Ltc (26)
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Medium 9788521630371

31 Oscilações Eletromagnéticas e Corrente Alternada

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Oscilações Eletromagnéticas e Corrente Alternada

31-1

OSCILAÇÕES EM UM CIRCUITO LC

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

31.01 Desenhar o diagrama esquemático de um circuito LC e ex-

31.07 Calcular a corrente i(t) que descreve a variação, com o tempo,

31.02 Desenhar os gráficos da diferença de potencial do capacitor

31.08 Calcular a corrente i no indutor de um circuito LC em qual-

plicar quais são as grandezas que oscilam e o que constitui um período da oscilação. e da corrente do indutor de um circuito LC em função do tempo e indicar o período T nos dois gráficos.

31.03 Explicar a analogia entre um oscilador bloco-mola e um circuito LC.

31.04 Conhecer a relação entre a frequência angular w, a indutância L e a capacitância C de um circuito LC.

31.05 Demonstrar a equação diferencial da carga q do capacitor em um circuito LC a partir da energia de um sistema bloco-mola e determinar a função q(t) que descreve a variação, com o tempo, da carga do capacitor.

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22 Campos Elétricos

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Campos Elétricos

22-1

O CAMPO ELÉTRICO

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

22.01 Saber que, em todos os pontos do espaço nas proximidades de uma partícula carregada, a partícula cria um campo elétrico

E , que é uma grandeza vetorial e, portanto, possui um módulo e uma orientação.

22.02 Saber que um campo elétrico pode ser usado para explicar por

que uma partícula carregada pode exercer uma força eletrostática

F em outra partícula carregada, mesmo que as partículas não estejam em contato.

22.03 Explicar de que modo uma pequena carga de teste positiva pode ser usada (pelo menos em princípio) para medir o campo elétrico em qualquer ponto do espaço.

22.04 Explicar o que são as linhas de campo elétrico, onde começam, onde terminam e o que significa o espaçamento das linhas.

Ideias-Chave zz Uma partícula carregada cria um campo elétrico (que é uma

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26 Corrente e Resistência

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Corrente e Resistência

26-1

CORRENTE ELÉTRICA

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

26.01 Usar a definição de corrente elétrica como a carga que passa

por um ponto por unidade de tempo para calcular a quantidade de carga que passa por um ponto em um dado intervalo de tempo.

26.02 Saber que a corrente elétrica em geral se deve a elétrons de

26.03 Saber o que é um nó de um circuito e que, de acordo com a

lei de conservação da carga, a corrente total que entra em um nó é igual à corrente total que sai do nó.

26.04 Saber o que significam as setas nos desenhos esquemáticos do circuito e saber que, mesmo que seja representada com uma seta, a corrente elétrica não é um vetor.

condução colocados em movimento por campos elétricos (como, por exemplo, os que são produzidos em um fio por uma bateria).

Ideias-Chave zz Uma corrente elétrica i em um circuito é definida pela equação i

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23 Lei de Gauss

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Lei de Gauss

23-1

FLUXO ELÉTRICO

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

23.01 Saber que a lei de Gauss relaciona o campo elétrico em

23.05 Calcular o fluxo F do campo elétrico através de uma superfície

23.02 Saber que o fluxo elétrico F através de uma superfície é a

23.06 No caso de uma superfície fechada, explicar os sinais algébri-

23.03 Saber que o vetor área de uma superfície plana é um vetor

23.07 Calcular o fluxo total F através de uma superfície fechada

pontos de uma superfície fechada (real ou imaginária, chamada superfície gaussiana) à carga total envolvida pela superfície. quantidade de campo elétrico que atravessa a superfície.

perpendicular à superfície cujo módulo é igual à área da superfície.

23.04 Saber que qualquer superfície pode ser dividida em elementos

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30 Indução e Indutância

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Indução e Indutância

30-1

LEI DE FARADAY E LEI DE LENZ

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

30.01 Saber que o fluxo magnético F através de uma superfície é a quantidade de campo magnético que atravessa a superfície.

30.02 Saber que o vetor área de uma superfície plana é um vetor perpendicular à superfície cujo módulo é igual à área da superfície.

30.03 Saber que qualquer superfície pode ser dividida em elemen→

tos de área dA (regiões suficientemente pequenas para serem consideradas planas), vetores área de módulo infinitesimal perpendiculares à superfície no ponto em que se encontra o elemento.

30.07 Conhecer a lei de Faraday, que é a relação entre a força ele-

tromotriz induzida em uma espira condutora e a taxa de variação do fluxo magnético através da espira.

30.08 Aplicar a lei de Faraday a uma bobina com várias espiras.

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Grupo Gen (2052)
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Medium 9788541202930

10. MOVIMENTO, MÚSCULO, BIOMECÂNICA

SCHMIDT-NIELSEN, Knut Grupo Gen PDF Criptografado

10

Movimento, Músculo, Biomecânica

Tendemos a pensar que os movimentos estão associados principalmente

à locomoção, ou seja, um animal que se movimenta de um lugar a outro.

Entretanto, mesmo animais que permanecem fixos e nunca se movimentam

(p. ex., ­corais e esponjas), apresentam uma grande diversidade de movimentos.

Deve ser consi­derado também como um animal movimenta água pelas brânquias, alimento pelo trato intestinal ou sangue pelo sistema vascular.

O número de mecanismos utilizados para a realização de movimento é limitado, embora seus usos variem muito. Serão discutidos três mecanismos básicos, os movimentos amebóide, ciliar e muscular.

O movimento amebóide tem seu nome derivado da movimentação da ameba, um organismo unicelular descrito em qualquer livro de Biologia. A locomoção amebóide implica em grandes modificações da forma da célula, fluxo de citoplasma e atividade de pseudópodes.

A locomoção ciliar é o modo característico de movimentação de protozoários ciliados, como o paramécio. Entretanto, os cílios são observados em todos os filos

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Medium 9788541202930

3. CIRCULAÇÃO

SCHMIDT-NIELSEN, Knut Grupo Gen PDF Criptografado

LEITURAS COMPLEMENTAREs

3

Capítulo 2 – Sangue

CIRCULAÇÃO

O principal objetivo da movimentação de um líquido no corpo é o de propiciar rá­ pido transporte de grande volume a distân­ cias onde a difusão é inadequada ou muito lenta. Portanto, a circulação é importante em virtualmente todos os animais com mais de poucos milímetros de tamanho e uma necessidade para os grandes animais com altas taxas metabólicas.

Além de transporte de gases, a circu­ lação sanguínea serve (1) para transportar outros solutos, (2) para transportar ca­lor e (3) para transmitir força.

As funções que dependem da trans­ missão de força estão relacionadas, na maioria das vezes, com o movimento do ani­mal todo, o movimento dos órgãos e a manutenção da pressão para a ultrafil­ tração nos vasos sanguíneos renais; estas funções serão discutidas posteriormente.

As funções que dizem respeito ao mo­ vimento de solutos (incluindo os gases) e ao calor serão discutidas neste capítulo.

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Medium 9788541202930

11. CONTROLE E INTEGRAÇÃO

SCHMIDT-NIELSEN, Knut Grupo Gen PDF Criptografado

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CONTROLE E INTEGRAÇÃO

Os processos fisiológicos, naturalmente, necessitam ser controlados e não devem funcionar de modo disparatado.

Nos capítulos precedentes, com freqüência foram mencionados regulação e controle, porém. seus mecanismos de regula­ção não foram discutidos.

Regulação significa o ajuste de uma quantidade, concentração, taxa ou de alguma outra variável, geralmente a fim de que um nível desejado seja atingido ou mantido. Por exemplo, admitimos instintivamente que a respiração deva fornecer oxigênio à taxa em que é usado pelo organismo. De modo semelhante, todos os processos fisiológicos devem ser controlados e integrados.

Integração significa a união de partes.

Em fisiologia. esta palavra abrange o controle de todos os componentes funcio­ nais, incorporados em um organismo que opera de forma integrada, onde nenhum processo isolado pode ocorrer a um ritmo independente.

As funções fisiológicas podem ser controladas por hormônios ou pelo sis­ tema nervoso, mas há duas diferenças fundamentais: uma está relacionada à

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Medium 9788541202930

6. EFEITOS DA TEMPERATURA

SCHMIDT-NIELSEN, Knut Grupo Gen PDF Criptografado

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EFEITOS DA TEMPERATURA

No capítulo anterior, foram discutidos o metabolismo energético dos animais e a influência de variáveis, tais como concentração de oxigênio, tamanho corpóreo e atividade. Neste capítulo, será discutida a grande influência da temperatura sobre os organismos vivos e seus processos metabólicos.

A vida ativa dos animais limita-se a uma faixa restrita de temperaturas, que varia de alguns graus abaixo do ponto de congelamento da água pura (0ºC) até aproximadamente +50ºC. O enfoque agora será dado

à temperatura do organismo, e não de seu meio ambiente. Por exemplo, o ser humano mantém a sua temperatura corpórea em cerca de 37ºC independentemente se fica exposto a um frio intenso ou se vai a uma sauna, onde a temperatura é próxima ao ponto de ebulição da água.

Os limites de temperatura para a vida animal são muito restritos quando comparados às temperaturas cósmicas, mas, apesar disso, há a ocorrência de temperaturas adequadas nos oceanos e na maior parte da superfície terrestre, pelo menos em parte do ano.

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Medium 9788541202930

4. ALIMENTO E COMBUSTÍVEL

SCHMIDT-NIELSEN, Knut Grupo Gen PDF Criptografado

4

ALIMENTO E COMBUSTÍVEL

Os animais necessitam de alimento (1) para prover a energia necessária para permanecerem vivos e manterem os processos físicos, para a contração muscular e muitos outros processos, (2) como matéria-prima para formar e manter o mecanismo celular e metabólico e (3) para crescimento e reprodução.

As plantas utilizam a energia solar e o dióxido de carbono da atmosfera para sintetizarem açúcares e, indiretamente, todos os compostos complicados que constituem uma planta.

Todos os animais utilizam compostos químicos para fornecer energia e materiais estruturais. Eles devem obtê-los diretamente dos vegetais ou de outras substâncias orgânicas. Portanto, os compostos orgânicos de que os animais necessitam são, em última análise, derivados das plantas e indiretamente, da luz solar.

Há exceções para esta dependência universal da luz solar. Em alguns locais no fundo do mar, onde não há penetração de luz, existem ricas comunidades animais que se utilizam das características químicas peculiares da água aquecida por processos geotérmicos.

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Grupo A (109)
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Medium 9788582712160

Capítulo 10 - Fotossíntese

Jane B. Reece; Steven A. Wasserman; Lisa A. Urry; Michael L. Cain; Peter V. Minorsky; Robert B. Jackson Grupo A PDF Criptografado

10

Fotossíntese

CONCEITOS-CHAVE

10.1

A fotossíntese converte a energia luminosa na energia química dos alimentos

10.2

As reações luminosas convertem a energia solar na energia química do ATP e do NADPH

10.3

O ciclo de Calvin utiliza a energia química do ATP e do NADPH para reduzir CO2 em açúcar

10.4

Mecanismos alternativos de fixação do carbono evoluíram em climas áridos e quentes

Outros organismos também se beneficiam da fotossíntese.

Figura 10.1 Como a luz do sol auxilia na construção do tronco, dos ramos e das folhas desta árvore latifoliada?

O processo que alimenta a biosfera

A

vida na terra é movida à energia solar. Os cloroplastos das plantas capturam a energia luminosa, que viajou 150 milhões de quilômetros desde o sol, convertendo-a em energia química armazenada em açúcar e outras moléculas orgânicas. Esse processo de conversão é chamado de fotossíntese.

Vamos começar situando a fotossíntese em seu contexto ecológico.

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Capítulo 1 - Evolução, os Temas da Biologia e a Pesquisa Científica

Jane B. Reece; Steven A. Wasserman; Lisa A. Urry; Michael L. Cain; Peter V. Minorsky; Robert B. Jackson Grupo A PDF Criptografado

1

Evolução, os Temas da Biologia e a Pesquisa Científica

CONCEITOS-CHAVE

1.1

O estudo da vida revela temas comuns

1.2

O tema central: A evolução

é responsável pela uniformidade e diversidade da vida

1.3

Ao estudar a natureza, os cientistas fazem observações, formulam e testam hipóteses

1.4

A ciência faz uso de uma abordagem cooperativa e de diversos pontos de vista

Figura 1.1 De que forma o dente-de-leão está adaptado ao seu ambiente?

Pesquisando sobre a vida

O

s dentes-de-leão apresentados na Figura 1.1 dispersam suas sementes ao vento. Uma semente é constituída de um embrião envolto por um estoque de nutrientes e uma capa de proteção. As sementes do dente-de-leão, apresentadas no painel inferior esquerdo, são lançadas ao vento a partir de estruturas semelhantes a um paraquedas que são geradas a partir de partes modificadas da flor. Uma vez expostas ao vento, essas sementes são carregadas para novas localidades onde as condições possam favorecer seu brotamento e crescimento. O dente-de-leão é uma planta com alta capacidade adaptativa, encontrada em diversas regiões temperadas do planeta.

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Capítulo 38 - Reprodução de Angiospermas e Biotecnologia

Jane B. Reece; Steven A. Wasserman; Lisa A. Urry; Michael L. Cain; Peter V. Minorsky; Robert B. Jackson Grupo A PDF Criptografado

38

Reprodução de Angiospermas e Biotecnologia

CONCEITOS-CHAVE

38.1

Flores, fecundação dupla e frutos são características fundamentais do ciclo de vida das angiospermas

38.2

As plantas floríferas se reproduzem sexuada e assexuadamente ou das duas maneiras

38.3

As pessoas modificam as culturas mediante cruzamento e engenharia genética

Figura 38.1 Por que esta vespa está tentando acasalar com a flor?

Flores que enganam

O

s machos das vespas-de-antenas-longas (Eucera longicornis) muitas vezes tentam copular com flores da orquídea europeia Ophrys scolopax

(Figura 38.1). Durante esse encontro, um saco polínico adere ao corpo do inseto. Por fim, a vespa frustrada vai embora e deposita o pólen em outra flor de O. scolopax, que se torna o objeto do seu ardor inapropriado. As flores de

O. scolopax não oferecem aos machos das vespas alguma recompensa, como néctar, mas apenas frustração sexual. Então, o que torna os machos das vespas tão encantados por essa orquídea? A resposta tradicional tem sido que a flor, pelo formato e pela ornamentação parcial de cerdas amarelas, assemelha-se vagamente à vespa fêmea. No entanto, esses estímulos visuais são apenas parte do embuste: essas orquídeas também emitem substâncias químicas com aroma similar ao produzido pelas vespas fêmeas sexualmente receptivas.

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Capítulo 5 - Estrutura e Função de Grandes Moléculas Biológicas

Jane B. Reece; Steven A. Wasserman; Lisa A. Urry; Michael L. Cain; Peter V. Minorsky; Robert B. Jackson Grupo A PDF Criptografado

5

Estrutura e Função de Grandes

Moléculas Biológicas

CONCEITOS-CHAVE

5.1

Macromoléculas são polímeros compostos por monômeros

5.2

Carboidratos servem como combustível e material de construção

5.3

Os lipídeos são um grupo diversificado de moléculas hidrofóbicas

5.4

As proteínas apresentam grande variedade de estruturas, o que resulta em uma variedade de funções

5.5

Os ácidos nucleicos armazenam, transmitem e ajudam a expressar a informação hereditária

5.6

A genômica e a proteômica transformaram a pesquisa biológica e suas aplicações

Figura 5.1 Por que a estrutura de uma proteína é importante para a sua função?

As moléculas da vida

L

evando em conta a grande complexidade da vida na Terra, é surpreendente que as grandes moléculas de importância crucial para todas as coisas vivas – desde bactérias até elefantes – podem ser agrupadas em apenas quatro classes principais: carboidratos, lipídeos, proteínas e ácidos nucleicos.

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Capítulo 12 - O Ciclo Celular

Jane B. Reece; Steven A. Wasserman; Lisa A. Urry; Michael L. Cain; Peter V. Minorsky; Robert B. Jackson Grupo A PDF Criptografado

12

O Ciclo Celular

CONCEITOS-CHAVE

12.1

12.2

12.3

A maioria das divisões celulares resulta em células-filhas geneticamente idênticas

A fase mitótica alterna-se com a interfase no ciclo celular

O ciclo celular eucariótico é regulado por um sistema de controle molecular

Os cromossomos (em azul) de uma célula de rato-canguru movimentando-se por meio da maquinaria celular (em vermelho).

Figura 12.1 Como as células em divisão distribuem os cromossomos para as células-filhas?

Os papéis essenciais da divisão celular

A

habilidade dos organismos de reproduzir a própria espécie é a característica que melhor distingue os seres vivos da matéria não viva. Essa capacidade única de procriar, como todas as funções biológicas, tem base celular.

Rudolf Virchow, um médico alemão, afirmou em 1855: “Onde existe uma célula, deve ter havido uma célula preexistente, assim como o animal somente surge de um animal e a planta somente de uma planta”. Ele resumiu esse conceito com a máxima do latim Omnis cellula e cellula, que significa “Cada célula a partir de uma célula”. A continuidade da vida se baseia na reprodução das células ou divisão celular. A série de micrografias fluorescentes confocais na

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Grupo A (1740)
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Medium 9788582710722

Capítulo 13 - Bioenergética e Tipos de Reações Bioquímicas

David L. Nelson; Michael M. Cox Grupo A PDF Criptografado

13

Bioenergética e Tipos de

Reações Bioquímicas

13.1

13.2

13.3

13.4

ponto de vista, animais que respiram são corpos combustíveis que queimam e consomem a si próprios... Alguém poderia dizer que essa analogia entre combustão e respiração não passou despercebida pelos poetas, ou ainda pelos filósofos da antiguidade, já tendo sido relatada e interpretada por eles. Esse fogo roubado dos céus, essa tocha de Prometeu, não representa apenas uma ideia engenhosa e poética, ela é um retrato fiel das operações da natureza, pelo menos para os animais que respiram; portanto, alguns podem dizer, com os antigos, que a tocha da vida ilumina a si mesma no momento em que a criança respira pela primeira vez, e ela só se extin1 gue na morte.

Bioenergética e termodinâmica 506

Lógica química e reações bioquímicas comuns 511

Transferência de grupos fosforil e ATP 517

Reações biológicas de oxidação-redução 528

A

s células e os organismos vivos devem realizar trabalho para permanecer vivos, crescer e se reproduzir. A capacidade de controlar a energia e direcioná-la para o trabalho biológico é uma propriedade fundamental de todos os organismos vivos; essa capacidade deve ter sido adquirida muito cedo no curso da evolução celular. Os organismos modernos realizam uma notável variedade de transduções da energia, conversões de uma forma de energia em outra.

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Capítulo 3 - Aminoácidos, Peptídeos e Proteínas

David L. Nelson; Michael M. Cox Grupo A PDF Criptografado

3

Aminoácidos, Peptídeos e Proteínas

3.1

3.2

3.3

3.4

Aminoácidos 76

Peptídeos e proteínas 85

Trabalhando com proteínas 89

A estrutura de proteínas: estrutura primária

96

P

roteínas controlam praticamente todos os processos que ocorrem em uma célula, exibindo uma quase infinita diversidade de funções. Para explorar o mecanismo molecular de um processo biológico, um bioquímico estuda quase que inevitavelmente uma ou mais proteínas.

Proteínas são as macromoléculas biológicas mais abundantes, ocorrendo em todas as células e em todas as partes das células. As proteínas também ocorrem em grande variedade; milhares de diferentes tipos podem ser encontrados em uma única célula. Como os árbitros da função molecular, as proteínas são os produtos finais mais importantes das vias de informação discutidas na Parte III deste livro. As proteínas são os instrumentos moleculares pelos quais a informação genética é expressa.

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Medium 9788582710722

Capítulo 24 - Genes e Cromossomos

David L. Nelson; Michael M. Cox Grupo A PDF Criptografado

24

Genes e Cromossomos

24.1 Elementos cromossômicos 979

24.2 DNA supertorcido 985

24.3 Estrutura dos cromossomos 994

O

tamanho das moléculas de DNA é um enigma biológico interessante. Uma vez que essas moléculas são, em geral, muito maiores do que as células e as partículas virais que as contêm (Figura 24-1), como é que

elas cabem dentro das células ou dos compactados virais?

Para tratar essa questão, é preciso transferir o foco da estrutura secundária do DNA, abordada no Capítulo 8, para o extraordinário grau de organização que envolve o empacotamento terciário do DNA dentro dos cromossomos – os repositórios da informação genética. O capítulo começa com uma análise dos elementos que compõem cromossomos celulares e virais e depois considera o tamanho e a organização dos cromossomos. Em seguida, discute a topologia do DNA, descrevendo a torção e a supertorção das moléculas de DNA. Finalmente, considera as interações proteína-DNA que organizam cromossomos em estruturas compactas.

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Capítulo 20 - Biossíntese de Carboidratos em Plantas e Bactérias

David L. Nelson; Michael M. Cox Grupo A PDF Criptografado

20

Biossíntese de Carboidratos em Plantas e Bactérias

20.1

20.2

20.3

20.4

Síntese fotossintética de carboidratos 799

Fotorrespiração e as vias C4 e CAM 812

Biossíntese de amido e sacarose 818

Síntese de polissacarídeos da parede celular: celulose vegetal e peptideoglicano bacteriano 821

20.5 Integração do metabolismo de carboidratos na célula vegetal 825

E

ste capítulo marca um ponto decisivo no estudo do metabolismo celular. Até agora, na Parte II, foi descrito de que modo os principais combustíveis metabólicos – carboidratos, ácidos graxos e aminoácidos – são degradados por vias catabólicas convergentes para ingressarem no ciclo do ácido cítrico e entregarem seus elétrons à cadeia respiratória, e de que forma esse fluxo exergônico de elétrons ao oxigênio está acoplado à síntese endergônica de

ATP. Agora o foco é direcionado às vias anabólicas, que usam energia química na forma de ATP e NADH ou NADPH para sintetizar componentes celulares a partir de moléculas precursoras simples. As vias anabólicas geralmente são redutoras em vez de oxidativas. O catabolismo e o anabolismo ocorrem simultaneamente em um estado estacionário dinâmico, de forma que a degradação geradora de energia de componentes celulares é contrabalançada por processos biossintéticos, os quais criam e mantêm a intrincada organização das células vivas.

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Medium 9788582710722

Capítulo 16 - Ciclo do Ácido Cítrico

David L. Nelson; Michael M. Cox Grupo A PDF Criptografado

16

Ciclo do Ácido Cítrico

16.1

16.2

16.3

16.4

C

Produção de acetil-CoA (acetato ativado) 633

Reações do ciclo do ácido cítrico 638

Regulação do ciclo do ácido cítrico 653

Ciclo do glioxilato 656

omo foi visto no Capítulo 14, algumas células obtêm energia (ATP) pela fermentação, degradando a glicose na ausência de oxigênio. Para a maioria das células eucarióticas e muitas bactérias, que vivem em condições aeróbias e oxidam os combustíveis orgânicos a dióxido de carbono e água, a glicólise é apenas a primeira etapa para a oxidação completa da glicose. Em vez de ser reduzido a lactato, etanol ou algum outro produto da fermentação, o piruvato produzido pela glicólise é posteriormente oxidado a H2O e CO2. Essa fase aeróbia do catabolismo é chamada de respiração. No sentido fisiológico ou macroscópico mais amplo, respiração alude à captação de O2 e eliminação de CO2 por organismos multicelulares. Bioquímicos e biólogos celulares, entretanto, utilizam esse termo em um sentido mais estrito para referirem-se ao processo molecular por meio do qual as células consomem O2 e produzem

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Gbk (78)
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Glossário

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

Glossário

Este glossário relaciona as definições e origem dos mais importantes e recorrentes termos técnicos, unidades e nomes (excluindo táxons) usados no texto.

A abdome. Porção do corpo de um vertebrado entre o tórax (peito) e a pélvis; porção do corpo de um artrópode posterior ao tórax ou cefalotórax. abertura (do latim apertura, de aperire = abrir). Orifício; o orifício na primeira espira de uma concha de gastrópode. abiótico (do grego a = sem + biōtos = vida). Caracterizado pela ausência de vida. abomaso (do latim ab = de + omasum = bolsa). Quarta e

última câmara do estômago dos mamíferos ruminantes. aboral (do latim ab = de + os = boca). Em um animal, região que se situa em posição oposta à boca. abscesso (do latim abscessus = partindo). Células mortas e tecido fluido, confinados em uma área localizada, que causam inchaço. absorver. Refere-se à aquisição de nutrientes, a partir do sangue, que passam através de poros para células ou tecidos. acantódios (do grego akantha = espinhoso, cheio de espinhos). Um grupo primitivo de peixes com maxilas, caracterizados por um espinho grande nas nadadeiras, conhecido do Siluriano Inferior ao Permiano Inferior. acântor (do grego akantha = espinho + or). Primeira forma larval dos acantocéfalos no hospedeiro intermediário. acasalamento harmonioso positivo. Tendência de indivíduos de uma população de acasalar-se com outros que se assemelham a eles por uma ou mais características. acelomado (do grego a = não + koilōma = cavidade).

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Medium 9788527729369

Capítulo 30 - Homeostase | Regulação Osmótica, Excreção e Regulação Térmica

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

CAPÍT ULO

30

Homeostase |

Regulação Osmótica,

Excreção e

Regulação Térmica

Página de rosto da autobiografia de Walter B. Cannon.

Homeostase | O nascimento de um conceito

A tendência à estabilização interna do corpo animal foi reconhecida pela primeira vez por Claude Bernard, um grande fisiólogo francês do século 19, que descobriu as primeiras secreções internas através de seus estudos sobre a glicose sanguínea e o glicogênio hepático. Depois de uma vida de estudos e experimentações, Bernard desenvolveu gradualmente o princípio pelo qual é lembrado, o da constância do meio interno, um princípio que, com o tempo, iria permear a fisiologia e a medicina.

Anos depois, na Universidade de Harvard, o fisiólogo americano

Walter B. Cannon (Figura 30.1) remodelou e redefiniu a ideia de

Bernard. A partir de seus estudos sobre o sistema nervoso e as reações ao estresse, ele descreveu o equilíbrio e o reequilíbrio incessantes dos

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Capítulo 37 - Distribuição Animal

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

CAPÍT ULO

37

PAR T E 5

Distribuição Animal

A nave espacial Terra.

A espaçonave Terra

Toda a vida está confinada à biosfera, uma fina camada sobre a superfície da Terra. Desde as primeiras fotografias notáveis da Terra tiradas da espaçonave Apollo, revelando um lindo globo azul e branco no fundo infinito do espaço, a expressão “espaçonave Terra” tornou-se parte de nosso vocabulário. Todos os recursos necessários à manutenção da vida, exceto a energia solar, estão restritos a uma fina camada de terra e mar e a um estreito véu de atmosfera sobre eles. Se pudéssemos encolher a Terra e todas as suas dimensões a uma esfera de 1,0 m, não seríamos capazes mais de perceber as dimensões verticais da superfície da Terra.

As montanhas mais altas não ultrapassariam uma fina camada de tinta aplicada à nossa Terra encolhida; um arranhão com a unha excederia a profundidade das fossas oceânicas mais profundas.

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A biosfera da Terra e os organismos nela evoluem juntos. Há cerca de 5 bilhões de anos, a Terra era estéril, tempestuosa e vulcânica, com uma atmosfera redutora de amônia, metano e água, mas sustentava as sínteses pré-bióticas que levaram ao início da vida. O surgimento do oxigênio livre na atmosfera, produzido em grande parte, se não quase inteiramente pela vida, ilustra a reciprocidade entre organismo e ambiente. Embora o oxigênio fosse tóxico para as primeiras formas de vida, seu acúmulo gradual pela fotossíntese levou algumas formas a evoluir o metabolismo do oxigênio, do qual a maioria dos organismos agora depende. À medida que os organismos vivos adaptam-se e evoluem, eles mudam seus ambientes. Ao fazer isso, eles devem mudar a si próprios.

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Capítulo 22 - Quetognatos, Equinodermos e Hemicordados

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

CAPÍT ULO

22

Quetognatos,

Equinodermos e

Hemicordados

• FILO CHAETOGNATHA

• FILO XENOTURBELLIDA

• CLADO AMBULACRARIA

° Filo Echinodermata

° Filo Hemichordata

Chaetognatha

Xenoturbellida

Echinodermata

Hemichordata

Um agrupamento de estrelas-do-mar (Pisaster ochraceus) acima da linha da

água na maré baixa.

Um design intrigante para o zoólogo

Libbie Hyman, uma notável zoóloga americana, uma vez referiu-se aos equinodermos como um “grupo nobre especialmente desenhado para intrigar o zoólogo”. Com uma combinação de características que deleitariam o mais ávido leitor de ficção científica, os equinodermos parecem confirmar a observação de Lorde Byron de que

É estranho – mas verdadeiro; pois a verdade é sempre estranha;

Mais estranha que a ficção.

A despeito do valor adaptativo da bilateralidade para os animais de vida livre e dos méritos da simetria radial para os animais sésseis, os equinodermos confundem as regras ao tornarem-se de vida livre , mas radiais.

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Capítulo 11 - Eucariotas Unicelulares/Grupos de Protozoários

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

CAPÍT ULO

11

Eucariotas

Unicelulares/Grupos de Protozoários

Um paramécio.

Emergência dos eucariotas e de um novo padrão de vida

O primeiro indício aceitável de vida na Terra data de aproximadamente

3,5 bilhões de anos. As primeiras células eram organismos procariontes semelhantes a bactérias. Os primeiros procariotas diversificaram-se de forma significativa durante um período muito extenso; atualmente, seus descendentes procariontes pertencem a dois grupos: Bacteria e Archaea.

Duas linhagens dos mais antigos procariotas deram origem ao ancestral comum dos eucariotas por meio da simbiogênese, processo pelo qual as células de uma linhagem procarionte englobaram, mas não digeriram, as células de uma linhagem procarionte diferente. A célula englobada foi finalmente reduzida a uma organela dentro da célula hospedeira. Os produtos eucarióticos da simbiogênese incluem as mitocôndrias e os plastídios.

A mitocôndria originou-se de um procariota aeróbico capaz de obter energia de compostos de carbono usando o oxigênio da atmosfera. Uma bactéria anaeróbica que englobou essa forma aeróbica adquiriu a capacidade de crescer em um ambiente rico em oxigênio. A bactéria aeróbica englobada persistiu dentro da célula como uma mitocôndria com seu próprio material genético. Ao longo do tempo evolutivo, a maioria dos genes da mitocôndria, mas nem todos, passou a residir no núcleo da célula hospedeira. Praticamente todos os eucariotas existentes hoje têm mitocôndrias e são aeróbicos.

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