em movimentos laterais. Pense sobre isso deste modo: um jogador de beisebol rápido é, em qualquer aspecto, diferente de um jogador rápido de futebol ou futebol americano? Enquanto técnico, você desenvolveria velocidade para o beisebol de uma forma diferente da qual desenvolveria para um jogador de futebol ou de futebol americano?

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Capítulo 5. Foam rolling, alongamento e aquecimento dinâmico

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CAPÍTULO

5

Foam rolling, alongamento e aquecimento dinâmico

Sobre a prescrição de atividades e aparatos pré e pós-treinamento, você pode ter certeza de uma coisa: continuará mudando e melhorando à medida que mais pontos de vista funcionais permeiam o treinamento esportivo. Os velhos dias de trabalhar uma série dos mesmos alongamentos estáticos para todo o esporte, só porque deve ser assim, não se aplicam mais.

FOAM ROLLING

Um grau de ceticismo é justificado quando se trata de novos equipamentos e dispositivos. Para cada inovação útil, três ou quatro outras são lixo e não merecem sequer um minuto de exposição nos infomerciais (comerciais informativos) televisivos. No entanto, também precisamos ser receptivos a invenções e soluções criativas, mesmo que inicialmente pareçam estranhas.

Quando a primeira edição de Treinamento Funcional para os Esportes foi publicada em 2004, não tínhamos ainda sequer começado a usar um rolo de espuma (foam roller) em nossa sequência pré-séries. Na verdade, há 10 anos os treinadores de força e condicionamento, os preparadores físicos e fisioterapeutas teriam olhado de modo zombeteiro para um pedaço cilíndrico de espuma de 90 cm de comprimento e perguntado: O que eu devo fazer com isso?

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Capítulo 3. Avaliação da força funcional

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CAPÍTULO

3

Avaliação da força funcional

Conforme afirmado no Capítulo 1, o treinamento funcional é o treinamento que faz sentido. Após analisar as demandas do esporte, a próxima etapa é avaliar seus atletas.

Os testes neste capítulo permitem que você realize uma boa avaliação.

É bastante raro encontrar um atleta que tenha força, potência ou velocidade excessivas para seu esporte. Raras vezes você ouve um comentarista de televisão dizer “Minha nossa, ele era tão rápido que correu direto para aquela bola”. Pense no treinamento de força como um pré-requisito para a velocidade e potência. É importante desenvolver força funcional, a força que um atleta pode usar.

A mensuração objetiva de força funcional pode ser humilhante até para os melhores atletas. Para avaliar a força funcional, os atletas devem se mover contra uma resistência de uma maneira que provavelmente ocorrerrá no esporte ou na vida. Portanto, faz sentido que o próprio peso corporal seja a forma mais comum de resistência a ser empregado

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Medium 9788582714485

Capítulo 8. Treinamento para região superior do corpo

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CAPÍTULO

8

Treinamento para a região superior do corpo

Muitos livros e artigos detalham como realizar exercícios de força para os membros superiores. Infelizmente, apesar de todos os avisos, os atletas ainda colocam excessiva ênfase no desenvolvimento dos “músculos superficiais” que aparecem no espelho, como o tórax e braços que contribuem para a criação de uma aparência muscular. Este capítulo reforça a necessidade de um equilíbrio entre empurrar e puxar e enfatiza o uso de barras, remadas e variações para prevenir as lesões no ombro.

O exercício funcional para membros superiores pode ser primariamente dividido entre empurrar e puxar. Outros movimentos que envolvem apenas uma articulação podem não ser verdadeiramente funcionais por trabalharem os músculos apenas de forma isolada. Embora os movimentos de uma articulação possam ser necessários em exercícios corretivos ou de estabilização, a chave para o treinamento funcional da região superior do corpo é o equilíbrio entre empurrar e puxar.

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Editora Manole (559)
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Medium 9788520430941

ALONGAMENTO DO TIT – 1

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

ALONGAMENTOS

ALONGAMENTO

DO LATÍSSIMO

209

ALONGAMENTO DO TIT  1

Trabalhando especificamente os latíssimos do dorso, esse exercício é útil para halterofilistas, remadores e atletas de campo.

Sinta o alongamento dos latíssimos

Empurre os quadris para trás

Mantenha os joelhos ligeiramente flexionados

O trato iliotibial (TIT) é uma faixa de tecido conectivo que se estende para baixo pela superfície lateral da coxa.

Corredores, praticantes de pedestrianismo, ginastas e dançarinos devem executar esse alongamento regularmente para ajudar a prevenir inflamações na área acima do joelho – uma causa comum de dor.

Você deve sentir tensão na face lateral do membro inferior recuado

Cruze um membro inferior pela frente do outro

Posicione-se de frente para um suporte forte o bastante para aguentar o seu peso. Segure-se nele com as duas mãos e se incline para trás, flexionando os joelhos.

Empurre com os membros inferiores e puxe com os superiores.

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Medium 9788520439180

15. Exercício físico em doenças reumatológicas pediátricas

LANCHA JR., Antonio Herbert; LANCHA, Luciana Oquendo Pereira Editora Manole PDF Criptografado

15

E� xercício físico em doenças reumatológicas pediátricas

Ana Lucia de Sá Pinto

Thalita Blasques Dassouki

INTRODUÇÃO

Nas últimas décadas, crianças e adolescentes têm se tornado cada vez mais sedentários e, concomitantemente, tem-se observado um aumento substancial na incidência de doenças crônicas pediátricas, tais como a obesidade juvenil, a hipertensão arterial e o diabetes do tipo 21.

As crianças com doenças reumáticas apresentam diversas manifestações clínicas, fadiga, dor crônica, rigidez, sinovite e deformidades articulares, que, por si só, já predispõem ao estilo de vida sedentário2,3.

Dessa forma, configura-se um perigoso ciclo vicioso, no qual os sintomas apresentados pelos pacientes levam à inatividade física que, por sua vez, agrava o quadro clínico.

258

Avaliação e prescrição de exercícios físicos: normas e diretrizes

Artrite idiopática juvenil

A artrite idiopática juvenil (AIJ) é uma doença rara, e sua etiologia ainda permanece desconhecida. Nos países desenvolvido, a incidência varia de 2-20 casos por 100 mil, e a prevalência está entre 16-150 mil. É caracterizada por artrite crônica em uma ou mais articulações, com início antes dos 16 anos de idade, e é a principal causa de poliartrite crônica na faixa etária pediátrica.

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Medium 9788520430941

SUBIDA NO BANCO COM BARRA

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

76

TREINAMENTO DE FORÇA

SUBIDA NO BANCO COM BARRA

MÚSCULOSALVO

▪ Quadríceps femoral

▪ Músculos do jarrete

▪ Glúteos

▪ Gastrocnêmio

▪ Sóleo

Deltoide

• Parte clavicular

• Parte acromial

• Parte espinal

Serrátil anterior

Bíceps braquial

Peitorais

VARIAÇÃO

• Peitoral maior

• Peitoral menor

Oblíquo externo do abdome

Reto do abdome

Quadríceps femoral

• Reto femoral

• Vasto lateral

• Vasto intermédio

• Vasto medial

Músculos do jarrete

Glúteos

• Glúteo máximo

• Glúteo médio

• Glúteo mínimo

Esse excelente exercício trabalha os principais músculos dos membros inferiores – quadríceps femoral, músculos do jarrete e glúteos.

Os músculos da sura (panturrilha) são auxiliares, e os do core impedem que o corpo incline para frente ou sofra torção. O exercício ajuda a desenvolver e também aumentar a capacidade do coração e dos pulmões. Os iniciantes devem começar com o peso do corpo, até que estejam familiarizados com o movimento.

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Medium 9788520433089

4. Fundamentos para uma sessão em solo

ISACOWITZ, Rael; CLIPPINGER, Karen Editora Manole PDF Criptografado

FUNDAMENTOS PARA UMA

SESSÃO EM SOLO

P Í T UL

4

O

C

A

E

ste capítulo centra-se nos exercícios que podem ser realizados no início da sessão em solo. Esses exercícios enfatizam a powerhouse, discutida no Capítulo 2, e servem como um aquecimento específico para ajudar a prepará-lo para os exercícios de pilates mais difíceis que se seguem. Eles também oferecem uma oportunidade para internalizar o seu foco mental, deixar sair os estresses da vida cotidiana e desenvolver uma calma interior.

Embora pareçam simples, não desvalorize esses exercícios fundamentais. De acordo com os princípios fisiológicos do aquecimento, esses exercícios são menos complexos e menos desafiadores em termos de equilíbrio do que muitos exercícios de solo clássicos que aparecem mais tarde.

Além disso, esses exercícios fundamentais podem ser feitos de forma mais lenta e as dificuldades podem ser facilmente ajustadas, começando com uma menor amplitude de movimento e progredindo para uma amplitude maior. Assim, esses exercícios proporcionam uma oportunidade perfeita para se concentrar nos elementos mais internos e detalhados da execução do exercício – elementos que distinguem o método pilates dos muitos outros sistemas de exercício.

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Medium 9788520431467

Direções anatômicas

MASSEY, Paul  Editora Manole PDF Criptografado

Direções anatômicas

Abdução

Adução

Anterior

Caudal

Circundução

Contralateral

Decúbito dorsal

(posição supina)

Decúbito ventral

(posição prona)

Depressão

Distal

Dorsal

Elevação

Eversão

Extensão

.

Flexão

Movimento para longe da linha mediana (ou retorno da adução).

Movimento em direção à linha mediana (ou retorno da abdução).

Em direção à frente do corpo (o oposto de posterior).

Em direção ao cóccix; inferior.

Movimento no qual a extremidade distal de um osso se move em círculo, enquanto a extremidade proximal permanece estável.

No lado oposto.

Posição do corpo na qual a superfície ventral está virada para cima (o oposto de decúbito ventral).

Posição do corpo na qual a superfície ventral está virada para baixo (o oposto de decúbito dorsal).

Movimento de uma parte elevada do corpo para baixo, de volta à sua posição original.

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Grupo A (276)
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Medium 9788582712016

Capítulo 16. Tecnologia na biomecânica

Peter M. McGinnis Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 16

Tecnologia na biomecânica

Objetivos

Ao terminar de ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

© Sacramento Bee/Jay Mather/ZUMA Press

Definir análise biomecânica quantitativa

Discutir como a forma de medir tais variáveis pode influenciá-las

Discutir sobre a instrumentação usada para medir as variáveis cinemáticas na biomecânica

Discutir sobre a instrumentação usada para medir as variáveis cinéticas na biomecânica

Um praticante de golfe realiza uma parte do movimento da batida de uma bola. Mas ele parece diferente: não está usando roupas de golfe normais. Pontos luminosos estão fixados em seu taco e em várias partes de seu corpo. Uma pequena caixa está presa em suas costas, e cabos saem dela e dos seus sapatos. Mais fios estão presos a dispositivos em suas pernas. O golfista está sobre algum tipo de plataforma. Luzes o iluminam. Ele não está jogando em um campo de golfe, mas em um laboratório, onde uma variedade de dispositivos grava seus movimentos, ações musculares e forças de reação sob seus pés. Que tipo de laboratório é esse? Quais tipos de dispositivos são usados para medir as variáveis biomecânicas discutidas neste livro? Nos três capítulos anteriores, aprendemos sobre análises biomecânicas qualitativas. Este capítulo trata da tecnologia usada nas análises biomecânicas quantitativas.

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Medium 9788573078688

Capítulo 3. A Experiência de Treinamento

Arnold Schwarzenegger Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

3

A Experiência de Treinamento

T

odo fisiculturista fica imensamente satisfeito de olhar-se no espelho, fazer algumas poses e ver seus músculos desenvolvidos salientando-se por todo o corpo. Ou utilizar uma fita métrica para calcular exatamente quantos milímetros ele ganhou em cada parte do corpo. Mas, para mim, a própria experiência de treinamento era sempre muito recompensadora e prazerosa. As horas que eu despendia na academia eram o ponto alto do meu dia. Gostava da sensação de estar treinando, de ficar bombeado durante o treinamento e da sensação relaxada de quase exaustão que vem depois. Eu não apenas adorava ser um fisiculturista: realmente me entusiasmava praticando fisiculturismo.

Treinar com esse tipo de entusiasmo é vital. Ir à academia todos os dias e sujeitar-se a sessões de treinamento que derrubariam um elefante é muito difícil a menos que você realmente ame isso. Fisiculturistas que precisam obrigar-se a ir à academia para treinar nunca alcançarão o tipo de sucesso possível para aqueles que mal podem esperar para chegar à academia e começar o treinamento com pesos. Alguns atletas precisam ser estimulados a treinar mais intensamente, e outros devem ser advertidos para não treinar demais. Na minha opinião, o atleta que precisa ser refreado chegará sempre no topo.

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Medium 9788580551808

Capítulo 10 - Crescimento e desenvolvimento na infância

David Gallahue, John C. Ozmun, Jacqueline D. Goodway Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O 10

Crescimento e Desenvolvimento na Infância

PALAVRAS-CHAVE

Mielinização

Má nutrição crônica

Atraso no crescimento

Hipertrofia

Atrofia

Endomórfico

Mesomórfico

Ectomórfico

Lesões na placa de crescimento

Mineralização óssea

Tendência secular

COMPETÊNCIAS ADQUIRIDAS NESTE CAPÍTULO

Ao finalizar este capítulo, você será capaz de:

• Descrever e interpretar a curva normal e os gráficos de velocidade e deslocamento da infância

• Discutir tendências seculares de tamanho físico e maturação biológica

• Discutir a influência do estado nutricional sobre os processos de desenvolvimento na infância

• Distinguir a má nutrição da subnutrição e discutir as causas e implicações de cada uma

• Descrever as influências relativas do exercício e das lesões sobre o processo de crescimento na infância

• Listar e descrever vários fatores associados que influenciam o processo de crescimento na infância

• Listar as características típicas do desenvolvimento cognitivo, afetivo e motor da criança com idade de 2 a 6 anos e discutir as suas implicações no programa de movimento desenvolvimental

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Medium 9788582713471

Capítulo 22. Crianças e a psicologia do esporte

Robert S. Weinberg, Daniel Gould Grupo A PDF Criptografado

22

Crianças e a psicologia do esporte

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

Discutir a importância de estudar a psicologia do atleta jovem

Explicar as principais razões que levam as crianças a praticar e a deixar de praticar esportes

Discutir a importância das relações entre pares no esporte infantojuvenil

Descrever os efeitos de estresse e burnout em atletas jovens

Identificar e explicar como aplicar práticas efetivas de treinamento de crianças

Discutir o papel da participação dos pais no esporte infantojuvenil

Cerca de 45 milhões de crianças praticam esportes

nos Estados Unidos. O que as motiva? O esporte competitivo é muito estressante para elas? Por que tantas crianças abandonam o esporte após os 12 anos de idade?

Há algo errado com a forma como elas estão sendo treinadas? Essas perguntas estão entre as mais importantes que tentaremos responder neste capítulo.

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Medium 9788536327136

22. Formas de Relatar a Pesquisa

Jerry R. Thomas, Jack K. Nelson, Stephen J. Silverman Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 22

FORMAS DE RELATAR A

PESQUISA

Ele consegue comprimir o máximo de palavras na menor ideia melhor do que qualquer homem que já conheci.

Abraham Lincoln

N

osso autor favorito, Day (1983), fornece uma introdução apropriada a este capítulo sobre formas de relatar a pesquisa, na seguinte citação:

A pesquisa científica não está completa até que os resultados tenham sido publicados. Então, um artigo científico é uma parte essencial do processo de pesquisa. Então, a redação de um artigo preciso e compreensível é tão importante quanto a própria pesquisa. Então, as palavras no artigo deveriam ser pesadas tão cuidadosamente quanto os reagentes no laboratório. Então, os cientistas devem saber como usar as palavras. Então, a educação de um cientista não está completa até que a capacidade de publicar tenha sido estabelecida (p. 158).

No Capítulo 21, tratamos do projeto de pesquisa: como escrever a introdução, a revisão da literatura, o enunciado do problema e a metodologia da dissertação ou tese. Depois, explicamos como organizar e escrever as seções dos resultados e da discussão. Coordenar de modo eficaz todas essas informações na dissertação ou tese é o tópico central deste capítulo. Apresentamos tanto o estilo organizacional de periódico, que defendemos (Thomas, Nelson e Magill, 1986), quanto o estilo tradicional de capítulos. Além disso, incluímos informações sobre a redação de artigos para periódicos científicos, preparação de resumos e apresentação de comunicações (inclusive no formato de pôsteres).

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Grupo Gen (2)
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Medium 9788527708869

7 Fatores que Afetam as Freqüências de Movimento Preferidas em Atividades Cíclicas

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 7

Fatores que Afetam as Freqüências de Movimento Preferidas em

Atividades Cíclicas

P.E. MARTIN, D.J. SANDERSON E B.R. UMBERGER

Introdução

Muitos movimentos humanos são caracterizados pela repetição contínua de um padrão fundamental de movimento (por exemplo, andar, correr, saltitar, pedalar, nadar, remar). Para atividades cíclicas, a velocidade média de progressão é definida pelo produto da distância média percorrida por ciclo de movimento

(por exemplo, comprimento do passo na corrida) e a freqüência média ou cadência em que o ciclo de movimento está sendo repetido (por exemplo, comprimento do passo na corrida ou cadência). Em movimentos humanos normais, estes fatores de velocidade, distância e cadência são usualmente determinados livremente ou auto-selecionados pelo indivíduo e são raramente fixos ou preestabelecidos. Além disso, os humanos têm uma habilidade incrível de alterar intencionalmente a velocidade, distância e cadência a fim de alcançar as demandas do ambiente.

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Medium 9788527708869

6 Fundamentos Biomecânicos do Treinamento de Força e de Potência

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 6

Fundamentos Biomecânicos do

Treinamento de Força e de Potência

M.C. SIFF

Introdução

As qualidades de força e de potência são popularmente mais associadas com esportes que requerem apresentação evidente de desempenho muscular impressionante, tais como o levantamento de peso, a luta livre e as modalidades de atletismo. Conseqüentemente, sempre que o treinamento de força foi utilizado como um método de preparação suplementar de esportes, foi aplicado na maioria das vezes nestes tipos de esporte de “força” e minimamente naqueles esportes nos quais o papel do sistema cardiovascular foi forçado à custa de quase todas as outras qualidades motoras.

Entretanto, todos os esportes, e na verdade todos os movimentos humanos, necessitam da geração de níveis apropriados de força e de potência, em uma variedade de aplicações e situações diferentes, como será discutido mais adiante. Vários fatores contribuíram para a relutância prolongada em aceitar o treinamento de força como parte relevante no preparo dos atletas internacionais para as rigorosas competições de ponta. Entre tais fatores, pode-se citar em particular a primazia conferida pelos médicos a respeito do papel do condicionamento cardiovascular em cardíacos e em pessoas sadias em geral, o forte enfoque científico nos processos metabólicos como determinantes do desempenho esportivo e a condenação exagerada do treinamento de força como causa de lesão musculoesquelética, de deficiência da flexibilidade e da diminuição da velocidade do movimento.

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Manole (3)
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Medium 9788520432822

3. Elementos técnicos

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

elemen t o s t é cnico s

motora de uma necessidade encontrada durante uma determinada situação na partida. Existe uma técnica correta e uma técnica eficaz. Com os treinamentos, buscamos desenvolver nos jogadores, dentro do modo individual de execução, a técnica mais próxima do modo biomecanicamente correto mantendo, porém, a eficácia do objetivo do gesto motor executado.

A técnica é a execução

Conceito de técnica

De acordo com Greco e Benda (1998), a técnica é a interpretação, no tempo, espaço e situação, do meio instrumental operativo inerente à concretização da resposta para a solução de tarefas ou problemas motores.

Consiste, portanto, na melhor execução de um determinado gesto motor, com a máxima economia de energia possível.

Segundo Bayer (1986), a técnica representa todo um repertório de gestos, desenvolvidos individualmente, de acordo com a especificidade da ação no jogo, sendo este fruto da história e da evolução de cada jogo esportivo coletivo e baseado na experiência acumulada e continuamente enriquecida pelas gerações precedentes de desportistas.

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2. Elementos táticos

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

elemen t o s tát ico s

O objetivo maior das equipes que disputam uma partida de handebol é

terminar o jogo em vantagem no placar, convertendo mais gols que a adversária e, portanto, também devem evitar que os jogadores adversários convertam gols. As tentativas de converter o gol significam atacar, e as tentativas de evitá-lo, defender. De acordo com Stein e Federhoff (1995), ataque

é toda atitude assumida por uma equipe que está com a posse da bola, sendo seus jogadores denominados atacantes. Já defesa é toda atitude assumida por uma equipe sem a posse da bola, sendo seus jogadores denominados defensores. A alternância entre ataque e defesa, as relações estabelecidas entre as equipes que se confrontam e a ação individual dos jogadores são as variáveis que definem o comportamento tático do jogo de handebol.

Conceito de tática

Segundo Greco (2000), tática é uma capacidade senso-cognitiva que se baseia em processos psicofisiológicos, ou seja, captação e transmissão das informações providas pelo meio, interpretação destas, elaboração de respostas tendo como base conhecimentos pré-adquiridos e execução da resposta mais adequada encontrada. A tática também indica aos jogadores as formas de organização, preparação e finalização das ações de ataque e defesa (Antón, 1998).

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1. Introdução ao handebol

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

I n t r od u ç ã o ao handebol

coletivo com bola, jogado com as mãos, cujo objetivo é marcar mais gols que o adversário numa baliza de 3 × 2 metros defendida por um goleiro. De acordo com Teixeira (2003), o handebol é muito parecido com o futebol, porém é jogado com as mãos e, por isso, recebe este nome em inglês (handball): hand = mão e ball = bola. É um esporte bastante dinâmico, divertido para quem joga e interessante para quem assiste devido, principalmente, à velocidade das jogadas, ao contato físico e às ações dos goleiros (Clanton e Dwight, 1997).

Atualmente o handebol pode ser praticado como handebol de quadra, handebol de areia, mini-handebol, handebol para terceira idade, handebol em cadeiras de rodas e handebol de campo. Porém, a Federação Internacional de Handebol (International Handball Federation – ihf) reconhece oficialmente apenas o handebol de quadra (indoor handball ou team handball) e o handebol de areia (beach handball), realizando atividades voltadas para a prática e o desenvolvimento dessas duas modalidades. Neste livro, abordaremos exclusivamente o handebol de quadra, utilizando o termo handebol para se referir à modalidade.

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