Grupo A (65)
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Capítulo 4. Morfologia e Anatomia das Cormófitas

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 4

Morfologia e Anatomia das

Cormófitas

4.1

Morfologia e anatomia . . . . . . . . . . . . . .

154

4.1.1

4.1.2

Homologia e anatomia . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Cormo e talo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

155

158

4.2

Caule . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

158

4.2.1

4.2.2

4.2.3

4.2.4

4.2.5

4.2.5.1

4.2.5.2

4.2.5.3

4.2.5.4

Organização longitudinal do caule . . . . . . . .

Filotaxia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Rizomas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Formas de vida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Ramificação do caule . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Ramificações dicotômica e axilar . . . . . . . . . . .

Sistemas de ramificação axilares . . . . . . . . . . .

Inflorescências . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Capítulo 6. Fisiologia do Desenvolvimento

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 6

Fisiologia do Desenvolvimento

6.1

Princípios fundamentais da fisiologia do desenvolvimento . . . . . . . . . . . . . . . .

376

6.1.1

Crescimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

378

6.2

Bases genéticas do desenvolvimento .

380

6.2.1

6.2.1.1

6.2.1.2

6.2.1.3

6.2.2

6.2.2.1

6.2.2.2

6.2.2.3

Sistemas genéticos da célula vegetal . . . . .

Genoma nuclear . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Genoma plastidial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Genoma mitocondrial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Bases da atividade gênica . . . . . . . . . . . . . . .

Estrutura gênica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Processo de transcrição . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Controle da transcrição . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

380

380

396

396

399

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Medium 9788582714683

Capítulo 15. Mutualismo e comensalismo

Michael L. Cain; William D. Bowman; Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

15

CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 15.1 

Nas interações positivas, nenhuma espécie é prejudicada e os benefícios são maiores do que os custos para pelo menos uma espécie.

CONCEITO 15.2  Cada parceiro em uma interação mutualista atua de modo que atenda a seus próprios interesses ecológicos e evolutivos.

CONCEITO 15.3 

As interações positivas afetam a abundância e a distribuição das populações, assim como a composição das comunidades ecológicas.

Mutualismo e comensalismo

Os primeiros agricultores: Estudo de Caso

Os seres humanos começaram a cultivar há cerca de 10 mil anos. A agricultura foi um desenvolvimento revolucionário que levou tanto a um grande aumento no tamanho de nossa população quanto a inovações em governo, ciência, artes e muitos outros aspectos da sociedade humana. Contudo, as pessoas estavam longe de ser a primeira espécie a cultivar outros organismos. Essa distinção vai para as formigas da tribo Attini*, um grupo de 210 espécies, a maioria das quais vive nas florestas tropicais da América do Sul.

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Capítulo 17. Mudanças em comunidades

Michael L. Cain; William D. Bowman; Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

17

CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 17.1  Agentes de mudança atuam sobre comunidades ao longo de múltiplas escalas temporais e espaciais.

CONCEITO 17.2  Sucessão

é a mudança na composição de espécies ao longo do tempo em resposta a agentes de mudança abióticos e bióticos.

CONCEITO 17.3 

Experimentos mostram que os mecanismos de sucessão são diversos e dependentes do contexto.

CONCEITO 17.4 

Comunidades podem seguir caminhos sucessionais diferentes e apresentar estados alternativos.

Mudanças em comunidades

Um experimento natural de proporções montanhosas: Estudo de Caso

A erupção do Monte Santa Helena foi um momento determinante para ecólogos interessados em catástrofes naturais. O Monte Santa Helena, situado no estado de Washington, é parte da geologicamente ativa Cordilheira Cascade, localizada na região do Noroeste Pacífico, na América do

Norte (Figura 17.1). A montanha de topo coberto por neve tinha uma rica diversidade de comunidades ecológicas. Se você tivesse visitado o Monte

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Capítulo 3 - Água e Células Vegetais

Lincoln Taiz; Eduardo Zeiger; Ian Max Møller; Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

3

Água e Células

Vegetais

A

água desempenha um papel fundamental na vida da planta. A fotossíntese exige que as plantas retirem dióxido de carbono da atmosfera e, ao mesmo tempo, as expõe à perda de água e à ameaça de desidratação.

Para impedir a dessecação das folhas, a água deve ser absorvida pelas raízes e transportada ao longo do corpo da planta. Mesmo pequenos desequilíbrios entre a absorção e o transporte de água e a perda desta para a atmosfera podem causar déficits hídricos e o funcionamento ineficiente de inúmeros processos celulares. Portanto, equilibrar a absorção, o transporte e a perda de

água representa um importante desafio para as plantas terrestres.

Uma grande diferença entre células animais e vegetais, e que tem um impacto imenso sobre suas respectivas relações hídricas, é que as células vegetais têm paredes celulares. As paredes celulares permitem às células vegetais desenvolverem enormes pressões hidrostáticas internas, denominadas pressão de turgor. A pressão de turgor é essencial para muitos processos fisiológicos, incluindo expansão celular, abertura estomática, transporte no floema e vários processos de transporte através de membranas. A pressão de turgor também contribui para a rigidez e a estabilidade mecânica de tecidos vegetais não lignificados. Neste capítulo, considera-se de que forma a água se movimenta para dentro e para fora das células vegetais, enfatizando as suas propriedades moleculares e as forças físicas que influenciam seu movimento em nível celular.

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Editora Manole (4)
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2. A energia das águas represadas

VECCHIA, Rodnei Editora Manole PDF Criptografado

2

A energia das águas represadas

Nunca o homem inventará nada mais simples nem mais belo do que uma manifestação da natureza. Dada a causa, a natureza produz o efeito no modo mais breve em que pode ser produzido.

LEONARDO DA VINCI

A IDEIA DE QUE A HUMANIDADE CAMINHA RUMO A

níveis crescentes de bem-estar parece ser senso comum. Em sã consciência, ninguém é contrário ao desenvolvimento da sociedade. Mas ainda é raro construir qualquer projeto de desenvolvimento com objetivos claros, que contemplem e atendam, simultaneamente, os interesses econômicos, sociais, ambientais e culturais de uma comunidade. A exclusão social e a crise ambiental parecem não fazer parte da agenda de políticos e empresários.

O termo desenvolvimento deve ser entendido como mudança em favor de toda a sociedade, ou de sua maioria, e que promova avanços estruturais e qualitativos. Quaisquer projetos de desenvolvimento de uma comunidade devem priorizar serviços de qualidade em alimentação, educação, saúde, água, saneamento básico, transporte público e energia.

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4. Águas de Piraju – estudo de caso de uma nova usina hidrelétrica

VECCHIA, Rodnei Editora Manole PDF Criptografado

4

Águas de Piraju – estudo de caso de uma nova usina hidrelétrica

CIDADEZINHA QUALQUER

Um cachorro vai devagar

Casas entre bananeiras

Um burro vai devagar

mulheres entre laranjeiras

Devagar... as janelas olham

pomar amor cantar

Êta vida besta, meu Deus

Um homem vai devagar

CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

P I R A J U, N O M E O R I G I N Á R I O D E E X P R E S S Ã O G UA R A N I ,

significa peixe (pira) dourado (yu). Esse peixe, símbolo da cidade, tem seu habitat no límpido rio Paranapanema, maior patrimônio pirajuense. Os dados mais concretos do início do povoamento da região são registrados somente a partir de 1859, com a chegada da família Arruda, que se uniu às famílias Faustino e Graciano, as quais já habitavam a região. Essas famílias doaram um terreno para a criação do patrimônio denominado São Sebastião do Tijuco Preto.

Distante 330 km da capital do Estado de São Paulo, a sudoeste do Estado, a Estância Turística de Piraju tem clima temperado, suaves colinas e temperatura média de 21°C. Com cerca de 29 mil habitantes distribuídos em uma área de 505 km2, a cidade foi transformada em estância turística em 2002, entrando para um seleto grupo de 29 municípios do Estado.

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1. A força das águas

VECCHIA, Rodnei Editora Manole PDF Criptografado

1

A força das águas

Se as guerras do século XX foram motivadas pela exploração do petróleo, os conflitos do século XXI estarão centrados no controle dos recursos hídricos. Quem controla a água controla a vida.

BOAVENTURA DE SOUSA SANTOS, SOCIÓLOGO PORTUGUÊS

DIA 22 D E MA R ÇO É O D I A M U N DIAL DA ÁGUA . O BRASIL

tem o privilégio de ser uma das poucas regiões do mundo com enorme superávit desse bem, essencial à vida, que constitui cerca de 70% do corpo humano. Mais do que enaltecimentos vazios que se evaporam ao vento, esperam-se de todos ações concretas em defesa do ouro azul, cujo real valor perpassa aparentemente despercebido por entre milhares de mãos humanas.

Força motriz de toda a natureza – ou a única bebida para um homem sábio –, a água é uma dádiva indispensável à vida, essencial à manutenção da saúde e à garantia do bem-estar do ser humano. Para Tales de Mileto, esse elemento é o princípio de todas as coisas, e Guimarães Rosa dizia que a água de boa qualidade é como a saúde ou a liberdade: só tem valor quando acaba.

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3. Impactos provocados por usinas hidrelétricas

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Impactos provocados por usinas hidrelétricas

A água que não corre forma um pântano; a mente que não trabalha forma um tolo.

VICTOR HUGO

A S M Ú LT I P L A S F U N Ç Õ E S E C O L Ó G I C A S E O S S E RV I Ç O S

ambientais prestados, gratuitamente, por cursos d’água são inúmeros e valiosos. Um rio não é um simples canal de água, é um rico ecossistema moldado ao longo de milhões de anos, com ritmos próprios de composição e decomposição. Verdadeiros corredores de biodiversidade fornecem água, ar puro, alimentos, terras férteis, equilíbrio climático, fármacos animais e vegetais, recreação, turismo ecológico, entre outros tantos serviços.

Os sistemas hídricos propiciam também estocagem e limpeza de água, recarga do lençol freático, regulagem dos ciclos biogeoquímicos, estocagem de carbono e habitat para inúmeras espécies, endêmicas ou não. Fornecem ainda outros benefícios, como pesca, agricultura de subsistência, via de transporte e auxílio na pecuária extensiva. Mexer com essa diversidade ecossistêmica única, que propicia tantos serviços aos privilegiados que usufruem dessas benesses, provoca discórdias de difícil consenso.

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