Artmed (38)
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Medium 9788582714409

Capítulo 8. Aspectos moleculares e genèticos da produção vegetal

Clara Lia Costa Brandelli; Siomara da Cruz Monteiro Artmed PDF Criptografado

8

ASPECTOS MOLECULARES

E GENÉTICOS DA

PRODUÇÃO VEGETAL

Clara Lia Costa Brandelli

Nelson Alexandre Kretzmann Filho

Objetivos de aprendizagem

Conceituar gene e genética.

Diferenciar fenótipo de genótipo e heterozigoto de homozigoto.

Explicar como ocorrem as mutações gênicas e quais são as suas

consequências.

Citar ferramentas utilizadas para a caracterização molecular de plantas.

Discutir as aplicações da biotecnologia e da engenharia genética ao

melhoramento de plantas.

Listar as vantagens da engenharia genética em relação ao melhoramento convencional de plantas.

INTRODUÇÃO

Os seres vivos constituídos de biomoléculas básicas e a interação entre elas define o que eles são. Acredita-se que suas características sejam determinadas pela herança genética e que essa definição seja acompanhada pela expressão ou não de determinados genes. Esses genes podem, sozinhos (características monogênicas) ou em colaboração com outros genes (características multifatoriais), determinar a manifestação dessas características.

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Medium 9788582714409

Capítulo 4. Características adaptativas das plantas

Clara Lia Costa Brandelli; Siomara da Cruz Monteiro Artmed PDF Criptografado

4

CARACTERÍSTICAS

ADAPTATIVAS DAS PLANTAS

Siomara da Cruz Monteiro

Objetivos de aprendizagem

Listar as premissas que dão base às adaptações sofridas pelos vegetais.

Diferenciar o impacto construtivo de estresse destrutivo na questão da

adaptabilidade das plantas.

Distinguir: adaptação modulativa, modificativa e evolutiva.

Explicar a influência de fatores climáticos, como a resistência a baixas temperaturas e ao calor, na adaptabilidade das plantas.

INTRODUÇÃO

A ecologia científica se ocupa das interações entre os organismos e seu meio ambiente. Ela abrange todos os níveis de integração, do organismo individual até a biosfera. Neste capítulo, será abordada a ecologia das plantas, com ênfase na questão adaptativa.

Para essa discussão, é relevante conhecer algumas premissas, fundamentadas por vários estudiosos, que embasam as adaptações que os vegetais podem sofrer:

toda

população crescente não perturbada atinge uma limitação de recursos;

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Medium 9788584290994

Capítulo 8. Diferenças entre três ou mais condições

Christine P. Dancey; John G. Reidy; Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

8

Diferenças entre três ou mais condições

Panorama do capítulo

Neste capítulo, serão observadas estatísticas que apontam se três ou mais condições ou grupos diferem entre si em uma ou mais variáveis. Trata-se de uma continuação dos testes de duas condições do capítulo anterior. As duas condições podem ser:

99 O mesmo grupo de pessoas testadas em todas as condições; ou

99 Grupos diferentes de pessoas testadas em apenas uma condição.

Este capítulo irá ilustrar como os pesquisadores testam as suas hipóteses, baseadas nas questões de pesquisa por eles formuladas. Os testes abordados aqui são os paramétricos, a Análise da Variância

(ANOVA) e seus equivalentes não paramétricos, como o teste Kruskal-Wallis e a ANOVA de Friedman.

Serão apresentados um conceito básico do entendimento dos testes e o modo como os pesquisadores relatam seus achados, executam os testes no SPSS e interpretam o resultado. Também serão abordados os intervalos de confiança e os tamanhos do efeito.

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Medium 9788582714409

Capítulo 9. Introdução à fitoterapia: conceitos e definições

Clara Lia Costa Brandelli; Siomara da Cruz Monteiro Artmed PDF Criptografado

9

INTRODUÇÃO À FITOTERAPIA:

CONCEITOS E DEFINIÇÕES

Clara Lia Costa Brandelli

Objetivos de aprendizagem

 Listar as razões para a recente renovação do interesse por plantas medicinais.

Definir planta medicinal, medicamento fitoterápico e fitoterapia.

Diferenciar planta medicinal de fitoterápico.

Explicar por que o mercado brasileiro de fitoterápicos é pouco competitivo.

Identificar as normativas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária

(Anvisa) referentes a fitoterápicos.

Citar vantagens e desvantagens do uso de fitoterápicos.

INTRODUÇÃO

A natureza foi a primeira fonte de remédio e também a primeira farmácia a que o homem recorreu. Desde o início da história da humanidade até o fim do século XX, a população buscou nas plantas medicinais a cura e o alívio para diversas doenças. O homem pré-histórico já utilizava e possuía conhecimento para diferenciar as plantas comestíveis daquelas que podiam auxiliar na cura de alguma enfermidade. Imagina-se que a utilização das plantas terapêuticas pelo homem tenha iniciado por meio da observação dos animais.

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Medium 9788582714409

Capítulo 5. Metabolismo vegetal

Clara Lia Costa Brandelli; Siomara da Cruz Monteiro Artmed PDF Criptografado

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METABOLISMO VEGETAL

Clara Lia Costa Brandelli

Objetivos de aprendizagem

Definir metabolismo.

Diferenciar o metabolismo primário do metabolismo secundário dos

vegetais.

Esquematizar as rotas biossintéticas do metabolismo secundário das plantas.

Classificar os metabólitos secundários.

Citar as características e as funções dos principais metabólitos secundários presentes nas plantas.

Listar os fatores que influenciam a síntese de metabólitos secundários nos vegetais.

INTRODUÇÃO

Uma das características dos seres vivos é a presença de atividade metabólica. As reações que ocorrem são catalisadas por uma gama de enzimas, trazendo os seguintes benefícios para o organismo:

suprimento

de energia; das moléculas;

garantia da continuidade do estado organizado.

renovação

► Definição

Metabolismo: conjunto total das transformações químicas das moléculas orgânicas que acontecem continuamente nas células vivas.

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Editora Atlas S A (2)
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Medium 9788522478392

Parte II - 10 Pesquisa científica: noções introdutórias

ANDRADE, Maria Margarida de Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

10

Pesquisa científica: noções introdutórias

10.1 Conceitos de pesquisa

Pesquisa é o conjunto de procedimentos sistemáticos, baseado no raciocínio lógico, que tem por objetivo encontrar soluções para problemas propostos, mediante a utilização de métodos científicos.

Todos os conceitos de pesquisa, de uma ou de outra maneira, apontam seu caráter racional predominante. Para Gil (1987a, p. 19), pesquisa é o “procedimento racional e sistemático que tem como objetivo proporcionar respostas aos problemas que são propostos.”

Segundo Cervo e Bervian (1983, p. 50): “A pesquisa é uma atividade voltada para a solução de problemas, através do emprego de processos científicos.”

Salomon (1977, p. 136) associa pesquisa à atividade científica, que se concretiza no trabalho científico:

(...) trabalho científico passa a designar a concreção da atividade científica, ou seja, a investigação e o tratamento por escrito de questões abordadas metodologicamente.

Longa seria a enumeração das várias conceituações propostas por diversos autores. Essas conceituações apenas acrescentam detalhes especificadores, mantendo a ideia de procedimento racional que utiliza métodos científicos.

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Medium 9788522478392

Parte II - 11 Métodos e técnicas de pesquisa

ANDRADE, Maria Margarida de Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

11

Métodos e técnicas de pesquisa

11.1 Métodos

Quando o homem começou a interrogar-se a respeito dos fatos do mundo exterior, na cultura e na natureza, surgiu a necessidade de uma metodologia da pesquisa científica.

Metodologia é o conjunto de métodos ou caminhos que são percorridos na busca do conhecimento.

Descartes, pensador e filósofo francês, em seu Discurso do método,1 expõe a ideia fundamental de que é possível chegar-se à certeza por intermédio da razão.

Das concepções de Descartes surgiu o método dedutivo, cuja técnica se fundamenta em esclarecer as ideias através de cadeias de raciocínio.

Para Descartes, para quem verdade e evidência são a mesma coisa, pelo raciocínio torna-se possível chegar a conclusões verdadeiras, desde que o assunto seja pesquisado em partes, começando-se pelas proposições mais simples e evidentes até alcançar, por deduções lógicas, a conclusão final.

Segundo Francis Bacon (1561-1626), filósofo inglês, a lógica cartesiana, racionalista, não leva a nenhuma descoberta, apenas esclarece o que estava implícito, pois somente através da observação se pode conhecer algo novo. Este princípio básico fundamenta o método indutivo, que privilegia a observação como processo para chegar-se ao conhecimento. A indução consiste em enumerar os enunciados

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Editora Manole (125)
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Medium 9788520431672

3. Costelas e respiração

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

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3

O

COSTELAS E

RESPIRAÇÃO

P Í T U

L

A

E

mbora a respiração seja o processo natural de conduzir oxigênio aos pulmões, a maioria dos dançarinos tem dúvidas sobre como exatamente se deve respirar!

Tudo bem, você sabe como respirar, mas sabe usar sua respiração de modo eficiente para reduzir a tensão e melhorar a força do core? Quantas vezes você ouve instruções para “encolher a barriga”? Em geral, você puxa o abdome para dentro e levanta as costelas, o tórax e os ombros, aumentando, assim, a tensão na parte superior do corpo e, na verdade, tornando mais difícil a respiração. Desse modo, como é possível movimentar-se com naturalidade e beleza? A respiração é parte da dança e do movimento. Ao ministrar uma aula, você pode querer incluir exercícios de respiração nas combinações de dança. Você pode coreografar a respiração em exercícios com música, de modo que os dançarinos se tornem mais conscientes de seus padrões de respiração. Essa respiração rítmica e ordenada pode ser um grande instrumento para estabelecer gradualmente melhores hábitos de respiração.

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Medium 9788520429303

3. O Crânio

DIMON JR., Theodore Editora Manole PDF Criptografado

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O Crânio

O crânio é composto de duas partes, o neurocrânio (cranium significa “capacete” em grego) e o viscerocrânio (ossos da face). O neurocrânio abriga o encéfalo e os órgãos que proporcionam mecanismos de equilíbrio, também fornece aberturas para as orelhas (órgãos da audição) e uma estrutura para a articulação da mandíbula; já o viscerocrânio concede uma estrutura para a boca e a mandíbula e inclui os músculos da face (mímicos), órbitas para os olhos e as cavidades nasais.

O crânio é formado por ossos muito complexos. Para propostas de estudo, é importante analisá-lo utilizando um modelo real, visto que seus ossos são tridimensionais, com formas variadas, ou seja, um verdadeiro desafio para a descrição.

O neurocrânio é constituído por seis ossos: frontal, parietal, temporal, esfenoide, etmoi­de e occipital. Os ossos parietais (paries significa “uma parede”) formam as paredes laterais e superior do crânio. O osso frontal (frons, a fronte) compõe não só a fronte, como também, o teto das órbitas e da cavidade nasal. O osso esfenoide (que significa “uma cunha”) forma a parte anterior da base do crânio e articula-se com os outros ossos do neurocrânio. O etmoide (palavra grega que significa “peneira”) constitui parte da base do crânio e da cavidade nasal. Os ossos temporais (tempus, tempo), mais comumente conhecidos como têmporas, formam as laterais e o restante da base do crânio. E o osso occipital (do grego ob, caput, “contra a cabeça”), a parte posterior e a base do crânio (Fig. 3.1).

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Medium 9788520429303

25. Músculos Intrínsecos da Mão

DIMON JR., Theodore Editora Manole PDF Criptografado

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Músculos Intrínsecos da Mão

No último capítulo verificamos os músculos do antebraço que movem a mão na região do carpo, flexionam e estendem os dedos e o polegar. Vamos agora nos voltar para os músculos intrínsecos da mão propriamente ditos, que são responsáveis pelos movimentos mais precisos dos dedos.

Os músculos intrínsecos da mão podem ser divididos em três grupos: os músculos que atuam sobre o polegar; os músculos do dedo mínimo e os músculos da palma que ocupam os espaços entre os ossos dos dedos, agindo sobre eles. Os músculos intrínsecos do polegar formam uma saliência muscular, chamada eminência tenar; os intrínsecos do quinto dedo ocupam a parte ulnar da mão e formam a eminência hipotenar, a saliência muscular na parte da mão que se encontra proximal ao dedo mínimo; e os músculos da palma não são proeminentes e, por isso, não são particularmente visíveis.

Existem quatro músculos intrínsecos no polegar; localizam-se na palma e formam a eminência tenar (Fig. 25.1). O adutor do polegar origina-se no carpo e no terceiro metacarpal e está fixado na sua própria falange proximal. Sua função é realizar a adução desse dedo.

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Medium 9788520429303

15. Músculos do Dorso: Camadas Média e Superficial

DIMON JR., Theodore Editora Manole PDF Criptografado

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Músculos do Dorso:

Camadas Média e Superficial

Acabamos de ver os músculos extensores que compõem as duas primeiras camadas da musculatura do dorso – os músculos mais profundos que sustentam as vértebras da coluna e mantêm a postura ereta. A primeira camada do dorso é constituída por todos os pequenos músculos que conectam cada uma das vértebras ao longo de toda a extensão da coluna até o occipital, incluindo os suboccipitais que unem o occipital com as duas primeiras vértebras. Superficialmente a esta primeira camada está a segunda composta pelo amplo e extenso eretor da espinha, o qual inicia-se no sacro, estende-se pelo dor­so em várias colunas e, por fim, insere-se na base do crânio. Essas duas camadas – a profunda e paralela às vértebras, que inclui os suboccipitais, e o eretor da espinha – formam os extensores do tronco, os músculos posturais que ajudam a manter a postura ereta e são projetados para não sofrer fadiga.

Continuaremos agora com as camadas médias, ou seja, a terceira e a quarta camadas dos músculos do dorso, as quais, diferentemente da primeira e da segunda, estão envolvidas, não tanto na postura ereta, mas na sustentação das costelas e da escápula.

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Medium 9788520431627

5. PARTE SUPERIOR DO TRONCO

PULEO, Joe; MILROY, Patrick Editora Manole PDF Criptografado

C

5

O

PARTE SUPERIOR

DO TRONCO

P Í T U

L

A

U

ma pessoa que entenda a função Vértebras de um fole ou de um acordeão logo compreenderá a anatomia do tórax, geralmente conhecido como peito. Foles e acordeões têm evoluído ao longo dos anos como um modo de movimentar o Esterno ar sob pressão e produzir corrente de ar Costelas ou sons musicais. A arquitetura óssea básica do tórax (Fig. 5.1) consiste em doze vértebras torácicas, superpostas umas às outras, mas interconectadas por ligamentos e outros tecidos moles de modo que possa haver movimento em sentido anterior, posterior e late- Figura 5.1  Elementos ósseos do tronco: cosE4782/Puleo/Fig 5.1/333456/JG/R1 ral (limitado) e um pequeno grau de telas, esterno e vértebras. rotação para permitir que o tronco vire para os lados. Estendendo-se a partir da região lateral de cada vértebra torácica existem duas costelas, que contornam lateralmente a parede do corpo e terminam anteriormente; a maioria delas se articula com o osso esterno.

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Grupo A (1412)
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Medium 9788582715338

Capítulo 23 - Regulação hormonal e integração do metabolismo em mamíferos

David L. Nelson; Michael M. Cox Grupo A PDF Criptografado

23

Regulação hormonal e integração do metabolismo em mamíferos

23.1 Hormônios: estruturas diferentes para funções diferentes 907

23.2 Metabolismo específico para cada tecido: a divisão de trabalho 918

23.3 Regulação hormonal do metabolismo energético  930

23.4 Obesidade e regulação da massa corporal  939

23.5 Obesidade, síndrome metabólica e diabetes tipo 2  949

N

os Capítulos 13 a 22 foi discutido o metabolismo nas células individuais, enfatizando as vias centrais comuns a quase todas as células – bacterianas, arqueobacterianas e eucarióticas. Foi analisado como os processos metabólicos dentro das células são regulados nas reações enzimáticas individuais pela disponibilidade de substrato, por mecanismos alostéricos e por fosforilação ou outra modificação covalente das enzimas.

Para entender completamente o significado das vias metabólicas individuais e sua regulação, é necessário observar essas vias no contexto do organismo como um todo. Uma característica essencial dos organismos multicelulares é a diferenciação celular e a divisão de trabalho. As funções especializadas dos tecidos e dos órgãos de organismos complexos, como os seres humanos, impõem requerimentos energéticos característicos e padrões de metabolismo. Sinais hormonais e neuronais integram e coordenam as atividades metabólicas de diferentes tecidos e otimizam a alocação de combustíveis e precursores para cada órgão.

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Medium 9788582714850

Capítulo 25. Diabetes melito

Denise R. Ferrier Grupo A PDF Criptografado

25

Diabetes melito

I.

VISÃO GERAL

Diabetes melito (diabetes) não é uma doença única, e sim um grupo heterogêneo de síndromes multifatoriais, principalmente poligênicas caracterizadas por uma elevada glicemia em jejum, causada por uma deficiência relativa ou absoluta na insulina. Mais de 29 milhões de pessoas nos Estados Unidos

(cerca de 9% da população) têm diabetes. Desse número, aproximadamente

8 milhões ainda não foram diagnosticados. O diabetes melito é a principal causa de cegueira e amputação no adulto e uma importante causa de insuficiência renal, dano neural, ataques cardíacos e acidentes vasculares encefálicos. Os casos de diabetes melito podem, em sua maioria, ser divididos em dois grupos (Fig. 25.1), tipo 1 (inicialmente denominado diabetes melito

CARACTERÍSTICAS

DIABETES TIPO 1

DIABETES TIPO 2

Geralmente durante a infância ou a puberdade; sintomas desenvolvem-se rapidamente

Frequentemente após os 35 anos; sintomas desenvolvem-se gradualmente

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Medium 9788582604403

Capítulo 21 - Química de coordenação: as reações dos complexos

Mark Weller; Tina Overton; Jonathan Rourke; Fraser Armstrong Grupo A PDF Criptografado

21

Reações de substituição de ligante

21.1 �Velocidades de substituição de ligante

21.2 �Classificação dos mecanismos

Substituição de ligantes em complexos quadráticos planos

21.3 �A nucleofilicidade do grupo de entrada

21.4 �A geometria do estado de transição

Substituição de ligantes em complexos octaédricos

Química de coordenação: as reações dos complexos

Neste capítulo, observaremos as evidências e as experiências usadas na análise dos caminhos de reação dos complexos metálicos, para então desenvolvermos uma compreensão mais profunda dos seus mecanismos. Como um mecanismo raramente é conhecido definitivamente, a natureza da evidência para um mecanismo deve ser sempre mantida em mente a fim de se reconhecer que podem existir outras possibilidades também consistentes. Na primeira parte deste capítulo, con‑ sideraremos as reações de troca de ligantes e descreveremos como os mecanismos de reação são classificados. Consideraremos as etapas pelas quais as reações ocorrem e os detalhes da formação do estado de transição. Esses conceitos serão então usados para descrever os mecanismos das reações de oxirredução dos complexos.

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Medium 9788582710494

Capítulo 12 - A energética celular

Harvey Lodish; Arnold Berk; Chris A. Kaiser; Monty Krieger; Anthony Bretscher; Hidde Ploegh; Angelika Amon Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

12

A energética celular

Micrografia de imunofluorescência mostrando a rede interconectada de mitocôndrias (em vermelho) em cultura de células HeLa humanas.

Os núcleos das células estão corados em roxo. (Dr. Gopal Murti/Photo

Researchers.)

SUMÁRIO

12.1 Primeira etapa da captação de energia a partir da glicose: a glicólise

521

12.2 As mitocôndrias e o ciclo do ácido cítrico

526

12.3 A cadeia transportadora de elétrons e a geração da força próton-motriz

534

12.4 Aproveitando a força próton-motriz para sintetizar ATP

546

D

esde o crescimento e a divisão de uma célula até o batimento cardíaco, passando pela atividade elétrica de um neurônio que possibilita o pensamento, a vida requer energia. A energia é definida como a capacidade de realizar trabalho e, em nível celular, esse trabalho inclui realizar e regular uma grande quantidade de reações químicas e processos de transporte, crescer e se dividir, gerar e manter uma estrutura altamente organizada, bem como interagir com outras células. Este capítulo descreve os mecanismos moleculares pelos quais as células utilizam a luz solar ou nutrientes químicos como fonte de energia, com foco especial em como as células convertem essas fontes externas de energia em um transportador de energia química intracelular biologicamente universal, adenosina-5’-trifosfato ou ATP (Figura 12-1). O ATP, encontrado em todos os tipos de organismos e provavelmente presente nas formas de vida mais primitivas, é gerado a

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Medium 9788565837026

O abaixamento do ponto de congelamento

Jerome L. Rosenberg; Lawrence M. Epstein; Peter J. Krieger Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 14 • AS PROPRIEDADES DAS SOLUÇÕES

219

Na segunda forma, a pressão de vapor da solução foi identificada com a pressão de vapor do solvente sobre a solução, pois entende-se que o soluto é não volátil.

Além disso, a lei de Raoult pode ser aplicada quando dois componentes voláteis são misturados. Em sistemas de líquidos que se misturam em proporções quaisquer, formando soluções ideais, a segunda equação é válida para a pressão parcial de cada componente volátil, individualmente.

Pressão parcial de qualquer componente em solução

= (pressão de vapor do componente puro) × (fração molar do componente)

A lei de Raoult é explicada com base na hipótese de que as moléculas do soluto na superfície do líquido interferem com o escape das moléculas do solvente para a fase vapor. Devido à redução da pressão de vapor, o ponto de ebulição da solução se eleva e o ponto de congelamento diminui, em comparação com os pontos de ebulição e congelamento do solvente puro.

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Grupo Gen (1959)
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Medium 9788527729604

Capítulo 1 - Vida | Princípios Biológicos e a Ciência da Zoologia

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍT ULO

1

PAR T E 1

Vida | Princípios

Biológicos e a

Ciência da Zoologia

Zoóloga estudando o comportamento de babuínos-amarelos (Papio cynocephalus) na Reserva Amboseli, Quênia.

Os usos dos princípios

Conquistamos conhecimentos sobre o mundo animal, aplicando ativamente princípios orientadores importantes às nossas investigações. Assim como a exploração do espaço sideral é guiada e limitada pela tecnologia disponível, a exploração do mundo animal depende criticamente das nossas perguntas, métodos e princípios. A zoologia só tem pleno sentido quando os princípios que usamos para a sua construção são bem compreendidos.

Os princípios da zoologia moderna têm uma longa história e muitas fontes. Alguns princípios vêm das leis da física e da química, aos quais todos os sistemas vivos obedecem. Outros derivam do método científico e nos informam que nossas explicações hipotéticas sobre o mundo animal devem nos guiar para a obtenção de dados que, potencialmente, possam refutar essas explicações. Muitos princípios importantes derivam de estudos prévios do mundo vivo do qual os animais são parte.

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Medium 9788521634225

CAPÍTULO 10 - Cinética química: as velocidades das reações

ATKINS, Peter Grupo Gen PDF Criptografado

10

Cinética química: as velocidades das reações

Cinética química empírica 207

10.1 Espectrofotometria 207

10.2 Técnicas experimentais 208

Velocidades de reação 208

10.3 A definição de velocidade 208

10.4 Leis de velocidade e constantes de velocidade 210

10.5 Ordem de reação 210

10.6 A determinação da lei de velocidade 211

10.7 Leis de velocidade integradas 213

10.8 Meias-vidas e constantes de tempo 217

A dependência da velocidade de reação em relação à temperatura 218

10.9 Os parâmetros de Arrhenius 219

10.10 Teoria de colisões 220

10.11 Teoria do estado de transição 223

VERIFICAÇÃO DE CONCEITOS IMPORTANTES

225

MAPA CONCEITUAL DAS EQUAÇÕES IMPORTANTES 226

QUESTÕES E EXERCÍCIOS

Atkins Cap 10.indd 206

226

O ramo da físico-química denominado cinética química é dedicado às velocidades das reações químicas. A cinética química aborda a rapidez com que os reagentes são consumidos e os produtos são formados, como as velocidades de reação respondem a mudanças das condições ou à presença de um catalisador, e a identificação das etapas pelas quais uma reação ocorre.

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Medium 9788521617778

8 - Dinâmica de Momento e Impulso

SOUZA, Samuel de Grupo Gen PDF Criptografado

8

Dinâmica de Momento e Impulso | Capítulo 8

Dinâmica de Momento e Impulso

8.1 PRINCÍPIO IMPULSO-MOMENTUM

8.2 CORPOS EM COLISÃO

8.3 PRINCÍPIO IMPULSO-MOMENTO ANGULAR

8.4 RESUMO DO CAPÍTULO

8.5 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

8.6 EXERCÍCIOS PROPOSTOS

147

“Penso 99 vezes e nada descubro. Deixo de pensar, mergulho no silêncio e a verdade me é revelada... A mente avança até o ponto onde pode analisar, mas depois vai para uma dimensão superior, sem saber como chegou lá.”

Albert Einstein

Neste capítulo os assuntos principais são: (1) princípio impulso-momentum, cujo caso particular é o princípio de conservação de momentum; (2) colisões, onde se utiliza o princípio de conservação de momentum e o conceito de coeficiente de restituição dos materiais; (3) princípio impulso-momento angular, que possui como especial caso o princípio de conservação de momento angular.

8.1 Princípio Impulso-Momentum

8.1.1 DEFINIÇÃO DE MOMENTUM OU

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Medium 9788521632665

20 - Correlação de Imagens Digitais (CID)

SCIAMMARELLA, Cesar A.; SCIAMMARELLA, Federico M. Grupo Gen PDF Criptografado

20

Correlação de Imagens Digitais (CID)

20.1 Introdução

No Capítulo 19, foram discutidos e analisados os procedimentos

óticos para correlacionar as fotografias dos padrões speckle a fim de obter informações de deslocamento. Essas técnicas utilizam uma combinação de procedimentos óticos e digitais para extrair informações dos padrões speckle. Neste capítulo, será discutida outra forma de recuperação das informações na fotografia de speckle digital. Essa técnica é conhecida como speckle com luz branca ou, como uma referência mais específica à metodologia utilizada para recuperar informações, é a técnica de correlação cruzada de imagens digitais com o acrônimo DIC. A abordagem para a DIC é substancialmente diferente da abordagem para a fotografia de speckle apresentada no

Capítulo 19. É importante observar que a DIC é uma técnica muito geral e não se restringe à sua aplicação mais comum em mecânica experimental, na qual é conhecida tradicionalmente como fotografia de speckle e, atualmente, como fotografia de speckle com luz branca.

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Medium 9788527729604

Capítulo 27 - Aves

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍT ULO

27

Aves

• FILO CHORDATA

• Classe Aves

Cegonhas durante migração noturna.

Aves

Chordata

Longa viagem até o lar de verão

Algumas aves, tendo dominado o voo, usam esse poder para fazer as longas migrações sazonais. O deslocamento entre regiões de invernada ao sul e de reprodução ao norte, com longos dias de verão e abundância de insetos, provê os pais de grande quantidade de alimento para criar seus filhotes. Os predadores de aves não são tão abundantes no extremo norte, e uma breve aparição, 1 vez por ano, de aves jovens vulneráveis não favorece o crescimento de populações de predadores.

A migração também aumenta imensamente o espaço disponível para a procriação e reduz o comportamento territorial agressivo. Finalmente, a migração favorece a homeostase – o equilíbrio de processos

Hickman 027.indd 607

fisiológicos que mantêm a estabilidade interna – permitindo às aves evitar os extremos climáticos.

O cenário migratório inspira admiração, e os mecanismos fisiológicos da migração são igualmente desafios aos pesquisadores. O que determina o momento da migração e como cada ave estoca energia suficiente para essa jornada? Como se originaram as eventuais difíceis rotas migratórias, e quais as pistas que as aves usam na navegação? Como o instinto dirige as ondas migratórias na primavera e no outono, levando com êxito a maioria das aves a seus ninhos no norte, enquanto outras incontáveis falham e morrem, carreadas por essa tarefa sempre desafiadora?

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