Manole (44)
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Medium 9788520432488

10. Adaptações na prática desportiva para população infantojuvenil

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

10

Adaptações na prática desportiva para população infantojuvenil

Marcel dos Santos Paiva

INTRODUÇÃO

A prática esportiva e seus benefícios encontram-se em evidência não apenas por sua associação à melhora da qualidade de vida e ao desenvolvimento físico e psicológico da criança e do adolescente. Ela difunde-se na promoção da saúde e do bem-estar, aumento da autoestima, da autoconfiança, do senso de responsabilidade e de grupo, redução da gordura corpórea, diminuição de estresse e ansiedade, diminuição do uso de álcool e drogas e da propensão ao uso de tais substâncias (Strong, 2005). Quando comparados a indivíduos inativos, os fisicamente ativos apresentam níveis mais elevados de resistência cardiorrespiratória e força muscular, diminuição dos riscos relacionados a doenças cardiorrespiratórias e metabólicas e melhor densidade óssea (PAGACR, 2008). Apesar de escassos na literatura, vários estudos (WHO, 2001; Stevens,

1995; Law, 2006) têm mostrado que a participação de crianças com deficiência é mais restrita quando comparada com crianças sem deficiência. Apesar do reconhecimento de que a natureza e a extensão da participação das crianças são fortemente influenciadas pelos ambientes onde se situam todos os dias (Mahoney, 2005; WHO, 2004).

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Medium 9788520431733

10. Criando manuais para ensino de massagem para bebês

Cláudia Marchetti V. da Cruz Manole PDF Criptografado

10

Criando manuais para ensino de massagem para bebês

C

omo vimos ao longo deste livro, a massagem para bebês é um recurso terapêutico de baixo custo e que produz uma série de efeitos fisiológicos e comportamentais benéficos para a saúde da criança e do cuidador e que, quando bem orientada, pode ser aprendida e aplicada por leigos2,9,19-22,54,82-84,91-97.

No Ocidente, em geral, o conhecimento das técnicas de massagem e seus efeitos estão restritos a alguns profissionais da área de saúde. O público leigo tem acesso parcial a esse conhecimento por meio da literatura informal que descreve, frequentemente, manobras diversificadas e detalhadas, sem uma sequência padronizada por segmentos corporais ou tipos de manobras e sem informações adequadas sobre os efeitos provocados pela massagem. O conhecimento sobre massagem para bebês, na maioria das vezes, fica restrito

à técnica Shantala, e o conhecimento dos efeitos, ao relaxamento.

Foi baseado nessa realidade que, em 2005, começamos a pensar na possibilidade de disponibilizarmos o conteúdo referente à massagem para bebês e criarmos programas de educação na área de saúde, abordando esse tema junto

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Medium 9788520432488

11. Atividade física adaptada

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

11

Atividade física adaptada

Marcia Galasso Nardi

Cristiane Alvim Sacramento

INTRODUÇÃO

Define-se atividade física como movimento corporal produzido pela contração muscular e que faz aumentar o dispêndio de energia. Exercício consiste em uma atividade física planejada, estruturada, repetitiva e intencional. Esporte refere-se à prática metódica de exercícios físicos, que consistem geralmente em jogos competitivos entre pessoas (ou grupos de pessoas) organizados em partidas.

Quando associado a qualquer uma dessas definições, o termo adaptado significa modificado ou adequado às necessidades especiais temporárias ou permanentes do indivíduo, tais como alterações motoras, visuais, auditivas, cognitivas ou múltiplas.

A atividade física adaptada (AFA) se refere aos indivíduos com deficiência ou qualquer tipo de condição limitante, temporária ou permanente reconhecido pela

Organização Mundial da Saúde e expressa-se em três dimensões: competitiva, recrea­ tiva e terapêutica.

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Medium 9788520432488

12. Atividade ludoterapêutica para população infantil

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

12

Atividade ludoterapêutica para população infantil

Miriam de Oliveira Metello

Tatiana Galante Streiff

INTRODUÇÃO

A palavra “lúdico” origina-se do latim ludus, que significa jogo, divertimento, exercício e brincadeira. Já “terapêutica” vem da palavra grega therapeutiké: parte da medicina que trata doenças.

Existe a dificuldade em conceituar e diferenciar a brincadeira do jogo, pois os mesmos termos “jogar” e “brincar” muitas vezes são tratados como sinônimos. Segundo a literatura, esses termos, no Brasil, são utilizados indistintamente pela falta de conceituação que esse campo ainda apresenta, sendo difícil conceituar o comportamento do brincar, na língua portuguesa. No dicionário Aurélio, brincadeira é o “ato ou efeito de brincar” e brincar significa “divertir-se infantilmente”, já jogo está conceituado como “atividade física ou mental fundada num sistema de regras que define a perda ou ganho”. Na perspectiva de Vigotski (2007), essa definição é limitada, pois mesmo aquilo que é definido como brincadeira possui regras.

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Medium 9788520432488

13. Conduta no paciente hospitalizado

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

13

Conduta no paciente hospitalizado

Eduardo Martins Carneiro

Flávia Martins Gervásio

Dayane Nunes de Oliveira

INTRODUÇÃO

O objetivo deste capítulo é descrever a reabilitação em internação, com foco na fisioterapia, desde a admissão até a alta hospitalar, realizada pelo Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santilo (Crer), situado na cidade de Goiânia, em Goiás, que possui um programa de conduta intra-hospitalar para pacientes com lesões neurológicas.

Sabe-se que o programa terapêutico apresenta variações entre instituições, por isso uma análise criteriosa dos dados aqui relatados permitirá discussões futuras e contínuo aprimoramento dos serviços, e favorecerá a elaboração de protocolos para o paciente neurológico no ambiente intra-hospitalar.

O Crer foi fundado em 2002 seguindo o modelo do L’Institut de Réadaptation de

Montreal (Centro de Reabilitação de Montreal), no Canadá, cuja missão é oferecer excelência no atendimento aos clientes, notadamente à pessoa com deficiência física e/ ou auditiva. O setor de internação foi inaugurado em abril de 2004, com 15 leitos, com o intuito de reabilitar e readaptar paciente vítima de lesão medular. Porém, diante da grande demanda, em julho de 2011 o Crer implantou o serviço de UTI na instituição, contendo 20 leitos, e ampliou o número de leitos em enfermaria para 60. São atendidas vítimas de variadas condições neurológicas em fases aguda, subaguda e crônica.

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Grupo Gen (9963)
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Medium 9788527734110

100 - Anestesia Tópica e Infiltrativa

LIMA, Emerson; LIMA, Mariana Grupo Gen PDF Criptografado

100

Anestesia

Tópica e Infiltrativa

Cesar Romão Martins, Emerson Lima, Marcia Cristina Soares Correia Purceli

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jj

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Introdução, 804

Anestésicos locais, 804

Anestesia infiltrativa, 807

Anestesia tumescente, 807

Anestesia tópica, 809

Bloqueios de nervos periféricos, 811

Intoxicação por anestésico local, 814

Legislação referente à anestesia local em consultório, 815

Considerações finais, 815

Bibliografia, 815

Introdução

A Organização Mundial da Saú­de (OMS) define dor como uma experiência sensitiva e emocional desagradável associada ou rela‑ cionada com lesão real ou potencial dos tecidos. Cada in­di­ví­duo aprende a utilizar esse termo a partir de suas experiências anterio‑ res, moduladas, também, por fatores subjetivos e culturais. Nas últi‑ mas décadas, os médicos aprenderam a tratar a dor como o quinto sinal vital. Já aos pacientes, ensinou‑se que eles têm o direito de não sentir dor.

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Medium 9788527722490

100 - Diagnóstico Laboratorial das Micoses

José Rodrigues Coura Grupo Gen PDF Criptografado

Seção  3  |  Doenças Produzidas por Fungos

100

Diagnóstico Laboratorial das Micoses

Márcia dos Santos Lazéra, Bodo Wanke, Alberto Thomaz Londero†

CC

Introdução

As micoses humanas podem ser causadas por fungos primariamente patogênicos ou por fungos oportunistas.

Primariamente patogênicos são aqueles que têm capacidade de invadir os tecidos de um hospedeiro normal; os oportunistas, no entanto, somente são invasores de tecidos de in­di­ví­duos com alterações graves do sistema imunodefensivo. As doen­ças por fungos primariamente patogênicos se classificam em quatro grupos naturais: micoses superficiais, cutâ­neas, subcutâ­neas e sistêmicas. As doen­ças por fungos oportunistas se agrupam sob a denominação de micoses oportunísticas.

Ao invadirem os tecidos, os fungos sofrem uma redução morfológica, fenômeno que vai desde a simples perda da capacidade de produzir propágulos até a transformação total do talo, também é conhecida como dimorfismo. Estas modificações caracterizam a adaptação ao parasitismo.

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Medium 9788527734714

100 - Exames Complementares

PORTO, Celmo Celeno Grupo Gen PDF Criptografado

100

Exames

Complementares

Monike Lourenço Dias Rodrigues e Natalia Jatene

Introdução

Os exames complementares utilizados no diagnóstico dos distúrbios hipotalâmico‑hipofisários compreendem dosagens hormonais, provas funcionais e exames de imagem.

Hipófise anterior

Dosagens hormonais basais

Dosagens basais significam o nível sérico de um dado hormô‑ nio na ausência de estímulos farmacológicos, em geral, obtido em amostra de sangue com jejum matinal.

As principais dosagens para avaliação do eixo hipo‑ tálamo‑hipofisário são: hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) e cortisol (eixo corticotrófico), hormônio de crescimento (GH) e fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 (insulin‑like growth factor 1 [IGF‑1]; eixo somatotrófico), hormônio tireo‑ trófico (TSH) e tiroxina livre (T4 livre) (eixo tireotrófico), hor‑ mônio foliculestimulante (FSH), hormônio luteinizante (LH), estradiol em mulheres, testosterona total e/ou livre em homens

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Medium 9788541202862

100 | Osteocondrose Canina

M. Joseph Bojrab Grupo Gen PDF Criptografado

Osteocondrose Canina

100

Jennifer L. Lansdowne e Curtis W. Probst

A osteocondrose (OC) é um distúrbio que afeta o pro­ cesso de ossificação endocondral em pessoas e em animais em crescimento, incluindo cães, cavalos, por­ cos e galinhas.1 Apesar de as alterações associadas à

OC serem bem descritas, a etiologia e a patogênese ainda não são completamente entendidas. A osteo­ condrose afeta as células das cartilagens fisária e epifisária e pode manifestar-se clinicamente como lesões de osteo­condrite dissecante, fragmentação do processo coronoide (FCP, do inglês fragmentation of the coronoid process) medial da ulna, não união do processo ancô­ neo (NUPA, do inglês ununited anconeal process), retenção dos núcleos cartilaginosos, síndrome de Osgood­

‑Schlatter (OC da tuberosidade tibial), deslizamento da epífise ou ossificação incompleta do côndilo umeral.

Considera-se que todas essas condições tenham uma patogênese similar. A osteo­condrose é uma causa co­ mum de osteo­artrite secundária em pessoas e em animais domésticos. 2 A osteo­c ondrite dissecante (OCD) é a manifestação clínica mais comum da osteo­condrose.

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Medium 9788527727495

100 - Pancreatite Aguda

Richard S. Irwin, Craig M. Lilly, James M. Rippe Grupo Gen PDF Criptografado

100

Pancreatite Aguda

Jennifer K. Plichta e Fred A. Luchette

I. Definições

A. Pancreatite clinicamente aguda: início rápido de dor associada a anomalias da função exócrina e alterações inflamatórias do pâncreas em exames de imagem.

B. Pancreatite clinicamente crônica: episódios repetidos de dor associada

à diminuição da função exócrina.

C. Pancreatite funcionalmente aguda: do ponto de vista funcional, o pâncreas era e continuará a ser normal antes e depois do episódio agudo.

D. Pancreatite funcionalmente crônica: do ponto de vista funcional, o pâncreas era anormal antes do episódio agudo e pode continuar assim depois dele.

E. Pancreatite patologicamente aguda.

1. Leve: as alterações teciduais predominantes são inflamatórias, com edema intersticial, perturbação intrapancreática ou peripancreática e densificação da gordura.

2. Grave: as alterações teciduais predominantes são necróticas, associadas a necrose focal ou difusa das células acinares, trombose dos vasos intrapancreáticos, hemorragia intraparenquimatosa e áreas de liquefação.

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Grupo A (61)
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Medium 9788565852845

Apêndice A - Definições de classes terapêuticas

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

A

Definições de classes terapêuticas

Abrasivo: substância que remove uma camada externa, como uma placa dentária (pedra-pomes).

Absorvente: fármaco que captura outras substâncias químicas em sua estrutura, empregado para reduzir a biodisponibilidade de substâncias tóxicas (p. ex., policarbofil, absorvente gastrintestinal).

Acidificante sistêmico: fármaco que reduz o pH corporal, útil para restabelecer o pH normal em pacientes com alcalose sistêmica (cloreto de amônia).

Acidificante urinário: fármaco que reduz o pH do filtrado renal e da urina (fosfato de sódio monobásico).

Adjuvante da penicilina: fármaco que aumenta a duração sistêmica da penicilina por inibir sua excreção renal (probenecida).

Adrenérgico: fármaco que ativa órgãos inervados pelo sistema nervoso simpático; fármaco simpatomimético (adrenalina).

Adrenocorticosteroide, anti-inflamatório: hormônio do córtex adrenal que regula o metabolismo orgânico e inibe a resposta inflamatória, um glicocorticoide (prednisolona).

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Medium 9788565852845

Apêndice B - Glossário de termos farmacêuticos

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

B

Glossário de termos farmacêuticos

Adesivo: um sistema de liberação de fármaco que contém um adesivo em um dos lados, geralmente aplicado em um local externo do corpo. Seus ingredientes difundem-se passivamente ou são transportados de modo ativo de alguma porção do adesivo.

Adesivo transdérmico matricial: sistema transdérmico que usa uma matriz polimérica contendo um fármaco, destinada à liberação sistêmica através da pele; geralmente a pele é a membrana controladora da difusão do fármaco.

Adesivo transdérmico matricial: sistema transdérmico com reservatório do fármaco contido entre uma camada adesiva e uma membrana de controle da difusão; o reservatório de fármaco consiste geralmente em uma dispersão semissólida ou uma solução.

Aerossol: forma farmacêutica acondicionada sob pressão, que contém substâncias ativas liberadas sob atuação de um sistema de válvulas apropriado.

Água aromática: solução aquosa clara saturada (a menos que especificado de outro modo), com um ou mais óleos voláteis ou outras substâncias aromáticas ou voláteis.

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Medium 9788565852845

Apêndice C - Sistemas e técnicas de medida em farmácia

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

C

Sistemas e técnicas de medida em farmácia

O conhecimento e a aplicação de sistemas de medida são essenciais para a prática farmacêutica.

Quer seja na manipulação e dispensação em farmácias comunitárias, no atendimento de prescrições em farmácias institucionais ou na preparação de produtos farmacêuticos em grande escala, a exatidão na medida é essencial para a obtenção de medicamentos seguros e eficazes.

A produção industrial de medicamentos é monitorada com rigor por meio de testes de controle do processo e do produto final, de modo a assegurar a conformidade com as especificações quanto ao teor de fármaco. Prescrições que são aviadas em farmácias de manipulação em geral carecem da vantagem do controle de qualidade e, dessa maneira, o farmacêutico deve ter absoluta certeza da exatidão de todos os cálculos e medidas empregados. Os cálculos devem ser duplamente verificados pelo farmacêutico e, quando possível, por um colega. A importância dada à exatidão dos cálculos e das medidas não

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Medium 9788565852845

Capítulo 10 - Pomadas, cremes e géis

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO IV

FORMAS FARMACÊUTICAS SEMISSÓLIDAS

E SISTEMAS TRANSDÉRMICOS

CAPÍTULO

10 Pomadas, cremes e géis

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, o estudante deverá ser capaz de:

1. Diferenciar entre os vários tipos de bases de pomadas, segundo suas propriedades químicas e físicas.

2. Listar os critérios para a seleção de uma base de pomada para tratar uma patologia tópica.

3. Descrever os métodos para incorporar ingredientes ativos em uma base de pomada.

4. Explicar a diferença entre uma pomada, um creme e um gel.

5. Comparar e diferenciar uma base de pomada oftálmica e uma base de pomada tópica, para aplicação na pele.

6. Listar as vantagens e desvantagens de administrar fármacos pela via retal e pela via vaginal.

7. Listar as orientações que o farmacêutico deve fornecer ao paciente em relação a cada via de administração usada para a aplicação de produtos tópicos.

Pomadas, cremes e géis são formas farmacêuticas semissólidas destinadas à aplicação tópica. Elas podem ser aplicadas sobre a pele ou na superfície do olho, ou, ainda, utilizadas por via nasal, vaginal ou retal. A maioria delas é empregada conforme efeitos dos agentes terapêuticos que possui. As preparações não medicamentosas são utilizadas devido a seus efeitos físicos como protetoras ou lubrificantes.

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Medium 9788565852845

Capítulo 11 - Sistemas de liberação transdérmicos

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

OBJETIVOS

11 Sistemas de liberação transdérmicos

Após ler este capítulo, o estudante deverá ser capaz de:

1. Explicar as propriedades físico-químicas dos fármacos que determinam seu potencial de incorporação em uma forma farmacêutica transdérmica.

2. Descrever os fatores fisiológicos da pele que influenciam a absorção percutânea.

3. Definir um promotor de permeação químico e descrever os métodos físicos utilizados para facilitar a absorção percutânea de fármacos.

4. Diferenciar os vários tipos de sistemas usados para a liberação transdérmica.

5. Listar as vantagens e desvantagens da liberação transdérmica de fármacos em comparação a outras formas de liberação.

6. Fornecer exemplos de fármacos que são liberados pela via transdérmica e listar cuidados associados ao seu uso.

7. Listar informações importantes no aconselhamento do paciente que recebeu uma prescrição de um fármaco a ser administrado em um sistema terapêutico transdérmico.

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Grupo A (8098)
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Medium 9788565852630

100. Derrame pleural

Luciano Fochesatto Filho; Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

100

Derrame pleural

Denise Rossato Silva

Marli Maria Knorst

CASO CLÍNICO

Um paciente do sexo masculino, 65 anos, tabagista (fuma 20 cigarros por dia há 40 anos) e com insuficiência cardíaca, procura a emergência devido à piora da dispneia com início há três dias. Ele afirma não apresentar dor torácica, expectoração ou febre. Ao realizar exame físico, verifica-se diminuição do murmúrio vesicular em terços inferiores, com macicez à percussão. A radiografia de tórax evidencia cardiomegalia e derrame pleural bilateral de igual tamanho (pequeno).

DEFINIÇÃO

O derrame pleural (DP) é o acúmulo anormal de líquido no espaço pleural. Em condições normais, pode haver uma pequena quantidade de líquido nesse espaço (0,1 a

0,2 mL/kg).1

PATOGÊNESE

O surgimento do DP pode ocorrer devido a aumento da pressão hidrostática nos capilares sanguíneos e/ou linfáticos, da permeabilidade capilar, da pressão negativa no espaço pleural ou da diminuição da pressão oncótica das proteínas plasmáticas. Os transudatos originam-se do aumento da pressão hidrostática ou diminuição da pressão oncótica. Geralmente indicam que as membranas pleurais não estão afetadas. Os exsudatos formam-se devido a vazamento de líquido e proteínas ao longo de uma membrana capilar alterada com aumento da permeabilidade.1

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Medium 9788565852630

101. Asma

Luciano Fochesatto Filho; Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

101

Asma

Paulo de Tarso Roth Dalcin

CASO CLÍNICO

Uma paciente do sexo feminino, 43 anos, branca, procurou atendimento ambulatorial devido a dispneia recorrente, em geral associada asibilância, constrição torácica e tosse, com início há seis meses.

Os sintomas surgiram após um quadro de infecção respiratória e foram agravados por mudanças do clima, atividade física e exposição a mofo domiciliar. Os sintomas aliviavam espontaneamente e, em duas ocasiões, melhoraram depois de realizada nebulização com salbutamol durante atendimento na emergência. No último mês, os sintomas passaram a ser diários e limitaram a atividade da paciente.

Ela afirmou nunca ter fumado. Ao realizar exame, foram verificados: bom estado geral, mucosas

úmidas e coradas, ausência de cianose, pressão arterial de 120/80 mmHg, frequência cardíaca de

80 bpm, frequência respiratória de 18 rpm. O aparelho cardiovascular evidenciou ritmo cardíaco regular, 2 tempos, bulhas normofonéticas, sem sopros e o aparelho respiratório, murmúrio vesicular presente em ambos os campos pulmonares, alguns sibilos expiratórios em bases bilaterais. No abdome, não foram observadas alterações. O exame radiológico do tórax foi normal. A espirometria

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Medium 9788565852630

102. Doença pulmonar obstrutiva crônica

Luciano Fochesatto Filho; Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

102

Doença pulmonar obstrutiva crônica

Denise Rossato Silva

Marli Maria Knorst

CASO CLÍNICO

Um paciente do sexo masculino, 60 anos, tabagista desde os 20 anos (fumante de cerca de 20 cigarros por dia), relatou dispneia aos pequenos esforços e tosse produtiva crônica com início há cinco anos.

Na última semana, observou acentuação da dispneia e da tosse com expectoração purulenta. Afirmou não apresentar febre, nem dor torácica. Ao realizar exame físico, foram verificados frequência respiratória de 22 rpm, respiração com lábios semicerrados, utilização de ancoragem de membros superiores, aumento do diâmetro anteroposterior do tórax, hipersonoridade à percussão, diminuição do murmúrio vesicular e alguns sibilos expiratórios na ausculta. A partir de uma espirometria realizada em uma consulta ambulatorial prévia, evidenciou-se um volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) de 1,10 L (40% do previsto), com uma relação VEF1/CVF (capacidade vital forçada) de

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Medium 9788565852630

103. Pneumonia e abscesso pulmonar

Luciano Fochesatto Filho; Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

103

Pneumonia e abscesso pulmonar

Denise Rossato Silva

Marli Maria Knorst

CASO CLÍNICO

Uma paciente do sexo feminino, 24 anos, procurou a emergência relatando dor ventilatório-dependente na face posterior, na base do hemitórax direito, e também tosse, com expectoração purulenta

(esverdeada), febre e calafrios que iniciaram há 12 horas. Ela afirma não apresentar sintomas ou diagnósticos respiratórios prévios. Não há outros achados na revisão dos sistemas. Ao realizar exame físico, a paciente encontra-se lúcida, orientada e coerente, com temperatura axilar de 38,7°C, frequência respiratória de 20 rpm, frequência cardíaca de 94 bpm, pressão arterial de 110/70 mmHg e saturação de oxigênio de 96%. No aparelho cardiovascular, verificam-se ritmo cardíaco regular,

2 tempos, bulhas normofonéticas, sem sopros. No aparelho respiratório, há redução da expansibilidade do hemitórax direito. Observam-se também frêmito toracovocal (FTV) aumentado, macicez

à percussão, estertores crepitantes e sopro tubário no terço inferior, face posterior do hemitórax direito. Identifica-se murmúrio vesicular presente bilateralmente nas demais áreas de ausculta.

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Medium 9788565852630

104. Apneia do sono

Luciano Fochesatto Filho; Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

104

Apneia do sono

Ângela Beatriz John

Simone Fagondes

CASO CLÍNICO

Um paciente do sexo masculino, 48 anos, casado, tabagista, que exerce a profissão de caminhoneiro, apresenta hipertensão arterial sistêmica não controlada, pré-diabetes e obesidade. A esposa relata história de sono agitado, ronco alto e contínuo e apneias observadas durante o sono que pioram em decúbito dorsal nos últimos 10 anos. Os sintomas se intensifi caram há dois anos após ganho ponderal de aproximadamente 12 kg. O paciente relata sensação de sono não reparador com sonolência diurna excessiva (SDE), já tendo, inclusive, história de acidente automobilístico por cochilar ao volante.

Ao realizar exame físico, apresenta pressão arterial de 160/98 mmHg, índice de massa corporal

(IMC) de 35,2 kg/m2, circunferência cervical de 44 cm, cavidade oral com classificação de Mallampati modificado IV, tonsilas grau II, úvula alongada e hiperemiada. Nas auscultas cardíaca e pulmonar e no exame abdominal, não são verificadas alterações relevantes. A aplicação da escala de sonolência de Epworth (ESS) evidencia 18/24 pontos (indicativa de sonolência: acima de 10 pontos). Não são observadas alterações no raio X de tórax e na espirometria. A partir do ecocardiograma Doppler e fluxo a cores transtorácico, constatam-se achados sugestivos de cardiopatia hipertensiva. Os exames de laboratório possibilitam a verificação de glicemia limítrofe, hipercolesterolemia e hipertrigliceridemia. As provas de função da tireoide estão dentro dos limites da normalidade. O paciente é avaliado no ambulatório especializado em transtornos respiratórios durante o sono (TRDS) e indica-se a realização de polissonografia (PSG) de noite inteira para diagnóstico.

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Editora Saraiva (44)
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Medium 9788536512136

10. Utensílios e Vidrarias

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

10

Utensílios e Vidrarias

Para começar

Veremos neste capítulo os utensílios e as vidrarias utilizados nos laboratórios de manipulação de formulações magistrais, oficinais e cosméticas. Aprenderemos a função de cada utensílio e vidraria apresentado, assim como a sua importância no dia a dia do laboratório, na execução das tarefas e na qualidade do produto final.

Este é um capítulo muito interessante e ilustrado. Você vai se divertir estudando-o!

10.1 Características gerais

Todo estabelecimento deve dispor de equipamentos, utensílios e vidrarias em quantidade suficiente para atender à demanda de sua produção e garantir material limpo e desinfetado.

Muitas vidrarias são também chamadas de aparelhos volumétricos. Os aparelhos volumétricos são empregados nas medidas de volume, nos testes, nos ensaios e nos doseamentos farmacopeicos, e essa vidraria sempre deve ser aferida na temperatura de 25 ºC.

O laboratório de manipulação deve possuir uma vidraria verificada contra um padrão calibrado, ou adquirida de fornecedores credenciados pelos Laboratórios da Rede Brasileira de Calibração, que servirá como padrão para as aferições das vidrarias utilizadas pelo estabelecimento. A calibração deve ser realizada periodicamente, conforme procedimento escrito.

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Medium 9788536512136

1. Aspectos Gerais da Organização de um Laboratório de Manipulação em Farmácia

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

Aspectos Gerais da Organização de um Laboratório de Manipulação em Farmácia

1

Para começar

Por que existem normas de boas práticas? Por que devemos nos preocupar com a organização das tarefas realizadas em um ambiente de produção? Você sabe essas respostas, ou ainda não?

Para ajudá-lo, este capítulo inicial tem por objetivo apresentar os aspectos gerais da organização de um laboratório de manipulação em farmácias. De forma simples, mostra informações relacionadas à legislação, à organização física, aos materiais e equipamentos e às matérias-primas e materiais de embalagem utilizados na produção de preparações magistrais, oficinais e cosméticas.

Essas informações são importantes para o entendimento de toda a organização básica de um labora­ tório de manipulação a fim de garantir a qualidade do produto final e a segurança das pessoas envolvidas no processo, além de prevenir danos à natureza.

1.1 Legislação

A legislação vigente para a manipulação em farmácias é a Resolução da Diretoria Colegiada –

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Medium 9788536514727

1 - Sistema de Gestão

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistema de Gestão

1

Para começar

Neste primeiro capítulo, iremos ver as definições de sistema, os fundamentos de gestão como cultura e clima organizacionais e também as principais ferramentas para implantar um sistema de gestão na empresa, como método 5S, diagrama de causa e efeito, fluxograma, entre outras.

Atualmente, muitas são as organizações que buscam a implantação de um sistema de gestão, principalmente com a globalização e com a competitividade entre os países. Para que essas organizações ganhem mercado internacional e continuem crescendo no mercado nacional, elas devem buscar a gestão em seus processos. Para isso, elas devem implantar metodologias que auxiliem nesse sistema.

1.1 O que é sistema

Sistema é um conjunto de partes integrantes e interdependentes que formam um todo unitário com determinado objetivo e efetuam determinada função, produzindo um ou mais resultados.

Um Sistema de Gestão é o conjunto de pessoas, recursos e procedimentos, dentro de qualquer nível de complexidade, cujos componentes associados interagem de uma maneira organizada para realizar uma tarefa específica e atingem ou mantêm um dado resultado (CHAIB, 2005).

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Medium 9788536512136

2. Estrutura Física de um Laboratório de Manipulação

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

Estrutura Física de um Laboratório de Manipulação

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Para começar

Você verá neste capítulo as áreas físicas que um laboratório de manipulação deve possuir, suas características básicas e os aspectos relacionados à biossegurança.

2.1 Áreas

Como citado no Capítulo 1, o laboratório de manipulação de farmácias deve contar com uma in­fraes­trutura adequada às atividades a serem desenvolvidas. De modo geral, um laboratório de manipulação precisa apresentar área ou sala para atividades administrativas, área ou sala de armazenamento, área ou sala de controle de qualidade, sala ou local de pesagem de matérias-primas, salas de manipulação, além de área ou local para lavagem de utensílios e materiais de embalagem, vestiário, sala de paramentação, sanitários e depósito de material de limpeza.

Fique de olho!

Definições dos espaços físicos no laboratório de manipulação:

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Área: ambiente aberto, sem paredes em uma ou mais de uma das faces.

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Medium 9788536514727

2 - Sistema de Gestão da Qualidade

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistema de

Gestão da Qualidade

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Para começar

Neste capítulo, você irá conhecer o significado e a história da palavra “ISO”. Também definiremos o que é qualidade e trataremos dos requisitos da Norma ISO 9001 e dos prêmios de qualidade que as organizações podem receber.

2.1 Conceitos gerais

A demanda de qualidade dos produtos teve início na época dos artesãos europeus, ou seja, antes da Revolução Industrial, quando o artesão tinha o domínio desde a fabricação até o pós-venda, e o atendimento às necessidades do cliente era muito importante. Havia uma relação de confiança entre o cliente e o produtor, que nessa época era o artesão. Com a Revolução Industrial, muitos artesãos passaram a trabalhar dentro das fábricas como supervisores de produção, e então a qualidade passou a ser uma habilidade dos trabalhadores e dos supervisores dos departamentos de produção, onde os produtos defeituosos eram retrabalhados ou sucateados. Muitos desses produtos, porém, passavam pela supervisão de qualidade e chegavam defeituosos ao cliente. Com isso criou-se um departamento para essa inspeção da qualidade, visando impedir que os produtos defeituosos saíssem da fábrica e chegassem aos clientes.

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