Ltc (26)
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Medium 9788521630371

Apêndices e Respostas dos Testes e das Perguntas e Problemas Ímpares

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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O SISTEMA INTERNACIONAL DE UNIDADES (SI)*

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*Adaptado de “The International System of Units (SI)”, Publicação Especial 330 do National Bureau of Standards, edição de 2008. As definições acima foram adotadas pela Conferência

Nacional de Pesos e Medidas, órgão internacional, nas datas indicadas. A candela não é usada neste livro.

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ALGUMAS CONSTANTES FUNDAMENTAIS DA FÍSICA*

*Os valores desta tabela foram selecionados entre os valores recomendados pelo Codata em 2010 (www.physics.nist.gov).

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ALGUNS DADOS ASTRONÔMICOS

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23 Lei de Gauss

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Lei de Gauss

23-1

FLUXO ELÉTRICO

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

23.01 Saber que a lei de Gauss relaciona o campo elétrico em

23.05 Calcular o fluxo F do campo elétrico através de uma superfície

23.02 Saber que o fluxo elétrico F através de uma superfície é a

23.06 No caso de uma superfície fechada, explicar os sinais algébri-

23.03 Saber que o vetor área de uma superfície plana é um vetor

23.07 Calcular o fluxo total F através de uma superfície fechada

pontos de uma superfície fechada (real ou imaginária, chamada superfície gaussiana) à carga total envolvida pela superfície. quantidade de campo elétrico que atravessa a superfície.

perpendicular à superfície cujo módulo é igual à área da superfície.

23.04 Saber que qualquer superfície pode ser dividida em elementos

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Medium 9788521630371

29 Campos Magnéticos Produzidos por Correntes

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Campos Magnéticos Produzidos por Correntes

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O CAMPO MAGNÉTICO PRODUZIDO POR UMA CORRENTE

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

29.01 Desenhar um elemento de corrente em um fio e indicar a orientação do campo magnético produzido pelo elemento de corrente em um ponto fora do fio.

29.06 Saber que as linhas de campo do campo magnético nas vizinhanças de um fio longo, retilíneo, percorrido por uma corrente têm a forma de circunferências.

29.02 Dado um ponto fora de um fio e um elemento de corrente do

29.07 No caso de um ponto perto da extremidade de um fio semi-

29.03 Saber que o módulo do campo magnético criado por um

infinito percorrido por uma corrente, conhecer a relação entre o módulo do campo magnético, a corrente e a distância entre o ponto e o fio.

fio, determinar o módulo e a orientação do campo magnético produzido pelo elemento de corrente no ponto.

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Medium 9788521630371

29 Campos Magnéticos Produzidos por Correntes

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Campos Magnéticos Produzidos por Correntes

29-1

O CAMPO MAGNÉTICO PRODUZIDO POR UMA CORRENTE

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

29.01 Desenhar um elemento de corrente em um fio e indicar a orientação do campo magnético produzido pelo elemento de corrente em um ponto fora do fio.

29.06 Saber que as linhas de campo do campo magnético nas vizinhanças de um fio longo, retilíneo, percorrido por uma corrente têm a forma de circunferências.

29.02 Dado um ponto fora de um fio e um elemento de corrente do

29.07 No caso de um ponto perto da extremidade de um fio semi-

29.03 Saber que o módulo do campo magnético criado por um

infinito percorrido por uma corrente, conhecer a relação entre o módulo do campo magnético, a corrente e a distância entre o ponto e o fio.

fio, determinar o módulo e a orientação do campo magnético produzido pelo elemento de corrente no ponto.

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Medium 9788521630371

24 Potencial Elétrico

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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4

Potencial Elétrico

24-1

POTENCIAL ELÉTRICO

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

24.01 Saber que a força elétrica é conservativa e, portanto, é possível associar a ela uma energia potencial.

da partícula, a variação ∆U da energia potencial e o trabalho W realizado pela força elétrica.

24.02 Saber que a cada ponto do campo elétrico produzido por um

24.06 No caso de uma partícula carregada que se desloca de um

24.03 No caso de uma partícula carregada sob o efeito do campo

24.07 No caso de uma partícula carregada que atravessa uma região

objeto é possível associar um potencial elétrico V, uma grandeza escalar que pode ser positiva ou negativa, dependendo do sinal da carga do objeto.

elétrico criado por um objeto, usar a relação entre o potencial elétrico V criado pelo objeto nesse ponto, a carga q da partícula e a energia potencial U do sistema partícula-objeto.

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Grupo Gen (2052)
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Medium 9788521634621

CAPÍTULO 4 Transformações físicas de substâncias puras

ATKINS, Peter; PAULA, Julio de Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

Transformações físicas de substâncias puras

A vaporização, a fusão e a conversão de grafita em diamante são todos exemplos de mudanças de fase sem alteração da composição química. A análise das transições de fase de substâncias puras está entre as aplicações mais simples da termodinâmica à química.

Neste capítulo descreveremos a termodinâmica desses processos, tomando como princípio básico a tendência de os sistemas, mantidos a temperatura e pressão constantes, tornarem mínima a sua energia de Gibbs.

4A  Diagramas de fases de substâncias puras

Primeiramente, veremos que um diagrama de fases é um mapa das pressões e temperaturas em que cada uma das fases de uma substância é mais estável. O critério termodinâmico da estabilidade de uma fase nos permite deduzir um resultado muito geral, a “regra das fases”, que resume as restrições impostas sobre o equilíbrio entre as fases. Levando em consideração os capítulos subsequentes, vamos expressar a regra em uma forma geral tal que possa ser aplicada a sistemas de mais de um componente. Trataremos, então, da interpretação dos diagramas de fases obtidos empiricamente para algumas substâncias.

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Medium 9788521626633

13 Os elementos do grupo 13

HOUSECROFT, Catherine E.; SHARPE, Alan G. Grupo Gen PDF Criptografado

Tópicos

Ocorrência e extração

Aplicações

Propriedades físicas

Reatividade dos elementos

Hidretos

Haletos

Óxidos e hidróxidos

Oxiácidos e seus sais

Compostos contendo nitrogênio

Boretos metálicos

Aglomerados de boranos e carboboranos

13.2  Ocorrência, extração e usos

Ocorrência

As abundâncias relativas dos elementos do grupo 13 são mos‑ tradas na Fig. 13.1. As principais fontes de boro são o bórax,

Na2 [B4O5(OH)4] ? 8H2O, e a kernita, Na2 [B4O5(OH)4] ? 2H2O, com grandes depósitos sendo explorados comercialmente no deserto de Mojave, na Califórnia, EUA. O alumínio é o metal mais abundante na crosta terrestre (Fig. 13.2) e ocorre em alu‑ minossilicatos, tais como argilas, micas e feldspatos, na bauxita

(óxidos hidratados) e, em menor extensão, na criolita, Na3[AlF6].

O gálio ocorre junto com o alumínio na bauxita. Gálio, índio e tálio ocorrem, em quantidades (traços) muito pequenas, na for‑ ma de sulfetos em vários minerais.

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Medium 9788527729680

CAPÍTULO 17 - Órgãos Sensoriais

KARDONG, Kenneth V. Grupo Gen PDF Criptografado

c a p í t u l o

17

Órgãos Sensoriais

Introdução, 677

Componentes de um órgão sensorial, 678

Órgãos sensoriais gerais, 678

Receptores sensoriais livres, 678

Receptores sensoriais encapsulados, 679

Receptores sensoriais associados, 679

Propriocepção, 679

Mecanismos para a percepção de estímulos a partir dos receptores sensoriais gerais, 680

Órgãos sensoriais especiais, 680

Quimiorreceptores, 680

Passagens nasais, 681

Área vomeronasal, 686

Boca, 686

Introdução

Para sobreviver, um organismo precisa reagir ao perigo e se aproveitar das oportunidades. As respostas apropriadas exigem a obtenção de informações sobre o ambiente externo, sobre a fisiologia interna do corpo e experiências prévias. Os resultados das experiências prévias são registrados no sistema nervoso na forma de memória, enquanto os receptores sensoriais monitoram os ambientes externo e interno (Figura 17.1). Os receptores sensoriais são órgãos especializados que respondem a informações selecionadas e codificam ou traduzem energias ambientais em impulsos nervosos que são transmitidos ao sistema nervoso central (SNC) por meio de fibras aferentes. Esses impulsos podem ou não ser recebidos nos níveis conscientes do cérebro.

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Medium 9788521626138

CAPÍTULO 20 - PROPRIEDADES DOS METAIS DE TRANSIÇÃO 3D

Geoff Rayner-Canham, Tina Overton Grupo Gen PDF Criptografado

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Propriedades dos Metais de

Transição 3d

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Medium 9788521622079

Capítulo 7 - Recursos Hídricos

GIRARD, James E. Grupo Gen PDF Criptografado

Recursos Hídricos  121

Recursos Hídricos

A ÁGUA É UM DOS RECURSOS MAIS PRECIOSOS DO MUNDO; SEM ELA, NÃO HAVERIA VIDA NA

TERRA. Nós usamos água em casa, para a recreação, e ela é essencial para a agricultura e a indús-

tria. Embora a quantidade total de água na Terra seja fixa e não possa ser aumentada, não estamos em perigo de ficar sem ela. A água é constantemente reciclada e reposta pelas chuvas; a água doce

é abundante o suficiente para atender às necessidades de todas as pessoas na Terra. Entretanto, devido à distribuição irregular das chuvas e ao uso intenso da água em certas áreas, muitas regiões dos Estados Unidos, Brasil e outras partes do mundo estão enfrentando escassez de água.

A água em todas as suas formas – gelo, água líquida e vapor d’água – é muito familiar, mas possui muitas propriedades incomuns. Por exemplo, a capacidade excepcional da água em armazenar calor modifica o clima na Terra, e a capacidade do gelo de flutuar sobre a água permite que as criaturas aquáticas sobrevivam no inverno.

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Grupo A (109)
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Medium 9788582712160

Capítulo 52 - Introdução à Ecologia e à Biosfera

Jane B. Reece; Steven A. Wasserman; Lisa A. Urry; Michael L. Cain; Peter V. Minorsky; Robert B. Jackson Grupo A PDF Criptografado

52

Introdução à Ecologia e à Biosfera

CONCEITOS-CHAVE

52.1

52.2

O clima da Terra varia com a latitude e a estação e está mudando rapidamente

A estrutura e a distribuição dos biomas terrestres são controladas pelo clima e por perturbações

52.3

Os biomas aquáticos são sistemas diversos e dinâmicos que cobrem a maior parte da Terra

52.4

As interações entre os organismos e o ambiente limitam a distribuição das espécies

Figura 52.1 nuta rã?

O que limita a distribuição desta dimi-

Descobrindo a ecologia

A

joelhando-se em um riacho em Papua Nova Guiné em 2008, Michael

Grundler, aluno de graduação na Universidade de Cornell, ouviu uma série de estalos. Inicialmente, ele pensou que o barulho viesse de um grilo próximo. No entanto, voltando a observar, ele viu uma diminuta rã inflando seu saco vocal para o chamado de acasalamento. Grundler aprenderia mais tarde que havia precisamente descoberto a primeira das duas espécies novas de rãs do local: Paedophryne swiftorum e Paedophryne amauensis

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Medium 9788582712160

Capítulo 5 - Estrutura e Função de Grandes Moléculas Biológicas

Jane B. Reece; Steven A. Wasserman; Lisa A. Urry; Michael L. Cain; Peter V. Minorsky; Robert B. Jackson Grupo A PDF Criptografado

5

Estrutura e Função de Grandes

Moléculas Biológicas

CONCEITOS-CHAVE

5.1

Macromoléculas são polímeros compostos por monômeros

5.2

Carboidratos servem como combustível e material de construção

5.3

Os lipídeos são um grupo diversificado de moléculas hidrofóbicas

5.4

As proteínas apresentam grande variedade de estruturas, o que resulta em uma variedade de funções

5.5

Os ácidos nucleicos armazenam, transmitem e ajudam a expressar a informação hereditária

5.6

A genômica e a proteômica transformaram a pesquisa biológica e suas aplicações

Figura 5.1 Por que a estrutura de uma proteína é importante para a sua função?

As moléculas da vida

L

evando em conta a grande complexidade da vida na Terra, é surpreendente que as grandes moléculas de importância crucial para todas as coisas vivas – desde bactérias até elefantes – podem ser agrupadas em apenas quatro classes principais: carboidratos, lipídeos, proteínas e ácidos nucleicos.

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Medium 9788582712160

Capítulo 23 - A Evolução das Populações

Jane B. Reece; Steven A. Wasserman; Lisa A. Urry; Michael L. Cain; Peter V. Minorsky; Robert B. Jackson Grupo A PDF Criptografado

23

A Evolução das Populações

CONCEITOS-CHAVE

23.1

A variabilidade genética torna a evolução possível

23.2

A equação de Hardy-Weinberg pode ser usada para testar se a população está evoluindo

23.3

Seleção natural, deriva genética e fluxo gênico podem alterar as frequências alélicas nas populações

23.4

A seleção natural é o único mecanismo que promove evolução adaptativa de modo consistente

Figura 23.1

Este tentilhão está evoluindo?

A menor unidade evolutiva

U

ma ideia errônea e comum sobre a evolução é acreditar que os indivíduos evoluem. É verdade que a seleção natural atua nos indivíduos: cada combinação de características de um organismo afeta a sua sobrevivência e seu sucesso reprodutivo em comparação a outros indivíduos. Mas o impacto evolutivo da seleção natural só é aparente nas mudanças provocadas em uma população de organismos ao longo do tempo.

Considere o tentilhão terrestre de tamanho médio (Geospiza fortis), ave que se alimenta de sementes e que vive nas Ilhas de Galápagos (Figura 23.1).

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Medium 9788582712160

Capítulo 14 - Mendel e a Ideia de Gene

Jane B. Reece; Steven A. Wasserman; Lisa A. Urry; Michael L. Cain; Peter V. Minorsky; Robert B. Jackson Grupo A PDF Criptografado

14

Mendel e a Ideia de Gene

CONCEITOS-CHAVE

14.1

14.2

Mendel utilizou a abordagem científica para identificar duas leis de hereditariedade

As leis da probabilidade governam a herança mendeliana

14.3

Padrões de hereditariedade muitas vezes são mais complexos do que os previstos pela genética mendeliana simples

14.4

Muitas características humanas seguem os padrões mendelianos de hereditariedade

Figura 14.1 Que princípios da hereditariedade Gregor

Mendel descobriu quando cruzou ervilhas de jardim?

Puxando cartas de um baralho de genes

A

multidão em uma partida de futebol demonstra a variedade e a diversidade maravilhosas da espécie humana. Olhos castanhos, azuis ou cinzas; cabelos pretos, castanhos ou loiros – esses são apenas alguns exemplos de variações na hereditariedade que podemos observar. Quais são os princípios genéticos responsáveis pela transmissão dessas características dos pais para os filhos?

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Medium 9788582712160

Capítulo 49 - Sistema Nervoso

Jane B. Reece; Steven A. Wasserman; Lisa A. Urry; Michael L. Cain; Peter V. Minorsky; Robert B. Jackson Grupo A PDF Criptografado

49

Sistema Nervoso

CONCEITOS-CHAVE

49.1

Sistema nervosos consistem em circuitos de neurônios e em células de apoio

49.2

O cérebro dos vertebrados tem regiões especializadas

49.3

O córtex cerebral controla os movimentos voluntários e as funções cognitivas

49.4

Mudanças nas conexões sinápticas formam a base da memória e da aprendizagem

49.5

Muitos distúrbios do sistema nervoso podem ser explicados em termos moleculares

䉱 Figura 49.1 Como os cientistas identificam neurônios indivualmente no cérebro?

Centro de comando e controle

O

que acontece em seu cérebro quando você resolve um problema matemático ou ouve uma música? Por um longo tempo, responder a essa pergunta era algo quase inimaginável. O cérebro humano contém aproximadamente

11

10 (100 bilhões) de neurônios. A interconexão dessas células cerebrais são circuitos mais complexos do que aqueles encontrados nos supercomputadores. Entretanto, em parte graças a diversas novas tecnologias, os cientistas começaram a explorar os mecanismos celulares que fundamentam o pensamento e a emoção.

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Grupo A (1740)
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Medium 9788582604403

Capítulo 18 - Os elementos do Grupo 18

Mark Weller; Tina Overton; Jonathan Rourke; Fraser Armstrong Grupo A PDF Criptografado

Os elementos do Grupo 18

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O último grupo do bloco p contém seis elementos que são tão pouco reativos que formam um número peque‑ no de compostos. Não se suspeitava da existência dos elementos do Grupo 18 até o final do século XIX, e sua descoberta levou ao redesenho da tabela periódica, além de ter tido um papel importante no desenvolvimento das teorias de ligação.

Os elementos do Grupo 18, hélio, neônio, argônio, criptônio, xenônio e radônio, são todos gases monoatômicos. Eles são os elementos menos reativos

I Xe e já tiveram vários nomes coletivos ao longo dos anos, à medida que diferentes aspectos de suas proAt Rn priedades foram sendo identificados e contestados.

Assim, eles foram chamados de gases raros e gases inertes e, atualmente, são chamados de gases nobres. O primeiro nome é inadequado, uma vez que o argônio está longe de ser raro (ele é bem mais abundante do que o CO2 na atmosfera).

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Medium 9788582712979

Capítulo 7 - Regulação metabólica

Michael T. Madigan; John M. Martinko; Kelly S. Bender; Daniel H. Buckley; David A. Stahl Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Regulação metabólica

microbiologiahoje

Luminescência ou letalidade?

Todas as células humanas contêm o mesmo modelo genético, mas o que torna a célula do cérebro diferente da célula do fígado? Essa diferenciação celular é controlada pela interessante forma pela qual a célula orquestra o seu genoma – que é comumente conhecida como regulação da expressão gênica. Enquanto a diferenciação celular está associada principalmente com organismos multicelulares, alguns procariotos também são capazes de alterar a sua morfologia ou de trocar da forma benigna para a patogênica por meio da alteração da expressão gênica.

Photorhabdus luminescens, uma bactéria bioluminescente que coloniza o intestino de um nematódeo, é um exemplo surpreendente dessa troca para a forma patogênica. Embora se acreditasse que a colonização pela Photorhabdus era prejudicial para o verme, o relacionamento entre esses dois organismos é extremamente benéfico. No estado não patogênico, a bactéria reside de maneira inofensiva no intestino do nematódeo, no entanto, quando o verme se prepara para reproduzir, ele entra em um inseto hospedeiro e regurgita as suas bactérias intestinais.

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Medium 9788536702155

Capítulo 4 - Fisiologia da gustação

Cláudia Herrera Tambeli Grupo A PDF Criptografado

4

Fisiologia da gustação

Cláudia Herrera Tambeli

Elayne Vieira Dias

Nosso organismo está em contínuo contato com as moléculas liberadas no ambiente em que vivemos. Por meio dos sentidos químicos, essas moléculas nos fornecem importantes informações que utilizamos constantemente em nossa vida diária. Elas sinalizam prazer ou perigo, a presença de algo para buscar ou evitar. As vias sensoriais, de uma forma geral, nos mantêm informados do ambiente externo e apresentam conexões com circuitos neurais responsáveis pelas emoções e por certas memórias.

A gustação é o sentido químico responsável pelo reconhecimento de substâncias que se apresentam ao nosso organismo pela cavidade oral.

Essa modalidade sensorial conduz o organismo a identificar e consumir alguns nutrientes e evitar a ingestão de outros e pode ter sido crucial para a sobrevivência dos primeiros seres humanos. É um sistema complexo com diferentes processos que se iniciam principalmente na cavidade oral, onde a língua tem um papel muito importante. Uma vez na boca, os constituintes químicos dos alimentos entram em contato com receptores sensoriais responsáveis pela transdução de sinais, e, a partir disso, são geradas informações sobre identidade, concentração e qualidade agradável ou desagradável das substâncias.

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Medium 9788580553345

Seção V - Micologia

Geo. F. Brooks, Karen C. Carroll, Janet S. Butel, Stephen A. Morse, Timothy A. Mietzner Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULo 45

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Micologia médica

671

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Micologia

45

C A P Í T U L O

Micologia médica

A micologia é o estudo dos fungos — organismos eucariotos que evoluíram em paralelo com o reino animal. Contudo, ao contrário dos animais, a maioria dos fungos é imóvel. Possuem uma rígida parede celular, que envolve suas células e, ao contrário das plantas, não são fotossintéticos. Aproximadamente

80.000 espécies de fungos foram descritas, porém pouco mais de 400 têm importância médica e menos de 50 espécies causam mais de 90% das infecções fúngicas em seres humanos e nos animais. Por outro lado, a maioria das espécies de fungos é benéfica para os seres humanos. São encontrados na natureza, sendo essenciais à degradação e reciclagem da matéria orgânica. Alguns fungos melhoram acentuadamente nossa qualidade de vida ao contribuir para a produção de alimentos e bebidas alcoólicas, como o queijo, o pão e a cerveja. Outros já prestaram serviço à medicina, fornecendo metabólitos secundários bioativos de grande utilidade, como os antibióticos (penicilinas) e imunossupressores (p. ex., ciclosporina). Os fungos também foram explorados pela genética e pela biologia molecular como modelo de sistemas para a investigação de uma variedade de processos eucarióticos, incluindo a biologia molecular, a celular e a de desenvolvimento. De modo geral, exercem seu maior impacto econômico como fitopatógenos e a agricultura sofre enormes perdas anualmente em consequência de doenças fúngicas do arroz, de grãos e outras plantas.

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Medium 9788536320663

Capítulo 23 Tecidos Especializados, Células-tronco e Renovação de Tecidos

Alberts, Bruce Grupo A PDF Criptografado

Tecidos Especializados,

Células-tronco e

Renovação de Tecidos

As células originalmente evoluíram como indivíduos de vida livre, mas as células que têm importância principal para nós, como seres humanos, são membros especializados de uma comunidade multicelular. Elas perderam características necessárias à sobrevivência independente e adquiriram peculiaridades que servem às necessidades do organismo como um todo. Embora partilhem o mesmo genoma, elas são formidavelmente diferentes: há mais de

200 tipos celulares diferentes reconhecidos no corpo humano. Elas colaboram umas com as outras para formar muitos tecidos diferentes, arranjados em órgãos executando funções extremamente variadas. Para entendê-las, não basta analisá-las em uma placa de cultivo: também precisamos conhecer como elas vivem, funcionam e morrem em seu habitat natural, o corpo intacto.

Nos Capítulos 7 e 21, vimos como os vários tipos de células tornam-se diferentes no embrião e como a memória celular e os sinais celulares de suas vizinhas lhes permitem permanecer diferenciadas daí em diante. No Capítulo 19, discutimos a tecnologia de construção de tecidos multicelulares – os dispositivos que mantêm as células unidas e os materiais extracelulares que dão suporte a elas. Neste capítulo, consideramos as funções e o ciclo de vida de células especializadas no organismo adulto de um vertebrado. Descrevemos como as células trabalham juntas para realizar suas funções, como novas células especializadas são originadas, como vivem e morrem e como a arquitetura dos tecidos é preservada, apesar da constante substituição de células velhas por novas. Examinamos em particular o papel desempenhado em muitos tecidos pelas células-tronco – células que são especializadas para fornecer um suprimento indefinido de células diferenciadas frescas quando estas são perdidas, descartadas ou necessárias em grande número.

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Gbk (78)
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Medium 9788527729369

Capítulo 28 - Mamíferos

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

CAPÍT ULO

28

Mamíferos

• FILO CHORDATA

• Classe Mammalia

Urso-pardo jovem, Ursus arctos horribilis.

Mammalia

Chordata

Pelos reveladores

Os pelos surgiram em um ancestral comum a todos os mamíferos e estão presentes em diferentes graus em todas as espécies que descendem daquele ancestral. Os pelos são, portanto, diagnósticos para os mamíferos; salvo em algumas condições patológicas, todos os mamíferos têm pelos em alguma fase de suas vidas, e eles não ocorrem em nenhum outro organismo atual. Mesmo os mamíferos atuais aparentemente sem pelos, como as baleias, geralmente têm alguns pelos no corpo. Os pelos dos mamíferos têm passado por numerosas modificações adaptativas para usos diversos. Os mamíferos os usam para camuflagem, para sinalizar comportamentos, para isolar-se da água e para flutuar; seus pelos podem servir como vibrissas sensoriais no focinho ou espinhos pontiagudos. Talvez sua função mais importante seja o isolamento térmico, que ajuda a manter uma temperatura corporal alta e constante em todos os climas, e, assim, a sustentar os altos níveis de atividade.

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Medium 9788527729369

Capítulo 30 - Homeostase | Regulação Osmótica, Excreção e Regulação Térmica

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

CAPÍT ULO

30

Homeostase |

Regulação Osmótica,

Excreção e

Regulação Térmica

Página de rosto da autobiografia de Walter B. Cannon.

Homeostase | O nascimento de um conceito

A tendência à estabilização interna do corpo animal foi reconhecida pela primeira vez por Claude Bernard, um grande fisiólogo francês do século 19, que descobriu as primeiras secreções internas através de seus estudos sobre a glicose sanguínea e o glicogênio hepático. Depois de uma vida de estudos e experimentações, Bernard desenvolveu gradualmente o princípio pelo qual é lembrado, o da constância do meio interno, um princípio que, com o tempo, iria permear a fisiologia e a medicina.

Anos depois, na Universidade de Harvard, o fisiólogo americano

Walter B. Cannon (Figura 30.1) remodelou e redefiniu a ideia de

Bernard. A partir de seus estudos sobre o sistema nervoso e as reações ao estresse, ele descreveu o equilíbrio e o reequilíbrio incessantes dos

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Capítulo 13 - Animais Radiais

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CAPÍT ULO

13

Animais Radiais

• FILO CNIDARIA

• FILO CTENOPHORA

O coral Tubastraea coccinea do Caribe.

Cnidaria

Ctenophora

Uma arma minúscula aterrorizante

Embora os representantes do filo Cnidaria sejam mais organizados que as esponjas, eles ainda são animais relativamente simples. A maioria é séssil. As formas móveis, como as águas vivas, tendem a ser nadadores fracos, com a notável exceção dos cubozoários. De fato, nós facilmente poderíamos ter a falsa impressão de que os cnidários proveem refeições fáceis para os outros animais. A verdade é, no entanto, que muitos cnidários são predadores muito eficientes, aptos a matar e ingerir presas muito mais organizadas, ágeis e inteligentes do que eles próprios. Eles têm essa habilidade porque possuem tentáculos que se ouriçam com armas minúsculas, notavelmente sofisticadas, denominadas nematocistos.

À medida que é secretado na célula que o contém, um nematocisto é dotado de energia potencial para dar força ao seu disparo. Ele

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Capítulo 15 - Polyzoa e Kryptrochozoa

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CAPÍT ULO

15

Polyzoa e

Kryptrochozoa

• CLADO POLYZOA

• Filo Cycliophora

• Filo Entoprocta

• Filo Ectoprocta

• CLADO KRYPTROCHOZOA

• Filo Brachiopoda

• Filo Phoronida

• Filo Nemertea

Ectoproctos (Bugula neritina) e outros animais incrustando o casco de uma embarcação.

Cycliophora

Entoprocta

Ectoprocta

Brachiopoda

Phoronida

Nemertea

Alguns experimentos em evolução

O início do período Cambriano, há cerca de 570 milhões de anos, foi o período mais fértil da história evolutiva. Por 3 bilhões de anos antes daquele período, a evolução havia forjado nada mais do que algumas bactérias e algas cianofícias. Então, em um espaço de alguns milhões de anos, todos os grandes filos, e provavelmente todos os filos menores, estabeleceram-se. Essa foi a explosão cambriana, o maior “bang” evolutivo que o mundo já conheceu.*1De fato, o registro fóssil sugere que existiram mais filos na Era Paleozoica do que existem agora, mas alguns desapareceram durante os grandes eventos de extinção que pontuaram a evolução da vida na Terra. A maior dessas rupturas foi a extinção do

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Capítulo 33 - Coordenação Nervosa | Sistema Nervoso e Órgãos dos Sentidos

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CAPÍT ULO

33

Coordenação

Nervosa | Sistema

Nervoso e Órgãos dos Sentidos

Carrapato em uma folha de grama aguardando seu hospedeiro.

O mundo particular dos sentidos

A informação proveniente dos sentidos de visão, audição, paladar, olfato e tato assedia-nos continuamente. Esses cinco sentidos clássicos são complementados por informações sensoriais de frio, calor, vibração e dor, bem como por informações provenientes de numerosos receptores sensoriais internos que operam silenciosa e automaticamente a fim de manter nosso domínio interior funcionando suavemente.

O mundo revelado por nossos sentidos é unicamente humano mesmo que nossos sentidos individuais não o sejam. Nós não compartilhamos esse mundo exclusivo com nenhum outro animal, nem podemos nos aventurar no mundo sensorial de nenhum outro animal exceto como uma abstração da nossa imaginação.

A ideia de que cada animal desfruta de um mundo sensorial não compartilhado foi concebida pela primeira vez por Jakob von Uexküll, um biólogo alemão, raramente citado, do início do século passado. Von

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