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2. Considerações clínicas na reabilitação do paciente com acidente vascular encefálico

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Considerações clínicas na reabilitação do paciente com acidente vascular encefálico

Milene S. Ferreira

“O corpo é a unidade máxima de representação do ser humano e por isso adquire importância para toda vida e cultura. Para viver é necessária a mediação do corpo, que é o primeiro dos objetos culturais, o portador dos comportamentos. Vive-se com o corpo. Toda percepção exterior é imediatamente sinônima de certa percepção do corpo, como toda percepção do corpo se explicita na linguagem da percepção exterior.”

(Merleau-Ponty, 1971)

INTRODUÇÃO

O acidente vascular encefálico (AVE) é caracterizado por um déficit neurológico súbito causado após uma perda não traumática resultante de uma oclusão ou ruptura de um vaso sanguíneo cerebral.

Pode ser de etiologia aterosclerótica ou tromboembólica, e os fatores de risco ainda estão em fase de estudo. Além dos fatores de risco já conhecidos, como hipertensão, diabetes melito, dislipidemias, tabagismo, etilismo, obesidade, arritmias, idade, raça negra, história familiar, ataque isquêmico transitório, trombofilias e sedentarismo, outros vêm sendo associados à ocorrência do AVE, como fatores ambientais (como poluição) e emocionais (como depressão). Aproximadamente 80% dos eventos vasculares cerebrais são isquêmicos e o restante é considerado hemorrágico.

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26. Terapia Cuevas Medek Exercises: método dinâmico de estimulação cinética

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Terapia Cuevas Medek Exercises: método dinâmico de estimulação cinética

Claudia Akemi Yamauti Rizzo

Renata Marques

“O maior erro que você pode cometer na vida é o de ficar o tempo todo com medo de cometer algum.”

(Elbert Hubbard)

INTRODUÇÃO

Paralisia cerebral

A paralisia cerebral (encefalopatia crônica não progressiva) é um dos diagnósticos médicos mais frequentes no âmbito da pediatria neurológica. Em razão disso, são imprescindíveis a renovação e a ampliação constante dos horizontes médicos, visando a um único objetivo: o progresso do paciente. A seguir, apresenta-se um método, em crescente desenvolvimento e ampliação no Brasil, assegurado pelos 30 anos de existência e prática clínica.

Cuevas Medek Exercises

O método Cuevas Medek Exercises (CME) é uma abordagem fisioterapêutica utilizada para o tratamento de crianças que apresentam alguma alteração no desenvolvimento motor.

O CME foi idealizado por Ramón Cuevas, fisioterapeuta chileno, durante a década de 1970. A criação desse método surgiu da necessidade de estimular de maneira mais objetiva o aparecimento de respostas motoras automáticas na criança com atraso motor. A nomenclatura atual é conhecida mundialmente como Cuevas Medek

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7. Terapia ocupacional na atividade da vida diária

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Terapia ocupacional na atividade da vida diária

Maria Silvia Valerio Pirrello

Rosa Elvira da Cunha Oliveira

Rosemeire Zanchin

Sandra Regina de Almeida Pacini

“A participação em atividades diárias é vital para todo ser humano. Através dela, ele adquire habilidades e competência, relaciona-se consigo mesmo e com o mundo a sua volta. Através dela encontra motivo e significado para a vida.”

(AOTA, 2002)

INTRODUÇÃO

A terapia ocupacional é uma ciência da saúde e uma profissão de nível superior que utiliza diversas atividades para restaurar, fortalecer e desenvolver a capacidade funcional da pessoa com deficiência. É um processo de tratamento que se destina a pessoas de qualquer idade, que tenham dificuldades na realização das atividades cotidianas, no qual o terapeuta ocupacional utiliza a atividade como recurso técnico.

Essa atividade é considerada, nesse processo, como um instrumento que pode viabilizar expressão, espontaneidade e conhecimento das potencialidades e das limitações dos pacientes durante suas ações.

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16. Estimulação elétrica funcional

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Estimulação elétrica funcional

Vanessa Costa Monteiro

INTRODUÇÃO

A estimulação elétrica funcional (EEF) baseia-se na aplicação de uma corrente elétrica capaz de causar uma contração muscular que ocorre por meio da estimulação intramuscular do ramo do nervo, que supre o músculo ou grupo muscular.

Na reabilitação ortopédica, já é uma técnica amplamente difundida, utilizada principalmente no pós-operatório. Os primeiros estudos sobre neurologia foram rea­ lizados nas décadas de 1980 e 1990, nos quais a aplicação da eletroestimulação em tibial anterior era destinada à melhora da força, ao controle dos dorsiflexores e ao aumento da amplitude de movimento de dorsiflexão.

Na maioria desses estudos, utilizava-se estimulação elétrica neuromuscular estática que não era associada a alguma atividade funcional. Porém, atualmente, sabe-se da importância do treinamento funcional e da prática de repetição de tarefas para aprendizado motor. Por isso, a maioria dos estudos utiliza EEF associada às mais diversas tarefas. Uma das precursoras a publicar estudos sobre estimulação elétrica associada a atividades funcionais e mostrar a importância de estimular também músculos espásticos foi Judy Carmick. Em seus relatos de caso com crianças hemiparéticas portadoras de paralisia cerebral, a autora mostra bons resultados aplicando EEF em dorsi e plantiflexores para melhora da marcha. A autora ressalta a importância do uso da EEF em plantiflexores, pois esse grupo muscular é fundamental na manutenção do equilíbrio em pé e na marcha.

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24. Psicomotricidade

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Psicomotricidade

Andréa Moreno Pacheco

Introdução

A psicomotricidade é uma abordagem francesa para o estudo da gestualidade humana que considera movimento e postura como partes integrantes da expressão da personalidade, afirmando que motricidade, emoção e cognição são fatores indissociáveis no desenvolvimento humano. Sua aplicação é preventiva ou terapêutica e apresenta-se como uma possibilidade para o fisioterapeuta no tratamento das deficiências de origem neurológica. O principal objetivo da terapia psicomotora é desenvolver no paciente uma compreensão de seu corpo como ele é, para uma atuação no espaço e no tempo a partir de referências próprias, tomando consciência de suas possibilidades e de seus limites.

A psicomotricidade surgiu na França, no início do século XX, como uma abordagem corporal para os problemas psíquicos apresentada por Charcot e Dupré (1925).

A partir daí, vários autores contribuíram para seu crescimento, situando seus conceitos na neurologia e na psicologia. Foi Henri Wallon, no entanto, em 1925 e 1949, quem aprofundou os estudos que unem o tônus, pano de fundo de todo ato motor,

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Grupo Gen (9540)
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24 - O paciente de “papel” e o paciente “virtual”

PORTO, Celmo Celeno Grupo Gen PDF Criptografado

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O paciente de “papel” e o paciente “virtual”

A relação médico-paciente é o elemento essencial do encontro clínico. Está em seu núcleo, porque é neste momento que se pode pôr em prática as decisões diagnóstica e terapêutica, as quais precisam levar em conta as características da doen­ça – etiologia, fisiopatologia, sinais e sintomas – e as peculiaridades de cada doente.

Para se compreender a interação entre o médico e o paciente é conveniente esclarecer algumas questões. A primeira – talvez a que mais in­fluên­cia exerça – é quando o médico e o paciente têm origem social e bagagem cultural diferentes, quando, quase sempre, encaram os problemas de saú­de de maneiras também muito diferentes.

Helman, em seu clássico livro, Cultura, Saú­de e Doença,1 identifica as seguintes premissas sobre as quais se apoia a maioria dos médicos para o exercício da profissão: (1) racionalismo científico; (2) ênfase em dados fisicoquí­micos quantitativos; (3) dualismo mente-corpo; (4) visão das doen­ças como entidades; (5) ênfase apenas na doen­ça, e não no doente, na família, nem, muito menos, na comunidade.

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2 - A aparência do médico... E do estudante de medicina

PORTO, Celmo Celeno Grupo Gen PDF Criptografado

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A aparência do médico...

E do estudante de medicina

Vou iniciar esta carta, transcrevendo um trecho de um dos livros de

Hipócrates, o maior médico de todos os tempos; na verdade, o criador das bases da medicina que praticamos, hoje, mais de 2.000 anos depois, mas que permanecem vivas e atuais como verdades permanentes:

“Quando um médico entra em contato com um doente, convém estar atento ao modo como se comporta; deverá estar bem vestido, ter uma fisionomia tranquila, dar toda a atenção ao paciente, não perder a paciên­cia e ficar calmo em presença de dificuldades. É um ponto importante para o médico ter uma aparência agradável, porque aquele que não cuida do próprio corpo não está em condições de se preocupar com os outros.

Deverá saber calar-se no momento oportuno e mostrar-se gentil e tolerante; nunca deverá agir impulsiva ou precipitadamente, nunca deverá estar de mau humor nem mostrar-se demasiadamente alegre.”

Este trecho é um conjunto de preciosas lições, porém vou comentar apenas a aparência do médico; melhor dizendo, a aparência que devemos ter diante dos pacientes, desde o primeiro encontro no curso de medicina!

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61 - O filho eterno

PORTO, Celmo Celeno Grupo Gen PDF Criptografado

61

O filho eterno

No livro O Filho Eterno,1 Cristovão Tezza desenvolve um tema de grande relevância para se conhecer o lado humano da medicina.

Não se trata apenas do relato de vivência de um pai com o filho que nasce com mongolismo, hoje denominado síndrome de Down.

É uma obra literária de grande vigor: duas tramas se entrelaçam, ora frouxamente alinhavadas, ora tecidas em trama apertada, unindo o passado do pai com o presente do filho. Um tema fascinante abordado com maestria pelo autor.

Cristovão Tezza foi um jovem marcado pelo movimento hippie, sofreu os efeitos da repressão da ditadura, “apenas por sonhar”, como diz ele, “com justiça social e outras ideias taxadas de esquerdistas”.

Descreve inúmeros e significativos episódios nos quais mostra o estranhamento e o impacto que é receber a notícia de que o filho nasceu com uma anomalia genética que vai marcá-lo de maneira profunda, física e mentalmente, para o resto da vida.

Chamaram minha atenção as pouquí­ ssimas referências à sua mulher, como se somente ele – o pai – tenha entrado no mundo

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64 - Quem cuida do cuidador?

PORTO, Celmo Celeno Grupo Gen PDF Criptografado

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Quem cuida do cuidador?

O livro Quem Cuida do Cuidador. Uma Proposta para os Profissionais da Saú­de,1 de Eugênio Paes Campos, merece ser lido não só pelos profissionais da saú­de, conforme propõe o autor no subtítulo, mas também pelos estudantes de todos os cursos desta ­área.

O livro é uma adaptação da sua tese de doutorado, defendida na

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

De início, quero comentar o prefácio escrito pelo Prof. Julio de Melo

Filho, que é, na verdade, um precioso ensaio sobre a obra de Winnicott, cujas ideias constituem as bases teó­ricas da tese de Campos. Por si só, o prefácio merece uma atenta leitura. Além do mais, a análise que faz de Winnicott propicia ao leitor uma compreensão ampla e profunda do livro. Prefácio e obra se completam admiravelmente.

Eugênio Paes Campos, graduado em medicina e psicologia, com vasta experiência na prática médica e na docência, propõe-se a responder à seguinte pergunta: os membros de um grupo de suporte que cuida de hipertensos podem ser também um grupo de suporte para os próprios membros da equipe?

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51 - Como dar notícias ruins

PORTO, Celmo Celeno Grupo Gen PDF Criptografado

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Como dar notícias ruins

A comunicação de notícias ruins é uma das tarefas mais difíceis da prática médica, gerando desconforto e angústia. Nunca será um momento agradável para o médico e muito menos para o paciente; no entanto, seu impacto pode ser menor quando se está preparado para ele.

Na verdade, comunicar o diagnóstico de doen­ças que põem em risco a vida ou prenunciam sofrimento, tais como câncer, AIDS, doen­ça de Parkinson e doen­ça de Alzheimer, exige não apenas conhecimentos científicos, os quais dão segurança ao médico, mas também, capacidade de reconhecer a condição humana do doente.

No imaginário de todos nós, o diagnóstico de câncer é uma sentença de morte, associada a sofrimento. O diagnóstico de AIDS ainda é considerado um castigo. Nunca é agradável falar de castigo e sofrimento.

Transmitir uma notícia ruim é uma questão extremamente complexa, da qual participam muitos fatores, alguns relacionados com o paciente e seus familiares, outros ao próprio médico. Inclui aspectos psicológicos, sociais e culturais de todos os que participam da cena

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Grupo A (61)
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Caso 34 - Fibromialgia

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Fibromialgia

Jason Brumitt

CASO 34

Um médico clínico geral encaminhou uma mulher de 45 anos à fisioterapia com o diagnóstico de dor nas costas. A paciente relata que sente dor nas costas, mas também sente dor “em todo o corpo”. Além da dor, ela apresenta fadiga, dificuldade para dormir, memória ruim e cefaleias frequentes. Sua dor “nunca parece melhorar” e “fica pior com atividade prolongada”. Os sintomas começaram há cerca de quatro anos, depois que caiu dos degraus de uma escada. As radiografias da coluna torácica e lombar foram negativas para fraturas ou anormalidades ósseas que pudessem contribuir para seus sintomas. Intervenções prévias de fisioterapia (calor úmido, massagem, ultrassom, alongamento) não melhoraram seus sintomas. Sua história de saúde é significativa para síndrome do intestino irritável e dor abdominal (ambas começaram dois anos atrás). Ela trabalha como repórter de tribunal e descreve seu estilo de vida como sedentário. Com base na história da paciente, suspeita-se que ela pode ter a síndrome fibromiálgica (SFM).

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Caso 1 - Impacto subacromial

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Impacto subacromial

Christy Schuckman

CASO 1

Um homem destro com 18 anos de idade, segundo prescrição de um ortopedista, procura uma clínica de fisioterapia para avaliação e tratamento de impacto subacromial no ombro direito. Diz ter começado a sentir dores no ombro, há umas quatro semanas, e atribui essa condição ao fato de ter jogado tênis três vezes na semana anterior depois de um inverno inteiro sem praticar esse esporte. A dor no ombro aumenta quando ele estende o braço para a frente, tenta levar a mão às costas, levanta qualquer tipo de peso com o braço direito ou joga tênis. Além disso, o paciente relata que não consegue enfiar o cinto na presilha na parte de trás, nem enfiar a camisa dentro da calça nas costas, embora fizesse esses movimentos antes sem nenhuma dificuldade. A única posição que alivia a dor nas costas é deixar o braço na lateral do corpo. O médico receitou-lhe medicamentos anti-inflamatórios não esteroides, e isso ajudou a reduzir a intensidade da dor. O raio X (tirado pelo médico no consultório) das articulações glenoumeral e acromioclavicular deu negativo para anormalidades

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Caso 23 - Síndrome da dor patelofemoral

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Síndrome da dor patelofemoral

Robert C. Manske

CASO 23

Uma adolescente de 16 anos, jogadora de vôlei competitivo, com uma história de dor e edema intermitentes na face anterior do joelho direito, é encaminhada

à fisioterapia para avaliação e tratamento. Há seis semanas, ela fez uma cirurgia de desbridamento de coxim gorduroso e tem comparecido às sessões de fisioterapia desde então, em outra instituição ambulatorial. Cada vez que ela retorna ao vôlei, a dor e o edema reaparecem. As atividades necessárias para a prática desse esporte incluem correr, fazer cortadas, saltar e pivotar; todas essas atividades aumentam a dor. Durante os 2 anos anteriores à cirurgia, a dor era na face medial do joelho. Entretanto, desde a cirurgia, ela sente dor tanto na face medial como na face externa do joelho. Nas últimas 4 semanas, tem sentido dor e edema semelhantes aos que tinha antes da operação. Seja com o aumento da prática ou da frequência do jogo, a dor no joelho anterior aumenta até 8, em uma escala visual analógica (EVA) de dor que vai de 1 a 10.

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Caso 22 - Síndrome do trato iliotibial

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Síndrome do trato iliotibial

Jason Brumitt

CASO 22

Um homem de 32 anos que pratica corrida foi por conta própria a uma clínica ambulatorial de fisioterapia com a queixa de dor lateral no joelho direito. Ele sentiu essa dor pela primeira vez seis semanas atrás. Duas semanas antes do início do sintoma, iniciou um programa de treinamento para maratona. Seus sintomas pioraram gradualmente; agora, ele não consegue mais correr devido ao início imediato da mesma dor. Na história de saúde do paciente, não há nada notável. Os sinais e sintomas são compatíveis com síndrome do trato iliotibial

(STIT). Sua meta é retornar ao treinamento para a maratona que se aproxima.

Com base na suspeita diagnóstica do paciente, quais são os possíveis fatores que contribuem para essa condição?

 Que sinais ao exame podem estar associados a esse diagnóstico?

 Quais são as intervenções de fisioterapia mais apropriadas?

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CASOS CLÍNICOS EM FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA

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Caso 15 - Lombar: hérnia de disco – abordagem da técnica de energia muscular

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Lombar: hérnia de disco – abordagem da técnica de energia muscular

Jason Brumitt

Melissa Murray

Jandra Mueller

CASO 15

Um homem de 36 anos, trabalhador da construção civil, procurou, por conta própria, uma clínica de fisioterapia com a queixa de dor lombar e de dor que se irradiava da parte posterior do quadril esquerdo do quadril até a lateral do pé. A dor havia surgido três semanas antes, durante um projeto de manutenção residencial. Tudo começou quando ele se preparava para erguer um aparelho de ar condicionado. O paciente relatou que se inclinou para pegar o aparelho, sentiu uma dor intensa e penetrante e caiu imediatamente no chão. Em seguida, precisou de ajuda da esposa para entrar em casa. Permaneceu deitado durante as primeiras 24 horas após o acidente, na posição pronada, no sofá ou na própria cama. Ele disse ainda que, nos últimos três dias, tinha conseguido caminhar e ficar de pé por períodos breves. Entretanto, o nível de dor atual está no grau

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Grupo A (7790)
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Capítulo 55. A complexa violência

Daniel Martins de Barros Grupo A PDF Criptografado

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A COMPLEXA VIOLÊNCIA

“Um bom assassinato, um legítimo assassinato, um belo assassinato” – declara o policial a repórteres – “Tão belo quanto era de se desejar”.

A frase faz parte da peça Anatomia Woyzeck, que fecha a trilogia da violência da Cia Razões Inversas. Nela, talvez até mais do que em Agreste ou Anatomia Frozen, vê-se como a violência é um fenômeno complexo e que resiste a explicações simplistas.

O texto da peça inacabada de Georg Büchner – considerada uma das mais importantes do teatro do século XIX – foi inspirado pelo caso real do soldado Johann Christian Woyzeck, que assassinou sua companheira e mãe de seu filho, em 1821, na cidade de Leipzig. Preso, logo foi alegada insanidade mental por sua defesa, levando o caso a se arrastar por dois anos entre avaliações e laudos psiquiátricos. Dos médicos locais até a

Faculdade de Medicina da Universidade de Leipzig, muito se debateu sobre a causa do homicídio e a responsabilidade de Woyzeck, até que, a despeito de um quadro psicótico, ele foi executado.

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Capítulo 116. Beleza não se põe à mesa, mas ninguém quer comer no chão

Daniel Martins de Barros Grupo A PDF Criptografado

116

BELEZA NÃO SE PÕE À MESA,

MAS NINGUÉM QUER

COMER NO CHÃO

Você está satisfeito com seu corpo? Se não estiver, consideraria fazer uma cirurgia plástica? Pois praticamente 1,5 milhão de brasileiros (1,49 milhão para ser exato) optaram pelo bisturi ao longo de 2013; com isso, o País superou os Estados Unidos como o primeiro colocado mundial nessas intervenções, segundo o jornalista Jamil Chade.

Por que isso acontece? E que consequências esse fenômeno pode trazer?

As respostas são várias. Há um fator cultural bem nosso, mas que não age sozinho, e sim em conjunção com o atual cenário econômico do Brasil.

Estudando as formas de se relacionar conjugalmente no País, a antropólo­ ga Miriam Goldberg se surpreendeu com a centralidade do “corpo” na nossa cultura, atestando algo que empiricamente Gilberto Freyre já havia proposto e que todos imaginamos: o brasileiro valoriza muito o corpo e sua aparência jovem e saudável. Assim, com o aumento do poder aquisitivo nos

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Capítulo 110. Por que falta de atenção pode ser doença

Daniel Martins de Barros Grupo A PDF Criptografado

110

POR QUE FALTA DE ATENÇÃO

PODE SER DOENÇA

Polêmicas sempre vêm da ignorância. Por uma questão lógica, se existe um conhecimento claro e certo, não há espaço para polemizar. Se há debate,

é porque uma das partes (ou as duas) não sabe do que está falando.

No caso das acaloradas discussões sobre os diagnósticos psiquiátricos, elas ocorrem também por ignorância. Tanto dos médicos como dos críticos.

Essa discussão normalmente tem o seguinte desenho: de um lado, um grupo diz que os transtornos mentais são construções sociais, criadas pelos médicos e, por isso, não teriam validade; na outra ponta, os profissionais da saúde dizem que isso é um absurdo, que há diversas provas de que essas doenças “existem” de verdade, são biologicamente identificáveis, e o diálogo descamba para bate-boca. O mais divertido é que os dois lados conseguem estar errados, mesmo invocando argumentos verdadeiros.

A ignorância que gera o debate aqui não é técnica, é filosófica.

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Capítulo 72. Blue Jasmine – você, eu e Woody Allen

Daniel Martins de Barros Grupo A PDF Criptografado

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BLUE JASMINE – VOCÊ, EU E

WOODY ALLEN

A realidade é dura. A tal ponto que nós não a encaramos continuamente para valer – se enxergássemos a realidade nua e crua o tempo todo, quem aguentaria? É por isso que vivemos ajustando nosso olhar sobre ela, usando

às vezes o enfrentamento do simplório, em outras a fuga do neurótico.

Desse contraste vem a genialidade do filme Blue Jasmine, de Woody Allen, amplamente elogiado pela crítica.

O filme trata de duas irmãs adotivas que seguem caminhos diferentes:

Jasmine (Cate Blanchet) casa-se com um milionário e vive no luxo em

Nova York, enquanto Ginger (Sally Hawkins) só se envolve com operários e tem uma vida apenas remediada em São Francisco. A história começa com a ida de Jasmine para a casa de Ginger, após perder tudo quando o marido é preso por ser um golpista. Mesmo falida, ela vai de primeira classe, carregando bagagem Louis Vuitton, recusando-se a admitir sua nova condição. Ao longo dos flashbacks, utilizados para contar a história ao mesmo tempo em que constroem o contraponto entre as situações – entre a história delas e também entre o passado e o presente –, vemos que a vida toda Jasmine “olhou para o outro lado”. Desviava os olhos dos esquemas ilegais do marido, das suas incontáveis amantes e da superficialidade da sua relação. O que Allen retrata acontecendo com ela depois da queda,

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Capítulo 66. Vou contar uma história – jornalismo, ciência e empatia

Daniel Martins de Barros Grupo A PDF Criptografado

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VOU CONTAR UMA HISTÓRIA –

JORNALISMO, CIÊNCIA E EMPATIA

O homem é um animal que conta histórias. Das narrativas mitológicas à história como ciência, dos contos de fada na hora de dormir às complexas tramas nos seriados políticos, vivemos cercados delas. As notícias de jornal, os processos legais, os prontuários médicos, a conversa no jantar, os posts nas mídias sociais, tudo só faz sentido quando é contado como uma história.

Especula-se muito quais seriam as razões para tanto – provavelmente a característica sequencial dos eventos que nos cercam e a incrível habilidade do cérebro em identificar (e criar) padrões estão por trás disso. No entanto, seja qual for a causa, a verdade é que, quando existe uma estrutu­ ra dramatúrgica, um arco narrativo, nossa atenção é captada com mais facilidade, memorizamos melhor e somos mais afetados pelo que vemos.

Uma pesquisa mostrou que, quando voluntários assistiam a animações mostrando dois personagens (um pai e um filho pequeno) ou passeando num zoológico (sem uma história) ou num enredo emocional (com estru­ tura narrativa), eles reagiam de forma muito diferente, psicológica e biolo­ gi­camente. Quando eram envolvidos pela trama, os voluntários exibiam mais empatia, aumentavam o nível de ocitocina (neurotransmissor ligado

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Editora Saraiva (44)
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9 - Sistema de Acreditação em Serviços de Saúde

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistema de

Acreditação em

Serviços de Saúde

9

Para começar

Neste capítulo trataremos sobre a definição e os níveis de acreditação existentes nos serviços de saúde. Você conhecerá o Manual Brasileiro de Acreditação e também a respeito da Organização

Na­cional de Acreditação – ONA.

Assim como toda empresa busca certificar seus produtos e serviços através de normas inter­ nacionais como ISO 9001 – Sistema de Gestão da Qualidade, as instituições de saúde, que também são empresas, buscam certificações da qualidade dos serviços prestados. Essas certificações de qua­­ lidade para esse segmento, porém, diferem da ISO 9001: são acreditações que uma instituição de saúde recebe quando passa por auditorias de certificação e demonstra sua qualidade através dos níveis de acreditação.

Os hospitais buscam ainda o conceito de sustentabilidade hospitalar, pois também são empresas que consomem muito dos recursos naturais, como água e energia, em vários processos de assistência ao paciente. São responsáveis por produzir impactos ambientais com os resíduos de serviços de saúde, que, diferentemente dos resíduos industriais, são infectantes por possuírem microrganismos que podem levar contaminação ao solo, à água e a toda a comunidade. Então vamos conhecer esse sistema de acreditação exclusiva para instituições de saúde e saber como os hospitais vêm contribuindo para a sustentabilidade hospitalar.

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8 - Auditoria

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Auditoria

8

Para começar

Neste capítulo serão definidos auditoria e seus diferentes tipos. Veremos também as características para ser um auditor e conheceremos as diretrizes para auditoria de sistema de gestão, a ISO 19011.

As organizações que buscam a implantação dos sistemas de gestão, seja ela da qualidade ISO

9001, meio ambiente ISO 14001, OHSAS 18001, NBR 16001 ou ISO 22000, todas necessitam, dentro do ciclo PDCA, da fase de “Checar”. É nesse momento que entram as auditorias, uma ferramenta de verificação do cumprimento da primeira fase da implantação de um sistema de gestão, o planejamento. As auditorias são, acima de tudo, importantes aliadas na verificação dos sistemas de gestão implementados.

A auditoria está relacionada à necessidade de confirmação da realidade financeiro-econômica de uma organização. Um dos primeiros cargos criados de auditoria foi na Inglaterra, em 1314

(PINHO, 2007).

A auditoria teve seu grande passo em 1929: com a crise econômica americana, foi criado o

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5 - Sistema de Gestão Integrada

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistema de

Gestão Integrada

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Para começar

Neste capitulo, aprenderá sobre as vantagens da implantação do sistema de gestão integrada, assim como o tipo de implantação de SGI existente. Conhecerá também algumas empresas que aplicaram a SGI.

As organizações têm atentado de forma mais concreta para os aspectos que envolvem a satisfação dos clientes internos e externos, a qualidade dos produtos materiais ou serviços, a proteção do meio ambiente e os aspectos sociais, inclusive os que abrangem a saúde e segurança de seus colaboradores.

A realidade presente e, com certeza, futura é de crescente e irreversível conscientização da sociedade e aumento das exigências em relação às questões ambientais. As questões referentes à segurança e saúde do trabalho também têm sido objeto de discussão, assegurando a não admissibilidade da existência de ambientes laborais insalubres e processos produtivos que causem doenças ocupacionais, muitas vezes irreversíveis, ou acidentes que possam gerar lesões que causem incapacidade permanente ou a morte do trabalhador.

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6 - Sustentabilidade Organizacional

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sustentabilidade

Organizacional

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Para começar

Iniciaremos este capítulo definindo sustentabilidade, a teoria dos três pilares da sustentabilidade e a prática da ecoeficiência e da produção mais limpa P+L. Assim, vamos conhecer os relatórios de sustentabilidade de uma organização.

As questões relacionadas ao meio ambiente e aos impactos negativos causados pelas atividades das empresas passaram a ser um tema mundial em conferências, comissões, fóruns, relatórios.

As empresas e seus gestores começam a entender e aceitar que possuem obrigações sociais e ambientais para com o planeta e que necessitam adotar em seu negócio práticas de sustentabilidade que colaborem com a melhoria das condições dos colaboradores, dos clientes, da sociedade e do meio ambiente.

Com essa prática as empresas buscam transparência em seus negócios. Assim, vem crescendo o número de empresas que recebem prêmios como empresas sustentáveis, assim como vem crescendo o número de empresas que divulgam em redes sociais seus relatórios de sustentabilidade como modelos confiáveis e éticos. Vamos então conhecer essa transparência e esse modelo de sustentabilidade empresarial.

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7 - Responsabilidade Social

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Responsabilidade

Social

7

Para começar

Neste capítulo você conhecerá os indicadores e selos de responsabilidade social, como o selo

Abrinq. Também aprenderá sobre as normas para certificação em responsabilidade social, a SA 8000 e a

NBR 16001, assim como a ISO 26000.

Há muito se achava que empresa com responsabilidade social era aquela que fazia doações a entidades sociais. Essa relação porém não é verdadeira, uma vez que na prática a responsabilidade social das empresas vai desde o cumprimentos das legislações vigentes a ações que contribuam para a qualidade de vida dos colaboradores e seus familiares, a preservação do meio ambiente e uma efetiva participação em ações na comunidade em que a empresa está inserida.

Portanto, a relação da empresa com a responsabilidade social pode ser medida por meio de indicadores, sendo as empresas reconhecidas de acordo com suas iniciativas e mesmo certificadas através de um sistema de gestão em responsabilidade social. Então vamos conhecer na prática o que

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