Manole (44)
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Medium 9788520431733

10. Criando manuais para ensino de massagem para bebês

Cláudia Marchetti V. da Cruz Manole PDF Criptografado

10

Criando manuais para ensino de massagem para bebês

C

omo vimos ao longo deste livro, a massagem para bebês é um recurso terapêutico de baixo custo e que produz uma série de efeitos fisiológicos e comportamentais benéficos para a saúde da criança e do cuidador e que, quando bem orientada, pode ser aprendida e aplicada por leigos2,9,19-22,54,82-84,91-97.

No Ocidente, em geral, o conhecimento das técnicas de massagem e seus efeitos estão restritos a alguns profissionais da área de saúde. O público leigo tem acesso parcial a esse conhecimento por meio da literatura informal que descreve, frequentemente, manobras diversificadas e detalhadas, sem uma sequência padronizada por segmentos corporais ou tipos de manobras e sem informações adequadas sobre os efeitos provocados pela massagem. O conhecimento sobre massagem para bebês, na maioria das vezes, fica restrito

à técnica Shantala, e o conhecimento dos efeitos, ao relaxamento.

Foi baseado nessa realidade que, em 2005, começamos a pensar na possibilidade de disponibilizarmos o conteúdo referente à massagem para bebês e criarmos programas de educação na área de saúde, abordando esse tema junto

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Medium 9788520431733

6. Efeitos fisiológicos da massagem

Cláudia Marchetti V. da Cruz Manole PDF Criptografado

6

Efeitos fisiológicos da massagem

O

s efeitos fisiológicos produzidos pela massagem foram estudados primeiramente em adultos. Ao longo dos anos, as pesquisas buscaram diminuir as controvérsias sobre os efeitos fisiológicos produzidos pela massagem, mas, ainda assim, parte delas persiste.

Acredita-se que os efeitos da massagem em bebês são semelhantes àqueles provenientes da massagem realizada em adultos, porém os estudos são escassos e ainda mais controversos.

Os efeitos fisiológicos produzidos pelas manobras geram as propriedades terapêuticas da massagem, parte delas induzida pelos efeitos mecânicos, ou seja, as forças associadas à compressão, à tração, ao alongamento, à pressão e fricção que vão afetar os tecidos excitáveis (aqueles que respondem rapidamente ao estímulo mecânico, como as células e fibras nervosas, fibras musculares, células dos órgãos abdominais e glândulas) e não excitáveis (como ossos, ligamentos, cartilagens) do corpo4,36. No entanto, não é correto afirmar que os tecidos não excitáveis são aqueles que não respondem ao estímulo mecânico. Eles respondem, mas apresentam uma resposta tardia.

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Medium 9788520432488

2. Considerações clínicas na reabilitação do paciente com acidente vascular encefálico

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

2

Considerações clínicas na reabilitação do paciente com acidente vascular encefálico

Milene S. Ferreira

“O corpo é a unidade máxima de representação do ser humano e por isso adquire importância para toda vida e cultura. Para viver é necessária a mediação do corpo, que é o primeiro dos objetos culturais, o portador dos comportamentos. Vive-se com o corpo. Toda percepção exterior é imediatamente sinônima de certa percepção do corpo, como toda percepção do corpo se explicita na linguagem da percepção exterior.”

(Merleau-Ponty, 1971)

INTRODUÇÃO

O acidente vascular encefálico (AVE) é caracterizado por um déficit neurológico súbito causado após uma perda não traumática resultante de uma oclusão ou ruptura de um vaso sanguíneo cerebral.

Pode ser de etiologia aterosclerótica ou tromboembólica, e os fatores de risco ainda estão em fase de estudo. Além dos fatores de risco já conhecidos, como hipertensão, diabetes melito, dislipidemias, tabagismo, etilismo, obesidade, arritmias, idade, raça negra, história familiar, ataque isquêmico transitório, trombofilias e sedentarismo, outros vêm sendo associados à ocorrência do AVE, como fatores ambientais (como poluição) e emocionais (como depressão). Aproximadamente 80% dos eventos vasculares cerebrais são isquêmicos e o restante é considerado hemorrágico.

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Medium 9788520432488

26. Terapia Cuevas Medek Exercises: método dinâmico de estimulação cinética

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Terapia Cuevas Medek Exercises: método dinâmico de estimulação cinética

Claudia Akemi Yamauti Rizzo

Renata Marques

“O maior erro que você pode cometer na vida é o de ficar o tempo todo com medo de cometer algum.”

(Elbert Hubbard)

INTRODUÇÃO

Paralisia cerebral

A paralisia cerebral (encefalopatia crônica não progressiva) é um dos diagnósticos médicos mais frequentes no âmbito da pediatria neurológica. Em razão disso, são imprescindíveis a renovação e a ampliação constante dos horizontes médicos, visando a um único objetivo: o progresso do paciente. A seguir, apresenta-se um método, em crescente desenvolvimento e ampliação no Brasil, assegurado pelos 30 anos de existência e prática clínica.

Cuevas Medek Exercises

O método Cuevas Medek Exercises (CME) é uma abordagem fisioterapêutica utilizada para o tratamento de crianças que apresentam alguma alteração no desenvolvimento motor.

O CME foi idealizado por Ramón Cuevas, fisioterapeuta chileno, durante a década de 1970. A criação desse método surgiu da necessidade de estimular de maneira mais objetiva o aparecimento de respostas motoras automáticas na criança com atraso motor. A nomenclatura atual é conhecida mundialmente como Cuevas Medek

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Medium 9788520432488

7. Terapia ocupacional na atividade da vida diária

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

7

Terapia ocupacional na atividade da vida diária

Maria Silvia Valerio Pirrello

Rosa Elvira da Cunha Oliveira

Rosemeire Zanchin

Sandra Regina de Almeida Pacini

“A participação em atividades diárias é vital para todo ser humano. Através dela, ele adquire habilidades e competência, relaciona-se consigo mesmo e com o mundo a sua volta. Através dela encontra motivo e significado para a vida.”

(AOTA, 2002)

INTRODUÇÃO

A terapia ocupacional é uma ciência da saúde e uma profissão de nível superior que utiliza diversas atividades para restaurar, fortalecer e desenvolver a capacidade funcional da pessoa com deficiência. É um processo de tratamento que se destina a pessoas de qualquer idade, que tenham dificuldades na realização das atividades cotidianas, no qual o terapeuta ocupacional utiliza a atividade como recurso técnico.

Essa atividade é considerada, nesse processo, como um instrumento que pode viabilizar expressão, espontaneidade e conhecimento das potencialidades e das limitações dos pacientes durante suas ações.

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Grupo Gen (9175)
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Medium 9788527735988

25 Traumatismo Raquimedular

José Roberto FIORETTO Grupo Gen ePub Criptografado

Introdução

Entende-se por traumatismo raquimedular (TRM) a lesão da coluna vertebral provocada por qualquer causa externa, incluindo ou não a medula ou as raízes nervosas, em qualquer dos seus segmentos (cervical, dorsal ou lombossacro).

O traumatismo raquimedular é um evento raro em pediatria, acometendo aproximadamente 2 em cada 100 mil crianças por ano, podendo a morbidade e a mortalidade associadas a ele serem extremamente elevadas, além de ocorrerem múltiplos desafios nas fases aguda e crônica do cuidado com o paciente. O prognóstico depende do diagnóstico precoce e da intervenção imediata, além de considerar o nível da lesão.

As causas mais frequentes de TRM em menores de 2 anos de idade são os acidentes de carro e as quedas, entre 2 e 7 anos, os acidentes automotivos por atropelamento, e entre 8 e 15 anos, além das atividades esportivas, acidentes automotivos, quedas e acidentes de submersão.

Fisiopatologia

Como na lesão cerebral, lesões à medula espinal podem ser consequência de dois tipos de agressão: primária e secundária. A lesão primária refere-se ao dano neurológico irreversível que se inicia no momento do impacto. As lesões secundárias podem ocorrer horas ou dias após o acidente e são provocadas principalmente pela liberação maciça de citocinas inflamatórias que iniciam e perpetuam a agressão, ou, ainda, pelo efeito de massa causado por sangramento ou edema locais. Além disso, podem contribuir para a lesão secundária hipovolemia, hipoxia ou isquemia.

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Medium 9788527735988

37 Hipertensão Intra-Abdominal e Síndrome Compartimental Abdominal

José Roberto FIORETTO Grupo Gen ePub Criptografado

Definições

A pressão intra-abdominal (PIA) normal em uma criança em estado grave é de 4 a 10 mmHg. A hipertensão intra-abdominal (HIA) é definida como elevação sustentada ou recorrente da PIA maior do que 10 mmHg.

A HIA pode ser classificada de acordo com a intensidade e é apresentada no Quadro 37.1.

QUADRO 37.1 Classificação da intensidade da hipertensão intra-abdominal (HIA).

Classificação

Medida da PIA (mmHg)

Grau I

10 a 12

Grau II

13 a 15

Grau III

16 a 19

Grau IV

≥ 20

PIA = pressão intra-abdominal.

A síndrome compartimental abdominal (SCA) é definida por HIA sustentada associada a disfunção orgânica nova ou agravada.

A HIA e a SCA podem ser classificadas como primárias (quando estão relacionadas a doenças da região abdominopélvica), secundárias (quando a doença não se origina na região abdominopélvica) e recorrentes (quando a condição se restabelece após tratamento e recuperação inicial).

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Medium 9788527735988

15 Pós-Operatório em Cirurgia Cardíaca

José Roberto FIORETTO Grupo Gen ePub Criptografado

Introdução

Os avanços em cardiologia pediátrica, técnicas cirúrgicas e cuidados intensivos levaram a maior sobrevida de crianças com cardiopatias congênitas antes letais. Atualmente, o diagnóstico dessas cardiopatias é mais preciso e as alterações hemodinâmicas mais bem compreendidas, possibilitando conhecer amplamente as condições da criança no período pós-operatório, bem como prever as alterações intrínsecas aos procedimentos cirúrgico e anestésico.

Condutas gerais

▶ Informações sobre a patologia e suas complicações

Essas informações possibilitam melhor planejamento e prevenção de complicações por exemplo, a hipertensão pulmonar.

▶ Informações sobre o ato anestésico-operatório

• Técnica operatória

• Tipo de anestésico

• Tempo de operação, de perfusão e de pinçamento aórtico

• Equilíbrio hídrico e de coloides

• Diurese

• Posição dos cateteres venosos e arteriais, fios de marca-passo e drenos mediastinais ou torácicos

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Medium 9788527735988

20 Insuficiência Hepática Aguda

José Roberto FIORETTO Grupo Gen ePub Criptografado

Definição

Definida por desenvolvimento de lesão hepática aguda sem evidência de doença crônica do fígado, pode ser confirmada bioquimicamente pela razão normalizada internacional (RNI, international normalized ratio) ≥ 1,5, se o paciente for portador de encefalopatia hepática, ou ≥ 2, na ausência desta condição. A coagulopatia não é corrigível com administração de vitamina K e se desenvolve em 8 semanas após o início dos sintomas.

Crianças podem não desenvolver encefalopatia ou esta ser de difícil avaliação.

Etiologia

Em mais de 50% dos casos, a etiologia da insuficiência hepática aguda (IHA) é indeterminada. As causas restantes estão listadas no Quadro 20.1, de acordo com a faixa etária e a categoria.

Dentre as causas mais comuns, destacam-se:

• Infecciosas: herpes simples (cerca de 25%), parvovírus, adenovírus, enterovírus, vírus Epstein-Barr. Hepatites A e B são incomuns, exceto em regiões endêmicas

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Medium 9788527735988

2 Monitoramento Respiratório

José Roberto FIORETTO Grupo Gen ePub Criptografado

Definição

Conjunto de métodos empregados para identificar precocemente alterações funcionais do sistema respiratório, visando adequar as necessidades do paciente ao suporte respiratório adequado e prevenir possíveis complicações.

O melhor monitoramento respiratório é o que permite ao médico mensurar as capacidades de ventilação e oxigenação. Serão abordadas duas áreas principais de monitoramento da ventilação mecânica: evolução das trocas gasosas e mecânica respiratória.

Evolução das trocas gasosas

▶ Gasometria arterial

A determinação mais acurada das trocas gasosas é a mensuração direta pela gasometria em amostra de sangue arterial. Avaliam-se diretamente a pressão arterial de gás carbônico (PaCO2), a pressão arterial de oxigênio (PaO2) e o potencial hidrogeniônico (pH) arterial. Além disso, outros valores diretos são obtidos como carboxi-hemoglobina, meta-hemoglobina e, indiretamente, a partir do pH e da PaCO2, calculam-se a diferença de base, o bicarbonato (HCO3) e o CO2 total.

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Grupo A (61)
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Medium 9788565852845

Capítulo 10 - Pomadas, cremes e géis

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO IV

FORMAS FARMACÊUTICAS SEMISSÓLIDAS

E SISTEMAS TRANSDÉRMICOS

CAPÍTULO

10 Pomadas, cremes e géis

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, o estudante deverá ser capaz de:

1. Diferenciar entre os vários tipos de bases de pomadas, segundo suas propriedades químicas e físicas.

2. Listar os critérios para a seleção de uma base de pomada para tratar uma patologia tópica.

3. Descrever os métodos para incorporar ingredientes ativos em uma base de pomada.

4. Explicar a diferença entre uma pomada, um creme e um gel.

5. Comparar e diferenciar uma base de pomada oftálmica e uma base de pomada tópica, para aplicação na pele.

6. Listar as vantagens e desvantagens de administrar fármacos pela via retal e pela via vaginal.

7. Listar as orientações que o farmacêutico deve fornecer ao paciente em relação a cada via de administração usada para a aplicação de produtos tópicos.

Pomadas, cremes e géis são formas farmacêuticas semissólidas destinadas à aplicação tópica. Elas podem ser aplicadas sobre a pele ou na superfície do olho, ou, ainda, utilizadas por via nasal, vaginal ou retal. A maioria delas é empregada conforme efeitos dos agentes terapêuticos que possui. As preparações não medicamentosas são utilizadas devido a seus efeitos físicos como protetoras ou lubrificantes.

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Medium 9788565852845

Capítulo 8 - Comprimidos

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

OBJETIVOS

8

Comprimidos

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Diferenciar os vários tipos de comprimidos.

2. Comparar as vantagens e desvantagens dos vários tipos de comprimidos.

3. Listar as categorias de excipientes, com exemplos que são empregados na produção de comprimidos.

4. Informar os padrões de qualidade e as exigências farmacopeicas segundo a

United States Pharmacopeia (USP) para comprimidos.

5. Definir e diferenciar variação de peso de uniformidade de conteúdo.

6. Descrever técnicas apropriadas de inspeção, acondicionamento e armazenamento de comprimidos.

Comprimidos são formas farmacêuticas sólidas, geralmente preparadas com o auxílio de adjuvantes farmacêuticos. Eles podem variar em tamanho, forma, peso, dureza, espessura, características de desintegração e dissolução e outros aspectos, dependendo de sua finalidade de uso e seu método de fabricação. A maioria dos comprimidos é usada na administração oral de fármacos.

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Medium 9788565852845

Apêndice B - Glossário de termos farmacêuticos

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

B

Glossário de termos farmacêuticos

Adesivo: um sistema de liberação de fármaco que contém um adesivo em um dos lados, geralmente aplicado em um local externo do corpo. Seus ingredientes difundem-se passivamente ou são transportados de modo ativo de alguma porção do adesivo.

Adesivo transdérmico matricial: sistema transdérmico que usa uma matriz polimérica contendo um fármaco, destinada à liberação sistêmica através da pele; geralmente a pele é a membrana controladora da difusão do fármaco.

Adesivo transdérmico matricial: sistema transdérmico com reservatório do fármaco contido entre uma camada adesiva e uma membrana de controle da difusão; o reservatório de fármaco consiste geralmente em uma dispersão semissólida ou uma solução.

Aerossol: forma farmacêutica acondicionada sob pressão, que contém substâncias ativas liberadas sob atuação de um sistema de válvulas apropriado.

Água aromática: solução aquosa clara saturada (a menos que especificado de outro modo), com um ou mais óleos voláteis ou outras substâncias aromáticas ou voláteis.

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Medium 9788565852845

Capítulo 14 - Sistemas dispersos

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

OBJETIVOS

14 Sistemas dispersos

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Diferenciar entre uma suspensão, uma emulsão, um gel e um magma.

2. Comparar os diferentes sistemas dispersos e listar vantagens e desvantagens de cada sistema.

3. Comparar e diferenciar as seguintes teorias da emulsificação: tensão superficial, cunha orientada e filme interfacial.

4. Definir e diferenciar os seguintes termos: liofóbico, liofílico, hidrofílico, hidrofóbico, anfifílico, embebimento, intumescimento, sinerese, tixotropia e xerogel.

5. Avaliar e selecionar um sistema disperso adequado e a forma de administração para determinada finalidade, população de pacientes e/ou situação.

Este capítulo trata dos principais tipos de preparações líquidas contendo fármacos não dissolvidos ou imiscíveis que se encontram uniformemente distribuídos em veículo. Nessas preparações, a substância que se encontra distribuída é conhecida como fase dispersa, e o veículo é denominado fase dispersante, ou meio dispersante. Em conjunto, produzem um sistema disperso.

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Medium 9788565852845

Capítulo 4 - Delineamento de formas farmacêuticas: considerações farmacêuticas e de formulação

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO II

DELINEAMENTO DE FORMAS FARMACÊUTICAS

E SISTEMAS DE LIBERAÇÃO DE FÁRMACOS

CAPÍTULO

4

Delineamento de formas farmacêuticas: considerações farmacêuticas e de formulação

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Listar razões para a incorporação de fármacos em várias formas farmacêuticas.

2. Comparar e diferenciar as vantagens e as desvantagens de várias formas farmacêuticas.

3. Descrever as informações necessárias em estudos pré-formulação para caracterizar um fármaco para possível inclusão em uma forma farmacêutica.

4. Descrever os mecanismos de degradação de fármacos e fornecer exemplos de cada um.

5. Descrever os cinco tipos de instabilidade de fármacos de interesse para a prática farmacêutica.

6. Resumir as abordagens empregadas para estabilizar fármacos em formas farmacêuticas.

7. Calcular as velocidades de reação para várias formas farmacêuticas líquidas.

8. Classificar os diversos adjuvantes e excipientes farmacêuticos.

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Grupo A (4672)
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Medium 9788536311906

Capítulo 12 - O câncer é genético?

Andrew Read; Dian Donnai Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 12

O câncer é genético?

Pontos de aprendizagem para este capítulo

Após terminar de ler este capítulo, você deve ser capaz de:

• Descrever a carcinogênese como um processo evolutivo dentro de um indivíduo

• Definir oncogenes e genes supressores de tumor, fornecendo exemplos

• Descrever os tipos de instabilidade genômica encontrados nas células cancerosas, bem como o papel dos pontos de controle do ciclo celular em evitá-los

• Listar as capacidades essenciais dos tumores malignos e descrever os tipos de mudanças genéticas somáticas que levam ao seu desenvolvimento, incluindo a ativação de oncogenes ou a inativação de genes supressores de tumor por mutações somáticas, mudanças epigenéticas, deleções que induzem a perda da heterozigose e rearranjos cromossômicos que induzem genes de fusão (genes quiméricos)

• Descrever no mínimo três síndromes de câncer hereditário e discutir suas relações com os cânceres esporádicos comuns

• Descrever o papel da genética no diagnóstico, no tratamento e na prevenção do câncer

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Medium 9788536311906

Capítulo 07 - O que é epigenética?

Andrew Read; Dian Donnai Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 7

O que é epigenética?

Pontos de aprendizagem para este capítulo

Após terminar de ler este capítulo, você deve ser capaz de:

• Definir epigenética, impressão ou pré-programação genômica*, dissomia uniparental e ilha CpG

• Explicar como o DNA é metilado e como os padrões de metilação podem ser hereditários

• Descrever dois métodos de estudo dos padrões de metilação

• Explicar os papéis das seqüências CpG no controle gênico e nas mutações

• Descrever a inativação do cromossomo X e suas conseqüências para as pessoas com condições recessivas ligadas ao X e translocações balanceadas X-autossomo

• Fornecer exemplos de padrões de heredograma e síndromes esporádicas dependentes de impressão genômica

7.1 Estudos de casos

CASO 16

• Pablo, menino doentio

• História familiar de sintomas semelhantes

• Exames de sangue sugerem imunodeficiência combinada grave ligada ao X

Família Portillo

1

173

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Medium 9788536311906

Capítulo 05 - Como podemos examinar o DNA de um paciente quanto às mutações gênicas?

Andrew Read; Dian Donnai Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 5

Como podemos examinar o DNA de um paciente quanto às mutações gênicas?

Pontos de aprendizagem para este capítulo

Após terminar de ler este capítulo, você deve ser capaz de:

• Descrever o princípio do seqüenciamento do DNA e ler compreensivamente um perfil produzido pelo respectivo seqüenciador automatizado

• Relatar as circunstâncias em que uma análise de DNA envolve a varredura ou o escaneamento de um gene para detectar mutações ou a investigação de uma alteração específica

• Descrever brevemente os princípios de dois métodos (além do seqüenciamento) em que se faz a varredura de um gene para detectar mutações

• Expor sucintamente os princípios de dois métodos em que o DNA de uma pessoa pode ser investigado quanto a uma mutação específica

• Descrever resumidamente os princípios de dois métodos em que o DNA de uma pessoa pode ser investigado quanto à deleção ou à duplicação de éxons de um gene

5.1 Estudos de casos

Família Nicolaides

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Medium 9788536311906

Capítulo 13 - Devemos testar a suscetibilidade genética para as doenças comuns?

Andrew Read; Dian Donnai Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 13

Devemos testar a suscetibilidade genética para as doenças comuns?

Pontos de aprendizagem para este capítulo

Após terminar de ler este capítulo, você deve ser capaz de:

• Descrever como os genes modificadores e os efeitos estocásticos e pleiotrópicos resultam em expressividade variável e penetrância incompleta, mesmo para condições mendelianas

• Descrever, em princípio, como os genes interagem com outros genes e com vários fatores ambientais, para produzir os fenótipos, inclusive as doenças

• Descrever a natureza multifatorial da maioria das características humanas normais e anormais, bem como os princípios da herança multifatorial

• Explicar os lócus de traços quantitativos

• Descrever a teoria de limiar, de Falconer, e usá-la para fazer predições qualitativas de risco

• Descrever o princípio da análise de pares de irmãos afetados

• Definir e comparar ligação e associação entre um marcador e uma doença

• Descrever e explicar a estrutura em bloco dos haplótipos do genoma humano

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Medium 9788536311906

Capítulo 08 - Como nossos genes afetam o metabolismo, as respostas às drogas e o sistema imune?

Andrew Read; Dian Donnai Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 8

Como nossos genes afetam o metabolismo, as respostas às drogas e o sistema imune?

Pontos de aprendizagem para este capítulo

Após terminar de ler este capítulo, você deve ser capaz de:

• Descrever os princípios básicos dos erros metabólicos hereditários* e dar exemplos de doenças causadas por bloqueios metabólicos

• Fornecer exemplos de variações individuais nas respostas às drogas, explicando sua importância

• Discutir criticamente as perspectivas para a medicina personalizada, fundamentada na testagem genética

• Descrever a natureza e as funções gerais do complexo de histocompatibilidade principal e o papel da compatibilidade do HLA nos transplantes

• Descrever, em linhas gerais, os mecanismos genéticos que sustentam nossa capacidade de montar uma resposta imune específica contra praticamente qualquer antígeno estranho

8.1 Estudos de casos

CASO 19

• Segunda gravidez; ecografia sugere que é um menino

• Bebê nascido com genitália ambígua

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Editora Saraiva (44)
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Medium 9788536514727

9 - Sistema de Acreditação em Serviços de Saúde

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistema de

Acreditação em

Serviços de Saúde

9

Para começar

Neste capítulo trataremos sobre a definição e os níveis de acreditação existentes nos serviços de saúde. Você conhecerá o Manual Brasileiro de Acreditação e também a respeito da Organização

Na­cional de Acreditação – ONA.

Assim como toda empresa busca certificar seus produtos e serviços através de normas inter­ nacionais como ISO 9001 – Sistema de Gestão da Qualidade, as instituições de saúde, que também são empresas, buscam certificações da qualidade dos serviços prestados. Essas certificações de qua­­ lidade para esse segmento, porém, diferem da ISO 9001: são acreditações que uma instituição de saúde recebe quando passa por auditorias de certificação e demonstra sua qualidade através dos níveis de acreditação.

Os hospitais buscam ainda o conceito de sustentabilidade hospitalar, pois também são empresas que consomem muito dos recursos naturais, como água e energia, em vários processos de assistência ao paciente. São responsáveis por produzir impactos ambientais com os resíduos de serviços de saúde, que, diferentemente dos resíduos industriais, são infectantes por possuírem microrganismos que podem levar contaminação ao solo, à água e a toda a comunidade. Então vamos conhecer esse sistema de acreditação exclusiva para instituições de saúde e saber como os hospitais vêm contribuindo para a sustentabilidade hospitalar.

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Medium 9788536514727

8 - Auditoria

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Auditoria

8

Para começar

Neste capítulo serão definidos auditoria e seus diferentes tipos. Veremos também as características para ser um auditor e conheceremos as diretrizes para auditoria de sistema de gestão, a ISO 19011.

As organizações que buscam a implantação dos sistemas de gestão, seja ela da qualidade ISO

9001, meio ambiente ISO 14001, OHSAS 18001, NBR 16001 ou ISO 22000, todas necessitam, dentro do ciclo PDCA, da fase de “Checar”. É nesse momento que entram as auditorias, uma ferramenta de verificação do cumprimento da primeira fase da implantação de um sistema de gestão, o planejamento. As auditorias são, acima de tudo, importantes aliadas na verificação dos sistemas de gestão implementados.

A auditoria está relacionada à necessidade de confirmação da realidade financeiro-econômica de uma organização. Um dos primeiros cargos criados de auditoria foi na Inglaterra, em 1314

(PINHO, 2007).

A auditoria teve seu grande passo em 1929: com a crise econômica americana, foi criado o

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Medium 9788536514727

5 - Sistema de Gestão Integrada

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistema de

Gestão Integrada

5

Para começar

Neste capitulo, aprenderá sobre as vantagens da implantação do sistema de gestão integrada, assim como o tipo de implantação de SGI existente. Conhecerá também algumas empresas que aplicaram a SGI.

As organizações têm atentado de forma mais concreta para os aspectos que envolvem a satisfação dos clientes internos e externos, a qualidade dos produtos materiais ou serviços, a proteção do meio ambiente e os aspectos sociais, inclusive os que abrangem a saúde e segurança de seus colaboradores.

A realidade presente e, com certeza, futura é de crescente e irreversível conscientização da sociedade e aumento das exigências em relação às questões ambientais. As questões referentes à segurança e saúde do trabalho também têm sido objeto de discussão, assegurando a não admissibilidade da existência de ambientes laborais insalubres e processos produtivos que causem doenças ocupacionais, muitas vezes irreversíveis, ou acidentes que possam gerar lesões que causem incapacidade permanente ou a morte do trabalhador.

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Medium 9788536514727

4 - Sistema de Gestão em Saúde e Segurança do Trabalho

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistema de

Gestão em Saúde e Segurança do

Trabalho

4

Para começar

Este capítulo discorrerá sobre o sistema de gestão em saúde e segurança ocupacional conforme a

OHSAS 18001 e a metodologia de implantação do sistema utilizando o método PDCA. Abordará também algumas ferramentas para identificação e avaliação dos riscos.

Os diretores e líderes das organizações estão cada vez mais conscientes da importância de implantar sistema de gestão em saúde e segurança ocupacional, pois a organização que não implantar um sistema desse tipo conviverá com níveis elevados de vulnerabilidade e a possibilidade de ocorrência de acidentes e incidentes no trabalho.

Segundo o Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho no Brasil, em 2012 foram registrados

705.239 acidentes de trabalho envolvendo os três tipos de acidente: trajeto, típico e doenças ocupacionais, o número de trabalhadores mortos em 2012 foi de 2.731, e 14.755 trabalhadores ficaram permanentemente incapacitados. Entre os setores de atividade econômica que registraram mais acidentes estão de Comércio e Reparação de Veículos Automotores, com 95.659 acidentes; em segundo estão setor de Saúde e Serviços Sociais, com 66.302 acidentes, e o terceiro maior índice de registros de acidentes é o do setor da Construção Civil, que apresentou aumento, passando de 60.415 em 2011 para 62.874 em 2012 (BRASIL, 2012).

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Medium 9788536514727

6 - Sustentabilidade Organizacional

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sustentabilidade

Organizacional

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Para começar

Iniciaremos este capítulo definindo sustentabilidade, a teoria dos três pilares da sustentabilidade e a prática da ecoeficiência e da produção mais limpa P+L. Assim, vamos conhecer os relatórios de sustentabilidade de uma organização.

As questões relacionadas ao meio ambiente e aos impactos negativos causados pelas atividades das empresas passaram a ser um tema mundial em conferências, comissões, fóruns, relatórios.

As empresas e seus gestores começam a entender e aceitar que possuem obrigações sociais e ambientais para com o planeta e que necessitam adotar em seu negócio práticas de sustentabilidade que colaborem com a melhoria das condições dos colaboradores, dos clientes, da sociedade e do meio ambiente.

Com essa prática as empresas buscam transparência em seus negócios. Assim, vem crescendo o número de empresas que recebem prêmios como empresas sustentáveis, assim como vem crescendo o número de empresas que divulgam em redes sociais seus relatórios de sustentabilidade como modelos confiáveis e éticos. Vamos então conhecer essa transparência e esse modelo de sustentabilidade empresarial.

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