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Capítulo 19 - Crescimento Vegetativo e Organogênese

Lincoln Taiz; Eduardo Zeiger; Ian Max Møller; Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

19

Crescimento

Vegetativo e

Organogênese

E

mbora a embriogênese e o estabelecimento da plântula desempenhem papéis fundamentais na polaridade básica e nos eixos de crescimento da planta, muitos outros aspectos da forma vegetal refletem processos de desenvolvimento que ocorrem após o estabelecimento da plântula. Para a maioria das plantas, a arquitetura do caule depende fundamentalmente da produção regulada de órgãos laterais determinados, como folhas, bem como da formação e crescimento de sistemas de ramos indeterminados. Os sistemas de raízes, embora geralmente escondidos da visão, têm níveis comparáveis de complexidade que resultam da formação regulada e da emergência de raízes laterais indeterminadas (ver Capítulo 18). Além disso, o crescimento secundário é a característica definidora do crescimento vegetativo de perenes lenhosas, proporcionando a sustentação estrutural que permite às árvores crescerem em altura. Neste capítulo, são considerados os mecanismos moleculares que dão suporte a esses padrões de crescimento. Como a embriogênese, a organogênese vegetativa e o crescimento secundário dependem de diferenças locais nas interações e na retroalimentação reguladora entre hormônios, que desencadeiam programas complexos de expressão gênica que governam aspectos específicos do desenvolvimento de órgãos.

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Capítulo 10. Crescimento e controle populacional

Michael L. Cain; William D. Bowman; Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

10

Crescimento e controle populacional

CONCEITOS-CHAVE

O crescimento da população humana:

Estudo de Caso

CONCEITO 10.1  Tabelas de vida mostram como taxas de sobrevivência e de reprodução variam com idade, tamanho ou estágio do ciclo de vida.

CONCEITO 10.2  Dados das tabelas de vida podem ser usados para projetar o futuro da estrutura etária, do tamanho e da taxa de crescimento de uma população.

CONCEITO 10.3 

Populações podem crescer exponencialmente quando as condições são favoráveis, mas o crescimento exponencial não continua indefinidamente.

CONCEITO 10.4 

O tamanho populacional pode ser determinado por fatores dependentes e independentes da densidade.

CONCEITO 10.5  A equação logística impõe limites ao crescimento e mostra como uma população pode se estabilizar em seu tamanho máximo: a capacidade de suporte.

Vista do espaço, a Terra parece uma linda bola azul e branca imersa em um vasto mar negro. Se usarmos imagens de satélite para explorar em detalhe a superfície dessa linda bola, encontraremos claros sinais de impactos antrópicos ao redor do globo. Esses sinais vão desde a devastação de florestas tropicais, até rios que antes meandravam, mas que agora correm em linha reta nos canais criados, além de padrões surrealistas formados pelas áreas de agricultura (Figura 10.1).

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Capítulo 22 - Senescência Vegetal e Morte Celular

Lincoln Taiz; Eduardo Zeiger; Ian Max Møller; Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

22

Senescência Vegetal e

Morte Celular

A

cada outono, as pessoas que vivem em climas temperados desfrutam as espetaculares mudanças de cores que podem preceder a perda de folhas de árvores decíduas (Figura 22.1). Tradicionalmente, os poetas têm utilizado a coloração e a queda das folhas de outono como recordações pungentes, como nas linhas iniciais do soneto 73 de Shakespeare:

That time of year thou mayst in me behold,

When yellow leaves, or nome, or few, do hang

Upon those boughs which shake against the cold,

Bare ruined choirs, where late the sweet birds sang.

Folhas outonais tornam-se amarelas, alaranjadas ou vermelhas e caem de seus ramos em resposta a comprimentos de dia mais curtos e temperaturas mais baixas, que desencadeiam dois processos do desenvolvimento relacionados: senescência e abscisão. Embora a senescência leve finalmente

à morte dos tecidos-alvo, ela é distinta do termo relacionado necrose. Senescência é um processo autolítico (autodigestivo) dependente de energia que é controlado pela interação de fatores ambientais com programas de desenvolvimento geneticamente controlados. Embora tenha alguma sobreposição com a senescência, a necrose em geral é definida como a morte causada diretamente por dano físico, toxinas (como herbicidas) ou outros agentes externos. A abscisão refere-se à separação de camadas de células que ocorre nas bases de folhas, partes florais e frutos, a qual permite que se desprendam facilmente sem danificar a planta.

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Capítulo 4. Lidando com a variação ambiental: temperatura e água

Michael L. Cain; William D. Bowman; Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

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CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 4.1  Cada

espécie tem uma faixa de tolerâncias ambientais que determina sua distribuição geográfica potencial.

CONCEITO 4.2 

A temperatura de um organismo é determinada pelas trocas de energia com o ambiente externo.

CONCEITO 4.3 

O equilíbrio hídrico de um organismo é determinado pelas trocas de água e solutos com o ambiente externo.

Lidando com a variação ambiental: temperatura e água

Rãs congeladas: Estudo de Caso

No filme Austin Powers: um agente nada discreto, um superespião de 1960 concorda voluntariamente em ser congelado criogenicamente, de modo que suas habilidades possam ser recuperadas se o Dr. Evil, seu arqui-inimigo que foi congelado para evitar ser capturado por Austin, ressurgir no futuro. De fato, 30 anos depois, os dois são descongelados e continuam suas aventuras de tentar dominar o mundo e impedir essa dominação.

A ideia de suspensão da animação – a vida suspensa temporariamente

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Capítulo 2. Estrutura e Ultraestrutura da Célula

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 2

Estrutura e Ultraestrutura da Célula

2.1

Biologia celular . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

40

2.1.1

2.1.2

Microscopia óptica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Microscopia eletrônica. . . . . . . . . . . . . . . . . .

42

45

2.2

Célula vegetal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

45

2.2.1

2.2.2

2.2.2.1

2.2.2.2

Visão geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Citoplasma. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Citoesqueleto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Proteínas motoras e fenômenos de movimentos celulares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Flagelos e centríolos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Núcleo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Cromatina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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