Grupo Gen (1677)
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Medium 9788521630463

PARTE III – 21 - PESQUISA QUALITATIVA COM ESTUDO DE CASO

BAPTISTA, Makilim Nunes; CAMPOS, Dinael Corrêa de Grupo Gen PDF Criptografado

21

C apítulo

Pesquisa qualitativa com estudo de caso

CLÁUDIO GARCIA CAPITÃO E ANNA ELISA DE VILLEMOR-AMARAL

INTRODUÇÃO

Uma das formas possíveis de se desenvolver conhecimento científico, aceita e bastante utilizada principalmente em ciências humanas, tem como base o estudo de caso. O estudo de caso é um meio de se fazer ciência, principalmente quando a natureza do fenômeno observado é multideterminada e interessa conhecer de modo profundo e abrangente a singularidade de dada situação, mesmo que, em última instância, se busque um conhecimento que, de alguma forma ou em alguns aspectos, possa ser generalizável.

O uso do estudo de caso tem sido enfatizado no campo da clínica, no qual as denominações estudo de caso e caso clínico se equivalem. O estudo aprofundado e prolongado de casos individuais marcou positivamente a história da medicina e da psicologia, sendo inúmeros os relatos de casos que constituíram verdadeiros marcos na elaboração de teorias.

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Medium 9788521619086

18 - Desfecho

B Richter Grupo Gen PDF Criptografado

220

Capítulo 18

18

Desfecho

Os próximos anos serão importantes para determinar o curso dos esforços mundiais a fim de se controlar a mudança climática. Nossos olhos e ouvidos são bombardeados constantemente com argumentos e contra-argumentos que, como dissemos na

Introdução, incluem os sensatos, os insensatos e os egoístas. Nosso objetivo tem sido contar o lado técnico da história de uma forma honesta para o público em geral sem simplificar demais ou esconder as consequências das escolhas que devem ser feitas. Esperamos que, munido de alguns fatos, o leitor possa distinguir entre os argumentos e contra-argumentos sensatos, insensatos e egoístas.

Muitos dizem que nas democracias as pessoas raramente estão dispostas a fazer escolhas difíceis, a menos que temam as consequências de não fazê-las. Talvez sejamos muito românticos, mas acreditamos que elas estejam dispostas quando o problema é claro e as consequências da ação ou inação são claras. Esperamos que você extraia algumas coisas deste livro:

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Medium 9788521617129

Capítulo 35 - Aplicações da Equação de Schrödinger

Paul A. Tipler, Gene Mosca Grupo Gen PDF Criptografado

35

C A P Í T U L O

Aplicações da Equação de

Schrödinger

35-1

35-2

35-3

35-4

35-5

35-6

A Equação de Schrödinger

Uma Partícula num Poço Quadrado Finito

O Oscilador Harmônico

Reflexão e Transmissão de Ondas dos Elétrons:

Penetração de Barreiras

A Equação de Schrödinger em Três Dimensões

A Equação de Schrödinger para Duas Partículas Idênticas

N

o Capítulo 34, vimos que elétrons e outras partículas têm propriedades de onda e são descritas por funções de onda na forma (x, t). Mencionamos também que a função de onda é uma solução da equação de

Schrödinger, e discutimos qualitativamente algumas soluções sem nos referirmos à equação. Em particular, mostramos como as condições de onda estacionária levavam à quantização de energia para uma partícula confinada numa caixa unidimensional.

Neste capítulo continuamos nossa discussão sobre o assunto introduzido no Capítulo 34. Vamos discutir a equação de Schrödinger e aplicar esta equação ao problema da partícula numa caixa e a diversas outras situações nas quais a partícula está confinada numa região do espaço, para ilustrar como as condições de contorno conduzem a quantização de energia. Vamos mostrar também como a equação de Schrödinger leva à penetração de barreiras e discutir a extensão da equação de Schrödinger para mais de uma dimensão e mais de uma partícula.

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Medium 9788521626886

Capítulo 5 - Propriedades Ondulatórias das Partículas

TIPLER, Paul A.; LLEWELLYN, Ralph A. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

Propriedades Ondulatórias das Partículas

5-1 A Hipótese de de Broglie

5-1

A Hipótese de de Broglie

5-2

Medida do Comprimento de Onda das Ondas de

Matéria

5-3

Pacotes de Ondas

5-4

Interpretação Probabilística da Função de Onda

5-5

O Princípio de Indeterminação

5-6

Algumas Consequências do Princípio de

Indeterminação

5-7

O Dualismo Onda-Partícula

E

m 1924, um estudante francês, Louis de Broglie,1 propôs em sua tese de doutorado que o dualismo onda-partícula, até então reconhecido apenas no caso das ondas eletromagnéticas, era também uma propriedade da matéria e, em especial, dos elétrons. Essa sugestão era altamente especulativa, já que não havia na época nenhum indício experimental do caráter ondulatório dos elétrons ou de qualquer outra partícula. Como o jovem cientista teria chegado a uma ideia aparentemente tão estranha? Na verdade, tratava-se de um “lampejo”, semelhante à “ideia fantástica” de Einstein que o levou ao princípio de equivalência

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Medium 9788521634225

CAPÍTULO 16 - Macromoléculas e agregados

ATKINS, Peter Grupo Gen PDF Criptografado

16

Macromoléculas e agregados

Macromoléculas são moléculas muito grandes formadas biossinteticamente a partir de moléculas menores nos organismos, pelos químicos em laboratório ou em um reator industrial. As macromoléculas de ocorrência natural incluem os polissacarídeos, como a celulose, os polipeptídeos, tais como as enzimas proteicas, os polinucleotídeos, tais como o ácido desoxirribonucleico (ADN, em inglês DNA). Macromoléculas sintéticas incluem polímeros, como o náilon e o poliestireno, que são obtidos pelo agrupamento sequencial e, às vezes, pela reticulação de pequenas unidades conhecidas como monômeros

(Fig. 16.1).

Macromoléculas naturais são diferentes em certos aspectos das macromoléculas sintéticas, particularmente na sua composição e nas estruturas resultantes, mas as duas compartilham de várias propriedades comuns. Vamos nos concentrar, na primeira parte deste capítulo, nessas propriedades comuns. Na segunda parte vamos explorar o agrupamento de moléculas pequenas em partículas grandes em um processo que é chamado de ‘auto-organização’ e que dá surgimento aos agregados. Um exemplo é a formação da hemoglobina a partir de quatro polipeptídeos semelhantes à mioglobina. Um tipo semelhante de agregação dá origem a uma variedade de fases dispersas, que incluem os coloides.

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Grupo A (991)
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Medium 9788536702735

Capítulo 18 - Publicação internacional de artigo científico

Carlos Estrela Grupo A PDF Criptografado

18

Publicação internacional de artigo científico

José Antonio Poli de Figueiredo

Paul M. H. Dummer

Introdução

O desejo de qualquer profissional do ensino odontológico é publicar seus trabalhos em revistas internacionais de alta qualidade, com corpo editorial com revisão efetiva. Essas publicações, além de gerar grande satisfação para o indivíduo, servem de atestado de qualidade e relevância de sua pesquisa e/ou trabalho clínico, refletindo também no grau de perícia do pesquisador e de sua equipe. Da mesma forma, as publicações em revistas internacionais com prestígio repercutem positivamente na Faculdade de Odontologia ou centro de pesquisa, comprovando que a instituição é capaz de atrair e manter financeiramente pesquisadores de elevado grau.

Em muitos países, a avaliação periódica das faculdades inclui a análise do impacto externo das pesquisas ali desenvolvidas

– nesse particular, o número de publicações realizadas em um determinado período de tempo, a qualidade das publicações e as obtenções de bolsas e verbas para as pesquisas.

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Medium 9788580553345

Capítulo 2 - Estrutura celular

Geo. F. Brooks, Karen C. Carroll, Janet S. Butel, Stephen A. Morse, Timothy A. Mietzner Grupo A PDF Criptografado

2

C A P Í T U L O

Estrutura celular introdução

Neste capítulo, discutimos a estrutura básica e a função dos componentes que constituem as células eucarióticas e as procarióticas. O capítulo inicia-se com uma discussão sobre o microscópio. Historicamente, foi o microscópio que primeiramente revelou a presença das bactérias e, mais tarde, os segredos da estrutura celular. Hoje, continua sendo uma poderosa ferramenta em biologia celular.

métodos óPticos o microscópio óptico

O poder de resolução do microscópio óptico, em condições ideais, corresponde aproximadamente a metade do comprimento de onda da luz utilizada. (O poder de resolução refere-se a distância que deve separar dois pontos de luz para que sejam vistos como duas imagens distintas.) No caso da luz amarela, cujo comprimento de onda é de 0,4 µm, o menor diâmetro separável é, portanto, de cerca de 0,2 µm, ou seja, um terço da largura de uma célula procariótica típica. A ampliação útil no microscópio é a que possibilita a visualização das menores partículas passíveis de resolução. Em geral, vários tipos de microscópio

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Medium 9788577804788

19. Máquinas Térmicas e Refrigeradores

Randall D. Knight Grupo A PDF Criptografado

19 Máquinas Térmicas e

Refrigeradores

Isto não é fumaça. São nuvens de vapor que sobem das torres de refrigeração de uma grande usina de geração de energia elétrica. Ela gera eletricidade através da transformação de calor em trabalho

– mas não com muita eficiência.

Aproximadamente dois terços da energia do combustível são dissipados no ar como “calor rejeitado”.

᭤ Olhando adiante

O objetivo do Capítulo 19 é estudar os princípios físicos que governam o funcionamento das máquinas térmicas e dos refrigeradores. Neste capítulo, você aprenderá a:

■ Entender e analisar as máquinas

térmicas e os refrigeradores.

■ Entender o conceito e a relevância

da máquina de Carnot.

■ Caracterizar o desempenho de

uma máquina térmica em termos de seu rendimento térmico e o de um refrigerador pelo seu coeficiente de desempenho.

■ Reconhecer que a segunda lei da termodinâmica estabelece um limite para o rendimento das máquinas térmicas.

᭣ Em retrospectiva

O material neste capítulo depende da primeira e da segunda leis da termodinâmica. A maioria dos exemplos é baseada em gases ideais.

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Medium 9788577806522

2 - Quando as Coisas Funcionam Normalmente

Benício Barros Neto, Ieda Spacino Scarminio, Roy Edward Bruns Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

Quando as Coisas

Funcionam Normalmente

2

O que leva um pesquisador a fazer experimentos é o desejo de encontrar a solução de determinados problemas. Escrevemos este livro para mostrar como qualquer pesquisador (ou pesquisadora, naturalmente), aplicando as técnicas estatísticas apropriadas, pode resolver seus problemas experimentais de forma mais eficiente.

Queremos ensinar ao leitor o que fazer para tirar o melhor proveito dessas técnicas, não só na análise dos resultados experimentais, mas principalmente no próprio planejamento dos experimentos, antes de fazer qualquer medição.

Estatística é um termo que, merecidamente ou não, goza de pouca popularidade entre os químicos, e entre pesquisadores e engenheiros em geral. Quem ouve falar no assunto pensa logo num grande volume de dados, valores, percentagens ou tabelas, onde estão escondidas as conclusões que buscamos, e que esperamos que os métodos estatísticos nos ajudem a descobrir. Na verdade, analisar os dados é apenas uma parte da Estatística. A outra parte, tão importante quanto − se não mais

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Medium 9788582604618

FOCO 6. As reações

Peter Atkins, Loretta Jones, Leroy Laverman Grupo A PDF Criptografado

Ácidos e bases

O que são

ácidos e bases?

Como a acidez

é expressa?

Tópico 6B:

A escala de pH

Tópico 6A:

A natureza dos

ácidos e bases

Fundamentos J

Os ácidos e as bases

Foco 5

O equilíbrio

Como as forças de ácidos e bases são expressas?

Tópico 6C:

Os ácidos e bases fracos

Como a autoprotólise da água afeta o pH?

Tópico 6F:

A autoprotólise e o pH

Como o pH de uma solução

é predito?

Como estes conceitos se aplicam a espécies polipróticas?

Tópico 6D:

O pH das soluções em água

Qual é o pH quando um

ácido e seu sal estão presentes?

Tópico 6G:

Os tampões

Tópico 6E:

Os ácidos e bases polipróticos

Como o pH varia durante uma titulação?

Tópico 6H:

As titulações

ácido-base

Um dos tipos mais importantes de reação ocorre entre ácidos e bases. O TÓPICO 6A explora essas reações e apresenta a visão moderna de que a reação entre ácidos e bases é essencialmente a transferência de um próton (o núcleo de um átomo de hi‑ drogênio) de uma espécie química para outra. Um dos aspectos principais de uma solução de um ácido ou uma base em água é, portanto, a concentração de prótons.

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Gbk (1)
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Medium 9788527729369

Capítulo 1 - Vida | Princípios Biológicos e a Ciência da Zoologia

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

CAPÍT ULO

1

PAR T E 1

Vida | Princípios

Biológicos e a

Ciência da Zoologia

Zoóloga estudando o comportamento de babuínos-amarelos (Papio cynocephalus) na Reserva Amboseli, Quênia.

Os usos dos princípios

Conquistamos conhecimentos sobre o mundo animal, aplicando ativamente princípios orientadores importantes às nossas investigações. Assim como a exploração do espaço sideral é guiada e limitada pela tecnologia disponível, a exploração do mundo animal depende criticamente das nossas perguntas, métodos e princípios. A zoologia só tem pleno sentido quando os princípios que usamos para a sua construção são bem compreendidos.

Os princípios da zoologia moderna têm uma longa história e muitas fontes. Alguns princípios vêm das leis da física e da química, aos quais todos os sistemas vivos obedecem. Outros derivam do método científico e nos informam que nossas explicações hipotéticas sobre o mundo animal devem nos guiar para a obtenção de dados que, potencialmente, possam refutar essas explicações. Muitos princípios importantes derivam de estudos prévios do mundo vivo do qual os animais são parte.

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Editora Saraiva (50)
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Medium 9788536509099

13. Reações Orgânicas

PAVANELLI, Luciana da Conceição Editora Saraiva PDF Criptografado

13

Reações Orgânicas

Para começar

Neste capítulo, iremos aplicar os conceitos de estrutura e representação de moléculas em reações orgânicas e também estudaremos o mecanismo das reações orgânicas dos principais grupos funcionais.

13.1 Forma de ruptura das ligações

As reações entre substâncias orgânicas ocorrem com o rompimento e a formação de ligações covalentes. Essas rupturas podem ser de dois tipos:

»»

Homolítica: cada átomo fica com seu elétron original da ligação, formando radicais livres.

H

H

C• •H

H

H

H

C•

+ •H

H

Radical livre

119

»»

Heterolítica: o par eletrônico fica com apenas um dos átomos da ligação, o que resulta na formação de íons.

H

H

C •• Br

H

H

H

C+

+ Br -

H

Carbocátion

H

H

C •• H

H

H

H

C -

+

H+

H

Carboânion

13.2 Classificação dos reagentes

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Medium 9788536509099

4. Aldeído

PAVANELLI, Luciana da Conceição Editora Saraiva PDF Criptografado

4

Aldeído

Para começar

Este capítulo tem o objetivo de estudar os conceitos, a composição estrutural da função orgânica chamada aldeído e sua nomenclatura determinados pela IUPAC.

O aldeído mais conhecido é o formaldeído, cujo nome oficial é metanal.

4.1 Fundamentos da função aldeído

Aldeídos são compostos orgânicos que apresentam um oxigênio ligado ao carbono por uma dupla ligação (C=O), e um hidrogênio ligado ao mesmo carbono (‒H). Essa estrutura é possível quando estão ligados na extremidade da cadeia:

O

C

H

O átomo de carbono fazendo uma dupla ligação com um átomo de oxigênio constitui um grupo funcional denominado carbonila. Esse grupo funcional ligado a um hidrogênio (carbonila + hidrogênio) é chamado de aldoxila, formila ou metanoíla:

43

Carbonila

O

O

C

Aldoxila

C

H

H

A nomenclatura oficial dos aldeídos recebe o sufixo “al”. Nos aldeídos não é necessário localizar a posição na cadeia carbônica de onde o grupo funcional está saindo, pois, conforme vimos, ele sempre virá na extremidade. Assim, temos como esquema geral da nomenclatura oficial dos aldeídos o seguinte:

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Medium 9788536509099

12. Isomeria Espacial

PAVANELLI, Luciana da Conceição Editora Saraiva PDF Criptografado

12

Isomeria Espacial

Para começar

Este capítulo tem por objetivo estudar os conceitos e as propriedades da isomeria espacial em compostos orgânicos, reconhecer, classificar e justificar a diferença entre a estrutura espacial de moléculas com mesma massa molecular e a mesma função.

Isomeria é o ramo da Química Orgânica que estuda a ocorrência de duas os mais substâncias diferentes, as quais apresentam a mesma fórmula molecular, mas fórmulas estruturais diferentes. Muitos compostos isômeros apresentam características físico-químicas diferenciadas, como densidade, ponto de fusão (PF) e ponto de ebulição (PE).

A isomeria divide-se em plana e espacial.

12.1 Fundamentos da isomeria espacial

Isomeria espacial ocorre em compostos que apresentam a mesma fórmula molecular, mas diferem na fórmula estrutural espacial.

São classificados em dois grupos: isomeria cis-trans e isomeria óptica.

12.1.1 Isomeria geométrica cis-trans

A isomeria geométrica cis-trans trata de casos onde há diferenças apenas na posição de alguns

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Medium 9788536510897

4. Fertilizantes

TOLENTINO, Nathalia Motta de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

4

Fertilizantes

Para começar

Neste capítulo você irá conhecer a importância dos fertilizantes para a agricultura, assim como as formas de produção dos seus diferentes tipos.

4.1 Introdução

Os fertilizantes têm como função fornecer ao solo os nutrientes necessários para o bom crescimento do cultivo agrícola ou repor esses nutrientes após a colheita. Podem ser orgânicos ou inorgânicos, naturais ou sintéticos.

Os elementos que compõem os fertilizantes são classificados em macro e micronutrientes. Os macronutrientes (nitrogênio, carbono, potássio, fósforo, hidrogênio, enxofre, cálcio e magnésio) são aqueles de que a planta necessita em maior quantidade, ao passo que os micronutrientes (cloro, boro, zinco, sódio, manganês, cobalto, silício, ferro e cobre) são necessários em quantidades menores. Porém, as maiores deficiências do solo costumam ser dos nutrientes fontes de nitrogênio, fósforo e potássio.

As principais matérias-primas utilizadas na produção de fertilizantes são o gás natural, resíduos asfálticos do petróleo, nafta, rochas fosfáticas, rochas potássicas e de enxofre.

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Medium 9788536510774

5. Análise Gravimétrica

MATOS, Simone Pires de Editora Saraiva PDF Criptografado

5

Análise

Gravimétrica

Para começar

As técnicas gravimétricas foram as responsáveis pelas análises químicas de confiança em minérios e materiais industriais durante os séculos XVIII e XIX. Com novas descobertas sobre isótopos e os avanços das técnicas de análise, a gravimetria também vem apresentando evolução, embora o princípio permaneça o mesmo.

O Capítulo 5 apresenta a análise gravimétrica de forma objetiva, discutindo a base de seu conceito e os diferentes métodos que conferem grande segurança e confiabilidade nos resultados dessa técnica.

5.1 Generalidades

A análise gravimétrica, também conhecida como gravimetria, é uma técnica de análise quantitativa que utiliza medição indireta para determinações das massas dos elementos de interesse.

Para estas determinações, a gravimetria envolve primeiramente a transformação do material para obtenção de uma forma separável do meio (medição indireta). Em seguida utiliza operações de separação e pesagem (de um composto inteiro na sua forma o mais pura possível ou de um elemento isolado).

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Editora Manole (69)
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Medium 9788520435762

16. Funções integrativas do sistema nervoso central

MAURER, Martin H. Editora Manole PDF Criptografado

174_193_physiologie_2te_auflage_Physiologie 10/3/14 5:20 PM Page 180

180

Fisiologia humana ilustrada

16.1 Apanhado geral sobre as funções integrativas do SNC

16

O sistema nervoso central (SNC) serve para a integração de informações provenientes dos sistemas sensoriais isolados. Estas englobam: u sistema visual; u sistema auditivo; u sistema vestibular; u mecanorrecepção; u sensibilidades dolorosa e térmica; u sistema olfatório; u sistema gustatório; u sistema sensomotor; u sistema límbico e emoções; u sistema neuroendócrino; u formação reticular e controle vegetativo; u sistema nervoso voluntário e autônomo; u somatomotricidade e reflexos.

16.2 Aprendizado, plasticidade e memória

Quando se fala em memória, ou seja, a capacidade de lembrar de conteúdos ou situações vivenciadas ou aprendidas, diferencia-se a memória recente da memória de longo prazo. A memória recente cobre uma faixa de tempo de segundos a minutos. Somente após a consolidação dos conteúdos da memória, por exemplo, por repetição, reforço positivo (recompensa) ou reforço negativo (castigo), os conteúdos da memória são fixados na memória de longo prazo. Durante o processo de transferência da memória recente para a memória de longo prazo, o hipocampo desempenha um papel decisivo. A memória de longo prazo representa uma faixa de minutos a anos ou décadas.

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Medium 9788520432044

6. Treinamento de força anatômico-funcional

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

06_Funktionell-anatomisches 333-338_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:52 AM Page 329

Capítulo 6

Treinamento de força anatômico-funcional

06_Funktionell-anatomisches 333-338_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:52 AM Page 330

330

Anatomia aplicada ao esporte

Considerações iniciais

Propostas para um treinamento anatômico-funcional da força de todos os grupos musculares que participam da análise de evoluções de movimentos simples, bem como sugestões de exercícios dinâmicos e estáticos, poderão ser observadas neste capítulo.

A meta deste livro não é fornecer uma coletânea completa de todos os exercícios possíveis para um determinado movimento, e sim fornecer ao não especialista algumas sugestões simples e despretensiosas sobre como trabalhar eventuais fraquezas musculares que, eventualmente, possam afetar a evolução de um movimento. Por esse motivo, oferece-se aqui somente um exercício típico para cada movimento. O leitor pode criar exercícios adicionais ou procurar por eles no livro Treinamento ideal (Manole, 2003), escrito pelo mesmo autor.

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Medium 9788520435342

11. Posturas com apoio nos braços

KAMINOFF, Leslie; MATTHEWS, Amy Editora Manole PDF Criptografado

cAPÍtULo

PoStURAS com APoio noS BRAÇoS

11

A

pesar de suas semelhanças óbvias, os membros superiores e inferiores do corpo humano evoluíram para executar funções diferentes. As estruturas do pé, do joelho, do quadril e da pelve são voltadas para suas funções de apoio e locomoção.

As estruturas altamente móveis da mão, do cotovelo e do cíngulo do membro superior (ou cintura escapular) evoluíram para alcançar e segurar, e não são tão adequadas para a sustentação do peso. Na verdade, quando se comparam as estruturas proporcionais da mão e do pé, vê-se uma relação inversa entre estruturas de sustentação e estruturas articulares dentro delas.

No pé, os pesados e densos ossos tarsais abrangem metade do comprimento da estrutura.

Somando a isso a função de sustentação dos metatarsais, pode-se dizer que 4/5 da estrutura do pé são dedicados à sustentação de peso. As estruturas nas falanges do pé (dedos) contribuem apenas com 1/5 de seu comprimento total.

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Medium 9788520435342

3. Sistema esquelético

KAMINOFF, Leslie; MATTHEWS, Amy Editora Manole PDF Criptografado

cAPÍtulo

SiStemA eSquelético

3

T

odos os sistemas corporais estão envolvidos em cada movimento que realizamos. Não fosse a participação ativa dos sistemas nervoso, circulatório, endócrino, respiratório, digestório, imune, esquelético, muscular, bem como do tecido conjuntivo, dos fluidos e dos ligamentos (para citar apenas alguns), não seríamos capazes de executar os movimentos da respiração, nem de elevar os braços acima da cabeça e dobrar o corpo para a frente em uttanasana, muito menos de lançar o corpo no ar para realizar uma parada de mãos.

equilÍBRio dinÂmico dos sisTemas coRPoRais

Qualquer parte do corpo que analisemos pertence a mais de um sistema. Ao mesmo tempo que os ossos são considerados parte do sistema esquelético, eles também desempenham papel importante em outros sistemas, como o circulatório, o nervoso, o imunológico e o endócrino. Os ossos fazem parte do sistema circulatório e imunológico porque tanto as células vermelhas quanto as brancas são geradas na medula óssea. Eles fazem parte do sistema nervoso por causa do papel do cálcio no funcionamento dos neurônios, e fazem parte também do sistema endócrino em virtude da atuação dos hormônios secretados pelas células ósseas no metabolismo. Nenhum desses sistemas pode funcionar de forma isolada. Assim, sem o sistema circulatório, outros sistemas, como o respiratório, o endócrino e o digestório, não seriam capazes de distribuir oxigênio, hormônios e nutrientes para as células do corpo. Sem o sistema nervoso, seria impossível coordenar os músculos dos membros ou modular a dilatação dos vasos sanguíneos para suprir os ossos, o cérebro, o coração ou os músculos com quantidade suficiente de sangue. Todos os sistemas corporais se sobrepõem e são interdependentes (Fig. 3.1).

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Medium 9788520431627

6. MEMBROS SUPERIORES E OMBROS

PULEO, Joe; MILROY, Patrick Editora Manole PDF Criptografado

C

6

O

MEMBROS

SUPERIORES E OMBROS

P Í T U

L

A

O

neozelandês Sir Murray Halberg venceu a corrida de 5 mil m nos Jogos Olímpicos com o membro superior atrofiado, resultado de um acidente esportivo no passado.

Mesmo as pessoas que não possuem os membros superiores são perfeitamente capazes de correr e, muitas vezes, o fazem muito bem. No entanto, os membros superiores são necessários para manter uniforme o movimento de corrida; cada membro não só ajuda na oscilação da corrida, como também no movimento de avanço, atuando como contrapeso quando o membro inferior oposto deixa o solo. Para testar isso, tente andar movimentando simultaneamente os membros superior e inferior do mesmo lado – na melhor das hipóteses, isso parecerá estranho; na pior, você cairá! Outro exemplo é observar um velocista na largada – o joelho bem levantado acompanha o movimento exagerado do membro superior nas primeiras doze passadas e, em seguida, os membros superiores continuam a se movimentar intensamente até o final do sprint.

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