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1 - Processo de Avaliação Nutricional

RIBEIRO, Sandra Maria Lima; MELO, Camila Maria de; TIRAPEGUI, Julio Grupo Gen PDF Criptografado

1

Processo de Avaliação

Nutricional

Sandra Maria Lima Ribeiro

Processo de avaliação nutricional

• Dados demográficos: sexo, idade, dados de moradia e

A avaliação nutricional faz parte do processo de atendimento ou assistência nutricional a indivíduos, grupos ou populações. Esse processo pode ser generalizado de acordo com o esquema do Quadro 1.1.

Todo o processo de intervenção ou atenção nutricional inicia com a avaliação. A partir da avaliação nutricional é dado todo o direcionamento posterior. A ingestão de alimentos, em primeira instância, determina a sequência de eventos que culmina nas respostas à saúde. A Figura 1.1 aborda os principais fatores primariamente relacionados com a alimentação, com implicação no estado nutricional.

Para responder as etapas de avaliação e diagnóstico, alguns métodos e técnicas devem ser considerados e compreendidos.

• Informações sobre saúde: doenças existentes ou preexis-

Métodos de avaliação do estado nutricional

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Medium 9788527732895

16 - Avaliação Clínica e Laboratorial da Função Renal

RIELLA, Miguel Carlos Grupo Gen PDF Criptografado

16

Avaliação Clínica e Laboratorial da

Função Renal

Miguel Carlos Riella  •  Leonardo Vidal Riella  •  Cristian Vidal Riella  •  Daltro Zunino

INTRODUÇÃO

O diagnóstico de uma enfermidade do aparelho urinário depende dos dados subjetivos fornecidos pelo paciente, da história clínica e dos dados objetivos obtidos por meio do exame físico e de testes laboratoriais.

DADOS SUBJETIVOS

Alterações na micção

Uma pessoa saudável urina a cada 4 a 6 h durante o dia e, normalmente, não o faz à noite. Entre as alterações miccionais mais importantes, destacam-se:

• Polaciúria: aumento da frequência miccional, com elimina-

ção de pequenos volumes de urina. Trata-se de um sintoma de irritação vesical

• Urgência miccional: sensação de necessidade impreterível de urinar

• Disúria: dor, ardência ou desconforto à micção. Frequentemente, os sintomas de urgência miccional, disúria e polaciúria ocorrem juntos e são secundários a processos inflamatórios da bexiga, da próstata ou da uretra1

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Medium 9788527722865

2 - Entrevista e Diálogo Terapêutico

JENSEN, Sharon Grupo Gen PDF Criptografado

2

Entrevista e Diá­logo

Terapêutico

O b j e t i v o s

d o

a p r e n d i z a d o

1 Identificar a importância da comunicação não verbal

2 Descrever como as enfermeiras usam escuta ativa, reafirmação,

reflexão, elaboração, silêncio, focalização, esclarecimento e síntese na comunicação verbal

3 Reconhecer as perdas que resultam das respostas não terapêuticas

4 Diferenciar as fases de pré-interação, iniciação, trabalho e fechamento do processo de entrevista

5 Reconhecer técnicas especiais de comunicação que as enfermeiras podem usar ao assistir recém-nascidos e lactentes, crianças, adolescentes e idosos

6 Identificar técnicas úteis ao assistir clientes em situações especiais:

comprometimento auditivo, nível de consciên­cia reduzido, comprometimento cognitivo, doen­ça psiquiá­trica, ansiedade, choro, raiva, uso de drogas ilícitas/medicamentos psicoativos, problemas pessoais e insinuação sexual

C

arlos, um homem branco de 36 anos de idade, mora em um abrigo comunitário.

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Medium 9788520432129

13. História oral

Taka Oguisso; Paulo Fernando de Souza Campos; Genival Fernandes de Freitas Editora Manole PDF Criptografado

História oral

13

Luciana Barizon Luchesi

Gertrudes Teixeira Lopes

Palavras-chave  Enfermagem; história; história oral; história da enfermagem.

Estrutura dos tópicos  Introdução. A história oral como produtora de conhecimentos. História oral como fonte de pesquisas. Metodologias utilizadas em história oral. Escolha dos entrevistados. A entrevista na história oral. Transcrição das entrevistas e armazenamento. Aspectos éticos na pesquisa em história oral. A produção de enfermagem, utilizando a história oral, no Brasil. Considerações finais.

Referências bibliográficas.

Introdução

A história oral, como método de aproximação ao objeto de estudo, existe desde a época de Heródoto e Tucídides, historiadores gregos, que lançavam mão de relatos e depoimentos para construírem suas narrativas históricas a respeito de acontecimentos passados1. Assim, é comum dizer que a história oral é tão antiga quanto a própria história, uma vez que a história, antes de ser escrita, passou pela oralidade. Meihy2, reportando-se

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Medium 9788527731645

32 - Identificação de Endoparasitos

MONTEIRO, Silvia Gonzalez Grupo Gen PDF Criptografado

Identificação de

Endoparasitos

32

Silvia Gonzalez Monteiro

Introdução

Este capítulo é dedicado à identificação de ovos, cistos, oocistos e larvas de parasitos. São abordados os principais helmintos e protozoá­rios parasitos de cães, gatos, ruminantes, equinos, suí­ nos e aves.

Principais parasitos de cães e gatos

Trichuris vulpis | Nematoda (Figura 32.1)

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Hospedeiros: cães

Ovos de parede espessa e casca lisa, com dois opérculos transparentes nos polos

Tamanho médio: 75 a 90  mm de comprimento × 32 a

40 mm de largura

No interior do ovo, há um conteú­do granular não seg­ mentado.

Capillaria spp. | Nematoda (Figura 32.2)

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Hospedeiros:

Capillaria feliscati: urina de gato

C. plica: urina de cão

C. aerophilla: fezes de cães e gatos

Ovo de cor amarelada ou amarronzada, de formato oval, com dois opérculos transparentes nas extremidades

Tamanho médio: 60 a 72  mm de comprimento × 30 a

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