Manole (44)
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Medium 9788520431733

10. Criando manuais para ensino de massagem para bebês

Cláudia Marchetti V. da Cruz Manole PDF Criptografado

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Criando manuais para ensino de massagem para bebês

C

omo vimos ao longo deste livro, a massagem para bebês é um recurso terapêutico de baixo custo e que produz uma série de efeitos fisiológicos e comportamentais benéficos para a saúde da criança e do cuidador e que, quando bem orientada, pode ser aprendida e aplicada por leigos2,9,19-22,54,82-84,91-97.

No Ocidente, em geral, o conhecimento das técnicas de massagem e seus efeitos estão restritos a alguns profissionais da área de saúde. O público leigo tem acesso parcial a esse conhecimento por meio da literatura informal que descreve, frequentemente, manobras diversificadas e detalhadas, sem uma sequência padronizada por segmentos corporais ou tipos de manobras e sem informações adequadas sobre os efeitos provocados pela massagem. O conhecimento sobre massagem para bebês, na maioria das vezes, fica restrito

à técnica Shantala, e o conhecimento dos efeitos, ao relaxamento.

Foi baseado nessa realidade que, em 2005, começamos a pensar na possibilidade de disponibilizarmos o conteúdo referente à massagem para bebês e criarmos programas de educação na área de saúde, abordando esse tema junto

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Medium 9788520431733

6. Efeitos fisiológicos da massagem

Cláudia Marchetti V. da Cruz Manole PDF Criptografado

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Efeitos fisiológicos da massagem

O

s efeitos fisiológicos produzidos pela massagem foram estudados primeiramente em adultos. Ao longo dos anos, as pesquisas buscaram diminuir as controvérsias sobre os efeitos fisiológicos produzidos pela massagem, mas, ainda assim, parte delas persiste.

Acredita-se que os efeitos da massagem em bebês são semelhantes àqueles provenientes da massagem realizada em adultos, porém os estudos são escassos e ainda mais controversos.

Os efeitos fisiológicos produzidos pelas manobras geram as propriedades terapêuticas da massagem, parte delas induzida pelos efeitos mecânicos, ou seja, as forças associadas à compressão, à tração, ao alongamento, à pressão e fricção que vão afetar os tecidos excitáveis (aqueles que respondem rapidamente ao estímulo mecânico, como as células e fibras nervosas, fibras musculares, células dos órgãos abdominais e glândulas) e não excitáveis (como ossos, ligamentos, cartilagens) do corpo4,36. No entanto, não é correto afirmar que os tecidos não excitáveis são aqueles que não respondem ao estímulo mecânico. Eles respondem, mas apresentam uma resposta tardia.

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Medium 9788520432488

2. Considerações clínicas na reabilitação do paciente com acidente vascular encefálico

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Considerações clínicas na reabilitação do paciente com acidente vascular encefálico

Milene S. Ferreira

“O corpo é a unidade máxima de representação do ser humano e por isso adquire importância para toda vida e cultura. Para viver é necessária a mediação do corpo, que é o primeiro dos objetos culturais, o portador dos comportamentos. Vive-se com o corpo. Toda percepção exterior é imediatamente sinônima de certa percepção do corpo, como toda percepção do corpo se explicita na linguagem da percepção exterior.”

(Merleau-Ponty, 1971)

INTRODUÇÃO

O acidente vascular encefálico (AVE) é caracterizado por um déficit neurológico súbito causado após uma perda não traumática resultante de uma oclusão ou ruptura de um vaso sanguíneo cerebral.

Pode ser de etiologia aterosclerótica ou tromboembólica, e os fatores de risco ainda estão em fase de estudo. Além dos fatores de risco já conhecidos, como hipertensão, diabetes melito, dislipidemias, tabagismo, etilismo, obesidade, arritmias, idade, raça negra, história familiar, ataque isquêmico transitório, trombofilias e sedentarismo, outros vêm sendo associados à ocorrência do AVE, como fatores ambientais (como poluição) e emocionais (como depressão). Aproximadamente 80% dos eventos vasculares cerebrais são isquêmicos e o restante é considerado hemorrágico.

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Medium 9788520432488

26. Terapia Cuevas Medek Exercises: método dinâmico de estimulação cinética

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Terapia Cuevas Medek Exercises: método dinâmico de estimulação cinética

Claudia Akemi Yamauti Rizzo

Renata Marques

“O maior erro que você pode cometer na vida é o de ficar o tempo todo com medo de cometer algum.”

(Elbert Hubbard)

INTRODUÇÃO

Paralisia cerebral

A paralisia cerebral (encefalopatia crônica não progressiva) é um dos diagnósticos médicos mais frequentes no âmbito da pediatria neurológica. Em razão disso, são imprescindíveis a renovação e a ampliação constante dos horizontes médicos, visando a um único objetivo: o progresso do paciente. A seguir, apresenta-se um método, em crescente desenvolvimento e ampliação no Brasil, assegurado pelos 30 anos de existência e prática clínica.

Cuevas Medek Exercises

O método Cuevas Medek Exercises (CME) é uma abordagem fisioterapêutica utilizada para o tratamento de crianças que apresentam alguma alteração no desenvolvimento motor.

O CME foi idealizado por Ramón Cuevas, fisioterapeuta chileno, durante a década de 1970. A criação desse método surgiu da necessidade de estimular de maneira mais objetiva o aparecimento de respostas motoras automáticas na criança com atraso motor. A nomenclatura atual é conhecida mundialmente como Cuevas Medek

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Medium 9788520432488

7. Terapia ocupacional na atividade da vida diária

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

7

Terapia ocupacional na atividade da vida diária

Maria Silvia Valerio Pirrello

Rosa Elvira da Cunha Oliveira

Rosemeire Zanchin

Sandra Regina de Almeida Pacini

“A participação em atividades diárias é vital para todo ser humano. Através dela, ele adquire habilidades e competência, relaciona-se consigo mesmo e com o mundo a sua volta. Através dela encontra motivo e significado para a vida.”

(AOTA, 2002)

INTRODUÇÃO

A terapia ocupacional é uma ciência da saúde e uma profissão de nível superior que utiliza diversas atividades para restaurar, fortalecer e desenvolver a capacidade funcional da pessoa com deficiência. É um processo de tratamento que se destina a pessoas de qualquer idade, que tenham dificuldades na realização das atividades cotidianas, no qual o terapeuta ocupacional utiliza a atividade como recurso técnico.

Essa atividade é considerada, nesse processo, como um instrumento que pode viabilizar expressão, espontaneidade e conhecimento das potencialidades e das limitações dos pacientes durante suas ações.

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Grupo Gen (9175)
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Medium 9788527703567

15 Validade de Uma Investigação

Pereira Grupo Gen ePub Criptografado

Capítulo 15

VALIDADE DE UMA INVESTIGAÇÃO

I. Introdução

II. Tipos de validade

A. Validade interna

B. Validade externa

III. Viés metodológico

A. Conceito de viés

B. Classificação dos vieses

C. Controle de erros metodológicos

D. Conduta na interpretação dos resultados de uma investigação

IV. Avaliação estatística dos resultados de uma investigação

A. Regressão em direção à média

B. Múltiplos desfechos clínicos

C. Análise de subgrupos

D. Testes estatísticos

V. Comentário final

Questionário

Exercícios

Referências bibliográficas

 

 

O capítulo aborda dois grupos de temas, ambos referentes a aspectos metodológicos de pesquisas. Inicialmente, será considerada a validade de uma investigação, com ênfase no estudo de fatores e situações que interferem nos resultados de uma pesquisa, reunidos sob a denominação de viés, cuja conceituação e classificação são também aqui mostradas. Tais conceitos e esquematizações são úteis como guias para avaliar a qualidade das investigações, como será realçado neste capítulo e nos três próximos.

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Medium 9788527703567

Glossário Geral de Termos

Pereira Grupo Gen ePub Criptografado

GLOSSÁRIO GERAL DE TERMOS

ACURÁCIA: o mesmo que acuidade ou validade de um teste diagnóstico.

ADESÃO (ou aderência): em conformidade com as instruções. Por exemplo, um passo intermediário na avaliação de qualquer intervenção consiste em comprovar se realmente a intervenção foi executada nos moldes propostos; ou seja, se os participantes seguiram as recomendações na forma como foram prescritas.

ALEATÓRIO: escolhido ao acaso; o mesmo que casual; diz-se da escolha, ao acaso, das unidades que deverão compor uma amostra.

ALEATORIZAÇÃO: o mesmo que casualização e randomização (ver esta).

ALFA: nível de significância estatística; ver erro do tipo I.

AMOSTRA: subconjunto da população. Pode ser de conveniência (nãoaleatória) ou aleatória.

AMOSTRA ALEATÓRIA: composta ao acaso; as leis do acaso (de probabilidades) operam em tais circunstâncias para torná-la representativa da população. Tipos principais de amostra: aleatória simples, sistemática, estratificada e por conglomerados.

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16 Seleção dos Participantes Para Estudo

Pereira Grupo Gen ePub Criptografado

Capítulo 16

SELEÇÃO DOS PARTICIPANTES PARA ESTUDO

I. Viés de seleção

A. Indícios para suspeitar da presença do viés de seleção

B. Modalidades de viés de seleção

C. Conduta frente ao viés de seleção

D. Causalidade e viés de seleção

II. O uso de amostras para conhecer a população

A. Censo × amostragem

B. Amostras de conveniência

C. Amostras aleatórias

D. Fontes de erro nas pesquisas por amostragem

III. Modo de escolha de amostras aleatórias

A. Quatro tipos básicos de amostras

B. Amostragem em estágios

C. Seleção do método em função do marco de amostragem

IV. Perdas na amostra original

A. Quantidade de perdas aceitáveis

B. Qualidade das perdas: verificação da representatividade da amostra

V. Tamanho da amostra

A. Considerações gerais sobre o tamanho da amostra

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24 Qualidade dos Serviços de Saúde

Pereira Grupo Gen ePub Criptografado

Capítulo 24

QUALIDADE DOS SERVIÇOS DE SAÚDE

    I. Considerações gerais

A. Conceito de qualidade

B. Quadro referencial para estudo da qualidade dos serviços

   II. Avaliação da estrutura

A. Classificação dos recursos

B. Vantagens e limitações da avaliação da estrutura

  III. Avaliação do processo

A. Nível individual: auditorias e comissões

B. Nível coletivo: indicadores de processo

C. Vantagens e limitações da avaliação de processo

  IV. Avaliação dos resultados

A. Satisfação do usuário

B. Indicadores de saúde

C. Vantagens e limitações da avaliação de resultados

   V. Eficácia, efetividade e eficiência

A. Eficácia

B. Efetividade

C. Eficiência

D. Aplicação dos conceitos de eficácia, efetividade e eficiência

  VI. Pesquisas em serviços de saúde

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2 Usos da Epidemiologia

Pereira Grupo Gen ePub Criptografado

Capítulo 2

USOS DA EPIDEMIOLOGIA

I. Principais usos da epidemiologia

1. Diagnóstico da situação de saúde

2. Investigação etiológica

3. Determinação de riscos

4. Aprimoramento na descrição do quadro clínico

5. Determinação de prognósticos

6. Identificação de síndromes e classificação de doenças

7. Verificação do valor de procedimentos diagnósticos

8. Planejamento e organização de serviços

9. Avaliação das tecnologias, programas ou serviços

10. Análise crítica de trabalhos científicos

II. Principais usuários da epidemiologia

1. O sanitarista

2. O planejador

3. O epidemiologista-pesquisador (ou professor)

4. O clínico

III. Comentário final

Questionário

Exercícios e leitura complementar

Referências bibliográficas

 

 

O capítulo contém diversos tópicos referentes à aplicação da epidemiologia, o que complementa a introdução, a este respeito, mostrada no capítulo anterior.

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Grupo A (61)
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Medium 9788580554212

Caso 34 - Fibromialgia

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Fibromialgia

Jason Brumitt

CASO 34

Um médico clínico geral encaminhou uma mulher de 45 anos à fisioterapia com o diagnóstico de dor nas costas. A paciente relata que sente dor nas costas, mas também sente dor “em todo o corpo”. Além da dor, ela apresenta fadiga, dificuldade para dormir, memória ruim e cefaleias frequentes. Sua dor “nunca parece melhorar” e “fica pior com atividade prolongada”. Os sintomas começaram há cerca de quatro anos, depois que caiu dos degraus de uma escada. As radiografias da coluna torácica e lombar foram negativas para fraturas ou anormalidades ósseas que pudessem contribuir para seus sintomas. Intervenções prévias de fisioterapia (calor úmido, massagem, ultrassom, alongamento) não melhoraram seus sintomas. Sua história de saúde é significativa para síndrome do intestino irritável e dor abdominal (ambas começaram dois anos atrás). Ela trabalha como repórter de tribunal e descreve seu estilo de vida como sedentário. Com base na história da paciente, suspeita-se que ela pode ter a síndrome fibromiálgica (SFM).

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Caso 1 - Impacto subacromial

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Impacto subacromial

Christy Schuckman

CASO 1

Um homem destro com 18 anos de idade, segundo prescrição de um ortopedista, procura uma clínica de fisioterapia para avaliação e tratamento de impacto subacromial no ombro direito. Diz ter começado a sentir dores no ombro, há umas quatro semanas, e atribui essa condição ao fato de ter jogado tênis três vezes na semana anterior depois de um inverno inteiro sem praticar esse esporte. A dor no ombro aumenta quando ele estende o braço para a frente, tenta levar a mão às costas, levanta qualquer tipo de peso com o braço direito ou joga tênis. Além disso, o paciente relata que não consegue enfiar o cinto na presilha na parte de trás, nem enfiar a camisa dentro da calça nas costas, embora fizesse esses movimentos antes sem nenhuma dificuldade. A única posição que alivia a dor nas costas é deixar o braço na lateral do corpo. O médico receitou-lhe medicamentos anti-inflamatórios não esteroides, e isso ajudou a reduzir a intensidade da dor. O raio X (tirado pelo médico no consultório) das articulações glenoumeral e acromioclavicular deu negativo para anormalidades

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Caso 23 - Síndrome da dor patelofemoral

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Síndrome da dor patelofemoral

Robert C. Manske

CASO 23

Uma adolescente de 16 anos, jogadora de vôlei competitivo, com uma história de dor e edema intermitentes na face anterior do joelho direito, é encaminhada

à fisioterapia para avaliação e tratamento. Há seis semanas, ela fez uma cirurgia de desbridamento de coxim gorduroso e tem comparecido às sessões de fisioterapia desde então, em outra instituição ambulatorial. Cada vez que ela retorna ao vôlei, a dor e o edema reaparecem. As atividades necessárias para a prática desse esporte incluem correr, fazer cortadas, saltar e pivotar; todas essas atividades aumentam a dor. Durante os 2 anos anteriores à cirurgia, a dor era na face medial do joelho. Entretanto, desde a cirurgia, ela sente dor tanto na face medial como na face externa do joelho. Nas últimas 4 semanas, tem sentido dor e edema semelhantes aos que tinha antes da operação. Seja com o aumento da prática ou da frequência do jogo, a dor no joelho anterior aumenta até 8, em uma escala visual analógica (EVA) de dor que vai de 1 a 10.

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Caso 22 - Síndrome do trato iliotibial

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Síndrome do trato iliotibial

Jason Brumitt

CASO 22

Um homem de 32 anos que pratica corrida foi por conta própria a uma clínica ambulatorial de fisioterapia com a queixa de dor lateral no joelho direito. Ele sentiu essa dor pela primeira vez seis semanas atrás. Duas semanas antes do início do sintoma, iniciou um programa de treinamento para maratona. Seus sintomas pioraram gradualmente; agora, ele não consegue mais correr devido ao início imediato da mesma dor. Na história de saúde do paciente, não há nada notável. Os sinais e sintomas são compatíveis com síndrome do trato iliotibial

(STIT). Sua meta é retornar ao treinamento para a maratona que se aproxima.

Com base na suspeita diagnóstica do paciente, quais são os possíveis fatores que contribuem para essa condição?

 Que sinais ao exame podem estar associados a esse diagnóstico?

 Quais são as intervenções de fisioterapia mais apropriadas?

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CASOS CLÍNICOS EM FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA

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Medium 9788580554212

Caso 15 - Lombar: hérnia de disco – abordagem da técnica de energia muscular

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Lombar: hérnia de disco – abordagem da técnica de energia muscular

Jason Brumitt

Melissa Murray

Jandra Mueller

CASO 15

Um homem de 36 anos, trabalhador da construção civil, procurou, por conta própria, uma clínica de fisioterapia com a queixa de dor lombar e de dor que se irradiava da parte posterior do quadril esquerdo do quadril até a lateral do pé. A dor havia surgido três semanas antes, durante um projeto de manutenção residencial. Tudo começou quando ele se preparava para erguer um aparelho de ar condicionado. O paciente relatou que se inclinou para pegar o aparelho, sentiu uma dor intensa e penetrante e caiu imediatamente no chão. Em seguida, precisou de ajuda da esposa para entrar em casa. Permaneceu deitado durante as primeiras 24 horas após o acidente, na posição pronada, no sofá ou na própria cama. Ele disse ainda que, nos últimos três dias, tinha conseguido caminhar e ficar de pé por períodos breves. Entretanto, o nível de dor atual está no grau

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Grupo A (4672)
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Medium 9788536311234

Capítulo 39 - Terapia cognitivo-comportamental no TDAH

Aristides Volpato Cordioli Grupo A PDF Criptografado

716

Cordioli e cols.

Terapia 39 cognitivo-comportamental no TDAH

Liseane Carraro Lyszkowski

Luis Augusto Rohde

O transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) é um transtorno psiquiátrico que merece cuidadosa atenção ao ser avaliado. Neste capítulo, descreveremos inicialmente a sintomatologia, os tipos, as co-morbidades, a avaliação diagnóstica e, a seguir, abordaremos as formas de tratamento. O desenvolvimento do capítulo será baseado na terapia cognitivo-comportamental (TCC) e em suas aplicações neste transtorno. Por fim, destacaremos os estudos de eficácia, as limitações e as perspectivas para o futuro.

Nos países desenvolvidos, encontramos uma vasta literatura sobre a aplicação da terapia cognitivo-comportamental (TCC) para o tratamento de diversos transtornos mentais da infância e da adolescência (Knapp et al., 2002).

Considerada como uma intervenção promissora para o tratamento de problemas psicológicos na infância (Kazdin; Weisz, 1998), é efetiva no tratamento do transtorno de ansiedade generalizada (Kendall, 1994), do transtorno depressivo (Harrington et al., 1998), da fobia social (Spence et al., 2000), das fobias simples

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Medium 9788536311234

Capítulo 6 - As condições do paciente e a escolha da psicoterapia

Aristides Volpato Cordioli Grupo A PDF Criptografado

6 As condições do paciente

e a escolha da psicoterapia

Aristides Volpato Cordioli

Fabiano Alves Gomes

As psicoterapias são tratamentos de natureza psicológica que vêm cada vez mais se consagrando como um importante recurso na abordagem dos transtornos mentais. No capítulo anterior, foram discutidas três questões a serem esclarecidas na avaliação do paciente candidato à psicoterapia: os motivos da procura por tratamento e o diagnóstico psiquiátrico, a identificação de possíveis fatores etiológicos e a escolha do tratamento mais apropriado. No presente capítulo, examinaremos outras duas questões igualmente importantes: as condições pessoais do paciente e as possibilidades de acesso, uma vez que, na escolha do modelo tais fatores podem ter uma influência decisiva nos resultados da terapia ou até impossibilitar o tratamento.

Serão descritas as condições pessoais a serem levadas em conta na escolha de uma terapia bem como a forma de avaliá-las nas entrevistas iniciais. Será apresentado ainda um quadro geral dos diferentes transtornos, das psicoterapias mais indicadas para cada um deles e das condições pessoais associadas a resultados favoráveis.

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Medium 9788536311234

Capítulo 13 - Terapia de família

Aristides Volpato Cordioli Grupo A PDF Criptografado

13 Terapia de família

Olga Garcia Falceto

Estudos baseados em evidências demonstram a eficácia da terapia familiar em transtornos do desenvolvimento, em psicopatologias e na alteração de doenças crônicas. O processo psicoterapêutico envolve todo o grupo familiar ou parte dele no tratamento de problemas individuais e/ou das relações. A terapia freqüentemente é focal e de curta duração, com grande poder preventivo. Pode, também, envolver outros sistemas importantes como a escola, a vizinhança e as instituições.

A ciência ocidental tem evoluído graças à pesquisa empírica, que isola os fenômenos para estudá-los em profundidade. Esse método nos leva a saber cada vez mais sobre áreas cada vez mais restritas. Entretanto, o estudo das interconexões não faz parte dele, o que torna indispensável a busca por outros métodos, devido à necessidade de entendermos as inter-relações e sua influência sobre os processos em estudo.

Atualmente, já há ênfase na interdisciplinaridade em várias áreas do conhecimento. No campo médico, o desenvolvimento da medicina de família e de comunidade inclui a família e o contexto na avaliação e tratamento de cada paciente. Essa é, provavelmente, a abordagem que cada um dos leitores gostaria de receber caso adoecesse, já que estudos de clínica médica e de pediatria demonstram a importância do apoio adequado da família e da rede social ao paciente para a obtenção de melhores resultados no tratamento (Heru, 2006).

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Capítulo 1 - As principais psicoterapias: fundamentos teóricos, técnicas, indicações econtra -indicações

Aristides Volpato Cordioli Grupo A PDF Criptografado

1 As principais psicoterapias: fundamentos teóricos, técnicas, indicações e contra-indicações

Aristides Volpato Cordioli

O presente capítulo apresenta um breve panorama das psicoterapias na atualidade, incluindo a origem, a evolução, o conceito e os elementos que caracterizam esse importante método de tratamento dos problemas emocionais e dos transtornos mentais. Serão descritos os principais modelos, seus fundamentos teóricos e técnicas, bem como suas indicações e contra-indicações.

Originalmente chamada de cura pela fala, a psicoterapia tem suas origens na medicina antiga, na religião, na cura pela fé e no hipnotismo. Foi, entretanto, ao final do século XIX que passou a ser utilizada no tratamento das assim denominadas doenças nervosas e mentais, tornando-se uma atividade médica inicialmente restrita aos psiquiatras. No decorrer do século

XX, outros profissionais passaram a exercê-la: médicos clínicos, psicólogos, enfermeiros, assistentes sociais, entre outros, ultrapassando as fronteiras do “modelo médico”. Houve uma grande proliferação de modelos e métodos apoiados em diferentes concepções sobre os sintomas e o funcionamento mentais, muitas vezes conflitantes e até antagônicas. Escolas surgiram, especialmente no pós-guerra, e sociedades científicas organizaram-se promovendo seus

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Capítulo 25 - Terapia comportamental no tratamento das fobias específicas

Aristides Volpato Cordioli Grupo A PDF Criptografado

25 Terapia comportamental no tratamento das fobias específicas

Aristides Volpato Cordioli

Renata Rodrigues de Oliveira

Fobia específica é um transtorno psiquiátrico muito comum, com uma prevalência aproximada de 11% para toda a vida.

Neste capítulo, são apresentados tanto o quadro clínico do transtorno como casos clínicos que o ilustram, bem como é feita uma revisão da literatura mais recente envolvendo modelos teóricos para a etiologia e a manutenção dos sintomas.

Como estudos de eficácia apontam a terapia comportamental como o tratamento de escolha para este transtorno, é feita uma breve descrição, enriquecida com alguns exemplos clínicos, dessa terapia no tratamento dos sintomas fóbicos. O uso de medicamentos no tratamento das fobias também é discutido, destacando-se as evidências de eficácia para o uso da

D-cicloserina em pacientes com acrofobia. São apontadas, ainda, as questões em aberto e as perspectivas futuras.

As fobias são os problemas psiquiátricos mais comuns, sendo que a maioria das pessoas apresenta temporariamente algum subtipo que, por ser de grau leve, acaba não afetando seu dia-adia. Também é muito freqüente que crianças, em determinado momento do seu desenvolvimento, apresentem alguma fobia que, na maioria das vezes, desaparece de forma espontânea. Entretanto, um bom número de pessoas, ao redor de

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Editora Saraiva (44)
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Apêndice C. Modelo de Registro Diário da Umidade dos Ambientes

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

C

Apêndice

Modelo de Registro

Diário da Umidade dos Ambientes

Controle de umidade do ambiente do setor ____________ Faixa: 40 a 60%

Data

Hora

Umid. (%)

Mín.

Umid. (%)

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Controle de umidade do ambiente do setor ____________ Faixa: 40 a 60%

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Operações Básicas de Laboratório de Manipulação – Boas Práticas

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2. Estrutura Física de um Laboratório de Manipulação

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

Estrutura Física de um Laboratório de Manipulação

2

Para começar

Você verá neste capítulo as áreas físicas que um laboratório de manipulação deve possuir, suas características básicas e os aspectos relacionados à biossegurança.

2.1 Áreas

Como citado no Capítulo 1, o laboratório de manipulação de farmácias deve contar com uma in­fraes­trutura adequada às atividades a serem desenvolvidas. De modo geral, um laboratório de manipulação precisa apresentar área ou sala para atividades administrativas, área ou sala de armazenamento, área ou sala de controle de qualidade, sala ou local de pesagem de matérias-primas, salas de manipulação, além de área ou local para lavagem de utensílios e materiais de embalagem, vestiário, sala de paramentação, sanitários e depósito de material de limpeza.

Fique de olho!

Definições dos espaços físicos no laboratório de manipulação:

»»

»»

»»

Área: ambiente aberto, sem paredes em uma ou mais de uma das faces.

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Apêndice B. Modelo de Registro Diário da Temperatura dos Ambientes

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

B

Apêndice

Modelo de

Registro Diário da

Temperatura dos

Ambientes

Controle de temperatura do ambiente do setor _______ Faixa: 22 °C (+/-2 °C)

Temp. (°C)

Data

Hora

Temp. (°C)

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15:00

09:00

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Controle de temperatura do ambiente do setor _______ Faixa: 22 °C (+/-2 °C)

Temp. (°C)

Data

Hora

Temp. (°C)

Mín.

Responsável

Máx.

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15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

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09:00

15:00

122

Operações Básicas de Laboratório de Manipulação – Boas Práticas

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Apêndice D. Roteiro de Autoinspeção para Farmácias – RDC no 67/2007

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

D

Apêndice

Roteiro de

Autoinspeção para Farmácias

– RDC no 67/2007

1. Identificação da Farmácia: 

1.1 Razão Social: 

1.2 CNPJ (CGC): 

1.3 Nome Fantasia: 

1.4 No da Autorização de Funcionamento:

Data de publicação: 

1.5 No da Autorização Especial: solicitada

Data de publicação: 

1.6 N da Licença de Funcionamento:  o

Fixada em local visível?

( ) Sim

( ) Não  

1.7 Endereço: 

Número: Bairro: Cidade: 

CEP:

DDD:

Telefone:

Fax:  

E-mail:

1.8 Nome do Responsável Técnico:

CRF/UF no

Presente?

( ) Sim

( ) Não  

1.9 Tipo de preparação que manipula:

( ) Homeopatia

( ) Alopatia

( ) Preparações estéreis

( ) Fitoterápicos

125

1. Identificação da Farmácia: 

1.10 Quais as formas farmacêuticas preparadas?  

( ) Sólidos

( ) Semissólidos

( ) Líquidos orais

( ) Líquidos uso externo

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Medium 9788536512136

7. Controle de Temperatura e Umidade

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

Controle de

Temperatura e Umidade

7

Para começar

Os fatores extrínsecos, como temperatura e umidade, são de grande importância para a manu­ tenção da estabilidade física e química da maioria das substâncias utilizadas na fabricação de produtos farmacêuticos e na manipulação de fórmulas magistrais e oficinais. O controle desses dois fatores deve existir em todos os ambientes de produção, e principalmente nos locais de armazenamento das substâncias utilizadas nos processos produtivos.

Além das matérias-primas e dos produtos acabados, a temperatura e a umidade também influenciam na saúde das pessoas envolvidas no trabalho, mantendo o ambiente em condições saudáveis.

Veremos ainda neste capítulo os equipamentos utilizados para medição da temperatura e para o controle da umidade do ar.

7.1 Considerações gerais

Todas as substâncias devem ser conservadas sob condições de temperatura e umidade que mantenham suas características e evitem sua contaminação ou deterioração. As condições de conservação das substâncias utilizadas nos processos farmacotécnicos são encontradas nas suas respectivas monografias farmacopeicas, nas fichas de especificação do estabelecimento e/ou ainda nos certi­fi­ cados de análise enviados pelo fornecedor.

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