Artmed (38)
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Medium 9788584290994

Capítulo 1. Uma introdução ao processo de pesquisa

Christine P. Dancey, John G. Reidy, Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

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Uma introdução ao processo de pesquisa

Panorama do capítulo

Neste capítulo, iremos introduzir conceitos importantes para o entendimento do processo de pesquisa, incluindo:

99 Hipótese de pesquisa;

99 Teste de hipóteses;

99 Prática baseada em evidência;

99 Delineamentos típicos de pesquisa.

Não presumimos nenhum conhecimento prévio de estatística ou de pesquisa. Tudo de que você precisa para entender os conceitos expostos neste capítulo é o seu cérebro.

Cérebros a postos, lá vamos nós... Em uma reportagem, no rádio, esta manhã, foi sugerido que comer mais mirtilos reduz as chances de se contrair câncer. Esse tipo de reportagem não é incomum na mídia nos dias atuais. Como podemos saber se podemos acreditar em todas as notícias relacionadas

à saúde que a mídia nos apresenta? Bem, o melhor a se fazer é ler os relatórios originais da pesquisa e pensar, por si mesmo,

sobre a adequação do trabalho e a validade das conclusões do autor. É assim que a ciência funciona. É claro que, se você deseja trabalhar como um profissional da saúde, há uma necessidade ainda maior da capacidade de avaliar a evidência de uma pesquisa. Este livro fornecerá todas as ferramentas necessárias para que você seja capaz de avaliar criticamente a pesquisa de outros profissionais da sua área. Você obterá, tam-

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Capítulo 10. Avaliando a concordância: técnicas correlacionais

Christine P. Dancey, John G. Reidy, Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

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Avaliando a concordância: técnicas correlacionais

Panorama do capítulo

Neste capítulo, você irá aprender sobre a análise de relações entre variáveis. Iniciaremos com o relacionamento mais simples – entre duas variáveis, também chamado de relacionamento bivariado. Os pesquisadores lançam a hipótese de que haverá um relacionamento significativo ou uma associação entre duas variáveis x e y. A hipótese será direcional, isto é, à medida que x aumenta, y aumenta (um relacionamento positivo), ou, à medida que x aumenta, y diminui (um relacionamento negativo). A hipótese nula é que qualquer relacionamento entre x e y se deve ao erro amostral (ao acaso). Técnicas correlacionais são utilizadas para testar a hipótese de que as variáveis estão relacionadas entre si. As conclusões retiradas de uma análise correlacionada bivariada não podem ser tão fortes quanto as conclusões retiradas de um estudo que utilize um delineamento experimental ao envolver questões de causalidade. Descobrir que duas variáveis estão relacionadas não é o mesmo que ser capaz de declarar que x causou y.

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Medium 9788582713846

Capítulo 6. Estatística aplicada à biotecnologia

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Sabrina Letícia Couto da Silva

Simone Soares Echeveste

Vera Lúcia Milani Martins

CAPÍTULO 6

Estatística aplicada à biotecnologia

A necessidade cada vez maior da compreensão dos fenômenos existentes e da grande complexidade das relações entre as variáveis que envolvem os estudos científicos faz da estatística uma ferramenta indispensável tanto para o pesquisador quanto para o usuário da informação oriunda das pesquisas.

Ao longo deste capítulo, entenderemos como o conhecimento de estatística favorece a compreensão e avaliação crítica de resultados estatísticos, além de contribuir para a execução de atividades profissionais e pessoais.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Compreender o que é a estatística e qual a sua importância para a biotecnologia.

Reconhecer e aplicar os principais conceitos estatísticos.

Realizar a análise descritiva de dados, por meio de tabelas e gráficos.

Realizar o cálculo e a interpretação das medidas estatísticas.

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Capítulo 9. Heranças genéticas

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Paulo Artur Konzen Xavier de Mello e Silva

Juliana Schmitt de Nonohay

Diego Hepp

CAPÍTULO 9

Heranças genéticas

Ao observarmos diferentes espécies de organismos, percebemos semelhanças entre os pais e seus descendentes. Em alguns casos, certas características dos pais são encontradas em todos os seus descendentes, enquanto outras estão presentes apenas em parte destes. No estudo das heranças genéticas compreendemos como as características são transmitidas entre as gerações, conhecimento de grande interesse para a biologia. Neste capítulo, serão abordados, de forma simples e didática, os diferentes aspectos das heranças genéticas, tais como as características que podem ser determinadas por um ou mais genes, a existência de um ou muitos alelos em um gene, as interações entre o produto dos alelos do mesmo ou de diferentes genes e a influência do ambiente na determinação dos fenótipos dos indivíduos.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Compreender os padrões de heranças genéticas.

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Capítulo 1. Técnicas e análises de biologia molecular

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Juliana Schmitt de Nonohay

Diego Hepp

CAPÍTULO 1

Técnicas e análises de biologia molecular

A biologia molecular é a área da biotecnologia que surgiu a partir da dedução da estrutura tridimensional da molécula de ácido desoxirribonucléico (DNA) e envolve diversos princípios e técnicas que permitem analisar o material genético dos organismos. O desenvolvimento da biologia molecular permitiu diversas aplicações, como o diagnóstico de doenças genéticas e patologias, o melhoramento genético animal e vegetal, e a genética forense. Neste capítulo, estão descritas as principais técnicas de biologia molecular utilizadas na obtenção, manipulação e análise de DNA, bem como os principais tipos de análises realizadas no diagnóstico de doenças, na determinação de paternidade e no auxílio à elucidação de crimes.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Conhecer as técnicas de extração, quantificação, amplificação e sequenciamento de DNA.

Compreender as análises moleculares no diagnóstico de doenças, determinação de paternidade e auxílio na elucidação de crimes.

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Atlas (13)
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Medium 9788597010763

11 - Trabalhos científicos

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

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Trabalhos científicos

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TRABALHOS CIENTÍFICOS

Trabalho científico é uma expressão genérica para trabalhos acadêmico-científicos, como: artigo científico, comunicação científica, dissertação de mestrado, ensaio científico, fichamento, informe científico, inventário acadêmico, mapa conceitual, memorial, monografia, paper, plano de pesquisa, pôster, pré-projeto de pesquisa, projeto de pesquisa, relatório, resenha, resumo, tese de doutorado, trabalho de conclusão de grupo (cf. BRASILEIRO, 2013, p. 69-167). Neste livro, tratamos alguns desses trabalhos neste capítulo e outros no Capítulo 12, que trata de publicações científicas.

Os trabalhos científicos devem ser elaborados de acordo com normas preestabelecidas e com os fins a que se destinam, bem como ser inéditos ou originais e contribuir não só para a ampliação de conhecimentos, ou a compreensão de certos problemas, mas também servir de modelo ou oferecer subsídios para outros trabalhos.

Para Salvador (1980, p. 11), os trabalhos científicos originais devem permitir a outro pesquisador, baseado nas informações dadas:

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Medium 9788597010763

13 - Elaboração de referências bibliográficas e apresentação de citações

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

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Elaboração de referências bibliográficas e apresentação de citações

As normas que dizem respeito às referências bibliográficas são fixadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A norma atual em vigor, a

NBR 6023, data de agosto de 2002 e assim define referência: “Conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento, que permite sua identificação individual” (parágrafo 3.9).

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PRÁTICA DE ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS

BIBLIOGRÁFICAS

Os elementos que constituem a citação bibliográfica devem ser obtidos preferencialmente da folha de rosto do livro (frontispício). Se da obra faltar informação sobre a data de publicação, a norma prescreve:

Se nenhuma data de publicação, distribuição, copirraite, impressão etc. puder ser determinada, registra-se uma data aproximada entre colchetes, conforme indicado (NBR 6023:2002, parágrafo 8.6.2):

Data provável: [2016?]

Data certa, mas não indicada na obra: [2016]

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Medium 9788597010763

4 - Métodos científicos

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

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Métodos científicos

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CONCEITO DE MÉTODO

As ciências caracterizam-se pela utilização de métodos científicos, mas nem todos os ramos de estudo que empregam esses métodos são ciências. A utilização de métodos científicos não é, portanto, da alçada exclusiva da ciência, mas não há ciência sem o emprego de métodos científicos.

Método é o conjunto das atividades sistemáticas e racionais que, com maior segurança e economia, permite alcançar o objetivo de produzir conhecimentos válidos e verdadeiros, traçando o caminho a ser seguido, detectando erros e auxiliando as decisões do cientista.

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DESENVOLVIMENTO HISTÓRICO DO MÉTODO

A preocupação em descobrir e explicar a natureza vem desde os primórdios da humanidade, quando as duas principais questões referiam-se às forças da natureza, a cuja mercê viviam os homens, e à morte. O conhecimento mítico voltou-se à explicação desses fenômenos, atribuindo-os a entidades de caráter sobrenatural. A verdade era impregnada de noções supra-humanas e a explicação fundamentava-se em motivações humanas, atribuídas a forças e potências sobrenaturais.

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Medium 9788597010763

9 - Técnicas de pesquisa

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

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Técnicas de pesquisa

Técnica é um conjunto de procedimentos de que se serve uma ciência ou arte; é a habilidade para usar esses preceitos ou normas. Toda ciência utiliza inúmeras técnicas na obtenção de seus propósitos.

Michel (2015, p. 81) afirma a necessidade, por parte do pesquisador, de procedimentos para sistematizar, categorizar e tornar possível a análise de dados brutos coletados na pesquisa, que lhe permita chegar a resultados de pesquisa significativos. Define então técnicas de pesquisa, como “instrumentos utilizados para se coletar dados e informações em pesquisa de campo, que devem ser escolhidos e elaborados criteriosamente, visando à análise e explicação de aspectos teóricos estudados”. Segundo ainda Michel, é por meio das técnicas de pesquisa que as fontes de informação “falam”: “são, portanto, ferramentas essenciais para a pesquisa e merecem todo o cuidado na sua elaboração, para garantir fidelidade, qualidade e completude dos resultados”.

O levantamento de dados classificam-se em: primários (depoimentos, entrevistas, questionários); secundários (coletados por meio de análise documental (documentos escritos, relatórios, livros, revistas, jornais, sites); terciários

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Medium 9788597010763

12 - Publicações científicas

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

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Publicações científicas

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COMUNICAÇÃO: TRABALHOS DE CONGRESSOS

Comunicação é uma palavra de origem latina: comunicare, que tem o significado de tornar comum, partilhar, repartir, trocar opiniões. Para Rabaça e Barbosa

(1978, p. 106), comunicar implica participação, interação, troca de mensagens.

Como processo de participação de experiência, ela modifica a disposição mental das partes em interação. Nesse sentido, Barros (In: FIORIN, 2004, p. 42) afirma que a comunicação não deve ser pensada “como um fenômeno de mão

única, do emissor ao receptor, mas como um sistema interacional”.

É, pois, processo pelo qual são transmitidas informações, ou seja, ideias, fatos, opiniões. Por meio da comunicação, podem-se “compartilhar conhecimentos, opiniões, sentimentos” (HARLOW; COMPTON, 1980, p. 11).

1.1 Comunicação científica

Refere-se à informação apresentada em congressos, simpósios, semanais, reuniões, academias, sociedades científicas etc. a ser posteriormente publicada em anais e revistas, impressas ou eletrônicas.

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Editora Manole (125)
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Medium 9788520431627

5. PARTE SUPERIOR DO TRONCO

PULEO, Joe; MILROY, Patrick Editora Manole PDF Criptografado

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PARTE SUPERIOR

DO TRONCO

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ma pessoa que entenda a função Vértebras de um fole ou de um acordeão logo compreenderá a anatomia do tórax, geralmente conhecido como peito. Foles e acordeões têm evoluído ao longo dos anos como um modo de movimentar o Esterno ar sob pressão e produzir corrente de ar Costelas ou sons musicais. A arquitetura óssea básica do tórax (Fig. 5.1) consiste em doze vértebras torácicas, superpostas umas às outras, mas interconectadas por ligamentos e outros tecidos moles de modo que possa haver movimento em sentido anterior, posterior e late- Figura 5.1  Elementos ósseos do tronco: cosE4782/Puleo/Fig 5.1/333456/JG/R1 ral (limitado) e um pequeno grau de telas, esterno e vértebras. rotação para permitir que o tronco vire para os lados. Estendendo-se a partir da região lateral de cada vértebra torácica existem duas costelas, que contornam lateralmente a parede do corpo e terminam anteriormente; a maioria delas se articula com o osso esterno.

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Medium 9788520431627

10. LESÕES COMUNS DE CORRIDA

PULEO, Joe; MILROY, Patrick Editora Manole PDF Criptografado

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LESÕES COMUNS

DE CORRIDA

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e este livro tivesse sido escrito sem levar em conta os inconvenientes da corrida, então prestaríamos um grande desserviço aos leitores. Seria muita ingenuidade imaginar ser possível correr e exercitar-se de modo mais eficaz sem se deparar com algumas ciladas que quase todo corredor encontra em algum momento. Algumas delas estão além do controle humano, mas outras são, com toda certeza, evitáveis, se for dada a devida atenção à ajuda de longo prazo fornecida pelo programa de treinamento.

Ao seguir os exercícios deste livro, o tempo dedicado aos exercícios e à corrida poderá ser aumentado. Mas uma regra útil é nunca aumentar a distância ou o tempo de corrida mais que 5 a 10% por semana. Isso não se aplica às fases iniciais de um programa de treinamento, em que se corre menos de 16 km por semana, mas acima desses níveis, este guia o ajudará a prevenir lesões por sobrecarga. A dor é provavelmente o melhor sinal de alerta para lesões, mas ela pode surgir de diversas maneiras.

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Medium 9788520431627

12. CONDICIONAMENTO CORPORAL GLOBAL

PULEO, Joe; MILROY, Patrick Editora Manole PDF Criptografado

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CONDICIONAMENTO

CORPORAL GLOBAL

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s Capítulos 5 a 9 deste livro abrangeram o treinamento de força e as áreas anatômicas específicas influenciadas pelos exercícios de resistência quando executados de modo apropriado. Este capítulo trata de outros tipos de exercícios que complementam aqueles apresentados nos capítulos anteriores. Em especial, aborda a corrida na água e os exercícios pliométricos como instrumentos de treinamento para aumentar o desempenho dos corredores.

O condicionamento corporal global é um elemento de treinamento importante, pois pode reduzir o potencial de lesão que um exercício repetitivo de alto impacto como a corrida pode ter no aparelho locomotor. Ao executar uma sessão de corrida em água profunda em vez de em terra, você pode evitar a incidência de grande quantidade de força sobre seu corpo sem que haja, no entanto, perda de estimulação cardiovascular. Além disso, ao incluir exercícios pliométricos em um plano de treinamento, você fortalece os músculos, melhorando a capacidade de resistir ao impacto da quilometragem acumulada no treinamento de corrida, ajuda na recuperação de lesões (quando realizados no tempo adequado) e pode melhorar a economia de corrida.

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Medium 9788520431177

5. ABDOME

MCLEOD, Ian Editora Manole PDF Criptografado

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ara que seu corpo possa se deslocar pela água de modo eficaz é necessário um movimento coordenado dos membros superiores e inferiores. O segredo para esse movimento coordenado é manter o core forte, cujos componentes principais são os músculos da parede do abdome. Além de ajudar a associar os movimentos das partes superior e inferior do corpo, os músculos do abdome auxiliam nos movimentos de rolamento do corpo, que ocorrem nos nados Crawl e de Peito, e são responsáveis pelos movimentos de ondulação do tronco nos nados Borboleta e de Peito e pelo movimento de ondulação dos membros inferiores.

A parede do abdome é composta de quatro músculos pareados que se estendem da caixa torácica à pelve. Esses músculos podem ser divididos em dois grupos – um grupo anterior

único e dois grupos laterais homólogos. O grupo anterior contém apenas um músculo parea­do, o reto do abdome direito e esquerdo, separados pela linha mediana anterior do corpo. Os dois grupos laterais contêm, cada um, os três músculos restantes – oblíquo externo do abdome, oblíquo interno do abdome e transverso do abdome (Fig. 5.1). No deslocamento humano e nos esportes, os músculos do abdome desempenham duas funções principais: (1) movimento, especificamente flexão frontal do tronco (ato de curvar o tronco para frente), flexão lateral do tronco (incliná-lo para o lado) e rotação do tronco; e (2) estabilização da região lombar e do tronco. Os movimentos mencionados antes resultam da ativação coordenada de vários grupos musculares ou da ativação de um único grupo muscular.

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Medium 9788578683016

4. Coloração citológica

Rossana C. N. Melo Editora Manole PDF Criptografado

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COLORAÇÃO CITOLÓGICA

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COLORAÇÃO CITOLÓGICA

COLORAÇÃO

CITOLÓGICA

As colorações utilizadas para observação geral de células isoladas e/ou de tecidos são denominadas colorações citológicas ou histológicas.

Esse tipo de coloração facilita o estudo da morfologia celular e tecidual e constitui ferramenta importante para o diagnóstico de várias doenças.

História

Muitas das técnicas de coloração usadas hoje em biologia celular, histologia e patologia sobreviveram há mais de um século desde a sua introdução e continuam a contribuir com informações valiosas para fins de pesquisa, diagnóstico de doenças e ensino.

Corantes naturais como o carmim foram utilizados para corar secções de tecidos até a descoberta dos corantes sintéticos que ocorreu na segunda metade do século XX, a partir da evolução dos conhecimentos em química e indústria têxtil. Esses corantes incluem a fucsina básica (1858), violeta de metila (1861), alizarina (1869), verde de metila (1872), índigo (1878), vermelho congo (1884), orceína

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Editora Saraiva (49)
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Medium 9788536509051

6. Nosso Cenário Futuro

NOWACKI, Carolina de Cristo Bracht; RANGEL, Morgana Batista Alves Editora Saraiva PDF Criptografado

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Nosso Cenário

Futuro

Para começar

Como resolver os problemas das emissões e dos efluentes gerados? Como minimizar os seus efeitos? Sabemos que as emissões de gases e a geração de efluentes e resíduos desempenham um papel importante e negativo no mundo em que vivemos. Por isso, a utilização de novos conceitos contribui para que haja essa mudança de paradigmas, como a Química Verde e a biotecnologia aplicada. Como funciona o uso de bactérias e plantas para descontaminar áreas? É possível controlar a poluição dos gases? Além dessas respostas veremos que é possível fazer um acompanhamento dos problemas bem como sua evolução através do monitoramento.

6.1 Importância da química ambiental

Como já sabemos, a química desempenha uma importante função nos produtos fundamentais produzidos pelos seres humanos e para os seres humanos.

Como exemplos essenciais destacamos os combustíveis (renováveis ou não) e os modernos medicamentos. Entretanto, é sabido por nós que a cadeia produtiva gera diversos inconvenientes e danos ambientais, muitas vezes difíceis de reparar, como a contaminação por subprodutos tóxicos e a contaminação do próprio ambiente. Dessa maneira, a preocupação na resolução desses problemas tem crescido nos últimos anos devido, principalmente, à pressão por atendimento às exigências de legalização ambiental, seja por parte das autoridades governamentais, seja por parte da sociedade

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Medium 9788536510897

1. Introdução aos Processos Industriais

TOLENTINO, Nathalia Motta de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

Introdução aos Processos

Industriais

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Para começar

Este capítulo tem como objetivo mostrar os conceitos básicos sobre os processos industriais, bem como alguns equipamentos utilizados nas indústrias, e os controles necessários durante a produção e o tratamento de água e efluentes.

1.1 Conceitos básicos

1.1.1 Definição de processo

Um processo é caracterizado por um conjunto de operações (químicas, físicas ou bioquímicas) que tem como objetivo transformar a matéria-prima no produto desejado, de forma econômica e em grande escala.

1.1.2 Operações unitárias

Todos os processos industriais podem ser divididos em etapas, as quais são chamadas de operações unitárias. Essas operações são caracterizadas por reações químicas, operações mecânicas

(transporte, moagem, mistura, separação mecânica, fragmentação, peneiração etc.), operações de trocas de calor (aquecimento e resfriamento de fluídos, condensação, evaporação, ebulição) e operações de transferência de massa (destilação, extração, cristalização, adsorção etc.).

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Medium 9788536509099

9. Amina

PAVANELLI, Luciana da Conceição Editora Saraiva PDF Criptografado

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Amina

Para começar

Este capítulo tem o objetivo de estudar os conceitos e a composição estrutural da função orgânica chamada amina, reconhecer, classificar, aplicar a regra de sua nomenclatura oficial determinada pela

IUPAC e justificar diferenças entre as outras funções.

A presença de novos elementos como o nitrogênio, além do carbono (C), oxigênio (O) e hidro­ gênio (H), gera uma nova infinidade de compostos orgânicos que podem explicar a complexidade dos seres vivos. Desde a pólvora primitiva até os modernos explosivos; da seleção genética à biotecnologia; a evolução dos medicamentos. Ciência vem descobrindo inúmeros compostos e se deparando com diver­ sos desafios na busca de um mundo com qualidade de vida melhor, mais confortável e mais saudável.

9.1 Fundamentos da função amina

Nossa atmosfera é composta basicamente por 20% de oxigênio e 80% de nitrogênio. Como sabemos, a importância do oxigênio é vital. Mas, e o nitrogênio? Qual é a sua importância?

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Medium 9788536509099

2. Hidrocarbonetos e Nomenclatura Orgânica

PAVANELLI, Luciana da Conceição Editora Saraiva PDF Criptografado

Hidrocarbonetos e Nomenclatura

Orgânica

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Para começar

Este capítulo tem por objetivo definir os conceitos e a composição estrutural da função orgânica chamada hidrocarboneto. Exibe também as definições, estruturas e nomenclaturas determinadas pela IUPAC.

Isso será a base para as demais funções orgânicas.

2.1 Fundamentos dos hidrocarbonetos

Os hidrocarbonetos são extraídos da natureza em forma de petróleo e gás natural.

A sociedade moderna tornou-se dependente do consumo desses compostos, pois além de serem fontes de energia são matéria-prima para fabricação de uma infinidade de produtos. Suas cadeias servem como matriz para os demais compostos orgânicos.

2.1.1 Hidrocarbonetos

Hidrocarbonetos são compostos formados exclusivamente por carbono e hidrogênio.

Atualmente, alguns milhares de hidrocarbonetos já são conhecidos. As diferentes características físicas entre eles são uma consequência das diferentes composições moleculares. Contudo, todos os hidrocarbonetos apresentam uma propriedade comum: oxidam-se facilmente, liberando calor.

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Medium 9788536510774

7. Métodos Eletroanalíticos

MATOS, Simone Pires de Editora Saraiva PDF Criptografado

7

Métodos

Eletroanalíticos

Para começar

Uma série de técnicas analíticas possui a sua base em propriedades físicas. Essas técnicas são conhecidas como eletroanalíticas e serão abordadas neste capítulo.

Portanto, o Capítulo 7 apresentará ao leitor os métodos interfaciais como a potenciometria, as titulações potenciométricas, a voltametria, a coulometria, a eletrogravimetria e a amperometria, além dos métodos não interfaciais como a condutimetria e as titulações condutimétricas.

7.1 Generalidades

Os métodos eletroanalíticos consistem em um grupo de técnicas de análise baseadas nas propriedades elétricas do analito da amostra avaliada. Essas propriedades envolvem corrente elétrica, resistência elétrica, diferença de potencial e carga elétrica.

A Figura 7.1 apresenta um esquema dos diferentes métodos eletroanalíticos.

85

Métodos eletroanalíticos

Métodos interfaciais

Métodos não interfaciais

Estáticos

Dinâmicos

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Gbk (78)
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Medium 9788527729369

Glossário

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

Glossário

Este glossário relaciona as definições e origem dos mais importantes e recorrentes termos técnicos, unidades e nomes (excluindo táxons) usados no texto.

A abdome. Porção do corpo de um vertebrado entre o tórax (peito) e a pélvis; porção do corpo de um artrópode posterior ao tórax ou cefalotórax. abertura (do latim apertura, de aperire = abrir). Orifício; o orifício na primeira espira de uma concha de gastrópode. abiótico (do grego a = sem + biōtos = vida). Caracterizado pela ausência de vida. abomaso (do latim ab = de + omasum = bolsa). Quarta e

última câmara do estômago dos mamíferos ruminantes. aboral (do latim ab = de + os = boca). Em um animal, região que se situa em posição oposta à boca. abscesso (do latim abscessus = partindo). Células mortas e tecido fluido, confinados em uma área localizada, que causam inchaço. absorver. Refere-se à aquisição de nutrientes, a partir do sangue, que passam através de poros para células ou tecidos. acantódios (do grego akantha = espinhoso, cheio de espinhos). Um grupo primitivo de peixes com maxilas, caracterizados por um espinho grande nas nadadeiras, conhecido do Siluriano Inferior ao Permiano Inferior. acântor (do grego akantha = espinho + or). Primeira forma larval dos acantocéfalos no hospedeiro intermediário. acasalamento harmonioso positivo. Tendência de indivíduos de uma população de acasalar-se com outros que se assemelham a eles por uma ou mais características. acelomado (do grego a = não + koilōma = cavidade).

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Medium 9788527729369

Capítulo 30 - Homeostase | Regulação Osmótica, Excreção e Regulação Térmica

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

CAPÍT ULO

30

Homeostase |

Regulação Osmótica,

Excreção e

Regulação Térmica

Página de rosto da autobiografia de Walter B. Cannon.

Homeostase | O nascimento de um conceito

A tendência à estabilização interna do corpo animal foi reconhecida pela primeira vez por Claude Bernard, um grande fisiólogo francês do século 19, que descobriu as primeiras secreções internas através de seus estudos sobre a glicose sanguínea e o glicogênio hepático. Depois de uma vida de estudos e experimentações, Bernard desenvolveu gradualmente o princípio pelo qual é lembrado, o da constância do meio interno, um princípio que, com o tempo, iria permear a fisiologia e a medicina.

Anos depois, na Universidade de Harvard, o fisiólogo americano

Walter B. Cannon (Figura 30.1) remodelou e redefiniu a ideia de

Bernard. A partir de seus estudos sobre o sistema nervoso e as reações ao estresse, ele descreveu o equilíbrio e o reequilíbrio incessantes dos

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Medium 9788527729369

Capítulo 37 - Distribuição Animal

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

CAPÍT ULO

37

PAR T E 5

Distribuição Animal

A nave espacial Terra.

A espaçonave Terra

Toda a vida está confinada à biosfera, uma fina camada sobre a superfície da Terra. Desde as primeiras fotografias notáveis da Terra tiradas da espaçonave Apollo, revelando um lindo globo azul e branco no fundo infinito do espaço, a expressão “espaçonave Terra” tornou-se parte de nosso vocabulário. Todos os recursos necessários à manutenção da vida, exceto a energia solar, estão restritos a uma fina camada de terra e mar e a um estreito véu de atmosfera sobre eles. Se pudéssemos encolher a Terra e todas as suas dimensões a uma esfera de 1,0 m, não seríamos capazes mais de perceber as dimensões verticais da superfície da Terra.

As montanhas mais altas não ultrapassariam uma fina camada de tinta aplicada à nossa Terra encolhida; um arranhão com a unha excederia a profundidade das fossas oceânicas mais profundas.

Hickman 037.indd 833

A biosfera da Terra e os organismos nela evoluem juntos. Há cerca de 5 bilhões de anos, a Terra era estéril, tempestuosa e vulcânica, com uma atmosfera redutora de amônia, metano e água, mas sustentava as sínteses pré-bióticas que levaram ao início da vida. O surgimento do oxigênio livre na atmosfera, produzido em grande parte, se não quase inteiramente pela vida, ilustra a reciprocidade entre organismo e ambiente. Embora o oxigênio fosse tóxico para as primeiras formas de vida, seu acúmulo gradual pela fotossíntese levou algumas formas a evoluir o metabolismo do oxigênio, do qual a maioria dos organismos agora depende. À medida que os organismos vivos adaptam-se e evoluem, eles mudam seus ambientes. Ao fazer isso, eles devem mudar a si próprios.

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Capítulo 22 - Quetognatos, Equinodermos e Hemicordados

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

CAPÍT ULO

22

Quetognatos,

Equinodermos e

Hemicordados

• FILO CHAETOGNATHA

• FILO XENOTURBELLIDA

• CLADO AMBULACRARIA

° Filo Echinodermata

° Filo Hemichordata

Chaetognatha

Xenoturbellida

Echinodermata

Hemichordata

Um agrupamento de estrelas-do-mar (Pisaster ochraceus) acima da linha da

água na maré baixa.

Um design intrigante para o zoólogo

Libbie Hyman, uma notável zoóloga americana, uma vez referiu-se aos equinodermos como um “grupo nobre especialmente desenhado para intrigar o zoólogo”. Com uma combinação de características que deleitariam o mais ávido leitor de ficção científica, os equinodermos parecem confirmar a observação de Lorde Byron de que

É estranho – mas verdadeiro; pois a verdade é sempre estranha;

Mais estranha que a ficção.

A despeito do valor adaptativo da bilateralidade para os animais de vida livre e dos méritos da simetria radial para os animais sésseis, os equinodermos confundem as regras ao tornarem-se de vida livre , mas radiais.

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Capítulo 11 - Eucariotas Unicelulares/Grupos de Protozoários

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

CAPÍT ULO

11

Eucariotas

Unicelulares/Grupos de Protozoários

Um paramécio.

Emergência dos eucariotas e de um novo padrão de vida

O primeiro indício aceitável de vida na Terra data de aproximadamente

3,5 bilhões de anos. As primeiras células eram organismos procariontes semelhantes a bactérias. Os primeiros procariotas diversificaram-se de forma significativa durante um período muito extenso; atualmente, seus descendentes procariontes pertencem a dois grupos: Bacteria e Archaea.

Duas linhagens dos mais antigos procariotas deram origem ao ancestral comum dos eucariotas por meio da simbiogênese, processo pelo qual as células de uma linhagem procarionte englobaram, mas não digeriram, as células de uma linhagem procarionte diferente. A célula englobada foi finalmente reduzida a uma organela dentro da célula hospedeira. Os produtos eucarióticos da simbiogênese incluem as mitocôndrias e os plastídios.

A mitocôndria originou-se de um procariota aeróbico capaz de obter energia de compostos de carbono usando o oxigênio da atmosfera. Uma bactéria anaeróbica que englobou essa forma aeróbica adquiriu a capacidade de crescer em um ambiente rico em oxigênio. A bactéria aeróbica englobada persistiu dentro da célula como uma mitocôndria com seu próprio material genético. Ao longo do tempo evolutivo, a maioria dos genes da mitocôndria, mas nem todos, passou a residir no núcleo da célula hospedeira. Praticamente todos os eucariotas existentes hoje têm mitocôndrias e são aeróbicos.

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