Manole (44)
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17. Habilitação e reabilitação visual

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Habilitação e reabilitação visual

Marcia Caires Bestilleiro Lopes

INTRODUÇÃO

A visão é o sistema sensorial predominante e mais significativo para o desenvolvimento normal da criança. Quando a visão é deficiente, o desenvolvimento global e a capacidade de comunicação ficam prejudicados.

Na prática clínica, a eficiência visual é descrita como acuidade visual. No entanto, atualmente se sabe que, para mensurar a eficiência visual, é necessária a avaliação da funcionalidade visual. Esse procedimento é bastante complexo, pois compreende mecanismos aferentes, eferentes e cognitivos, além de fatores externos ao paciente examinado, como o tipo de estímulo e sua apresentação.

A experiência de enxergar depende de propriedades do sistema nervoso, em que redes neurais precisam estar conectadas a células especializadas em transformar energia luminosa em resposta neural, elétrica, denominadas fotorreceptoras e estão localizadas na retina. A interação entre os canais ligados a cada um dos tipos de fotorreceptor inicia a codificação da informação que atravessa os meios óticos até que haja a percepção no córtex.

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16. Estimulação elétrica funcional

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Estimulação elétrica funcional

Vanessa Costa Monteiro

INTRODUÇÃO

A estimulação elétrica funcional (EEF) baseia-se na aplicação de uma corrente elétrica capaz de causar uma contração muscular que ocorre por meio da estimulação intramuscular do ramo do nervo, que supre o músculo ou grupo muscular.

Na reabilitação ortopédica, já é uma técnica amplamente difundida, utilizada principalmente no pós-operatório. Os primeiros estudos sobre neurologia foram rea­ lizados nas décadas de 1980 e 1990, nos quais a aplicação da eletroestimulação em tibial anterior era destinada à melhora da força, ao controle dos dorsiflexores e ao aumento da amplitude de movimento de dorsiflexão.

Na maioria desses estudos, utilizava-se estimulação elétrica neuromuscular estática que não era associada a alguma atividade funcional. Porém, atualmente, sabe-se da importância do treinamento funcional e da prática de repetição de tarefas para aprendizado motor. Por isso, a maioria dos estudos utiliza EEF associada às mais diversas tarefas. Uma das precursoras a publicar estudos sobre estimulação elétrica associada a atividades funcionais e mostrar a importância de estimular também músculos espásticos foi Judy Carmick. Em seus relatos de caso com crianças hemiparéticas portadoras de paralisia cerebral, a autora mostra bons resultados aplicando EEF em dorsi e plantiflexores para melhora da marcha. A autora ressalta a importância do uso da EEF em plantiflexores, pois esse grupo muscular é fundamental na manutenção do equilíbrio em pé e na marcha.

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4. Quadro motor do paciente tetraplégico

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Quadro motor do paciente tetraplégico

Christiane Lanatovitz Prado Medeiros

Definição

O quadro motor refere-se à deficiência ou perda de função motora ou sensorial que afeta bilateralmente os membros superiores e inferiores com prejuízos também para tronco e órgãos pélvicos.

Quando o quadro motor é de paralisia, utiliza-se o sufixo plegia (tetraplegia, quadriplegia); quando o quadro motor é de perda parcial ou deficiência, utiliza-se o sufixo paresia (tetraparesia, quadriparesia).

Principais patologias que podem levar À tetraplegia

As tetraplegias são um dos sintomas, entre outros, de doenças neurológicas graves que compreendem tanto lesões encefálicas quanto da medula espinhal, tais como hemorragias cerebrais, que ocorrem por ruptura de artérias cerebrais em decorrência de distúrbios da coagulação, traumas ou alterações vasculares congênitas, principalmente em lesões com hemorragia no tronco encefálico. Outra patologia que pode levar a um quadro de tetraplegia é a insuficiência vertebrobasilar, por oclusão da artéria basilar e seus ramos, com infarto bilateral da parte ventral da ponte. Trata-se de uma afecção grave, com início rápido e alta taxa de mortalidade. Os pacientes que sobrevivem apresentam sinais de comprometimento do tronco encefálico, incluindo a tetraplegia.

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30. Treino de marcha

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Treino de marcha

Heloise Cazangi Borges

Introdução

A marcha é definida como uma sequência repetitiva de movimentos dos membros para avançar o corpo adiante de forma segura e com gasto mínimo de energia. A reconquista dessa habilidade é essencial em diferentes tarefas do dia a dia e incorpora a versatilidade de ir de um lugar a outro com diferentes superfícies, como do quarto ao banheiro, atravessar ruas em um tempo adequado, fazer compras etc.

A diminuição da habilidade de deambulação é um dos problemas funcionais mais comuns na população com disfunção neurológica, entretanto as alterações que podem levar à perda de tal habilidade variam de acordo com o tipo, o local e a extensão do dano neurológico. Na literatura, há diferentes formas de classificar as disfunções da marcha, no entanto existe pouca concordância entre tais sistemas. De forma geral, os pacientes com disfunções neurológicas demonstram deficiências na marcha relacionadas a comprometimentos dos sistemas motor, sensorial, perceptual e/ou cognitivo.

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29. Treinamento motor na ataxia cerebelar: condutas da fisioterapia para resolução de problemas

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

29

Treinamento motor na ataxia cerebelar: condutas da fisioterapia para resolução de problemas

Cleuza Braga da Silva

Cristhiane Valerio Garabello Pires

INTRODUÇÃO

Cerebelo

O cerebelo é considerado um cérebro pequeno, estrutura suprassegmentar que não gera movimento algum; mas, através de seus núcleos e conexões, participa de integração e controle de todos os atos motores: voluntários, automáticos, reflexos e posturais, concedendo energia, seletividade, eumetria, velocidade e pureza a todos os músculos participantes do ato motor em si, de modo que eles se contraiam no momento certo e na medida exata (Silva, 2007).

Tradicionalmente, ele é visto como um dispositivo neural dedicado ao controle motor. No entanto, cada vez mais, estudos mostram que o cerebelo está envolvido em uma variedade de funções não motoras, incluindo discriminação sensorial, atenção, memória de trabalho, aprendizagem verbal e resolução de problemas complexos

(Haase, 2009).

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Grupo Gen (11363)
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Medium 9788527731812

1 - Métodos de Estudo em Histologia

JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; CARNEIRO, José Grupo Gen PDF Criptografado

1

Métodos de Estudo em Histologia

Introdução, 2

Preparação de espécimes para exame microscópico, 2

Microscopia de luz, 4

Microscopia de contraste de fase e de contraste diferencial de interferência, 4

Microscopia confocal, 5

Microscopia de fluorescência, 6

Microscopia eletrônica, 7

Radioautografia em secções de tecidos, 8

Cultura de células e tecidos, 8

Fracionamento celular, 10

Histoquímica e citoquímica, 10

Detecção de moléculas em cortes histológicos por meio de interações moleculares de alta afinidade, 14

Problemas na interpretação de cortes, 19

Bibliografia, 20

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03/05/17 11:27

2

Histologia Básica | Texto e Atlas

Introdução

Histologia é o estudo das células e dos tecidos do corpo e de como essas estruturas se organizam para constituir os órgãos. Em razão das pequenas dimensões das células, seu estudo é realizado com auxílio de microscópios. Neste capítulo, esses instrumentos serão apresentados, e também serão abordadas algumas maneiras usadas para preparar as células, os tecidos e os órgãos para análise microscópica.

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Medium 9788527731270

1 - Mudanças Alimentares e a Educação Alimentar e Nutricional

DIEZ-GARCIA, Rosa Wanda; CERVATO-MANCUSO, Ana Maria Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 1    Mudanças Alimentares e a Educação Alimentar e Nutricional   3

Capítulo 1

Rosa Wanda Diez-Garcia

Mudanças Alimentares e a

Educação Alimentar e Nutricional

Objetivo

Ao término deste capítulo, o leitor estará apto a:

�� Compreender implicações associadas a intervenções na área de Educação Alimentar e

Nutricional (EAN) e a relação dinâmica entre sujeito e contexto de mudanças alimentares e seus mecanismos.

Síntese do conteúdo

As mudanças alimentares são abordadas aqui a partir de duas perspectivas: as mudanças alimentares estruturais consequentes ao cenário socioeconômico e cultural, no qual se incluem a industrialização, a globalização da economia, a publicidade e os meios de comunicação de massa, e as necessidades geradas pela vida urbana; e as mudanças alimentares voluntárias, que dependem de um empenho pessoal em que o sujeito mudará sua alimentação, quer seja para aderir a uma alimentação mais saudável ou por outras razões.

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Medium 9788527721899

5. Herança Monogênica

PIMENTEL, Márcia Mattos Gonçalves; GALLO, Cláudia Vitória de Moura; SANTOS-REBOUÇAS, Cíntia Barros Grupo Gen PDF Criptografado

5

Herança Monogênica

Objetivos de estudo, 152

Conceitos-chave do capítulo, 152

Introdução, 152

Heredogramas, 154

Padrões de herança, 155

Variações nos fenótipos, 160

Herança materna ou matrilinear, 164

Resumo, 164

Autoavaliação, 165

Bibliografia, 166

Pimentel 05.indd 151

28.11.12 10:03:45

152

Genética Essencial

Objetivos de estudo

��

Compreender os padrões monogênicos de transmissão gênica e saber diferenciá­-los

Ser capaz de elaborar heredogramas por meio da simbologia pertinente

Entender a importância da consulta ao OMIM

Perceber como a consanguinidade aumenta o risco de traços genéticos recessivos

Conhecer os fatores e mecanismos que podem influenciar a expressão fenotípica de um gene, dificultando a interpretação do padrão de herança em uma genealogia

Saber diferenciar penetrância de expressividade va­riá­vel

Perceber a diferença entre heterogeneidade alélica e heterogeneidade de locus

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Medium 9788527714891

III - Semiologia Geral | 1 - Anamnese e Exame Físico em Pediatria

PUCCINI, Rosana Fiorini; HILÁRIO, Maria Odete Esteves Grupo Gen PDF Criptografado

1

Anamnese e Exame Físico em Pediatria

Maria Elisabeth Benfatti Arruda Kobinger

Antonio Vladir Iazzetti

A

consulta pediátrica apresenta algumas especificidades, com ênfase àquelas relacionadas ao processo de crescimento e desenvolvimento, que deve sempre ser considerado na avaliação do paciente, a relação médico–paciente mediada pelo adulto na maioria das consultas e os diferentes padrões de normalidade de dados obtidos no exame físico nas diferentes faixas etárias. Há, também, a necessidade de orientações voltadas

à promoção da saúde e prevenção de doenças de forma mais marcante quando comparada à clínica de adultos, sendo a consulta de supervisão à saúde muito freqüente em pediatria. Assim, neste capítulo, essas questões serão tratadas de forma articulada e, didaticamente, estão estruturadas nos seguintes tópicos – anamnese, exame físico, processo diagnóstico e supervisão de saúde em pediatria.

ANAMNESE EM PEDIATRIA

A anamnese é o componente essencial no processo de definição do diagnóstico médico, pois permite ao médico estabelecer o diagnóstico mais provável, bem como os diagnósticos diferenciais cabíveis ao caso. Por meio da anamnese são identificados fatos relevantes junto à pessoa que se sente adoecida, constituindo um dos mais importantes momentos da prática clínica porque possibilita o estabelecimento da relação médico–paciente e, complementada pelo exame físico, define a maioria dos diagnósticos e condutas. Portanto, deve ser realizada com o máximo cuidado e sem pressa, sempre buscando o que nos interessa para a elucidação diagnóstica.

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Medium 9788527730860

Capítulo 6 - Variação no Número e na Estrutura dos Cromossomos

SNUSTAD, D. Peter; SIMMONS, Michael J. Grupo Gen PDF Criptografado

Variação no Número e na Estrutura dos

Cromossomos

6

pan orama

O cultivo de trigo surgiu há cerca de 10.000 anos no Oriente

Médio. Hoje, o trigo é o principal produto agrícola para mais de um bilhão de pessoas. É cultivado em diversos ambientes, des‑ de a Noruega até a Argentina. Desenvolveram‑se mais de 17.000 variedades, cada uma delas adaptada a uma região diferente. A produção mundial de trigo é de 60 milhões de toneladas anuais, o que representa mais de 20% das calorias consumidas por toda a população humana. Sem dúvida, o trigo é um produto agrícola importante e, segundo alguns, um sustentáculo da civilização.

O trigo cultivado atualmente, Triticum aestivum, é um híbrido de no mínimo três espécies diferentes. Originou‑se de gramíneas de baixo rendimento que cresciam na Síria, no Irã, no Iraque e na

Turquia. Aparentemente, algumas dessas gramíneas eram cultiva‑ das por povos antigos dessas regiões. Embora não conheçamos o curso exato dos acontecimentos, parece ter havido um intercru‑ zamento de duas dessas gramíneas, produzindo uma espécie que se destacou como planta de cultura. Graças ao cultivo humano, essa espécie híbrida passou por melhoramento seletivo e também foi intercruzada com uma terceira espécie, produzindo um híbrido triplo, ainda mais adequado para a agricultura. O trigo moderno é descendente dessas plantas híbridas triplas.

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Grupo A (8033)
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Medium 9788536702667

Capítulo 5. Biofilmes bucais e sua implicação em saúde e doença

Cury, Jaime A., Tenuta, Livia Maria Andaló, Tabchoury, Cinthia P. M. Grupo A PDF Criptografado

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Biofilmes bucais e sua implicação em saúde e doença

Antônio Pedro Ricomini Filho

Livia Maria Andaló Tenuta

Cínthia P. M. Tabchoury

Jaime A. Cury

A cavidade bucal é colonizada por diferentes espécies de microrganismos, os quais são importantes na manutenção do estado de saúde do organismo humano.

Assim, há um equilíbrio nas interações entre os microrganismos e o indivíduo que perpetua um quadro de saúde (relação de simbiose).

Quando ocorre uma quebra desse equilíbrio, as mudanças no ambiente bucal favorecem a proliferação de espécies patogênicas, e essa alteração ecológica favorece o desenvolvimento de doença

(relação de disbiose).

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Conhecer as características da cavidade bucal que favorecem a colonização por diferentes espécies microbianas e os fatores que interferem no crescimento de microrganismos

• Compreender o processo de formação de biofilmes

• Reconhecer as principais doenças bucais associadas a biofilmes e os microrganismos envolvidos nesse processo

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Medium 9788536325989

Capítulo 3. Sangue

Stefan Silbernagl; Florian Lang Grupo A PDF Criptografado

3

Sangue

S.Silbernagl

Visão geral

O volume de sangue total se correlaciona com a massa corporal (sem gordura) (→ tabela a seguir) e é em média 3,6 L em mulheres e 4,5

L em homens. As funções do sangue incluem transporte de várias substâncias (O2, CO2, nutrientes, produtos metabólicos, vitaminas, eletrólitos, etc.), transporte de calor (aquecimento, resfriamento), transmissão de sinais (hormônios) e tamponamento, assim como defesa contra materiais estranhos e microrganismos. As células sanguíneas (→ A e tabela a seguir) estão envolvidas nisso, sendo os eritrócitos responsáveis pelo transporte de O2 e uma parte do CO2 e tamponamento do pH. Entre os leucócitos, os granulócitos neutrofílicos (neutrófilos) são responsáveis por reações de defesa imunológica não específicas e os monócitos e linfócitos pelas reações imunológicas específicas. Os trombócitos (plaquetas) são importantes para a hemostasia. A razão entre o volume de células sanguíneas e o volume total de sangue é chamado de hematócrito (Hct) (→ p. 35A). Mais de 99% do

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Medium 9788582715055

Capítulo 14. A orientação e suas alterações

Paulo Dalgalarrondo Grupo A PDF Criptografado

14

A orientação e suas alterações

Este capítulo e o próximo (“As vivências do tempo e do espaço e suas alterações”) tratam de temas que se sobrepõem: a orientação temporoespacial e as vivências de tempo e espaço.

Esses capítulos poderiam ter sido agrupados em um só; entretanto, como o capítulo presente

é de maior relevância prática para o estudante, e o seguinte, sobre “vivências do tempo e espaço”, tem um conteúdo e desdobramentos um tanto mais complexos, optou-se por mantê-los separados, sobretudo por questões didáticas.

DEFINIÇÕES BÁSICAS

A capacidade de situar-se quanto a si mesmo e quanto ao ambiente é elemento básico da atividade mental e fundamental para a sobrevivência do indivíduo. A avaliação da orientação é um instrumento valioso para a verificação das perturbações do nível de consciência, da percepção, da atenção, da memória e de toda a cognição.

As alterações da orientação também podem ser decorrentes de déficits cognitivos graves (como nas demências) e de qualquer transtorno mental grave que desorganize de modo marcante o funcionamento mental global (Quadro 14.1).

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Medium 9788582712641

Capítulo 9. Introdução aos transtornos da aprendizagem

Newra Tellechea Rotta; Lygia Ohlweiler; Rudimar dos Santos Riesgo Grupo A PDF Criptografado

9

INTRODUÇÃO AOS

TRANSTORNOS DA

APRENDIZAGEM

LYGIA OHLWEILER

A

importância dada aos problemas relacionados à aprendizagem tem aumentado significativamente na atualidade.

Em grande parte, isso se deve ao fato de que o sucesso do indivíduo está ligado ao bom desempenho escolar. Por isso, um número cada vez maior de crianças é atendido por neuropediatras, psiquiatras, p

­ sicólogos, psicopedagogos e fonoaudiólogos.

Para Adams,1 as dificuldades específicas para a aprendizagem se referem àquela situa­

ção que ocorre com crianças que não conseguem um grau de adiantamento escolar compatível com sua capacidade cognitiva e que não apresentam problemas auditivos, visuais, sensoriais ou psicológicos importantes que possam explicar tais dificuldades.

Os termos utilizados, tais como “distúrbios”, “dificuldades”, “problemas”, “discapacidades”, “transtornos”, são encontrados na literatura e, muitas vezes, são empregados de forma inadequada.

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Medium 9788582712641

Capítulo 8. Dificuldades para aprendizagem

Newra Tellechea Rotta; Lygia Ohlweiler; Rudimar dos Santos Riesgo Grupo A PDF Criptografado

8

DIFICULDADES

PARA APRENDIZAGEM

NEWRA TELLECHEA ROTTA

P

ode parecer uma colocação fora de lugar discutir dificuldades para a aprendizagem encerrando a primeira parte que trata dos seus aspectos normais ou gerais, em um livro que se propõe abordar de forma global os transtornos da aprendizagem, tanto em seus aspectos neurobiológicos quanto multidisciplinares. No entanto, ela é proposital, pois encerra o estudo do cérebro normal, e, a partir desse momento, serão abordadas as ações de um cérebro comprometido. Se a discussão fosse concluída neste estágio, poderia parecer que todas as dificuldades para a aprendizagem se devessem a problemas do sistema nervoso central (SNC), o que não é totalmente verdadeiro.

Um cérebro com estrutura normal, com condições funcionais e neuroquímicas corretas e com um elenco genético adequado não significa 100% de garantia de aprendizado normal. Pelo contrário, muitos estudiosos têm tido a preocupação, há mais de um século, de mostrar as situações extra SNC que interferem na aprendizagem. Por outro lado, essas dificuldades não ocorrem unicamente em nosso meio, como muito bem demonstrou Vayer e Destrooper1 em “La Dynamique de l´action

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Editora Manole (2585)
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Medium 9788520433058

18. Princípios do controle neuromuscular para prevenção de lesões e reabilitação

MAGEE, David J.; ZACHAZEWSKI, James E.; QUILLEN, William S. Editora Manole PDF Criptografado

c a p í t u l o

18

Princípios do controle neuromuscular para prevenção de lesões e reabilitação

Terese L. Chmielewski, Timothy E. Hewett, Wendy J. Hurd e Lynn Snyder-Mackler

Introdução

O sistema sensório-motor

O sistema neuromuscular é responsável pela atividade muscular coordenada, que fornece estabilidade articular dinâmica, ajuda no controle postural e produz padrões de movimentos ideais. Ele depende das interações complexas entre os órgãos sensoriais, o sistema nervoso central e periférico e musculoesquelético para produzir essa atividade muscular coordenada. Na maior parte do tempo, as interações complexas resultam na nossa habilidade para completar efetivamente as tarefas que escolhemos.

Algumas vezes, entretanto, há disfunção em um componente do sistema neuromuscular. A disfunção no sistema neuromuscular é também referida como diminuição ou alteração no controle neuromuscular. Deficiências no controle neuromuscular podem modificar os padrões de movimento e aumentar o risco de lesões musculoesqueléticas. Em contrapartida, lesões musculoesqueléticas, por causa da perturbação das interações dentro do sistema neuromuscular, podem ser uma causa de controle neuromuscular alterado.

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Medium 9788520433058

21. Princípios fisiológicos do treino de força e da integração funcional para o paciente lesionado e para o paciente incapacitado

MAGEE, David J.; ZACHAZEWSKI, James E.; QUILLEN, William S. Editora Manole PDF Criptografado

c a p í t u l o

21

Princípios fisiológicos do treino de força e da integração funcional para o paciente lesionado e para o paciente incapacitado

Daniel J. Cipriani e Jeffrey E. Falkel

Introdução

Um dos aspectos mais importantes da reabilitação após qualquer lesão é garantir que o paciente possa ganhar novamente a força que foi perdida em função dela, da doença, ou do estado de doença. Ganhar força novamente requer o uso de algumas formas de treino de força. O treino de força está incluso no programa de reabilitação para prover a sobrecarga necessária ao paciente, a fim de desenvolver a força para as atividades funcionais ou relacionadas ao esporte. É fundamental que o clínico possa entender os conceitos, os princípios e a fisiologia do treino de força para fornecer a prescrição ótima do exercício para cada um de seus pacientes. Este capítulo mune o clínico com uma revisão dos conceitos e dos princípios fisiológicos do treino de força, e de como eles podem se aplicar à arte e à ciência da reabilitação.

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Medium 9788520433058

5. Músculo esquelético: considerações sobre deformação, lesão, reparo e tratamento

MAGEE, David J.; ZACHAZEWSKI, James E.; QUILLEN, William S. Editora Manole PDF Criptografado

c a p í t u l o

5

Músculo esquelético

Considerações sobre deformação, lesão, reparo e tratamento

Elizabeth Matzkin, James E. Zachazewski, William E. Garrett e Terry R. Malone

Introdução

À medida que a população norte-americana tenta incorporar a atividade física e os programas de condicionamento à sua vida diária e esses programas vão se popularizando, o tipo e o número de lesões relacionadas a tais atividades continuam aumentando. Com mais de

60 milhões de norte-americanos envolvidos em esportes organizados e mais da metade de toda a população participando de alguma forma de exercício regular, torna-se mais urgente nossa necessidade de compreender a função, a lesão e o reparo muscular.1,2 Relatos afirmam que 20 milhões de pessoas por ano sofrem algum tipo de lesão muscular que resulta em perda de horas de trabalho.2 As atividades ocupacionais e recreativas requerem graus variados de coordenação neuromuscular, resistência cardiovascular e muscular, velocidade, força e flexibilidade. Lesões traumáticas agudas da unidade músculo-tendão são muito comuns, em atletas e na população em geral. Esse tipo de lesão é responsável por até 50% de todas as lesões.3-10 Uma das lesões mais comuns é o estiramento muscular.

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Medium 9788520433058

15. Desenvolvimento do programa de reabilitação: tomada de decisão clínica, priorização e integração do programa

MAGEE, David J.; ZACHAZEWSKI, James E.; QUILLEN, William S. Editora Manole PDF Criptografado

c a p í t u l o

15

Desenvolvimento do programa de reabilitação

Tomada de decisão clínica, priorização e integração do programa

Patricia E. Sullivan, Michael S. Puniello e Poonam K. Pardasaney

Introdução

A tomada de decisão efetiva e eficiente é fundamental para o tratamento do paciente. A tomada de decisão envolve a seleção de testes no processo de avaliação, interpretação dos dados a partir da história detalhada e do exame, definição do diagnóstico, estimativa do prognóstico, determinação das estratégias de intervenção, sequência dos procedimentos terapêuticos e estabelecimento dos critérios de alta.1 Com a análise dos processos efetivos de tomada de decisão usados na prática clínica, que refletem em nossas decisões e consequências clínicas, desenvolvemos nosso entendimento desse complexo processo.2-4

Entender os componentes do raciocínio clínico e os processos de tomada de decisões, assim como usar as estratégias aplicadas pelos terapeutas especialistas, pode aumentar a eficácia clínica.2,5,6 A integração dos conceitos de tomada de decisão com o conteúdo de conhecimento e prática baseado em evidências em programas de gradua­ção, pós-graduação e de educação continuada é essencial para o crescimento contínuo da profissão de fisioterapeuta.7,8

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Medium 9788520450444

1. Teoria interpessoal de Peplau

Ilza Marlene Kuae Fukuda; Maguida Costa Stefanelli; Evalda Cançado Arantes Editora Manole PDF Criptografado

1

Teoria interpessoal de Peplau

Evalda Cançado Arantes

Maguida Costa Stefanelli

Ilza Marlene Kuae Fukuda

PONTOS A APRENDER

1. Discorrer sobre a pioneira do desenvolvimento de teorias de enfermagem.

2. Evidenciar contexto, conteúdo e processo da teoria interpessoal de

Peplau.

3. Apresentar as fases da aplicação da teoria interpessoal de Peplau.

4. Descrever o papel do enfermeiro psiquiátrico segundo a teoria interpessoal de Peplau.

5. Discorrer sobre as principais contribuições da teoria interpessoal de

Peplau para o desenvolvimento da enfermagem.

PALAVRAS-CHAVE

Teorias de enfermagem, teoria interpessoal de Peplau, papel do enfermeiro psiquiátrico, relacionamento enfermeiro-paciente, enfermagem psiquiátrica, saúde mental.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

A teorista Hildegard E. Peplau. Teoria interpessoal de Peplau. Assertivas básicas. Conceitos básicos. Componentes centrais da teoria interpessoal de Peplau. Métodos para estudar enfermagem como processo interpessoal. Modificações na teoria de Peplau. Considerações finais.

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Artmed (609)
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Medium 9788580556025

Capítulo 65. Leucemias mielocíticas, mielodisplasia e síndromes mieloproliferativas

Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Stephen L. Hauser; Dan L. Longo; J. Larry Jameson; Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

leucemias mielocíticas, mielodisplasia e síndromes mieloproliferativas

CAPÍTULo 65

333

Para uma discussão mais detalhada, ver Konkle BA: Sangramento e trombose, Cap. 78, p. 400; Konkle BA: Distúrbios das plaquetas e da parede vascular, Cap. 140, p. 725; Arruda VR, High KA: Distúrbios da coagulação, Cap. 141, p. 732; Freedman JE, Loscalzo J:

Trombose arterial e venosa, Cap. 142, p. 740; e Weitz JI: Agentes antiplaquetários, anticoagulantes e fibrinolíticos, Cap. 143, p. 745, do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição, AMGH Editora.

65

Leucemias mielocíticas, mielodisplasia e síndromes mieloproliferativas

LEUCEMIA MIELOCÍTICA AGUDA (LMA)

A LMA é uma neoplasia maligna clonal dos precursores mieloides da medula óssea, na qual ocorre acúmulo de células pouco diferenciadas na medula óssea e na circulação.

Ocorrem sinais e sintomas devido à ausência de células maduras normalmente produzidas pela medula óssea, incluindo granulócitos (suscetibilidade à infecção) e plaquetas (suscetibilidade ao sangramento). Além disso, se um grande número de mieloblastos malignos imaturos circularem, podem invadir os órgãos e, raras vezes, causar disfunção. Existem subtipos morfológicos distintos (Quadro 65.1) que apresentam manifestações clínicas largamente superpostas. Convém ressaltar a propensão dos pacientes com leucemia promielocítica aguda (LPA) (FAB M3) a desenvolver sangramento e coagulacão intravascular disseminada (CIVD), sobremaneira durante a quimioterapia de indução, devido à liberação de pró-coagulantes de seus grânulos citoplasmáticos.

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Medium 9788582714072

Capítulo 2 - Ciclo menstrual

Eduardo Pandolfi Passos; José Geraldo Lopes Ramos; Sérgio H. Martins-Costa; José Antônio Magalhães, Carlos Henrique Menke; Fernando Freitas Artmed PDF Criptografado

2

Ciclo menstrual

Helena von Eye Corleta

Fernando Freitas

Edison Capp

O ciclo menstrual normal, ovulatório, varia de

21 a 35 dias, com média de 28 dias. O número de dias da primeira fase do ciclo menstrual (proliferativa ou folicular) pode variar; a segunda fase (lútea ou secretora) é mais constante, tendo normalmente de 12 a 14 dias. Ciclos menstruais irregulares muito curtos ou muito longos geralmente são anovulatórios. Para diagnosticar e tratar os distúrbios do ciclo menstrual, é necessário conhecer sua fisiologia.

-hipofisária. A circulação sanguínea ocorre no sentido sistema nervoso central–hipófise

(FIG. 2.1). Também existe um fluxo retrógrado, pelo qual os hormônios da hipófise chegam ao hipotálamo, oportunizando um retrocontrole. Os neuro-hormônios secretados pelo hipotálamo são fatores liberadores de hormônios hipofisários, apenas a dopamina tem efeito inibidor sobre a secreção hipofisária de prolactina (PRL) (TAB. 2.1).

O desenvolvimento folicular requer uma ação integrada e coordenada de eventos hipotalâmicos, hipofisários e ovarianos. O ovário

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Medium 9788580556025

Capítulo 28. Febre, hipertemia e examtema

Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Stephen L. Hauser; Dan L. Longo; J. Larry Jameson; Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Seção 3

28

APReSeNTAçÕeS CoMUNS Do PACIeNTe

Febre, hipertermia e exantema

DEFINIÇÕES

• Temperatura: o centro termorregulador hipotalâmico equilibra o excesso de calor produzido pela atividade metabólica nos músculos e fígado com a dissipação de calor através da pele e dos pulmões para manter uma temperatura corporal normal de 36,8 ± 0,4ºC com variação diurna (mais baixa pela manhã e mais alta

à tarde).

• Febre: elevação da temperatura corporal (> 37,2ºC pela manhã e > 37,7ºC à tarde) em conjunto com aumento do ponto de ajuste hipotalâmico.

• Febre de origem obscura (FOO): temperaturas > 38,3°C em duas ou mais ocasiões e uma duração de doença ≥ 3 semanas, sem estado imunocomprometido conhecido e com investigação laboratorial e radiológica não reveladora em relação à causa.

• Hiperpirexia: temperaturas > 41,5ºC que podem ocorrer nas infecções graves, porém que se verificam mais comumente nas hemorragias do SNC.

• Hipertermia: aumento descontrolado da temperatura corporal que excede a capacidade do corpo de perder calor sem alteração no ponto de ajuste hipotalâmico. A hipertermia não envolve moléculas pirogênicas.

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Medium 9788582713341

Conceitos Pré-Coordenados

Telma Ribeiro Garcia; Amy M. Coenen; Claudia C. Bartz Artmed PDF Criptografado

CONCEITOS PRÉ-COORDENADOS

(1.824 CONCEITOS)

DIAGNÓSTICOS / RESULTADOS DE ENFERMAGEM (DC – 805 CONCEITOS)

Diagnóstico de Enfermagem

Título atribuído pela(o) enfermeira(o) a uma decisão sobre um fenômeno que é o foco de intervenções de enfermagem.

Resultado de Enfermagem

A medida ou o estado de um diagnóstico de enfermagem em pontos do tempo, após uma intervenção de enfermagem.

Versão

Código

Eixo

Termo

Definição

2013

10037806

DC

Abandono de Criança

Abandono de Criança

1,1

10022234

DC

Abuso de Álcool (ou Alcoolismo)

Abuso de Álcool (ou Alcoolismo)

2

10028765

DC

Abuso de Álcool (ou Alcoolismo),

Ausente

Abuso de Álcool (ou Alcoolismo),

Ausente

1,1

10022425

DC

Abuso de Drogas

Abuso de Drogas

2

10028868

DC

Abuso de Drogas, Ausente

Abuso de Drogas, Ausente

1,1

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Medium 9788582713341

Anexo B

Telma Ribeiro Garcia; Amy M. Coenen; Claudia C. Bartz Artmed PDF Criptografado

ANEXO B

RESOLUÇÃO COFEN Nº 429/2012

Dispõe sobre o registro das ações profissionais no prontuário do paciente, e em outros documentos próprios da Enfermagem, independente do meio de suporte – tradicional ou eletrônico.

O Conselho Federal de Enfermagem – Cofen, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº 5.905, de 12 de julho de 1973, e pelo Regimento da Autarquia, aprovado pela Resolução Cofen nº 421, de 15 de fevereiro de 2012;

CONSIDERANDO o disposto na Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre a regulamentação do exercício da Enfermagem, e no Decreto nº 94.406, de 08 de junho de 1987, que a regulamenta;

CONSIDERANDO o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, aprovado pela Resolução Cofen nº

311, de 8 de fevereiro de 2007, naquilo que diz respeito, no prontuário, e em outros documentos próprios da Enfermagem, de informações referentes ao processo de cuidar da pessoa, família e coletividade humana

(Artigos 25, 35, 41, 68, 71 e72), e naquilo que diz respeito ao sigilo profissional (Artigos 81 a 85);

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