Ltc (17)
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Medium 9788521630371

26 Corrente e Resistência

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Corrente e Resistência

26-1

CORRENTE ELÉTRICA

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

26.01 Usar a definição de corrente elétrica como a carga que passa

por um ponto por unidade de tempo para calcular a quantidade de carga que passa por um ponto em um dado intervalo de tempo.

26.02 Saber que a corrente elétrica em geral se deve a elétrons de

26.03 Saber o que é um nó de um circuito e que, de acordo com a

lei de conservação da carga, a corrente total que entra em um nó é igual à corrente total que sai do nó.

26.04 Saber o que significam as setas nos desenhos esquemáticos do circuito e saber que, mesmo que seja representada com uma seta, a corrente elétrica não é um vetor.

condução colocados em movimento por campos elétricos (como, por exemplo, os que são produzidos em um fio por uma bateria).

Ideias-Chave zz Uma corrente elétrica i em um circuito é definida pela equação i

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Medium 9788521630371

30 Indução e Indutância

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Indução e Indutância

30-1

LEI DE FARADAY E LEI DE LENZ

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

30.01 Saber que o fluxo magnético F através de uma superfície é a quantidade de campo magnético que atravessa a superfície.

30.02 Saber que o vetor área de uma superfície plana é um vetor perpendicular à superfície cujo módulo é igual à área da superfície.

30.03 Saber que qualquer superfície pode ser dividida em elemen→

tos de área dA (regiões suficientemente pequenas para serem consideradas planas), vetores área de módulo infinitesimal perpendiculares à superfície no ponto em que se encontra o elemento.

30.07 Conhecer a lei de Faraday, que é a relação entre a força ele-

tromotriz induzida em uma espira condutora e a taxa de variação do fluxo magnético através da espira.

30.08 Aplicar a lei de Faraday a uma bobina com várias espiras.

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Medium 9788521630371

23 Lei de Gauss

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Lei de Gauss

23-1

FLUXO ELÉTRICO

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

23.01 Saber que a lei de Gauss relaciona o campo elétrico em

23.05 Calcular o fluxo F do campo elétrico através de uma superfície

23.02 Saber que o fluxo elétrico F através de uma superfície é a

23.06 No caso de uma superfície fechada, explicar os sinais algébri-

23.03 Saber que o vetor área de uma superfície plana é um vetor

23.07 Calcular o fluxo total F através de uma superfície fechada

pontos de uma superfície fechada (real ou imaginária, chamada superfície gaussiana) à carga total envolvida pela superfície. quantidade de campo elétrico que atravessa a superfície.

perpendicular à superfície cujo módulo é igual à área da superfície.

23.04 Saber que qualquer superfície pode ser dividida em elementos

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Medium 9788521630371

30 Indução e Indutância

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Indução e Indutância

30-1

LEI DE FARADAY E LEI DE LENZ

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

30.01 Saber que o fluxo magnético F através de uma superfície é a quantidade de campo magnético que atravessa a superfície.

30.02 Saber que o vetor área de uma superfície plana é um vetor perpendicular à superfície cujo módulo é igual à área da superfície.

30.03 Saber que qualquer superfície pode ser dividida em elemen→

tos de área dA (regiões suficientemente pequenas para serem consideradas planas), vetores área de módulo infinitesimal perpendiculares à superfície no ponto em que se encontra o elemento.

30.07 Conhecer a lei de Faraday, que é a relação entre a força ele-

tromotriz induzida em uma espira condutora e a taxa de variação do fluxo magnético através da espira.

30.08 Aplicar a lei de Faraday a uma bobina com várias espiras.

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Medium 9788521630371

29 Campos Magnéticos Produzidos por Correntes

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Campos Magnéticos Produzidos por Correntes

29-1

O CAMPO MAGNÉTICO PRODUZIDO POR UMA CORRENTE

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

29.01 Desenhar um elemento de corrente em um fio e indicar a orientação do campo magnético produzido pelo elemento de corrente em um ponto fora do fio.

29.06 Saber que as linhas de campo do campo magnético nas vizinhanças de um fio longo, retilíneo, percorrido por uma corrente têm a forma de circunferências.

29.02 Dado um ponto fora de um fio e um elemento de corrente do

29.07 No caso de um ponto perto da extremidade de um fio semi-

29.03 Saber que o módulo do campo magnético criado por um

infinito percorrido por uma corrente, conhecer a relação entre o módulo do campo magnético, a corrente e a distância entre o ponto e o fio.

fio, determinar o módulo e a orientação do campo magnético produzido pelo elemento de corrente no ponto.

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Grupo Gen (1959)
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Medium 9788541202930

3. CIRCULAÇÃO

SCHMIDT-NIELSEN, Knut Grupo Gen PDF Criptografado

LEITURAS COMPLEMENTAREs

3

Capítulo 2 – Sangue

CIRCULAÇÃO

O principal objetivo da movimentação de um líquido no corpo é o de propiciar rá­ pido transporte de grande volume a distân­ cias onde a difusão é inadequada ou muito lenta. Portanto, a circulação é importante em virtualmente todos os animais com mais de poucos milímetros de tamanho e uma necessidade para os grandes animais com altas taxas metabólicas.

Além de transporte de gases, a circu­ lação sanguínea serve (1) para transportar outros solutos, (2) para transportar ca­lor e (3) para transmitir força.

As funções que dependem da trans­ missão de força estão relacionadas, na maioria das vezes, com o movimento do ani­mal todo, o movimento dos órgãos e a manutenção da pressão para a ultrafil­ tração nos vasos sanguíneos renais; estas funções serão discutidas posteriormente.

As funções que dizem respeito ao mo­ vimento de solutos (incluindo os gases) e ao calor serão discutidas neste capítulo.

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Medium 9788541202930

10. MOVIMENTO, MÚSCULO, BIOMECÂNICA

SCHMIDT-NIELSEN, Knut Grupo Gen PDF Criptografado

10

Movimento, Músculo, Biomecânica

Tendemos a pensar que os movimentos estão associados principalmente

à locomoção, ou seja, um animal que se movimenta de um lugar a outro.

Entretanto, mesmo animais que permanecem fixos e nunca se movimentam

(p. ex., ­corais e esponjas), apresentam uma grande diversidade de movimentos.

Deve ser consi­derado também como um animal movimenta água pelas brânquias, alimento pelo trato intestinal ou sangue pelo sistema vascular.

O número de mecanismos utilizados para a realização de movimento é limitado, embora seus usos variem muito. Serão discutidos três mecanismos básicos, os movimentos amebóide, ciliar e muscular.

O movimento amebóide tem seu nome derivado da movimentação da ameba, um organismo unicelular descrito em qualquer livro de Biologia. A locomoção amebóide implica em grandes modificações da forma da célula, fluxo de citoplasma e atividade de pseudópodes.

A locomoção ciliar é o modo característico de movimentação de protozoários ciliados, como o paramécio. Entretanto, os cílios são observados em todos os filos

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Medium 9788541202930

11. CONTROLE E INTEGRAÇÃO

SCHMIDT-NIELSEN, Knut Grupo Gen PDF Criptografado

11

CONTROLE E INTEGRAÇÃO

Os processos fisiológicos, naturalmente, necessitam ser controlados e não devem funcionar de modo disparatado.

Nos capítulos precedentes, com freqüência foram mencionados regulação e controle, porém. seus mecanismos de regula­ção não foram discutidos.

Regulação significa o ajuste de uma quantidade, concentração, taxa ou de alguma outra variável, geralmente a fim de que um nível desejado seja atingido ou mantido. Por exemplo, admitimos instintivamente que a respiração deva fornecer oxigênio à taxa em que é usado pelo organismo. De modo semelhante, todos os processos fisiológicos devem ser controlados e integrados.

Integração significa a união de partes.

Em fisiologia. esta palavra abrange o controle de todos os componentes funcio­ nais, incorporados em um organismo que opera de forma integrada, onde nenhum processo isolado pode ocorrer a um ritmo independente.

As funções fisiológicas podem ser controladas por hormônios ou pelo sis­ tema nervoso, mas há duas diferenças fundamentais: uma está relacionada à

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Medium 9788541202930

6. EFEITOS DA TEMPERATURA

SCHMIDT-NIELSEN, Knut Grupo Gen PDF Criptografado

6

EFEITOS DA TEMPERATURA

No capítulo anterior, foram discutidos o metabolismo energético dos animais e a influência de variáveis, tais como concentração de oxigênio, tamanho corpóreo e atividade. Neste capítulo, será discutida a grande influência da temperatura sobre os organismos vivos e seus processos metabólicos.

A vida ativa dos animais limita-se a uma faixa restrita de temperaturas, que varia de alguns graus abaixo do ponto de congelamento da água pura (0ºC) até aproximadamente +50ºC. O enfoque agora será dado

à temperatura do organismo, e não de seu meio ambiente. Por exemplo, o ser humano mantém a sua temperatura corpórea em cerca de 37ºC independentemente se fica exposto a um frio intenso ou se vai a uma sauna, onde a temperatura é próxima ao ponto de ebulição da água.

Os limites de temperatura para a vida animal são muito restritos quando comparados às temperaturas cósmicas, mas, apesar disso, há a ocorrência de temperaturas adequadas nos oceanos e na maior parte da superfície terrestre, pelo menos em parte do ano.

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Medium 9788541202930

4. ALIMENTO E COMBUSTÍVEL

SCHMIDT-NIELSEN, Knut Grupo Gen PDF Criptografado

4

ALIMENTO E COMBUSTÍVEL

Os animais necessitam de alimento (1) para prover a energia necessária para permanecerem vivos e manterem os processos físicos, para a contração muscular e muitos outros processos, (2) como matéria-prima para formar e manter o mecanismo celular e metabólico e (3) para crescimento e reprodução.

As plantas utilizam a energia solar e o dióxido de carbono da atmosfera para sintetizarem açúcares e, indiretamente, todos os compostos complicados que constituem uma planta.

Todos os animais utilizam compostos químicos para fornecer energia e materiais estruturais. Eles devem obtê-los diretamente dos vegetais ou de outras substâncias orgânicas. Portanto, os compostos orgânicos de que os animais necessitam são, em última análise, derivados das plantas e indiretamente, da luz solar.

Há exceções para esta dependência universal da luz solar. Em alguns locais no fundo do mar, onde não há penetração de luz, existem ricas comunidades animais que se utilizam das características químicas peculiares da água aquecida por processos geotérmicos.

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Grupo A (1422)
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Medium 9788582714508

Capítulo 3 - Anemias hipocrômicas

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Anemias hipocrômicas

Tópicos-chave

QQ

Aspectos nutricionais e metabólicos do ferro

28

QQ

Absorção de ferro

30

QQ

Deficiência de ferro

32

QQ

Causas de deficiência de ferro

32

QQ

Achados laboratoriais

33

QQ

Tratamento

36

QQ

Anemia de doenças crônicas

37

QQ

Anemia sideroblástica

38

28  /  Capítulo 3: Anemias hipocrômicas

O ferro é um dos elementos mais comuns na crosta terrestre; ainda assim, a deficiência de ferro é a causa mais comum de anemia, afetando cerca de 500 milhões de pessoas em todo o mundo. É especialmente frequente em populações de baixa renda, como as da África Subsaariana ou da Ásia Meridional, onde a dieta pode ser pobre e parasitoses

(p. ex., ancilostomose ou esquistossomose) são disseminadas, causando perda de ferro por hemorragia crônica. Além disso, o organismo tem limitada habilidade para absorver ferro. É a causa predominante de anemia microcítica e hipocrômica, na qual os dois índices eritrocitários, volume corpuscular médio (VCM) e hemoglobina corpuscular média (HCM) estão diminuídos, e a microscopia da distensão de sangue mostra eritrócitos pequenos (microcíticos) e pálidos (hipocrômicos). Esse aspecto decorre de defeitos na síntese de hemoglobina (Figura 3.1). Os principais diagnósticos diferenciais em casos de anemia microcítica e hipocrômica são a talassemia, abordada no Capítulo 7, e a anemia de doença crônica, discutida neste mesmo capítulo.

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Medium 9788582714508

Capítulo 5 - Anemias megaloblásticas e outras anemias macrocíticas

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

Anemias megaloblásticas e outras anemias macrocíticas

Tópicos-chave

QQ

Anemias megaloblásticas

49

QQ

Vitamina B12

49

QQ

Folato

51

QQ

Deficiência de vitamina B12

52

QQ

Deficiência de folato

53

QQ

Aspectos clínicos da anemia megaloblástica

53

QQ

Diagnóstico de deficiência de vitamina B12 ou de folato

56

QQ

Outras anemias megaloblásticas

58

QQ

Outras anemias macrocíticas

58

Capítulo 5: Anemias megaloblásticas e outras anemias macrocíticas  /  49

Introdução às anemias macrocíticas

As anemias macrocíticas, caracterizadas por eritrócitos anormalmente grandes (VCM > 98 fL), têm várias causas (ver Tabela 2.5), podendo ser subdivididas em megaloblásticas e não megaloblásticas (Tabela 5.10), de acordo com o aspecto dos eritroblastos em desenvolvimento na medula óssea.

Anemias megaloblásticas

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Medium 9788582714508

Capítulo 10 - O baço

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

O baço

Tópicos-chave

QQ

Anatomia e circulação do baço

117

QQ

Funções do baço

117

QQ

Hematopoese extramedular

118

QQ

Técnicas de imagem para o baço

118

QQ

Esplenomegalia

118

QQ

Hiperesplenismo

119

QQ

Hipoesplenismo

120

QQ

Esplenectomia

120

QQ

Prevenção de infecções em pacientes hipoesplênicos

121

Capítulo 10: O baço  /  117

O baço tem um papel importante e único na função dos sistemas hematopoético e imune. Além de estar diretamente envolvido em muitas doenças desses sistemas, há um número significativo de aspectos clínicos associados a estados hiperesplênicos e hipoesplênicos.

Anatomia e circulação do baço

O baço situa-se sob o rebordo costal esquerdo, tem peso normal de 150 a 250 g e comprimento entre 5 e 13 cm. Em geral, não é palpável, porém se torna palpável quando o tamanho ultrapassa 14 cm.

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Medium 9788582714508

Capítulo 22 - Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 22

Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea

Tópicos-chave

QQ

Pancitopenia

243

QQ

Anemia aplástica

243

QQ

Hemoglobinúria paroxística noturna (PNH)

247

QQ

Aplasia eritroide pura

248

QQ

Síndrome de Schwachman-Diamond

249

QQ

Anemia diseritropoética congênita

249

QQ

Osteopetrose

249

Capítulo 22: Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea  /  243

Pancitopenia

Pancitopenia é a diminuição no hemograma das três linhagens celulares – eritrócitos, leucócitos e plaquetas – em decorrência de causas diversas (Tabela 22.1), que podem ser amplamente divididas em diminuição de produção da medula óssea ou aumento da destruição periférica.

Anemia aplástica

Tabela 22.2  Causas de anemia aplástica

Primárias

Secundárias

Congênitas tipos Fanconi e não Fanconi)

Radiação ionizante: exposição acidental (radioterapia, isótopos radioativos)

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Medium 9788582714508

Capítulo 24 - Plaquetas, coagulação do sangue e hemostasia

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 24

Plaquetas, coagulação do sangue e hemostasia

Tópicos-chave

QQ

Plaquetas

265

QQ

Coagulação do sangue

270

QQ

Células endoteliais

273

QQ

Resposta hemostática

273

QQ

Fibrinólise

275

QQ

Testes de função hemostática

276

Capítulo 24: Plaquetas, coagulação do sangue e hemostasia  /  265

A resposta hemostática normal ao dano vascular depende da interação íntima entre a parede vascular, as plaquetas circulantes e os fatores de coagulação do sangue (Figura 24.1).

Um mecanismo eficiente e rápido para estancar o sangramento em locais de lesão vascular é essencial à sobrevivência.

No entanto, essa resposta precisa ser estritamente controlada para evitar o desenvolvimento de coágulos extensos e os desfazer após a reparação do dano. Desse modo, o sistema hemostático é um equilíbrio entre mecanismos pró-coagulantes e anticoagulantes, aliado a um processo de fibrinólise. Os cinco principais componentes envolvidos são plaquetas, fatores de coagulação, inibidores da coagulação, fatores fibrinolíticos e vasos sanguíneos.

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Editora Manole (125)
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Medium 9788520432709

4. Identificação espectrométrica de substâncias

ANDREI, César Cornélio…[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

Identificação espectrométrica de substâncias

CÉSAR CORNÉLIO ANDREI

E

MILTON FACCIONE

Introdução

Todas as vezes que um pesquisador se defronta com uma substância, algumas questões devem ser resolvidas, dentre elas sua purificação e identificação. Na identificação, pelo menos três técnicas são utilizadas habitualmente: a espectrometria de ressonância magnética nuclear (RMN), de hidrogênio (1H) e de carbono (13C); a espectrometria no infravermelho (IV) e a espectrometria de massas (EM). Todas essas técnicas experimentais resultam em um espectro e o pesquisador deve saber interpretá-lo. Essas análises também são úteis no controle de qualidade de produtos, relacionado a pureza, e para quantificar princípios ativos. Neste capítulo, iremos abordar alguns aspectos teóricos sobre essas técnicas e mostrar os procedimentos para a interpretação dos espectros.

Inicialmente, qualquer técnica a ser empregada na determinação estrutural necessita que a amostra apresente alto grau de pureza, sem o qual, na maioria das vezes a interpretação dos espectros pode se tornar inviável. Atualmente, este requisito tem sido atendido com o emprego de técnicas cromatográficas preparativas de alta eficiência ou resolução, tais como cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE), cromatografia em coluna (CC) Lobar, cromatografia em placa preparativaradial (Cromatotron), cromatografia líquida contra-corrente, cromatografia com fluido supercrítico etc.

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Medium 9788520432709

5. Química combinatória

ANDREI, César Cornélio…[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

Química combinatória

STELA REGINA FERRARINI

E

VERA LÚCIA EIFLER-LIMA

Introdução

O processo de desenvolvimento de novas entidades químicas de interesse farmacológico é demorado, trabalhoso e caro. Mesmo com o desenvolvimento de inúmeras novas tecnologias, o tempo para se descobrir um novo fármaco ainda gira em torno de 12-15 anos. Ainda assim, tem sido uma das áreas de pesquisa mais concorridas das últimas décadas, não somente por ampliar o combate às várias doenças que afligem o ser humano, mas também por envolver transações financeiras gigantescas. De uma maneira geral, a busca de moléculas com relevantes atividades farmacológicas emprega várias metodologias diferentes com o principal objetivo: descobrir tão rápido quanto possível moléculas com aplicações terapêuticas realmente úteis para a sociedade. Entre tais metodologias encontra-se a Química Combinatória (combichem), que busca suprir esta demanda sintetizando moléculas com grande variedade estrutural em um prazo relativamente curto para acelerar o processo de descoberta de compostos de interesse farmacológico.

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Medium 9788520432709

3. Sínteses e semissínteses de fármacos

ANDREI, César Cornélio…[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Sínteses e semissínteses de fármacos

DALVA TREVISAN FERREIRA

Introdução

O avanço do conhecimento na área de Química Farmacêutica, ou Química

Medicinal, tem possibilitado a introdução de novos agentes terapêuticos.

A produção industrial de tais agentes exige conhecimento dos mecanismos que regem as reações químicas, a interação com catalisadores e métodos especializados de purificação e identificação dos fármacos.

Esse complexo de operações define a Química Fina, um setor que gera produtos de composição química definida e alta pureza, do qual decorre um alto valor agregado.

Entre os produtos da Química Fina, encontram-se os fármacos, os aditivos alimentares, os defensivos agrícolas, os explosivos e outros.

No Brasil, a maior concentração das atividades com fármacos restringe-se à formulação e à embalagem. A produção continua pequena em decorrência da complexidade e do desconhecimento da tecnologia adequada ao setor, profundamente dependente de matérias-primas e princípios ativos importados.

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Medium 9788520432709

7. Biotransformação de substâncias bioativas

ANDREI, César Cornélio…[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

Biotransformação de substâncias bioativas

REGINA MARIA GERIS

DOS

SANTOS

E

EDSON RODRIGUES FILHO

Introdução

Muito pouco tem se falado no Brasil sobre a estereoquímica dos fármacos e sua importância na terapêutica. De acordo com a sua disposição espacial, como a existência de dois enantiômeros, um fármaco pode antagonizar a ação do seu estereoisômero, ou um dos enantiômeros pode apresentar um efeito terapêutico e o outro ser responsável por um efeito secundário ou, ainda, os dois enantiômeros podem apresentar a mesma atividade, e apenas um deles manifesta um efeito indesejável. Dentre as várias outras consequências não menos importantes do estereoisomerismo,1 podemos citar o caso das dopaminas, mostrado a seguir, no qual apenas um dos enantiômeros é ativo contra o mal de Parkinson.2

Recentemente, a comunidade científica voltou sua atenção para a obtenção de substâncias enantiomericamente puras,3 uma vez que a existência de enzimas e receptores no organismo conduz a características biológicas diferentes nas estruturas quirais. O resultado dessa ação estereosseletiva dos receptores protéicos é devido a uma ocupação preferencial de um sítio receptor por um dos enantiômeros.3

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Medium 9788520432709

6. Modelagem molecular

ANDREI, César Cornélio…[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Modelagem molecular

THAÍS HORTA ÁLVARES

DA

SILVA

Introdução

Modelos são representações simplificadas de objetos e fenômenos físicos reais.

A modelagem consiste na construção e manipulação de modelos com objetivo de compreender mais profundamente as entidades por eles representadas.

A modelagem molecular consiste na geração, manipulação e/ou representação realista de estruturas moleculares e cálculo das propriedades físico-químicas associadas. Ela pode ser assistida por computadores. O instrumento matemático usado

é a química teórica, e a computação gráfica é a ferramenta para manusear os modelos. Atualmente, os sistemas de modelagem molecular estão munidos de poderosas ferramentas para construção, visualização, análise e armazenamento de modelos de sistemas moleculares complexos, que auxiliam na interpretação das relações entre a estrutura e a atividade biológica. São realizados cálculos de energias de conformação, de propriedades termodinâmicas, de orbitais moleculares e estatísticos.

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Editora Atlas S A (2)
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Medium 9788522478392

Parte II - 11 Métodos e técnicas de pesquisa

ANDRADE, Maria Margarida de Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

11

Métodos e técnicas de pesquisa

11.1 Métodos

Quando o homem começou a interrogar-se a respeito dos fatos do mundo exterior, na cultura e na natureza, surgiu a necessidade de uma metodologia da pesquisa científica.

Metodologia é o conjunto de métodos ou caminhos que são percorridos na busca do conhecimento.

Descartes, pensador e filósofo francês, em seu Discurso do método,1 expõe a ideia fundamental de que é possível chegar-se à certeza por intermédio da razão.

Das concepções de Descartes surgiu o método dedutivo, cuja técnica se fundamenta em esclarecer as ideias através de cadeias de raciocínio.

Para Descartes, para quem verdade e evidência são a mesma coisa, pelo raciocínio torna-se possível chegar a conclusões verdadeiras, desde que o assunto seja pesquisado em partes, começando-se pelas proposições mais simples e evidentes até alcançar, por deduções lógicas, a conclusão final.

Segundo Francis Bacon (1561-1626), filósofo inglês, a lógica cartesiana, racionalista, não leva a nenhuma descoberta, apenas esclarece o que estava implícito, pois somente através da observação se pode conhecer algo novo. Este princípio básico fundamenta o método indutivo, que privilegia a observação como processo para chegar-se ao conhecimento. A indução consiste em enumerar os enunciados

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Medium 9788522478392

Parte II - 10 Pesquisa científica: noções introdutórias

ANDRADE, Maria Margarida de Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

10

Pesquisa científica: noções introdutórias

10.1 Conceitos de pesquisa

Pesquisa é o conjunto de procedimentos sistemáticos, baseado no raciocínio lógico, que tem por objetivo encontrar soluções para problemas propostos, mediante a utilização de métodos científicos.

Todos os conceitos de pesquisa, de uma ou de outra maneira, apontam seu caráter racional predominante. Para Gil (1987a, p. 19), pesquisa é o “procedimento racional e sistemático que tem como objetivo proporcionar respostas aos problemas que são propostos.”

Segundo Cervo e Bervian (1983, p. 50): “A pesquisa é uma atividade voltada para a solução de problemas, através do emprego de processos científicos.”

Salomon (1977, p. 136) associa pesquisa à atividade científica, que se concretiza no trabalho científico:

(...) trabalho científico passa a designar a concreção da atividade científica, ou seja, a investigação e o tratamento por escrito de questões abordadas metodologicamente.

Longa seria a enumeração das várias conceituações propostas por diversos autores. Essas conceituações apenas acrescentam detalhes especificadores, mantendo a ideia de procedimento racional que utiliza métodos científicos.

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