Artmed (38)
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Medium 9788582713846

Capítulo 1. Técnicas e análises de biologia molecular

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Juliana Schmitt de Nonohay

Diego Hepp

CAPÍTULO 1

Técnicas e análises de biologia molecular

A biologia molecular é a área da biotecnologia que surgiu a partir da dedução da estrutura tridimensional da molécula de ácido desoxirribonucléico (DNA) e envolve diversos princípios e técnicas que permitem analisar o material genético dos organismos. O desenvolvimento da biologia molecular permitiu diversas aplicações, como o diagnóstico de doenças genéticas e patologias, o melhoramento genético animal e vegetal, e a genética forense. Neste capítulo, estão descritas as principais técnicas de biologia molecular utilizadas na obtenção, manipulação e análise de DNA, bem como os principais tipos de análises realizadas no diagnóstico de doenças, na determinação de paternidade e no auxílio à elucidação de crimes.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Conhecer as técnicas de extração, quantificação, amplificação e sequenciamento de DNA.

Compreender as análises moleculares no diagnóstico de doenças, determinação de paternidade e auxílio na elucidação de crimes.

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Medium 9788582713846

Capítulo 6. Estatística aplicada à biotecnologia

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Sabrina Letícia Couto da Silva

Simone Soares Echeveste

Vera Lúcia Milani Martins

CAPÍTULO 6

Estatística aplicada à biotecnologia

A necessidade cada vez maior da compreensão dos fenômenos existentes e da grande complexidade das relações entre as variáveis que envolvem os estudos científicos faz da estatística uma ferramenta indispensável tanto para o pesquisador quanto para o usuário da informação oriunda das pesquisas.

Ao longo deste capítulo, entenderemos como o conhecimento de estatística favorece a compreensão e avaliação crítica de resultados estatísticos, além de contribuir para a execução de atividades profissionais e pessoais.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Compreender o que é a estatística e qual a sua importância para a biotecnologia.

Reconhecer e aplicar os principais conceitos estatísticos.

Realizar a análise descritiva de dados, por meio de tabelas e gráficos.

Realizar o cálculo e a interpretação das medidas estatísticas.

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Medium 9788582713846

Capítulo 9. Heranças genéticas

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Paulo Artur Konzen Xavier de Mello e Silva

Juliana Schmitt de Nonohay

Diego Hepp

CAPÍTULO 9

Heranças genéticas

Ao observarmos diferentes espécies de organismos, percebemos semelhanças entre os pais e seus descendentes. Em alguns casos, certas características dos pais são encontradas em todos os seus descendentes, enquanto outras estão presentes apenas em parte destes. No estudo das heranças genéticas compreendemos como as características são transmitidas entre as gerações, conhecimento de grande interesse para a biologia. Neste capítulo, serão abordados, de forma simples e didática, os diferentes aspectos das heranças genéticas, tais como as características que podem ser determinadas por um ou mais genes, a existência de um ou muitos alelos em um gene, as interações entre o produto dos alelos do mesmo ou de diferentes genes e a influência do ambiente na determinação dos fenótipos dos indivíduos.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Compreender os padrões de heranças genéticas.

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Medium 9788582714409

Capítulo 8. Aspectos moleculares e genèticos da produção vegetal

Clara Lia Costa Brandelli; Siomara da Cruz Monteiro Artmed PDF Criptografado

8

ASPECTOS MOLECULARES

E GENÉTICOS DA

PRODUÇÃO VEGETAL

Clara Lia Costa Brandelli

Nelson Alexandre Kretzmann Filho

Objetivos de aprendizagem

Conceituar gene e genética.

Diferenciar fenótipo de genótipo e heterozigoto de homozigoto.

Explicar como ocorrem as mutações gênicas e quais são as suas

consequências.

Citar ferramentas utilizadas para a caracterização molecular de plantas.

Discutir as aplicações da biotecnologia e da engenharia genética ao

melhoramento de plantas.

Listar as vantagens da engenharia genética em relação ao melhoramento convencional de plantas.

INTRODUÇÃO

Os seres vivos constituídos de biomoléculas básicas e a interação entre elas define o que eles são. Acredita-se que suas características sejam determinadas pela herança genética e que essa definição seja acompanhada pela expressão ou não de determinados genes. Esses genes podem, sozinhos (características monogênicas) ou em colaboração com outros genes (características multifatoriais), determinar a manifestação dessas características.

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Medium 9788582714409

Capítulo 2. Etnobotânica

Clara Lia Costa Brandelli; Siomara da Cruz Monteiro Artmed PDF Criptografado

2

ETNOBOTÂNICA

Clara Lia Costa Brandelli

Objetivos de aprendizagem

Definir etnobiologia e etnobotânica.

Citar as abordagens e ramificações da etnobiologia.

Explicar o caráter interdisciplinar da etnobotânica.

Relacionar a etnobotânica à etnofarmacologia.

Listar as contribuições e possibilidades oriundas da etnobotânica.

Explicar a importância e as formas de dar retorno às populações sobre as

informações adquiridas em estudos etnobotânicos.

INTRODUÇÃO

Como foi visto no Capítulo 1, a utilização de plantas como medicamentos pela humanidade é tão antiga quanto a história do homem. Desde tempos remotos, os seres humanos usam substâncias químicas derivadas da natureza

− plantas, animais e microrganismos – para atender às suas necessidades básicas, incluindo a prevenção e o tratamento de doenças. O homem acumulou informações sobre o ambiente que o cerca e, sem dúvida, esse conhecimento foi completamente baseado em suas observações diárias e constantes dos fenômenos e características da natureza.

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Editora Manole (125)
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Medium 9788520432709

4. Identificação espectrométrica de substâncias

ANDREI, César Cornélio…[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

Identificação espectrométrica de substâncias

CÉSAR CORNÉLIO ANDREI

E

MILTON FACCIONE

Introdução

Todas as vezes que um pesquisador se defronta com uma substância, algumas questões devem ser resolvidas, dentre elas sua purificação e identificação. Na identificação, pelo menos três técnicas são utilizadas habitualmente: a espectrometria de ressonância magnética nuclear (RMN), de hidrogênio (1H) e de carbono (13C); a espectrometria no infravermelho (IV) e a espectrometria de massas (EM). Todas essas técnicas experimentais resultam em um espectro e o pesquisador deve saber interpretá-lo. Essas análises também são úteis no controle de qualidade de produtos, relacionado a pureza, e para quantificar princípios ativos. Neste capítulo, iremos abordar alguns aspectos teóricos sobre essas técnicas e mostrar os procedimentos para a interpretação dos espectros.

Inicialmente, qualquer técnica a ser empregada na determinação estrutural necessita que a amostra apresente alto grau de pureza, sem o qual, na maioria das vezes a interpretação dos espectros pode se tornar inviável. Atualmente, este requisito tem sido atendido com o emprego de técnicas cromatográficas preparativas de alta eficiência ou resolução, tais como cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE), cromatografia em coluna (CC) Lobar, cromatografia em placa preparativaradial (Cromatotron), cromatografia líquida contra-corrente, cromatografia com fluido supercrítico etc.

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Medium 9788520433089

9. Extensões para costas fortes

ISACOWITZ, Rael; CLIPPINGER, Karen Editora Manole PDF Criptografado

EXTENSÕES PARA

COSTAS FORTES

P Í T UL

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O

C

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ste capítulo se concentra na melhora da força, da resistência muscular e da ativação habilidosa dos extensores da coluna vertebral. Os capítulos anteriores enfatizaram o uso dos músculos abdominais primariamente para produzir a flexão da coluna ou o uso dos músculos abdominais com o auxílio dos extensores da coluna vertebral para produzir flexão lateral ou rotação. Este capítulo enfatiza a utilização dos extensores da coluna vertebral para produzir ou manter a hiperextensão da coluna, enquanto os músculos abdominais atuam como estabilizadores para reduzir as forças potencialmente prejudiciais suportadas pela parte lombar da coluna. Esse uso da extensão da coluna vertebral é vital para a manutenção do equilíbrio muscular, porque muitos exercícios do método pilates enfatizam a flexão da coluna. Além disso, a força e a resistência adequadas dos extensores da coluna vertebral podem reduzir o risco de osteoporose e lesões nas costas. No entanto, a hiperextensão da coluna também é um mecanismo comum para a produção de lesão da parte lombar da coluna vertebral. A técnica ideal e a progressão cuidadosa de exercícios menos exigentes para os mais exigentes são essenciais para aprimorar os potenciais benefícios e reduzir os riscos desses exercícios.

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Medium 9788520433089

3. Músculos, análise de movimento e trabalho em solo

ISACOWITZ, Rael; CLIPPINGER, Karen Editora Manole PDF Criptografado

MÚSCULOS, ANÁLISE

DE MOVIMENTO E

TRABALHO EM SOLO

P Í T UL

3

O

C

A

C

onhecer os músculos que atuam em um determinado exercício de solo irá ajudar você a aplicar os princípios do método pilates discutidos no Capítulo 1 e os do alinhamento discutidos no

Capítulo 2. Enquanto o Capítulo 2 está focado na coluna vertebral, este capítulo irá acrescentar os movimentos e músculos das grandes articulações dos membros superiores e inferiores. Serão descritos os princípios de como os músculos atuam para produzir movimentos de corpo inteiro isolados e complexos e será apresentado um esquema simples que pode ser usado para analisar os exercícios de solo. O capítulo termina com uma explicação sobre o formato usado para descrever os exercícios de solo e as recomendações resumidas para iniciar o trabalho em solo.

As articulações e seus movimentos

Os ossos descritos no Capítulo 2 (Fig. 2.1, p. 10) se unem para formar as articulações. O modo como os ossos se conectam e a forma das superfícies que se unem são usados para classificar as articulações em tipos específicos. Diferentes tipos de articulações têm potenciais de movimento distintos; utiliza-se uma terminologia padronizada para descrever os movimentos que são possíveis a uma dada articulação.

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Medium 9788520435342

7. Posturas sentadas

KAMINOFF, Leslie; MATTHEWS, Amy Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍtuLo

PosturAs sentAdAs

7

P

ara muitas pessoas do mundo moderno, a posição sentada (e, provavelmente, de maneira desleixada) é aquela que elas vão manter durante a maior parte do seu dia produtivo. Os sapatos estão para os pés da mesma forma que as cadeiras, os assentos de carro e os sofás estão para as articulações da pelve e para a porção inferior da coluna vertebral.

Na prática da yoga, assim como os pés descalços criam uma nova relação com o solo por meio da prática dos asanas em pé, o quadril, a articulação da pelve e a porção inferior da coluna vertebral desenvolvem uma nova relação com o solo ao sustentar o peso colocado diretamente sobre eles nas posturas sentadas.

Os asanas ilustrados neste capítulo são posturas sentadas propriamente ditas ou aquelas cujo ponto de partida é a posição sentada. Se forem praticados com a devida atenção à anatomia das articulações, dos músculos e dos tecidos conjuntivos relevantes, podem ajudar a restaurar parte da flexibilidade natural que as pessoas têm quando crianças, quando podem sentar e brincar no chão por horas a fio sem fazer esforço algum.

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Medium 9788520435342

2. Yoga e a coluna vertebral

KAMINOFF, Leslie; MATTHEWS, Amy Editora Manole PDF Criptografado

cAPÍtulo

yogA e A colunA vertebrAl

2

O

sistema nervoso central, com suas funções sensoriais e motoras complexas, evoluiu ao longo de milhões de anos e se tornou fundamental à sobrevivência dos nossos ancestrais. Ele exigiu o desenvolvimento correspondente de uma das soluções mais distintas e intrincadas da natureza para suprir a dupla demanda de sthira e sukha: a coluna vertebral. Para compreendermos como a coluna vertebral se originou, precisamos voltar a estudar a célula simples.

FilOgenia: uma breve história da cOluna vertebral

Imagine uma célula flutuando em um mar de fluido primordial, circundada por nutrientes prontos para serem assimilados através da sua membrana (Fig. 1.1, p. 2). Imagine agora que os nutrientes estão menos concentrados em algumas áreas e mais concentrados em outras. Os organismos mais bem-sucedidos são aqueles que desenvolvem a capacidade de obter nutrientes pela mudança no seu formato. Esta foi, provavelmente, a primeira forma de locomoção; o pseudópodo na Figura 2.1 é o exemplo de uma célula simples com essa capacidade. A mudança de formato como um método de sobrevivência é um princípio importante a ser lembrado mais adiante.

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Grupo A (1422)
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Medium 9788582714850

Capítulo 31. Estrutura, síntese e processamento do RNA

Denise R. Ferrier Grupo A PDF Criptografado

31

Estrutura, síntese e processamento do RNA

I.

VISÃO GERAL

O plano genético geral de um organismo está contido na sequência de desoxirribonucleotídeos de seu DNA. Entretanto, é por meio do ácido ribonucleico

(RNA), as “cópias de trabalho” do DNA, que o plano geral é expresso (Fig.

31.1). O processo de cópia, durante o qual a fita de DNA serve de matriz para a síntese de RNA, é chamado de transcrição. A transcrição produz RNA mensageiro (RNAm), que é traduzido em sequências de aminoácidos (proteínas), e RNA ribossômico (RNAr), RNA transportador (RNAt) e moléculas de

RNA adicionais que realizam funções estruturais, catalíticas e reguladoras especializadas e que não são traduzidas. Ou seja, são RNA não codificantes

(RNAnc). O produto final da expressão gênica, portanto, pode ser RNA ou proteína, dependendo do gene. (Nota: somente cerca de 2% do genoma codifica proteínas.) A característica central da transcrição é ser altamente seletiva. Por exemplo, muitos transcritos são produzidos a partir de algumas regiões de DNA. Em outras regiões, pouca ou nenhuma transcrição é realizada. Essa seletividade é devida, pelo menos em parte, a sinais implantados na sequência de nucleotídeos do DNA. Esses sinais instruem a RNA-polimerase acerca de onde começar, com que frequência começar e onde terminar a transcrição. Várias proteínas regulatórias também estão envolvidas nesse processo de seleção. A diferenciação bioquímica dos tecidos de um organismo é, em última análise, o resultado da seletividade do processo de transcrição. (Nota: essa seletividade da transcrição contrasta com a natureza de “tudo ou nada” da replicação genômica.) Outra característica importante da transcrição é a de que muitos transcritos de RNA, inicialmente cópias fiéis de uma das duas fitas de DNA, podem sofrer várias modificações, como: adições terminais, modificações nas bases, hidrólise de extremidades e remoção de segmentos internos. Essas modificações convertem o transcrito primário inativo em uma molécula funcional. O transcriptoma é o conjunto completo de transcritos de RNA expressos por um genoma.

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Medium 9788582714850

Capítulo 27. Nutrição: visão geral e macronutrientes

Denise R. Ferrier Grupo A PDF Criptografado

UNIDADE VI

Nutrição médica

27

Nutrição: visão geral e macronutrientes

I.

VISÃO GERAL

Os nutrientes são os constituintes dos alimentos necessários para sustentar as funções normais do organismo. Toda a energia é fornecida por três classes de nutrientes: gorduras, carboidratos e proteínas (Fig. 27.1). Como o consumo dessas moléculas ricas em energia é maior (quantidades em g) do que a dos outros nutrientes alimentares, elas são chamadas de macronutrientes. Este capítulo está centrado nos tipos e nas quantidades de macronutrientes necessários para manter uma boa saúde e prevenir doenças crônicas. Os nutrientes necessários em menor quantidade (mg ou μg), como as vitaminas e os minerais, são denominados micronutrientes e são considerados nos Capítulos 28 e 29.

II.

DIETA

Capítulo 27

Fontes de energia

• Carboidratos

• Gorduras

• Proteínas

Ácidos graxos essenciais

Aminoácidos essenciais

Vitaminas

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Medium 9788582714850

Capítulo 23. Efeitos metabólicos da insulina e do glucagon

Denise R. Ferrier Grupo A PDF Criptografado

UNIDADE V

Integração do metabolismo

Efeitos metabólicos da insulina e do glucagon

I.

23

VISÃO GERAL

Quatro tecidos principais exercem função dominante no metabolismo energético: fígado, tecido adiposo, músculo e encéfalo. Esses tecidos contêm conjuntos exclusivos de enzimas, de forma que cada tecido é especializado no estoque, no uso e na produção de combustíveis específicos. Esses tecidos não funcionam isoladamente, ao contrário, eles formam uma rede integrada, na qual um tecido pode fornecer substrato a outro, ou processar compostos produzidos por outros tecidos. A comunicação entre os tecidos é mediada pelo sistema nervoso, pela disponibilidade de substratos circulantes e pela variação nos níveis de hormônios plasmáticos (Fig. 23.1).

A integração do metabolismo energético é controlada principalmente pelas ações de dois hormônios peptídicos: a insulina e o glucagon (secretados em resposta a alterações nos níveis de substratos sanguíneos), com as catecolaminas adrenalina e noradrenalina (secretadas em resposta a sinais neurais) exercendo uma função de apoio. Alterações nos níveis circulantes desses hormônios permitem ao organismo estocar energia quando o alimento é abundante ou dispor da energia estocada, como ocorre durante crises de sobrevivência (p. ex., fome, lesão grave e situações de “luta ou fuga”). Este capítulo descreve a estrutura, a secreção e os efeitos metabólicos dos dois hormônios que mais profundamente afetam o metabolismo energético.

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Medium 9788582714850

Capítulo 12. Metabolismo dos monossacarídeos e dissacarídeos

Denise R. Ferrier Grupo A PDF Criptografado

12

Metabolismo dos monossacarídeos e dissacarídeos

I.

VISÃO GERAL

A glicose é o monossacarídeo mais consumido pelo ser humano, e o seu metabolismo já foi discutido. Dois outros monossacarídeos, a frutose e a galactose, também ocorrem em quantidades significativas na dieta (principalmente em dissacarídeos) e fornecem contribuições importantes ao metabolismo energético. Além disso, a galactose é um componente importante das proteínas glicosiladas. A Figura 12.1 mostra o metabolismo da frutose e da galactose como parte das vias essenciais do metabolismo energético.

Glicogênio

Galactose

UDP-Glicose

Galactose-1-P

Glicose-1-P

UDP-Galactose

Glicose-6-P

Glicose

6-P-Gliconato

Glicogênio

Ribulose-5-P 6-P-Gliconolactona

II.

METABOLISMO DA FRUTOSE

Cerca de 10% das calorias contidas nas dietas ocidentais provêm da frutose (aproximadamente 55 g por dia). Sua principal fonte é o dissacarídeo sacarose, que, ao ser clivado no intestino, libera quantidades equimolares de frutose e glicose. A frutose também é encontrada como monossacarídeo livre em muitas frutas, no mel e no xarope de milho com alta concentração de frutose (em geral, 55% de frutose e 45% de glicose), o qual é utilizado para adoçar refrigerantes e muitos alimentos (ver pág. 364). O transporte de frutose para dentro das células não é dependente da insulina (diferentemente da glicose em certos tecidos; ver pág. 97) e, ao contrário da glicose, a frutose não promove a secreção de insulina.

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Medium 9788582714850

Capítulo 8. Introdução ao metabolismo e à glicólise

Denise R. Ferrier Grupo A PDF Criptografado

8

Introdução ao metabolismo e à glicólise

I.

VISÃO GERAL DO METABOLISMO

No Capítulo 5, as reações enzimáticas foram analisadas individualmente, na tentativa de explicar os mecanismos da catálise. Nas células, contudo, essas reações raramente ocorrem isoladamente. Ao contrário, elas estão organizadas em sequências com múltiplos passos, chamadas vias, como, por exemplo, a glicólise (Fig. 8.1). Em uma via, o produto de uma reação serve como substrato para a reação subsequente. As vias, em sua maior parte, podem ser classificadas como catabólicas (de degradação) ou anabólicas (de síntese).

As vias catabólicas quebram moléculas complexas, como proteínas, polissacarídeos ou lipídeos, produzindo uma pequena variedade de moléculas mais simples, como dióxido de carbono, amônia e água. As vias anabólicas formam produtos finais complexos a partir de precursores simples, como a síntese de um polissacarídeo, o glicogênio, a partir de glicose. (Nota: as vias que regeneram um de seus componentes são denominadas ciclos.) Diferentes vias também podem formar interseções, estabelecendo uma rede integrada de reações químicas com propósitos definidos. O metabolismo é a soma de todas as mudanças químicas que ocorrem em uma célula, um tecido ou no organismo.

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Grupo Gen (1961)
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Medium 9788521625797

16 Espectroscopia de emissão atômica

VOGEL, Arthur Israel; MENDHAM, J.; DENNEY, R.C.; BARNES, J.D.; THOMAS, M. Grupo Gen ePub Criptografado

Este capítulo descreve os princípios teóricos e experimentais da espectroscopia de emissão atômica. Após uma discussão geral da técnica, a primeira parte do capítulo descreve a espectroscopia de emissão de chama. As Seções 16.6 a 16.11 tratam predominantemente da espectroscopia de emissão baseada em fontes de plasma, atualmente o modo mais importante de excitação.

Quando certos metais, na forma de sais, são colocados na chama do bico de Bunsen, surgem cores características. Este procedimento é usado há muito tempo na determinação qualitativa de elementos. Se a luz produzida pela chama passar por um espectroscópio, várias linhas de cor característica são resolvidas. As do cálcio têm cores vermelha, verde e azul, sendo que o vermelho é dominante e típico da chama deste elemento. A emissão de cada elemento tem comprimentos de onda definidos e fixos no espectro eletromagnético. Ainda que as cores da chama de cálcio, estrôncio e lítio, por exemplo, sejam muito semelhantes, é possível identificar os elementos pela análise dos espectros, um na presença dos outros. A ampliação dos princípios da análise qualitativa com o teste da chama levou ao desenvolvimento das aplicações analíticas da espectrografia de emissão. Depois da excitação com uma centelha elétrica ou um arco elétrico, registra-se fotograficamente os espectros com um espectrógrafo. Como os espectros característicos de muitos elementos ocorrem na região do ultravioleta, o sistema óptico usado na dispersão da radiação é geralmente feito de quartzo. Estas técnicas, entretanto, foram praticamente substituídas pela emissão de plasma (Seção 16.6).

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Medium 9788521625797

9 Cromatografia com fase gasosa

VOGEL, Arthur Israel; MENDHAM, J.; DENNEY, R.C.; BARNES, J.D.; THOMAS, M. Grupo Gen ePub Criptografado

Na cromatografia com fase gasosa, separa-se uma mistura em seus componentes fazendo-se mover um gás sobre um adsorvente estacionário. O método é semelhante à cromatografia líquido–líquido, exceto que a fase líquida móvel é substituída por uma fase gasosa móvel. Somente duas possibilidades existem. Ou a fase estacionária é um sólido ou um líquido. Isto limita os mecanismos de separação à adsorção e à partição, ambos os quais são muito usados na cromatografia com fase gasosa. Originalmente se distinguiam dois tipos de cromatografia com fase gasosa, a cromatografia gás/líquido e a cromatografia gás/sólido. Hoje, não se faz a distinção e esta terminologia foi substituída pelo termo cromatografia com fase gasosa (CG), mais simples e mais satisfatório.

Os primeiros experimentos que podem ser classificados como CG foram feitos por Martin e James em 1951 para a separação de ácidos graxos de baixo peso molecular [1]. O mecanismo de separação usado era a partição e o procedimento foi descrito por Martin e colaboradores como cromatografia de partição gás–líquido (GLPC). O desenvolvimento rápido da técnica deveu-se ao fato de que a maior parte da teoria já havia sido desenvolvida uma década antes por Martin e Synge para descrever a cromatografia de partição em fase líquida [2]. Muitos cientistas perceberam logo o potencial da partição em fase gasosa para resolver problemas de separação de sistemas complexos e o desenvolvimento do trabalho nesta direção foi rápido nos laboratórios da ICI, da British Petroleum e da Shell. O primeiro cromatógrafo comercial chegou ao mercado em 1955 e, hoje, a cromatografia com fase gasosa é uma das técnicas de separação mais utilizadas nos laboratórios analíticos.

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Medium 9788521625797

2 Reações em solução: teoria fundamental

VOGEL, Arthur Israel; MENDHAM, J.; DENNEY, R.C.; BARNES, J.D.; THOMAS, M. Grupo Gen ePub Criptografado

Muitas das reações da análise química qualitativa e quantitativa ocorrem em solução. O solvente é usualmente a água, mas outros líquidos podem ser usados. Por isso, o conhecimento fundamental das condições em que as reações de interesse da química analítica são feitas e dos fatores que as influenciam é essencial.

Guldberg e Waage (1867) enunciaram a lei da ação das massas (às vezes chamada de “lei do equilíbrio químico”) nos seguintes termos: “A velocidade de uma reação química é proporcional ao produto das massas ativas das substâncias que participam da reação”. A expressão “massa ativa” era interpretada como a concentração da substância expressa em moles por litro. Quando se aplica essa lei a sistemas homogêneos, isto é, a sistemas em que todos os reagentes participam de uma só fase como, por exemplo, uma reação em solução, chega-se a uma expressão matemática que estabelece a condição de equilíbrio em uma reação reversível.

Considere, inicialmente, uma reação reversível que ocorre em uma temperatura constante:

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Medium 9788521635604

Capítulo 11 Guias de Ondas

Oliveira, Nilson Antunes de Grupo Gen ePub Criptografado

No Capítulo 9 estudamos a propagação de ondas eletromagnéticas no vácuo e em meios materiais infinitos. Neste capítulo, estudaremos a propagação de ondas eletromagnéticas em regiões confinadas. Iniciaremos este estudo pela propagação de ondas eletromagnéticas entre placas paralelas condutoras e, em seguida, discutiremos os guias de ondas com geometria retangular e cilíndrica. No final do capítulo discutiremos a propagação de ondas eletromagnéticas em cavidades metálicas ressonantes.

Nesta seção, estudaremos a propagação de ondas eletromagnéticas em uma região delimitada por placas paralelas condutoras. Para isso, vamos considerar duas placas metálicas paralelas ao plano yz, localizadas em x = 0 e x = a, conforme mostra a Figura 11.1. Por simplicidade, vamos supor uma onda eletromagnética plana com campo elétrico oscilando ao longo do eixo y e que se propaga em uma direção que faz um ângulo α com o eixo x. Esta onda incide obliquamente sobre uma das placas condutoras com um ângulo θi, sendo refletida segundo um ângulo θr.

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Medium 9788521635604

Capítulo 5 Campo Magnético Gerado por Corrente Elétrica

Oliveira, Nilson Antunes de Grupo Gen ePub Criptografado

No Capítulo 2 estudamos os campos elétricos gerados por densidades de cargas eletrostáticas. Cargas elétricas em movimento, além do campo elétrico, também geram campo magnético. Em um material condutor, o movimento das cargas elétricas origina a corrente elétrica, que, por sua vez, gera o campo magnético. O campo magnético também pode ser gerado por ímãs ou por uma variação temporal do campo elétrico.

Neste capítulo, apresentaremos a formulação matemática para descrever o campo magnético gerado por corrente elétrica estacionária. O campo magnético gerado por ímãs será discutido no próximo capítulo.

Antes de iniciar o estudo sobre campo magnético, vamos fazer uma introdução sobre corrente elétrica. Ao aplicar um campo elétrico estático em um material condutor, os elétrons ficam sujeitos à força elétrica, , e se movem em um sentido contrário ao campo aplicado. Esse movimento ordenado das cargas elétricas no interior de um condutor gera uma corrente elétrica.1

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Ltc (17)
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Medium 9788521630371

26 Corrente e Resistência

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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2

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Corrente e Resistência

26-1

CORRENTE ELÉTRICA

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

26.01 Usar a definição de corrente elétrica como a carga que passa

por um ponto por unidade de tempo para calcular a quantidade de carga que passa por um ponto em um dado intervalo de tempo.

26.02 Saber que a corrente elétrica em geral se deve a elétrons de

26.03 Saber o que é um nó de um circuito e que, de acordo com a

lei de conservação da carga, a corrente total que entra em um nó é igual à corrente total que sai do nó.

26.04 Saber o que significam as setas nos desenhos esquemáticos do circuito e saber que, mesmo que seja representada com uma seta, a corrente elétrica não é um vetor.

condução colocados em movimento por campos elétricos (como, por exemplo, os que são produzidos em um fio por uma bateria).

Ideias-Chave zz Uma corrente elétrica i em um circuito é definida pela equação i

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Medium 9788521630371

23 Lei de Gauss

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Lei de Gauss

23-1

FLUXO ELÉTRICO

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

23.01 Saber que a lei de Gauss relaciona o campo elétrico em

23.05 Calcular o fluxo F do campo elétrico através de uma superfície

23.02 Saber que o fluxo elétrico F através de uma superfície é a

23.06 No caso de uma superfície fechada, explicar os sinais algébri-

23.03 Saber que o vetor área de uma superfície plana é um vetor

23.07 Calcular o fluxo total F através de uma superfície fechada

pontos de uma superfície fechada (real ou imaginária, chamada superfície gaussiana) à carga total envolvida pela superfície. quantidade de campo elétrico que atravessa a superfície.

perpendicular à superfície cujo módulo é igual à área da superfície.

23.04 Saber que qualquer superfície pode ser dividida em elementos

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Medium 9788521630371

30 Indução e Indutância

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Indução e Indutância

30-1

LEI DE FARADAY E LEI DE LENZ

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

30.01 Saber que o fluxo magnético F através de uma superfície é a quantidade de campo magnético que atravessa a superfície.

30.02 Saber que o vetor área de uma superfície plana é um vetor perpendicular à superfície cujo módulo é igual à área da superfície.

30.03 Saber que qualquer superfície pode ser dividida em elemen→

tos de área dA (regiões suficientemente pequenas para serem consideradas planas), vetores área de módulo infinitesimal perpendiculares à superfície no ponto em que se encontra o elemento.

30.07 Conhecer a lei de Faraday, que é a relação entre a força ele-

tromotriz induzida em uma espira condutora e a taxa de variação do fluxo magnético através da espira.

30.08 Aplicar a lei de Faraday a uma bobina com várias espiras.

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Medium 9788521630371

27 Circuitos

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Circuitos

27-1

CIRCUITOS DE UMA MALHA

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

27.01 Conhecer a relação entre a força eletromotriz e o trabalho realizado.

27.02 Conhecer a relação entre a força eletromotriz, a corrente e a potência de uma fonte ideal.

27.03 Desenhar o diagrama esquemático de um circuito de uma malha com uma fonte e três resistores.

27.04 Usar a regra das malhas para escrever uma equação para as diferenças de potencial dos elementos de um circuito ao longo de uma malha fechada.

27.05 Conhecer a relação entre a resistência e a diferença de potencial entre os terminais de um resistor (regra das resistências).

27.06 Conhecer a relação entre a força eletromotriz e a diferença de potencial entre os terminais de uma fonte (regra das fontes).

27.07 Saber que resistores em série são atravessados pela mesma corrente, que também é a mesma do resistor equivalente.

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Medium 9788521630371

29 Campos Magnéticos Produzidos por Correntes

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

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Campos Magnéticos Produzidos por Correntes

29-1

O CAMPO MAGNÉTICO PRODUZIDO POR UMA CORRENTE

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

29.01 Desenhar um elemento de corrente em um fio e indicar a orientação do campo magnético produzido pelo elemento de corrente em um ponto fora do fio.

29.06 Saber que as linhas de campo do campo magnético nas vizinhanças de um fio longo, retilíneo, percorrido por uma corrente têm a forma de circunferências.

29.02 Dado um ponto fora de um fio e um elemento de corrente do

29.07 No caso de um ponto perto da extremidade de um fio semi-

29.03 Saber que o módulo do campo magnético criado por um

infinito percorrido por uma corrente, conhecer a relação entre o módulo do campo magnético, a corrente e a distância entre o ponto e o fio.

fio, determinar o módulo e a orientação do campo magnético produzido pelo elemento de corrente no ponto.

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