Artmed (38)
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Medium 9788582714409

Capítulo 1. Plantas medicinais: Histórico e conceitos

Siomara da Cruz Monteiro, Clara Lia Costa Brandelli Artmed PDF Criptografado

1

PLANTAS MEDICINAIS:

HISTÓRICO E CONCEITOS

Clara Lia Costa Brandelli

Objetivos de aprendizagem

Definir conceitos relevantes à farmacobotânica.

Esquematizar uma linha do tempo sobre a história do uso de plantas

medicinais.

Identificar os principais marcos da história de utilização de plantas medicinais no Brasil.

Diferenciar plantas medicinais e medicamentos fitoterápicos.

Discutir o cenário atual do uso de plantas medicinais e seus derivados no

Brasil e no mundo.

INTRODUÇÃO

A história do uso de plantas medicinais, desde os tempos remotos, tem mostrado que elas fazem parte da evolução humana e foram os primeiros recursos terapêuticos utilizados pelos povos. Pode-se afirmar que o hábito de recorrer às virtudes curativas de certos vegetais se trata de uma das primeiras manifestações do antiquíssimo esforço do homem para compreender e utilizar a natureza como réplica a uma das suas mais antigas preocupações, aquela originada pela doença e pelo sofrimento.

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Capítulo 2. Etnobotânica

Siomara da Cruz Monteiro, Clara Lia Costa Brandelli Artmed PDF Criptografado

2

ETNOBOTÂNICA

Clara Lia Costa Brandelli

Objetivos de aprendizagem

Definir etnobiologia e etnobotânica.

Citar as abordagens e ramificações da etnobiologia.

Explicar o caráter interdisciplinar da etnobotânica.

Relacionar a etnobotânica à etnofarmacologia.

Listar as contribuições e possibilidades oriundas da etnobotânica.

Explicar a importância e as formas de dar retorno às populações sobre as

informações adquiridas em estudos etnobotânicos.

INTRODUÇÃO

Como foi visto no Capítulo 1, a utilização de plantas como medicamentos pela humanidade é tão antiga quanto a história do homem. Desde tempos remotos, os seres humanos usam substâncias químicas derivadas da natureza

− plantas, animais e microrganismos – para atender às suas necessidades básicas, incluindo a prevenção e o tratamento de doenças. O homem acumulou informações sobre o ambiente que o cerca e, sem dúvida, esse conhecimento foi completamente baseado em suas observações diárias e constantes dos fenômenos e características da natureza.

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Medium 9788582714409

Capítulo 5. Metabolismo vegetal

Siomara da Cruz Monteiro, Clara Lia Costa Brandelli Artmed PDF Criptografado

5

METABOLISMO VEGETAL

Clara Lia Costa Brandelli

Objetivos de aprendizagem

Definir metabolismo.

Diferenciar o metabolismo primário do metabolismo secundário dos

vegetais.

Esquematizar as rotas biossintéticas do metabolismo secundário das plantas.

Classificar os metabólitos secundários.

Citar as características e as funções dos principais metabólitos secundários presentes nas plantas.

Listar os fatores que influenciam a síntese de metabólitos secundários nos vegetais.

INTRODUÇÃO

Uma das características dos seres vivos é a presença de atividade metabólica. As reações que ocorrem são catalisadas por uma gama de enzimas, trazendo os seguintes benefícios para o organismo:

suprimento

de energia; das moléculas;

garantia da continuidade do estado organizado.

renovação

► Definição

Metabolismo: conjunto total das transformações químicas das moléculas orgânicas que acontecem continuamente nas células vivas.

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Medium 9788582714409

Capítulo 11. Política nacional de plantas medicinais e fitoterápicos

Siomara da Cruz Monteiro, Clara Lia Costa Brandelli Artmed PDF Criptografado

11

POLÍTICA NACIONAL DE

PLANTAS MEDICINAIS E

FITOTERÁPICOS

Clara Lia Costa Brandelli

Objetivos de aprendizagem

Discutir os conhecimentos necessários e o papel do profissional de saúde

na indicação de fitoterápicos.

Explicar por que o Brasil tem grande potencial para a utilização de plantas medicinais.

 Diferenciar e relacionar medicina tradicional (MT) e medicina complementar e alternativa (MCA).

Citar as principais políticas e programas relacionados a MT/MCA no Brasil, bem como seus objetivos.

Listar as ações em foco referentes à inserção de plantas medicinais e fitoterápicos no SUS.

INTRODUÇÃO

A Organização Mundial da Saúde (OMS) constatou que práticas de saúde não convencionais, como acupuntura, fitoterapia e técnicas manuais, estão ganhando espaço e se desenvolvendo constantemente, com o objetivo de complementar as terapias medicamentosas alopáticas (ORGANIZAÇÃO

MUNDIAL DA SAÚDE, 2008). A fitoterapia e o uso de plantas medicinais fazem parte da MT, pois abordam um conjunto de saberes populares nos diversos usuários e praticantes, principalmente pela tradição passada de geração para geração. Trata-se de uma forma extremamente eficaz e alternativa de atendimento primário à saúde, que pode complementar o tratamento comumente empregado, sobretudo para a população de menor renda.

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Capítulo 7. Produtos naturais e o desenvolvimento de fármacos

Siomara da Cruz Monteiro, Clara Lia Costa Brandelli Artmed PDF Criptografado

7

PRODUTOS NATURAIS E

O DESENVOLVIMENTO

DE FÁRMACOS

Clara Lia Costa Brandelli

Objetivos de aprendizagem

Citar os marcos históricos da relação entre plantas medicinais e

desenvolvimento de fármacos.

Explicar por que a indústria farmacêutica voltou a se interessar pelos produtos naturais após um período de desinteresse no fim do século XX.

Diferenciar as abordagens utilizadas no estudo de plantas medicinais para investigar novas moléculas bioativas.

Listar as etapas da pesquisa e do desenvolvimento de fármacos a partir de plantas medicinais.

Discutir a adequação da flora brasileira ao desenvolvimento de novos fármacos.

Descrever a potencialidade de protótipos a partir de produtos naturais para o desenvolvimento de fármacos.

INTRODUÇÃO

Os produtos naturais são utilizados pela humanidade desde tempos imemoriais. A natureza sempre despertou no homem um fascínio, não só por oferecer recursos para sua alimentação e manutenção, como também por ser sua principal fonte de inspiração e aprendizado.

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Editora Manole (69)
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Medium 9788520432044

5. Análise de movimentos complexos nos esportes

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

05_Analyse komplexer Beweg 287-332_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:51 AM Page 283

Capítulo 5

Análise de movimentos complexos nos esportes

05_Analyse komplexer Beweg 287-332_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:51 AM Page 284

284

Anatomia aplicada ao esporte

Considerações iniciais

Por meio de uma abrangência sistemática de praticamente todas as modalidades olímpicas, o leitor terá acesso imediato a informações acerca da modalidade esportiva de interesse. Se houver necessidade de informação adicional, é possível se informar procurando pela apresentação isolada de cada músculo ou lendo a análise de movimentos simples do tronco e membros.

A representação pictográfica limita-se à musculatura relevante para os movimentos.

Nesse caso, foi apresentada a evolução esportiva do movimento no momento da contração dos músculos determinantes da função (músculos representados em vermelho).

Como o atletismo representa uma modalidade esportiva básica, que contém muitas habilidades básicas ou elementos de movimentos que podem se repetir de forma idêntica ou levemente modificada na maioria das demais modalidades esportivas, dedica-se ao atletismo uma apresentação abrangente.

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6. Treinamento de força anatômico-funcional

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

06_Funktionell-anatomisches 333-338_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:52 AM Page 329

Capítulo 6

Treinamento de força anatômico-funcional

06_Funktionell-anatomisches 333-338_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:52 AM Page 330

330

Anatomia aplicada ao esporte

Considerações iniciais

Propostas para um treinamento anatômico-funcional da força de todos os grupos musculares que participam da análise de evoluções de movimentos simples, bem como sugestões de exercícios dinâmicos e estáticos, poderão ser observadas neste capítulo.

A meta deste livro não é fornecer uma coletânea completa de todos os exercícios possíveis para um determinado movimento, e sim fornecer ao não especialista algumas sugestões simples e despretensiosas sobre como trabalhar eventuais fraquezas musculares que, eventualmente, possam afetar a evolução de um movimento. Por esse motivo, oferece-se aqui somente um exercício típico para cada movimento. O leitor pode criar exercícios adicionais ou procurar por eles no livro Treinamento ideal (Manole, 2003), escrito pelo mesmo autor.

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Medium 9788520432044

4. Análise de movimentos simples do tronco e dos membros

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

04_Analyse einfacher Rumpf 267-285_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:50 AM Page 265

Capítulo 4

Análise de movimentos simples do tronco e dos membros

04_Analyse einfacher Rumpf 267-285_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:50 AM Page 266

266

Anatomia aplicada ao esporte

Considerações iniciais

As explicações a seguir visam proporcionar um rápido entendimento do substrato anatômico de movimentos simples. Por isso, a musculatura determinante da função é apresentada de modo bastante esquematizado e simplificado, para demonstrar como a musculatura necessária para o trabalho de treinamento pode ser fortalecida por meio de um treinamento especial de força. Nesse sentido, também devem ser entendidos os dados numéricos frequentemente usados e que são provenientes de cálculos feitos por Lanz, Lang

e Wachsmuth (1972); esses dados servem para exemplificar ao leigo a importância dos músculos que participam do movimento. O autor está consciente de que isso simplifica ao extremo a complexidade dos processos envolvidos em cada movimento; no entanto, ele assume essa desvantagem em favor de uma rápida visão geral das informações.

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2. Aparelhos locomotores passivo e ativo

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

02_Passiver und aktiver 061-078_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 11:04 AM Page 61

Capítulo 2

Aparelhos locomotores passivo e ativo

02_Passiver und aktiver 061-078_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 11:04 AM Page 62

62

Anatomia aplicada ao esporte

Nomenclatura anatômica

Ângulo

Lombar

Aponeurose

Lordose

Arco

Margem

Articulação

Menisco

Bolsa

Músculo

Calcâneo

Núcleo pulposo

Capítulo do úmero

Oblíquo

Cartilagem

Olécrano

Cervical

Osso

Cifose

Parte

Côndilo

Patela

Costela

Periósteo

Crista

Pescoço

Diartrose

Plexo

Disco

Processo

Epicôndilo

Prolapso

Escápula

Protrusão

Escoliose

Rádio

Espinha

Retináculo

Esterno

Sinartrose

Face

Sincondrose

Falange

Sindesmose

Fáscia

Sulco

Fêmur

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3. Principais sistemas articulares

WEINECK, Jürgen Editora Manole PDF Criptografado

03_Teil 01_Rumpf 079-119_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:56 AM Page 79

Capítulo 3

Principais sistemas articulares

03_Teil 01_Rumpf 079-119_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:56 AM Page 80

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Anatomia aplicada ao esporte

Tronco

O tronco, do ponto de vista funcional, apresenta duas tarefas predominantes: é o envoltório protetor de diversos sistemas orgânicos e forma a base para os movimentos dos membros e para a postura da cabeça. Para assegurar a postura ereta do corpo ou tronco, a coluna vertebral é submetida a uma tensão dinâmica por meio da musculatura abdominal e das costas (Fig. 3.1).

Figura 3.1 A musculatura do tronco como sistema de tensão para a manutenção da postura ereta do corpo.

03_Teil 01_Rumpf 079-119_Sportanatomie 18. Auf_01/2008 2/7/13 10:56 AM Page 81

Capítulo 3 Principais sistemas articulares

81

Aparelho locomotor passivo do tronco

O esqueleto do tronco é composto pela coluna vertebral e pela caixa torácica, assim como pelo cíngulo do membro inferior.

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Editora Saraiva (50)
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Medium 9788536509013

2. O Estudo da Matéria

Ediana Barp, Elaine Lima Silva Editora Saraiva PDF Criptografado

2

O Estudo da Matéria

Para começar

A matéria é formada por átomos. E qual é a definição de átomo? Agora vamos entrar na constituição da matéria, entender a composição de um átomo, bem como quantos e quais são eles. Veremos a tabela periódica e entenderemos como os elementos químicos são distribuídos nessa tabela.

2.1 O estudo do átomo

De maneira bem simples, podemos dizer que átomo é a menor partícula que constitui a matéria. Um átomo é formado por elétrons, prótons e nêutrons.

Ao longo dos anos, muitos modelos atômicos foram propostos e modificados por diversos pesquisadores. Para os nossos estudos, abordaremos apenas até o modelo de Rutherford-Bohr. Neste exemplo, temos a estrutura atômica de um átomo de oxigênio. O elemento químico oxigênio possui oito elétrons na eletrosfera, bem como oito prótons e oito nêutrons no núcleo do átomo. Veja a

Figura 2.1.

No centro, encontramos o núcleo, formado por partículas denominadas prótons (com carga elétrica positiva) e nêutrons (com carga elétrica nula). Ao redor desse núcleo, temos as órbitas circulares percorridas pelos elétrons (com carga elétrica negativa). Essas órbitas são denominadas camadas ou níveis de energia. Um átomo pode apresentar até sete camadas na eletrosfera.

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Medium 9788536510897

9. Óleos e Gorduras

TOLENTINO, Nathalia Motta de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

9

Óleos e

Gorduras

Para começar

Neste capítulo você irá conhecer as semelhanças e diferenças entre os óleos e gorduras, seus métodos de obtenção e suas aplicações em outras indústrias.

9.1 Economia

Nosso corpo é capaz de produzir alguns ácidos graxos, porém diversos fatores podem inibir essa síntese, sendo essencial a ingestão de óleos e gorduras por meio da alimentação. As indústrias alimentícias têm grande foco na modificação de gorduras e óleos naturais para que estes adquiram características que melhorem sua qualidade para o uso em alimentos.

Os óleos e gorduras têm grande aplicação não só na indústria alimentícia, mas também em diversos outros setores industriais, tais como indústria farmacêutica, de sabões e detergentes, de perfumes, metalúrgica, de polímeros, explosivos entre outras.

103

9.2 Conceitos importantes

9.2.1 Óleos e gorduras

Os principais componentes dos óleos e gorduras são triésteres (muitas vezes chamados de triglicerídeos) insolúveis em água e solúveis em solventes orgânicos, derivados da esterificação do glicerol com ácidos carboxílicos, chamados ácidos graxos. Porém os óleos e gorduras são misturas complexas formadas não só por diferentes tipos de triglicerídeos, mas também de diglicerídeos e monoglicerídeos.

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Medium 9788536510897

12. Tecnologias Farmacêuticas

TOLENTINO, Nathalia Motta de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

12

Tecnologias

Farmacêuticas

Para começar

Neste capítulo você irá conhecer alguns conceitos sobre a farmacotécnica, área da indústria farma­­cêutica que tem como objetivo produzir formas farmacêuticas visando curar ou alterar algumas funcionalidades no organismo.

Você irá conhecer também as diferentes formas farmacêuticas e suas vantagens e desvantagens.

12.1 Histórico

Registros históricos indicam que no século X a medicina e a farmácia eram uma só profissão.

Eram chamados de boticários aqueles cuja profissão exigia que conhecessem e curassem as doenças, preparando eles mesmos os medicamentos.

Somente no século XVIII a farmácia e a medicina foram separadas, sendo os médicos responsáveis por diagnosticar doenças e os farmacêuticos, por misturarem matérias para a confecção de remédios que iriam curar as doenças.

133

12.2 Conceitos

Todo composto químico utlizado com o objetivo de alterar algum desempenho ou ação biológica no organismo é chamado de droga. As drogas que têm função terapeutica são chamadas de fármacos; já as que têm objetivo adverso ao terapêutico são chamadas de tóxicos.

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6. Polímeros

TOLENTINO, Nathalia Motta de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

6

Polímeros

Para começar

Neste capítulo você conhecerá diferentes tipos de polímeros, suas técnicas de produção e utilidades.

6.1 Conceitos

6.1.1 Polímeros

Um polímero é uma macromolécula de alta massa molecular constituída pela repetição de várias unidades, os monômeros que normalmente apresentam baixo peso molecular. Essa estrutura é formada por cadeias longas e retorcidas. Os polímeros podem ser sintéticos ou naturais, como a madeira.

6.1.2 Monômeros

São as menores unidades formadoras de um polímero. São hidrocarbonetos cujas ligações intramoleculares são ligações covalentes fortes, ao passo que as ligações intermoleculares são ligações fracas de Van der Vals, justificando o baixo ponto de fusão dos polímeros.

59

6.2 Tipos de polímeros

Os polímeros podem ser classificados em plásticos, borrachas ou fibras, dependendo do tipo de monômero e de ligação. Podem ainda ser classificados de acordo com a estrutura química, o método de polimerização, a solubilidade ou as propriedades mecânicas.

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Medium 9788536510897

1. Introdução aos Processos Industriais

TOLENTINO, Nathalia Motta de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

Introdução aos Processos

Industriais

1

Para começar

Este capítulo tem como objetivo mostrar os conceitos básicos sobre os processos industriais, bem como alguns equipamentos utilizados nas indústrias, e os controles necessários durante a produção e o tratamento de água e efluentes.

1.1 Conceitos básicos

1.1.1 Definição de processo

Um processo é caracterizado por um conjunto de operações (químicas, físicas ou bioquímicas) que tem como objetivo transformar a matéria-prima no produto desejado, de forma econômica e em grande escala.

1.1.2 Operações unitárias

Todos os processos industriais podem ser divididos em etapas, as quais são chamadas de operações unitárias. Essas operações são caracterizadas por reações químicas, operações mecânicas

(transporte, moagem, mistura, separação mecânica, fragmentação, peneiração etc.), operações de trocas de calor (aquecimento e resfriamento de fluídos, condensação, evaporação, ebulição) e operações de transferência de massa (destilação, extração, cristalização, adsorção etc.).

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Gbk (1)
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Medium 9788527729369

Capítulo 1 - Vida | Princípios Biológicos e a Ciência da Zoologia

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

CAPÍT ULO

1

PAR T E 1

Vida | Princípios

Biológicos e a

Ciência da Zoologia

Zoóloga estudando o comportamento de babuínos-amarelos (Papio cynocephalus) na Reserva Amboseli, Quênia.

Os usos dos princípios

Conquistamos conhecimentos sobre o mundo animal, aplicando ativamente princípios orientadores importantes às nossas investigações. Assim como a exploração do espaço sideral é guiada e limitada pela tecnologia disponível, a exploração do mundo animal depende criticamente das nossas perguntas, métodos e princípios. A zoologia só tem pleno sentido quando os princípios que usamos para a sua construção são bem compreendidos.

Os princípios da zoologia moderna têm uma longa história e muitas fontes. Alguns princípios vêm das leis da física e da química, aos quais todos os sistemas vivos obedecem. Outros derivam do método científico e nos informam que nossas explicações hipotéticas sobre o mundo animal devem nos guiar para a obtenção de dados que, potencialmente, possam refutar essas explicações. Muitos princípios importantes derivam de estudos prévios do mundo vivo do qual os animais são parte.

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Grupo A (991)
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Medium 9788582604618

Respostas

Peter Atkins, Loretta Jones, Leroy Laverman Grupo A PDF Criptografado

Fundamentos

F.2B

A.1B

A.2B

AgNO3: (107,87 g·mol21) 1 (14,01 g·mol21) 1

3(16,00 g·mol21) 5 169,88 g?mol21; % Ag 5

(107,87 g?mol21)/(169,88 g·mol21) 3 100% 5

63,498%

F.3B

A.3B

A.4B

1:1:2 razão, a fórmula empírica é SOF2.

A.5B

F.4B

B.1B

número de átomos de Au 5 m(amostra)/m(um átomo) 5

B.2B

(a) 8, 8, 8;  (b) 92, 144, 92

B.3B

(a) Sn; (b) Na;  (c) iodo;  (d) ítrio

C.1B

(a) O potássio é um metal do Grupo 1. Cátion, 11, logo

K1.

(b) O enxofre é um não metal do Grupo 16. Ânion, 16

2 18 5 22, logo S22.

G.1B

G.2B

ácido oxálico

G.3B

(2,55 3 1023 mol HCl)/(0,358 mol HCl/L) 5

7,12 3 1023L 5 7,12 mL

G.4B

Vinicial 5 (cfinal 3 Vfinal)/cinicial 5 (1,59 3

1025 mol·L21) 3 (0,02500 L)/(0,152 mol·L21) 5

2,62 3 1023 mL

C.2B

(a) Li3N;  (b) SrBr2

D.1B

(a) di-hidrogeno-arsenato; (b)

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Medium 9788582715130

Capítulo 7 - Fertilização: O início de um novo organismo

Scott F. Gilbert, Michael J. F. Barresi Grupo A PDF Criptografado

7

Fertilização

O início de um novo organismo

FERTILIZAÇÃO É O PROCESSO PELO QUAL OS GAMETAS – espermatozoide e ovo – se fundem para dar início à criação de um novo organismo. A fertilização cumpre dois objetivos separados: o sexo (a combinação de genes derivados de dois pais) e a reprodução (a geração do novo organismo). Portanto, a primeira função da fertilização

é a transmissão dos genes paternos à progênie, e a segunda é dar início às reações que ocorrem no citoplasma do ovo para permitir que o desenvolvimento progrida.

Apesar dos detalhes do processo de fertilização diferirem de espécie para espécie, ela consiste geralmente em quatro eventos principais:

1. Contato e reconhecimento entre o espermatozoide e o ovo. Na maioria dos casos, isso assegura que tanto o espermatozoide quanto o ovo pertencem à mesma espécie.

2. Regulação da entrada do espermatozoide no ovo. Apenas um núcleo de espermatozoide pode se juntar ao núcleo do ovo. Isso é alcançado normalmente permitindo que somente um espermatozoide penetre no ovo e inibindo ativamente a entrada de outros.

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Medium 9788582714850

Capítulo 23. Efeitos metabólicos da insulina e do glucagon

Denise R. Ferrier Grupo A PDF Criptografado

UNIDADE V

Integração do metabolismo

Efeitos metabólicos da insulina e do glucagon

I.

23

VISÃO GERAL

Quatro tecidos principais exercem função dominante no metabolismo energético: fígado, tecido adiposo, músculo e encéfalo. Esses tecidos contêm conjuntos exclusivos de enzimas, de forma que cada tecido é especializado no estoque, no uso e na produção de combustíveis específicos. Esses tecidos não funcionam isoladamente, ao contrário, eles formam uma rede integrada, na qual um tecido pode fornecer substrato a outro, ou processar compostos produzidos por outros tecidos. A comunicação entre os tecidos é mediada pelo sistema nervoso, pela disponibilidade de substratos circulantes e pela variação nos níveis de hormônios plasmáticos (Fig. 23.1).

A integração do metabolismo energético é controlada principalmente pelas ações de dois hormônios peptídicos: a insulina e o glucagon (secretados em resposta a alterações nos níveis de substratos sanguíneos), com as catecolaminas adrenalina e noradrenalina (secretadas em resposta a sinais neurais) exercendo uma função de apoio. Alterações nos níveis circulantes desses hormônios permitem ao organismo estocar energia quando o alimento é abundante ou dispor da energia estocada, como ocorre durante crises de sobrevivência (p. ex., fome, lesão grave e situações de “luta ou fuga”). Este capítulo descreve a estrutura, a secreção e os efeitos metabólicos dos dois hormônios que mais profundamente afetam o metabolismo energético.

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Medium 9788582714850

Capítulo 7. Introdução aos carboidratos

Denise R. Ferrier Grupo A PDF Criptografado

7

Introdução aos carboidratos

I.

VISÃO GERAL

Os carboidratos (sacarídeos) são as moléculas orgânicas mais abundantes na natureza. Eles possuem grande variedade de funções, que incluem o fornecimento de fração significativa da energia na dieta da maioria dos organismos, a atuação como forma de armazenamento de energia no corpo e como componentes da membrana celular, mediando algumas formas de comunicação intercelular. Os carboidratos também servem como componentes estruturais de muitos organismos, incluindo a parede celular de bactérias, o exoesqueleto de muitos insetos e as fibras de celulose das plantas. (Nota: o conjunto completo de carboidratos produzidos por um organismo é o seu glicoma.) A fórmula empírica para muitos dos carboidratos mais simples é

(CH2O)n, na qual n ≥ 3, daí o nome “hidrato de carbono”.

II.

CLASSIFICAÇÃO E ESTRUTURA

Os monossacarídeos (açúcares simples) podem ser classificados de acordo com o número de átomos de carbono que eles contêm. Exemplos de alguns monossacarídeos comumente encontrados em humanos estão listados na

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Medium 9788582714850

Capítulo 5. Enzimas

Denise R. Ferrier Grupo A PDF Criptografado

5

Enzimas

I.

VISÃO GERAL

Praticamente todas as reações no organismo são mediadas por enzimas, as quais são proteínas catalisadoras que aumentam a velocidade das reações, sem sofrerem alterações no processo global. Dentre as muitas reações biológicas energeticamente possíveis, as enzimas canalizam, de forma seletiva, reagentes (chamados de substratos) para rotas úteis. As enzimas comandam, assim, todos os eventos metabólicos. Este capítulo examina a natureza dessas moléculas catalíticas e o seu mecanismo de ação.

CH3 C H COO– + NAD+

CH3 C COO– + NADH + H+

LactatoOH 2e-desidrogenase O

2H+

Lactato

Piruvato

Catalisam a transferência de grupos contendo C-, N- ou P-, como, por exemplo:

2. Transferases

H2O

CH2 C H COO– + THF

OH

NOMENCLATURA

Serina

Cada enzima recebe dois nomes. O primeiro é o nome curto e recomendado, conveniente para uso corriqueiro. O segundo é o nome mais completo e sistemático, utilizado quando a enzima precisa ser identificada sem ambiguidades.

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