Ltc (17)
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Medium 9788521630371

24 Potencial Elétrico

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Potencial Elétrico

24-1

POTENCIAL ELÉTRICO

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

24.01 Saber que a força elétrica é conservativa e, portanto, é possível associar a ela uma energia potencial.

da partícula, a variação ∆U da energia potencial e o trabalho W realizado pela força elétrica.

24.02 Saber que a cada ponto do campo elétrico produzido por um

24.06 No caso de uma partícula carregada que se desloca de um

24.03 No caso de uma partícula carregada sob o efeito do campo

24.07 No caso de uma partícula carregada que atravessa uma região

objeto é possível associar um potencial elétrico V, uma grandeza escalar que pode ser positiva ou negativa, dependendo do sinal da carga do objeto.

elétrico criado por um objeto, usar a relação entre o potencial elétrico V criado pelo objeto nesse ponto, a carga q da partícula e a energia potencial U do sistema partícula-objeto.

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Medium 9788521630371

30 Indução e Indutância

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Indução e Indutância

30-1

LEI DE FARADAY E LEI DE LENZ

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

30.01 Saber que o fluxo magnético F através de uma superfície é a quantidade de campo magnético que atravessa a superfície.

30.02 Saber que o vetor área de uma superfície plana é um vetor perpendicular à superfície cujo módulo é igual à área da superfície.

30.03 Saber que qualquer superfície pode ser dividida em elemen→

tos de área dA (regiões suficientemente pequenas para serem consideradas planas), vetores área de módulo infinitesimal perpendiculares à superfície no ponto em que se encontra o elemento.

30.07 Conhecer a lei de Faraday, que é a relação entre a força ele-

tromotriz induzida em uma espira condutora e a taxa de variação do fluxo magnético através da espira.

30.08 Aplicar a lei de Faraday a uma bobina com várias espiras.

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Medium 9788521630371

32 Equações de Maxwell; Magnetismo da Matéria

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Equações de Maxwell;

Magnetismo da Matéria

32-1

LEI DE GAUSS PARA CAMPOS MAGNÉTICOS

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

32.01 Saber que a estrutura magnética mais simples é o dipolo

32.03 Saber que o fluxo magnético através de uma superfície gaus-

magnético.

siana (que é uma superfície fechada) é zero.

32.02 Calcular o fluxo magnético F através de uma superfície

 integrando o produto escalar do vetor campo magnético B pelo

 vetor área dA ao longo de toda a superfície.

Ideias-Chave zz A estrutura magnética mais simples é o dipolo magnético. Não existem (até onde sabemos) monopolos magnéticos. De acordo com a lei de Gauss para campos magnéticos,

:

B

:

B dA

0,

o fluxo magnético através de uma superfície gaussiana (que é uma superfície fechada) é zero. Uma das consequências da lei de Gauss é o fato de que os monopolos magnéticos não existem.

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Medium 9788521630371

31 Oscilações Eletromagnéticas e Corrente Alternada

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Oscilações Eletromagnéticas e Corrente Alternada

31-1

OSCILAÇÕES EM UM CIRCUITO LC

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

31.01 Desenhar o diagrama esquemático de um circuito LC e ex-

31.07 Calcular a corrente i(t) que descreve a variação, com o tempo,

31.02 Desenhar os gráficos da diferença de potencial do capacitor

31.08 Calcular a corrente i no indutor de um circuito LC em qual-

plicar quais são as grandezas que oscilam e o que constitui um período da oscilação. e da corrente do indutor de um circuito LC em função do tempo e indicar o período T nos dois gráficos.

31.03 Explicar a analogia entre um oscilador bloco-mola e um circuito LC.

31.04 Conhecer a relação entre a frequência angular w, a indutância L e a capacitância C de um circuito LC.

31.05 Demonstrar a equação diferencial da carga q do capacitor em um circuito LC a partir da energia de um sistema bloco-mola e determinar a função q(t) que descreve a variação, com o tempo, da carga do capacitor.

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Medium 9788521630371

28 Campos Magnéticos

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Campos Magnéticos

28-1

CAMPOS MAGNÉTICOS E A DEFINIÇÃO DE B

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

28.01 Saber a diferença entre um eletroímã e um ímã permanente.

28.02 Saber que o campo magnético é uma grandeza vetorial e que, portanto, tem um módulo e uma orientação.

28.03 Saber que um campo magnético pode ser definido em termos

conhecer a direção do vetor v→ H B e (2) usando o sinal da carga q para conhecer o sentido do vetor.

28.06 Determinar a força magnética FB que age sobre uma partícula

→ carregada em movimento calculando o produto vetorial v→ H B .

do que acontece com uma partícula carregada que se move na presença do campo.

28.07 Saber que o vetor força magnética FB é perpendicular ao vetor

28.04 No caso de uma partícula carregada que se move na presença

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Grupo Gen (1940)
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Medium 9788521617778

10 - Dinâmica de Energia e Trabalho

SOUZA, Samuel de Grupo Gen PDF Criptografado

10

Dinâmica de Energia e Trabalho | Capítulo 10

Dinâmica de

Energia e Trabalho

10.1 PRINCÍPIO ENERGIA-TRABALHO

10.2 PRINCÍPIO DA ENERGIA POTENCIAL PARA

FORÇAS DE TRABALHOS CONSERVATIVOS

10.3 POTÊNCIA E RENDIMENTO

187

10.4 RESUMO DO CAPÍTULO

10.5 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

10.6 EXERCÍCIOS PROPOSTOS

“O perímetro da nossa ignorância aumenta com o raio do nosso conhecimento.”

Hernani Guimarães Andrade

O trabalho de uma força é o valor da força (F) projetada na direção do deslocamento (F cos a), produto com o deslocamento (s), ou vice-versa, o deslocamento (s) projetado na direção da força (s и cos a) produto com a força (F). Como

é uma grandeza escalar, ela recebe um número e um sinal, o sinal depende da direção relativa entre a força e o deslocamento: se a força está no mesmo sentido do deslocamento

(a < 90o), o trabalho é positivo, se está no sentido inverso ao deslocamento (a > 90o), o trabalho é negativo.

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Medium 9788521634478

CAPÍTULO 9 Produtividade Biológica no Oceano

PINET, Paul R. Grupo Gen PDF Criptografado

Tudo o que é dito do mar soa fabuloso ao habitante da terra, e todos os seus produtos possuem uma certa natureza fabulosa, como se eles pertencessem a outro planeta, da alga marinha ao conto do marinheiro, ou uma história de pesca! Os reinos animal e vegetal se encontram neste elemento e estão estranhamente misturados.

~ Henry David Thoreau

Cape Cod, 1865

Produtividade

Biológica no

Oceano

9

Apresentação

A ecologia envolve o estudo dos sistemas naturais, incluindo as interconexões que existem entre todas as suas incontáveis partes viventes e não viventes. A vida existe por causa da ciclagem da matéria e da troca de energia. Os ecossistemas dependem da atividade das plantas. No oceano, as plantas são os sempre presentes fitoplânctons unicelulares. Por meio do processo bioquímico da fotossíntese, essas plantas microscópicas iniciam o ciclo nutricional pelo uso da energia solar para sintetizar (fabricar) alimento de substâncias inorgânicas simples dissolvidas na água do mar. Uma vez que a fotossíntese da planta é um elo crítico entre os mundos vivo e não vivo, focamos neste capítulo neste processo biológico crucial. Sem as plantas, os oceanos estariam escassamente povoados com animais.

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Medium 9788521622079

Capítulo 16 - Toxicologia

GIRARD, James E. Grupo Gen PDF Criptografado

Toxicologia  297

Toxicologia

OS HUMANOS SE FAMILIARIZARAM COM OS EFEITOS NOCIVOS DE VENENOS DE PLANTAS E

ANIMAIS PEÇONHENTOS HÁ MILHARES DE ANOS. Esse conhecimento foi usado na caça e na guerra. O documento mais antigo conhecido por dar informações sobre venenos é o papiro de

Ebers (cerca de 1.500 a.C.), que descreve a prática médica no Egito antigo. Esse documento inclui cerca de 1.000 receitas, muitas contendo venenos reconhecíveis. Por exemplo, ele menciona cicuta, o veneno usado na execução do filósofo grego Sócrates (470-399 a.C.); acônito, um veneno que os chineses usavam em flechas; ópio, usado tanto como veneno quanto como antídoto; e plantas contendo alcaloides de beladona, que podem causar parada cardíaca. Durante o Império Romano e continuando até a Idade Média e o Renascimento, o envenenamento era uma prática comum. A família Bórgia, na Itália, eliminava muitos dos seus inimigos dessa forma.

Até antes do início do século XIX não foi feita qualquer tentativa sistemática para identificar os agentes responsáveis pela toxicidade de venenos e plantas venenosas. Um dos primeiros a identificar a composição química do veneno foi o fisiologista francês François Magendie.

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Medium 9788521626862

25 - A Economia Baseada no Hidrogênio

LEWIS, Rob; EVANS, Wynne Grupo Gen PDF Criptografado

325

A Economia Baseada no

Hidrogênio

Sim, meus amigos, eu acredito que a água um dia será empregada como combustível, que o hidrogênio e o oxigênio que a constituem, usados sozinhos ou em conjunto, fornecerão uma fonte inesgotável de calor e luz, de uma intensidade da qual o carvão mineral não é capaz… Quando os depósitos de carvão estiverem exauridos, vamos nos aquecer com água. A água será o carvão mineral do futuro.

– Júlio Verne, A Ilha Misteriosa (1874-5)

OBJETIVOS

• Descrever muitos dos fatores que devem ser considerados na adoção de um novo “carreador de energia”

• Mostrar como o hidrogênio poderia ser recolhido, armazenado e utilizado em uma “Economia a Hidrogênio”

• Colocar a Economia a Hidrogênio no contexto dos maiores desafios de fornecer energia renovável no futuro

25

TÓPICOS

25.1 Pré-requisitos

325

25.2 Densidade de energia dos combustíveis

326

25.3 Utilização do hidrogênio como combustível para operar um carro

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Medium 9788521620990

Capítulo 7 - Máquinas Rotativas

POST, Scott Grupo Gen PDF Criptografado

7

Máquinas Rotativas

Neste Capítulo

Conservação da Quantidade de Movimento Angular

Bombas, Compressores, Ventiladores e Propulsores

Turbinas

Turbinas de Vento

Os objetivos deste capítulo são reexaminar o princípio da conservação da quantidade de movimento angular (introduzido inicialmente no Capítulo 3) relativamente aos sistemas rotativos simples, aplicar esse princípio aos componentes que adicionam ou extraem energia dos fluidos e analisar o uso das turbinas de vento na geração de energia elétrica.

7.1 Conservação da Quantidade de Movimento Angular

A quantidade de movimento angular foi introduzida no Capítulo 3, porém, o princípio da conservação da quantidade de movimento angular é apresentado novamente aqui para a aplicação às máquinas rotativas simples, também denominadas comumente turbomáquinas.

Quando a linha de atuação da força de propulsão de um fluido passa pelo centro de gravidade de um sistema, será gerado um torque ou momento no sistema. O torque atua no sentido de impor um movimento de rotação ao sistema, a menos que exista um outro torque ou momento atuando no sentido oposto. Geralmente, o torque é expresso em unidades de N.m ou lbf.ft ou ainda, ocasionalmente, em lbf.in.

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Grupo A (1494)
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Medium 9788582710654

Soluções dos problemas ímpares

Donald Voet; Judith G. Voet; Charlotte W. Pratt Grupo A PDF Criptografado

SOLUÇÕES DOS PROBLEMAS ÍMPARES

Capítulo 1

1. A

B

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D

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F

17. Essa estratégia NÃO funcionará porque a Reação 1 apresenta variação de entalpia negativa, liberando calor e, portanto, se tornará mais favorável à temperatura decrescente, enquanto a Reação 2, com variação de entalpia positiva, se tornará menos favorável. Assim, a redução da temperatura irá favorecer a Reação 1, e não a Reação 2.

A fim de tornar a Reação 2 mais favorável, a temperatura deve ser aumentada.

Para calcular a quantidade de temperatura que deve ser aumentada, a Equação 1-18 deve ser usada conforme segue:

Grupo tiol (sulfidrila)

Grupo carbonila

Ligação amida

Ligação fosfoanidro (pirofosforil)

Grupo fosforil (Pi)

Grupo hidroxil

3. Concentração 5 (número de mols)/(volume)

Volume 5 (4/3)pr3 5 (4/3) p (5 3 1027 m)3

5 5,24 3 10219 m3 5 5,24 3 10216 L

Mols de proteína 5 (2 moléculas) / (6,022 3

1023 moléculas ? mol21)

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Medium 9788582712993

Capítulo 2 - Fáscias e Músculos da Cabeça, do Pescoço e do Tronco

Horst Erich König; Hans-Georg Liebich Grupo A PDF Criptografado

Fáscias e Músculos da Cabeça, do Pescoço e do Tronco

H.-G. Liebich, J. Maierl e H. E. König

Fáscias

A cabeça e o tronco são envoltos por amplas lâminas de tecido conectivo. Essas lâminas de fáscias são interpostas entre as estruturas mais profundas e a pele ou cobrem e passam por entre os músculos. Elas formam pontos de fixação para músculos e também facilitam o movimento entre eles. Diversas estruturas mais profundas também são recobertas por fáscias, como o esôfago, a traqueia e as glândulas salivares. As fáscias ainda envolvem músculos cutâneos (mm. cutanei) e fornecem rotas de passagem para vasos sanguíneos e linfáticos e nervos.

De modo geral, o sistema de fáscias compreende uma camada superficial e outra profunda. Elas podem ser subdivididas ainda conforme sua localização:

Fáscias superficiais da cabeça, do pescoço e do tronco:

– Fáscia superficial da cabeça (fascia capitis superficialis);

– Fáscia superficial do pescoço (fascia cervicalis superficialis);

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Medium 9788563899576

Capítulo 14. Construção do modelo com regressão múltipla

Alan Agresti; Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

14

CONSTRUÇÃO DO MODELO

COM REGRESSÃO MÚLTIPLA

Este capítulo introduz ferramentas para construir modelos de regressão e avaliar os efeitos no seu ajuste de observações incomuns ou previsores altamente correlacionados. Ele também mostra formas de modelar variáveis que violam seriamente as suposições de relacionamentos lineares com uma variável resposta normal.

A Seção 14.1 discute critérios para a seleção de um modelo de regressão decidindo quais variáveis, de uma grande seleção possível, incluir no modelo. A Seção 14.2 introduz métodos para verificar suposições da regressão e avaliar a influência de observações individuais. A Seção 14.3 discute os efeitos da multicolinearidade – uma forte

“sobreposição” entre as variáveis explicativas, de modo de nenhuma delas parecer

útil quando as demais estão no modelo. A

Seção 14.4 introduz um modelo generalizado que pode lidar com variáveis respostas tendo distribuições diferentes da normal.

As Seções 14.5 e 14.6 introduzem modelos para relacionamentos não lineares.

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Medium 9788582710579

Capítulo 5 - Genes e Genomas Eucarióticos

Arnaldo Zaha; Henrique Bunselmeyer Ferreira; Luciane M. P. Passaglia Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 5

Henrique Bunselmeyer Ferreira

Genes e Genomas

Eucarióticos

1. Genes eucarióticos

86

2.4 Sintenia 103

2.5 Agrupamentos organizados de genes 104

1.1 Estrutura básica e ocorrência de genes interrompidos em eucariotos 86

2.5.1 Óperons eucarióticos 104

1.2 Tamanho 88

1.3 Domínios transcricionais complexos 88

1.4 Famílias multigênicas eucarióticas 89

2. Genomas nucleares eucarióticos

90

2.1 Tamanho 90

2.2 Forma, número e organização em replicons de cromossomos eucarióticos 92

2.3 Composição de sequências 92

2.3.1 Sequências gênicas 92

2.3.1.1 Número de genes e densidade gênica 94

2.3.1.2 Famílias de parálogos, genes únicos e pseudogenes 95

2.5.2 Agrupamentos de genes funcionalmente relacionados 104

2.5.3 Agrupamentos de genes coexpressos 105

3. Dinâmica evolutiva de genes e genomas nucleares eucarióticos 105

3.1 Evolução dos genomas eucarióticos 105

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Medium 9788582712979

Apêndice 1 - Cálculos de energia na bioenergética microbiana

Michael T. Madigan; John M. Martinko; Kelly S. Bender; Daniel H. Buckley; David A. Stahl Grupo A PDF Criptografado

Apêndice 1

A informação contida no Apêndice 1 tem por finalidade auxiliar no cálculo das alterações de energia livre que acompanham as reações químicas realizadas pelos microrganismos. Ele inicia com as definições dos termos necessários à realização de tais cálculos, e prossegue indicando como o conhecimento do estado redox, o equilíbrio atômico e de cargas, além de outros fatores, são necessários para o correto cálculo dos problemas envolvendo energia livre.

1. DG05 variação-padrão da energia livre de uma reação sob

“condições-padrão” (1 atm de pressão e concentrações de

1M); DG 5 variação da energia livre em condições especificadas; DG09 5 variação da energia livre em condições-padrão, em pH 7. O apóstrofo (9) que aparece ao longo deste apêndice indica pH 7 (condições celulares aproximadas).

2. Cálculo do DG0 para uma reação química, a partir da energia livre de formação, Gf0, dos produtos e reagentes:

Gf0 (produtos) – S

5. Potenciais de redução: por convenção, as equações de eletrodo são escritas como reduções, isto é, na direção, oxidante 1 ne– S redutor, em que n corresponde ao número de elétrons transferidos. O potencial de redução padrão

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Editora Manole (125)
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Medium 9788520431177

8. TREINAMENTO CORPORAL GLOBAL

MCLEOD, Ian Editora Manole PDF Criptografado

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E

ste capítulo é dedicado aos exercícios corporais globais que requerem ativação simultânea de músculos do membro superior, do core e do membro inferior. Tendo em vista que os capítulos anteriores abordaram detalhes da anatomia das articulações e dos músculos, ações musculares e seu papel na natação, o objetivo deste capítulo é descrever a importância do treinamento corporal global e o papel destes exercícios para o aumento do desempenho na natação.

O foco dos capítulos anteriores era os exercícios que isolam uma única articulação ou, por meio da combinação de movimentos, as articulações dos membros superiores ou inferiores.

Os exercícios deste capítulo, por outro lado, integram os membros superiores e inferiores durante os movimentos corporais globais, permitindo a um exercício conectar essas áreas com o core. Esses exercícios envolvem várias articulações e grupos musculares e, portanto, são bastante funcionais e específicos para esse esporte.

Conforme aumenta o número de articulações e grupos musculares recrutados durante um exercício, a especificidade do exercício também aumenta. Por exemplo, uma simples extensão do antebraço isola uma articulação (a do cotovelo) e um músculo (o tríceps braquial). Em comparação, o meio-sugado (burpee), que será descrito mais adiante neste capítulo, é um exercício corporal global que incorpora movimentos dos membros superiores e inferiores e, consequentemente, de vários grupos musculares. As diferenças entre esses dois tipos de exercício são óbvias; a questão que se coloca, assim, refere-se às vantagens e desvantagens relativas a cada um. A vantagem principal da extensão do antebraço é que ela isola um único músculo e, por isso, é fácil controlar o grau de resistência (aumentando ou diminuindo o peso) que incide sobre esse músculo, e o foco pode ser dirigido exclusivamente ao fortalecimento do tríceps. A principal desvantagem é que o movimento não é específico para a natação, pois envolve apenas uma articulação. Por outro lado, a vantagem principal do meio-sugado é que várias articulações e grupos musculares estão envolvidos e ele dá

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Medium 9788520431672

6. Pelve e quadris

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

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PELVE E QUADRIS

P Í T U

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A

dança requer um movimento repetitivo pouco comum da articulação do quadril que exige controle extremo. Movimentos rápidos e rebuscados do quadril constituem a marca da apimentada dança latina. Praticantes de dança moderna possuem força e agilidade para movimentar os quadris em todos os planos enquanto mudam o apoio do peso e ainda mantêm o equilíbrio. Sapateadores conseguem movimentar os pés e o restante dos membros inferiores com velocidade extraordinária enquanto a pelve permanece estável. Bailarinos exibem a altura do développé mantendo a força e a flexibilidade nos quadris. Todos os dançarinos precisam entender como as forças do movimento dos membros inferiores são distribuídas pelas articulações do quadril e pela pelve. Todo estilo de dança exige que a coxa trabalhe junto e, em vários momentos, em posições de rotação lateral ou medial. Entender como a pelve trabalha em harmonia com os membros inferiores pode melhorar sua técnica. Sua meta é realizar o movimento desejado dos membros inferiores sem perder o controle da pelve.

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Medium 9788520435342

7. Posturas sentadas

KAMINOFF, Leslie; MATTHEWS, Amy Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍtuLo

PosturAs sentAdAs

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ara muitas pessoas do mundo moderno, a posição sentada (e, provavelmente, de maneira desleixada) é aquela que elas vão manter durante a maior parte do seu dia produtivo. Os sapatos estão para os pés da mesma forma que as cadeiras, os assentos de carro e os sofás estão para as articulações da pelve e para a porção inferior da coluna vertebral.

Na prática da yoga, assim como os pés descalços criam uma nova relação com o solo por meio da prática dos asanas em pé, o quadril, a articulação da pelve e a porção inferior da coluna vertebral desenvolvem uma nova relação com o solo ao sustentar o peso colocado diretamente sobre eles nas posturas sentadas.

Os asanas ilustrados neste capítulo são posturas sentadas propriamente ditas ou aquelas cujo ponto de partida é a posição sentada. Se forem praticados com a devida atenção à anatomia das articulações, dos músculos e dos tecidos conjuntivos relevantes, podem ajudar a restaurar parte da flexibilidade natural que as pessoas têm quando crianças, quando podem sentar e brincar no chão por horas a fio sem fazer esforço algum.

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Medium 9788520429303

26. O Cíngulo do Membro Inferior

DIMON JR., Theodore Editora Manole PDF Criptografado

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O Cíngulo do Membro Inferior

A principal função do cíngulo do membro inferior é fornecer uma estrutura para sustentação e locomoção sobre os dois pés, em contraste com o cíngulo do membro superior que auxilia no movimento de manipulação do membro superior. Como já vimos anteriormente, os membros superiores e inferiores possuem estruturas semelhantes. Porém, enquanto o cíngulo do membro superior fornece uma trama móvel para os membros que são utilizados para manipular em vez de oferecer sustentação, o cíngulo do membro inferior foi modificado com a finalidade de oferecer uma base forte e estável de apoio sobre os dois membros inferiores. Diferentemente do ombro, a pelve está fixada de maneira firme à coluna pelo sacro, e suas duas “asas” estão unidas na região anterior para oferecer o máximo de estabilidade. Essa condição também possibilita que a pelve funcione como uma bacia para os órgãos internos. (“Pelve” significa “bacia” em latim.)

A pelve desempenha duas funções essenciais. Primeiro, ela transfere o peso do corpo para o solo por meio dos membros inferiores e absorve o impacto sofrido por eles. Em segundo lugar, oferece uma estrutura sólida para os músculos desses membros, que se fixam na pelve e atuam sobre eles para sustentá-los e movê-los. Sendo responsável pela sustentação do peso, a pelve é bem mais sólida e inflexível do que o cíngulo do membro superior; é capaz de absorver grandes impactos e pertence a um sistema de membros que pode exercer força bem maior do que os membros superiores. Ao contrário do cíngulo do membro superior, que não está fixado diretamente no esqueleto axial e tem uma grande mobilidade, a pelve está ligada de forma direta à coluna. Isso compromete um pouco sua função, mas dá a ela muita firmeza e estabilidade.

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Medium 9788520429303

7. A Língua

DIMON JR., Theodore Editora Manole PDF Criptografado

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A Língua

A língua é, com frequência, negligenciada por aqueles interessados em movimento e até mesmo em vocalização. Quando nos referimos a ela, pensamos apenas em seu corpo; na verdade, existem diversos músculos extrínsecos fixados na língua, controlando seu movimento. Todos esses músculos extrínsecos e os intrínsecos da língua relacionam-se de forma direta às estruturas da faringe e da laringe e ao equilíbrio da cabeça.

Os músculos intrínsecos da língua (o próprio corpo da língua) são constituídos por fibras musculares que se estendem em várias direções. Estão situados no assoalho da boca e estendem-se posteriormente até a faringe, onde sua raiz fixa-se superiormente à laringe no osso hioi­de, algumas vezes chamado de “osso da língua”, que é o pequeno osso em forma de U. (Ele recebe esse nome em razão da semelhança com a letra grega upsilon.) Pode-se sentir a conexão da língua ao hioide segurando-o juntamente com a laringe – fixada diretamente a este osso – entre o polegar e o indicador e balançando a língua: dessa maneira, o osso hioide e a laringe movem-se para a frente e para trás à medida que a língua é movimentada.

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Artmed (38)
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Medium 9788582713846

Capítulo 8. Biotecnologia e agricultura sustentável

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Rosana Matos de Morais

Benjamin Dias Osorio Filho

CAPÍTULO 8

Biotecnologia e agricultura sustentável

A biotecnologia pode ser uma grande aliada na identificação de organismos vivos, genes, enzimas, compostos e bioprocessos fundamentais para fomentar uma agricultura menos agressiva ao meio ambiente e com maiores garantias de segurança alimentar. Este capítulo abordará algumas discussões sobre a agricultura atual no Brasil e os desafios que devem ser encarados para tornála sustentável, como o uso da biotecnologia em busca da diminuição ou supressão de agrotóxicos e em busca de fontes alternativas de fertilizantes.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender o que é a agricultura sustentável e a mudança de paradigma que precisa ser assumida para alcançá-la.

Compreender as consequências do melhoramento vegetal e de que forma a biotecnologia pode mudar esse cenário.

Discutir a importância das interações entre as plantas e os demais seres vivos que habitam o agroecossistema na busca de uma agricultura sustentável.

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Medium 9788584290994

Capítulo 12. Regressão múltipla padrão

Christine P. Dancey; John G. Reidy; Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

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Regressão múltipla padrão

Panorama do capítulo

A regressão múltipla é uma extensão da análise correlacional e da regressão linear bivariada, em que os pesquisadores usam várias variáveis previsoras para ver como elas se relacionam ou preveem uma variável critério. A regressão múltipla nos permite determinar quanto da variância é partilhada pelas variáveis previsoras, juntas ou separadamente. Uma vez entendida a regressão linear bivariada, a regressão múltipla não será tão difícil. A hipótese experimental é formulada para responder uma ou mais destas questões: quão forte é o relacionamento entre todas as variáveis explanatórias/previsoras x e a variável critério y? Existe uma boa aderência entre as variáveis combinadas x e y? Conhecendo todos os escores x, podemos prever quais serão os escores em y? A regressão múltipla é uma técnica comum nas ciências sociais – os pesquisadores geralmente buscam entender a maneira com que várias variáveis influenciam uma variável critério, em vez de olhar para apenas uma variável (regressão linear bivariada).

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Medium 9788582713846

Capítulo 3. Cultura de células e tecidos vegetais

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Francine Ferreira Cassana

Juliana Schmitt de Nonohay

Paulo Artur Konzen Xavier de Mello e Silva

CAPÍTULO 3

Cultura de células e tecidos vegetais

A cultura de células e tecidos é de grande importância para o melhoramento genético vegetal e fundamental na obtenção de plantas transgênicas.

Estudos e pesquisas sobre o cultivo de plantas in vitro têm possibilitado o desenvolvimento agrícola mundial, beneficiando milhares de pessoas, enquanto que a conservação de espécies nativas deve muito aos trabalhos desenvolvidos em laboratórios de cultura de tecidos vegetais.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Conhecer os avanços no cultivo in vitro de plantas.

Compreender os princípios da cultura de células e tecidos e as vias de regeneração de plantas in vitro.

Descrever a organização, o funcionamento e as atividades realizadas em laboratórios de cultura de células e tecidos vegetais.

Diferenciar as condições e os estágios do cultivo in vitro de vegetais.

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Capítulo 10. Avaliando a concordância: técnicas correlacionais

Christine P. Dancey; John G. Reidy; Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

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Avaliando a concordância: técnicas correlacionais

Panorama do capítulo

Neste capítulo, você irá aprender sobre a análise de relações entre variáveis. Iniciaremos com o relacionamento mais simples – entre duas variáveis, também chamado de relacionamento bivariado. Os pesquisadores lançam a hipótese de que haverá um relacionamento significativo ou uma associação entre duas variáveis x e y. A hipótese será direcional, isto é, à medida que x aumenta, y aumenta (um relacionamento positivo), ou, à medida que x aumenta, y diminui (um relacionamento negativo). A hipótese nula é que qualquer relacionamento entre x e y se deve ao erro amostral (ao acaso). Técnicas correlacionais são utilizadas para testar a hipótese de que as variáveis estão relacionadas entre si. As conclusões retiradas de uma análise correlacionada bivariada não podem ser tão fortes quanto as conclusões retiradas de um estudo que utilize um delineamento experimental ao envolver questões de causalidade. Descobrir que duas variáveis estão relacionadas não é o mesmo que ser capaz de declarar que x causou y.

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Capítulo 11. Regressão linear

Christine P. Dancey; John G. Reidy; Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

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Regressão linear

Panorama do capítulo

A regressão linear é uma extensão da análise correlacional. No Capítulo 10, você aprendeu que, quando os escores em x mostravam um relacionamento linear com y, o r de Pearson ou o rô de

Spearman produzem uma estatística teste (r ou rô, respectivamente) que resulta em uma medida da força do relacionamento entre eles. O que a análise correlacional nos dá é uma medida de quão bem os pontos dos dados estão aglomerados em torno de uma linha imaginária. A análise de regressão linear estende isso ao traçar uma linha por meio dos pontos dos dados (linha de melhor aderência) e nos confere uma medida que mostra o quanto a variável y muda como resultado da mudança de uma unidade na variável x. Daremos a você um entendimento conceitual da regressão linear bivariada, além de mostrar como obter a estatística teste no SPSS e como interpretar o resultado. Apresentaremos, também, intervalos de confiança e tamanhos do efeito em relação à regressão linear. A regressão linear responde às seguintes questões: quão forte é o relacionamento entre x e y? Existe uma aderência entre x e y? Conhecendo os escores em x, podemos prever quais serão os prováveis escores em y?

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