Roca (32)
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Capítulo 3 Contenção Química

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Contenção Quí­mica

Seção A | Contenção Quí­mica de Cães e Gatos

Valéria Nobre L. S. Oliva

Seção B | Contenção Química de Equinos e Ruminantes

Antonio José de Araujo Aguiar

A busca de excelência não deve ser um objetivo, e sim, um hábito.

(Aristóteles)

Feitosa 03.indd 33

Seção A

Contenção Quí­mica de Cães e Gatos

Introdução

Muitas vezes, é necessário conter os pequenos animais por meio de fármacos, para que o exame clínico rea­li­zado pelo médico‑veterinário seja satisfatório e seguro.

Sob o efeito de tranquilizantes ou sedativos, animais agressivos, agitados ou estressados podem ser mais bem examinados, possibilitando menores alterações paramé‑ tricas decorrentes do estresse, evitando agressões ao pro‑ fissional que os examina.

Conter quimicamente um animal não deve significar, contudo, apenas imobilizá‑lo, mas diminuir o estresse da manipulação, com conforto e segurança para o paciente e para o médico‑veterinário.

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Capítulo 7 Sistema Circulatório

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7

Sistema Circulatório

Seção A | Semiologia do Sistema

Circulatório de Equinos e Ruminantes

Daniel Mendes Netto

Seção B | Semiologia do Sistema

Circulatório de Cães e Gatos

Aparecido Antonio Camacho, Carlos Jose Mucha

Há uma qualidade pior do que a dureza do coração: é a moleza da cabeça.

(Theodore Roosevelt)

Feitosa 07.indd 207

Seção A

Semiologia do Sistema Circulatório de Equinos e Ruminantes

Introdução

Neste capítulo, serão abordados os meios e os méto‑ dos semiológicos utilizados para examinar um paciente equino ou ruminante, manifestando sinais sugestivos de doen­ça do sistema circulatório, bem como os cuidados necessários à rea­li­zação de um completo e acurado exame semiológico desse sistema que pertence a uma á­ rea ainda pouco conhecida por muitos clínicos autônomos, mas já bastante desenvolvida e aperfeiçoada no Brasil e no mundo: a cardiologia veterinária de animais de grande porte. Serão apresentadas as noções básicas e, para melhor compreensão e aprofundamento, será necessária a con‑ sulta a livros especializados em cardiologia de equinos e ruminantes.

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Capítulo 9 Sistema Reprodutor

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9

Sistema Reprodutor

Seção A | Semiologia do Sistema

Reprodutor Feminino

Nereu Carlos Prestes

Seção B | Semiologia da Glândula

Mamária de Éguas, Cadelas e Gatas

Francisco Leydson F. Feitosa

Seção C | Semiologia da Glândula

Mamária de Ruminantes

Eduardo Harry Birgel

Seção D | Semiologia do Sistema

Reprodutor Masculino

Alicio Martins Júnior, Francisco Leydson F. Feitosa

Cada parto é um parto.

(Paul Claudel)

Feitosa 09.indd 287

Seção A

Semiologia do Sistema

Reprodutor Feminino

Anatomia geral básica

O sistema reprodutivo das fêmeas é formado por ovários, ovidutos, cornos e corpo uterino, cerviz, vagina, vestíbulo e vulva. As estruturas internas são sustentadas pelo ligamento largo: mesovário que sustenta o ovário; mesossalpinge que ancora o oviduto e mesométrio, que mantém o útero. Nervos autônomos inervam o ovário, o oviduto e o útero, enquanto as fibras sensitivas e parassimpáticas do nervo pudendo atendem vagina, vulva e clitóris. Embriologicamente, os ductos de Müller fundem‑se na porção caudal para origi‑ nar o útero, a cerviz e a porção anterior do canal vaginal. O oviduto torna‑se sinuoso, adquirindo epitélio diferenciado e fimbrias pouco antes do nascimento.

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Capítulo 15 Semiologia do Sistema Visual dos Animais Domésticos

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15

Semiologia do

Sistema Visual dos

Animais Domésticos

Alexandre Lima de Andrade

Em um grão de areia enxergar o mundo e, em uma flor silvestre, todo o céu­.

(William Blake)

Introdução

Não obstante o clínico geral conte com conhecimentos de anatomia e fisiologia ­oculares, a fim de se rea­li­zar um exame completo do olho, há a necessidade de treinamento técnico específico para a execução de um exame oftalmo‑ lógico de qualidade, principalmente no que se refere ao manuseio de equipamentos específicos necessários em oftalmologia veterinária.

Das estruturas que compõem o aparelho da visão, não há como discriminar a importância de uma estrutura em detrimento das demais. Todas, cada uma com sua fun‑

ção, colaboram para a boa visão. O tempo, a evolução e os avanços médicos têm demonstrado que cada componente desse sistema participa efetivamente do mecanismo de formação da imagem, colocando, assim, o organismo em contato com o meio externo.

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Capítulo 3 Contenção Química

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3

Contenção Quí­mica

Seção A | Contenção Quí­mica de Cães e Gatos

Valéria Nobre L. S. Oliva

Seção B | Contenção Química de Equinos e Ruminantes

Antonio José de Araujo Aguiar

A busca de excelência não deve ser um objetivo, e sim, um hábito.

(Aristóteles)

Feitosa 03.indd 33

Seção A

Contenção Quí­mica de Cães e Gatos

Introdução

Muitas vezes, é necessário conter os pequenos animais por meio de fármacos, para que o exame clínico rea­li­zado pelo médico‑veterinário seja satisfatório e seguro.

Sob o efeito de tranquilizantes ou sedativos, animais agressivos, agitados ou estressados podem ser mais bem examinados, possibilitando menores alterações paramé‑ tricas decorrentes do estresse, evitando agressões ao pro‑ fissional que os examina.

Conter quimicamente um animal não deve significar, contudo, apenas imobilizá‑lo, mas diminuir o estresse da manipulação, com conforto e segurança para o paciente e para o médico‑veterinário.

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Manole (44)
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27. Terapia do espelho

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27

Terapia do espelho

Rodrigo Deamo Assis

INTRODUÇÃO

O espelho, na área da saúde, vem sendo utilizado há tempos por diversas especialidades da reabilitação (psicologia, enfermagem, medicina física, fisioterapia e terapia ocupacional) para visualização do ferimento, autoconhecimento ou para reabilitação em si.

A terapia do espelho (TE) foi inicialmente desenvolvida, na década de 1990, por

Ramachandran et al. (1995) para pacientes que sofriam com a dor fantasma causada pela amputação de membro superior (MS), quando a imagem produzida pelo espelho do MS intacto era usada para simular a parte amputada do paciente. Por meio desse procedimento, uma ilusão da percepção era gerada e a dor fantasma do MS amputado era aliviada.

O primeiro relato da aplicação da TE para pacientes neurológicos foi na década de 1990, por Altschuler et al. (1998), em um estudo envolvendo nove pacientes com hemiparesia devido a acidente vascular encefálico, e foram observadas melhoras em relação a acurácia, velocidade e amplitude de movimento.

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1. Aprendizagem motora – implicações para a reabilitação neurológica

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1

Aprendizagem motora – implicações para a reabilitação neurológica

Camila Torriani-Pasin

INTRODUÇÃO

A aplicação de conhecimentos acadêmico-científicos na intervenção é necessária para consolidar as profissões academicamente orientadas (Tani, 2008) e para garantir a elas uma identidade profissional. Todavia, é importante reconhecer que, especialmente naquelas profissões ainda incipientes, não se pode esperar a existência de um corpo de conhecimentos organizado e robusto que respalde métodos, programas e procedimentos de intervenção profissional de uma forma abrangente.

A fisioterapia, que receberá maior foco de atenção neste capítulo, e outras profissões irmãs da reabilitação, tais como fonoaudiologia e terapia ocupacional, são áreas de intervenção recentes em comparação às mais tradicionais, como a medicina. Tal fato implica uma atuação profissional na qual os conhecimentos adquiridos pela experiência clínica dos terapeutas ainda ocupe um lugar de destaque nos procedimentos terapêuticos selecionados pelos profissionais. Assim, conforme descreve Sackett et al. (2003), o estreitamento entre a ciência e a prática clínica baseado na tríade composta pelo conjunto de evidência científica, experiência do profissional e preferência do paciente deve ser o caminho para a consolidação de uma profissão orientada academicamente.

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24. Psicomotricidade

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Psicomotricidade

Andréa Moreno Pacheco

Introdução

A psicomotricidade é uma abordagem francesa para o estudo da gestualidade humana que considera movimento e postura como partes integrantes da expressão da personalidade, afirmando que motricidade, emoção e cognição são fatores indissociáveis no desenvolvimento humano. Sua aplicação é preventiva ou terapêutica e apresenta-se como uma possibilidade para o fisioterapeuta no tratamento das deficiências de origem neurológica. O principal objetivo da terapia psicomotora é desenvolver no paciente uma compreensão de seu corpo como ele é, para uma atuação no espaço e no tempo a partir de referências próprias, tomando consciência de suas possibilidades e de seus limites.

A psicomotricidade surgiu na França, no início do século XX, como uma abordagem corporal para os problemas psíquicos apresentada por Charcot e Dupré (1925).

A partir daí, vários autores contribuíram para seu crescimento, situando seus conceitos na neurologia e na psicologia. Foi Henri Wallon, no entanto, em 1925 e 1949, quem aprofundou os estudos que unem o tônus, pano de fundo de todo ato motor,

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19. Integração sensorial

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19

Integração sensorial

Patrícia Hollanda Gassen

Rogério Lopes Cruz

INTRODUÇÃO

O conhecimento do papel determinante das funções sensoriais na organização cerebral, no desenvolvimento das interações socioemocionais mais precoces, na modulação do temperamento e do comportamento infantil remete à abordagem das teo­ rias de integração sensorial (IS). Nessa temática, têm-se desenvolvido pesquisas nos campos teórico, de avaliação e da intervenção no âmbito das relações entre a atividade neural e o comportamento sensório-motor ou emocional.

A teoria de IS constitui um novo paradigma desenvolvido pela terapeuta ocupacional Anna Jean Ayres para explicar algumas perturbações neurológicas da criança não atribuíveis à lesão localizada ou a outras perturbações causadoras de deficiência, mas sim à deficiente organização do fluxo sensorial recebido e processado pelo sistema nervoso central (SNC).

A IS é um processo neurofisiológico referente à capacidade cerebral para organizar e interpretar a informação provinda dos sentidos mediante o confronto desse input com aprendizagens e memórias armazenadas no cérebro. Com base nessas operações, o organismo produzirá respostas às excitações sensoriais; que geram, por sua vez, novos estímulos. Se o estímulo inicial não for processado e organizado de forma adequada, o resultado é um efeito feedback com produção de respostas motoras e comportamentais potencialmente inadaptadas. Como resultado desse processo, estabelece-se um círculo vicioso no qual o impulso sensorial irá se alterando progressivamente causando novos impulsos e processos de retroação exponencialmente desorganizados. As consequências de tais disfunções são visíveis em lacunas no desenvolvimento ou em problemas de aprendizagem, emocionais e comportamentais.

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30. Treino de marcha

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30

Treino de marcha

Heloise Cazangi Borges

Introdução

A marcha é definida como uma sequência repetitiva de movimentos dos membros para avançar o corpo adiante de forma segura e com gasto mínimo de energia. A reconquista dessa habilidade é essencial em diferentes tarefas do dia a dia e incorpora a versatilidade de ir de um lugar a outro com diferentes superfícies, como do quarto ao banheiro, atravessar ruas em um tempo adequado, fazer compras etc.

A diminuição da habilidade de deambulação é um dos problemas funcionais mais comuns na população com disfunção neurológica, entretanto as alterações que podem levar à perda de tal habilidade variam de acordo com o tipo, o local e a extensão do dano neurológico. Na literatura, há diferentes formas de classificar as disfunções da marcha, no entanto existe pouca concordância entre tais sistemas. De forma geral, os pacientes com disfunções neurológicas demonstram deficiências na marcha relacionadas a comprometimentos dos sistemas motor, sensorial, perceptual e/ou cognitivo.

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Grupo Gen (12105)
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55 - Cintigrafia Pulmonar

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Capítulo 55   �Cintigrafia Pulmonar

David K. Shelton e Meena Kumar

Embora a angiotomografia computadorizada (ATC) tenha se tornado o principal exame de imagem para confirmar o diagnóstico de embo‑ lia pulmonar, as cintigrafias de ventilação‑perfusão (V/Q) ainda são um importante método de imagem. Uma cintigrafia de pulmão nada mais é que um mapa fisiológico que avalia as funções primárias desse

órgão, a perfusão da vasculatura pulmonar e a ventilação da árvore bronquioalveolar segmentar. Mais frequentemente, as cintigrafias de ventilação‑perfusão (V/Q) são solicitadas para avaliar pacientes quando existe suspeita de embolia pulmonar. Em uma tentativa de obter resultados mais acurados, os critérios para a interpretação das cintigrafias de ventilação‑perfusão (V/Q) têm sido constantemente revisados. Já foram elaborados esquemas diferentes para comparar os defeitos existentes na cintigrafia de perfusão com os encontrados na cintigrafia de ventilação e/ou nas radiografias de tórax e, assim, estimar a probabilidade de embolia pulmonar. Este capítulo descreve os radio‑ fármacos empregados, a técnica de exame, os protocolos de aquisição de imagens e os critérios para a interpretação das cintigrafias de ven‑ tilação‑perfusão (V/Q).

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Capítulo 1 - Aquecimento

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Aquecimento

Unidade Introdutória

Capítulo 1

Aquecimento

Ao término deste capítulo, você será capaz de

• Descrever o que é a fisiologia do exercício e discutir por que você precisa estudá-la.

• Identificar a estrutura organizacional deste texto.

• Estabelecer as diferenças entre as respostas ao exercício e as adaptações ao treinamento.

• Enumerar e explicar as cinco categorias de exercício cujas respostas são documentadas do começo ao fim deste livro.

• Enumerar e explicar os fatores que devem ser levados em conta ao interpretar a resposta ao exercício.

• Descrever os padrões gráficos que as variáveis fisiológicas podem exibir em resposta às diferentes categorias de exercício e como resultado da adaptação ao treinamento.

• Enumerar e explicar os princípios do treinamento.

• Descrever as diferenças e as semelhanças entre a aptidão física relacionada à saúde e específica para cada esporte.

• Definir e explicar a periodização.

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6 Articulação Temporomandibular

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6

Articulação

Temporomandibular

Atson Carlos de Souza Fernandes e Ricardo Luiz Smith

Introdução

As ar­ticulações do corpo humano são classificadas em três tipos: fibrosas, cartilaginosas e sinoviais. Nos dois primeiros tipos, observam-se limitações de movimen­ sseas que se ar­ticulam. As ar­ to entre as estruturas ó ticulações fibrosas são ainda subclassificadas conforme a quantidade de tecido conjuntivo fibroso que une os ossos, bem como de acordo com a forma de apresentação das bordas ­ósseas ar­ticulares.

Das ar­ticulações fibrosas, a gonfose desperta maior interesse para os cirur­giões-dentistas por se tratar da junção dentoalveolar formada por tecido conjuntivo fibroso ou ligamentos periodontais (Figura 6.1). Portanto, as raí­zes dentárias não estão fixadas aos alvéo­los dentais como “pregos presos em uma madeira”, mas há um espaço periodontal facilmente ­visua­lizado em imagens radiográficas. Quando esse espaço é perdido, sendo os ligamentos periodontais subs­ti­tuí­dos por tecido ósseo, ocorre um processo denominado anquilose, e o dente afetado perde sua capacidade de sofrer micromovimentos, importantes durante a mastigação.

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Capítulo 3 - Metabolismo de Água, Sódio, Potássio e Magnésio na Doença Renal Crônica

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Capítulo 3

Metabolismo de Água,

Sódio, Potássio e Magnésio na Doença Renal Crônica

Marcelo Mazza do Nascimento,

Maria Aparecida Pachaly e Miguel Carlos Riella

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Introdução, 45

Metabolismo da água, 45

Metabolismo do sódio, 45

Metabolismo do potássio, 47

Metabolismo do magnésio, 49

Conclusão, 49

Referências bibliográficas, 50

23.01.13 19:44:12

Capítulo 3  |  Metabolismo de Água, Sódio, Potássio e Magnésio na Doença Renal Crônica

CC

Introdução

Classicamente as funções dos rins são, em geral, divididas em exócrina e endócrina. A função exócrina mantém constante o ambiente extracelular, excretando produtos do metabolismo como ureia, creatinina, ácido úrico e ajustando a excreção urinária de água e eletrólitos de acordo com a ingestão. Os rins são capazes de regular in­di­vi­dualmente a excreção de água e solutos como sódio, potássio e hidrogênio, principalmente pela reabsorção e pela secreção tubular. Por intermédio da função endócrina, os rins secretam hormônios que participam da regulação hemodinâmica sistêmica e renal (renina, prostaglandinas e bradicinina), da produção de hemácias (eritropoese), cálcio e fósforo, e do metabolismo ósseo (1,25 D3).

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8 - TUMORES DA SUPERFÍCIE OCULAR

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8

TUMORES DA SUPERFÍCIE OCULAR

Ruth Miyuki Santo · Priscilla Ballalai Bordon · Jeison de Nadai Barros

Silvana Artioli Schellini · Clélia Maria Erwenne

Os tumores

Tumores da Superfície da conjuntiva

Ocular e da córnea serão considerados em conjunto como tumores da superfície ocular, porque, com frequência, ambos os tecidos são acometidos simultaneamente e apresentam características histopatológicas semelhantes. Os tumores da superfície ocular compreendem um amplo espectro de condições que vão desde as lesões que simulam tumor (pseudoneoplásicas) até as neoplasias verdadeiras, sejam elas benignas ou malignas.

TUMORES CONJUNTIVAIS BENIGNOS

Silvana Artioli Schellini

As lesões benignas representam a maioria dos tumores que ocorrem na conjuntiva, sendo responsáveis por cerca de 80,3 a 92,0% dos tumores que ocorrem nesta localização.1,2

De forma geral, estas lesões são removidas por efeito estético ou funcional, ou mesmo pela necessidade de diagnóstico diferencial com outros tipos de lesões tumorais malignas.

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Grupo A (61)
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Capítulo 15 - Preparações parenterais

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SEÇÃO VII

FORMAS FARMACÊUTICAS E SISTEMAS DE

LIBERAÇÃO ESTÉREIS

CAPÍTULO

15 Preparações parenterais

OBJETIVOS

Após a leitura deste capítulo, o estudante deverá ser capaz de:

1. Listar as vantagens e desvantagens da administração parenteral.

2. Definir administração parenteral e listar os diferentes métodos de administração parenteral.

3. Comparar e diferenciar os riscos e benefícios das várias vias de administração parenteral.

4. Identificar os desafios do uso de veículos não aquosos em produtos parenterais.

5. Definir osmolalidade e osmolaridade e explicar suas relações com a tonicidade de uma substância.

6. Comparar e diferenciar preparações parenterais de pequeno volume e grande volume.

7. Delinear os diferentes métodos de esterilização de produtos parenterais.

8. Diferenciar as exigências das formas de acondicionamento de dose única e múltipla.

9. Identificar os métodos de manuseio e descarte de substâncias/quimioterápicos perigosos.

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Caso 4 - Estabilização cirúrgica para instabilidade do ombro: reabilitação para retorno ao esporte

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Estabilização cirúrgica para instabilidade do ombro: reabilitação para retorno ao esporte

Laura Stanley

Ellen Shanley

CASO 4

Quatro meses atrás, um poliatleta (zagueiro e defensive back de futebol americano, shortstop e relief pitcher de beisebol) com 16 anos de idade, aluno do ensino médio, sofreu uma lesão em um jogo de futebol americano contra o time rival. Teve uma luxação glenoumeral quando foi atingido no braço por um defensive lineman na fase máxima do posicionamento final (cocking) do arremesso (90o de abdução e de rotação externa). Não conseguiu continuar no jogo e submeteu-se a uma redução da luxação na sala de emergência. Esse foi o seu segundo episódio de instabilidade. O diagnóstico indicou lesão de Bankart e Hill-Sachs no ombro direito (dominante). Dez dias após a luxação, o atleta passou por uma fixação artroscópica da lesão de Bankart, retensionamento da cápsula anterior e remplissage. O cirurgião ortopédico encaminhou o paciente a um fisioterapeuta no primeiro dia pós-operatório (PO 1). O paciente é o starting shortstop e o relief pitcher (arremessa com a mão direita e é um switch hitter)* do principal time de beisebol da universidade. Quer estar pronto para a temporada de beisebol; entretanto, o seu objetivo central é conquistar o papel starting na zaga na próxima temporada. O paciente encontra-se, agora, no quarto mês pós-operatório e já pode iniciar a reabilitação para retorno ao esporte.

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Apêndice C - Sistemas e técnicas de medida em farmácia

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APÊNDICE

C

Sistemas e técnicas de medida em farmácia

O conhecimento e a aplicação de sistemas de medida são essenciais para a prática farmacêutica.

Quer seja na manipulação e dispensação em farmácias comunitárias, no atendimento de prescrições em farmácias institucionais ou na preparação de produtos farmacêuticos em grande escala, a exatidão na medida é essencial para a obtenção de medicamentos seguros e eficazes.

A produção industrial de medicamentos é monitorada com rigor por meio de testes de controle do processo e do produto final, de modo a assegurar a conformidade com as especificações quanto ao teor de fármaco. Prescrições que são aviadas em farmácias de manipulação em geral carecem da vantagem do controle de qualidade e, dessa maneira, o farmacêutico deve ter absoluta certeza da exatidão de todos os cálculos e medidas empregados. Os cálculos devem ser duplamente verificados pelo farmacêutico e, quando possível, por um colega. A importância dada à exatidão dos cálculos e das medidas não

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Caso 10 - Tumor na medula espinal torácica

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Tumor na medula espinal torácica

Johanna Gabbard

CASO 10

Uma mulher ativa, com 47 anos, foi encaminhada à fisioterapia com um histórico de seis semanas de dor torácica interescapular no lado direito e rigidez no pescoço de surgimento insidioso. Ela achava que o aumento da intensidade dos sintomas poderia estar relacionado ao aumento recente da intensidade do seu programa de treinamento com pesos. A dor estava piorando e era difícil encontrar uma posição confortável à noite, embora, depois de certo esforço ajustando os travesseiros, por fim, acabasse adormecendo. Nos últimos três meses, a paciente perdeu 9,6 kg e atribuiu essa perda a um programa planejado de dieta e exercícios iniciado seis meses antes. O resultado do exame neurológico inicial foi normal, os sinais e os sintomas eram consistentes com um distúrbio musculoesquelético. O fisioterapeuta forneceu terapia manual e prescreveu exercícios terapêuticos direcionados às colunas cervical e torácica, em duas sessões, ao longo de sete dias. Na terceira visita ao fisioterapeuta, os sintomas nas costas continuavam os mesmos, e a paciente estava sentindo as pernas “pesadas”. Relatou também dificuldade para subir escadas. O fisioterapeuta repetiu a avaliação neurológica e descobriu que o diagnóstico inicial para a fisioterapia, que apontara dor mecânica nas costas, não era consistente com os sinais e sintomas mielopáticos indicativos de compressão na medula espinal.

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Caso 29 - Lesão do menisco do joelho

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Lesão do menisco do joelho

Jason Brumitt

CASO 29

Uma mulher de 24 anos lesionou seu joelho direito há dois dias durante um jogo de basquete da liga municipal. Ela não conseguiu continuar jogando e precisou de “uma pequena” ajuda de uma colega de time para chegar a seu carro.

Foi avaliada por seu médico clínico geral no dia seguinte. O médico recomendou o uso de medicação anti-inflamatória não esteroide adquirida sem prescrição e encaminhou a paciente à fisioterapia. Cinco dias depois da lesão, a paciente relatou ao fisioterapeuta que a lesão ocorreu quando firmou sua perna direita e girou para a direita para evitar uma defensora. Ela nega ter ouvido um estalo; entretanto, refere que a dor imediata foi intensa (nível 8 em uma escala visual analógica até 10). Seu nível de dor atual é de 5/10. A dor da paciente e o mecanismo da lesão são compatíveis com uma lesão de menisco.

Que sinais ao exame podem estar relacionados à suspeita diagnóstica?

Quais os testes e exames mais apropriados?

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Grupo A (8966)
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Capítulo 7 - Instrumentos de Avaliação de uso de Álcool e Drogas

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INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO

DE USO DE ÁLCOOL E DROGAS

[7]

Thiago Marques Fidalgo, Maria Lucia Oliveira de Souza Formigoni

 CONCEITO DE DEPENDÊNCIA

A Organização Mundial da Saúde define dependência de substâncias como:1

[...] estado psíquico e algumas vezes físico resultante da interação entre um organismo vivo e um medicamento, caracterizado por mo­d ificações de comportamento e outras rea­ç ões que sempre incluem o impulso a utilizar a substância de modo contínuo ou periódico com a finalidade de experimentar seus efeitos psíquicos e, algumas vezes, de evitar o desconforto da privação. Esse estado pode ou não ser acompanhado de tolerância.

Um mesmo indivíduo pode ser dependente de vários medicamentos.

Essa definição, embora antiga, traz uma série de conceitos fundamentais para a compreensão adequada desse fenômeno. Em primeiro lugar, cabe destacar que toda dependência se dá a partir da busca por alterações de sensações, percepções ou comportamento. Algumas substâncias promovem alterações mais importantes e evidentes, enquanto outras geram modificações sutis, como o aumento do tempo de vigília, por exemplo. Além disso, cada vez mais, a dependência vem sendo compreendida como um transtorno do controle de impulsos.2 Nesse sentido, a ação das substâncias de abuso sobre o sistema de recompensa e alterações ainda não totalmente elucidadas no córtex pré-frontal levam ao uso repetido do fármaco, em busca de prazer, sem adequada ponderação acerca das consequências desse uso. As substâncias de abuso podem originar quadros de abstinência, no caso da interrupção de seu consumo. Algumas, como o álcool e os opioides, podem desencadear síndromes de abstinência bem descritas e com quadro clínico bem definido; outras geram sintomas inespecíficos quando há a interrupção de seu uso. 3

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Capítulo 6 Sinapses

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Sinapses

6

OBJETIVOS

Descrever as etapas da transmissão sináptica química.

Descrever a biossíntese e as ações da acetilcolina.

Descrever a biossíntese e as ações das catecolaminas (dopamina, norepinefrina e epinefrina).

Descrever a biossíntese e ações da serotonina e histamina.

Descrever a biossíntese e ações dos aminoácidos excitatórios e inibitórios.

Descrever a biossíntese e ações dos neuropeptídios.

Descrever a estrutura da junção neuromuscular e as funções das várias subestruturas.

Descrever e explicar as etapas envolvidas na transmissão neuromuscular.

Descrever as ações e explicar os mecanismos para os efeitos do Ca e Mg na liberação do transmissor.

Descrever como a acetilcolina interage com os receptores na membrana pós-sináptica e o destino da acetilcolina.

Descrever a geração do potencial de placa terminal bem como os efeitos e mecanismos de ação dos inibidores da acetilcolina esterase e dos bloqueadores dos receptores da acetilcolina.

Descrever a facilitação e potenciação pós-tetânica da liberação do transmissor e como estes processos podem ser usados para explicar determinadas características de miastenia gravis e recuperação do bloqueio do receptor.

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Capítulo 32 - Afecções da hipoderme

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504

Dermatologia de Sampaio e Rivitti

CAPÍTULO 32

AFECÇÕES DA HIPODERME

PANICULITES

As doenças do panículo adiposo são genericamente denominadas paniculites. Clinicamente, a apresentação das paniculites é muito semelhante, pois todas se expressam por nódulos ou placas eritematosas e violáceas frequentemente localizadas nas pernas e que podem ou não evoluir à ulceração. Às vezes, a anamnese, a distribuição das lesões ou mesmo os aspectos morfológicos podem orientar a diagnose, mas o estudo das paniculites consiste na sua interpretação em bases histopatológicas. Esse fato explica, inclusive, as dificuldades de classificação das paniculites, pois seu estudo histológico

é dificultado, em primeiro lugar, pelo uso de punches para biópsia, fornecendo material limitado para análise de fenômenos muito extensos, e, em segundo lugar, pela ampla gama de fenômenos de ordem histopatológica comuns a todas as paniculites, qualquer que seja sua causa. Assim, em todas as paniculites, os seguintes aspectos histopatológicos são constantes:

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Capítulo 47 | Necessidades nutricionais

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Capítulo 47

NECESSIDADES

NUTRICIONAIS

O que é alimento para um homem pode ser um terrível veneno para outros.

Lucrécio

(99-55 d.C.)

O objetivo fundamental do suporte nutricional é fornecer aos pacientes individuais suas necessidades nutricionais e energéticas diárias. Este capítulo explica como determinar essas necessidades em pacientes críticos (1), ­porém sem a pretensão de que qualquer um saiba como dar suporte metabólico em pacientes de UTI.

CONSUMO DIÁRIO DE ENERGIA

Oxidação de combustíveis orgânicos

O metabolismo oxidativo captura a energia armazenada nos combustíveis orgânicos (carboidratos, lipídeos e proteínas) e a utiliza para dar sustentação à vida. Esse processo consome oxigênio e gera dióxido de carbono, água e calor. A Tabela 47.1 mostra as quantidades envolvidas na oxidação de cada tipo de nutriente. Os seguintes pontos merecem destaque:

1. O calor gerado pela oxidação completa de um nutriente é equivalente

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Capítulo 20 - Doenças cardiovasculares

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20

Doenças cardiovasculares

Em cada 1.000 bebês, 8 nascem com um defeito cardíaco congênito. Os avanços nos cuidados clínicos e cirúrgicos permitem que mais de 90% dessas crianças cheguem à idade adulta. Os cuidados cardíacos pediátricos incluem não apenas o diagnóstico e o tratamento da doença cardíaca congênita, mas também a prevenção de fatores de risco para doença cardiovascular em adultos — obesidade, tabagismo e hiperlipidemia. Doenças cardíacas familiares e adquiridas, como doença de Kawasaki, miocardite viral, miocardiopatia e doença cardíaca reumática, também são uma causa significativa de morbidade e mortalidade em crianças.

//

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA

HISTÓRIA

Os sintomas relacionados aos defeitos cardíacos congênitos variam de acordo com a alteração no fluxo sanguíneo pulmonar

(Quadro 20-1). A presença de outros sintomas cardiovasculares, como palpitações e dor torácica, deve ser determinada pela história em crianças maiores, com especial atenção ao momento em que ocorre (em repouso ou relacionada aos esforços), início e término (gradual vs. súbito), bem como os fatores que precipitam ou aliviam os sintomas.

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