Artmed (38)
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Medium 9788582714409

Capítulo 2. Etnobotânica

Siomara da Cruz Monteiro, Clara Lia Costa Brandelli Artmed PDF Criptografado

2

ETNOBOTÂNICA

Clara Lia Costa Brandelli

Objetivos de aprendizagem

Definir etnobiologia e etnobotânica.

Citar as abordagens e ramificações da etnobiologia.

Explicar o caráter interdisciplinar da etnobotânica.

Relacionar a etnobotânica à etnofarmacologia.

Listar as contribuições e possibilidades oriundas da etnobotânica.

Explicar a importância e as formas de dar retorno às populações sobre as

informações adquiridas em estudos etnobotânicos.

INTRODUÇÃO

Como foi visto no Capítulo 1, a utilização de plantas como medicamentos pela humanidade é tão antiga quanto a história do homem. Desde tempos remotos, os seres humanos usam substâncias químicas derivadas da natureza

− plantas, animais e microrganismos – para atender às suas necessidades básicas, incluindo a prevenção e o tratamento de doenças. O homem acumulou informações sobre o ambiente que o cerca e, sem dúvida, esse conhecimento foi completamente baseado em suas observações diárias e constantes dos fenômenos e características da natureza.

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Medium 9788582714409

Capítulo 7. Produtos naturais e o desenvolvimento de fármacos

Siomara da Cruz Monteiro, Clara Lia Costa Brandelli Artmed PDF Criptografado

7

PRODUTOS NATURAIS E

O DESENVOLVIMENTO

DE FÁRMACOS

Clara Lia Costa Brandelli

Objetivos de aprendizagem

Citar os marcos históricos da relação entre plantas medicinais e

desenvolvimento de fármacos.

Explicar por que a indústria farmacêutica voltou a se interessar pelos produtos naturais após um período de desinteresse no fim do século XX.

Diferenciar as abordagens utilizadas no estudo de plantas medicinais para investigar novas moléculas bioativas.

Listar as etapas da pesquisa e do desenvolvimento de fármacos a partir de plantas medicinais.

Discutir a adequação da flora brasileira ao desenvolvimento de novos fármacos.

Descrever a potencialidade de protótipos a partir de produtos naturais para o desenvolvimento de fármacos.

INTRODUÇÃO

Os produtos naturais são utilizados pela humanidade desde tempos imemoriais. A natureza sempre despertou no homem um fascínio, não só por oferecer recursos para sua alimentação e manutenção, como também por ser sua principal fonte de inspiração e aprendizado.

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Medium 9788582714409

Capítulo 4. Características adaptativas das plantas

Siomara da Cruz Monteiro, Clara Lia Costa Brandelli Artmed PDF Criptografado

4

CARACTERÍSTICAS

ADAPTATIVAS DAS PLANTAS

Siomara da Cruz Monteiro

Objetivos de aprendizagem

Listar as premissas que dão base às adaptações sofridas pelos vegetais.

Diferenciar o impacto construtivo de estresse destrutivo na questão da

adaptabilidade das plantas.

Distinguir: adaptação modulativa, modificativa e evolutiva.

Explicar a influência de fatores climáticos, como a resistência a baixas temperaturas e ao calor, na adaptabilidade das plantas.

INTRODUÇÃO

A ecologia científica se ocupa das interações entre os organismos e seu meio ambiente. Ela abrange todos os níveis de integração, do organismo individual até a biosfera. Neste capítulo, será abordada a ecologia das plantas, com ênfase na questão adaptativa.

Para essa discussão, é relevante conhecer algumas premissas, fundamentadas por vários estudiosos, que embasam as adaptações que os vegetais podem sofrer:

toda

população crescente não perturbada atinge uma limitação de recursos;

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Medium 9788582714409

Capítulo 13. Plantas tóxicas

Siomara da Cruz Monteiro, Clara Lia Costa Brandelli Artmed PDF Criptografado

13

PLANTAS TÓXICAS

Clara Lia Costa Brandelli

Flávia Gontijo de Lima

Objetivos de aprendizagem

Discutir a importância de reconhecer os efeitos tóxicos das plantas

medicinais e dos fitoterápicos.

Relacionar determinados metabólitos secundários a seus respectivos efeitos tóxicos.

Identificar as vias pelas quais os princípios tóxicos podem entrar na cadeia alimentar humana.

Listar os fatores que podem influenciar a toxidez de uma planta.

INTRODUÇÃO

O emprego de vegetais como alimento, medicamento ou cosmético se perde na história do homem na face da Terra. Estudos de arqueologia demonstram que há mais de 3 mil anos as ervas já eram utilizadas para esses fins. A fitoterapia, ou terapia pelas plantas, era conhecida e praticada pelas civilizações antigas. Nos dias de hoje, em todos os países, as plantas medicinais ainda são usadas, tanto como matérias-primas para a produção industrial quanto como compostos fitoterápicos para o tratamento de diversas enfermidades.

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Medium 9788584290994

Capítulo 1. Uma introdução ao processo de pesquisa

Christine P. Dancey, John G. Reidy, Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

1

Uma introdução ao processo de pesquisa

Panorama do capítulo

Neste capítulo, iremos introduzir conceitos importantes para o entendimento do processo de pesquisa, incluindo:

99 Hipótese de pesquisa;

99 Teste de hipóteses;

99 Prática baseada em evidência;

99 Delineamentos típicos de pesquisa.

Não presumimos nenhum conhecimento prévio de estatística ou de pesquisa. Tudo de que você precisa para entender os conceitos expostos neste capítulo é o seu cérebro.

Cérebros a postos, lá vamos nós... Em uma reportagem, no rádio, esta manhã, foi sugerido que comer mais mirtilos reduz as chances de se contrair câncer. Esse tipo de reportagem não é incomum na mídia nos dias atuais. Como podemos saber se podemos acreditar em todas as notícias relacionadas

à saúde que a mídia nos apresenta? Bem, o melhor a se fazer é ler os relatórios originais da pesquisa e pensar, por si mesmo,

sobre a adequação do trabalho e a validade das conclusões do autor. É assim que a ciência funciona. É claro que, se você deseja trabalhar como um profissional da saúde, há uma necessidade ainda maior da capacidade de avaliar a evidência de uma pesquisa. Este livro fornecerá todas as ferramentas necessárias para que você seja capaz de avaliar criticamente a pesquisa de outros profissionais da sua área. Você obterá, tam-

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Editora Manole (69)
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Medium 9788520435762

11. Sistema nervoso autônomo

MAURER, Martin H. Editora Manole PDF Criptografado

122_173_physiologie_RAFA_10 - 14 Physiologie 10/3/14 4:48 PM Page 130

130

11

Fisiologia humana ilustrada

11.1 Anatomia funcional

O sistema nervoso autônomo é responsável pelo controle nervoso de determinadas funções vegetativas, principalmente das funções circulatórias, do trato gastrintestinal, do metabolismo e das funções genitais. A maioria desses órgãos é inervada concomitantemente pelos dois oponentes: simpático e parassimpático.

Os locais de origem desses dois sistemas nervosos situam-se no SNC. Sua peculiaridade, no entanto, é que as células ganglionares do último neurônio que inerva os órgãos-alvo situam-se em gânglios vegetativos fora do SNC. Por esse motivo, as fibras do penúltimo neurônio provenientes do SNC são chamadas fibras pré-ganglionares, e as fibras situadas após a sinapse são chamadas pós-ganglionares.

Tabela 11.1 As substâncias transmissoras das fibras pré e pós-ganglionares (Fig. 11.1)

Fibra

Simpático

Parassimpático

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Medium 9788520435762

7. Rim, eletrólitos, água e equilíbrio acidobásico

MAURER, Martin H. Editora Manole PDF Criptografado

072_121_physiologie_RAFA_05 - 09 Physiologie 10/3/14 5:05 PM Page 88

88

7

Fisiologia humana ilustrada

7.1 Função dos rins

O rim, assim como a pele, o pulmão e o intestino, faz parte dos órgãos excretores.

!

Atenção: O fígado, por meio de processos bioquímicos, prepara substâncias para serem excretadas, mas só libera essas substâncias na corrente sanguínea ou na bile.

Funções do rim:

1. Regulação da água e controle dos eletrólitos por meio de u isoionia (mantém constante a distribuição de íons); u isotonia (mantém constante a osmolaridade); u isoidria (mantém constante o valor do pH); u isovolemia (mantém constante o volume).

2. Excreção de: u ácidos fixos; u ureia, ácido úrico, amônia; u xenobiótica (principalmente fármacos).

3. Recuperação de: u glicose e outros açúcares; u aminoácidos e pequenas proteínas, por exemplo, galactose.

4. Produção de hormônios e peptídios bioativos: u eritropoetina – aumenta a produção de eritrócitos; u calcitriol – regula o equilíbrio de cálcio e fosfato; u renina (protease, não hormônio); influenciam o tônus vascular u prostaglandinas.

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Medium 9788520435342

9. Posturas em decúbito dorsal

KAMINOFF, Leslie; MATTHEWS, Amy Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍtULo

PoStURAS Em dECÚBito doRSAL

9

D

ecúbito dorsal, ou supinação, significa deitar com o rosto para cima. É o oposto de decúbito ventral, ou pronação, que significa deitar com o rosto para baixo. Da mesma forma, supinação também significa virar a mão, o pé ou o membro para cima, enquanto pronação significa virá-los para baixo.

Ambas as palavras são originárias do latim: supinus significa inclinar-se para trás, e pronus, inclinar-se para a frente. Curiosamente, esse é o inverso do movimento normal de cada posição. A partir da posição em decúbito dorsal, a flexão da coluna vertebral e dos membros é que em geral move o corpo, ao passo que, em decúbito ventral, é a extensão da coluna vertebral e dos membros.

Mover-se a partir de uma posição em decúbito dorsal geralmente contrai a musculatura anterior do corpo, razão pela qual muitos exercícios de fortalecimento abdominal começam nessa posição.

Assim como o Tadasana (p. 72) é uma postura em pé por excelência, o Savasana (p. 182) é uma posição fundamentalmente em decúbito dorsal. Em savasana, a superfície posterior do corpo está quase completamente em contato com o apoio do chão. Não há para onde cair, assim, os músculos posturais podem relaxar de sua “dança” constante contra a gravidade.

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Medium 9788520431627

7. CORE

PULEO, Joe; MILROY, Patrick Editora Manole PDF Criptografado

C

7

O

CORE

P Í T U

L

A

C

orrer por prazer sempre esteve em segundo plano na lista de prioridades que determinaram como ocorreria a evolução da pelve em humanos. Os ossos que a constituem têm como função principal proteger o feto em desenvolvimento, papel não compartilhado pelos homens, nos quais a existência de uma pelve mais estreita forma uma base a partir da qual os membros inferiores se conectam ao restante do corpo e se desenvolvem para favorecer a locomoção.

A pelve é constituída por seis grandes ossos, dois ílios, dois ísquios e dois púbis (Fig.

7.1). Embora esses ossos estejam solidamente unidos entre si, sem qualquer espaço perceptível, cada ílio se articula posteriormente com a porção mais inferior da coluna vertebral, o sacro, por meio das articulações sacroilíacas, onde pode haver movimento considerável. Isso é mais evidente durante o parto, quando, por influência hormonal, há uma redução de tensão nos ligamentos que estabilizam essa articulação, de tal forma que ela pode até ficar subluxada, ou parcialmente deslocada, com considerável instabilidade e possíveis consequências para uma corredora. Superiormente ao sacro estão as cinco vértebras lombares, que têm a importante função de manter a estabilidade de toda a estrutura esquelética. Além dessas duas articulações, cada púbis se articula anteriormente com seu oposto pela sínfise púbica na região mais inferior do abdome. Essa articulação é mais fibrosa e resistente, porém está ocasionalmente

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Medium 9788520429303

8. Os Músculos do Palato Mole

DIMON JR., Theodore Editora Manole PDF Criptografado

8

Os Músculos do Palato Mole

O palato (“céu da boca”) é outra área crucial da musculatura localizada na região da cabeça e do pescoço que é frequentemente negligenciada, mas, na realidade, é decisiva para uma respiração saudável e a utilização da voz (Fig. 8.1). O palato é constituído por duas regiões: o palato duro que forma o teto da boca, e o palato mole que se situa posterior ao palato duro e é formado por tecido mole, não diferente daquele da língua, formando uma estrutura arqueada na parte posterior da boca. Na ilustração da faringe, apresentada no Capítulo 9 (Fig. 9.2), pode-se observar a abertura da boca, com o palato duro (anterior) e o palato mole (posterior). A ilustração também mostra os diferentes níveis da faringe, relacionados a cavidade nasal, oral e a laringe.

A úvula, uma estrutura visível suspensa no palato mole no limite posterior da cavidade oral, é controlada pelo músculo da úvula, que a eleva posteriormente (Fig.

9.2).

Imediatamente anterior à úvula existem dois arcos ou pilares; ao examinar a faringe de alguém, é possível visualizar esses arcos na região posterior. As tonsilas também podem ser observadas adjacentes a eles. Esses pilares são formados por dois músculos, o palatoglosso e o palatofaríngeo. O músculo palatoglosso forma o arco palatoglosso, estendendo-se bilateralmente da região anterior do palato mole a ambos os lados da língua.

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Editora Saraiva (50)
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Medium 9788536509051

6. Nosso Cenário Futuro

NOWACKI, Carolina de Cristo Bracht; RANGEL, Morgana Batista Alves Editora Saraiva PDF Criptografado

6

Nosso Cenário

Futuro

Para começar

Como resolver os problemas das emissões e dos efluentes gerados? Como minimizar os seus efeitos? Sabemos que as emissões de gases e a geração de efluentes e resíduos desempenham um papel importante e negativo no mundo em que vivemos. Por isso, a utilização de novos conceitos contribui para que haja essa mudança de paradigmas, como a Química Verde e a biotecnologia aplicada. Como funciona o uso de bactérias e plantas para descontaminar áreas? É possível controlar a poluição dos gases? Além dessas respostas veremos que é possível fazer um acompanhamento dos problemas bem como sua evolução através do monitoramento.

6.1 Importância da química ambiental

Como já sabemos, a química desempenha uma importante função nos produtos fundamentais produzidos pelos seres humanos e para os seres humanos.

Como exemplos essenciais destacamos os combustíveis (renováveis ou não) e os modernos medicamentos. Entretanto, é sabido por nós que a cadeia produtiva gera diversos inconvenientes e danos ambientais, muitas vezes difíceis de reparar, como a contaminação por subprodutos tóxicos e a contaminação do próprio ambiente. Dessa maneira, a preocupação na resolução desses problemas tem crescido nos últimos anos devido, principalmente, à pressão por atendimento às exigências de legalização ambiental, seja por parte das autoridades governamentais, seja por parte da sociedade

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Medium 9788536509013

2. O Estudo da Matéria

Ediana Barp, Elaine Lima Silva Editora Saraiva PDF Criptografado

2

O Estudo da Matéria

Para começar

A matéria é formada por átomos. E qual é a definição de átomo? Agora vamos entrar na constituição da matéria, entender a composição de um átomo, bem como quantos e quais são eles. Veremos a tabela periódica e entenderemos como os elementos químicos são distribuídos nessa tabela.

2.1 O estudo do átomo

De maneira bem simples, podemos dizer que átomo é a menor partícula que constitui a matéria. Um átomo é formado por elétrons, prótons e nêutrons.

Ao longo dos anos, muitos modelos atômicos foram propostos e modificados por diversos pesquisadores. Para os nossos estudos, abordaremos apenas até o modelo de Rutherford-Bohr. Neste exemplo, temos a estrutura atômica de um átomo de oxigênio. O elemento químico oxigênio possui oito elétrons na eletrosfera, bem como oito prótons e oito nêutrons no núcleo do átomo. Veja a

Figura 2.1.

No centro, encontramos o núcleo, formado por partículas denominadas prótons (com carga elétrica positiva) e nêutrons (com carga elétrica nula). Ao redor desse núcleo, temos as órbitas circulares percorridas pelos elétrons (com carga elétrica negativa). Essas órbitas são denominadas camadas ou níveis de energia. Um átomo pode apresentar até sete camadas na eletrosfera.

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Medium 9788536509099

1. Química Orgânica

PAVANELLI, Luciana da Conceição Editora Saraiva PDF Criptografado

1

Química Orgânica

Para começar

O objetivo deste capítulo é definir os conceitos básicos pertinentes à Química Orgânica. Traz também quais são os compostos orgânicos mais utilizados no nosso cotidiano, procurando mostrar como esses materiais são comuns na nossa vida e de que maneira podem contribuir com a evolução industrial e tecnológica de um modo geral.

As informações apresentadas são a base necessária para entender de forma gradual os demais conceitos, bem como suas definições, estruturas e nomenclaturas determinadas pela IUPAC (International

Union of Pure and Applied Chemistry).

1.1 Para entender a Química Orgânica

A química dos compostos de carbono é, frequentemente, estudada sob o nome de Química

Orgânica, como se fosse um ramo especial da Química. Na realidade, esse nome tem origens históricas e razões didáticas.

Dava-se o nome de Química Orgânica à química dos compostos produzidos pelos animais e vegetais. Acreditava-se naquela época que tais compostos se formavam pela ação de um misterioso princípio chamado força vital.

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Medium 9788536509013

6. Reações

Ediana Barp, Elaine Lima Silva Editora Saraiva PDF Criptografado

6

Reações

Para começar

As reações químicas são transformações que ocorrem entre as substâncias, resultando no surgimento de novas substâncias. Neste capítulo, estudaremos as reações químicas, os tipos de reações e as leis ponderais que estabelecem a relação entre as massas dos reagentes e dos produtos.

6.1 Reações químicas

As reações químicas acontecem a todo instante em nosso organismo. Um exemplo é o processo de digestão, durante o qual uma série de reações químicas acontecem, após uma refeição, ao longo do tubo digestório. Outro exemplo do nosso dia a dia é a produção do pão ou a de um bolo.

Reações químicas são transformações que ocorrem entre as substâncias, resultando no surgimento de outras novas. Nas reações químicas temos a participação dos reagentes (substâncias participantes das reações) e dos produtos (substâncias formadas nas reações).

São utilizadas equações químicas para representar as reações químicas. Veja um exemplo:

        3 O2(g)

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Medium 9788536510897

5. Gases Industriais

TOLENTINO, Nathalia Motta de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

5

Gases

Industriais

Para começar

Neste capítulo você vai conhecer os gases utilizados nas indústrias, bem como suas funcionalidades e métodos de produção.

5.1 O que são gases industriais?

Os gases industriais são aqueles fabricados e vendidos para a utilização em diversos setores com diversas aplicações. Podem ser orgânicos ou inorgânicos, retirados diretamente da atmosfera ou sintetizados.

São utilizados em diversos setores industriais, como nas indústrias de petróleo e gás, siderúrgicas, eletrônicas, automobilísticas, químicas, alimentícias, farmacêuticas, de borrachas e plásticos, papel e celulose, entre outras.

47

Na Tabela 5.1 você irá encontrar as demandas de alguns gases industriais.

Tabela 5.1 – Gases e suas demandas

Gases industriais

Setores demandantes

Bebidas

Gelo seco

Gás carbônico

Indústria têxtil

Saneamento

Metalurgia

Hospitalar

Gases atmosféricos

Química

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Gbk (1)
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Medium 9788527729369

Capítulo 1 - Vida | Princípios Biológicos e a Ciência da Zoologia

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ GBK PDF Criptografado

CAPÍT ULO

1

PAR T E 1

Vida | Princípios

Biológicos e a

Ciência da Zoologia

Zoóloga estudando o comportamento de babuínos-amarelos (Papio cynocephalus) na Reserva Amboseli, Quênia.

Os usos dos princípios

Conquistamos conhecimentos sobre o mundo animal, aplicando ativamente princípios orientadores importantes às nossas investigações. Assim como a exploração do espaço sideral é guiada e limitada pela tecnologia disponível, a exploração do mundo animal depende criticamente das nossas perguntas, métodos e princípios. A zoologia só tem pleno sentido quando os princípios que usamos para a sua construção são bem compreendidos.

Os princípios da zoologia moderna têm uma longa história e muitas fontes. Alguns princípios vêm das leis da física e da química, aos quais todos os sistemas vivos obedecem. Outros derivam do método científico e nos informam que nossas explicações hipotéticas sobre o mundo animal devem nos guiar para a obtenção de dados que, potencialmente, possam refutar essas explicações. Muitos princípios importantes derivam de estudos prévios do mundo vivo do qual os animais são parte.

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Grupo A (991)
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Medium 9788573076295

Capítulo 12 - Sucessão Ecológica

Ricardo Motta Pinto-Coelho Grupo A PDF Criptografado

c a p í t u l o

12

Sucessão Ecológica

CONCEITOS BÁSICOS

Uma das mais interessantes características observadas nas comunidades é o fato de que elas mudam continuamente de estado, como, por exemplo, a sua composição específica.

Esse fato é muito evidente quando há um distúrbio externo, como fogo ou enchente. Mesmo quando as comunidades estão em equilíbrio, tal estado é dinâmico. Há uma constante troca de espécies, que estão continuamente saindo e entrando no sistema.

A sucessão ecológica refere-se a uma seqüência de mudanças estruturais e funcionais que ocorrem nas comunidades, mudanças essas que, em muitos casos, seguem padrões mais ou menos definidos. O conceito de sucessão foi inicialmente desenvolvido pelos botânicos, dentre eles Clementes e Warming, este último naturalista dinamarquês que trabalhou em Lagoa Santa, Minas Gerais, no final do século XIX. Trata-se de uma mudança que se superpõe a flutuações e ritmos mais breves, com progressiva ocupação do espaço e aumento da complexidade estrutural. À medida que avança a sucessão, a intensidade dos ritmos e flutuações tende a diminuir.

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Medium 9788577804696

Capítulo 4 - ENERGIA E AMBIENTE

Julio Cesar Rocha; André Henrique Rosa; Arnaldo Alves Cardoso Grupo A PDF Criptografado

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f f f f f f f f f f f f f f f f f f f f

ENERGIA E AMBIENTE

4.1 INTRODUÇÃO

Quando afirmam nos meios de comunicação que vivemos uma crise iminente de “falta de energia” e que “as fontes de produção de energia estão se esgotando”, parece uma contradição com a primeira lei da termodinâmica que diz que: a energia é conservada. De fato, a energia é conservada, mas ela pode ser convertida de uma forma para outra, podendo ser transferida de uma parte do universo para outra. Ocorre que nossa capacidade de transformar energia está ficando limitada frente às necessidades de energia do mundo moderno. A prosperidade de uma nação é associada

à riqueza da população e esta ao poder de compra de bens de consumo. Número de televisores, equipamentos de som, geladeiras, lavadoras, micro-ondas, computadores e telefones por residência são considerados indicadores de riqueza e bem estar social da população e são contabilizados em sensos estatísticos de órgãos governamentais, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Como a meta de todo governo é a prosperidade econômica traduzida em capacidade de compra de bens de consumo pela população, é crescente também a necessidade de realizar trabalho (energia) para funcionar equipamentos eletroeletrônicos e automóveis.

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Medium 9788536320632

Capítulo 1. Natureza e posição das "algas" na árvore filogenética do mundo vivo

Iara Maria Franceschini, Ana Luiza Burliga, Bruno de Reviers, João Fernando Prado, Sahima Hamlaoui Rézig Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

1

NATUREZA E POSIÇÃO

DAS “ALGAS” NA ÁRVORE

FILOGENÉTICA DO

MUNDO VIVO

BRUNO DE REVIERS

“... It is appropriate to think of algae (along with land plants) as a single type of organism: they are united by their possession of a plastid, even though their nuclear lineages are not monophyletic.”

(Delwiche, 2007)

As algas são frequentemente muito mal conhecidas do público em geral e, algumas vezes, ainda permanecem objeto de noções bastante vagas por parte de numerosos biólogos profissionais, que conhecem melhor as Embryophyta (“vegetais superiores”) e/ou os Metazoa (animais pluricelulares), julgados mais atrativos. A maioria de nós já observou grandes algas litorâneas, mas poucas pessoas tiveram a ocasião de admirar o magnífico espetáculo constituído pelas algas microscópicas, sem dúvida mais numerosas, mas visíveis somente graças a um potente microscópio. As algas

NATUREZA E POSIÇÃO DAS “ALGAS” NA ÁRVORE FILOGENÉTICA DO MUNDO VIVO

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Medium 9788536322230

Capítulo 13: Fisiologia Térmica

Christopher D. Moyes, Patricia M. Schulte Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

13

Fisiologia Térmica

A endotermia – a capacidade de gerar e manter elevadas as temperaturas corporais – surgiu há muito tempo na história evolutiva dos animais. Ela andou lado a lado com a capacidade de produzir calor através do metabolismo e, assim, altos níveis de atividade. A maioria das aves e os mamíferos modernos possuem altas taxas metabólicas e são capazes de manter suas temperaturas corporais bem acima da temperatura ambiente, frequentemente dentro de limitados intervalos térmicos. Ambos são considerados

“vertebrados superiores”, ao passo que as aves e os mamíferos surgiram a partir de répteis ancestrais diferentes.

Assim, a endotermia surgiu pelo menos duas vezes de formas independentes. Contudo, evidências fósseis sugerem que outros répteis extintos também podem ter sido endotérmicos. O registro fóssil de animais no período paleontológico de 200 a 65 milhões de anos atrás é relativamente claro, mostrando exemplos definitivos da transição de répteis para mamíferos e aves.

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Medium 9788582713532

Capítulo 4 - Anatomia funcional de células procarióticas e eucarióticas

Gerard J. Tortora, Berdell R. Funke, Christine L. Case Grupo A PDF Criptografado

Na clínica

Como enfermeira(o) pediátrica(o), você atende uma paciente de 8 anos, Sophia, que acabou de ser diagnosticada com infecção do trato urinário

(ITU). Você orienta a mãe de Sophia que ITUs são bastante comuns em crianças, sobretudo em meninas. Ao entregar à mãe uma prescrição para estreptomicina, ela questiona por que Sophia simplesmente não pode ser tratada de novo com penicilina – este foi o fármaco que ela recebeu no último inverno para tratar uma infecção no tórax.

Dica: leia sobre a parede celular nas páginas 80 a 85.

4

Anatomia funcional de células procarióticas e eucarióticas

A

pesar de sua complexidade e variedade, todas as células vivas podem ser classificadas em dois grupos, procarióticas e eucarióticas, com base em certas características funcionais e estruturais. Em geral, os procariotos são estruturalmente mais simples e menores que os eucariotos. O DNA (material genético) dos procariotos é arranjado em um cromossomo simples e circular, não sendo circundado por uma membrana; o DNA dos eucariotos é encontrado em cromossomos múltiplos em um núcleo circundado por uma membrana. Procariotos não têm organelas revestidas por membranas, as quais são estruturas celulares especializadas com funções específicas.

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