Artmed (38)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582714409

Capítulo 1. Plantas medicinais: Histórico e conceitos

Siomara da Cruz Monteiro, Clara Lia Costa Brandelli Artmed PDF Criptografado

1

PLANTAS MEDICINAIS:

HISTÓRICO E CONCEITOS

Clara Lia Costa Brandelli

Objetivos de aprendizagem

Definir conceitos relevantes à farmacobotânica.

Esquematizar uma linha do tempo sobre a história do uso de plantas

medicinais.

Identificar os principais marcos da história de utilização de plantas medicinais no Brasil.

Diferenciar plantas medicinais e medicamentos fitoterápicos.

Discutir o cenário atual do uso de plantas medicinais e seus derivados no

Brasil e no mundo.

INTRODUÇÃO

A história do uso de plantas medicinais, desde os tempos remotos, tem mostrado que elas fazem parte da evolução humana e foram os primeiros recursos terapêuticos utilizados pelos povos. Pode-se afirmar que o hábito de recorrer às virtudes curativas de certos vegetais se trata de uma das primeiras manifestações do antiquíssimo esforço do homem para compreender e utilizar a natureza como réplica a uma das suas mais antigas preocupações, aquela originada pela doença e pelo sofrimento.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714409

Capítulo 2. Etnobotânica

Siomara da Cruz Monteiro, Clara Lia Costa Brandelli Artmed PDF Criptografado

2

ETNOBOTÂNICA

Clara Lia Costa Brandelli

Objetivos de aprendizagem

Definir etnobiologia e etnobotânica.

Citar as abordagens e ramificações da etnobiologia.

Explicar o caráter interdisciplinar da etnobotânica.

Relacionar a etnobotânica à etnofarmacologia.

Listar as contribuições e possibilidades oriundas da etnobotânica.

Explicar a importância e as formas de dar retorno às populações sobre as

informações adquiridas em estudos etnobotânicos.

INTRODUÇÃO

Como foi visto no Capítulo 1, a utilização de plantas como medicamentos pela humanidade é tão antiga quanto a história do homem. Desde tempos remotos, os seres humanos usam substâncias químicas derivadas da natureza

− plantas, animais e microrganismos – para atender às suas necessidades básicas, incluindo a prevenção e o tratamento de doenças. O homem acumulou informações sobre o ambiente que o cerca e, sem dúvida, esse conhecimento foi completamente baseado em suas observações diárias e constantes dos fenômenos e características da natureza.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714409

Capítulo 5. Metabolismo vegetal

Siomara da Cruz Monteiro, Clara Lia Costa Brandelli Artmed PDF Criptografado

5

METABOLISMO VEGETAL

Clara Lia Costa Brandelli

Objetivos de aprendizagem

Definir metabolismo.

Diferenciar o metabolismo primário do metabolismo secundário dos

vegetais.

Esquematizar as rotas biossintéticas do metabolismo secundário das plantas.

Classificar os metabólitos secundários.

Citar as características e as funções dos principais metabólitos secundários presentes nas plantas.

Listar os fatores que influenciam a síntese de metabólitos secundários nos vegetais.

INTRODUÇÃO

Uma das características dos seres vivos é a presença de atividade metabólica. As reações que ocorrem são catalisadas por uma gama de enzimas, trazendo os seguintes benefícios para o organismo:

suprimento

de energia; das moléculas;

garantia da continuidade do estado organizado.

renovação

► Definição

Metabolismo: conjunto total das transformações químicas das moléculas orgânicas que acontecem continuamente nas células vivas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714409

Capítulo 11. Política nacional de plantas medicinais e fitoterápicos

Siomara da Cruz Monteiro, Clara Lia Costa Brandelli Artmed PDF Criptografado

11

POLÍTICA NACIONAL DE

PLANTAS MEDICINAIS E

FITOTERÁPICOS

Clara Lia Costa Brandelli

Objetivos de aprendizagem

Discutir os conhecimentos necessários e o papel do profissional de saúde

na indicação de fitoterápicos.

Explicar por que o Brasil tem grande potencial para a utilização de plantas medicinais.

 Diferenciar e relacionar medicina tradicional (MT) e medicina complementar e alternativa (MCA).

Citar as principais políticas e programas relacionados a MT/MCA no Brasil, bem como seus objetivos.

Listar as ações em foco referentes à inserção de plantas medicinais e fitoterápicos no SUS.

INTRODUÇÃO

A Organização Mundial da Saúde (OMS) constatou que práticas de saúde não convencionais, como acupuntura, fitoterapia e técnicas manuais, estão ganhando espaço e se desenvolvendo constantemente, com o objetivo de complementar as terapias medicamentosas alopáticas (ORGANIZAÇÃO

MUNDIAL DA SAÚDE, 2008). A fitoterapia e o uso de plantas medicinais fazem parte da MT, pois abordam um conjunto de saberes populares nos diversos usuários e praticantes, principalmente pela tradição passada de geração para geração. Trata-se de uma forma extremamente eficaz e alternativa de atendimento primário à saúde, que pode complementar o tratamento comumente empregado, sobretudo para a população de menor renda.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714409

Capítulo 7. Produtos naturais e o desenvolvimento de fármacos

Siomara da Cruz Monteiro, Clara Lia Costa Brandelli Artmed PDF Criptografado

7

PRODUTOS NATURAIS E

O DESENVOLVIMENTO

DE FÁRMACOS

Clara Lia Costa Brandelli

Objetivos de aprendizagem

Citar os marcos históricos da relação entre plantas medicinais e

desenvolvimento de fármacos.

Explicar por que a indústria farmacêutica voltou a se interessar pelos produtos naturais após um período de desinteresse no fim do século XX.

Diferenciar as abordagens utilizadas no estudo de plantas medicinais para investigar novas moléculas bioativas.

Listar as etapas da pesquisa e do desenvolvimento de fármacos a partir de plantas medicinais.

Discutir a adequação da flora brasileira ao desenvolvimento de novos fármacos.

Descrever a potencialidade de protótipos a partir de produtos naturais para o desenvolvimento de fármacos.

INTRODUÇÃO

Os produtos naturais são utilizados pela humanidade desde tempos imemoriais. A natureza sempre despertou no homem um fascínio, não só por oferecer recursos para sua alimentação e manutenção, como também por ser sua principal fonte de inspiração e aprendizado.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Atlas (13)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788597010763

1 - Procedimentos didáticos

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

1

Procedimentos didáticos

1 LEITURA

1.1 Elementos

Antes de abordarmos a leitura de modo prático, alguns esclarecimentos conceituais são necessários, como o de texto e o de leitura.

Guimarães (2013, p. 11) alerta para o fato de que são muitas as possibilidades de resposta para a questão “o que é texto?”. Qualquer que seja ela, depende da vertente teórica a que nos apoiamos: se o consideramos do ponto de vista microestrutural, “é o conjunto articulado de frases, resultante da conexão dos mecanismos léxico-gramaticais que integram a superfície textual”. O texto assim visto manifesta-se como um produto que apresenta unidade temática, cujo significado é resultado da relação entre seus constituintes. Todavia, nas abordagens mais modernas ele é visto como um processo em que se focaliza a textualidade e não um conjunto de propriedades do texto. Interessamos, então, pela coesão, coerência, aceitabilidade, informatividade, situacionalidade e intertextualidade do texto.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597010763

4 - Métodos científicos

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

4

Métodos científicos

1

CONCEITO DE MÉTODO

As ciências caracterizam-se pela utilização de métodos científicos, mas nem todos os ramos de estudo que empregam esses métodos são ciências. A utilização de métodos científicos não é, portanto, da alçada exclusiva da ciência, mas não há ciência sem o emprego de métodos científicos.

Método é o conjunto das atividades sistemáticas e racionais que, com maior segurança e economia, permite alcançar o objetivo de produzir conhecimentos válidos e verdadeiros, traçando o caminho a ser seguido, detectando erros e auxiliando as decisões do cientista.

2

DESENVOLVIMENTO HISTÓRICO DO MÉTODO

A preocupação em descobrir e explicar a natureza vem desde os primórdios da humanidade, quando as duas principais questões referiam-se às forças da natureza, a cuja mercê viviam os homens, e à morte. O conhecimento mítico voltou-se à explicação desses fenômenos, atribuindo-os a entidades de caráter sobrenatural. A verdade era impregnada de noções supra-humanas e a explicação fundamentava-se em motivações humanas, atribuídas a forças e potências sobrenaturais.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597010763

5 - Fatos, teoria e leis

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

5

Fatos, teoria e leis

1

TEORIA E FATOS

O senso comum tende a considerar o fato como realidade, isto é, verdadeiro, definitivo, inquestionável e autoevidente. Da mesma forma, imagina teoria como especulação, ou seja, ideias não comprovadas. Sob o aspecto científico, entretanto, se fato é considerado uma observação empiricamente verificada, a teoria se refere a relações entre fatos ou, em outras palavras, à ordenação significativa desses fatos, consistindo em conceitos, classificações, correlações, generalizações, princípios, leis, regras, teoremas, axiomas etc.

Dessa forma, conclui-se: a) Teoria e fato não são diametralmente opostos, mas inextrincavelmente inter-relacionados, consistindo em elementos de um mesmo objetivo: a procura da verdade; eles são indispensáveis à abordagem científica. b) Teoria não é especulação, mas um conjunto de princípios fundamentais, que se constituem em instrumento científico apropriado na procura e principalmente na explicação dos fatos. c) Ambos, teoria e fato, são objetos de interesse dos cientistas: não existe teoria sem ser baseada em fatos. A compilação de fatos ao acaso, sem um princípio de classificação (teoria), não produziria a ciência; haveria apenas um acúmulo de fatos não sistematizados, não relacionados, amorfos e dispersos, impossíveis de ser interligados e explicados.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597010763

6 - Hipóteses

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

6

Hipóteses

1 CONCEITO

Podemos considerar a hipótese como um enunciado geral de relações entre variáveis (fatos, fenômenos): a) Formulado como solução provisória para determinado problema. b) Apresentando caráter explicativo ou preditivo. c) Compatível com o conhecimento científico (coerência externa) e revelando consistência lógica (coerência interna). d) Passível de verificação empírica em suas consequências.

2

TEMA, PROBLEMA E HIPÓTESE

Constituindo-se a hipótese uma suposta, provável e provisória resposta a um problema, cuja adequação (comprovação = sustentabilidade ou validez) será verificada através da pesquisa, interessa-nos o que é e como se formula um problema.

2.1 Tema e problema

O tema de uma pesquisa é o assunto que se deseja provar ou desenvolver;

“é uma dificuldade, ainda sem solução, que é mister determinar com precisão, para intentar, em seguida, seu exame, avaliação crítica e solução” (ASTI

LAKATOS&MARCONI.indb 133

Ver todos os capítulos
Medium 9788597010763

12 - Publicações científicas

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

12

Publicações científicas

1

COMUNICAÇÃO: TRABALHOS DE CONGRESSOS

Comunicação é uma palavra de origem latina: comunicare, que tem o significado de tornar comum, partilhar, repartir, trocar opiniões. Para Rabaça e Barbosa

(1978, p. 106), comunicar implica participação, interação, troca de mensagens.

Como processo de participação de experiência, ela modifica a disposição mental das partes em interação. Nesse sentido, Barros (In: FIORIN, 2004, p. 42) afirma que a comunicação não deve ser pensada “como um fenômeno de mão

única, do emissor ao receptor, mas como um sistema interacional”.

É, pois, processo pelo qual são transmitidas informações, ou seja, ideias, fatos, opiniões. Por meio da comunicação, podem-se “compartilhar conhecimentos, opiniões, sentimentos” (HARLOW; COMPTON, 1980, p. 11).

1.1 Comunicação científica

Refere-se à informação apresentada em congressos, simpósios, semanais, reuniões, academias, sociedades científicas etc. a ser posteriormente publicada em anais e revistas, impressas ou eletrônicas.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Editora Manole (125)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520432044

5. Análise de movimentos complexos nos esportes

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

05_Analyse komplexer Beweg 287-332_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:51 AM Page 283

Capítulo 5

Análise de movimentos complexos nos esportes

05_Analyse komplexer Beweg 287-332_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:51 AM Page 284

284

Anatomia aplicada ao esporte

Considerações iniciais

Por meio de uma abrangência sistemática de praticamente todas as modalidades olímpicas, o leitor terá acesso imediato a informações acerca da modalidade esportiva de interesse. Se houver necessidade de informação adicional, é possível se informar procurando pela apresentação isolada de cada músculo ou lendo a análise de movimentos simples do tronco e membros.

A representação pictográfica limita-se à musculatura relevante para os movimentos.

Nesse caso, foi apresentada a evolução esportiva do movimento no momento da contração dos músculos determinantes da função (músculos representados em vermelho).

Como o atletismo representa uma modalidade esportiva básica, que contém muitas habilidades básicas ou elementos de movimentos que podem se repetir de forma idêntica ou levemente modificada na maioria das demais modalidades esportivas, dedica-se ao atletismo uma apresentação abrangente.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432044

6. Treinamento de força anatômico-funcional

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

06_Funktionell-anatomisches 333-338_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:52 AM Page 329

Capítulo 6

Treinamento de força anatômico-funcional

06_Funktionell-anatomisches 333-338_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:52 AM Page 330

330

Anatomia aplicada ao esporte

Considerações iniciais

Propostas para um treinamento anatômico-funcional da força de todos os grupos musculares que participam da análise de evoluções de movimentos simples, bem como sugestões de exercícios dinâmicos e estáticos, poderão ser observadas neste capítulo.

A meta deste livro não é fornecer uma coletânea completa de todos os exercícios possíveis para um determinado movimento, e sim fornecer ao não especialista algumas sugestões simples e despretensiosas sobre como trabalhar eventuais fraquezas musculares que, eventualmente, possam afetar a evolução de um movimento. Por esse motivo, oferece-se aqui somente um exercício típico para cada movimento. O leitor pode criar exercícios adicionais ou procurar por eles no livro Treinamento ideal (Manole, 2003), escrito pelo mesmo autor.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432044

4. Análise de movimentos simples do tronco e dos membros

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

04_Analyse einfacher Rumpf 267-285_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:50 AM Page 265

Capítulo 4

Análise de movimentos simples do tronco e dos membros

04_Analyse einfacher Rumpf 267-285_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:50 AM Page 266

266

Anatomia aplicada ao esporte

Considerações iniciais

As explicações a seguir visam proporcionar um rápido entendimento do substrato anatômico de movimentos simples. Por isso, a musculatura determinante da função é apresentada de modo bastante esquematizado e simplificado, para demonstrar como a musculatura necessária para o trabalho de treinamento pode ser fortalecida por meio de um treinamento especial de força. Nesse sentido, também devem ser entendidos os dados numéricos frequentemente usados e que são provenientes de cálculos feitos por Lanz, Lang

e Wachsmuth (1972); esses dados servem para exemplificar ao leigo a importância dos músculos que participam do movimento. O autor está consciente de que isso simplifica ao extremo a complexidade dos processos envolvidos em cada movimento; no entanto, ele assume essa desvantagem em favor de uma rápida visão geral das informações.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432044

2. Aparelhos locomotores passivo e ativo

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

02_Passiver und aktiver 061-078_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 11:04 AM Page 61

Capítulo 2

Aparelhos locomotores passivo e ativo

02_Passiver und aktiver 061-078_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 11:04 AM Page 62

62

Anatomia aplicada ao esporte

Nomenclatura anatômica

Ângulo

Lombar

Aponeurose

Lordose

Arco

Margem

Articulação

Menisco

Bolsa

Músculo

Calcâneo

Núcleo pulposo

Capítulo do úmero

Oblíquo

Cartilagem

Olécrano

Cervical

Osso

Cifose

Parte

Côndilo

Patela

Costela

Periósteo

Crista

Pescoço

Diartrose

Plexo

Disco

Processo

Epicôndilo

Prolapso

Escápula

Protrusão

Escoliose

Rádio

Espinha

Retináculo

Esterno

Sinartrose

Face

Sincondrose

Falange

Sindesmose

Fáscia

Sulco

Fêmur

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432044

3. Principais sistemas articulares

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

03_Teil 01_Rumpf 079-119_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:56 AM Page 79

Capítulo 3

Principais sistemas articulares

03_Teil 01_Rumpf 079-119_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:56 AM Page 80

80

Anatomia aplicada ao esporte

Tronco

O tronco, do ponto de vista funcional, apresenta duas tarefas predominantes: é o envoltório protetor de diversos sistemas orgânicos e forma a base para os movimentos dos membros e para a postura da cabeça. Para assegurar a postura ereta do corpo ou tronco, a coluna vertebral é submetida a uma tensão dinâmica por meio da musculatura abdominal e das costas (Fig. 3.1).

Figura 3.1 A musculatura do tronco como sistema de tensão para a manutenção da postura ereta do corpo.

03_Teil 01_Rumpf 079-119_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:56 AM Page 81

Capítulo 3 Principais sistemas articulares

81

Aparelho locomotor passivo do tronco

O esqueleto do tronco é composto pela coluna vertebral e pela caixa torácica, assim como pelo cíngulo do membro inferior.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Editora Saraiva (49)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788536510897

9. Óleos e Gorduras

TOLENTINO, Nathalia Motta de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

9

Óleos e

Gorduras

Para começar

Neste capítulo você irá conhecer as semelhanças e diferenças entre os óleos e gorduras, seus métodos de obtenção e suas aplicações em outras indústrias.

9.1 Economia

Nosso corpo é capaz de produzir alguns ácidos graxos, porém diversos fatores podem inibir essa síntese, sendo essencial a ingestão de óleos e gorduras por meio da alimentação. As indústrias alimentícias têm grande foco na modificação de gorduras e óleos naturais para que estes adquiram características que melhorem sua qualidade para o uso em alimentos.

Os óleos e gorduras têm grande aplicação não só na indústria alimentícia, mas também em diversos outros setores industriais, tais como indústria farmacêutica, de sabões e detergentes, de perfumes, metalúrgica, de polímeros, explosivos entre outras.

103

9.2 Conceitos importantes

9.2.1 Óleos e gorduras

Os principais componentes dos óleos e gorduras são triésteres (muitas vezes chamados de triglicerídeos) insolúveis em água e solúveis em solventes orgânicos, derivados da esterificação do glicerol com ácidos carboxílicos, chamados ácidos graxos. Porém os óleos e gorduras são misturas complexas formadas não só por diferentes tipos de triglicerídeos, mas também de diglicerídeos e monoglicerídeos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536510897

12. Tecnologias Farmacêuticas

TOLENTINO, Nathalia Motta de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

12

Tecnologias

Farmacêuticas

Para começar

Neste capítulo você irá conhecer alguns conceitos sobre a farmacotécnica, área da indústria farma­­cêutica que tem como objetivo produzir formas farmacêuticas visando curar ou alterar algumas funcionalidades no organismo.

Você irá conhecer também as diferentes formas farmacêuticas e suas vantagens e desvantagens.

12.1 Histórico

Registros históricos indicam que no século X a medicina e a farmácia eram uma só profissão.

Eram chamados de boticários aqueles cuja profissão exigia que conhecessem e curassem as doenças, preparando eles mesmos os medicamentos.

Somente no século XVIII a farmácia e a medicina foram separadas, sendo os médicos responsáveis por diagnosticar doenças e os farmacêuticos, por misturarem matérias para a confecção de remédios que iriam curar as doenças.

133

12.2 Conceitos

Todo composto químico utlizado com o objetivo de alterar algum desempenho ou ação biológica no organismo é chamado de droga. As drogas que têm função terapeutica são chamadas de fármacos; já as que têm objetivo adverso ao terapêutico são chamadas de tóxicos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536510897

6. Polímeros

TOLENTINO, Nathalia Motta de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

6

Polímeros

Para começar

Neste capítulo você conhecerá diferentes tipos de polímeros, suas técnicas de produção e utilidades.

6.1 Conceitos

6.1.1 Polímeros

Um polímero é uma macromolécula de alta massa molecular constituída pela repetição de várias unidades, os monômeros que normalmente apresentam baixo peso molecular. Essa estrutura é formada por cadeias longas e retorcidas. Os polímeros podem ser sintéticos ou naturais, como a madeira.

6.1.2 Monômeros

São as menores unidades formadoras de um polímero. São hidrocarbonetos cujas ligações intramoleculares são ligações covalentes fortes, ao passo que as ligações intermoleculares são ligações fracas de Van der Vals, justificando o baixo ponto de fusão dos polímeros.

59

6.2 Tipos de polímeros

Os polímeros podem ser classificados em plásticos, borrachas ou fibras, dependendo do tipo de monômero e de ligação. Podem ainda ser classificados de acordo com a estrutura química, o método de polimerização, a solubilidade ou as propriedades mecânicas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536510897

1. Introdução aos Processos Industriais

TOLENTINO, Nathalia Motta de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

Introdução aos Processos

Industriais

1

Para começar

Este capítulo tem como objetivo mostrar os conceitos básicos sobre os processos industriais, bem como alguns equipamentos utilizados nas indústrias, e os controles necessários durante a produção e o tratamento de água e efluentes.

1.1 Conceitos básicos

1.1.1 Definição de processo

Um processo é caracterizado por um conjunto de operações (químicas, físicas ou bioquímicas) que tem como objetivo transformar a matéria-prima no produto desejado, de forma econômica e em grande escala.

1.1.2 Operações unitárias

Todos os processos industriais podem ser divididos em etapas, as quais são chamadas de operações unitárias. Essas operações são caracterizadas por reações químicas, operações mecânicas

(transporte, moagem, mistura, separação mecânica, fragmentação, peneiração etc.), operações de trocas de calor (aquecimento e resfriamento de fluídos, condensação, evaporação, ebulição) e operações de transferência de massa (destilação, extração, cristalização, adsorção etc.).

Ver todos os capítulos
Medium 9788536510897

2. Produção de Cerâmicas, Vidros e Cimento

TOLENTINO, Nathalia Motta de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

Produção de

Cerâmicas, Vidros e Cimento

2

Para começar

As cerâmicas têm a argila como matéria-prima que, quando molhada, se torna plástica e moldável.

O vidro e o cimento fazem parte da classe dos materiais cerâmicos, porém muitos desconsideram esse fato devido a pequenas diferenças na matéria-prima utilizada e nas características do processo. Neste capítulo, você vai conhecer os processos de produção de materiais cerâmicos, incluindo o vidro e o cimento.

2.1 Tipos de materiais cerâmicos

Materiais cerâmicos são conhecidos e produzidos há séculos pela humanidade, inicialmente como peças artesanais. Com a evolução das indústrias, esses materiais têm sua produção voltada principalmente para o setor de construção civil, para indústrias de metal mecânica e indústrias de produção de energia. No Brasil a indústria cerâmica participa de 1% do PIB, e graças à grande disponibilidade de matéria-prima teve um crescimento muito grande.

Apesar de ter como material base a argila, as cerâmicas podem ser divididas em classes em função de diferenças na matéria-prima e aditivos utilizados e nas etapas do processo de fabricação.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Gbk (78)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788527729369

Capítulo 25 - Primeiros Tetrápodes e Anfíbios Modernos

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

CAPÍT ULO

25

Primeiros Tetrápodes e Anfíbios Modernos

• FILO CHORDATA

• CLASSE AMPHIBIA

Uma rã, Rana palustris, durante a metamorfose.

Amphibia

Chordata

Da Terra para a água na ontogenia e na filogenia

Um coro de rãs ao lado de uma lagoa, na primavera, anuncia o início de um novo ciclo de vida. Durante a reprodução, as rãs produzem massas de ovos dos quais mais tarde eclodem girinos muito semelhantes a peixes, desprovidos de membros e com respiração branquial, que se alimentam e crescem. Então uma transformação fantástica acontece. As pernas posteriores aparecem e gradualmente crescem. A cauda encurta e, finalmente, desaparece. Os dentes larvais e as brânquias são perdidos. As pálpebras se desenvolvem.

Os membros anteriores emergem. Em umas poucas semanas, o girino aquático completou sua metamorfose em uma rã adulta.

A transição evolutiva da água para a terra não ocorreu em semanas, mas ao longo de milhões de anos. Uma extensa série de alterações cumulativamente adaptou o plano corporal dos vertebrados

Ver todos os capítulos
Medium 9788527729369

Capítulo 34 - Coordenação Química | Sistema Endócrino

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

CAPÍT ULO

34

Coordenação

Química | Sistema

Endócrino

Uma ilhota de Langerhans endócrina, local de síntese de insulina e glucagon no pâncreas humano.

O nascimento da endocrinologia

A data de nascimento da endocrinologia como ciência normalmente

é atribuída a 1902, quando dois fisiólogos ingleses, W. H. Bayliss e

E. H. Starling (Figura 34.1), demonstraram a ação de um hormônio em um experimento clássico, que ainda é considerado um modelo do método científico. Bayliss e Starling estavam interessados em determinar como o pâncreas secreta seu suco digestivo no intestino delgado no momento certo do processo digestivo. Eles testaram a hipótese de que um alimento ácido entrando no intestino dispara um reflexo nervoso que libera o suco pancreático. Para testar essa hipótese, Bayliss e Starling cortaram todos os nervos ligados a uma alça isolada do intestino delgado de um cachorro anestesiado, deixando a alça isolada conectada ao corpo apenas através da circulação. Injetando

Ver todos os capítulos
Medium 9788527729369

Capítulo 30 - Homeostase | Regulação Osmótica, Excreção e Regulação Térmica

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

CAPÍT ULO

30

Homeostase |

Regulação Osmótica,

Excreção e

Regulação Térmica

Página de rosto da autobiografia de Walter B. Cannon.

Homeostase | O nascimento de um conceito

A tendência à estabilização interna do corpo animal foi reconhecida pela primeira vez por Claude Bernard, um grande fisiólogo francês do século 19, que descobriu as primeiras secreções internas através de seus estudos sobre a glicose sanguínea e o glicogênio hepático. Depois de uma vida de estudos e experimentações, Bernard desenvolveu gradualmente o princípio pelo qual é lembrado, o da constância do meio interno, um princípio que, com o tempo, iria permear a fisiologia e a medicina.

Anos depois, na Universidade de Harvard, o fisiólogo americano

Walter B. Cannon (Figura 30.1) remodelou e redefiniu a ideia de

Bernard. A partir de seus estudos sobre o sistema nervoso e as reações ao estresse, ele descreveu o equilíbrio e o reequilíbrio incessantes dos

Ver todos os capítulos
Medium 9788527729369

Capítulo 27 - Aves

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

CAPÍT ULO

27

Aves

• FILO CHORDATA

• Classe Aves

Cegonhas durante migração noturna.

Aves

Chordata

Longa viagem até o lar de verão

Algumas aves, tendo dominado o voo, usam esse poder para fazer as longas migrações sazonais. O deslocamento entre regiões de invernada ao sul e de reprodução ao norte, com longos dias de verão e abundância de insetos, provê os pais de grande quantidade de alimento para criar seus filhotes. Os predadores de aves não são tão abundantes no extremo norte, e uma breve aparição, 1 vez por ano, de aves jovens vulneráveis não favorece o crescimento de populações de predadores.

A migração também aumenta imensamente o espaço disponível para a procriação e reduz o comportamento territorial agressivo. Finalmente, a migração favorece a homeostase – o equilíbrio de processos

Hickman 027.indd 607

fisiológicos que mantêm a estabilidade interna – permitindo às aves evitar os extremos climáticos.

O cenário migratório inspira admiração, e os mecanismos fisiológicos da migração são igualmente desafios aos pesquisadores. O que determina o momento da migração e como cada ave estoca energia suficiente para essa jornada? Como se originaram as eventuais difíceis rotas migratórias, e quais as pistas que as aves usam na navegação? Como o instinto dirige as ondas migratórias na primavera e no outono, levando com êxito a maioria das aves a seus ninhos no norte, enquanto outras incontáveis falham e morrem, carreadas por essa tarefa sempre desafiadora?

Ver todos os capítulos
Medium 9788527729369

Capítulo 32 - Digestão e Nutrição

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

CAPÍT ULO

32

Digestão e Nutrição

Antílopes e zebras na savana africana.

Uma cornucópia consumidora

Sir Walter Raleigh observou que a diferença entre um homem rico e um pobre é que o primeiro come quando quer, enquanto o segundo come quando consegue comida. Ao contrário dos opulentos, para quem a aquisição de alimentos requer apenas a escolha de itens pré-embalados em um supermercado bem abastecido, os pobres do mundo percebem que, para eles, assim como para o resto do reino animal, a busca por alimento é o principal desafio para a sobrevivência.

O alimento em potencial está em todo o lugar, e pouca coisa resta sem ser explorada. Os animais mordem, mastigam, mordiscam, trituram, pastam, rasgam, raspam, filtram, engolem, enredam, sugam e absorvem uma variedade incrível de alimentos. O que um animal come, e como ele o faz, afeta profundamente a especialização alimentar dele, seu comportamento, fisiologia e anatomia externa e interna – em resumo, tanto

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais