Grupo Gen (1677)
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18 Pesquisa-ação

vERGARA, Sylvia Constant Grupo Gen PDF Criptografado

18

Pesquisa-ação

A pesquisa-ação é um método de pesquisa que visa à resolução de problemas por meio de ações definidas por pesquisadores e sujeitos envolvidos com a situação sob investigação. Objetiva, simultaneamente, a intervenção, a elaboração e o desenvolvimento de teoria. Na definição de Thiollent (1988, p. 14), trata-se de

“um tipo de pesquisa social com base empírica que é concebida e realizada em estreita associação com uma ação ou com a resolução de um problema coletivo e no qual os pesquisadores e os participantes representativos da situação ou do problema estão envolvidos de modo cooperativo ou participativo”.

Este método de pesquisa é, muitas vezes, tratado como sinônimo de pesquisa participante. Como esclarece Thiollent (1987, 1988), a pesquisa-ação é uma forma de pesquisa participante. Entretanto, nem todas as pesquisas participantes são consideradas pesquisa-ação, uma vez que este método é centrado na intervenção planejada em uma dada realidade, por parte dos sujeitos. A participação dos pesquisadores não é suficiente para que a investigação seja considerada pesquisa-ação.

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12 Historiografia

vERGARA, Sylvia Constant Grupo Gen PDF Criptografado

12

Historiografia

A historiografia é um método de pesquisa que visa ao resgate dos acontecimentos e das atividades humanas ao longo do tempo, possibilitando desvendar e compreender as mudanças, as contradições e as tendências da realidade social.

Pode-se dizer que há duas linhas de pensamento orientadoras dos estudos históricos: a historiografia política clássica ou paradigma tradicional e a nova história (CURADO, 2001). Em termos cronológicos, a historiografia conviveu com a supremacia das concepções positivistas até meados do século XX. Contudo, questionamentos a esta postura tradicional emergiram desde fins do século

XIX (CARDOSO, 1981).

No século XX, a historiografia foi fortemente influenciada por duas correntes: o marxismo e o grupo de Annales (CARDOSO, 1981, 1997). Esta última corrente foi marcada pelo lançamento da revista francesa Annales d’histoire

économique et sociale, em 1929, uma iniciativa de Marc Bloch e Lucien Fèbvre

(MOTTA, 2000).

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10 Grupos de Foco

vERGARA, Sylvia Constant Grupo Gen PDF Criptografado

10

Grupos de Foco

Grupo de foco (Focus Group) é um método de coleta de dados que consiste na realização de entrevistas em grupo, conduzidas por um moderador. Tem como objetivo a discussão de um tópico específico. Este método é também chamado de entrevista focalizada de grupo, entrevista profunda em grupos, reuniões de grupos, pesquisa diagnóstica e pesquisa da motivação (MATTAR, 1996).

Pode-se dizer que as entrevistas em grupo, na área de ciências sociais, têm sido utilizadas desde a década de 1920. Inicialmente, pesquisadores como

Emory Bogardus e Walter Thurstone utilizaram várias formas de entrevistas em grupo, atendendo a propósitos diversos, como, por exemplo, a elaboração de instrumentos para a pesquisa do tipo survey (MORGAN, 1998). Entretanto, foi com Robert Merton e Paul Lazarsfeld que o método desenvolveu-se, antes da

Segunda Guerra Mundial. Entre os anos de 1950 e 1980 aproximadamente, o método foi utilizado basicamente em pesquisas na área de marketing. Recentemente, tornou-se também popular em outras áreas (MORGAN, 1998).

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Medium 9788522499052

4 Construção de Desenhos

vERGARA, Sylvia Constant Grupo Gen PDF Criptografado

4

Construção de Desenhos

A construção de desenhos1 é um método para a obtenção de dados por meio do qual o pesquisador solicita aos sujeitos da pesquisa que elaborem uma imagem gráfica (desenho de livre criação) relacionada ao tema proposto. Trata-se, portanto, da criação de uma resposta visual à situação sob investigação.

A utilização da construção de desenhos em pesquisas empíricas na área de administração visa estimular a manifestação de dimensões emocionais, psicológicas e políticas, pouco enfatizadas por métodos de cunho racional. Com Kolck

(1968, p. 10), há de admitir-se que “um desenho representa uma maneira de ver as coisas, de se colocar diante delas e de senti-las, e como tal nos dá indicações da maneira peculiar de ser e sentir de uma pessoa”. Ou, como afirmam Pagès et al. (1993), desenhos representam o imaginário, teatralizam o inconsciente.

Pode-se dizer, portanto, que a proposta de construção de desenhos representa uma tentativa de resgate da subjetividade dos indivíduos. Trata-se de reconhecer que palavras e números nem sempre são suficientes para expressar sentimentos e percepções de cunho mais afetivo (VERGARA, 2004b).

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Medium 9788521630906

CAPÍTULO 35 - TEORIA DA EXTRAÇÃO

ZUBRICK, James W. Grupo Gen PDF Criptografado

TEORIA DA EXTRAÇÃO

capítulo

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“Diversas extrações pequenas são melhores do que uma extração grande.” Indubitavelmente, você já ouviu isso muitas vezes, mas agora vou tentar mostrar que se trata de uma verdade.

Como exemplo, digamos que você tem uma solução aquosa de ácido oxálico e precisa isolá-la da água fazendo uma extração. Em seu manual, você vê algumas solubilidades do ácido oxálico: 9,5 g/100 g em água; 23,7 g/100 g em etanol; 16,9 g/100 g em éter dietílico. Com base nas solubilidades, você decide extrair em etanol o ácido contido na água, esquecendo-se por um momento de que o etanol é solúvel em água e que você deve ter dois líquidos insolúveis para realizar uma extração.

Aborrecido, você se esquece do etanol e escolhe o éter dietílico.

A partir dos dados de solubilidade anteriores podemos calcular o coeficiente de distribuição, também chamado de coeficiente de partição, do ácido oxálico na extração água-éter. Esse coeficiente (um número) é simplesmente a razão entre as solubilidades do composto que você deseja extrair nas duas camadas. Nesse caso,

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Grupo A (991)
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Medium 9788573076295

Capítulo 18 - Produção Primária – Parte 2

Ricardo Motta Pinto-Coelho Grupo A PDF Criptografado

c a p í t u l o

18

Produção Primária – Parte 2

FATORES LIMITANTES DA

PRODUÇÃO PRIMÁRIA

Em termos fisiológicos, apenas três tipos de fatores limitam a produção primária: a luz, os nutrientes e a temperatura.

Obviamente existem outros fatores ecológicos que afetam os valores da produção primária. Esses fatores, contudo, não afetam diretamente a fisiologia da fotossíntese e, muitas vezes, causam confusões ao ecólogo. Muitos fatores biológicos, tais como a taxa de herbivoria (grazing), o parasitismo ou a competição, alteram apenas as taxas de perdas de uma população de plantas sem necessariamente afetar sua performance fisiológica. Podem ter também efeitos indiretos, como a reciclagem de nutrientes pelo zooplâncton, o sombreamento ou, ainda, a competição por recursos.

RADIAÇÃO

É o fator principal a controlar as taxas de fotossíntese. A radiação normalmente afeta a fotossíntese de três maneiras diferentes: inibição, saturação e limitação.

Inibição

Este tipo de ação ocorre quando a radiação disponível no sítio fotossintético está entre 30 e 100% da intensidade de luz incidente na superfície, Io (pode ser um lago ou a superfície do topo do dossel da mata). A inibição pode ser fotoquímica ou por aumento da fotorrespiração. A primeira pode manifestar-se das seguintes maneiras: inibição nas cadeias de transporte de elétrons; fotoxidação dos pigmentos, principalmente por excesso de radiação ultravioleta ou, ainda, pela contração dos cloroplastos. Na comunidade fitoplanctônica, a zona de inibição normalmente ocorre próximo à superfície (Figura 18.1).

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Medium 9788573076295

Capítulo 25 - Modelos Matemáticos

Ricardo Motta Pinto-Coelho Grupo A PDF Criptografado

c a p í t u l o

25

Modelos Matemáticos

INTRODUÇÃO

Segundo Ignall e Colesar (1979), o propósito do uso de modelos matemáticos não são os números em si que eles apresentam, mas, sim, a nova maneira de se enfocar uma dada questão científica. As principais características estruturais de um modelo são as variáveis de estado que correspondem às variáveis indispensáveis ao cálculo da dinâmica do sistema considerado. A escolha dessas variáveis dependerá não só do sistema em questão (quemostato, lago, rios, estuários, etc.) como também dos processos a modelizar: transporte, produção, consumo, etc.

O número e a natureza dessas variáveis dependerão da complexidade do modelo, que está vinculada a dois tipos: a complexidade de representação física do sistema (padrões de distribuição espacial, por exemplo) e a dos processos ecológicos a serem modelizados (número de espécies ou de níveis tróficos a considerar, por exemplo). A maioria dos modelos possui três tipos de variáveis: de estado, de força e auxiliares.

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Medium 9788573076295

Capítulo 5 - Comunidades e Ecossistemas

Ricardo Motta Pinto-Coelho Grupo A PDF Criptografado

c a p í t u l o

5

Comunidades e

Ecossistemas

INTRODUÇÃO

Möbius (1877) foi um dos primeiros a tentar caracterizar uma comunidade. Estudando bancos de ostras em regiões litorâneas notou que existe uma interdependência entre os organismos presentes no que ele designou por biocenose.

O termo comunidade pode ser também definido como o conjunto de todas as populações de uma dada área geográfica (Odum,

1963) ou como a “parte viva” do ecossistema

(Clark, 1954). É comum o uso do termo biocenose por ecólogos europeus em lugar de comunidade.

Os organismos de uma biocenose atuam em reciprocidade com o meio físico, sendo influenciados por ele (i.e., temperatura e pluviosidade) e também modificando-o de modo característico (por exemplo, pH do solo, composição e quantidade de compostos orgânicos da água do mar).

OUTRAS DEFINIÇÕES DE COMUNIDADES

A comunidade é uma unidade ecológica de visualização muito menos clara na natureza.

Em virtude disso, há inúmeras definições desse conceito, procurando destacar algumas de suas propriedades gerais e atributos que possam ser observados pelos ecólogos. Vejamos algumas delas. Segundo Krebs (1972), muitos dos termos relativos a comunidades vêm da ecologia vegetal: a) qualquer conjunto de populações em uma determinada área ou hábitat, podendo ter os mais variados tamanhos; b) uma associação entre populações interativas (Ricklefs, 1980); c) uma reunião de populações em uma determinada área ou hábitat físico definidos, sendo unidade ecológica pouco definida (Odum, 1972); d) um conjunto de espécies (populações) que ocorre conjuntamente no tempo e no espaço (Begon et al., 1990).

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Medium 9788573076295

Capítulo 11 - Efeitos da Predação sobre a Estrutura das Comunidades

Ricardo Motta Pinto-Coelho Grupo A PDF Criptografado

c a p í t u l o

11

Efeitos da Predação sobre a Estrutura das

Comunidades

A PREDAÇÃO COMO UMA FONTE

DE DISTÚRBIO

A explicação dos mecanismos responsáveis pela manutenção da elevada diversidade observada em diferentes comunidades é, sem dúvida, um dos maiores desafios da ecologia. Pela teoria da competição, seria de esperar que espécies com potencial inferior de competividade fossem, em algum ponto do tempo, levadas à extinção. Se isso fosse verdadeiro, a diversidade de uma comunidade seria explicada por uma partição de recursos entre espécies feita de tal maneira que cada espécie usaria uma porção definida dos recursos disponíveis. Essa fração não seria compartilhada por nenhuma outra espécie dessa comunidade, pelo menos em sua totalidade. No entanto, essa argumentação baseia-se em duas premissas não necessariamente válidas:

1. Se a competição é uma força realmente importante, isso implica que os recursos são limitantes. No entanto, há várias situações nas quais certos distúrbios, sejam biológicos (predação) ou

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Medium 9788573076295

Capítulo 13 - A Energia Solar na Biosfera

Ricardo Motta Pinto-Coelho Grupo A PDF Criptografado

c a p í t u l o

13

A Energia Solar na Biosfera

DEFINIÇÕES BÁSICAS

Energia é a capacidade de realizar trabalho. Essa capacidade pode manifestar-se sob várias formas: radiação eletromagnética, energia potencial ou incorporada, energia cinética, energia química (dos alimentos) e calor.

A primeira lei da termodinâmica, conservação da energia, estabelece que a energia pode ser transformada de um tipo em outro, mas não pode ser criada nem destruída. São exemplos dessas transformações: luz em calor, energia potencial em cinética.

Sua segunda lei (da entropia) dispõe que nenhum processo que implique transformação energética ocorrerá espontaneamente, a menos que haja degradação de energia de uma forma concentrada em uma forma mais dispersa (ou desorganizada). Por isso, nenhuma transformação de energia é 100% eficiente. A entropia (S) é uma medida de energia não disponível, que resulta das transformações energéticas. Sua variação é sempre positiva em qualquer transformação.

S2 - S1 = δ S > 0

Os organismos vivos possuem uma característica termodinâmica essencial: conseguem criar e manter um alto grau de ordem interna

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Gbk (1)
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Medium 9788527729369

Capítulo 1 - Vida | Princípios Biológicos e a Ciência da Zoologia

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

CAPÍT ULO

1

PAR T E 1

Vida | Princípios

Biológicos e a

Ciência da Zoologia

Zoóloga estudando o comportamento de babuínos-amarelos (Papio cynocephalus) na Reserva Amboseli, Quênia.

Os usos dos princípios

Conquistamos conhecimentos sobre o mundo animal, aplicando ativamente princípios orientadores importantes às nossas investigações. Assim como a exploração do espaço sideral é guiada e limitada pela tecnologia disponível, a exploração do mundo animal depende criticamente das nossas perguntas, métodos e princípios. A zoologia só tem pleno sentido quando os princípios que usamos para a sua construção são bem compreendidos.

Os princípios da zoologia moderna têm uma longa história e muitas fontes. Alguns princípios vêm das leis da física e da química, aos quais todos os sistemas vivos obedecem. Outros derivam do método científico e nos informam que nossas explicações hipotéticas sobre o mundo animal devem nos guiar para a obtenção de dados que, potencialmente, possam refutar essas explicações. Muitos princípios importantes derivam de estudos prévios do mundo vivo do qual os animais são parte.

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Editora Saraiva (50)
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Medium 9788536509099

2. Hidrocarbonetos e Nomenclatura Orgânica

PAVANELLI, Luciana da Conceição Editora Saraiva PDF Criptografado

Hidrocarbonetos e Nomenclatura

Orgânica

2

Para começar

Este capítulo tem por objetivo definir os conceitos e a composição estrutural da função orgânica chamada hidrocarboneto. Exibe também as definições, estruturas e nomenclaturas determinadas pela IUPAC.

Isso será a base para as demais funções orgânicas.

2.1 Fundamentos dos hidrocarbonetos

Os hidrocarbonetos são extraídos da natureza em forma de petróleo e gás natural.

A sociedade moderna tornou-se dependente do consumo desses compostos, pois além de serem fontes de energia são matéria-prima para fabricação de uma infinidade de produtos. Suas cadeias servem como matriz para os demais compostos orgânicos.

2.1.1 Hidrocarbonetos

Hidrocarbonetos são compostos formados exclusivamente por carbono e hidrogênio.

Atualmente, alguns milhares de hidrocarbonetos já são conhecidos. As diferentes características físicas entre eles são uma consequência das diferentes composições moleculares. Contudo, todos os hidrocarbonetos apresentam uma propriedade comum: oxidam-se facilmente, liberando calor.

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Medium 9788536509099

9. Amina

PAVANELLI, Luciana da Conceição Editora Saraiva PDF Criptografado

9

Amina

Para começar

Este capítulo tem o objetivo de estudar os conceitos e a composição estrutural da função orgânica chamada amina, reconhecer, classificar, aplicar a regra de sua nomenclatura oficial determinada pela

IUPAC e justificar diferenças entre as outras funções.

A presença de novos elementos como o nitrogênio, além do carbono (C), oxigênio (O) e hidro­ gênio (H), gera uma nova infinidade de compostos orgânicos que podem explicar a complexidade dos seres vivos. Desde a pólvora primitiva até os modernos explosivos; da seleção genética à biotecnologia; a evolução dos medicamentos. Ciência vem descobrindo inúmeros compostos e se deparando com diver­ sos desafios na busca de um mundo com qualidade de vida melhor, mais confortável e mais saudável.

9.1 Fundamentos da função amina

Nossa atmosfera é composta basicamente por 20% de oxigênio e 80% de nitrogênio. Como sabemos, a importância do oxigênio é vital. Mas, e o nitrogênio? Qual é a sua importância?

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Medium 9788536509099

4. Aldeído

PAVANELLI, Luciana da Conceição Editora Saraiva PDF Criptografado

4

Aldeído

Para começar

Este capítulo tem o objetivo de estudar os conceitos, a composição estrutural da função orgânica chamada aldeído e sua nomenclatura determinados pela IUPAC.

O aldeído mais conhecido é o formaldeído, cujo nome oficial é metanal.

4.1 Fundamentos da função aldeído

Aldeídos são compostos orgânicos que apresentam um oxigênio ligado ao carbono por uma dupla ligação (C=O), e um hidrogênio ligado ao mesmo carbono (‒H). Essa estrutura é possível quando estão ligados na extremidade da cadeia:

O

C

H

O átomo de carbono fazendo uma dupla ligação com um átomo de oxigênio constitui um grupo funcional denominado carbonila. Esse grupo funcional ligado a um hidrogênio (carbonila + hidrogênio) é chamado de aldoxila, formila ou metanoíla:

43

Carbonila

O

O

C

Aldoxila

C

H

H

A nomenclatura oficial dos aldeídos recebe o sufixo “al”. Nos aldeídos não é necessário localizar a posição na cadeia carbônica de onde o grupo funcional está saindo, pois, conforme vimos, ele sempre virá na extremidade. Assim, temos como esquema geral da nomenclatura oficial dos aldeídos o seguinte:

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Medium 9788536509099

1. Química Orgânica

PAVANELLI, Luciana da Conceição Editora Saraiva PDF Criptografado

1

Química Orgânica

Para começar

O objetivo deste capítulo é definir os conceitos básicos pertinentes à Química Orgânica. Traz também quais são os compostos orgânicos mais utilizados no nosso cotidiano, procurando mostrar como esses materiais são comuns na nossa vida e de que maneira podem contribuir com a evolução industrial e tecnológica de um modo geral.

As informações apresentadas são a base necessária para entender de forma gradual os demais conceitos, bem como suas definições, estruturas e nomenclaturas determinadas pela IUPAC (International

Union of Pure and Applied Chemistry).

1.1 Para entender a Química Orgânica

A química dos compostos de carbono é, frequentemente, estudada sob o nome de Química

Orgânica, como se fosse um ramo especial da Química. Na realidade, esse nome tem origens históricas e razões didáticas.

Dava-se o nome de Química Orgânica à química dos compostos produzidos pelos animais e vegetais. Acreditava-se naquela época que tais compostos se formavam pela ação de um misterioso princípio chamado força vital.

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Medium 9788536509099

3. Álcool

PAVANELLI, Luciana da Conceição Editora Saraiva PDF Criptografado

3

Álcool

Para começar

Este capítulo tem o objetivo de estudar os conceitos, a composição estrutural da função orgânica chamada álcool e sua nomenclatura determinados pela IUPAC.

É o início das funções orgânicas oxigenadas. O oxigênio aparece como o terceiro elemento mais frequente na Química Orgânica, originando grupos funcionais.

3.1 Fundamentos da função álcool

Álcool é o composto orgânico que apresenta o grupo hidroxila (-OH) ligado ao carbono saturado. Sua nomenclatura oficial recebe “ol” como sufixo.

De forma geral, sua representação é:

C

OH

Por serem bastante reativos e, ao mesmo tempo, baratos, os alcoóis são usados na obtenção de outras substâncias orgânicas, como medicamentos, anticongelantes e bactericidas. Além disso, são empregados como solventes e combustíveis.

Os alcoóis são pouco frequentes na natureza. Mas no nosso cotidiano utilizamos esse grupo de substâncias com abundância, especialmente o etanol.

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Editora Manole (69)
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Medium 9788520429303

8. Os Músculos do Palato Mole

DIMON JR., Theodore Editora Manole PDF Criptografado

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Os Músculos do Palato Mole

O palato (“céu da boca”) é outra área crucial da musculatura localizada na região da cabeça e do pescoço que é frequentemente negligenciada, mas, na realidade, é decisiva para uma respiração saudável e a utilização da voz (Fig. 8.1). O palato é constituído por duas regiões: o palato duro que forma o teto da boca, e o palato mole que se situa posterior ao palato duro e é formado por tecido mole, não diferente daquele da língua, formando uma estrutura arqueada na parte posterior da boca. Na ilustração da faringe, apresentada no Capítulo 9 (Fig. 9.2), pode-se observar a abertura da boca, com o palato duro (anterior) e o palato mole (posterior). A ilustração também mostra os diferentes níveis da faringe, relacionados a cavidade nasal, oral e a laringe.

A úvula, uma estrutura visível suspensa no palato mole no limite posterior da cavidade oral, é controlada pelo músculo da úvula, que a eleva posteriormente (Fig.

9.2).

Imediatamente anterior à úvula existem dois arcos ou pilares; ao examinar a faringe de alguém, é possível visualizar esses arcos na região posterior. As tonsilas também podem ser observadas adjacentes a eles. Esses pilares são formados por dois músculos, o palatoglosso e o palatofaríngeo. O músculo palatoglosso forma o arco palatoglosso, estendendo-se bilateralmente da região anterior do palato mole a ambos os lados da língua.

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Medium 9788520429303

17. O Tórax e os Músculos da Respiração

DIMON JR., Theodore Editora Manole PDF Criptografado

17

O Tórax e os Músculos da Respiração

O tórax (que funciona como uma couraça ou armadura usada pelos gregos antigos) é formado pelas costelas e pelo esterno, e possui várias funções (Fig. 17.1). Em primeiro lugar, ele oferece uma estrutura óssea protetora para os órgãos da respiração e circulação – pulmões e coração. Em segundo lugar, seus movimentos, junto com os do diafragma, são responsáveis pela respiração. E em terceiro, fornece parte da estrutura para inserções e apoio dos músculos do dorso e do tronco.

Existem doze costelas de cada lado do corpo, que correspondem às doze vértebras torácicas da coluna. As sete primeiras fixam-se anteriormente no esterno e são chamadas de costelas verdadeiras. As cinco restantes são chamadas de costelas falsas porque não se fixam diretamente no esterno, mas juntam-se umas as outras, para for­ mar um arco na região inferior ao esterno chamado arco costal, o qual pode ser palpado com facilidade abaixo do esterno. As duas costelas mais inferiores são chamadas de costelas flutuantes porque não se fixam na região anterior. As costelas não são constituídas por osso em toda a sua extensão. Antes de alcançar o esterno, tornam-se cartilagíneas, de forma que sua conexão com o esterno seja cartilaginosa e um pouco flexível. O arco costal também é constituído por cartilagem.

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Medium 9788520435762

12. Sensomotricidade

MAURER, Martin H. Editora Manole PDF Criptografado

122_173_physiologie_RAFA_10 - 14 Physiologie 10/3/14 4:48 PM Page 136

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Fisiologia humana ilustrada

12.1 Reflexos

12

A sensomotricidade descreve a percepção do meio ambiente e do estado do próprio corpo, tendo em vista programas motores para rapidez, ritmo e fluidez dos movimentos que servem à alteração comportamental. No córtex motor estão representados grupos musculares de acordo com sua importância para a vida humana (Fig. 12.1). Assim, por exemplo, a mão e a região bucal ocupam uma área considerável. O conjunto fornece a figura de um homúnculo somatomotor. Do córtex somatossensorial partem informações motoras que descem pelo trato piramidal, cuja porção principal cruza para o lado oposto da pirâmide.

Ã

Clínica: Por meio da relação topográfica da via piramidal e dos gânglios basais com as regiões especialmente passíveis de distúrbios da irrigação por meio da região suprida pela artéria cerebral média, é possível explicar muitos sintomas do acidente vascular com hemiparalisia (síndrome de

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Medium 9788520435762

7. Rim, eletrólitos, água e equilíbrio acidobásico

MAURER, Martin H. Editora Manole PDF Criptografado

072_121_physiologie_RAFA_05 - 09 Physiologie 10/3/14 5:05 PM Page 88

88

7

Fisiologia humana ilustrada

7.1 Função dos rins

O rim, assim como a pele, o pulmão e o intestino, faz parte dos órgãos excretores.

!

Atenção: O fígado, por meio de processos bioquímicos, prepara substâncias para serem excretadas, mas só libera essas substâncias na corrente sanguínea ou na bile.

Funções do rim:

1. Regulação da água e controle dos eletrólitos por meio de u isoionia (mantém constante a distribuição de íons); u isotonia (mantém constante a osmolaridade); u isoidria (mantém constante o valor do pH); u isovolemia (mantém constante o volume).

2. Excreção de: u ácidos fixos; u ureia, ácido úrico, amônia; u xenobiótica (principalmente fármacos).

3. Recuperação de: u glicose e outros açúcares; u aminoácidos e pequenas proteínas, por exemplo, galactose.

4. Produção de hormônios e peptídios bioativos: u eritropoetina – aumenta a produção de eritrócitos; u calcitriol – regula o equilíbrio de cálcio e fosfato; u renina (protease, não hormônio); influenciam o tônus vascular u prostaglandinas.

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Medium 9788520435762

15. Fisiologia sensorial

MAURER, Martin H. Editora Manole PDF Criptografado

174_193_physiologie_2te_auflage_Physiologie 10/3/14 5:20 PM Page 170

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Fisiologia humana ilustrada

15.1 Fisiologia sensorial geral

15

Para que exista uma interação direcionada com o meio ambiente, cinco sistemas sensoriais se desenvolvem (Tab. 15.1).

Tabela 15.1 Os cinco sistemas sensoriais

Sentido

Adjetivo derivado do latim* Adjetivo derivado do grego** Exemplo de distúrbio

Visão

Visual

Óptico

Anopsia

Audição

Auditivo

Acústico

Hipoacusia

Olfato

Olfatório

Ósmico

Hiperosmia

Tato

Tátil

Háptico

Anestesia

Paladar

Gustatório

-

Ageusia

* A observação parte, geralmente, do destinatário

** A observação parte, geralmente, do objeto

Um estímulo adequado para o sistema sensorial é captado por receptores sensoriais apropriados, geralmente por meio de alteração do potencial de membrana da célula receptora (potencial receptor ou potencial gerador). Esse processo é chamado transdução. A intensidade do potencial receptor é proporcional ao estímulo (codificação análoga). No próximo passo, o potencial receptor é codificado como potencial de ação. Esse processo é denominado transformação. A frequência dos potenciais de ação corresponde, então, à intensidade do potencial receptor (codificação digital) (Fig. 15.1, 15.2).

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