Artmed (38)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788584290994

Capítulo 1. Uma introdução ao processo de pesquisa

Christine P. Dancey; John G. Reidy; Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

1

Uma introdução ao processo de pesquisa

Panorama do capítulo

Neste capítulo, iremos introduzir conceitos importantes para o entendimento do processo de pesquisa, incluindo:

99 Hipótese de pesquisa;

99 Teste de hipóteses;

99 Prática baseada em evidência;

99 Delineamentos típicos de pesquisa.

Não presumimos nenhum conhecimento prévio de estatística ou de pesquisa. Tudo de que você precisa para entender os conceitos expostos neste capítulo é o seu cérebro.

Cérebros a postos, lá vamos nós... Em uma reportagem, no rádio, esta manhã, foi sugerido que comer mais mirtilos reduz as chances de se contrair câncer. Esse tipo de reportagem não é incomum na mídia nos dias atuais. Como podemos saber se podemos acreditar em todas as notícias relacionadas

à saúde que a mídia nos apresenta? Bem, o melhor a se fazer é ler os relatórios originais da pesquisa e pensar, por si mesmo,

sobre a adequação do trabalho e a validade das conclusões do autor. É assim que a ciência funciona. É claro que, se você deseja trabalhar como um profissional da saúde, há uma necessidade ainda maior da capacidade de avaliar a evidência de uma pesquisa. Este livro fornecerá todas as ferramentas necessárias para que você seja capaz de avaliar criticamente a pesquisa de outros profissionais da sua área. Você obterá, tam-

Ver todos os capítulos
Medium 9788584290994

Capítulo 10. Avaliando a concordância: técnicas correlacionais

Christine P. Dancey; John G. Reidy; Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

10

Avaliando a concordância: técnicas correlacionais

Panorama do capítulo

Neste capítulo, você irá aprender sobre a análise de relações entre variáveis. Iniciaremos com o relacionamento mais simples – entre duas variáveis, também chamado de relacionamento bivariado. Os pesquisadores lançam a hipótese de que haverá um relacionamento significativo ou uma associação entre duas variáveis x e y. A hipótese será direcional, isto é, à medida que x aumenta, y aumenta (um relacionamento positivo), ou, à medida que x aumenta, y diminui (um relacionamento negativo). A hipótese nula é que qualquer relacionamento entre x e y se deve ao erro amostral (ao acaso). Técnicas correlacionais são utilizadas para testar a hipótese de que as variáveis estão relacionadas entre si. As conclusões retiradas de uma análise correlacionada bivariada não podem ser tão fortes quanto as conclusões retiradas de um estudo que utilize um delineamento experimental ao envolver questões de causalidade. Descobrir que duas variáveis estão relacionadas não é o mesmo que ser capaz de declarar que x causou y.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584290994

Capítulo 4. As bases dos testes estastísticos

Christine P. Dancey; John G. Reidy; Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

4

As bases dos testes estatísticos

Panorama do capítulo

Neste capítulo, iremos explicar conceitos relevantes para o entendimento dos testes de significância.

Apesar de ensinarmos as fórmulas para os testes estatísticos apresentados neste livro, acreditamos ser importante que você entenda o raciocínio por trás da abordagem empregada pela maioria dos pesquisadores para a análise dos dados. Assim, neste capítulo, você irá aprender sobre:

99 Amostras e populações;

99 Erro amostral;

99 Uso da probabilidade nos testes estatísticos;

99 Teste de significância;

99 Significância estatística;

99 A normal e a distribuição normal padrão;

99 Poder de um teste;

99 Intervalos de confiança.

Para entender os conceitos que apresentamos aqui, você precisa ter certeza de que entendeu as características da pesquisa que destacamos no Capítulo 1 e as estatísticas descritivas que abordamos no Capítulo 3.

INTRODUÇÃO

No Capítulo 1, descrevemos algumas características importantes da pesquisa, incluin-

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714409

Capítulo 2. Etnobotânica

Clara Lia Costa Brandelli; Siomara da Cruz Monteiro Artmed PDF Criptografado

2

ETNOBOTÂNICA

Clara Lia Costa Brandelli

Objetivos de aprendizagem

Definir etnobiologia e etnobotânica.

Citar as abordagens e ramificações da etnobiologia.

Explicar o caráter interdisciplinar da etnobotânica.

Relacionar a etnobotânica à etnofarmacologia.

Listar as contribuições e possibilidades oriundas da etnobotânica.

Explicar a importância e as formas de dar retorno às populações sobre as

informações adquiridas em estudos etnobotânicos.

INTRODUÇÃO

Como foi visto no Capítulo 1, a utilização de plantas como medicamentos pela humanidade é tão antiga quanto a história do homem. Desde tempos remotos, os seres humanos usam substâncias químicas derivadas da natureza

− plantas, animais e microrganismos – para atender às suas necessidades básicas, incluindo a prevenção e o tratamento de doenças. O homem acumulou informações sobre o ambiente que o cerca e, sem dúvida, esse conhecimento foi completamente baseado em suas observações diárias e constantes dos fenômenos e características da natureza.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714409

Capítulo 8. Aspectos moleculares e genèticos da produção vegetal

Clara Lia Costa Brandelli; Siomara da Cruz Monteiro Artmed PDF Criptografado

8

ASPECTOS MOLECULARES

E GENÉTICOS DA

PRODUÇÃO VEGETAL

Clara Lia Costa Brandelli

Nelson Alexandre Kretzmann Filho

Objetivos de aprendizagem

Conceituar gene e genética.

Diferenciar fenótipo de genótipo e heterozigoto de homozigoto.

Explicar como ocorrem as mutações gênicas e quais são as suas

consequências.

Citar ferramentas utilizadas para a caracterização molecular de plantas.

Discutir as aplicações da biotecnologia e da engenharia genética ao

melhoramento de plantas.

Listar as vantagens da engenharia genética em relação ao melhoramento convencional de plantas.

INTRODUÇÃO

Os seres vivos constituídos de biomoléculas básicas e a interação entre elas define o que eles são. Acredita-se que suas características sejam determinadas pela herança genética e que essa definição seja acompanhada pela expressão ou não de determinados genes. Esses genes podem, sozinhos (características monogênicas) ou em colaboração com outros genes (características multifatoriais), determinar a manifestação dessas características.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Editora Atlas S A (2)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788522478392

Parte II - 11 Métodos e técnicas de pesquisa

ANDRADE, Maria Margarida de Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

11

Métodos e técnicas de pesquisa

11.1 Métodos

Quando o homem começou a interrogar-se a respeito dos fatos do mundo exterior, na cultura e na natureza, surgiu a necessidade de uma metodologia da pesquisa científica.

Metodologia é o conjunto de métodos ou caminhos que são percorridos na busca do conhecimento.

Descartes, pensador e filósofo francês, em seu Discurso do método,1 expõe a ideia fundamental de que é possível chegar-se à certeza por intermédio da razão.

Das concepções de Descartes surgiu o método dedutivo, cuja técnica se fundamenta em esclarecer as ideias através de cadeias de raciocínio.

Para Descartes, para quem verdade e evidência são a mesma coisa, pelo raciocínio torna-se possível chegar a conclusões verdadeiras, desde que o assunto seja pesquisado em partes, começando-se pelas proposições mais simples e evidentes até alcançar, por deduções lógicas, a conclusão final.

Segundo Francis Bacon (1561-1626), filósofo inglês, a lógica cartesiana, racionalista, não leva a nenhuma descoberta, apenas esclarece o que estava implícito, pois somente através da observação se pode conhecer algo novo. Este princípio básico fundamenta o método indutivo, que privilegia a observação como processo para chegar-se ao conhecimento. A indução consiste em enumerar os enunciados

Ver todos os capítulos
Medium 9788522478392

Parte II - 10 Pesquisa científica: noções introdutórias

ANDRADE, Maria Margarida de Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

10

Pesquisa científica: noções introdutórias

10.1 Conceitos de pesquisa

Pesquisa é o conjunto de procedimentos sistemáticos, baseado no raciocínio lógico, que tem por objetivo encontrar soluções para problemas propostos, mediante a utilização de métodos científicos.

Todos os conceitos de pesquisa, de uma ou de outra maneira, apontam seu caráter racional predominante. Para Gil (1987a, p. 19), pesquisa é o “procedimento racional e sistemático que tem como objetivo proporcionar respostas aos problemas que são propostos.”

Segundo Cervo e Bervian (1983, p. 50): “A pesquisa é uma atividade voltada para a solução de problemas, através do emprego de processos científicos.”

Salomon (1977, p. 136) associa pesquisa à atividade científica, que se concretiza no trabalho científico:

(...) trabalho científico passa a designar a concreção da atividade científica, ou seja, a investigação e o tratamento por escrito de questões abordadas metodologicamente.

Longa seria a enumeração das várias conceituações propostas por diversos autores. Essas conceituações apenas acrescentam detalhes especificadores, mantendo a ideia de procedimento racional que utiliza métodos científicos.

Ver todos os capítulos
Editora Manole (125)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520432709

4. Identificação espectrométrica de substâncias

ANDREI, César Cornélio…[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

Identificação espectrométrica de substâncias

CÉSAR CORNÉLIO ANDREI

E

MILTON FACCIONE

Introdução

Todas as vezes que um pesquisador se defronta com uma substância, algumas questões devem ser resolvidas, dentre elas sua purificação e identificação. Na identificação, pelo menos três técnicas são utilizadas habitualmente: a espectrometria de ressonância magnética nuclear (RMN), de hidrogênio (1H) e de carbono (13C); a espectrometria no infravermelho (IV) e a espectrometria de massas (EM). Todas essas técnicas experimentais resultam em um espectro e o pesquisador deve saber interpretá-lo. Essas análises também são úteis no controle de qualidade de produtos, relacionado a pureza, e para quantificar princípios ativos. Neste capítulo, iremos abordar alguns aspectos teóricos sobre essas técnicas e mostrar os procedimentos para a interpretação dos espectros.

Inicialmente, qualquer técnica a ser empregada na determinação estrutural necessita que a amostra apresente alto grau de pureza, sem o qual, na maioria das vezes a interpretação dos espectros pode se tornar inviável. Atualmente, este requisito tem sido atendido com o emprego de técnicas cromatográficas preparativas de alta eficiência ou resolução, tais como cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE), cromatografia em coluna (CC) Lobar, cromatografia em placa preparativaradial (Cromatotron), cromatografia líquida contra-corrente, cromatografia com fluido supercrítico etc.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432709

5. Química combinatória

ANDREI, César Cornélio…[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

Química combinatória

STELA REGINA FERRARINI

E

VERA LÚCIA EIFLER-LIMA

Introdução

O processo de desenvolvimento de novas entidades químicas de interesse farmacológico é demorado, trabalhoso e caro. Mesmo com o desenvolvimento de inúmeras novas tecnologias, o tempo para se descobrir um novo fármaco ainda gira em torno de 12-15 anos. Ainda assim, tem sido uma das áreas de pesquisa mais concorridas das últimas décadas, não somente por ampliar o combate às várias doenças que afligem o ser humano, mas também por envolver transações financeiras gigantescas. De uma maneira geral, a busca de moléculas com relevantes atividades farmacológicas emprega várias metodologias diferentes com o principal objetivo: descobrir tão rápido quanto possível moléculas com aplicações terapêuticas realmente úteis para a sociedade. Entre tais metodologias encontra-se a Química Combinatória (combichem), que busca suprir esta demanda sintetizando moléculas com grande variedade estrutural em um prazo relativamente curto para acelerar o processo de descoberta de compostos de interesse farmacológico.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432709

3. Sínteses e semissínteses de fármacos

ANDREI, César Cornélio…[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Sínteses e semissínteses de fármacos

DALVA TREVISAN FERREIRA

Introdução

O avanço do conhecimento na área de Química Farmacêutica, ou Química

Medicinal, tem possibilitado a introdução de novos agentes terapêuticos.

A produção industrial de tais agentes exige conhecimento dos mecanismos que regem as reações químicas, a interação com catalisadores e métodos especializados de purificação e identificação dos fármacos.

Esse complexo de operações define a Química Fina, um setor que gera produtos de composição química definida e alta pureza, do qual decorre um alto valor agregado.

Entre os produtos da Química Fina, encontram-se os fármacos, os aditivos alimentares, os defensivos agrícolas, os explosivos e outros.

No Brasil, a maior concentração das atividades com fármacos restringe-se à formulação e à embalagem. A produção continua pequena em decorrência da complexidade e do desconhecimento da tecnologia adequada ao setor, profundamente dependente de matérias-primas e princípios ativos importados.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432709

7. Biotransformação de substâncias bioativas

ANDREI, César Cornélio…[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

Biotransformação de substâncias bioativas

REGINA MARIA GERIS

DOS

SANTOS

E

EDSON RODRIGUES FILHO

Introdução

Muito pouco tem se falado no Brasil sobre a estereoquímica dos fármacos e sua importância na terapêutica. De acordo com a sua disposição espacial, como a existência de dois enantiômeros, um fármaco pode antagonizar a ação do seu estereoisômero, ou um dos enantiômeros pode apresentar um efeito terapêutico e o outro ser responsável por um efeito secundário ou, ainda, os dois enantiômeros podem apresentar a mesma atividade, e apenas um deles manifesta um efeito indesejável. Dentre as várias outras consequências não menos importantes do estereoisomerismo,1 podemos citar o caso das dopaminas, mostrado a seguir, no qual apenas um dos enantiômeros é ativo contra o mal de Parkinson.2

Recentemente, a comunidade científica voltou sua atenção para a obtenção de substâncias enantiomericamente puras,3 uma vez que a existência de enzimas e receptores no organismo conduz a características biológicas diferentes nas estruturas quirais. O resultado dessa ação estereosseletiva dos receptores protéicos é devido a uma ocupação preferencial de um sítio receptor por um dos enantiômeros.3

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432709

6. Modelagem molecular

ANDREI, César Cornélio…[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Modelagem molecular

THAÍS HORTA ÁLVARES

DA

SILVA

Introdução

Modelos são representações simplificadas de objetos e fenômenos físicos reais.

A modelagem consiste na construção e manipulação de modelos com objetivo de compreender mais profundamente as entidades por eles representadas.

A modelagem molecular consiste na geração, manipulação e/ou representação realista de estruturas moleculares e cálculo das propriedades físico-químicas associadas. Ela pode ser assistida por computadores. O instrumento matemático usado

é a química teórica, e a computação gráfica é a ferramenta para manusear os modelos. Atualmente, os sistemas de modelagem molecular estão munidos de poderosas ferramentas para construção, visualização, análise e armazenamento de modelos de sistemas moleculares complexos, que auxiliam na interpretação das relações entre a estrutura e a atividade biológica. São realizados cálculos de energias de conformação, de propriedades termodinâmicas, de orbitais moleculares e estatísticos.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo A (1422)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582714508

Capítulo 3 - Anemias hipocrômicas

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Anemias hipocrômicas

Tópicos-chave

QQ

Aspectos nutricionais e metabólicos do ferro

28

QQ

Absorção de ferro

30

QQ

Deficiência de ferro

32

QQ

Causas de deficiência de ferro

32

QQ

Achados laboratoriais

33

QQ

Tratamento

36

QQ

Anemia de doenças crônicas

37

QQ

Anemia sideroblástica

38

28  /  Capítulo 3: Anemias hipocrômicas

O ferro é um dos elementos mais comuns na crosta terrestre; ainda assim, a deficiência de ferro é a causa mais comum de anemia, afetando cerca de 500 milhões de pessoas em todo o mundo. É especialmente frequente em populações de baixa renda, como as da África Subsaariana ou da Ásia Meridional, onde a dieta pode ser pobre e parasitoses

(p. ex., ancilostomose ou esquistossomose) são disseminadas, causando perda de ferro por hemorragia crônica. Além disso, o organismo tem limitada habilidade para absorver ferro. É a causa predominante de anemia microcítica e hipocrômica, na qual os dois índices eritrocitários, volume corpuscular médio (VCM) e hemoglobina corpuscular média (HCM) estão diminuídos, e a microscopia da distensão de sangue mostra eritrócitos pequenos (microcíticos) e pálidos (hipocrômicos). Esse aspecto decorre de defeitos na síntese de hemoglobina (Figura 3.1). Os principais diagnósticos diferenciais em casos de anemia microcítica e hipocrômica são a talassemia, abordada no Capítulo 7, e a anemia de doença crônica, discutida neste mesmo capítulo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714508

Capítulo 5 - Anemias megaloblásticas e outras anemias macrocíticas

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

Anemias megaloblásticas e outras anemias macrocíticas

Tópicos-chave

QQ

Anemias megaloblásticas

49

QQ

Vitamina B12

49

QQ

Folato

51

QQ

Deficiência de vitamina B12

52

QQ

Deficiência de folato

53

QQ

Aspectos clínicos da anemia megaloblástica

53

QQ

Diagnóstico de deficiência de vitamina B12 ou de folato

56

QQ

Outras anemias megaloblásticas

58

QQ

Outras anemias macrocíticas

58

Capítulo 5: Anemias megaloblásticas e outras anemias macrocíticas  /  49

Introdução às anemias macrocíticas

As anemias macrocíticas, caracterizadas por eritrócitos anormalmente grandes (VCM > 98 fL), têm várias causas (ver Tabela 2.5), podendo ser subdivididas em megaloblásticas e não megaloblásticas (Tabela 5.10), de acordo com o aspecto dos eritroblastos em desenvolvimento na medula óssea.

Anemias megaloblásticas

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714508

Capítulo 10 - O baço

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

O baço

Tópicos-chave

QQ

Anatomia e circulação do baço

117

QQ

Funções do baço

117

QQ

Hematopoese extramedular

118

QQ

Técnicas de imagem para o baço

118

QQ

Esplenomegalia

118

QQ

Hiperesplenismo

119

QQ

Hipoesplenismo

120

QQ

Esplenectomia

120

QQ

Prevenção de infecções em pacientes hipoesplênicos

121

Capítulo 10: O baço  /  117

O baço tem um papel importante e único na função dos sistemas hematopoético e imune. Além de estar diretamente envolvido em muitas doenças desses sistemas, há um número significativo de aspectos clínicos associados a estados hiperesplênicos e hipoesplênicos.

Anatomia e circulação do baço

O baço situa-se sob o rebordo costal esquerdo, tem peso normal de 150 a 250 g e comprimento entre 5 e 13 cm. Em geral, não é palpável, porém se torna palpável quando o tamanho ultrapassa 14 cm.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714508

Capítulo 22 - Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 22

Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea

Tópicos-chave

QQ

Pancitopenia

243

QQ

Anemia aplástica

243

QQ

Hemoglobinúria paroxística noturna (PNH)

247

QQ

Aplasia eritroide pura

248

QQ

Síndrome de Schwachman-Diamond

249

QQ

Anemia diseritropoética congênita

249

QQ

Osteopetrose

249

Capítulo 22: Anemia aplástica e insuficiência da medula óssea  /  243

Pancitopenia

Pancitopenia é a diminuição no hemograma das três linhagens celulares – eritrócitos, leucócitos e plaquetas – em decorrência de causas diversas (Tabela 22.1), que podem ser amplamente divididas em diminuição de produção da medula óssea ou aumento da destruição periférica.

Anemia aplástica

Tabela 22.2  Causas de anemia aplástica

Primárias

Secundárias

Congênitas tipos Fanconi e não Fanconi)

Radiação ionizante: exposição acidental (radioterapia, isótopos radioativos)

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714508

Capítulo 24 - Plaquetas, coagulação do sangue e hemostasia

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 24

Plaquetas, coagulação do sangue e hemostasia

Tópicos-chave

QQ

Plaquetas

265

QQ

Coagulação do sangue

270

QQ

Células endoteliais

273

QQ

Resposta hemostática

273

QQ

Fibrinólise

275

QQ

Testes de função hemostática

276

Capítulo 24: Plaquetas, coagulação do sangue e hemostasia  /  265

A resposta hemostática normal ao dano vascular depende da interação íntima entre a parede vascular, as plaquetas circulantes e os fatores de coagulação do sangue (Figura 24.1).

Um mecanismo eficiente e rápido para estancar o sangramento em locais de lesão vascular é essencial à sobrevivência.

No entanto, essa resposta precisa ser estritamente controlada para evitar o desenvolvimento de coágulos extensos e os desfazer após a reparação do dano. Desse modo, o sistema hemostático é um equilíbrio entre mecanismos pró-coagulantes e anticoagulantes, aliado a um processo de fibrinólise. Os cinco principais componentes envolvidos são plaquetas, fatores de coagulação, inibidores da coagulação, fatores fibrinolíticos e vasos sanguíneos.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo Gen (1959)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788541202930

3. CIRCULAÇÃO

SCHMIDT-NIELSEN, Knut Grupo Gen PDF Criptografado

LEITURAS COMPLEMENTAREs

3

Capítulo 2 – Sangue

CIRCULAÇÃO

O principal objetivo da movimentação de um líquido no corpo é o de propiciar rá­ pido transporte de grande volume a distân­ cias onde a difusão é inadequada ou muito lenta. Portanto, a circulação é importante em virtualmente todos os animais com mais de poucos milímetros de tamanho e uma necessidade para os grandes animais com altas taxas metabólicas.

Além de transporte de gases, a circu­ lação sanguínea serve (1) para transportar outros solutos, (2) para transportar ca­lor e (3) para transmitir força.

As funções que dependem da trans­ missão de força estão relacionadas, na maioria das vezes, com o movimento do ani­mal todo, o movimento dos órgãos e a manutenção da pressão para a ultrafil­ tração nos vasos sanguíneos renais; estas funções serão discutidas posteriormente.

As funções que dizem respeito ao mo­ vimento de solutos (incluindo os gases) e ao calor serão discutidas neste capítulo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788541202930

10. MOVIMENTO, MÚSCULO, BIOMECÂNICA

SCHMIDT-NIELSEN, Knut Grupo Gen PDF Criptografado

10

Movimento, Músculo, Biomecânica

Tendemos a pensar que os movimentos estão associados principalmente

à locomoção, ou seja, um animal que se movimenta de um lugar a outro.

Entretanto, mesmo animais que permanecem fixos e nunca se movimentam

(p. ex., ­corais e esponjas), apresentam uma grande diversidade de movimentos.

Deve ser consi­derado também como um animal movimenta água pelas brânquias, alimento pelo trato intestinal ou sangue pelo sistema vascular.

O número de mecanismos utilizados para a realização de movimento é limitado, embora seus usos variem muito. Serão discutidos três mecanismos básicos, os movimentos amebóide, ciliar e muscular.

O movimento amebóide tem seu nome derivado da movimentação da ameba, um organismo unicelular descrito em qualquer livro de Biologia. A locomoção amebóide implica em grandes modificações da forma da célula, fluxo de citoplasma e atividade de pseudópodes.

A locomoção ciliar é o modo característico de movimentação de protozoários ciliados, como o paramécio. Entretanto, os cílios são observados em todos os filos

Ver todos os capítulos
Medium 9788541202930

11. CONTROLE E INTEGRAÇÃO

SCHMIDT-NIELSEN, Knut Grupo Gen PDF Criptografado

11

CONTROLE E INTEGRAÇÃO

Os processos fisiológicos, naturalmente, necessitam ser controlados e não devem funcionar de modo disparatado.

Nos capítulos precedentes, com freqüência foram mencionados regulação e controle, porém. seus mecanismos de regula­ção não foram discutidos.

Regulação significa o ajuste de uma quantidade, concentração, taxa ou de alguma outra variável, geralmente a fim de que um nível desejado seja atingido ou mantido. Por exemplo, admitimos instintivamente que a respiração deva fornecer oxigênio à taxa em que é usado pelo organismo. De modo semelhante, todos os processos fisiológicos devem ser controlados e integrados.

Integração significa a união de partes.

Em fisiologia. esta palavra abrange o controle de todos os componentes funcio­ nais, incorporados em um organismo que opera de forma integrada, onde nenhum processo isolado pode ocorrer a um ritmo independente.

As funções fisiológicas podem ser controladas por hormônios ou pelo sis­ tema nervoso, mas há duas diferenças fundamentais: uma está relacionada à

Ver todos os capítulos
Medium 9788541202930

6. EFEITOS DA TEMPERATURA

SCHMIDT-NIELSEN, Knut Grupo Gen PDF Criptografado

6

EFEITOS DA TEMPERATURA

No capítulo anterior, foram discutidos o metabolismo energético dos animais e a influência de variáveis, tais como concentração de oxigênio, tamanho corpóreo e atividade. Neste capítulo, será discutida a grande influência da temperatura sobre os organismos vivos e seus processos metabólicos.

A vida ativa dos animais limita-se a uma faixa restrita de temperaturas, que varia de alguns graus abaixo do ponto de congelamento da água pura (0ºC) até aproximadamente +50ºC. O enfoque agora será dado

à temperatura do organismo, e não de seu meio ambiente. Por exemplo, o ser humano mantém a sua temperatura corpórea em cerca de 37ºC independentemente se fica exposto a um frio intenso ou se vai a uma sauna, onde a temperatura é próxima ao ponto de ebulição da água.

Os limites de temperatura para a vida animal são muito restritos quando comparados às temperaturas cósmicas, mas, apesar disso, há a ocorrência de temperaturas adequadas nos oceanos e na maior parte da superfície terrestre, pelo menos em parte do ano.

Ver todos os capítulos
Medium 9788541202930

4. ALIMENTO E COMBUSTÍVEL

SCHMIDT-NIELSEN, Knut Grupo Gen PDF Criptografado

4

ALIMENTO E COMBUSTÍVEL

Os animais necessitam de alimento (1) para prover a energia necessária para permanecerem vivos e manterem os processos físicos, para a contração muscular e muitos outros processos, (2) como matéria-prima para formar e manter o mecanismo celular e metabólico e (3) para crescimento e reprodução.

As plantas utilizam a energia solar e o dióxido de carbono da atmosfera para sintetizarem açúcares e, indiretamente, todos os compostos complicados que constituem uma planta.

Todos os animais utilizam compostos químicos para fornecer energia e materiais estruturais. Eles devem obtê-los diretamente dos vegetais ou de outras substâncias orgânicas. Portanto, os compostos orgânicos de que os animais necessitam são, em última análise, derivados das plantas e indiretamente, da luz solar.

Há exceções para esta dependência universal da luz solar. Em alguns locais no fundo do mar, onde não há penetração de luz, existem ricas comunidades animais que se utilizam das características químicas peculiares da água aquecida por processos geotérmicos.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais