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Medium 9788582714072

Capítulo 4 - Imagem em ginecologia

Eduardo Pandolfi Passos, José Geraldo Lopes Ramos, Sérgio H. Martins-Costa, José Antônio Magalhães, Carlos Henrique Menke, Fernando Freitas Artmed PDF Criptografado

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Imagem em ginecologia

José Antônio Magalhães

Daniela Vanessa Vettori

Ana Lúcia Letti Müller

Maria Teresa Pedrazzi Chaves

Os exames de imagem são solicitados pelos ginecologistas para auxiliar no diagnóstico e na definição de conduta a ser adotada na prática diária. A ultrassonografia (US) é uma das técnicas auxiliares de diagnóstico mais utilizadas em ginecologia. Neste capítulo, o exame ginecológico é sistematizado e o estudo ultrassonográfico é descrito, complementado pela possibilidade de técnicas diagnósticas adicionais. Em todo exame de imagem, devem constar o nome da paciente, a data de realização, o número de registro e o médico solicitante. Os médicos executores devem ser informados sobre o motivo da solicitação do exame e os resultados anteriores relacionados.

Aspectos técnicos do exame ultrassonográfico e indicações

A US ginecológica deve iniciar por via transabdominal, com a bexiga cheia até uma capacidade cômoda, o que permite investigar a pelve superior e o abdome, as grandes massas

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Medium 9788527735483

3 Anatomia e Fisiologia do Sistema Genital

Susan Scott Ricci Grupo Gen ePub Criptografado

PALAVRAS-CHAVE

Colo do útero

Endométrio

Estrogênio

Hormônio foliculoestimulante (FSH)

Hormônio luteinizante (LH)

Mamas

Menarca

Menstruação

Ovários

Ovulação

Pênis

Progesterona

Pudendo feminino (vulva)

Testículos

Tubas uterinas

Útero

Vagina

Após a conclusão do capítulo, o leitor será capaz de:

1. Comparar a estrutura e a função dos principais órgãos genitais femininos externos e internos.

2. Descrever as fases do ciclo menstrual, os principais hormônios envolvidos e as mudanças que ocorrem em cada fase.

3. Classificar as estruturas genitais masculinas externas e internas e a função de cada uma na regulação hormonal.

Linda, de 49 anos de idade, começou a menstruar quando tinha 12 anos. Seus ciclos menstruais sempre foram regulares, mas agora ela está apresentando ciclos irregulares, mais intensos e mais longos. Ela se pergunta se há algo errado ou se isso é normal.

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Medium 9788582714096

Capítulo 23 - Apresentação pélvica

Sérgio H. Martins-Costa, José Geraldo Lopes Ramos, José Antônio Magalhães, Eduardo Pandolfi Passos, Fernando Freitas Grupo A PDF Criptografado

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Apresentação pélvica

Fernando Freitas

Alíssia Cardoso da Silva

João Sabino Cunha Filho

Sérgio H. Martins-Costa

José Geraldo Lopes Ramos

A apresentação pélvica ocorre quando o feto entra com as nádegas ou os membros inferiores na pelve materna, apresentando-os ao canal de parto.1

A prevalência de fetos com apresentação pélvica é inversamente proporcional à idade gestacional, reduzindo à medida que se aproxima do termo, já que a versão espontânea para a apresentação cefálica é frequente. O formato piriforme do útero favorece o posicionamento do feto na cavidade uterina e explica a predominância das apresentações cefálicas nos fetos a termo, tentando acomodar o polo pélvico, mais volumoso e móvel, no fundo uterino, que

é mais amplo. Nos prematuros, a frequência da apresentação pélvica aumenta, pois nesse período o polo cefálico é maior.

Aproximadamente 30% dos fetos com menos de 28 semanas são pélvicos, reduzindo para 16% com 32 semanas de gestação e para

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Medium 9788527735483

1 Perspectivas sobre os Cuidados de Saúde Materno-Neonatal e da Mulher

Susan Scott Ricci Grupo Gen ePub Criptografado

PALAVRAS-CHAVE

Affordable Care Act (ACA)

Competência cultural

Cuidado centrado na família

Cultura

Doula

Enfermeiro obstetra Família

Gerenciamento de caso Mortalidade

Prática de enfermagem baseada em evidências

Taxa de mortalidade fetal

Taxa de mortalidade infantil

Taxa de mortalidade materna

Taxa de mortalidade neonatal

Termo de consentimento livre e informado

Após a conclusão do capítulo, o leitor será capaz de:

1. Caracterizar os principais marcos na evolução do parto nos EUA.

2. Delinear os principais componentes, conceitos e influências associados à conduta de enfermagem de mulheres e de suas famílias.

3. Comparar as definições anteriores de saúde e doença com as definições atuais.

4. Examinar os fatores que afetam a saúde materno-neonatal e da mulher.

5. Avaliar como a sociedade e a cultura influenciam a saúde das mulheres e de suas famílias.

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Medium 9788527735483

22 Conduta de Enfermagem para a Puérpera de Risco

Susan Scott Ricci Grupo Gen ePub Criptografado

PALAVRAS-CHAVE

Atonia uterina

Depressão pós-parto (DPP)

Hemorragia pós-parto (HPP)

Mastite

Metrite

Subinvolução

Após a conclusão do capítulo, o leitor será capaz de:

1. Examinar as principais condições que colocam a puérpera em risco.

2. Analisar os fatores de risco, a avaliação, as medidas preventivas e a conduta de enfermagem para complicações pós-parto comuns.

3. Diferenciar as causas de hemorragia pós-parto com base nos mecanismos fisiopatológicos subjacentes.

4. Delinear o papel do enfermeiro na avaliação e no manejo do cuidado da puérpera com condição tromboembólica.

5. Caracterizar a conduta de enfermagem para a mulher que desenvolve infecção pós-parto.

6. Comparar e contrastar pelo menos dois transtornos da afetividade que podem ocorrer nas mulheres após o parto, descrevendo a conduta terapêutica específica para cada um.

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