Manole (44)
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Medium 9788520432488

2. Considerações clínicas na reabilitação do paciente com acidente vascular encefálico

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Considerações clínicas na reabilitação do paciente com acidente vascular encefálico

Milene S. Ferreira

“O corpo é a unidade máxima de representação do ser humano e por isso adquire importância para toda vida e cultura. Para viver é necessária a mediação do corpo, que é o primeiro dos objetos culturais, o portador dos comportamentos. Vive-se com o corpo. Toda percepção exterior é imediatamente sinônima de certa percepção do corpo, como toda percepção do corpo se explicita na linguagem da percepção exterior.”

(Merleau-Ponty, 1971)

INTRODUÇÃO

O acidente vascular encefálico (AVE) é caracterizado por um déficit neurológico súbito causado após uma perda não traumática resultante de uma oclusão ou ruptura de um vaso sanguíneo cerebral.

Pode ser de etiologia aterosclerótica ou tromboembólica, e os fatores de risco ainda estão em fase de estudo. Além dos fatores de risco já conhecidos, como hipertensão, diabetes melito, dislipidemias, tabagismo, etilismo, obesidade, arritmias, idade, raça negra, história familiar, ataque isquêmico transitório, trombofilias e sedentarismo, outros vêm sendo associados à ocorrência do AVE, como fatores ambientais (como poluição) e emocionais (como depressão). Aproximadamente 80% dos eventos vasculares cerebrais são isquêmicos e o restante é considerado hemorrágico.

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16. Estimulação elétrica funcional

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Estimulação elétrica funcional

Vanessa Costa Monteiro

INTRODUÇÃO

A estimulação elétrica funcional (EEF) baseia-se na aplicação de uma corrente elétrica capaz de causar uma contração muscular que ocorre por meio da estimulação intramuscular do ramo do nervo, que supre o músculo ou grupo muscular.

Na reabilitação ortopédica, já é uma técnica amplamente difundida, utilizada principalmente no pós-operatório. Os primeiros estudos sobre neurologia foram rea­ lizados nas décadas de 1980 e 1990, nos quais a aplicação da eletroestimulação em tibial anterior era destinada à melhora da força, ao controle dos dorsiflexores e ao aumento da amplitude de movimento de dorsiflexão.

Na maioria desses estudos, utilizava-se estimulação elétrica neuromuscular estática que não era associada a alguma atividade funcional. Porém, atualmente, sabe-se da importância do treinamento funcional e da prática de repetição de tarefas para aprendizado motor. Por isso, a maioria dos estudos utiliza EEF associada às mais diversas tarefas. Uma das precursoras a publicar estudos sobre estimulação elétrica associada a atividades funcionais e mostrar a importância de estimular também músculos espásticos foi Judy Carmick. Em seus relatos de caso com crianças hemiparéticas portadoras de paralisia cerebral, a autora mostra bons resultados aplicando EEF em dorsi e plantiflexores para melhora da marcha. A autora ressalta a importância do uso da EEF em plantiflexores, pois esse grupo muscular é fundamental na manutenção do equilíbrio em pé e na marcha.

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Medium 9788520431733

10. Criando manuais para ensino de massagem para bebês

Cláudia Marchetti V. da Cruz Manole PDF Criptografado

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Criando manuais para ensino de massagem para bebês

C

omo vimos ao longo deste livro, a massagem para bebês é um recurso terapêutico de baixo custo e que produz uma série de efeitos fisiológicos e comportamentais benéficos para a saúde da criança e do cuidador e que, quando bem orientada, pode ser aprendida e aplicada por leigos2,9,19-22,54,82-84,91-97.

No Ocidente, em geral, o conhecimento das técnicas de massagem e seus efeitos estão restritos a alguns profissionais da área de saúde. O público leigo tem acesso parcial a esse conhecimento por meio da literatura informal que descreve, frequentemente, manobras diversificadas e detalhadas, sem uma sequência padronizada por segmentos corporais ou tipos de manobras e sem informações adequadas sobre os efeitos provocados pela massagem. O conhecimento sobre massagem para bebês, na maioria das vezes, fica restrito

à técnica Shantala, e o conhecimento dos efeitos, ao relaxamento.

Foi baseado nessa realidade que, em 2005, começamos a pensar na possibilidade de disponibilizarmos o conteúdo referente à massagem para bebês e criarmos programas de educação na área de saúde, abordando esse tema junto

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Medium 9788520431733

6. Efeitos fisiológicos da massagem

Cláudia Marchetti V. da Cruz Manole PDF Criptografado

6

Efeitos fisiológicos da massagem

O

s efeitos fisiológicos produzidos pela massagem foram estudados primeiramente em adultos. Ao longo dos anos, as pesquisas buscaram diminuir as controvérsias sobre os efeitos fisiológicos produzidos pela massagem, mas, ainda assim, parte delas persiste.

Acredita-se que os efeitos da massagem em bebês são semelhantes àqueles provenientes da massagem realizada em adultos, porém os estudos são escassos e ainda mais controversos.

Os efeitos fisiológicos produzidos pelas manobras geram as propriedades terapêuticas da massagem, parte delas induzida pelos efeitos mecânicos, ou seja, as forças associadas à compressão, à tração, ao alongamento, à pressão e fricção que vão afetar os tecidos excitáveis (aqueles que respondem rapidamente ao estímulo mecânico, como as células e fibras nervosas, fibras musculares, células dos órgãos abdominais e glândulas) e não excitáveis (como ossos, ligamentos, cartilagens) do corpo4,36. No entanto, não é correto afirmar que os tecidos não excitáveis são aqueles que não respondem ao estímulo mecânico. Eles respondem, mas apresentam uma resposta tardia.

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Medium 9788520432488

26. Terapia Cuevas Medek Exercises: método dinâmico de estimulação cinética

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Terapia Cuevas Medek Exercises: método dinâmico de estimulação cinética

Claudia Akemi Yamauti Rizzo

Renata Marques

“O maior erro que você pode cometer na vida é o de ficar o tempo todo com medo de cometer algum.”

(Elbert Hubbard)

INTRODUÇÃO

Paralisia cerebral

A paralisia cerebral (encefalopatia crônica não progressiva) é um dos diagnósticos médicos mais frequentes no âmbito da pediatria neurológica. Em razão disso, são imprescindíveis a renovação e a ampliação constante dos horizontes médicos, visando a um único objetivo: o progresso do paciente. A seguir, apresenta-se um método, em crescente desenvolvimento e ampliação no Brasil, assegurado pelos 30 anos de existência e prática clínica.

Cuevas Medek Exercises

O método Cuevas Medek Exercises (CME) é uma abordagem fisioterapêutica utilizada para o tratamento de crianças que apresentam alguma alteração no desenvolvimento motor.

O CME foi idealizado por Ramón Cuevas, fisioterapeuta chileno, durante a década de 1970. A criação desse método surgiu da necessidade de estimular de maneira mais objetiva o aparecimento de respostas motoras automáticas na criança com atraso motor. A nomenclatura atual é conhecida mundialmente como Cuevas Medek

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Grupo Gen (11472)
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Medium 9788527705219

18. Utilização da genética mendeliana para o estudo dos genes eucarióticos

BROWN, Terence A. Grupo Gen PDF Criptografado

18

Utilização da genética mendeliana para o estudo dos genes eucarióticos

Ligação – o desenvolvimento do mapeamento gênico • Mapeamento gênico com eucariontes microbianos – o ciclo de vida da levedura – realizando um cruzamento com

S. cerevisiae – mapeamento de genes em S. cerevisiae • Levando a genética mendeliana além do mapeamento gênico – fenótipos complexos

A redescoberta das experiências de Mendel em 1900 deu

à nova geração de geneticistas provas conclusivas de que a herança poderia ser estudada de uma maneira científica. Este fato estimulou uma explosão de atividades, e os dez anos seguintes foram testemunha de importantes desenvolvimentos construídos sobre o trabalho de

Mendel e que interpretaram-no em termos de novas idéias para a biologia. Gradualmente, o poder dos cruzamentos genéticos se tornou aparente.

O desenvolvimento mais importante foi a proposição, feita por Sutton, em 1903, de que os genes residem nos cromossomos. Este fato imediatamente levantou a questão acerca da segunda Lei de Mendel sobre a segregação independente, pois pôde-se compreender que o número de cromossomos que um organismo possui precisa ser consideravelmente menor do que o número total de traços herdáveis demonstrados pelo organismo. Sendo assim, um único cromossomo precisa transportar um grande número de genes, e genes diferentes no mesmo cromossomo não seriam herdados independentemente mas, em vez disso, seriam transmitidos juntos; isto é, eles demonstrariam ligação. Esta apreciação clara do conceito de ligação levou diretamente às técnicas para o mapeamento de genes nos cromossomos eucarióticos, técnicas que hoje em dia ainda formam uma das pedras angulares da genética molecular.

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17. O que Mendel descobriu

BROWN, Terence A. Grupo Gen PDF Criptografado

17

O Que Mendel descobriu

O estudo científico da hereditariedade – os cruzamentos monoíbridos – cruzamentos envolvendo dois pares de características • De que forma a genética molecular se relaciona com Mendel – pares de alelos – dominância e recessividade – explicações moleculares para as leis de Mendel

A contribuição de Mendel para a biologia nunca poderá ser superenfatizada, e não é por causa de romantismo ou nostalgia que seu nome ainda é reverenciado por geneticistas moleculares. A partir dos resultados de uma série de experiências diretas, embora árduas, Mendel foi capaz de deduzir dois princípios* fundamentais da Genética, os quais hoje em dia ainda reconhecemos como contendo as bases subjacentes da herança e da atividade gênica. A redescoberta do trabalho de Mendel e a aceitação dos seus resultados levaram ao estabelecimento da genética como um componente central da biologia do século XX. Além disso, a abordagem experimental de Mendel forma a base para técnicas mais sofisticadas desenvolvidas por

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5. Transcrição

BROWN, Terence A. Grupo Gen PDF Criptografado

5

Transcrição

Eucariontes e procariontes • Seqüências de nucleotídeos •

Síntese do RNA – RNA polimerases • Transcrição em E. coli – iniciação – alongamento – término • Transcrição em eucariontes

Durante o primeiro estágio da expressão gênica, o filamento molde do DNA orienta a síntese de um filamento complementar de RNA. Este processo é chamado de transcrição e a molécula de RNA que é sintetizada, transcrito. Neste capítulo, veremos as reações químicas envolvidas na síntese de RNA, as enzimas que catalisam a reação e os eventos envolvidos no processo geral de transcrição. Primeiramente, entretanto, precisamos considerar dois importantes pontos gerais quanto às distinções entre organismos superiores e inferiores e à notação usada para descrever a seqüência de nucleotídeos de um gene.

de bactérias. A terminologia mais correta para este fim

é eucarionte e procarionte.

Os eucariontes e os procariontes são distintos por suas organizações celulares fundamentalmente diferentes (Fig. 5.1). A célula eucariótica típica é geralmente maior e mais complexa do que a procariótica, com um núcleo delimitado por uma membrana contendo os cromossomos, e com outras organelas membranares distintas, tais como mitocôndrias, vesículas e complexo de Golgi. Os procariontes, em contrapartida, não têm uma arquitetura celular extensa: as organelas membranares estão ausentes, e o material genético não está delimitado por uma estrutura distinta.

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21. Estudo de genes clonados

BROWN, Terence A. Grupo Gen PDF Criptografado

21

Estudo de genes clonados

Identificação de um gene em uma biblioteca genômica – sondas de hibridização – bibliotecas de cDNA • Seqüenciamento do DNA – método de Sanger-Coulson – conquistas do seqüenciamento da DNA • Estudo da expressão gênica – análise do transcrito – estudo da regulação gênica • Identificação e estudo da proteína codificada por um gene clonado – HRT e HART – mutagênese in vitro • Genes clonados na biotecnologia – bactérias como hospedeiros para síntese de proteínas recombinantes – síntese de proteínas recombinantes nos eucariontes

Uma vez que um gene tenha sido clonado, quase não há limites para as informações que podem ser obtidas sobre sua estrutura e expressão. O desenvolvimento das técnicas de clonagem de genes, na década de 70, estimulou o desenvolvimento paralelo de métodos analíticos para o estudo de genes clonados, bem como foram introduzidas novas estratégias e métodos em intervalos regulares. Neste capítulo, veremos uma seleção dos mais importantes métodos e também encaminharemos os modos pelos quais os genes clonados estão sendo usados na indústria da biotecnologia. Em primeiro lugar, abordaremos o que, em geral, é o primeiro problema a surgir em um projeto de biologia molecular: como isolar de uma biblioteca genômica um clone que transporta o gene no qual você está interessado.

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Medium 9788527705219

19. Análise genética de bactérias

BROWN, Terence A. Grupo Gen PDF Criptografado

19

Análise genética de bactérias

Características básicas do mapeamento gênico nas bactérias • Mapeamento de conjugação – a experiência de conjugação interrompida • Mapeamento através da transdução • Mapeamento por transformação • Méritos relativos dos três métodos

É bastante surpreendente que, a despeito do estabelecimento por Morgan e seus colaboradores das técnicas de análise genética de aplicabilidade geral aos organismos eucarióticos, muito poucos biologistas durante as primeiras décadas do século tentaram desenvolver procedimentos análogos para o estudo dos genes bacterianos. De fato, até 1940, um número significativo de biólogos não estava nem mesmo convencido de que as bactérias realmente possuíam genes, mas, em vez disso, eles ainda retinham traços do temor característico do século XIX com relação aos processos biológicos e consideravam que certos fenômenos simplesmente não poderiam ser revelados através da metodologia científica.

A primeira pessoa responsável por colocar a análise genética das bactérias no mesmo nível da de eucariontes foi Joshua Lederberg (Cap. 14). A primeira contribuição de Lederberg foi a demonstração, em

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Grupo A (24)
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Medium 9788565852845

Capítulo 10 - Pomadas, cremes e géis

Loyd V. Allen Jr.; Nicholas G. Popovich; Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO IV

FORMAS FARMACÊUTICAS SEMISSÓLIDAS

E SISTEMAS TRANSDÉRMICOS

CAPÍTULO

10 Pomadas, cremes e géis

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, o estudante deverá ser capaz de:

1. Diferenciar entre os vários tipos de bases de pomadas, segundo suas propriedades químicas e físicas.

2. Listar os critérios para a seleção de uma base de pomada para tratar uma patologia tópica.

3. Descrever os métodos para incorporar ingredientes ativos em uma base de pomada.

4. Explicar a diferença entre uma pomada, um creme e um gel.

5. Comparar e diferenciar uma base de pomada oftálmica e uma base de pomada tópica, para aplicação na pele.

6. Listar as vantagens e desvantagens de administrar fármacos pela via retal e pela via vaginal.

7. Listar as orientações que o farmacêutico deve fornecer ao paciente em relação a cada via de administração usada para a aplicação de produtos tópicos.

Pomadas, cremes e géis são formas farmacêuticas semissólidas destinadas à aplicação tópica. Elas podem ser aplicadas sobre a pele ou na superfície do olho, ou, ainda, utilizadas por via nasal, vaginal ou retal. A maioria delas é empregada conforme efeitos dos agentes terapêuticos que possui. As preparações não medicamentosas são utilizadas devido a seus efeitos físicos como protetoras ou lubrificantes.

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Capítulo 14 - Sistemas dispersos

Loyd V. Allen Jr.; Nicholas G. Popovich; Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

OBJETIVOS

14 Sistemas dispersos

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Diferenciar entre uma suspensão, uma emulsão, um gel e um magma.

2. Comparar os diferentes sistemas dispersos e listar vantagens e desvantagens de cada sistema.

3. Comparar e diferenciar as seguintes teorias da emulsificação: tensão superficial, cunha orientada e filme interfacial.

4. Definir e diferenciar os seguintes termos: liofóbico, liofílico, hidrofílico, hidrofóbico, anfifílico, embebimento, intumescimento, sinerese, tixotropia e xerogel.

5. Avaliar e selecionar um sistema disperso adequado e a forma de administração para determinada finalidade, população de pacientes e/ou situação.

Este capítulo trata dos principais tipos de preparações líquidas contendo fármacos não dissolvidos ou imiscíveis que se encontram uniformemente distribuídos em veículo. Nessas preparações, a substância que se encontra distribuída é conhecida como fase dispersa, e o veículo é denominado fase dispersante, ou meio dispersante. Em conjunto, produzem um sistema disperso.

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Capítulo 8 - Comprimidos

Loyd V. Allen Jr.; Nicholas G. Popovich; Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

OBJETIVOS

8

Comprimidos

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Diferenciar os vários tipos de comprimidos.

2. Comparar as vantagens e desvantagens dos vários tipos de comprimidos.

3. Listar as categorias de excipientes, com exemplos que são empregados na produção de comprimidos.

4. Informar os padrões de qualidade e as exigências farmacopeicas segundo a

United States Pharmacopeia (USP) para comprimidos.

5. Definir e diferenciar variação de peso de uniformidade de conteúdo.

6. Descrever técnicas apropriadas de inspeção, acondicionamento e armazenamento de comprimidos.

Comprimidos são formas farmacêuticas sólidas, geralmente preparadas com o auxílio de adjuvantes farmacêuticos. Eles podem variar em tamanho, forma, peso, dureza, espessura, características de desintegração e dissolução e outros aspectos, dependendo de sua finalidade de uso e seu método de fabricação. A maioria dos comprimidos é usada na administração oral de fármacos.

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Apêndice B - Glossário de termos farmacêuticos

Loyd V. Allen Jr.; Nicholas G. Popovich; Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

B

Glossário de termos farmacêuticos

Adesivo: um sistema de liberação de fármaco que contém um adesivo em um dos lados, geralmente aplicado em um local externo do corpo. Seus ingredientes difundem-se passivamente ou são transportados de modo ativo de alguma porção do adesivo.

Adesivo transdérmico matricial: sistema transdérmico que usa uma matriz polimérica contendo um fármaco, destinada à liberação sistêmica através da pele; geralmente a pele é a membrana controladora da difusão do fármaco.

Adesivo transdérmico matricial: sistema transdérmico com reservatório do fármaco contido entre uma camada adesiva e uma membrana de controle da difusão; o reservatório de fármaco consiste geralmente em uma dispersão semissólida ou uma solução.

Aerossol: forma farmacêutica acondicionada sob pressão, que contém substâncias ativas liberadas sob atuação de um sistema de válvulas apropriado.

Água aromática: solução aquosa clara saturada (a menos que especificado de outro modo), com um ou mais óleos voláteis ou outras substâncias aromáticas ou voláteis.

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Capítulo 4 - Delineamento de formas farmacêuticas: considerações farmacêuticas e de formulação

Loyd V. Allen Jr.; Nicholas G. Popovich; Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO II

DELINEAMENTO DE FORMAS FARMACÊUTICAS

E SISTEMAS DE LIBERAÇÃO DE FÁRMACOS

CAPÍTULO

4

Delineamento de formas farmacêuticas: considerações farmacêuticas e de formulação

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Listar razões para a incorporação de fármacos em várias formas farmacêuticas.

2. Comparar e diferenciar as vantagens e as desvantagens de várias formas farmacêuticas.

3. Descrever as informações necessárias em estudos pré-formulação para caracterizar um fármaco para possível inclusão em uma forma farmacêutica.

4. Descrever os mecanismos de degradação de fármacos e fornecer exemplos de cada um.

5. Descrever os cinco tipos de instabilidade de fármacos de interesse para a prática farmacêutica.

6. Resumir as abordagens empregadas para estabilizar fármacos em formas farmacêuticas.

7. Calcular as velocidades de reação para várias formas farmacêuticas líquidas.

8. Classificar os diversos adjuvantes e excipientes farmacêuticos.

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Grupo A (8421)
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Medium 9788536702704

Capítulo 124 - Fraturas causadas por arma de fogo

Emilia Inoue Sato; Álvaro N. Atallah; Angelo Amato V. de Paola, Lydia Masako Ferreira Grupo A PDF Criptografado

686

ATUALIZAÇÃO TERAPÊUTICA

Paciente com lesão do membro

Avaliar paciente para síndrome compartimental aguda (SCA)

Consciente avaliação clínica dos sinais

Inconsciente medir pressão do compartimento (PC)

Paciente com SCA sinais clínicos presentes ou PC positiva para SCA

Paciente com alto risco para SCA (sem sinais clínicos ou PC elevada)

Avisar cirurgião sobre consideração de fasciotomia na urgência

Reavaliar sinais clínicos para SCA ou aumento da PC ao menos a cada 4 horas por no mínimo 24 horas

Realizar fasciotomia

Planejamento dos cuidados da ferida da fasciotomia

Curativo com pressão negativa e fechamento primário retardado

(enxerto de pele em casos de fechamento não viável)

Avaliar o membro regularmente para SCA recorrente

(ao menos a cada 4 horas por no mínimo de 24 horas)

FIGURA 123.2  ■  Fatores e etapas no tratamento da síndrome compartimental.

Fonte: Wall e colaboradores.

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Medium 9788536702704

Capítulo 52 - Cefaleias

Emilia Inoue Sato; Álvaro N. Atallah; Angelo Amato V. de Paola, Lydia Masako Ferreira Grupo A PDF Criptografado

URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS

�� Depois da primoinfecção herpética oral, o vírus aloja-se em ramos trigeminais e no gânglio do III nervo, podendo originar infecções recorrentes orais e labiais. Algumas vezes, aloja-se em células do epitélio nasal, penetrando nos nervos olfatórios. A recrudescência nesses locais pode resultar na infecção parenquimatosa cerebral.

�� A infecção aguda por arbovírus ocorre após 5 a 15 dias da picada do agente transmissor. A invasão do SNC pode na fase inicial de viremia, com a infecção acometendo de modo predominante a substância cinzenta do córtex cerebral e gânglios da base.

�� A suspeita diagnóstica de encefalite viral se faz na presença de uma doença febril acompanhada de dor de cabeça, alteração do nível de consciência e sinais e sintomas de disfunção cerebral.

�� O diagnóstico inclui anamnese meticulosa, exames clínico geral e neurológico cuidadosos e deve ser confirmado por exames complementares que se baseiam na análise do LCS obtido em uma punção lombar, ressonância encefálica e eletroencefalograma.

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Medium 9788536702704

Capítulo 139 - Síndromes obstrutivas do trato urinário

Emilia Inoue Sato; Álvaro N. Atallah; Angelo Amato V. de Paola, Lydia Masako Ferreira Grupo A PDF Criptografado

URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS

139

SÍNDROMES OBSTRUTIVAS

DO TRATO URINÁRIO

745

urgência e nocturia); de esvaziamento (esforço miccional, hesitação, jato fraco e intermitência); pós-miccionais (esvaziamento incompleto e gotejamento terminal) de acordo com a fase da micção em que eles ocorrem. Na Figura 139.1 podemos observar um algoritmo para avalia4

ção de pacientes com STUI.

■■ ETIOLOGIA

■■ FERNANDO G. ALMEIDA

■■ LUCIANO TEIXEIRA E SILVA

■■ MILTON SKAFF JUNIOR

As principais doenças que levam à obstrução infravesical (OIV) em homens ocorrem, mais frequentemente, a partir da 5ª e 6ª décadas de vida. Os sintomas do trato urinário inferior (STUI) relativos à OIV são caracterizados por sintomas de esvaziamento vesical: jato urinário fraco; gotejamento terminal; hesitação e sensação de esvaziamento vesical incompleto. A presença de sintomas de armazenamento urinário (noctúria, polaciúria e urgência urinária) pode estar associada a quadros de

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Medium 9788536702704

Capítulo 133 - Corpos estranhos

Emilia Inoue Sato; Álvaro N. Atallah; Angelo Amato V. de Paola, Lydia Masako Ferreira Grupo A PDF Criptografado

718

ATUALIZAÇÃO TERAPÊUTICA

do dia a dia acelera os mecanismos centrais de compensação, em caso de assimetria da função vestibular. Se a tontura persistir após o período de crise, o paciente poderá ser encaminhado para reabilitação vestibular.

QUADRO 132.1  ■  Efeito e posologia dos principais medicamentos utilizados na vertigem aguda

SUBSTÂNCIA

EFEITO

POSOLOGIA

Dimenidrinato

Antivertiginoso, antiemético,

Sedativo

50 mg dimenidrinato/50 mg piridoxina, IM, 6/6 a 8/8 h

25-50 mg, VO, 6/6 a 8/8 h

Ondansetrona

Antiemético

4-8 mg, IM/EV/VO, 8/8 h

Diazepam

Antivertiginoso

Antiemética

Sedativo

Ansiolítico

10 mg IM/EV, 8/8 a 12/12 h

Prometazina

Antivertiginoso

Antiemético

Sedativo

25-50 mg, IM, 8/8 a 12/12 h

Meclizina

Antivertiginoso

Antiemético

Sedativo leve

25-50 mg, VO, 6/6 a 8/8 h

REVISÃO

�� A vertigem é um sintoma de diferentes doenças de etiologias variadas, possivelmente resultante do acometimento da orelha interna, nervo vestibular, tronco encefálico e cerebelo. As causas podem ser endocrinológicas, metabólicas, hormonais e cardiovasculares.

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Capítulo 128 - Abscesso cervical

Emilia Inoue Sato; Álvaro N. Atallah; Angelo Amato V. de Paola, Lydia Masako Ferreira Grupo A PDF Criptografado

URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS

128

ABSCESSO CERVICAL

■■ MARCIO ABRAHÃO

■■ LEONARDO HADDAD

O abscesso cervical é uma coleção purulenta decorrente de infecção nos espaços entre as estruturas do pescoço, são uma das principais doenças atendidas nos serviços de urgência, não apenas pela frequência, mas também pelo potencial de gravidade em razão da alta morbidade e mortalidade da doença. O diagnóstico rápido e o tratamento adequado com cirurgia precoce, complementada com antibioticoterapia de amplo espectro, são importantes para a melhor evolução clínica do paciente.

As infecções profundas do pescoço acometem principalmente pacientes imunocomprometidos, como transplantados, em uso de quimioterapia, aidéticos, diabéticos descompensados, renais crônicos e tuberculosos.

■■ ANATOMIA

As fáscias cervicais são estruturas constituídas de tecido conectivo fibroso que envolve e divide as estruturas do pescoço, criando espaços virtuais e são divididas em duas camadas, superficial e profunda. A camada superficial localiza-se imediatamente abaixo da derme e envolve o platisma e os músculos da expressão facial, estendendo-se do crânio ao tórax e às axilas. Já a camada profunda subdivide-se em outras três camadas: superficial; média; e profunda.1 Tais camadas delimitam espaços subdividos em supra-hioideos, infra-hioideos e os espaços localizados ao longo de todo o pescoço.

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Editora Manole (2585)
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Parte 1: Macronutrientes, produção de energia, fibra alimentar e equilíbrio hidroeletrolítico e acidobásico

COZZOLINO, Silvia Maria Franciscato; COMINETTI, Cristiane Editora Manole PDF Criptografado

Parte 1

Macronutrientes, produção de energia, fibra alimentar e equilíbrio hidroeletrolítico e acidobásico

1

Proteínas

Marcelo Macedo Rogero

Inar Alves de Castro

Julio Tirapegui

Introdução

Aproximadamente 17% do peso corporal humano é composto por proteínas, que es‑ tão distribuídas nos tecidos,7 apresentando diferentes estruturas – colágeno, queratina, albumina, actina, miosina etc. – , as quais exercem função estrutural, enzimática, hormo‑ nal, de transporte, de imunidade e contrátil.15 Proteínas são polímeros complexos, carac‑ terizados pela presença de nitrogênio em sua estrutura química. A incorporação do nitro‑ gênio na molécula está associada ao início da vida no planeta, conforme demonstrado no famoso experimento conduzido por Miller‑Urey.50 As proteínas são cadeias de tamanho e configuração variados, formadas pela ligação de 20 diferentes aminoácidos. A sequência desses aminoácidos na cadeia é determinada pelo ácido desoxirribonucleico (DNA), por meio dos processos de transcrição e tradução. Dessa forma, os diferentes tipos de molé‑ culas proteicas presentes no organismo, assim como todas as funções que desempenham nas mais variadas e complexas vias metabólicas, foram determinados pelo processo evo‑ lutivo das espécies.25

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Medium 9788520429297

Capítulo 1 - Avaliação do paciente crítico

PADILHA, Katia Grillo…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

1

AVALIAÇÃO DO PACIENTE CRÍTICO

A driana J anzantte D ucci

S heila C ristina T osta B ento

D aniella V ianna C orrea K rokoscz

L ilia de S ouza N ogueira

K atia G rillo P adilha

P ontos

a aprender

1. �Os aspectos básicos para a realização da entrevista clínica do paciente crítico.

2. �A linguagem da entrevista de acordo com as necessidades e condições do paciente.

3. �As situações de prioridade na entrevista e no exame físico.

4. �As principais características do exame físico do paciente crítico.

5. �As limitações encontradas durante a realização do exame físico.

P alavras - chave

Entrevista, exame físico, enfermagem, sistematização da assistência de enfermagem, paciente crítico.

E strutura

dos tópicos

Introdução. A entrevista de enfermagem. Coleta de dados. Comunicação.

Conteúdo da entrevista. Registro dos dados. Características gerais do exame físico. Considerações finais. Resumo. Propostas para estudo. Referências bibliográficas. Para saber mais.

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Medium 9788520429297

Capítulo 8 - Assistência de enfermagem ao paciente em sepse, sepse severa e choque séptico

PADILHA, Katia Grillo…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

8

Assistência de enfermagem ao paciente em sepse, sepse severa e choque séptico

C ândida M árcia

P ontos

de

B rito

a aprender

1. �Fisiopatologia da sepse.

2. Classificação da sepse, da sepse severa e do choque séptico.

3. Manifestações clínicas.

4. �Recomendações da Surviving Sepse Campaign no tratamento da sepse severa e do choque séptico.

5. Assistência de enfermagem ao paciente com sepse severa e choque séptico.

P alavras - chave

Sepse, sepse severa, choque séptico, cuidados de enfermagem.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Epidemiologia. Fisiopatologia. Definições. Manifestações clínicas. Perfil hemodinâmico e clínico do paciente séptico. Tratamento. Assistência de enfermagem. Considerações finais. Resumo. Propostas para estudo.

Referências bibliográficas.

Introdução

As altas taxas de incidência e mortalidade de sepse severa e choque séptico chamam a atenção dos profissionais da saúde para a necessidade do reconhecimento e do tratamento precoce desses pacientes.1,2,3,4 O enfermeiro deve estar apto a, primeiramente, prevenir a ocorrência da sepse e reconhecer os pacientes de risco, assim como os sinais clínicos que evidenciam um quadro de sepse e as medidas necessárias para o tratamento precoce e a monitorização desse paciente.

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Medium 9788520429297

Capítulo 16 - Assistência aos pacientes submetidos a cineangiocoronariografia/angioplastia coronária

PADILHA, Katia Grillo…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

16

Assistência aos pacientes submetidos a cineangiocoronariografia/ angioplastia coronária

P atrícia G onçalves C ustódio F lávio

P ontos

a aprender

1. �Definição de cateterismo e angioplastia.

2. �Indicações para cateterismo cardíaco e angioplastia transluminal coronária.

3. Tipos de stents existentes e sua indicação.

4. �Necessidades e cuidados clínicos com o paciente submetido ao cateterismo/ angioplastia.

5. Possíveis complicações relacionadas ao cateterismo/angioplastia.

6. �Assistência de enfermagem ao paciente submetido à angioplastia, desde a abordagem inicial, cuidados pré-cateterismo, preparo para o exame, cuidados pós-exame e orientações de alta.

P alavras - chave

Cateterismo cardíaco, angioplastia, assistência de enfermagem.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Técnica do procedimento. Cuidados clínicos com o paciente.

Complicações. Assistência de enfermagem. Considerações finais. Resumo.

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Medium 9788520429297

Capítulo 14 - Cuidado de enfermagem ao paciente em uso de marca-passo

PADILHA, Katia Grillo…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

14

Cuidado de enfermagem ao paciente em uso de marca-passo

R enata G onçalves

P ontos

de

O liveira

a aprender

1. �Definição de marca-passo cardíaco artificial e cardioversor desfibrilador implantável.

2. �Os tipos de marca-passo cardíaco e as etapas pré, intra e pós-instalação.

3. �As complicações no uso do marca-passo com a assistência de enfermagem.

4. �Os cuidados de enfermagem para todos os tipos de marca-passo e cardioversor desfibrilador implantável.

P alavras - chave

Marca-passo cardíaco artificial, cardioversor desfibrilador implantável, assistência de enfermagem.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Tipos de marca-passo. Cardioversor desfibrilador implantável.

Complicações. Considerações finais. Resumo. Propostas para estudo.

Referên­cias bibliográficas.

Introdução

Impulso Elétrico Normal

O impulso elétrico normal (Figura 14.1) é iniciado por meio do estímulo de um conjunto de células específicas da parede do átrio direito, denominado nódulo sinoatrial. Esse impulso é transmitido por meio de fibras denominadas sistema de condução para os músculos atriais, que se contraem. Em seguida, alcança outro conjunto

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