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Capítulo 98 - Aterosclerose Obliterante Periférica | Epidemiologia, Fisiopatologia, Quadro Clínico e Diagnóstico

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Capítulo 98

Aterosclerose

Obliterante

Periférica |

Epidemiologia,

Fisiopatologia,

Quadro Clínico e

Diagnóstico

Rafael Elias Farres Pimenta, Francisco Humberto de

Abreu Maffei, Jamil Victor de Oliveira Mariúba e

Sidnei Lastória

Introdução

A aterosclerose é uma doença inflamatória multifatorial da parede de vasos de médio e grande calibres. Considerada a principal causa de mortalidade em países industrializados, a aterosclerose tem apresentado aumento da incidência em paí‑ ses em desenvolvimento,¹ acometendo a cada dia indivíduos mais jovens, ainda que seja uma doença subdiagnosticada, subtratada e mal compreendida pela comunidade médica.2‑5

Apesar de amplamente estudada em seus diferentes aspec‑ tos, a aterosclerose ainda não tem sua etiopatogenia perfeita‑ mente estabelecida. Em virtude disso, não há terapêutica espe‑ cífica e o tratamento em geral é dirigido a suas complicações. A sua prevenção começa a se tornar uma realidade, pelo melhor conhecimento dos fatores de risco e interferência sobre eles.

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Capítulo 97 - Patogenia e Fisiopatologia da Aterosclerose

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Seção B

Doença Arterial Obstrutiva Crônica

Capítulo 97

Patogenia e

Fisiopatologia da Aterosclerose

Ana Paula Marte Chacra e Raul Dias dos Santos Filho

Introdução

A aterosclerose é uma doença imunoinflamatória e fibro‑ proliferativa, modulada pela presença de fatores de risco.

Acomete primariamente a íntima das artérias de médio e grande calibres, resultando em espessamento intimal, estrei‑ tamento da luz e redução do fluxo de sangue para os tecidos.

Placas de aterosclerose apresentam dois componentes princi‑ pais: um rico em lipídios, de consistência amolecida, e outro rico em colágeno, de consistência firme. As alterações de fluxo arterial vão depender da presença do remodelamento posi‑ tivo da camada média, que atenua o grau de obstrução, ou do remodelamento negativo, que acentua a obstrução da luz do vaso. O aumento da vasoconstrição e diminuição da capaci‑ dade vasodilatadora do endotélio podem acrescentar um com‑ ponente dinâmico à regulação do fluxo sanguíneo.1

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Capítulo 108 - Doenças Cística das Artérias

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Capítulo 108

Doença Cística das Artérias

Vito Castiglia

Introdução

A doen­ça cística das artérias (DCA) caracteriza‑se pela presença de cistos, geralmente multiloculados, si­tua­dos no interior da parede arterial. Os cistos, preenchidos por subs‑ tância gelatinosa e viscosa, podem comprometer a adventícia e a camada média das artérias e, pela pressão existente em seu interior, ocasionam estenose ou oclusão da artéria afetada. A

DCA também é chamada de degeneração cística da adventí‑ cia,1–6 doen­ça cística da adventícia,7–16 cisto coloide da adven‑ tícia,17 doen­ça cística mucinosa da parede arterial,18 cisto de adventícia da artéria poplítea,19,20 pseudocisto subadventicial,21 além de outras denominações.22–29 Tanto a designação degene‑ ração cística da adventícia, como doen­ça ou cisto de adventí‑ cia, são nomes restritos e não englobam todos os casos, pois há ocasiões em que os cistos se situam na face externa da camada média da artéria.17,26,28 Denominações mais abrangentes, tais como degeneração ou doen­ça cística da parede arterial, ou ainda degeneração ou doen­ça cística da artéria poplítea, por exemplo, seriam mais apropriadas.30,31

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Capítulo 105 - Aplicações Terapêuticas das Fístulas Arteriovenosas

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Capítulo 105

Aplicações

Terapêuticas das Fístulas

Arteriovenosas

a

v

a

Mariangela Giannini e Marcone Lima Sobreira

Introdução

Figura 105.1 Representação esquemática do emprego de fístula arte‑ riovenosa nas restaurações vasculares com revascularização retrógrada.

O aumento do fluxo sanguíneo na artéria e nas veias proxi‑ mais é uma característica marcante das fístulas arteriovenosas

(FAV), a qual tem proporcionado várias aplicações terapêu‑ ticas, como FAV para hemodiálises, FAV coadjuvantes nas restaurações arteriais e venosas. Como foi visto no Capítulo

17, a reversão do fluxo sanguíneo na veia distal pode eventu‑ almente ocorrer, e essa característica tem suscitado a aplicação de FAV na tentativa de restauração do fluxo sanguíneo para uma extremidade por reversão do fluxo sanguíneo na veia.

Neste capítulo serão abordadas as principais aplicações terapêuticas das FAV, com exceção das FAV para hemodiálise

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Capítulo 7 - Anatomia Clinicocirúrgica do Sistema Linfático dos Membros

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Capítulo 7

Anatomia

Clinicocirúrgica do Sistema

Linfático dos

Membros

Alfredo Luiz Jacomo, Mauro Figueiredo Carvalho de

Andrade e Flávia Emi Akamatsu

Introdução

A linfa formada nos tecidos é transportada pelo sistema linfático em um único sentido, indo dos diferentes órgãos até a base do pescoço, onde os grandes troncos linfáticos, denominados ducto linfático e ducto torácico, desembocam na confluência jugulossubclávia à direita e à esquerda, res‑ pectivamente. O sistema v­ ascular linfático apresenta diver‑ sas características anatômicas que o diferenciam do sistema

­vascular sanguí­neo.1 Enquanto o sistema sanguí­neo forma um círculo fechado, tanto na circulação sistêmica quanto na pulmonar, bombeado pelo coração, o linfático é um sis‑ tema de fluxo unidirecional, semicircular e aberto e sem uma bomba impulsora, não sendo possível, portanto, denominar o sistema linfático de circulatório, sendo transporte linfático o termo mais adequado.

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