Artmed (38)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582713846

Capítulo 8. Biotecnologia e agricultura sustentável

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Rosana Matos de Morais

Benjamin Dias Osorio Filho

CAPÍTULO 8

Biotecnologia e agricultura sustentável

A biotecnologia pode ser uma grande aliada na identificação de organismos vivos, genes, enzimas, compostos e bioprocessos fundamentais para fomentar uma agricultura menos agressiva ao meio ambiente e com maiores garantias de segurança alimentar. Este capítulo abordará algumas discussões sobre a agricultura atual no Brasil e os desafios que devem ser encarados para tornála sustentável, como o uso da biotecnologia em busca da diminuição ou supressão de agrotóxicos e em busca de fontes alternativas de fertilizantes.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender o que é a agricultura sustentável e a mudança de paradigma que precisa ser assumida para alcançá-la.

Compreender as consequências do melhoramento vegetal e de que forma a biotecnologia pode mudar esse cenário.

Discutir a importância das interações entre as plantas e os demais seres vivos que habitam o agroecossistema na busca de uma agricultura sustentável.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713846

Capítulo 3. Cultura de células e tecidos vegetais

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Francine Ferreira Cassana

Juliana Schmitt de Nonohay

Paulo Artur Konzen Xavier de Mello e Silva

CAPÍTULO 3

Cultura de células e tecidos vegetais

A cultura de células e tecidos é de grande importância para o melhoramento genético vegetal e fundamental na obtenção de plantas transgênicas.

Estudos e pesquisas sobre o cultivo de plantas in vitro têm possibilitado o desenvolvimento agrícola mundial, beneficiando milhares de pessoas, enquanto que a conservação de espécies nativas deve muito aos trabalhos desenvolvidos em laboratórios de cultura de tecidos vegetais.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Conhecer os avanços no cultivo in vitro de plantas.

Compreender os princípios da cultura de células e tecidos e as vias de regeneração de plantas in vitro.

Descrever a organização, o funcionamento e as atividades realizadas em laboratórios de cultura de células e tecidos vegetais.

Diferenciar as condições e os estágios do cultivo in vitro de vegetais.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714409

Capítulo 13. Plantas tóxicas

Clara Lia Costa Brandelli; Siomara da Cruz Monteiro Artmed PDF Criptografado

13

PLANTAS TÓXICAS

Clara Lia Costa Brandelli

Flávia Gontijo de Lima

Objetivos de aprendizagem

Discutir a importância de reconhecer os efeitos tóxicos das plantas

medicinais e dos fitoterápicos.

Relacionar determinados metabólitos secundários a seus respectivos efeitos tóxicos.

Identificar as vias pelas quais os princípios tóxicos podem entrar na cadeia alimentar humana.

Listar os fatores que podem influenciar a toxidez de uma planta.

INTRODUÇÃO

O emprego de vegetais como alimento, medicamento ou cosmético se perde na história do homem na face da Terra. Estudos de arqueologia demonstram que há mais de 3 mil anos as ervas já eram utilizadas para esses fins. A fitoterapia, ou terapia pelas plantas, era conhecida e praticada pelas civilizações antigas. Nos dias de hoje, em todos os países, as plantas medicinais ainda são usadas, tanto como matérias-primas para a produção industrial quanto como compostos fitoterápicos para o tratamento de diversas enfermidades.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584290994

Capítulo 4. As bases dos testes estastísticos

Christine P. Dancey; John G. Reidy; Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

4

As bases dos testes estatísticos

Panorama do capítulo

Neste capítulo, iremos explicar conceitos relevantes para o entendimento dos testes de significância.

Apesar de ensinarmos as fórmulas para os testes estatísticos apresentados neste livro, acreditamos ser importante que você entenda o raciocínio por trás da abordagem empregada pela maioria dos pesquisadores para a análise dos dados. Assim, neste capítulo, você irá aprender sobre:

99 Amostras e populações;

99 Erro amostral;

99 Uso da probabilidade nos testes estatísticos;

99 Teste de significância;

99 Significância estatística;

99 A normal e a distribuição normal padrão;

99 Poder de um teste;

99 Intervalos de confiança.

Para entender os conceitos que apresentamos aqui, você precisa ter certeza de que entendeu as características da pesquisa que destacamos no Capítulo 1 e as estatísticas descritivas que abordamos no Capítulo 3.

INTRODUÇÃO

No Capítulo 1, descrevemos algumas características importantes da pesquisa, incluin-

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713846

Capítulo 5. Bioinformática e biologia de sistemas

Alessandra Nejar Bruno Artmed PDF Criptografado

Rodrigo Juliani Siqueira Dalmolin

Diego Hepp

CAPÍTULO 5

Bioinformática e biologia de sistemas

A bioinformática é uma área multidisciplinar recente que se dedica ao estudo da aplicação de técnicas computacionais e matemáticas à geração e ao gerenciamento de informações biológicas. Dessa forma, a bioinformática desenvolve ferramentas para pesquisas e aplicações em diversas áreas da ciência, como genética, biologia molecular, biotecnologia, genômica, bioquímica, evolução e ecologia, entre outras.

Ao longo deste capítulo, você terá contato com as principais ferramentas de análise e manipulação de informações biológicas, bem como com a biologia de sistemas e suas principais potencialidades. Além disso, serão apresentados os principais bancos de dados de informação biológica e como utilizar essas informações em suas pesquisas.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender os princípios da bioinformática, suas ferramentas e aplicações.

Conhecer os bancos de dados de sequências de ácidos nucleicos e aminoácidos.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Editora Manole (125)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520435762

3. Coração

MAURER, Martin H. Editora Manole PDF Criptografado

006_071_physiologie_2te_auflage_01 - 04 Physiologie 10/3/14 12:58 PM Page 34

34

3

Ã

Fisiologia humana ilustrada

O coração consiste em duas bombas rítmicas, que estão ligadas em série para dar origem

à pressão no sistema circulatório (Fig. 3.1). O coração também é um órgão endócrino e sintetiza o fator natriurético atrial (FNA, ANP, atriopeptina), entre outros.

Clínica: Exames radiológicos do tórax são frequentes. Deve-se treinar precocemente a avaliação de um raio X de tórax. Uma das condições para tal é o conhecimento das estruturas mediastinais e a posição do coração no tórax, assim como a posição das estruturas cardíacas mais importantes.

3.1 Acoplamento eletromecânico

O acoplamento eletromecânico da ação cardíaca diz respeito à transformação do estímulo elétrico (excitação) das células do músculo cardíaco em uma reação mecânica (contração).

Por meio das ligações celulares especiais das células do músculo cardíaco (junções comunicantes ou sinapses), o coração forma um “sincício funcional”, o que significa que todas as células do músculo cardíaco reagem com uma sequência semelhante a estímulos nervosos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788578683016

5. Técnicas citoquímicas

Rossana C. N. Melo Editora Manole PDF Criptografado

69

TÉCNICAS CITOQUÍMICAS

5

TÉCNICAS CITOQUÍMICAS

TÉCNICAS

CITOQUÍMICAS

Técnicas citoquímicas/histoquímicas são amplamente usadas para o conhecimento da natureza química das células e dos tecidos. Essas técnicas, além de detectarem a presença de compostos específicos, indicam sua localização e distribuição exata, mostrando-se bastante úteis na investigação da fisiologia celular e tecidual.

Conceitos básicos

As técnicas citoquímicas/histoquímicas permitem a localização, ao microscópio de luz ou eletrônico de transmissão, de componentes químicos específicos que compõem as células e os tecidos, respeitando a integridade celular/tecidual. Elas podem ser aplicadas em seções de tecidos, esfregaços ou suspensões celulares e têm como base reações químicas entre o composto pesquisado e o reagente usado, resultando em produtos que podem ser observados ao microscópio. O fato de o material biológico ser mantido íntegro é de grande vantagem, pois permite, em um único preparado, detectar a presença e a localização do composto pesquisado.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431627

2. COMPONENTES CARDIOVASCULAR E CARDIORRESPIRATÓRIO

PULEO, Joe; MILROY, Patrick Editora Manole PDF Criptografado

C

2

O

COMPONENTES

CARDIOVASCULAR E

CARDIORRESPIRATÓRIO

P Í T U

L

A

O

aumento do desempenho na corrida depende de vários fatores. O treinamento de corrida traz benefícios particularmente aos sistemas cardiovascular e cardior­ respiratório, que, por sua vez, levam a uma melhora no desempenho na corrida. No entanto, essa melhora pode ser reduzida por negligência ou pelo uso abusivo do apa­ relho locomotor ao se realizar treinamento inadequado – muitos quilômetros em ritmo muito rápido. Até mesmo um treinamento inteligente pode exacerbar desequilíbrios musculares e deficiências anatômicas. A introdução do treinamento de força em um planejamento holístico para aumentar o desempenho parece lógico por muitas razões.

Um treinamento de força bem planejado promove a eficiência da corrida por meio de passadas melhores e mais efetivas. Um programa de corrida bem planejado que siga alguns princípios simples e comprovadamente eficazes ou as melhores práticas aumenta a economia de corrida, melhorando a eficiência cardiovascular e cardiorrespiratória.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431177

7. MEMBROS INFERIORES

MCLEOD, Ian Editora Manole PDF Criptografado

C

7

M

embros inferiores fortes são decisivos para obter seu autêntico potencial como nadador. Eles não apenas são a base para que você tenha uma batida de pernas potente e eficaz, mas também a chave para orientar seu corpo após a saída do bloco de partida e as viradas na parede. Além disso, muitas vezes desempenham um papel subestimado como membro da cadeia cinética para equilibrar a mecânica do nado e contribuir para uma posição alongada estável.

O membro inferior é composto de três grandes articulações – quadril, joelho e tornozelo.

Cinco ossos compõem essas três articulações. A pelve serve como meio de ligação entre os membros inferiores e o tronco. Cada coxa é composta de um único osso longo denominado fêmur. A perna contém a tíbia e a fíbula. O tálus é o osso que serve como ponto de conexão entre o pé e a perna. A articulação do quadril é formada pelo receptáculo ósseo do osso do quadril, o acetábulo e a cabeça do fêmur, em forma de esfera. O joelho é a junção do fêmur com a tíbia; e o tornozelo é composto das extremidades distais da tíbia e da fíbula e a porção superior do tálus.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431672

2. Coluna vertebral

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

C

2

O

COLUNA VERTEBRAL

P Í T U

L

A

S

ua coluna vertebral é capaz de gerar movimentos multidirecionais que o tornam capaz de executar vários estilos de dança com fluidez e suavidade. Sua coluna pode caracterizar-se pela flexibilidade, necessária para várias combinações contemporâneas, ou pode ter um aspecto mais rígido e estável, porém elegante, para execuções com parceiro. A postura de balé pode exigir que sua coluna seja forte, mas tenha um aspecto elegante e elevado. Tudo isso depende da posição, do equilíbrio e da organização das contrações musculares. Para melhorar a posição do corpo, você precisa de bom equilíbrio das ações musculares para manter o alinhamento adequado de sua coluna.

Este capítulo apresenta os músculos associados à posição ideal da coluna vertebral.

A dança pode sobrecarregar bastante seu dorso, especialmente os segmentos que possuem mais mobilidade. Aprender a utilizar toda a coluna e equilibrar a estabilidade e a flexibilidade pode melhorar suas habilidades e reduzir o risco de lesão.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo A (1494)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582604434

Capítulo 6 - As circulações atmosférica e oceânica

Robert Christopherson; Ginger H. Birkeland Grupo A PDF Criptografado

6

As circulações atmosférica e oceânica

CONCEITOS-CHAVE DE

aprendizagem

Após a leitura deste capítulo, você conseguirá:

• Definir pressão atmosférica e descrever os instrumentos empregados para medi-la.

• Definir vento e explicar como ele é medido, como é determinada sua direção e como os ventos recebem seus nomes.

• Explicar as quatro forças principais que controlam a atmosfera – gravidade, força do gradiente de pressão, força de Coriolis e força de fricção – e localizar as áreas de alta e baixa pressão e os ventos principais.

• Descrever a circulação atmosférica superior e definir as correntes de jatos.

• Explicar as monções regionais e os diversos tipos de ventos locais.

• Esboçar os padrões básicos das principais correntes oceânicas superficiais da Terra e a circulação termohalina.

• Resumir as oscilações multianuais da temperatura do ar, pressão atmosférica e circulação associadas aos Oceanos Ártico, Atlântico e Pacífico.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582603406

Capítulo 11 - A Natureza Atômica da Matéria

Paul Hewitt Grupo A PDF Criptografado

11

C A P Í T U L O

1

1 1

A Natureza

Atômica da Matéria

2

3

11.1

A hipótese atômica

11.2

Características dos átomos

11.3

Imagens atômicas

11.4

Estrutura atômica

11.5

A tabela periódica dos elementos

11.6

Isótopos

11.7

Compostos e misturas

11.8

Moléculas

11.9

Antimatéria

4

1 Uma visão artística da ponta de um microscópio de varredura

(scanning probe microscope ou SPM), que mapeia as posições relativas de átomos da superfície de um material. A ponta também pode ser usada para deslocar átomos individuais sob controle sobre ela ou dispôlos segundo um padrão, como os que são necessários em circuitos integrados ultrapequenos. 2 O notável físico do século XX Richard

P. Feynman. 3 Desenho de uma molécula de DNA, o núcleo da vida. 4 Tucker Hiatt discute com seus alunos as propriedades do fulerenobuckminster – ou, simplesmente, buckyball – formado por

Ver todos os capítulos
Medium 9788565837026

A covalência

Jerome L. Rosenberg; Lawrence M. Epstein; Peter J. Krieger Grupo A PDF Criptografado

128

QUÍMICA GERAL

dois estados de oxidação com os sufixos –oso e –ico, para os estados de oxidação menor e maior, respectivamente, ainda é utilizado. Nesse caso, o Fe2+ é o íon ferroso e o Fe3+ é o íon férrico.

Nomeie dois óxidos de chumbo, PbO e PbO2. Uma vez que o íon oxigênio, ou óxido, tem valência

−2, o chumbo precisa ter valência +2 no primeiro composto e +4 no segundo. Os nomes são óxido de chumbo

(II) e óxido de chumbo (IV). A pronúncia é “óxido de chumbo dois” e “óxido de chumbo quatro”. De acordo com o sistema antigo, eram usados termos como óxido plumboso e óxido plúmbico. Porém, essa nomenclatura indica apenas o cátion com carga maior ou menor, sem caracterizar a magnitude da carga.

Exemplo 2

A Tabela 9-1 lista alguns dos íons poliatômicos mais comuns. Esses íons, seus nomes e suas cargas devem ser memorizados.

Embora não seja possível estabelecer regras rígidas, as orientações dadas abaixo são úteis. Os compostos de metais e não metais com ânions poliatômicos tendem a ser iônicos. Em contrapartida, compostos de não metais com não metais tendem a ser covalentes. As propriedades físicas também são úteis na classificação de compostos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536324999

24. Diagnóstico citogenético da leucemia linfocítica crônica

Maluf, Sharbel Weidner Grupo A PDF Criptografado

234

Capítulo 24

Giorgio Adriano Paskulin

Rafael Fabiano Machado Rosa

Paulo Ricardo Gazzola Zen

Diagnóstico citogenético da leucemia linfocítica crônica

Definição, epidemiologia e características clínicas

A leucemia linfocítica crônica (LLC), ou linfoma linfocítico de pequenas células, pertence ao grupo das doenças classificadas como distúrbios linfoproliferativos crônicos. Ela é considerada a forma mais comum de leucemia no mundo ocidental (nos Estados Unidos e na Europa, ela é responsável por 30% dos casos de leucemia), representando uma importante causa de morbidade e mortalidade.

A LLC caracteriza­‑se por uma anormalidade nas células maduras da linhagem linfoide, que se acumulam na medula óssea e no sangue periférico. Aproximadamente 95% dos casos de

LLC são originados de células B; o restante é de células T, e uma minoria de células natural killer (NK). A sua classificação tem como base a morfologia, o imunofenótipo e a histologia.

Atualmente, a citogenética e a genética molecular também apresentam um papel importante dentro do seu diagnóstico.1-6

Ver todos os capítulos
Medium 9788584291885

Capítulo 7. Relato de experiência sobre a implementação do projeto robótica educacional em uma escola rural

Rodrigo Barbosa e Silva; Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

Anderson Szeuczuk

Este capítulo aborda o processo de implementação do projeto Robótica Educacional em uma escola rural no município de Guarapuava (PR). Relatarei a seguir a prática que realizei como orientador do projeto. Serão descritas impressões acerca do projeto e as dificuldades e desafios encontrados pelos estudantes durante o trabalho.

No primeiro semestre de 2009, as atividades com o projeto Robótica Educacional foram iniciadas em uma escola localizada a mais de 30 quilômetros do centro de Guarapuava. Grande parte dos alunos não residia no entorno da escola e dependia exclusivamente do transporte escolar para chegar a seu destino.

A escola municipal dividia seu espaço físico, inclusive o laboratório de informática, com uma escola estadual. As aulas de robótica educacional eram ministradas uma vez por semana nas turmas da 3ª série (atual 4º ano) e da 4ª série (atual 5º ano) do ensino fundamental. Cada aula tinha aproximadamente duas horas, divididas entre o trabalho conceitual em sala de aula e a prática no laboratório de informática, com a programação em linguagem Logo.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo Gen (1940)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788521621737

PARTE II - CAPÍTULO 10 - Exercícios sobre Operações Unitárias: Fundamentos e Operações Unitárias do Escoamento de Fluidos

TERRON, L.R. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 

10

Exercícios sobre

Operações Unitárias:

Fundamentos e

Operações Unitárias do

Escoamento de Fluidos

Never try to solve all the problems at once – make them line up for you one-by-one.1

Richard Sloma

10.1  E

� xercícios sobre Introdução

às Operações Unitárias

10.2  E

� xercícios sobre Propriedades das Substâncias

10.3  E

� xercícios sobre Fundamentos de Termodinâmica Química

10.4  E

� xercícios sobre Conceitos Básicos de Escoamento de Fluidos

10.5  E

� xercícios sobre Escoamento de Fluidos em Tubulações

10.6  E

� xercícios sobre Bombas Hidráulicas

10.7  E

� xercícios sobre Medidores de Vazão

10.8  E

� xercícios sobre Escoamento de

Fluidos em Tanques Agitados

10.9  �Exercícios Propostos

Nunca tente resolver todos os problemas de uma só vez – coloque-os em uma fila na sua frente e [resolva-os] um por um. (Tradução do autor.)

Ver todos os capítulos
Medium 9788597010121

10 - Projeto e relatório de pesquisa

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Grupo Gen PDF Criptografado

10

Projeto e relatório de pesquisa

1

NOÇÕES PRELIMINARES

O projeto é uma das etapas componentes do processo de elaboração, execução e apresentação de uma pesquisa. Esta necessita ser planejada com rigor, para que o investigador, a certa altura, não se encontre perdido num emaranhado de dados colhidos, sem saber como dispor deles, ou até desconhecer seu significado e importância.

Em uma pesquisa, nada se faz ao acaso. Desde a escolha do tema, fixação dos objetivos, determinação da metodologia, coleta dos dados, sua análise e interpretação para a elaboração do relatório final, tudo é previsto no projeto de pesquisa. Este, portanto, deve responder às clássicas questões: o quê? por quê? para quê? para quem? onde? Como? com quê? quanto? quando? quem? com quanto?

Entretanto, antes de redigir um projeto de pesquisa, alguns passos devem ser dados: (1) Estudos preliminares que permitirão verificar o estado da questão que se pretende desenvolver sob o aspecto teórico e de outros estudos e pesquisas já elaborados. Tal esforço não se constitui em desperdiçado, pois qualquer tema de pesquisa necessita de adequada integração na teoria existente. A análise do material já disponível será incluída no projeto sob o título de

Ver todos os capítulos
Medium 9788597008111

2 - Polo Epistemológico

MARTINS, Gilberto de Andrade; THEÓPHILO, Carlos Renato Grupo Gen PDF Criptografado

2

Polo Epistemológico

2.1 Introdução

Na condição de uma metaciência, a epistemologia exerce um papel de questionamento crítico dos fundamentos e princípios das diversas ciências. Os epistemólogos interessam-se pela análise dos resultados das pesquisas, isto é, a ciência é tida como um produto. Por outro lado, no desenvolvimento do trabalho científico os pesquisadores enfrentam problemas passíveis de serem solucionados com o subsídio das considerações epistemológicas. Assim concebida, a epistemologia representa um polo do processo de pesquisa, de importância significativa na busca de um maior conhecimento sobre os objetos investigados. Os pesquisadores situam-se no nível da ciência como um processo:

[...] os pesquisadores encontrarão na reflexão epistemológica não apenas os fundamentos para se assegurarem do rigor, da exatidão, da precisão do seu procedimento, como também preciosas indicações que guiarão a indispensável imaginação da qual deverão dar provas [...].1

Ver todos os capítulos
Medium 9788597007473

5. Terminando o projeto de pesquisa

VERGARA, Sylvia Constant Grupo Gen PDF Criptografado

5 terminando o projeto de pesquisa

Conceitos relativos à coleta e ao tratamento dos dados, assim como os lembretes sobre as limitações que qualquer método possui são aqui apresentados.

O capítulo inclui regras de indicação da bibliografia consultada e dos anexos.

Sugestões adicionais são também oferecidas.

5.1  Coleta de dados no campo

Na coleta de dados, o leitor deve ser informado como você pretende obter os dados de que precisa para responder ao problema. Não se esqueça, portanto, de correlacionar os objetivos aos meios para alcançá-los, bem como de justificar a adequação de um a outro. Se você optar pela formulação de questões, em vez da definição de objetivos intermediários, a correlação deverá ser feita entre questões e meios para respondê-las. Em se tratando de pesquisa de campo, por exemplo, esses meios podem ser a observação, o questionário, o formulário e a entrevista (veja Vergara, 2015). Os dados também podem ser coletados por meio de técnicas interativas diversas, como os workshops, por exemplo, ou por meio de desenhos feitos pelos sujeitos da pesquisa ou por outros meios que sua criatividade permita visualizar (veja exemplos em Vergara, 2012b).

Ver todos os capítulos
Medium 9788521626138

CAPÍTULO 10 - HIDROGÊNIO

RAYNER-CANHAM, Geoff; OVERTON, Tina Grupo Gen PDF Criptografado

)T

#I

0T

3F

4H

%C

*S

3I

'F

.O

.P

.U

3V

5D

8

$P

$S

1E

/C

1U

5B

%T

P

6V

:C

/P

5N

1N

/Q

4N

1V

"Dn-S

-S

"D

/E

3B

-V

-B

1S

6

&V

(E

5C

"N

$N

#L

%Z

)P

&S

&T

$G

.E

'N

10.1 Isótopos do Hidrogênio

10.2 Ressonância Magnética

Nuclear

H

Isótopos em Química

10.3 Propriedades do Hidrogênio

Procurando nas Profundezas do

Espaço pelo Íon Tri-hidrogênio

Apenas um elemento da tabela periódica não pertence a um grupo particular – o

10.4 Hidretos

hidrogênio. Esse elemento tem uma química singular. Além disso, seus três isótopos

10.5 Água e Ligação de Hidrogênio

têm massas molares tão diferentes que as propriedades físicas e químicas dos isótopos são mensuravelmente diferentes.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Ltc (17)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788521630371

27 Circuitos

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

C

A

P

Í

T

U

L

O

2

7

Circuitos

27-1

CIRCUITOS DE UMA MALHA

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

27.01 Conhecer a relação entre a força eletromotriz e o trabalho realizado.

27.02 Conhecer a relação entre a força eletromotriz, a corrente e a potência de uma fonte ideal.

27.03 Desenhar o diagrama esquemático de um circuito de uma malha com uma fonte e três resistores.

27.04 Usar a regra das malhas para escrever uma equação para as diferenças de potencial dos elementos de um circuito ao longo de uma malha fechada.

27.05 Conhecer a relação entre a resistência e a diferença de potencial entre os terminais de um resistor (regra das resistências).

27.06 Conhecer a relação entre a força eletromotriz e a diferença de potencial entre os terminais de uma fonte (regra das fontes).

27.07 Saber que resistores em série são atravessados pela mesma corrente, que também é a mesma do resistor equivalente.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521630371

28 Campos Magnéticos

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

C

A

P

Í

T

U

L

O

2

8

Campos Magnéticos

28-1

CAMPOS MAGNÉTICOS E A DEFINIÇÃO DE B

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

28.01 Saber a diferença entre um eletroímã e um ímã permanente.

28.02 Saber que o campo magnético é uma grandeza vetorial e que, portanto, tem um módulo e uma orientação.

28.03 Saber que um campo magnético pode ser definido em termos

conhecer a direção do vetor v→ H B e (2) usando o sinal da carga q para conhecer o sentido do vetor.

28.06 Determinar a força magnética FB que age sobre uma partícula

→ carregada em movimento calculando o produto vetorial v→ H B .

do que acontece com uma partícula carregada que se move na presença do campo.

28.07 Saber que o vetor força magnética FB é perpendicular ao vetor

28.04 No caso de uma partícula carregada que se move na presença

Ver todos os capítulos
Medium 9788521630371

21 A Lei de Coulomb

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

C

A

P

Í

T

U

L

O

2

1

A Lei de Coulomb

21-1

A LEI DE COULOMB

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

21.01 Saber a diferença entre um objeto eletricamente neutro,

21.10 Saber que a lei de Coulomb se aplica apenas a partículas pon-

negativamente carregado e positivamente carregado e o que é um excesso de cargas.

21.11 Se uma partícula está sujeita a mais de uma força eletrostática,

21.02 Saber a diferença entre condutores, isolantes, semicondutores e supercondutores.

tuais e a objetos que podem ser tratados como partículas pontuais.

usar uma soma vetorial para obter a força resultante.

21.12 Saber que uma casca esférica com uma distribuição uniforme

21.03 Conhecer as propriedades elétricas das partículas que existem no interior do átomo.

21.04 Saber o que são elétrons de condução e qual é o papel que desempenham para tornar um objeto negativamente carregado ou positivamente carregado.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521630371

29 Campos Magnéticos Produzidos por Correntes

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

C

A

P

Í

T

U

L

O

2

9

Campos Magnéticos Produzidos por Correntes

29-1

O CAMPO MAGNÉTICO PRODUZIDO POR UMA CORRENTE

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

29.01 Desenhar um elemento de corrente em um fio e indicar a orientação do campo magnético produzido pelo elemento de corrente em um ponto fora do fio.

29.06 Saber que as linhas de campo do campo magnético nas vizinhanças de um fio longo, retilíneo, percorrido por uma corrente têm a forma de circunferências.

29.02 Dado um ponto fora de um fio e um elemento de corrente do

29.07 No caso de um ponto perto da extremidade de um fio semi-

29.03 Saber que o módulo do campo magnético criado por um

infinito percorrido por uma corrente, conhecer a relação entre o módulo do campo magnético, a corrente e a distância entre o ponto e o fio.

fio, determinar o módulo e a orientação do campo magnético produzido pelo elemento de corrente no ponto.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521630371

30 Indução e Indutância

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl LTC PDF Criptografado

C

A

P

Í

T

U

L

O

3

0

Indução e Indutância

30-1

LEI DE FARADAY E LEI DE LENZ

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

30.01 Saber que o fluxo magnético F através de uma superfície é a quantidade de campo magnético que atravessa a superfície.

30.02 Saber que o vetor área de uma superfície plana é um vetor perpendicular à superfície cujo módulo é igual à área da superfície.

30.03 Saber que qualquer superfície pode ser dividida em elemen→

tos de área dA (regiões suficientemente pequenas para serem consideradas planas), vetores área de módulo infinitesimal perpendiculares à superfície no ponto em que se encontra o elemento.

30.07 Conhecer a lei de Faraday, que é a relação entre a força ele-

tromotriz induzida em uma espira condutora e a taxa de variação do fluxo magnético através da espira.

30.08 Aplicar a lei de Faraday a uma bobina com várias espiras.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais