Roca (32)
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Capítulo 1 Introdução à Semiologia

FEITOSA, Francisco Leydson F. ROCA PDF Criptografado

1

Introdução à

Semiologia

Francisco Leydson F. Feitosa

Introdução

A constante correlação entre as informações obtidas por anam­ne­se e exame físico meticuloso conduz, inva‑ riavelmente, à elaboração de hipóteses diagnósticas, tor‑ nando o dia a dia da prática médica um dos exercícios mentais mais estimulantes. Desse modo, a rotina clínica diá­ria é essencialmente uma atividade que depende da habilidade e do raciocínio, sendo, cada diagnóstico, um desafio, um problema a ser solucionado. A semiologia

é a parte da medicina que estuda os métodos de exame clínico, pesquisa os sintomas e os interpreta, reunindo, assim, os elementos necessários para construir o diag‑ nóstico e presumir a evolução da enfermidade. A palavra semiologia provém do grego, sēmeîon (sintomas/sinais) e logía (ciên­cia/estudo).

Subdivisão da semiologia

As pessoas se esquecem do que ouvem; lembram‑se do que leem; porém, só aprendem, de fato, aquilo que fazem.

(Adão Roberto da Silva)

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Capítulo 8 Semiologia do Sistema Respiratório

FEITOSA, Francisco Leydson F. ROCA PDF Criptografado

8

Semiologia do

Sistema Respiratório

Seção A | Semiologia do Sistema

Respiratório de Grandes Animais

Roberto Calderon Gonçalves, Francisco Leydson F. Feitosa

Seção B | Semiologia do Sistema

Respiratório de Pequenos Animais

Wagner Luis Ferreira

A vida é tão passageira... Tão frágil. Cada respiração pode ser a última.

(Coringa Quinn)

Seção A

Semiologia do Sistema Respiratório de Grandes Animais

Introdução

O sistema respiratório é capaz de desenvolver várias funções no organismo animal. A mais importante delas está relacionada com as trocas gasosas, por meio das quais são rea­li­zadas a oxigenação sanguí­nea e a liberação de gás carbônico nos alvéo­los pulmonares. A troca gasosa é cha­ mada de hematose, e, para que ocorra, é necessária a apro­ ximação do ar inalado com o sangue na barreira alveo­ locapilar. Outras funções do sistema respiratório são: (1) manutenção do equilíbrio acidobásico; (2) atuação como um dos reservatórios sanguí­neos do organismo; (3) filtra­

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Capítulo 9 Sistema Reprodutor

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9

Sistema Reprodutor

Seção A | Semiologia do Sistema

Reprodutor Feminino

Nereu Carlos Prestes

Seção B | Semiologia da Glândula

Mamária de Éguas, Cadelas e Gatas

Francisco Leydson F. Feitosa

Seção C | Semiologia da Glândula

Mamária de Ruminantes

Eduardo Harry Birgel

Seção D | Semiologia do Sistema

Reprodutor Masculino

Alicio Martins Júnior, Francisco Leydson F. Feitosa

Cada parto é um parto.

(Paul Claudel)

Feitosa 09.indd 287

Seção A

Semiologia do Sistema

Reprodutor Feminino

Anatomia geral básica

O sistema reprodutivo das fêmeas é formado por ovários, ovidutos, cornos e corpo uterino, cerviz, vagina, vestíbulo e vulva. As estruturas internas são sustentadas pelo ligamento largo: mesovário que sustenta o ovário; mesossalpinge que ancora o oviduto e mesométrio, que mantém o útero. Nervos autônomos inervam o ovário, o oviduto e o útero, enquanto as fibras sensitivas e parassimpáticas do nervo pudendo atendem vagina, vulva e clitóris. Embriologicamente, os ductos de Müller fundem‑se na porção caudal para origi‑ nar o útero, a cerviz e a porção anterior do canal vaginal. O oviduto torna‑se sinuoso, adquirindo epitélio diferenciado e fimbrias pouco antes do nascimento.

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Capítulo 13 Semiologia da Pele

FEITOSA, Francisco Leydson F. ROCA PDF Criptografado

13

Semiologia da Pele

Ronaldo Lucas

O homem é o único animal que se ruboriza.

O pior é que tem motivos.

(Mark Twain)

Introdução

A pele é o maior órgão de um organismo – aquele que determina as formas, dá características às raças e man‑ tém o recobrimento piloso, tão nobre em algumas espé‑ cies que, por décadas, e ainda hoje, queremos usá‑las ou imitá‑las como vestimenta.

Trata‑se da barreira anatômica e fisiológica entre o organismo e o meio ambiente, promovendo proteção con‑ tra lesões físicas, quí­micas e microbiológicas. É sensível ao calor, ao frio, à dor, ao prurido e à pressão.

Justamente por ser um órgão tão exposto, o tegumento sofre várias agressões, refletindo na casuí­stica das clínicas e dos hospitais veterinários grande parte do atendimento destinado a casos de dermatologia. Dependendo do autor consultado, estima‑se que os casos de dermatologia em medicina veterinária, mormente na clínica de pequenos animais, representem 30 a 75% de todos os atendimentos, quer como queixa principal, quer secundária. Em nosso território, os levantamentos são escassos, porém aque‑ les pouco rea­li­zados revelam resultados semelhantes aos estrangeiros.

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Capítulo 6 Sistema Digestório

FEITOSA, Francisco Leydson F. ROCA PDF Criptografado

6

Sistema Digestório

Seção A | Considerações Preliminares

Francisco Leydson F. Feitosa

Seção B | Semiologia do Sistema

Digestório de Ruminantes

Francisco Leydson F. Feitosa

Seção C | Semiologia do Sistema

Digestório de Equinos

Luiz Cláudio Nogueira Mendes, Juliana Regina Peiró

Seção D | Semiologia do Sistema

Digestório de Cães e Gatos

Flávia Toledo, Pedro Luiz de Camargo

O pouco que sei devo‑o a minha ignorância.

(Sacha Guitry)

Seção A

Considerações Preliminares

Introdução

Aparelho ou sistema digestório é o nome dado ao conjunto de órgãos responsáveis pela captação, digestão e absorção de substâncias nutritivas. É constituí­do de um tubo digestivo (boca, esôfago, estômago – pré‑estô‑ magos e abomaso, em animais ruminantes –, alças intestinais, reto e ânus) e de órgãos anexos (glândulas salivares, pân­creas, fígado e ve­sícula biliar). A maior cavidade corporal é a abdominal, in­ter­me­diá­ria entre a torácica e a pélvica, separada anteriormente pelo dia‑ fragma e, em sentido caudal, pelas estruturas que cons‑ tituem a pelve.

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Manole (44)
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1. Aprendizagem motora – implicações para a reabilitação neurológica

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

1

Aprendizagem motora – implicações para a reabilitação neurológica

Camila Torriani-Pasin

INTRODUÇÃO

A aplicação de conhecimentos acadêmico-científicos na intervenção é necessária para consolidar as profissões academicamente orientadas (Tani, 2008) e para garantir a elas uma identidade profissional. Todavia, é importante reconhecer que, especialmente naquelas profissões ainda incipientes, não se pode esperar a existência de um corpo de conhecimentos organizado e robusto que respalde métodos, programas e procedimentos de intervenção profissional de uma forma abrangente.

A fisioterapia, que receberá maior foco de atenção neste capítulo, e outras profissões irmãs da reabilitação, tais como fonoaudiologia e terapia ocupacional, são áreas de intervenção recentes em comparação às mais tradicionais, como a medicina. Tal fato implica uma atuação profissional na qual os conhecimentos adquiridos pela experiência clínica dos terapeutas ainda ocupe um lugar de destaque nos procedimentos terapêuticos selecionados pelos profissionais. Assim, conforme descreve Sackett et al. (2003), o estreitamento entre a ciência e a prática clínica baseado na tríade composta pelo conjunto de evidência científica, experiência do profissional e preferência do paciente deve ser o caminho para a consolidação de uma profissão orientada academicamente.

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2. Considerações clínicas na reabilitação do paciente com acidente vascular encefálico

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

2

Considerações clínicas na reabilitação do paciente com acidente vascular encefálico

Milene S. Ferreira

“O corpo é a unidade máxima de representação do ser humano e por isso adquire importância para toda vida e cultura. Para viver é necessária a mediação do corpo, que é o primeiro dos objetos culturais, o portador dos comportamentos. Vive-se com o corpo. Toda percepção exterior é imediatamente sinônima de certa percepção do corpo, como toda percepção do corpo se explicita na linguagem da percepção exterior.”

(Merleau-Ponty, 1971)

INTRODUÇÃO

O acidente vascular encefálico (AVE) é caracterizado por um déficit neurológico súbito causado após uma perda não traumática resultante de uma oclusão ou ruptura de um vaso sanguíneo cerebral.

Pode ser de etiologia aterosclerótica ou tromboembólica, e os fatores de risco ainda estão em fase de estudo. Além dos fatores de risco já conhecidos, como hipertensão, diabetes melito, dislipidemias, tabagismo, etilismo, obesidade, arritmias, idade, raça negra, história familiar, ataque isquêmico transitório, trombofilias e sedentarismo, outros vêm sendo associados à ocorrência do AVE, como fatores ambientais (como poluição) e emocionais (como depressão). Aproximadamente 80% dos eventos vasculares cerebrais são isquêmicos e o restante é considerado hemorrágico.

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3. Paraplegias

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

3

Paraplegias

Sandra Tripodi

Fernanda Moraes Rocco

ANATOMIA

A coluna vertebral é o eixo ósseo do corpo constituído por 33 vértebras, divididas em regiões: 7 cervicais, 12 torácicas, 5 lombares, 5 sacrais e 4 coccígeas. A sequência de forames vertebrais determina o canal vertebral, por onde passa a medula espinhal.

Os 31 pares de nervos espinhais estão ligados à medula, e há correspondência com as vértebras através dos forames intervertebrais. A função da coluna vertebral é dar suporte, estabilidade, mobilidade e proteção à medula.

A medula espinhal é uma massa cilindroide de tecido nervoso dentro do canal vertebral e mede aproximadamente 45 cm. Seu limite cranial é o bulbo (no nível do forame magno do osso occipital), e seu limite caudal geralmente está no nível da vértebra L2. A medula termina afilando-se para formar o cone medular.

O cone medular é a porção terminal da medula, compreende os segmentos S2/

S3/S4/S5, corresponde ao corpo da segunda vértebra lombar (L2) e é responsável pela inervação dos músculos do períneo e pela sensibilidade cutânea da região sacrococcígea, do ânus, do períneo e dos órgãos genitais. No cone medular, localizam-se os centros de inervação da bexiga e do reto.

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20. Manuseio e adequação de atividades funcionais (MAAF): proposta de tratamento fisioterapêutico na paralisia cerebral

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

20

Manuseio e adequação de atividades funcionais (MAAF): proposta de tratamento fisioterapêutico na paralisia cerebral

Carlos Bandeira de Mello Monteiro

Para muitos, quando se pensa em movimentos corporais, logo vem à mente a figura de indivíduos altamente habilidosos realizando atividades motoras de forma excepcional, como profissionais da dança e do esporte. Todavia, a característica mais marcante do movimentar-se humano não é sua excepcionalidade, mas sua ubiquidade (Dantas e Manoel, 2009).

Indivíduos sem alterações da postura e movimento apresentam capacidade para diferentes atividades e adequado desempenho na participação de tarefas vitais do dia a dia, sem qualquer limitação ou restrição. Segundo a taxonomia proposta pela

Organização Mundial da Saúde (OMS) por meio da Classificação Internacional de

Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF, 2003), essas atividades e participações são desde funções na mobilidade, como mudar a posição do corpo, sentar, levantar, transferir, puxar e empurrar, até funções em cuidado pessoal, como lavar e secar partes do corpo, vestir-se, calçar-se etc. Sendo importante destacar que, ao conseguir rea­lizar movimentos funcionais, o indivíduo tem facilitadas funções de vida doméstica, relações interpessoais, vida comunitária, social e cívica.

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30. Treino de marcha

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

30

Treino de marcha

Heloise Cazangi Borges

Introdução

A marcha é definida como uma sequência repetitiva de movimentos dos membros para avançar o corpo adiante de forma segura e com gasto mínimo de energia. A reconquista dessa habilidade é essencial em diferentes tarefas do dia a dia e incorpora a versatilidade de ir de um lugar a outro com diferentes superfícies, como do quarto ao banheiro, atravessar ruas em um tempo adequado, fazer compras etc.

A diminuição da habilidade de deambulação é um dos problemas funcionais mais comuns na população com disfunção neurológica, entretanto as alterações que podem levar à perda de tal habilidade variam de acordo com o tipo, o local e a extensão do dano neurológico. Na literatura, há diferentes formas de classificar as disfunções da marcha, no entanto existe pouca concordância entre tais sistemas. De forma geral, os pacientes com disfunções neurológicas demonstram deficiências na marcha relacionadas a comprometimentos dos sistemas motor, sensorial, perceptual e/ou cognitivo.

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Grupo Gen (12127)
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Medium 9788527703567

Sugestões para Usar o Livro em Cursos de Epidemiologia

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SUGESTÕES PARA USAR O LIVRO EM CURSOS DE EPIDEMIOLOGIA

Este livro foi escrito para ser utilizado em cursos de graduação e pós-graduação, e mesmo fora de salas de aula.

Em cursos formais de epidemiologia, o material pode ser coberto em apenas um semestre letivo. Nos casos em que for mais conveniente desenvolvê-lo em tempo maior, a divisão do texto, em duas partes, a serem ministradas em dois semestres, pode ser a seguinte:

Caps. 1 a 11

Cap. 12 (as Seções I a V) Caps. 20 a 24

Caps. 12 a 19

O material desta 2a parte é particularmente útil para os alunos na fase final dos cursos de graduação.

Pode ser conveniente iniciar o curso com uma recordação da matéria (Caps. 1 e 2) e incluir, ao final, os capítulos de aplicação dos métodos, a saber:

Cap. 20: Seção III ao fim

Cap. 21: Seção III

Cap. 22: Seção III ao fim

Cap. 24: todo ele

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20 Doenças Infecciosas

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Capítulo 20

DOENÇAS INFECCIOSAS

    I. Considerações gerais

A. Progressos alcançados e situação atual

B. Terminologia

C. Etiologia

D. Curso da doença no organismo humano

   II. Medidas de prevenção e controle

A. Medidas gerais

B. Medidas específicas

  III. Quantificação do problema das doenças infecciosas na coletividade

A. Mortalidade por doenças infecciosas

B. Morbidade por doenças infecciosas

  IV. Estudos analíticos de observação

A. Estudos de coorte

B. Estudos de caso-controle

   V. Estudos de intervenção

A. Estudos randomizados

B. Estudos não-randomizados

C. Avaliação de programas de controle

  VI. Comentário final

Questionário

Exercícios e leitura complementar

Glossário de doenças infecciosas

Referências bibliográficas

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10 Variáveis Relativas ao Lugar

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Capítulo 10

VARIÁVEIS RELATIVAS AO LUGAR

  I. Considerações gerais

A. Usos

B. Fontes de dados e unidades de observação

C. Técnicas cartográficas

D. Sistemas de informação geográfica

 II. Principais tipos de comparação geográfica

A. Comparações internacionais

B. Comparações nacionais

C. Comparações de áreas urbanas e rurais

D. Comparações locais

III. Mobilidade da população e saúde

A. Mobilidade da população e saúde no Brasil

B. Tipologia e determinantes das migrações

C. Urbanização

D. Migração estacional

E. Migração internacional

F. Focos naturais de infecção

G. Disseminação das doenças

IV. Interpretação de variações geográficas

A. Conduta na interpretação dos resultados

B. Estudo especial de migrantes

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Glossário Geral de Termos

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GLOSSÁRIO GERAL DE TERMOS

ACURÁCIA: o mesmo que acuidade ou validade de um teste diagnóstico.

ADESÃO (ou aderência): em conformidade com as instruções. Por exemplo, um passo intermediário na avaliação de qualquer intervenção consiste em comprovar se realmente a intervenção foi executada nos moldes propostos; ou seja, se os participantes seguiram as recomendações na forma como foram prescritas.

ALEATÓRIO: escolhido ao acaso; o mesmo que casual; diz-se da escolha, ao acaso, das unidades que deverão compor uma amostra.

ALEATORIZAÇÃO: o mesmo que casualização e randomização (ver esta).

ALFA: nível de significância estatística; ver erro do tipo I.

AMOSTRA: subconjunto da população. Pode ser de conveniência (nãoaleatória) ou aleatória.

AMOSTRA ALEATÓRIA: composta ao acaso; as leis do acaso (de probabilidades) operam em tais circunstâncias para torná-la representativa da população. Tipos principais de amostra: aleatória simples, sistemática, estratificada e por conglomerados.

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19 Interpretação da Relação Causal

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Capítulo 19

INTERPRETAÇÃO DA RELAÇÃO CAUSAL

    I. Considerações gerais

A. Causalidade

B. Classificação das causas

   II. Associação e causalidade

A. Tipos de associação de eventos

B. Determinação da causalidade

C. Etapas na elucidação da relação causal

D. Elos intermediários entre causa e efeito

E. Esquema para a interpretação de relação causal

  III. A questão do método

A. Relatividade das situações

B. Ensaio randomizado: o melhor método

C. Alternativas para o ensaio randomizado

D. Ordem hierárquica dos métodos

  IV. A questão dos critérios de julgamento causal

A. Histórico sobre a interpretação de uma relação causal

B. Critérios para julgar causalidade

1. Seqüência cronológica

2. Força da associação

3. Relação dose-resposta

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Grupo A (61)
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Caso 24 - Tendinopatia patelar

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Tendinopatia patelar

Luke T. O’Brien

Thomas J. Olson

CASO 24

Um jogador de basquete de 17 anos foi encaminhado à fisioterapia por seu médico de família, para avaliação e tratamento de dor na parte anterior do joelho. Sua dor foi intermitente ao longo do último verão. Entretanto, desde o começo da temporada esportiva escolar do outono, a dor tem aumentado de intensidade e se tornou constante. A dor agora está limitando sua capacidade de treinar e jogar, bem como de subir e descer escadas e de ficar em pé após períodos longos sentado. O treinador disse que ele tem “joelho de saltador” e que deveria “arranjar uma bandagem e ficaria bem.” Radiografias simples não revelaram anormalidades ósseas, embora suas placas epifisárias tibiais e femorais estejam quase completamente ossificadas. Além disso, a história de saúde do paciente não apresenta outros problemas notáveis. Os sinais e sintomas são compatíveis com tendinopatia patelar. O paciente tem esperança de completar sua temporada de basquete e de estar pronto para o jogo na primavera.

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Caso 14 - Dor lombar: manipulação

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Dor lombar: manipulação

Carl DeRosa

CASO 14

Um homem de 52 anos procurou, por conta própria, uma clínica de fisioterapia para avaliar e tratar dor lombar (DL). Ele relata que tem tido surtos recorrentes de dor lombar nos últimos 12 meses e, na maior parte desses episódios, a dor tende a sumir por si só. Ocasionalmente, precisava procurar o médico da família devido aos episódios que não passavam. Na maioria das vezes, davam-lhe medicação anti-inflamatória não esteroide e um pequeno folheto com descrições de exercícios para a lombar. Ele estava percebendo que as exacerbações da dor agora duravam mais, e os surtos pareciam mais frequentes. O episódio de dor nas costas mais recente acontecera sete dias antes da visita à clínica. Ele é professor universitário e quer evitar que o episódio atual o impeça de trabalhar, como aconteceu em várias outras vezes.

 Quais

são as perguntas-chaves para esclarecer as queixas do paciente e obter orientação para o exame?

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Caso 30 - Fratura por estresse da tíbia

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Fratura por estresse da tíbia

Michael D. Rosenthal

Shane A. Vath

CASO 30

Um bombeiro sem experiência prévia em corridas planeja participar de uma maratona que ocorrerá em sete meses. Ele tem 28 semanas para treinar, de modo que começa a correr 1,5 km em dias alternados. Adiciona 1,5 km semanalmente, para garantir que será capaz de progredir sua distância de corrida para 40 km em tempo para a maratona. Depois de três semanas de corrida, percebeu dor na parte medial da canela, que ocorria perto do fim de suas corridas ou durante seu período de caminhada para recuperação. Após o paciente se sentar e descansar por poucas horas, a dor na perna se dissipava e não estava presente ao despertar ou durante o próximo dia. Ele continuou seu treinamento, o que resultou em um aumento gradual e início mais precoce da dor. O paciente sentia dor na perna ao começar as corridas, que melhorava com a continuação do exercício. Ignorou a dor e continuou seu programa de corrida. Após seis semanas de treinamento, sua dor na perna ocorria no início das corridas e não mais cessava com a continuação. Ele começou a tomar medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), que possibilitaram completar mais uma semana de treinamento doloroso. Entretanto, a dor aumentou com a continuação das corridas, apesar do uso de AINEs. O paciente agora tem dor na perna em repouso, que aumenta ao se levantar e em atividades de deambular. Depois de se sentar por período prolongado, os sintomas melhoravam, mas permaneciam presentes. O paciente ficou frustrado e preocupado com sua capacidade para correr na maratona local, de modo que procurou por conta própria uma clínica ambulatorial de fisioterapia para avaliação e tratamento. No momento da avaliação, o paciente relatou não ter corrido nos dois dias anteriores. Enquanto ele estava em pé na sala de espera e andando no consultório do fisioterapeuta, sua marcha era notavelmente antálgica, com uma inclinação exagerada para o lado mais envolvido. Os testes de força e amplitude de movimentos (ADMs), assim como a inspeção visual foram todos normais. Dor difusa na parte medial da tíbia foi reproduzida com os testes de ADM e de força. O achado mais significativo no exame foi dor à palpação localizada, de cerca de 2 cm de comprimento, ao longo da parte medial da tíbia (maior no lado direito que no esquerdo). A dor à palpação localizava-se na junção do terço médio com o distal das tíbias.

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Caso 11 - Epicondilalgia lateral

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Epicondilalgia lateral

R. Barry Dale

CASO 11

Um carpinteiro de 44 anos foi encaminhado ao fisioterapeuta com diagnóstico de dor no cotovelo lateral direito. Ele é destro e relata que “trabalhou com as mãos a vida toda”. Nos últimos seis meses, a dor “vai e volta”, mas aumentou muito, durante o trabalho, há duas semanas. Não há nada notável na história médica do paciente, exceto uma pré-hipertensão e o fato de ter parado de fumar recentemente, há oito meses (fumava ¼ de maço por dia, durante mais de 20 anos). Além disso, caiu de uma escada quatro anos atrás, sofreu uma lesão no pescoço e foi tratado com repouso, colar cervical e massagem.

Radiografias recentes do cotovelo e do ombro deram negativas para patologias

óbvias; entretanto, a coluna cervical apresentou mudanças consistentes com degeneração leve nas articulações apofisárias de C6 e C7. O paciente começou a tomar medicação anti-inflamatória não esteroide há seis dias. Você foi solicitado para avaliar e tratar o paciente, durante quatro semanas, antes da consulta de acompanhamento com o médico ortopedista. As queixas atuais do paciente são dor no cotovelo direito e fraqueza na preensão ativa, na extensão do punho e na supinação do antebraço. A dor e a fraqueza limitam a sua habilidade no trabalho de carpinteiro. O objetivo do paciente é voltar ao trabalho o mais rápido possível.

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Caso 10 - Tumor na medula espinal torácica

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Tumor na medula espinal torácica

Johanna Gabbard

CASO 10

Uma mulher ativa, com 47 anos, foi encaminhada à fisioterapia com um histórico de seis semanas de dor torácica interescapular no lado direito e rigidez no pescoço de surgimento insidioso. Ela achava que o aumento da intensidade dos sintomas poderia estar relacionado ao aumento recente da intensidade do seu programa de treinamento com pesos. A dor estava piorando e era difícil encontrar uma posição confortável à noite, embora, depois de certo esforço ajustando os travesseiros, por fim, acabasse adormecendo. Nos últimos três meses, a paciente perdeu 9,6 kg e atribuiu essa perda a um programa planejado de dieta e exercícios iniciado seis meses antes. O resultado do exame neurológico inicial foi normal, os sinais e os sintomas eram consistentes com um distúrbio musculoesquelético. O fisioterapeuta forneceu terapia manual e prescreveu exercícios terapêuticos direcionados às colunas cervical e torácica, em duas sessões, ao longo de sete dias. Na terceira visita ao fisioterapeuta, os sintomas nas costas continuavam os mesmos, e a paciente estava sentindo as pernas “pesadas”. Relatou também dificuldade para subir escadas. O fisioterapeuta repetiu a avaliação neurológica e descobriu que o diagnóstico inicial para a fisioterapia, que apontara dor mecânica nas costas, não era consistente com os sinais e sintomas mielopáticos indicativos de compressão na medula espinal.

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Grupo A (8966)
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Medium 9788582714508

Capítulo 21 - Mieloma múltiplo e distúrbios relacionados

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 21

Mieloma múltiplo* e distúrbios relacionados

Tópicos-chave

QQ

Paraproteinemia

229

QQ

Mieloma múltiplo

229

QQ

Outros tumores de plasmócitos

237

QQ

Gamopatia monoclonal de significação indeterminada

237

QQ

Amiloidose

237

QQ

Síndrome de hiperviscosidade

240

* N. de E. A senha é a segunda palavra do título do Capítulo 21 da edição em inglês, myeloma.

Capítulo 21: Mieloma múltiplo e distúrbios relacionados  /  229

Paraproteinemia

É a presença de uma banda de imunoglobulina monoclonal no soro (Figura 21.1). Em geral, as imunoglobulinas séricas são policlonais e representam a produção combinada de milhões de plasmócitos diferentes. Uma banda monoclonal, proteína M ou paraproteína, reflete a síntese de imunoglobulina de um único clone de plasmócitos. Isso pode ocorrer como uma doença neoplásica primária ou como um evento secundário a uma doença benigna ou neoplásica afetando o sistema imune (Tabela 21.1).

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Capítulo 17. Manejo de casos refratários de transtorno bipolar

Flávio Kapczinski, João Quevedo Grupo A PDF Criptografado

17

Manejo de casos refratários de transtorno bipolar

Paulo Rodrigues Nunes Neto

André Férrer Carvalho

INTRODUÇÃO

O transtorno bipolar (TB) caracteriza-se por um curso crônico e cíclico, alternando episódios (hipo)maníacos e depressivos, além de estados mistos, com os de remissão sintomática.1 A prevalência agregada do TB ao longo da vida é de 2,4%, segundo o estudo World Health Initiative Survey;2 contudo, rastreio positivo para o transtorno é encontrado em até 7,6% na atenção primária, de acordo com um estudo brasileiro.3

Evidências indicam que o curso do TB se caracteriza pela predominância de episódios depressivos.4 Desse modo, indiví­duos bipolares são diagnosticados tardiamente e, com frequência, recebem um diagnóstico equivocado de depressão unipolar em diversas circunstâncias.5 O diagnóstico tardio está associado a maior recorrência de episódios afetivos, ativando, em teoria, mecanismos fisiopatológicos de neuroprogressão, os quais acarretariam prejuízo cognitivo e refratariedade.6

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Capítulo 11. Comorbidades psiquiátricas no transtorno bipolar

Flávio Kapczinski, João Quevedo Grupo A PDF Criptografado

11

Comorbidades psiquiátricas no transtorno bipolar

Marcia Kauer-Sant’Anna

Betina Mariante Cardoso

Joana Bücker

O transtorno bipolar (TB) é um transtorno do humor altamente incapacitante e com altas taxas de comorbidades psiquiátricas.

Em um estudo da Stanley Foundation Bipolar Network, 65% dos pacientes com TB apresentavam pelo menos uma comorbidade psiquiátrica ao longo da vida, sendo que 42% tinham dois ou mais diagnósticos, e 24% apresentavam três ou mais comorbidades.1 Estudos mais recentes mostram que, quanto mais jovens os pacientes com

TB, maiores são as taxas de comorbidades psiquiátricas.2 Os diagnósticos mais comumente encontrados no TB são dependência química e transtornos de ansiedade. Os transtornos por uso de substâncias, as enfermidades clínicas e os transtornos da personalidade também são comuns.

Em comparação aos transtornos psiquiátricos, o TB está associado ao mais alto risco de coocorrência com abuso de substâncias, de acordo com estudos epidemiológicos. O Estudo de Captação de Área (ECA) demonstrou que a taxa de transtorno por abuso de substâncias em indivíduos bipolares (61% com TB tipo I e 48% com TB tipo

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Capítulo 30. Síndromes maníacas e transtorno bipolar

Paulo Dalgalarrondo Grupo A PDF Criptografado

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Síndromes maníacas e transtorno bipolar

HISTÓRICO

Cento e cinquenta anos antes de Jesus Cristo,

Areteu da Capadócia escrevia: “[...] alguns pacientes, depois de estarem melancólicos, têm arroubos de mania [...], assim, a mania é como uma variação do estado melancólico”. Portanto, na Antiguidade, há indícios de que já se reconhecia a possibilidade de se alternarem estados melancólicos com maníacos (embora melancolia e mania naquele contexto não eram exatamente o mesmo que são hoje). Entretanto, foi apenas no século XIX que os alienistas passaram a reconhecer com mais clareza o que chamaram de loucura circular ou loucura maníaco-depressiva, o nosso atual transtorno bipolar

(TB) (Goodwin; Jamison, 2010).

SINTOMAS DA

SÍNDROME MANÍACA

A base da síndrome maníaca são sintomas de euforia,  alegria exacerbada,  elação  (expansão do Eu), grandiosidade ou irritabilidade marcante, desproporcionais aos fatos da vida e distintos do estado comum de alegria ou entusiasmo que o indivíduo sadio apresenta em sua vida (Belmaker, 2004).

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Medium 9788582712696

Capítulo 2. Fisiopatologia do transtorno bipolar: novas tendências

Flávio Kapczinski, João Quevedo Grupo A PDF Criptografado

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Fisiopatologia do transtorno bipolar: novas tendências

Gabriel Rodrigo Fries

Bianca Pfaffenseller

Flávio Kapczinski

INTRODUÇÃO

As bases biológicas do transtorno bipolar

(TB) são, via de regra, complexas e multifatoriais. Diversos estudos têm sido realizados com o objetivo de identificar genes, proteínas, modificações pós-traducionais, metabólitos e endofenótipos capazes de diferenciar pacientes e indivíduos saudáveis

(também chamados de “controles”). Conforme esperado, muitas alterações já foram identificadas em pacientes, a maioria das quais ainda tem sido explorada em estudos clínicos e pré-clínicos buscando desenvolver tratamentos mais eficazes e inovadores. No entanto, a grande quantidade de dados produzida nos últimos anos ainda não foi suficiente para, de fato, identificar as causas específicas do transtorno, muito menos os mecanismos pontuais associados à resposta ao tratamento ou à melhora dos sintomas. Como consequência, ainda não há um prognóstico de sucesso para o TB, e, para muitos pacientes,

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