Artmed (38)
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Capítulo 5. Bioinformática e biologia de sistemas

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Rodrigo Juliani Siqueira Dalmolin

Diego Hepp

CAPÍTULO 5

Bioinformática e biologia de sistemas

A bioinformática é uma área multidisciplinar recente que se dedica ao estudo da aplicação de técnicas computacionais e matemáticas à geração e ao gerenciamento de informações biológicas. Dessa forma, a bioinformática desenvolve ferramentas para pesquisas e aplicações em diversas áreas da ciência, como genética, biologia molecular, biotecnologia, genômica, bioquímica, evolução e ecologia, entre outras.

Ao longo deste capítulo, você terá contato com as principais ferramentas de análise e manipulação de informações biológicas, bem como com a biologia de sistemas e suas principais potencialidades. Além disso, serão apresentados os principais bancos de dados de informação biológica e como utilizar essas informações em suas pesquisas.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender os princípios da bioinformática, suas ferramentas e aplicações.

Conhecer os bancos de dados de sequências de ácidos nucleicos e aminoácidos.

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Capítulo 9. Heranças genéticas

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Paulo Artur Konzen Xavier de Mello e Silva

Juliana Schmitt de Nonohay

Diego Hepp

CAPÍTULO 9

Heranças genéticas

Ao observarmos diferentes espécies de organismos, percebemos semelhanças entre os pais e seus descendentes. Em alguns casos, certas características dos pais são encontradas em todos os seus descendentes, enquanto outras estão presentes apenas em parte destes. No estudo das heranças genéticas compreendemos como as características são transmitidas entre as gerações, conhecimento de grande interesse para a biologia. Neste capítulo, serão abordados, de forma simples e didática, os diferentes aspectos das heranças genéticas, tais como as características que podem ser determinadas por um ou mais genes, a existência de um ou muitos alelos em um gene, as interações entre o produto dos alelos do mesmo ou de diferentes genes e a influência do ambiente na determinação dos fenótipos dos indivíduos.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Compreender os padrões de heranças genéticas.

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Capítulo 2. Cultivo de células animais

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Alessandra Nejar Bruno

Karin Tallini

CAPÍTULO 2

Cultivo de células animais

O cultivo de células animais é uma importante ferramenta de pesquisa científica e biotecnológica no mundo inteiro e tem sido cada vez mais utilizado em substituição ao uso de animais de laboratório nos chamados estudos in vivo. Ao longo deste capítulo, serão apresentadas informações básicas para a compreensão dessa tão importante ferramenta de estudo para a biotecnologia, além da descrição sobre como é possível manter células em laboratório e quais as técnicas e os cuidados imprescindíveis para tal feito.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Compreender a importância e a aplicação das diferentes técnicas de cultivo de células animais para a biotecnologia.

Identificar os diferentes tipos de culturas celulares.

Aprender como é possível cultivar células animais em laboratório.

Conhecer os cuidados necessários para o cultivo de células in vitro.

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Capítulo 1. Técnicas e análises de biologia molecular

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Juliana Schmitt de Nonohay

Diego Hepp

CAPÍTULO 1

Técnicas e análises de biologia molecular

A biologia molecular é a área da biotecnologia que surgiu a partir da dedução da estrutura tridimensional da molécula de ácido desoxirribonucléico (DNA) e envolve diversos princípios e técnicas que permitem analisar o material genético dos organismos. O desenvolvimento da biologia molecular permitiu diversas aplicações, como o diagnóstico de doenças genéticas e patologias, o melhoramento genético animal e vegetal, e a genética forense. Neste capítulo, estão descritas as principais técnicas de biologia molecular utilizadas na obtenção, manipulação e análise de DNA, bem como os principais tipos de análises realizadas no diagnóstico de doenças, na determinação de paternidade e no auxílio à elucidação de crimes.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Conhecer as técnicas de extração, quantificação, amplificação e sequenciamento de DNA.

Compreender as análises moleculares no diagnóstico de doenças, determinação de paternidade e auxílio na elucidação de crimes.

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Capítulo 8. Biotecnologia e agricultura sustentável

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Rosana Matos de Morais

Benjamin Dias Osorio Filho

CAPÍTULO 8

Biotecnologia e agricultura sustentável

A biotecnologia pode ser uma grande aliada na identificação de organismos vivos, genes, enzimas, compostos e bioprocessos fundamentais para fomentar uma agricultura menos agressiva ao meio ambiente e com maiores garantias de segurança alimentar. Este capítulo abordará algumas discussões sobre a agricultura atual no Brasil e os desafios que devem ser encarados para tornála sustentável, como o uso da biotecnologia em busca da diminuição ou supressão de agrotóxicos e em busca de fontes alternativas de fertilizantes.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender o que é a agricultura sustentável e a mudança de paradigma que precisa ser assumida para alcançá-la.

Compreender as consequências do melhoramento vegetal e de que forma a biotecnologia pode mudar esse cenário.

Discutir a importância das interações entre as plantas e os demais seres vivos que habitam o agroecossistema na busca de uma agricultura sustentável.

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Editora Manole (125)
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Medium 9788520432044

5. Análise de movimentos complexos nos esportes

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

05_Analyse komplexer Beweg 287-332_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:51 AM Page 283

Capítulo 5

Análise de movimentos complexos nos esportes

05_Analyse komplexer Beweg 287-332_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:51 AM Page 284

284

Anatomia aplicada ao esporte

Considerações iniciais

Por meio de uma abrangência sistemática de praticamente todas as modalidades olímpicas, o leitor terá acesso imediato a informações acerca da modalidade esportiva de interesse. Se houver necessidade de informação adicional, é possível se informar procurando pela apresentação isolada de cada músculo ou lendo a análise de movimentos simples do tronco e membros.

A representação pictográfica limita-se à musculatura relevante para os movimentos.

Nesse caso, foi apresentada a evolução esportiva do movimento no momento da contração dos músculos determinantes da função (músculos representados em vermelho).

Como o atletismo representa uma modalidade esportiva básica, que contém muitas habilidades básicas ou elementos de movimentos que podem se repetir de forma idêntica ou levemente modificada na maioria das demais modalidades esportivas, dedica-se ao atletismo uma apresentação abrangente.

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6. Treinamento de força anatômico-funcional

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

06_Funktionell-anatomisches 333-338_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:52 AM Page 329

Capítulo 6

Treinamento de força anatômico-funcional

06_Funktionell-anatomisches 333-338_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:52 AM Page 330

330

Anatomia aplicada ao esporte

Considerações iniciais

Propostas para um treinamento anatômico-funcional da força de todos os grupos musculares que participam da análise de evoluções de movimentos simples, bem como sugestões de exercícios dinâmicos e estáticos, poderão ser observadas neste capítulo.

A meta deste livro não é fornecer uma coletânea completa de todos os exercícios possíveis para um determinado movimento, e sim fornecer ao não especialista algumas sugestões simples e despretensiosas sobre como trabalhar eventuais fraquezas musculares que, eventualmente, possam afetar a evolução de um movimento. Por esse motivo, oferece-se aqui somente um exercício típico para cada movimento. O leitor pode criar exercícios adicionais ou procurar por eles no livro Treinamento ideal (Manole, 2003), escrito pelo mesmo autor.

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Medium 9788520432044

4. Análise de movimentos simples do tronco e dos membros

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

04_Analyse einfacher Rumpf 267-285_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:50 AM Page 265

Capítulo 4

Análise de movimentos simples do tronco e dos membros

04_Analyse einfacher Rumpf 267-285_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:50 AM Page 266

266

Anatomia aplicada ao esporte

Considerações iniciais

As explicações a seguir visam proporcionar um rápido entendimento do substrato anatômico de movimentos simples. Por isso, a musculatura determinante da função é apresentada de modo bastante esquematizado e simplificado, para demonstrar como a musculatura necessária para o trabalho de treinamento pode ser fortalecida por meio de um treinamento especial de força. Nesse sentido, também devem ser entendidos os dados numéricos frequentemente usados e que são provenientes de cálculos feitos por Lanz, Lang

e Wachsmuth (1972); esses dados servem para exemplificar ao leigo a importância dos músculos que participam do movimento. O autor está consciente de que isso simplifica ao extremo a complexidade dos processos envolvidos em cada movimento; no entanto, ele assume essa desvantagem em favor de uma rápida visão geral das informações.

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2. Aparelhos locomotores passivo e ativo

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

02_Passiver und aktiver 061-078_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 11:04 AM Page 61

Capítulo 2

Aparelhos locomotores passivo e ativo

02_Passiver und aktiver 061-078_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 11:04 AM Page 62

62

Anatomia aplicada ao esporte

Nomenclatura anatômica

Ângulo

Lombar

Aponeurose

Lordose

Arco

Margem

Articulação

Menisco

Bolsa

Músculo

Calcâneo

Núcleo pulposo

Capítulo do úmero

Oblíquo

Cartilagem

Olécrano

Cervical

Osso

Cifose

Parte

Côndilo

Patela

Costela

Periósteo

Crista

Pescoço

Diartrose

Plexo

Disco

Processo

Epicôndilo

Prolapso

Escápula

Protrusão

Escoliose

Rádio

Espinha

Retináculo

Esterno

Sinartrose

Face

Sincondrose

Falange

Sindesmose

Fáscia

Sulco

Fêmur

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3. Principais sistemas articulares

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

03_Teil 01_Rumpf 079-119_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:56 AM Page 79

Capítulo 3

Principais sistemas articulares

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Anatomia aplicada ao esporte

Tronco

O tronco, do ponto de vista funcional, apresenta duas tarefas predominantes: é o envoltório protetor de diversos sistemas orgânicos e forma a base para os movimentos dos membros e para a postura da cabeça. Para assegurar a postura ereta do corpo ou tronco, a coluna vertebral é submetida a uma tensão dinâmica por meio da musculatura abdominal e das costas (Fig. 3.1).

Figura 3.1 A musculatura do tronco como sistema de tensão para a manutenção da postura ereta do corpo.

03_Teil 01_Rumpf 079-119_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:56 AM Page 81

Capítulo 3 Principais sistemas articulares

81

Aparelho locomotor passivo do tronco

O esqueleto do tronco é composto pela coluna vertebral e pela caixa torácica, assim como pelo cíngulo do membro inferior.

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Grupo A (1639)
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Medium 9788582604618

Respostas

Peter Atkins; Loretta Jones; Leroy Laverman Grupo A PDF Criptografado

Fundamentos

F.2B

A.1B

A.2B

AgNO3: (107,87 g·mol21) 1 (14,01 g·mol21) 1

3(16,00 g·mol21) 5 169,88 g?mol21; % Ag 5

(107,87 g?mol21)/(169,88 g·mol21) 3 100% 5

63,498%

F.3B

A.3B

A.4B

1:1:2 razão, a fórmula empírica é SOF2.

A.5B

F.4B

B.1B

número de átomos de Au 5 m(amostra)/m(um átomo) 5

B.2B

(a) 8, 8, 8;  (b) 92, 144, 92

B.3B

(a) Sn; (b) Na;  (c) iodo;  (d) ítrio

C.1B

(a) O potássio é um metal do Grupo 1. Cátion, 11, logo

K1.

(b) O enxofre é um não metal do Grupo 16. Ânion, 16

2 18 5 22, logo S22.

G.1B

G.2B

ácido oxálico

G.3B

(2,55 3 1023 mol HCl)/(0,358 mol HCl/L) 5

7,12 3 1023L 5 7,12 mL

G.4B

Vinicial 5 (cfinal 3 Vfinal)/cinicial 5 (1,59 3

1025 mol·L21) 3 (0,02500 L)/(0,152 mol·L21) 5

2,62 3 1023 mL

C.2B

(a) Li3N;  (b) SrBr2

D.1B

(a) di-hidrogeno-arsenato; (b)

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Medium 9788573076295

Capítulo 12 - Sucessão Ecológica

Pinto-Coelho, Ricardo Motta Grupo A PDF Criptografado

c a p í t u l o

12

Sucessão Ecológica

CONCEITOS BÁSICOS

Uma das mais interessantes características observadas nas comunidades é o fato de que elas mudam continuamente de estado, como, por exemplo, a sua composição específica.

Esse fato é muito evidente quando há um distúrbio externo, como fogo ou enchente. Mesmo quando as comunidades estão em equilíbrio, tal estado é dinâmico. Há uma constante troca de espécies, que estão continuamente saindo e entrando no sistema.

A sucessão ecológica refere-se a uma seqüência de mudanças estruturais e funcionais que ocorrem nas comunidades, mudanças essas que, em muitos casos, seguem padrões mais ou menos definidos. O conceito de sucessão foi inicialmente desenvolvido pelos botânicos, dentre eles Clementes e Warming, este último naturalista dinamarquês que trabalhou em Lagoa Santa, Minas Gerais, no final do século XIX. Trata-se de uma mudança que se superpõe a flutuações e ritmos mais breves, com progressiva ocupação do espaço e aumento da complexidade estrutural. À medida que avança a sucessão, a intensidade dos ritmos e flutuações tende a diminuir.

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Medium 9788582714225

Capítulo 24 - Os sistemas imunes inato e adaptativo

Bruce Alberts Grupo A PDF Criptografado

Os sistemas imunes inato e adaptativo

Como vimos no Capítulo 23, todos os organismos vivos servem como hospedeiros para outras espécies, normalmente em uma relação benigna ou mutualmente útil. Entretanto, todos os organismos e todas as células de um organismo multicelular necessitam se defender contra a infecção causada por organismos invasores, coletivamente denominados patógenos, os quais podem ser micróbios (bactérias, vírus ou fungos) ou grandes parasitas. Mesmo as bactérias se defendem dos vírus por meio de suas proteínas intracelulares, denominadas fatores de restrição, que bloqueiam a propagação viral. Os invertebrados empregam uma grande variedade de estratégias de defesa, incluindo barreiras protetoras, moléculas tóxicas, fatores de restrição e células fagocíticas que ingerem e destroem os organismos invasores. Os vertebrados também dependem dessas respostas imunes inatas, mas também podem empregar mecanismos mais sofisticados e específicos, denominados respostas imunes adaptativas. As respostas inatas atuam primeiro recrutando as respostas imunes adaptativas se necessário, e, nesse caso, ambas respostas irão atuar em conjunto para eliminar o patógeno (Figura 24-1).

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Medium 9788582714225

Capítulo 22 - Células-tronco e renovação de tecidos

Bruce Alberts Grupo A PDF Criptografado

Células-tronco e renovação de tecidos

As células evoluíram originalmente como indivíduos de vida livre, e tais células ainda dominam a Terra e seus oceanos. Mas as células que têm maior importância para nós, como seres humanos, são membros especializados de uma comunidade multicelular.

Elas perderam características necessárias à sobrevivência independente e adquiriram peculiaridades que servem às necessidades do organismo como um todo. Embora partilhem o mesmo genoma, elas são formidavelmente diferentes em sua estrutura, características químicas e comportamento. Há mais de 200 tipos diferentes reconhecidos de células no corpo humano, as quais colaboram umas com as outras para formar muitos tecidos diferentes, arranjadas em órgãos executando funções extremamente variadas.

Para entendê-las, não basta analisá-las em uma placa de cultivo: também precisamos saber como elas vivem, funcionam e morrem em seu hábitat natural, o corpo intacto.

Nos Capítulos 7 e 21, vimos como os vários tipos de células tornam-se diferentes no embrião e como a memória celular e os sinais celulares de suas vizinhas lhes permitem permanecer diferenciados daí em diante. No Capítulo 19, discutimos a tecnologia de construção de tecidos multicelulares – os dispositivos que mantêm as células unidas e os materiais extracelulares que dão suporte a elas. Mas o corpo adulto não é estático: ele é uma estrutura em equilíbrio dinâmico, onde novas células estão continuamente sendo originadas, se diferenciando e morrendo. Mecanismos homeostáticos mantêm um equilíbrio adequado, de maneira que a arquitetura do tecido é preservada apesar da constante substituição de células velhas por novas. Neste capítulo, vamos nos concentrar sobre esses processos de desenvolvimento que continuam ao longo da vida. Ao fazê-lo, explicaremos alguns dos diversos tipos celulares especializados e veremos como eles trabalham juntos para realizar suas tarefas.

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Medium 9788582714225

Capítulo 21 - Desenvolvimento de organismos multicelulares

Bruce Alberts Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

Desenvolvimento de organismos multicelulares

21

Animais e plantas iniciam a sua vida como uma célula única – um óvulo fertilizado, ou zigoto. Durante o desenvolvimento, essa célula divide-se repetidamente para produzir diversos tipos de células diferentes, arranjadas em um padrão final de complexidade e precisão espetaculares. O objetivo da biologia celular do desenvolvimento é a compreensão dos mecanismos celulares e moleculares que controlam essas transformações fantásticas (Animação 21.1).

Plantas e animais possuem diferentes estilos de vida e utilizam diferentes estratégias de desenvolvimento; neste capítulo, vamos nos concentrar nos animais. Quatro processos são fundamentais para o desenvolvimento animal: (1) proliferação celular, com a produção de diversas células a partir de uma única célula inicial; (2) interações célula-célula, que coordenam o comportamento de cada célula com aqueles das suas vizinhas; (3) especialização celular, ou diferenciação, que dá origem a células com diferentes características em localizações distintas; e (4) movimento celular, que rearranja as células, formando tecidos organizados e órgãos (Figura 21-1). É no quarto processo que o desenvolvimento de plantas difere radicalmente: as células vegetais não são capazes de migrar ou de se mover de forma independente no embrião, pois cada célula está contida em uma parede celular, por meio da qual está conectada às células adjacentes, conforme discutido no Capítulo 19.

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Grupo Gen (1945)
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Medium 9788521635482

15 - Reações de Compostos Aromáticos

SOLOMONS, T.W. Graham; FRYHLE, Craig B.; SNYDER, Scott A. Grupo Gen PDF Criptografado

CAP ÍTU LO

15

Reações de

Compostos Aromáticos

E

mbora as moléculas aromáticas tenham propriedades eletrônicas especiais que as tornam inertes em muitas condições reacionais padrão, existem várias maneiras de mudar os átomos ligados a tais sistemas por meio de um processo chamado substituição aromática eletrofílica. Por exemplo, os seis átomos de hidrogênio no benzeno podem ser substituídos por diferentes grupos – por exemplo, por halogênios, grupos carbonila ou cadeias alifáticas. Tais processos podem converter benzeno, um composto líquido à temperatura ambiente e útil como solvente, em milhares de moléculas diferentes, incluindo fármacos como a aspirina e explosivos como o trinitrotolueno (TNT). Em biossíntese, reações similares produzem moléculas biológicas como a tiroxina, um importante hormônio envolvido no metabolismo, e o palidol, um composto produzido pelas uvas. Aprenderemos sobre esses processos mais tarde neste capítulo. As possibilidades sintéticas são virtualmente infinitas, mas a chave para desvendar tal potencial é a compreensão dos conceitos, lógicas e regras que determinam como essas reações podem ser realizadas.

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Medium 9788597023008

Capítulo 4 Ser Professor no Brasil

RAMAL, Andrea Grupo Gen ePub Criptografado

Dia 11 de agosto de 2014: o ator Robin Williams morria, vítima de suicídio. Em meio à comoção geral, como não pensar na sua enorme contribuição para refletir sobre a renovação na escola, com seu personagem John Keating, professor no filme Sociedade dos poetas mortos?

Quando Robin Williams interpretou um professor de literatura nada tradicional, em Sociedade dos poetas mortos (1989), ajudou a popularizar a discussão sobre as formas de ensinar.

O filme conta a história de um mestre, John Keating, que dá aula numa escola muito conservadora. Com métodos bastante inusitados, ele estimula os estudantes a contestar, posicionar-se, pensar livremente e, sobretudo, lutar pelas suas paixões. “Carpe diem” (aproveite o dia), diz aos estudantes. “Tornem as suas vidas extraordinárias.” As lições do professor mudam a vida desses jovens para sempre. Mas o método choca os dirigentes da escola e ele sofre duras represálias. Para culminar, um dos alunos, que desejava seguir a carreira de artista e é impedido pelo pai, acaba se suicidando para não renunciar aos seus sonhos.

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Medium 9788597023008

Capítulo 1 Educação no País

RAMAL, Andrea Grupo Gen ePub Criptografado

A partir de 2008, a Filosofia se tornou disciplina obrigatória no currículo do ensino médio, conforme a Lei Federal no 11.684/2008, válida para escolas públicas e privadas. No entanto, seis anos depois, ela ainda não estava adequadamente implementada.

Sua presença no currículo é lei, mas nem todas as escolas conseguem incorporá-la como deveriam. E, ainda assim, isso acontece só no ensino médio, quando deveria ser desde a infância. Mais tarde, no mundo acadêmico, sentem-se claramente as lacunas que a sua ausência deixa no pensamento dos jovens. Estou falando dela: a Filosofia.

Questões importantes que a humanidade se coloca desde a Grécia Antiga deveriam ser trabalhadas na escola, com crianças – com as devidas adaptações. A série inglesa da BBC What makes me?, pós-produzida pela MultiRio e veiculada pelo Canal 26 da Net, é uma prova disso. Nela, animações baseadas em histórias clássicas como o barco de Teseu ou a fábula do sapo e o escorpião servem como introdução ao pensar e estimulam novas formas de olhar o mundo.

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Medium 9788597023008

Capítulo 2 Atualidades e Educação

RAMAL, Andrea Grupo Gen ePub Criptografado

No dia 13 de agosto de 2014, o candidato a presidente nas eleições de 2014 Eduardo Campos morria tragicamente num acidente de avião. Apesar da comoção geral da nação, era possível encontrar muitos comentários satíricos nas redes sociais, na forma de memes e outros.

Quase tão chocantes quanto a morte trágica de Eduardo Campos são os conteúdos desrespeitosos que rapidamente se espalharam pela web: piadas de mau gosto, teorias da conspiração, dedos apontando “culpados”, tudo em questão de minutos após o acontecido.

Isso vem ocorrendo com cada vez mais frequência nas redes sociais, seja qual for o acidente ou a tragédia da vez.

Como explicar tais reações, tanto de quem cria como de quem aplaude e dissemina esse tipo de conteúdo disfarçado de humor?

Incapacidade de se colocar no lugar de quem sofre, gosto pelo que é bizarro e infame, curtição da desgraça alheia, indiferença absoluta pela vida e o sofrimento humanos?

Gostaria de convidar os pais a refletir: de que educação precisamos para reforçar outros valores, sobretudo neste momento da cibercultura, em que poderosas e velozes tecnologias digitais estão a nosso alcance e podem ser usadas com qualquer finalidade?

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Medium 9788597023008

Capítulo 3 Conversas com os Pais

RAMAL, Andrea Grupo Gen ePub Criptografado

Em plena Copa do Mundo de 2014, disputada no Brasil, meu blog começava no G1. Brasil avançava bem: havia passado das oitavas de final vencendo o Chile nos pênaltis, e se preparava para as quartas de final, quando iria enfrentar – e vencer – a Colômbia.

Olá! Esta coluna é um espaço para conversar sobre educação com pais, mães e todos aqueles que, de algum modo, estão envolvidos na formação de crianças e jovens. Será muito bom encontrá-los por aqui toda semana.

Convido você a deixar comentários que possam ampliar o tema tratado e a oferecer suas experiências a outros pais. Mande suas perguntas, poderei respondê-las em outros artigos ;-)

E em ritmo de Copa do Mundo, você já pensou que esse evento pode ser uma ótima oportunidade para educar seu filho para a cidadania? Vou propor algumas maneiras de fazer isso.

Em primeiro lugar, estimule seu filho a observar como se comportam os jogadores. Cada ato de um ídolo é uma forma de dizer às crianças e jovens como deveria ser o mundo.

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Ltc (17)
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Medium 9788521630371

30 Indução e Indutância

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Indução e Indutância

30-1

LEI DE FARADAY E LEI DE LENZ

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

30.01 Saber que o fluxo magnético F através de uma superfície é a quantidade de campo magnético que atravessa a superfície.

30.02 Saber que o vetor área de uma superfície plana é um vetor perpendicular à superfície cujo módulo é igual à área da superfície.

30.03 Saber que qualquer superfície pode ser dividida em elemen→

tos de área dA (regiões suficientemente pequenas para serem consideradas planas), vetores área de módulo infinitesimal perpendiculares à superfície no ponto em que se encontra o elemento.

30.07 Conhecer a lei de Faraday, que é a relação entre a força ele-

tromotriz induzida em uma espira condutora e a taxa de variação do fluxo magnético através da espira.

30.08 Aplicar a lei de Faraday a uma bobina com várias espiras.

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Medium 9788521630371

25 Capacitância

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Capacitância

25-1

CAPACITÂNCIA

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

25.01 Desenhar um diagrama esquemático de um circuito com um capacitor de placas paralelas, uma bateria e uma chave aberta ou fechada.

25.02 Em um circuito com uma bateria, uma chave aberta e um

25.03 Conhecer a relação entre o valor absoluto da carga q nas

duas placas do capacitor (“a carga do capacitor”), a diferença de potencial V entre as placas do capacitor (“a tensão do capacitor”) e a capacitância C do capacitor.

capacitor descarregado, explicar o que acontece aos elétrons de condução quando a chave é fechada.

Ideias-Chave zz Um capacitor é constituído por dois condutores isolados (as

placas), que podem receber cargas +q e –q. A capacitância C é definida pela equação

q

CV,

zz Quando um circuito formado por uma bateria, uma chave aberta

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Medium 9788521630371

28 Campos Magnéticos

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Campos Magnéticos

28-1

CAMPOS MAGNÉTICOS E A DEFINIÇÃO DE B

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

28.01 Saber a diferença entre um eletroímã e um ímã permanente.

28.02 Saber que o campo magnético é uma grandeza vetorial e que, portanto, tem um módulo e uma orientação.

28.03 Saber que um campo magnético pode ser definido em termos

conhecer a direção do vetor v→ H B e (2) usando o sinal da carga q para conhecer o sentido do vetor.

28.06 Determinar a força magnética FB que age sobre uma partícula

→ carregada em movimento calculando o produto vetorial v→ H B .

do que acontece com uma partícula carregada que se move na presença do campo.

28.07 Saber que o vetor força magnética FB é perpendicular ao vetor

28.04 No caso de uma partícula carregada que se move na presença

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Medium 9788521630371

29 Campos Magnéticos Produzidos por Correntes

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Campos Magnéticos Produzidos por Correntes

29-1

O CAMPO MAGNÉTICO PRODUZIDO POR UMA CORRENTE

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

29.01 Desenhar um elemento de corrente em um fio e indicar a orientação do campo magnético produzido pelo elemento de corrente em um ponto fora do fio.

29.06 Saber que as linhas de campo do campo magnético nas vizinhanças de um fio longo, retilíneo, percorrido por uma corrente têm a forma de circunferências.

29.02 Dado um ponto fora de um fio e um elemento de corrente do

29.07 No caso de um ponto perto da extremidade de um fio semi-

29.03 Saber que o módulo do campo magnético criado por um

infinito percorrido por uma corrente, conhecer a relação entre o módulo do campo magnético, a corrente e a distância entre o ponto e o fio.

fio, determinar o módulo e a orientação do campo magnético produzido pelo elemento de corrente no ponto.

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Medium 9788521630371

30 Indução e Indutância

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

C

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Indução e Indutância

30-1

LEI DE FARADAY E LEI DE LENZ

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

30.01 Saber que o fluxo magnético F através de uma superfície é a quantidade de campo magnético que atravessa a superfície.

30.02 Saber que o vetor área de uma superfície plana é um vetor perpendicular à superfície cujo módulo é igual à área da superfície.

30.03 Saber que qualquer superfície pode ser dividida em elemen→

tos de área dA (regiões suficientemente pequenas para serem consideradas planas), vetores área de módulo infinitesimal perpendiculares à superfície no ponto em que se encontra o elemento.

30.07 Conhecer a lei de Faraday, que é a relação entre a força ele-

tromotriz induzida em uma espira condutora e a taxa de variação do fluxo magnético através da espira.

30.08 Aplicar a lei de Faraday a uma bobina com várias espiras.

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