Ltc (17)
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Medium 9788521630371

32 Equações de Maxwell; Magnetismo da Matéria

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Equações de Maxwell;

Magnetismo da Matéria

32-1

LEI DE GAUSS PARA CAMPOS MAGNÉTICOS

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

32.01 Saber que a estrutura magnética mais simples é o dipolo

32.03 Saber que o fluxo magnético através de uma superfície gaus-

magnético.

siana (que é uma superfície fechada) é zero.

32.02 Calcular o fluxo magnético F através de uma superfície

 integrando o produto escalar do vetor campo magnético B pelo

 vetor área dA ao longo de toda a superfície.

Ideias-Chave zz A estrutura magnética mais simples é o dipolo magnético. Não existem (até onde sabemos) monopolos magnéticos. De acordo com a lei de Gauss para campos magnéticos,

:

B

:

B dA

0,

o fluxo magnético através de uma superfície gaussiana (que é uma superfície fechada) é zero. Uma das consequências da lei de Gauss é o fato de que os monopolos magnéticos não existem.

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Medium 9788521630371

Apêndices e Respostas dos Testes e das Perguntas e Problemas Ímpares

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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O SISTEMA INTERNACIONAL DE UNIDADES (SI)*

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K

*Adaptado de “The International System of Units (SI)”, Publicação Especial 330 do National Bureau of Standards, edição de 2008. As definições acima foram adotadas pela Conferência

Nacional de Pesos e Medidas, órgão internacional, nas datas indicadas. A candela não é usada neste livro.

A-1

Halliday Apêndices vol.3.indd 367

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Halliday Apêndices vol.1.indd 330

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ALGUMAS CONSTANTES FUNDAMENTAIS DA FÍSICA*

*Os valores desta tabela foram selecionados entre os valores recomendados pelo Codata em 2010 (www.physics.nist.gov).

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Halliday Apêndices vol.1.indd 331

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ALGUNS DADOS ASTRONÔMICOS

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23 Lei de Gauss

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Lei de Gauss

23-1

FLUXO ELÉTRICO

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

23.01 Saber que a lei de Gauss relaciona o campo elétrico em

23.05 Calcular o fluxo F do campo elétrico através de uma superfície

23.02 Saber que o fluxo elétrico F através de uma superfície é a

23.06 No caso de uma superfície fechada, explicar os sinais algébri-

23.03 Saber que o vetor área de uma superfície plana é um vetor

23.07 Calcular o fluxo total F através de uma superfície fechada

pontos de uma superfície fechada (real ou imaginária, chamada superfície gaussiana) à carga total envolvida pela superfície. quantidade de campo elétrico que atravessa a superfície.

perpendicular à superfície cujo módulo é igual à área da superfície.

23.04 Saber que qualquer superfície pode ser dividida em elementos

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Medium 9788521630371

21 A Lei de Coulomb

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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A Lei de Coulomb

21-1

A LEI DE COULOMB

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

21.01 Saber a diferença entre um objeto eletricamente neutro,

21.10 Saber que a lei de Coulomb se aplica apenas a partículas pon-

negativamente carregado e positivamente carregado e o que é um excesso de cargas.

21.11 Se uma partícula está sujeita a mais de uma força eletrostática,

21.02 Saber a diferença entre condutores, isolantes, semicondutores e supercondutores.

tuais e a objetos que podem ser tratados como partículas pontuais.

usar uma soma vetorial para obter a força resultante.

21.12 Saber que uma casca esférica com uma distribuição uniforme

21.03 Conhecer as propriedades elétricas das partículas que existem no interior do átomo.

21.04 Saber o que são elétrons de condução e qual é o papel que desempenham para tornar um objeto negativamente carregado ou positivamente carregado.

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Medium 9788521630371

30 Indução e Indutância

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Indução e Indutância

30-1

LEI DE FARADAY E LEI DE LENZ

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

30.01 Saber que o fluxo magnético F através de uma superfície é a quantidade de campo magnético que atravessa a superfície.

30.02 Saber que o vetor área de uma superfície plana é um vetor perpendicular à superfície cujo módulo é igual à área da superfície.

30.03 Saber que qualquer superfície pode ser dividida em elemen→

tos de área dA (regiões suficientemente pequenas para serem consideradas planas), vetores área de módulo infinitesimal perpendiculares à superfície no ponto em que se encontra o elemento.

30.07 Conhecer a lei de Faraday, que é a relação entre a força ele-

tromotriz induzida em uma espira condutora e a taxa de variação do fluxo magnético através da espira.

30.08 Aplicar a lei de Faraday a uma bobina com várias espiras.

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Grupo Gen (1959)
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Medium 9788527727730

Parte 5 - Objetivos para Estudo

MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo Baptista Grupo Gen PDF Criptografado

Objetivos para Estudo

Os objetivos que se seguem constituem um roteiro orientador, que temos utilizado há muito tempo como guia de estudo em nossos cursos. Estes cursos seguem uma metodologia participativa, da qual foram abolidas as aulas expositivas, e beneficiam-se muito da subdivisão do conteú­do a ser aprendido em itens, balizando o estudo e contribuindo para o desenvolvimento da sua autonomia de aprendizagem. Os Objetivos para Estudo não devem ser utilizados como um questionário a ser respondido, mas como a espinha dorsal do conteú­do a ser estudado, servindo cada um deles como um núcleo, em torno do qual deve ser explorada uma ­área de conhecimento. Os Objetivos foram redigidos de modo a indicar com precisão o conteú­do a ser estudado. Em virtude da necessidade de rigor e clareza na especificação da tarefa a ser cumprida, é frequente o emprego de termos como: definir, caracterizar, descrever, esquematizar, indicar etc. Desta forma, os objetivos educacionais não contemplam o desenvolvimento de habilidades cognitivas complexas. Este desenvolvimento, a nosso ver essencial na formação do estudante, é estimulado pela parte complementar aos Objetivos para Estudo, os Exercícios e Problemas. Estes têm a finalidade de permitir a aplicação do conhecimento adquirido com os Objetivos para Estudo, expandindo sua ­área e provendo ar­ticulações entre os diferentes assuntos.

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Medium 9788521623441

Capítulo 6 - Renormalização e liberdade assintótica

ANSELMINO, Mauro; CARUSO, Francisco; MAHON, José Roberto; OGURI, Vitor Grupo Gen PDF Criptografado

✏◗❈❉❴✷✵✶✷✑ ✖ ✷✵✶✸✴✺✴✷ ✖ ✶✼✿✷✺ ✖ ♣❛❣❡ ✶✻✶ ✖ ★✶✼✼

Capítulo 6

Renormalização e liberdade assintótica

Neste capítulo, a partir de correções de ordens superiores para o espalhamento do tipo 2 → 2 em QED, é apresentado o conceito de renormalização.

Mostra-se, em seguida, como a renormalização em QCD permite a compreensão da hipótese básica do modelo a pártons: em altas energias, os quarks apresentam o comportamento conhecido como liberdade assintótica, ou seja, comportam-se como partículas livres.

6.1

Renormalização

Os grandes triunfos iniciais da QED foram os cálculos realizados por Feynman e Schwinger do chamado Lamb shift e do momento magnético anômalo do elétron. Esses processos foram calculados a partir da ideia de que em altas energias, quando a distância (d) entre as partículas é suficientemente pequena (d < 1 Å), a carga elétrica (e) e, portanto, o parâmetro de acoplamento eletromagnético, α = e2 /(4π), variam com a energia.

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Medium 9788527731461

13 - Glicólise

PINTO, Wagner de Jesus Grupo Gen PDF Criptografado

13

Glicólise

Introdução

A glicólise (do grego, glykus, doce + lysis, quebra) compreende um conjunto de reações bioquímicas que degradam a glicose em piruvato em células animais. Ocorre na anaerobiose e é, portanto, um processo fermentativo, presente em microrganismos, como as leveduras e bactérias, nas quais o produto final da glicólise não é o piruvato, mas sim o etanol e o lactato, respectivamente. A via glicolítica surgiu em microrganismos da Terra primitiva quando não havia oxigênio, quando o meio para a síntese de energia era a fermentação glicolítica.

Posteriormente, cerca de 1 bilhão de anos atrás, surgiram as primeiras células eucarióticas dotadas de mecanismos bioquímicos capazes de aproveitar o potencial oxidante do oxigênio para sintetizar quantidades de energia com rendimento visivelmente superior ao obtido da fermentação glicolítica.

Embora o emprego do oxigênio seja mais eficiente na obtenção de energia por parte das células eucarióticas, estas não abandonaram a etapa glicolítica, apenas incorporaram a fase aeróbia, de modo que a via glicolítica permaneceu como uma fase preparatória para a extração de energia celular.

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Medium 9788527729086

Capítulo 6 Modelos de Eventos Biogeográficos para Reconstrução das Histórias de Distribuição dos Táxons

CARVALHO, Claudio J. B. de; ALMEIDA, Eduardo A. B. Grupo Gen PDF Criptografado

Modelos de Eventos Biogeográficos para Reconstrução das Histórias de

Distribuição dos Táxons

6

Eduardo A. B. Almeida

Introdução

O desenvolvimento teó­rico e metodológico da biogeografia ao longo das últimas décadas reflete o interesse crescente na compreensão da relação entre a distribuição geográfica dos organismos e a história geológica da Terra. O reconhecimento da vicariância como um tipo de fenômeno criador de padrões norteou o desenvolvimento teó­rico e as pesquisas empíricas, que se embasaram na busca por congruência entre relacionamentos filogenéticos e a história do planeta.1

Longe de ter sido uma história de simples refinamentos de métodos previamente propostos, a biogeografia analítica foi muitas vezes modificada por propostas de métodos com características muito diferentes das de outros já disponíveis.

Esse foi justamente o caso do desenvolvimento dos métodos de eventos.

Tanto a Biogeografia Cladística quanto a Pan-biogeografia (Capítulos 4 e 5) partem do reconhecimento de evidências de histórias, principalmente de vicariância, a despeito das peculiaridades que distinguem essas escolas da biogeografia histórica. Nesse contexto, as distribuições de táxons que não se encaixam em padrões explicáveis como resultantes de eventos de vicariância comuns são então relegadas à classe de ruí­do biogeográfico (Capítulo  1), cuja origem seria em eventos como dispersão ou extinções de linhagens. No caso das escolas da biogeografia vicariante, análises são rea­li­zadas, portanto, em duas etapas: na primeira buscam-se evidências de relacionamentos filogenéticos afetados por uma causa comum (i. e., vicariância), ao passo que uma avaliação a posteriori indica possíveis hipóteses de como processos distintos da vicariância teriam afe-

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Medium 9788527720786

13 - Célula Vegetal

Junqueira, Luiz Carlos Uchoa Grupo Gen PDF Criptografado

13  |  Célula Vegetal

13

257

Célula Vegetal

Berenice Quinzani Jordão

Celia Guadalupe T. J. Andrade

■■ A parede das células vegetais é um tipo de matriz extracelular rígida, 259

■■ Composição quí­mica: a parede celular é constituí­da por fibrilas de celulose embebidas em uma matriz de outros componentes,

■■ Estrutura da parede celular, 264

■■ Origem e crescimento da parede celular, 266

■■ As células vegetais também se interconectam e se comunicam como ocorre com as células animais, 269

■■ As células vegetais têm vacúo­los com características próprias, diferentes dos pequenos vacúo­los das células animais, 270

■■ Citoesqueleto: importância nas atividades das células vegetais, 271

■■ Os plastos, dos quais os mais importantes são os cloroplastos, são estruturas características das células vegetais, 272

Junqueira 13.indd 257

■■ A origem evolutiva dos cloroplastos e das mitocôndrias parece ter ocorrido por eventos simbió­ticos independentes, 273

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Grupo A (1412)
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Medium 9788582713181

Capítulo 1 - Conceitos

Ricardo Motta Pinto-Coelho; Karl Havens Grupo A PDF Criptografado

CONCEITOS

1

A

limnologia (hidrobiologia) é a ­ciência que trata do estudo da ecologia das

águas continentais. É uma ciência nova e multidisciplinar, que conta com o apoio de outras ciências, como a Química, a

Zoologia, a Botânica, a Geociências e também das ciências exatas (Física, Computação, etc.).

Ao longo dos últimos anos, a limnologia, assim como várias outras ciências ambientais

(ecologia, biogeoquímica, geologia, geografia, etc.) acumulou um vasto conhecimento que nos permite constatar uma crescente degradação ambiental em quase todos os tipos de ecossistemas aquáticos continentais. Apesar dos grandes progressos alcançados, a limnologia ainda não foi capaz de fornecer conhecimentos suficientes para induzir a sociedade atual a adotar mudanças de comportamento capazes de reduzir ou impedir o processo de crescente destruição e de usos não sustentáveis dos ecossistemas aquáticos (Fig. 1.1).

Neste livro, será mostrado que, em muitos casos, tratam-se de mudanças que a

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Medium 9788582710043

Capítulo 19 - Transdução de Sinal

Donald Voet; Judith G. Voet Grupo A PDF Criptografado

RS

s�

GDP

GTP

Transdução de Sinal

GDP

s�

GTP

H2O

Gs� ⋅ GDP

� Pi

CAPÍTULO 19

1

Hormônios

A.

B.

C.

D.

E.

F.

G.

H.

Medidas quantitativas

Hormônios das ilhotas pancreáticas

Hormônios gastrintestinais

Hormônios da tireoide

Controle do metabolismo de cálcio

Adrenalina e noradrenalina

Hormônios esteroides

Controle das funções endócrinas: o hipotálamo e a hipófise

I. Controle do ciclo menstrual

J. Hormônio do crescimento e seu receptor

K. Peptídeos opioides

L. A função hormonal do óxido nítrico

2

Proteínas G heterotriméricas

A.

B.

C.

D.

E.

3

Visão geral

Receptores acoplados à proteína G

Proteínas G heterotriméricas: Estrutura e função

Adenilato-ciclases

Fosfodiesterases

Sinalização com base em tirosina-cinases

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Medium 9788565837026

Outras escalas de temperatura

Jerome L. Rosenberg; Lawrence M. Epstein; Peter J. Krieger Grupo A PDF Criptografado

3

CAPÍTULO 1 • QUANTIDADES E UNIDADES

Tabela 1-2 Algumas unidades SI e não SI

Grandeza física

Nome da unidade

Símbolo da unidade

Definição

Comprimento

Angstrom polegada metro (SI) metro quadrado (SI) metro cúbico (SI) litro centímetro cúbico unidade de massa atômica libra quilograma por metro cúbico (SI) grama por mililitro ou grama por centímetro cúbico

Newton (SI) pascal (SI) bar atmosfera torr (milímetros de mercúrio)

Å in m m2 m3

L cm3, mL u lb kg/m3 g/mL, ou g/cm3

N

Pa bar atm torr(mm Hg)

10−10m

2,54 × 10−10m

Área

Volume

Massa

Densidade

Força

Pressão

dm3, 10−3 m3

1,66054 × 10−27 kg

0,45359237 kg

kg · m/s2

N/m2

105 Pa

101.325 Pa atm/760 ou 133,32 Pa

lido (gelo), em um sistema cuja pressão é a pressão de vapor da própria água. A maioria das pessoas conhece a temperatura normal de congelamento da água (273,15 K), um pouco abaixo do ponto triplo da água (menor em

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Medium 9788582604618

FOCO 4. A termodinâmica

Peter Atkins; Loretta Jones; Leroy Laverman Grupo A PDF Criptografado

Quais são os conceitos básicos relacionados

à energia?

Tópico 4A:

O calor e o trabalho

O que determina a direção de uma mudança natural?

Tópico 4F:

A entropia

Como as transferências de energia são monitoradas?

Tópico 4B:

A energia interna

Que características moleculares contribuem para a entropia?

Tópico 4G:

A interpretação molecular da entropia

Fundamentos A

A energia

O que está envolvido quando o aquecimento ocorre em pressão constante?

Tópico 4C:

A entalpia

Como a entropia é medida?

Tópico 4H:

As entropias absolutas

Como o conceito de entalpia é usado na química?

Tópico 4D:

A termoquímica

Como são calculadas as variações de entropia de um processo?

Tópico 4I:

As variações globais de entropia

Foco 2

As moléculas

Que características moleculares contribuem para a entalpia?

Tópico 4E:

As contribuições para a entalpia

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Medium 9788582714225

Capítulo 19 - Junções celulares e matriz extracelular

Bruce Alberts Grupo A PDF Criptografado

I

PARTE

III III IV V

AS CÉLULAS EM SEU CONTEXTO SOCIAL

Junções celulares e matriz extracelular

De todas as interações sociais que ocorrem entre as células de um organismo multicelular, as mais fundamentais são aquelas que mantêm as células unidas. As células podem ser mantidas unidas por interações diretas ou presas dentro da matriz extracelular, uma rede complexa de proteínas e cadeias polissacarídicas secretadas pelas próprias células.

De um modo ou de outro, as células devem estar aderidas para formar uma estrutura multicelular organizada capaz de suportar e responder a várias forças externas que tentam separá-las.

O mecanismo de coesão controla a arquitetura do organismo, sua forma e o arranjo dos diferentes tipos celulares. A formação e a destruição das ligações entre as células e a modelagem da matriz extracelular regulam o modo como as células se movem no organismo, orientando-as durante o crescimento, o desenvolvimento e o reparo. A adesão às outras células e à matriz extracelular controla a orientação e o comportamento do citoesqueleto celular, permitindo que as células detectem e respondam às mudanças nas características mecânicas do seu ambiente. Assim, o aparato das junções celulares e a matriz extracelular são críticos para cada um dos aspectos da organização, função e dinâmica das estruturas multicelulares. Defeitos nesse aparato são responsáveis por uma grande variedade de doenças.

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Editora Manole (125)
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Medium 9788520429303

22. Músculos do Braço e do Ombro

DIMON JR., Theodore Editora Manole PDF Criptografado

22

Músculos do

Braço e do Ombro

Vamos agora nos concentrar nos músculos que sustentam a articulação do ombro,

(conhecidos como os músculos do manguito rotador, uma vez que formam uma bainha ou capa sobre a articulação do ombro), e os músculos que agem sobre essa articulação.

Como já observado no capítulo anterior, os membros superiores juntamente com os ombros (ao contrário dos membros inferiores, incluindo os quadris) não se destinam especificamente à propulsão, mas à manipulação dos braços e das mãos em uma ampla variedade de atividades. Por essa razão, a articulação do ombro é bastante superficial, o que, apesar de permitir grande liberdade e mobilidade, representa uma sustentação limitada por meio de ligamentos e tem sua posição mantida, em grande parte, pelos músculos do manguito rotador que a circundam de forma direta. Essa condição torna a articulação do ombro um tanto instável em comparação com a articulação do quadril, que se encontra firmemente conectada por ligamentos muito fortes.

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Medium 9788520429303

14. Músculos do Dorso: Camadas Profundas

DIMON JR., Theodore Editora Manole PDF Criptografado

14

Músculos do Dorso:

Camadas Profundas

Revisando a coluna, vimos que existem 24 vértebras móveis conectadas por uma série de ligamentos curtos na região posterior e sustentadas por dois ligamentos longos na região anterior e posterior. O crânio apoia-se na primeira vértebra ou atlas, formando a articulação atlantoccipital; o atlas, com o crânio nele apoiado, gira na segunda vértebra, o áxis.

Vamos agora nos concentrar nos músculos do dorso e da coluna. Se você procurar no livro de Gray’s Anatomy, verá que não há nada menos do que cinco camadas de músculos do dorso. A mais superficial é constituída por dois músculos grandes e potentes com os quais muitos estudantes e profissionais de anatomia estão familiarizados

– latíssimo do dorso e tra­pézio. Alguns músculos nas camadas médias tendem a estender-se horizontalmente e têm como função sustentar a escápula e as costelas. Existem ainda camadas longitudinais mais profundas dispostas ao longo da coluna. As superficiais tendem a ser relacionadas aos movimentos mais amplos e potentes, enquanto as mais profundas possuem principalmente função postural.

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Medium 9788520432709

2. Propriedades físico-químicas de fármacos

ANDREI, César Cornélio…[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

Propriedades físico-químicas de fármacos

MARIA AUXILIADÔRA FONTES PRADO

Introdução

As ligações químicas que ocorrem entre uma substância estranha ao meio biológico (um fármaco) e determinados sítios das macromoléculas biológicas (os receptores) iniciam uma cascata de eventos bioquímicos que levam à modificação do papel fisiológico da macromolécula e, consequentemente, ao efeito farmacológico.

A utilidade terapêutica de uma substância depende da extensão de seu efeito farmacológico, que, por sua vez, está relacionada ao número e à força das ligações que ocorrem com o receptor e à sua concentração no local de ação.

O número e a força das ligações que ocorrem entre o fármaco e o sítio ativo da macromolécula biológica dependem dos grupos funcionais presentes na molécula do fármaco e do arranjo espacial desses grupos, ou seja, de sua estereoquímica. O estereoisômero que apresenta arranjo espacial dos grupos funcionais mais adequado para se ligar por maior número de ligações e com maior força é o mais potente.

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Medium 9788520431627

11. ANATOMIA DOS CALÇADOS PARA CORRIDA

PULEO, Joe; MILROY, Patrick Editora Manole PDF Criptografado

11

O

ANATOMIA DOS

CALÇADOS PARA CORRIDA

P Í T U

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A

C

orredores que seguem assiduamente o regime de treinamento de força descrito nos Capítulos 5 a 9 deste livro, planejam seu treinamento de modo a adequá-lo aos princípios básicos de um programa de treinamento inteligente como apresentado no Capítulo 2 e dedicam tempo para a realização de exercícios que previnem lesões como os descritos no Capítulo 10 ainda podem ter problemas ao fazer mais esforços para aumentar seu desempenho na corrida. Simplesmente por utilizar um par de tênis incorreto ou uma órtese inadequada para seu tipo de pé, o corredor pode arruinar seus esforços bem-intencionados de melhora. Este capítulo tem o propósito de fornecer critérios confiáveis para a escolha de calçados e órteses, apresentando uma visão geral de como e por que os tênis de corrida são estruturados para cada biomecânica e como os corredores podem escolher o calçado e a órtese correta para suas necessidades específicas.

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Medium 9788520435762

5. Respiração

MAURER, Martin H. Editora Manole PDF Criptografado

072_121_physiologie_RAFA_05 - 09 Physiologie 10/3/14 5:04 PM Page 68

68

5

Fisiologia humana ilustrada

5.1 Funções da respiração

Sob o termo respiração entende-se, por um lado, a respiração externa, que regula a troca dos gases respiratórios O2 e CO2. Adicionalmente, outros produtos do metabolismo também podem ser liberados pelo pulmão (órgão de excreção), como corpos cetônicos ou etanol (Fig. 5.1).

Por outro lado, a troca e o metabolismo dos gases respiratórios O2 e CO2 nas células orgânicas são denominados respiração interna.

5.2 Fundamentos físicos

5.2.1 Equação de estado dos gases ideais p•V=n•T•R p: pressão; V: volume; n: quantidade de gás; T: temperatura; R: constante geral do gás =

8,314 J/(K mol).

Lei de Dalton

A pressão total é composta da soma das pressões parciais. ptotal = pO2 + pCO2 + pN2 + ...

Lei de Henry

A concentração de um gás dissolvido em um líquido é calculada como o produto de sua pressão parcial com o coeficiente de solubilidade α.

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Editora Atlas S A (2)
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Medium 9788522478392

Parte II - 10 Pesquisa científica: noções introdutórias

ANDRADE, Maria Margarida de Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

10

Pesquisa científica: noções introdutórias

10.1 Conceitos de pesquisa

Pesquisa é o conjunto de procedimentos sistemáticos, baseado no raciocínio lógico, que tem por objetivo encontrar soluções para problemas propostos, mediante a utilização de métodos científicos.

Todos os conceitos de pesquisa, de uma ou de outra maneira, apontam seu caráter racional predominante. Para Gil (1987a, p. 19), pesquisa é o “procedimento racional e sistemático que tem como objetivo proporcionar respostas aos problemas que são propostos.”

Segundo Cervo e Bervian (1983, p. 50): “A pesquisa é uma atividade voltada para a solução de problemas, através do emprego de processos científicos.”

Salomon (1977, p. 136) associa pesquisa à atividade científica, que se concretiza no trabalho científico:

(...) trabalho científico passa a designar a concreção da atividade científica, ou seja, a investigação e o tratamento por escrito de questões abordadas metodologicamente.

Longa seria a enumeração das várias conceituações propostas por diversos autores. Essas conceituações apenas acrescentam detalhes especificadores, mantendo a ideia de procedimento racional que utiliza métodos científicos.

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Medium 9788522478392

Parte II - 11 Métodos e técnicas de pesquisa

ANDRADE, Maria Margarida de Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

11

Métodos e técnicas de pesquisa

11.1 Métodos

Quando o homem começou a interrogar-se a respeito dos fatos do mundo exterior, na cultura e na natureza, surgiu a necessidade de uma metodologia da pesquisa científica.

Metodologia é o conjunto de métodos ou caminhos que são percorridos na busca do conhecimento.

Descartes, pensador e filósofo francês, em seu Discurso do método,1 expõe a ideia fundamental de que é possível chegar-se à certeza por intermédio da razão.

Das concepções de Descartes surgiu o método dedutivo, cuja técnica se fundamenta em esclarecer as ideias através de cadeias de raciocínio.

Para Descartes, para quem verdade e evidência são a mesma coisa, pelo raciocínio torna-se possível chegar a conclusões verdadeiras, desde que o assunto seja pesquisado em partes, começando-se pelas proposições mais simples e evidentes até alcançar, por deduções lógicas, a conclusão final.

Segundo Francis Bacon (1561-1626), filósofo inglês, a lógica cartesiana, racionalista, não leva a nenhuma descoberta, apenas esclarece o que estava implícito, pois somente através da observação se pode conhecer algo novo. Este princípio básico fundamenta o método indutivo, que privilegia a observação como processo para chegar-se ao conhecimento. A indução consiste em enumerar os enunciados

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