Ltc (26)
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Medium 9788521630371

21 A Lei de Coulomb

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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2

1

A Lei de Coulomb

21-1

A LEI DE COULOMB

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

21.01 Saber a diferença entre um objeto eletricamente neutro,

21.10 Saber que a lei de Coulomb se aplica apenas a partículas pon-

negativamente carregado e positivamente carregado e o que é um excesso de cargas.

21.11 Se uma partícula está sujeita a mais de uma força eletrostática,

21.02 Saber a diferença entre condutores, isolantes, semicondutores e supercondutores.

tuais e a objetos que podem ser tratados como partículas pontuais.

usar uma soma vetorial para obter a força resultante.

21.12 Saber que uma casca esférica com uma distribuição uniforme

21.03 Conhecer as propriedades elétricas das partículas que existem no interior do átomo.

21.04 Saber o que são elétrons de condução e qual é o papel que desempenham para tornar um objeto negativamente carregado ou positivamente carregado.

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Medium 9788521630371

21 A Lei de Coulomb

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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A Lei de Coulomb

21-1

A LEI DE COULOMB

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

21.01 Saber a diferença entre um objeto eletricamente neutro,

21.10 Saber que a lei de Coulomb se aplica apenas a partículas pon-

negativamente carregado e positivamente carregado e o que é um excesso de cargas.

21.11 Se uma partícula está sujeita a mais de uma força eletrostática,

21.02 Saber a diferença entre condutores, isolantes, semicondutores e supercondutores.

tuais e a objetos que podem ser tratados como partículas pontuais.

usar uma soma vetorial para obter a força resultante.

21.12 Saber que uma casca esférica com uma distribuição uniforme

21.03 Conhecer as propriedades elétricas das partículas que existem no interior do átomo.

21.04 Saber o que são elétrons de condução e qual é o papel que desempenham para tornar um objeto negativamente carregado ou positivamente carregado.

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22 Campos Elétricos

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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2

Campos Elétricos

22-1

O CAMPO ELÉTRICO

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

22.01 Saber que, em todos os pontos do espaço nas proximidades de uma partícula carregada, a partícula cria um campo elétrico

E , que é uma grandeza vetorial e, portanto, possui um módulo e uma orientação.

22.02 Saber que um campo elétrico pode ser usado para explicar por

que uma partícula carregada pode exercer uma força eletrostática

F em outra partícula carregada, mesmo que as partículas não estejam em contato.

22.03 Explicar de que modo uma pequena carga de teste positiva pode ser usada (pelo menos em princípio) para medir o campo elétrico em qualquer ponto do espaço.

22.04 Explicar o que são as linhas de campo elétrico, onde começam, onde terminam e o que significa o espaçamento das linhas.

Ideias-Chave zz Uma partícula carregada cria um campo elétrico (que é uma

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Medium 9788521630371

22 Campos Elétricos

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Campos Elétricos

22-1

O CAMPO ELÉTRICO

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

22.01 Saber que, em todos os pontos do espaço nas proximidades de uma partícula carregada, a partícula cria um campo elétrico

E , que é uma grandeza vetorial e, portanto, possui um módulo e uma orientação.

22.02 Saber que um campo elétrico pode ser usado para explicar por

que uma partícula carregada pode exercer uma força eletrostática

F em outra partícula carregada, mesmo que as partículas não estejam em contato.

22.03 Explicar de que modo uma pequena carga de teste positiva pode ser usada (pelo menos em princípio) para medir o campo elétrico em qualquer ponto do espaço.

22.04 Explicar o que são as linhas de campo elétrico, onde começam, onde terminam e o que significa o espaçamento das linhas.

Ideias-Chave zz Uma partícula carregada cria um campo elétrico (que é uma

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Medium 9788521630371

23 Lei de Gauss

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Lei de Gauss

23-1

FLUXO ELÉTRICO

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

23.01 Saber que a lei de Gauss relaciona o campo elétrico em

23.05 Calcular o fluxo F do campo elétrico através de uma superfície

23.02 Saber que o fluxo elétrico F através de uma superfície é a

23.06 No caso de uma superfície fechada, explicar os sinais algébri-

23.03 Saber que o vetor área de uma superfície plana é um vetor

23.07 Calcular o fluxo total F através de uma superfície fechada

pontos de uma superfície fechada (real ou imaginária, chamada superfície gaussiana) à carga total envolvida pela superfície. quantidade de campo elétrico que atravessa a superfície.

perpendicular à superfície cujo módulo é igual à área da superfície.

23.04 Saber que qualquer superfície pode ser dividida em elementos

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Grupo Gen (2052)
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Medium 9788521634515

0 - O Processo Analítico

HARRIS, Daniel C. Grupo Gen PDF Criptografado

0

O Processo Analítico

COMO UM TESTE DE GRAVIDEZ CASEIRO FUNCIONA?

Urina contendo

Anticorpos ligados hcG a nanopartículas de Au

Membrana de

Anticorpo

Anticorpo nitrocelulose para analito para anticorpo

Bloco de

Bloco amostra conjugado

Linha de teste

Linha de controle

Bloco absorvente

(a) Colocar uma gota de urina no bloco de amostra

(d) O reagente conjugado não ligado ao hcG se liga a um anticorpo na linha de controle

Nanopartícula de Au

Anticorpos ligados a nanopartículas de Au

Analito hcG

Bloco de amostra

(b) hcG se liga a um anticorpo à medida que o líquido é absorvido pelo bloco conjugado

Linha de teste

Linha de controle

(c) Outra parte do hcG se liga a um anticorpo na linha de teste

(e) Teste de gravidez caseiro [Szemeno / iStockphoto.]

Um teste comum de gravidez detecta um hormônio chamado hcG na urina. Esse hormônio começa a ser secretado logo após a concepção.

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Medium 9788521632573

0 - Uma Breve História da Química

JESPERSEN, Neil D.; HYSLOP, Alison Grupo Gen PDF Criptografado

Uma Breve História da Química

0

Tópicos do Capítulo

0.1 | Conceitos Importantes de Química

0.2 | As Supernovas e os Elementos

0.3 | Os Elementos e a Terra

0.4 | Teoria Atômica de Dalton

0.5 | Estrutura Interna do Átomo

NASA/CXC/SAO/P. Slane et al.

1

Jespersen - Capítulo 0.indd 1

10/02/2017 15:29:08

Capítulo 00

22   Capítulo

Contexto

Deste

Capítulo

N

este capítulo introdutório tentamos responder a grandes questões: “De onde viemos?” e “Para onde estamos indo?” Ao sugerir de onde viemos, aproveitamos as atuais teorias da cosmologia a respeito do início do universo e da síntese sequencial dos elementos. Para a questão de para onde estamos indo, este capítulo sugere alguns dos “Conceitos Importantes” que a ciência da química utiliza para nos fascinar em direção ao futuro.

Esses objetivos ainda configuram o modo como os cientistas exercem seu ofício. Todas as informações constantes deste texto são resultado de uma pergunta feita por um cientista e, então, o encontro da resposta através da observação e da pesquisa científica. A mesma pessoa que faz a pergunta pode não encontrar a resposta, e o tempo entre fazer e responder uma pergunta pode ser de minutos ou de milhares de anos. Ao final, temos uma explicação de como os químicos descrevem o mundo físico que nos cerca.

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Medium 9788521626275

10 - A APRESENTAÇÃO DE DADOS - Convencer o público e os colegas

FENTANES, Enrique Galindo Grupo Gen PDF Criptografado

10. A APRESENTAÇÃO DE DADOS

Convencer o público e os colegas

010Fentanes.indd 79

19/03/14quarta-feira 15:10

010Fentanes.indd 80

19/03/14quarta-feira 15:10

Nada é verdade nem é mentira, tudo é segundo a cor do cristal com que se olha.

Ramón de Campoamor*

U

ma vez obtidos os dados e estabelecido o erro experimental do sistema, agora é necessário processá-los, organizá-los e apresentá-los de maneira clara e convincente.

Os dados crus se apresentam em uma tabela ou folha de uma base de dados e se transformam em unidades relevantes da variável de resposta, isto é, o que está sendo medido como efeito. Nesta condição, os dados podem se apresentar de duas formas: figura ou tabela (e, desejavelmente, não em ambas).

Figuras

As figuras são muito úteis para apresentar dados experimentais e universalmente usadas em artigos científicos, tese, relatórios etc. Uma figura sempre deve ser preferida a uma tabela (exceto em poucos casos, descritos na seguinte seção), já que os dados, e suas tendências, podem ser mais bem apreciados.

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Medium 9788521635017

10 - Acústica

BREITHAUPT, Jim Grupo Gen PDF Criptografado

109

UNIDADE

10

Acústica

SUMÁRIO

OBJETIVOS

Depois de estudar esta unidade, você será capaz de:

• descrever uma onda sonora e medir a velocidade do som no ar

• descrever as principais propriedades do som, como: absorção, reflexão, refração e difração

• descrever a estrutura do ouvido e enumerar as principais características da audição humana

• descrever as principais propriedades e aplicações do ultrassom

• relacionar a frequência fundamental de uma corda ou de um tubo

10.1

A natureza e as propriedades do som

10.2

O ouvido humano

10.3

Ultrassom

10.4

Vibrações em cordas

10.5

Ressonâncias em tubos

Resumo

Questões de revisão

ao comprimento da corda ou do tubo

• explicar a relação entre os harmônicos e a frequência fundamental de uma corda ou de um tubo

10.1

A natureza e as propriedades do som

Produção do som

Um objeto que vibra no ar cria ondas sonoras porque a superfície do objeto comprime e rarefaz alternadamente o ar.

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Medium 9788521631927

10 - Alquinos

KLEIN, David Grupo Gen PDF Criptografado

10

Alquinos

VOCÊ JÁ SE PERGUNTOU... o que a doença de Parkinson causa e como ela é tratada?

A

doença de Parkinson é um distúrbio do sistema motor que afeta cerca de 3% da população dos EUA com idade superior a 60 anos. Os principais sintomas da doença de Parkinson incluem tremores e rigidez dos membros, lentidão de movimentos e equilíbrio deficiente.

A doença de Parkinson é uma doença neurodegenerativa, uma vez que os sintomas são provocados pela degeneração dos neurônios (células do cérebro). Os neurônios mais afetados pela doença estão localizados em uma região do cérebro chamada de substância negra ou substantia nigra. Quando esses neurônios morrem, eles deixam de pro‑ duzir dopamina, o neurotransmissor utilizado pelo cére‑ bro para regular o movimento voluntário. Os sinto‑ mas descritos anteriormente começam a aparecer quando 50‑80% dos neurônios que produzem dopamina morreram. Não existe nenhuma cura conhecida para a doença, que é progres‑ siva. Entretanto, os sintomas podem ser tra‑ tados através de vários métodos. Um des‑ ses métodos utiliza um fármaco chamado selegilina, cuja estrutura molecular contém uma ligação tripla C#C. Veremos que a presença da ligação tripla desempenha um papel importante na ação desse fármaco.

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Grupo A (109)
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Medium 9788582712160

Apêndice A - Respostas

Jane B. Reece; Steven A. Wasserman; Lisa A. Urry; Michael L. Cain; Peter V. Minorsky; Robert B. Jackson Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

A Respostas

Capítulo 1

Apêndice A Respostas

Revisão do conceito 1.1

1. Exemplos: Uma molécula consiste em átomos ligados. Cada organela possui um arranjo ordenado de moléculas. As células vegetais fotossintéticas contêm organelas chamadas de cloroplastos. Um tecido consiste em um grupo de células similares. Órgãos como o coração são construídos a partir de alguns tecidos. Um organismo multicelular complexo, como uma planta, possui vários tipos de órgãos, como folhas e raízes. Uma população é um grupo de organismos da mesma espécie. Uma comunidade consiste em populações de várias espécies que habitam uma área específica. Um ecossistema consiste em uma comunidade biológica junto com os fatores não vivos importantes para vida, como ar, solo e água. A biosfera é composta de todos os ecossistemas da

Terra. 2. (a) Novas propriedades emergem em níveis sucessivos de organização biológica: a estrutura e a função estão correlacionadas. (b) Os processos da vida envolvem a expressão e transmissão de informações genéticas. (c) A vida requer a transferência e a transformação de energia e matéria. 3. Algumas respostas possíveis: Organização

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Medium 9788582712160

Apêndice B - Tabela Periódica dos Elementos

Jane B. Reece; Steven A. Wasserman; Lisa A. Urry; Michael L. Cain; Peter V. Minorsky; Robert B. Jackson Grupo A PDF Criptografado

B Tabela Periódica dos Elementos

APÊNDICE

Número atômico

(número de prótons)

Massa atômica

(média da soma do número de prótons e de nêutrons de todos os isótopos)

6

C

Símbolo do elemento

12.01

Metais

Semimetais

Não metais

Elementos representativos

Grupos: Elementos na coluna vertical têm o mesmo número de elétrons na sua camada de valência (externa) e, portanto, propriedades químicas semelhantes.

1

Número Grupo periódico 1A

1

1

H

1.008

2

3

4

5

6

7

3

4

Be

6.941

9.012

11

12

7

8

9

10

N

O

F

Ne

10.81

12.01

14.01

16.00

19.00

20.18

13

14

15

16

17

18

Al

Si

P

S

Cl

Ar

26.98

28.09

30.97

32.07

35.45

39.95

31

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Medium 9788582712160

Apêndice C - O Sistema Métrico

Jane B. Reece; Steven A. Wasserman; Lisa A. Urry; Michael L. Cain; Peter V. Minorsky; Robert B. Jackson Grupo A PDF Criptografado

C O Sistema Métrico

APÊNDICE

Prefixos métricos:

109 5 giga (G)

6

10 5 mega (M)

3

10 5 quilo (k)

Medida

Comprimento

1022 5 centi (c)

5 mili (m)

10212 5 pico (p)

26

5 micro (μ)

10215 5 fento (f)

10

10

Unidade e abreviação

Equivalente métrico

5 1.000 (103) metros

Apêndice C O Sistema Métrico

Massa

1 milha 5 1,61 km

1 metro (m)

5 100 (10 ) centímetros

5 1.000 milímetros

1 m 5 1,09 jardas

1 m 5 3,28 pés

1 m 5 39,37 polegadas

1 jarda 5 0,914 m

1 pé 5 0,305 m

1 centímetro (cm)

22

5 0,01(10 ) metros

1 cm 5 0,394 polegada

1 pé 5 30,5 cm

1 polegada 5 2,54 cm

1 milímetro (mm)

23

5 0,001 (10 ) metros

1 mm 5 0,039 polegada

Tempo

Temperatura

26

metros (10

29

metros (1023 μm)

-10

metros (1024 μm)

1 nanômetro (nm) (antigo milimícron, mμ)

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Medium 9788582712160

Apêndice D - Comparação do Microscópio Óptico com o Microscópio Eletrônico

Jane B. Reece; Steven A. Wasserman; Lisa A. Urry; Michael L. Cain; Peter V. Minorsky; Robert B. Jackson Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

D

Comparação do Microscópio

Óptico com o Microscópio Eletrônico

Olho

Fonte de elétrons

Lente ocular

Lente condensadora

Espécime

Lente objetiva

Imagem intermediária

Lente objetiva

Lente projetora

Olho

Espécime

Binoculares

Lente condensadora

Fonte de luz

Microscópio óptico

Microscópio eletrônico

Na microscopia óptica, a luz é focalizada sobre um espécime por meio da lente condensadora de vidro; a imagem é então ampliada por uma lente objetiva e uma lente ocular para projeção nos olhos, em câmeras digitais, câmeras de vídeo digital e filmes fotográficos.

O microscópio eletrônico utiliza um feixe de elétrons

(parte superior do microscópio) em vez de luz e eletromagnetos em vez de lentes de vidro. O feixe de elétrons é focalizado sobre o espécime pela lente condensadora; a imagem é amplificada por uma lente objetiva e uma lente projetora para projeção em detector digital, tela fluorescente ou filme fotográfico.

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Medium 9788582712160

Apêndice E - Classificação da Vida

Jane B. Reece; Steven A. Wasserman; Lisa A. Urry; Michael L. Cain; Peter V. Minorsky; Robert B. Jackson Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

E Classificação da Vida

Este apêndice apresenta a classificação taxonômica para os principais grupos de organismos atuais discutidos neste texto; não estão incluídos todos os filos. A classificação aqui apresentada baseia-se no sistema de três domínios, que coloca os dois principais grupos de procariotos, bactérias e arqueias, em domínios separados (com eucariotos formando o terceiro domínio).

Vários esquemas de classificação alternativos são discutidos na Unidade V desta obra. A discussão taxonômica inclui debates sobre o número e os limites dos reinos e sobre o alinhamento da hierarquia da classificação lineana com as descobertas das análises cladísticas modernas. Nesta revisão, os asteriscos (*) indicam filos reconhecidos atualmente, mas que alguns sistemas acreditam ser parafiléticos.

DOMÍNIO BACTERIA

Proteobacterias

Chlamydias

Spirochetes

Bacterias gram-positivas

Cyanobacterias

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Grupo A (1740)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788536320557

10. AGRUPANDO TUDO

Gibbs, Graham Grupo A PDF Criptografado

180

n

Graham Gibbs

lEiturA

Uma das coisas consideradas mais difíceis por iniciantes na análise qualitativa é fazer uma interpretação integral de seus dados. Os analistas novatos leem seus manuscritos e tendem a fazer leituras imediatas, impressionistas, superficiais – a primeira interpretação dos conteúdos que salta aos olhos.

Essa interpretação não consegue reconhecer que os dados qualitativos são multifacetados e podem ser interpretados de formas diferentes, mas igualmente plausíveis.

Este livro tentou indicar algumas das técnicas ou abordagens que ajudarão o pesquisador a encontrar interpretações e fazer com que elas avancem dos níveis descritivos aos mais analíticos. Um exemplo fundamental disso é ler o texto (ou examinar os dados não textuais) mais cuidadosamente – realizar o que chamei de leitura intensiva. Sempre há muita coisa acontecendo em um texto ou em um contexto. Não apenas o conteúdo do que se está dizendo é rico e diversificado – as pessoas estão fazendo coisas que podem ser entendidas de várias formas ao mesmo tempo – como também estão indicando coisas sobre si mesmas e seu mundo com suas ações e com a forma como se expressam.

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Medium 9788536320526

10. ANÁLISE DE DADOS QUALITATIVOS

Flick, Uwe Grupo A PDF Criptografado

132

n

Uwe Flick

dagens nas quais a análise dos dados qualitativos é o pano de fundo. Aqui, encontramos duas formas diferentes – codificação e categorização – que podem ser aplicadas aos dados qualitativos em geral e que uma análise mais especificada dos dados será apresentada posteriormente. No final deste capítulo, tentaremos ter algum tipo de perspectiva sobre a uma questão diferente deste livro – as questões de desenho e os métodos.

CodiFiCAção e CAtegorizAção

A codificação e a categorização são formas de analisar que podem ser aplicadas a todos os tipos de dados e não se concentram em um método específico de coleta. Essa não é a única maneira de analisar dados, mas é a mais destacada quando os dados resultam de entrevistas, de grupos focais ou de observações. Em particular, se forem usados computadores para analisar dados qualitativos, será aplicada uma ou outra forma de codificação. As principais atividades são buscar partes relevantes dos dados e analisá-los, comparando com outros dados e lhes dando nomes e classificações. Através desse processo, desenvolve-se uma estrutura nos dados, como um passo em direção a uma visão abrangente do tema, do campo e dos próprios dados.

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Medium 9788536319278

10. ANOVA FATORIAL (MLG 3)

Andy Field Grupo A PDF Criptografado

10

ANOVA FATORIAL (MLG 3)

10.1 O QUE VOCÊ VAI APRENDER NESTE

CAPÍTULO? ➁

Nos dois capítulos anteriores, vimos situações nas quais tentamos testar diferenças entre grupos quando havia uma única variável independente (isto é, uma variável que havia sido manipulada). Entretanto, no início do Capítulo 8, afirmei que uma das vantagens da ANOVA era que poderíamos olhar para os efeitos de mais de uma variável independente (e como essas variáveis interagem). Este capítulo estende o que já sabemos sobre ANOVA à observação de situações onde existem duas variáveis independentes. Já vimos no capítulo anterior que é muito fácil incorporar uma segunda variável à estrutura da ANOVA quando aquela variável é uma variável contínua

(isto é, não dividida em grupos), mas agora iremos ver situações onde existe uma segunda variável independente sistematicamente manipulada designando pessoas a diferentes situações.

10.2 TEORIA DA ANOVA FATORIAL

(ENTRE GRUPOS) ➁

10.2.1 Delineamentos fatoriais ➁

A ANOVA fatorial é usada quando você tem duas ou mais variáveis independentes

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Medium 9788580555943

10. Bioinformática e biologia computacional

Victor W. Rodwell; David A. Bender; Kathleen M. Botham; Peter J. Kennelly; P. Anthony Weil Grupo A PDF Criptografado

10

C A P Í T U L o

Bioinformática e biologia computacional

Peter J. Kennelly, Ph.D. e Victor W. Rodwell, Ph.D.

O B J e T I VO S

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Descrever

as características distintas da genômica, da proteômica e da bioinfomática.

�� Reconhecer o potencial e os desafios apresentados pela medicina personalizada guiada pelo genoma.

�� Resumir os principais aspectos e a relevância clínica do projeto ENCoDE.

�� Descrever as funções disponibilizadas pelos bancos de dados HapMap, Entrez Gene e dbGaP.

�� Explicar como o BLAST e a elucidação do código de dobramento auxiliam os cientistas a desvendar a forma e a função de proteínas desconhecidas ou hipotéticas.

�� Relatar os principais aspectos da idealização e da descoberta de fármacos auxiliadas por computador.

�� Expor as possíveis aplicações futuras de modelos computacionais de vias metabólicas individuais e redes de vias metabólicas.

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Medium 9788536314389

10. Desenhos Metodológicos (IV) Métodos de procedimento: delineamentos semi e quase-experimentais de grupo

Gaya, Adroaldo Grupo A PDF Criptografado

10

Desenhos metodológicos IV

Métodos de procedimento: delineamentos semi-experimentais e quase-experimentais de grupos

Adroaldo Gaya

Muitas situações no âmbito da pesquisa científica em relação à cultura do movimento humano não permitem que se possa exercer com rigor todo o controle exigido pelos métodos experimentais. Em situação de ensino, treino ou de competição, quando se observam ou se medem determinadas variáveis, outras tantas intervenientes não podem ser devidamente controladas, por exemplo, reações ao comportamento dos expectadores, mudanças climáticas bruscas, expectativas em relação

à possibilidade de vitória são passíveis de intervir no desempenho tanto positiva como negativamente. Nesses estudos de campo realizados em situação natural, é praticamente impossível cumprir exigências, como seleção aleatória dos sujeitos, composição aleatória dos grupos, controle da situação ambiental, etc., que são requisitos do modelo experimental. Não obstante, tais óbices não devem impedir que realizemos estudos científicos que certamente poderão colaborar em grande escala para o quadro teórico das ciências do movimento

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Gbk (78)
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Medium 9788527729369

Capítulo 10 - Taxonomia e Filogenia dos Animais

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

CAPÍT ULO

10

Taxonomia e

Filogenia dos

Animais

Conchas de moluscos da coleção de Jean Baptiste de Lamarck (1744-1829).

Ordem na diversidade

A evolução produziu uma grande diversidade de espécies no reino animal. Os zoólogos já descreveram mais de 1,5 milhão de espécies de animais, e milhares de espécies novas são descritas todos os anos. Alguns zoólogos estimam que as espécies descritas até o momento constituam menos de 20% de todos os animais existentes, e menos de 1% de todos os que já existiram.

Apesar da magnitude, a diversidade animal tem seus limites. Muitas formas possíveis na nossa imaginação não existem na natureza, como os mitológicos minotauros e cavalos alados. A diversidade animal não

é aleatória, mas sim, apresenta uma ordem definida. As características típicas de seres humanos e bovinos não ocorrem simultaneamente em um único organismo como ocorrem nos minotauros mitológicos; tampouco as asas características de aves e os corpos de cavalos ocorrem juntos naturalmente como no mitológico Pégaso. Os seres humanos, bovinos, aves e cavalos são grupos distintos de animais, porém compartilham algumas características importantes, incluindo vértebras e

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Medium 9788527729369

Capítulo 10 - Taxonomia e Filogenia dos Animais

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

CAPÍT ULO

10

Taxonomia e

Filogenia dos

Animais

Conchas de moluscos da coleção de Jean Baptiste de Lamarck (1744-1829).

Ordem na diversidade

A evolução produziu uma grande diversidade de espécies no reino animal. Os zoólogos já descreveram mais de 1,5 milhão de espécies de animais, e milhares de espécies novas são descritas todos os anos. Alguns zoólogos estimam que as espécies descritas até o momento constituam menos de 20% de todos os animais existentes, e menos de 1% de todos os que já existiram.

Apesar da magnitude, a diversidade animal tem seus limites. Muitas formas possíveis na nossa imaginação não existem na natureza, como os mitológicos minotauros e cavalos alados. A diversidade animal não

é aleatória, mas sim, apresenta uma ordem definida. As características típicas de seres humanos e bovinos não ocorrem simultaneamente em um único organismo como ocorrem nos minotauros mitológicos; tampouco as asas características de aves e os corpos de cavalos ocorrem juntos naturalmente como no mitológico Pégaso. Os seres humanos, bovinos, aves e cavalos são grupos distintos de animais, porém compartilham algumas características importantes, incluindo vértebras e

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Capítulo 11 - Eucariotas Unicelulares/Grupos de Protozoários

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

CAPÍT ULO

11

Eucariotas

Unicelulares/Grupos de Protozoários

Um paramécio.

Emergência dos eucariotas e de um novo padrão de vida

O primeiro indício aceitável de vida na Terra data de aproximadamente

3,5 bilhões de anos. As primeiras células eram organismos procariontes semelhantes a bactérias. Os primeiros procariotas diversificaram-se de forma significativa durante um período muito extenso; atualmente, seus descendentes procariontes pertencem a dois grupos: Bacteria e Archaea.

Duas linhagens dos mais antigos procariotas deram origem ao ancestral comum dos eucariotas por meio da simbiogênese, processo pelo qual as células de uma linhagem procarionte englobaram, mas não digeriram, as células de uma linhagem procarionte diferente. A célula englobada foi finalmente reduzida a uma organela dentro da célula hospedeira. Os produtos eucarióticos da simbiogênese incluem as mitocôndrias e os plastídios.

A mitocôndria originou-se de um procariota aeróbico capaz de obter energia de compostos de carbono usando o oxigênio da atmosfera. Uma bactéria anaeróbica que englobou essa forma aeróbica adquiriu a capacidade de crescer em um ambiente rico em oxigênio. A bactéria aeróbica englobada persistiu dentro da célula como uma mitocôndria com seu próprio material genético. Ao longo do tempo evolutivo, a maioria dos genes da mitocôndria, mas nem todos, passou a residir no núcleo da célula hospedeira. Praticamente todos os eucariotas existentes hoje têm mitocôndrias e são aeróbicos.

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Capítulo 11 - Eucariotas Unicelulares/Grupos de Protozoários

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

CAPÍT ULO

11

Eucariotas

Unicelulares/Grupos de Protozoários

Um paramécio.

Emergência dos eucariotas e de um novo padrão de vida

O primeiro indício aceitável de vida na Terra data de aproximadamente

3,5 bilhões de anos. As primeiras células eram organismos procariontes semelhantes a bactérias. Os primeiros procariotas diversificaram-se de forma significativa durante um período muito extenso; atualmente, seus descendentes procariontes pertencem a dois grupos: Bacteria e Archaea.

Duas linhagens dos mais antigos procariotas deram origem ao ancestral comum dos eucariotas por meio da simbiogênese, processo pelo qual as células de uma linhagem procarionte englobaram, mas não digeriram, as células de uma linhagem procarionte diferente. A célula englobada foi finalmente reduzida a uma organela dentro da célula hospedeira. Os produtos eucarióticos da simbiogênese incluem as mitocôndrias e os plastídios.

A mitocôndria originou-se de um procariota aeróbico capaz de obter energia de compostos de carbono usando o oxigênio da atmosfera. Uma bactéria anaeróbica que englobou essa forma aeróbica adquiriu a capacidade de crescer em um ambiente rico em oxigênio. A bactéria aeróbica englobada persistiu dentro da célula como uma mitocôndria com seu próprio material genético. Ao longo do tempo evolutivo, a maioria dos genes da mitocôndria, mas nem todos, passou a residir no núcleo da célula hospedeira. Praticamente todos os eucariotas existentes hoje têm mitocôndrias e são aeróbicos.

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Capítulo 12 - Esponjas e Placozoários

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

CAPÍT ULO

12

Esponjas e

Placozoários

• FILO PORIFERA | ESPONJAS

• FILO PLACOZOA

Porifera e

Placozoa

Uma Demospongiae caribenha, Aplysina fistularis.

A origem da multicelularidade

As esponjas são os animais multicelulares mais simples. Como as células são as unidades elementares da vida, a evolução de organismos maiores que aqueles unicelulares surgiu como um agregado dessas unidades de construção. A natureza “fez experiências” com a produção de organismos maiores sem uma diferenciação celular – certas algas marinhas unicelulares maiores, por exemplo – mas esses exemplos são raros. Existem muitas vantagens na multicelularidade além daquelas de, simplesmente, aumentar a massa de uma única célula. Uma vez que as trocas ocorrem nas superfícies celulares, a divisão da massa em unidades menores aumenta grandemente a superfície de área disponível para as atividades metabólicas. Uma razão operacional superfície/massa não

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