Manole (44)
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Medium 9788520432488

1. Aprendizagem motora – implicações para a reabilitação neurológica

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Aprendizagem motora – implicações para a reabilitação neurológica

Camila Torriani-Pasin

INTRODUÇÃO

A aplicação de conhecimentos acadêmico-científicos na intervenção é necessária para consolidar as profissões academicamente orientadas (Tani, 2008) e para garantir a elas uma identidade profissional. Todavia, é importante reconhecer que, especialmente naquelas profissões ainda incipientes, não se pode esperar a existência de um corpo de conhecimentos organizado e robusto que respalde métodos, programas e procedimentos de intervenção profissional de uma forma abrangente.

A fisioterapia, que receberá maior foco de atenção neste capítulo, e outras profissões irmãs da reabilitação, tais como fonoaudiologia e terapia ocupacional, são áreas de intervenção recentes em comparação às mais tradicionais, como a medicina. Tal fato implica uma atuação profissional na qual os conhecimentos adquiridos pela experiência clínica dos terapeutas ainda ocupe um lugar de destaque nos procedimentos terapêuticos selecionados pelos profissionais. Assim, conforme descreve Sackett et al. (2003), o estreitamento entre a ciência e a prática clínica baseado na tríade composta pelo conjunto de evidência científica, experiência do profissional e preferência do paciente deve ser o caminho para a consolidação de uma profissão orientada academicamente.

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Medium 9788520432488

16. Estimulação elétrica funcional

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Estimulação elétrica funcional

Vanessa Costa Monteiro

INTRODUÇÃO

A estimulação elétrica funcional (EEF) baseia-se na aplicação de uma corrente elétrica capaz de causar uma contração muscular que ocorre por meio da estimulação intramuscular do ramo do nervo, que supre o músculo ou grupo muscular.

Na reabilitação ortopédica, já é uma técnica amplamente difundida, utilizada principalmente no pós-operatório. Os primeiros estudos sobre neurologia foram rea­ lizados nas décadas de 1980 e 1990, nos quais a aplicação da eletroestimulação em tibial anterior era destinada à melhora da força, ao controle dos dorsiflexores e ao aumento da amplitude de movimento de dorsiflexão.

Na maioria desses estudos, utilizava-se estimulação elétrica neuromuscular estática que não era associada a alguma atividade funcional. Porém, atualmente, sabe-se da importância do treinamento funcional e da prática de repetição de tarefas para aprendizado motor. Por isso, a maioria dos estudos utiliza EEF associada às mais diversas tarefas. Uma das precursoras a publicar estudos sobre estimulação elétrica associada a atividades funcionais e mostrar a importância de estimular também músculos espásticos foi Judy Carmick. Em seus relatos de caso com crianças hemiparéticas portadoras de paralisia cerebral, a autora mostra bons resultados aplicando EEF em dorsi e plantiflexores para melhora da marcha. A autora ressalta a importância do uso da EEF em plantiflexores, pois esse grupo muscular é fundamental na manutenção do equilíbrio em pé e na marcha.

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Medium 9788520431733

1. Era uma vez…

Cláudia Marchetti V. da Cruz Manole PDF Criptografado

1

Era uma vez...

E

ra uma vez uma mãe que segurava o filho em seus braços e passava as mãos pelas suas costas, de forma quase técnica, enquanto tentava fazer que ele se acalmasse.

Um homem que apertava e friccionava o pé após esbarrar em um móvel.

Duas amigas que se abraçavam, e se continham, em uma divisão demorada da dor de uma perda, quando já não havia o que dizer.

Uma mulher que, após um dia cansativo, toma um banho quente e esfrega, até com certa força, todo o corpo, para eliminar a tensão muscular e sentir-se menos cansada.

Era e é assim, utilizando as mãos e o toque, que o ser humano se cuida, cuida do próximo e se comunica sem utilizar palavras.

Massagem, toque, cuidado e carinho, ou até mesmo esbarrão, “tapinhas” nas costas (geralmente acompanhados de um “muito bem” ou “seja bem vindo”), dança ou prática de esportes de contato físico desencadeiam uma série de efeitos fisiológicos e comportamentais. É isso que alguns pesquisadores, entre eles o psicólogo Dacher Keltner, professor da Universidade da

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Medium 9788520432488

19. Integração sensorial

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Integração sensorial

Patrícia Hollanda Gassen

Rogério Lopes Cruz

INTRODUÇÃO

O conhecimento do papel determinante das funções sensoriais na organização cerebral, no desenvolvimento das interações socioemocionais mais precoces, na modulação do temperamento e do comportamento infantil remete à abordagem das teo­ rias de integração sensorial (IS). Nessa temática, têm-se desenvolvido pesquisas nos campos teórico, de avaliação e da intervenção no âmbito das relações entre a atividade neural e o comportamento sensório-motor ou emocional.

A teoria de IS constitui um novo paradigma desenvolvido pela terapeuta ocupacional Anna Jean Ayres para explicar algumas perturbações neurológicas da criança não atribuíveis à lesão localizada ou a outras perturbações causadoras de deficiência, mas sim à deficiente organização do fluxo sensorial recebido e processado pelo sistema nervoso central (SNC).

A IS é um processo neurofisiológico referente à capacidade cerebral para organizar e interpretar a informação provinda dos sentidos mediante o confronto desse input com aprendizagens e memórias armazenadas no cérebro. Com base nessas operações, o organismo produzirá respostas às excitações sensoriais; que geram, por sua vez, novos estímulos. Se o estímulo inicial não for processado e organizado de forma adequada, o resultado é um efeito feedback com produção de respostas motoras e comportamentais potencialmente inadaptadas. Como resultado desse processo, estabelece-se um círculo vicioso no qual o impulso sensorial irá se alterando progressivamente causando novos impulsos e processos de retroação exponencialmente desorganizados. As consequências de tais disfunções são visíveis em lacunas no desenvolvimento ou em problemas de aprendizagem, emocionais e comportamentais.

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Medium 9788520432488

8. Órteses

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

8

Órteses

Ana Claudia Gomes Carreira

INTRODUÇÃO

Atualmente, o tratamento do paciente neurológico está direcionado à intervenção clínica enfocada pelo médico e à atuação de uma equipe interdisciplinar da qual o terapeuta ocupacional é um dos integrantes e é o responsável pela reabilitação funcional e pela melhora da qualidade de vida dos pacientes. Também é ele responsável por indicação, prescrição e confecção de órteses e adaptações que possam facilitar e possibilitar o desempenho funcional nas atividades da vida diária e da vida diária instrumental.

CONCEITO

Órtese, de acordo com a Organização de Normas Internacionais (International

Standards Organization), é um dispositivo aplicado externamente ao corpo usado para modificar as características estruturais ou funcionais do sistema neuromúsculo-esquelético. A órtese pode ser usada para estabilizar ou imobilizar, impedir evolução de deformidades, proteger contra lesão, promover a cura ou auxiliar a função.

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Grupo Gen (10021)
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Medium 9788527715805

39 Sifonápteros: As Pulgas

Rey, Luis Grupo Gen PDF Criptografado

39

Sifonápteros: As Pulgas

ORGANIZAÇÃO E FISIOLOGIA DAS PULGAS

Morfologia externa

Organização interna

Fisiologia e comportamento das pulgas

Ciclo biológico das pulgas

PRINCIPAIS ESPÉCIES DE PULGAS

Tunga penetrans e tungíase

Pulex irritans

Ctenocephalides spp

Polygenes spp

Xenopsylla cheopis

AS PULGAS E A EPIDEMIOLOGIA DA PESTE

A doença: peste bubônica

Epidemiologia da peste urbana

Epidemiologia da peste silvestre

Controle da peste

OUTRAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR PULGAS

As pulgas pertencem à ordem Siphonaptera, que recebe também os nomes de Aphaniptera e Suctoria (hoje colocados na sinonímia). Tais nomes referem-se a duas características bastante salientes dessa ordem: ausência de asas e aparelho bucal do tipo picador-sugador. Outros traços marcantes das pulgas são: achatamento do corpo no sentido laterolateral, escleritos bem quitinizados, segmentos (metâmeros) bem distintos, porém imbricados uns nos outros, e pernas adaptadas para o salto.

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Medium 9788527731270

30 - Efeito da Educação Alimentar Baseada na Adequação do Porcionamento dos Alimentos e na Alteração da Composição Corporal de Adolescentes Obesos

Rosa Wanda Diez-Garcia, Ana Maria Cervato-Mancuso Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 30    Efeito da Educação Alimentar Baseada na Adequação do Porcionamento dos Alimentos e na Alteração da Composição Corporal...   269

Capítulo 30

Cristina Maria Mendes Resende

Jacqueline Pontes Monteiro

Marta Neves Campanelli Marçal Vieira

Efeito da Educação Alimentar

Baseada na Adequação do

Porcionamento dos Alimentos e na Alteração da Composição

Corporal de Adolescentes Obesos

Objetivo

Ao término deste capítulo, o leitor estará apto a:

�� Reconhecer os elementos estruturantes de um projeto de Educação Alimentar para adolescentes obesos e avaliar os resultados obtidos.

Síntese do conteúdo

O planejamento de um projeto de Educação Alimentar para adolescentes obesos deve considerar as características e as recomendações nutricionais desta faixa etária, os fatores determinantes da obesidade, a seleção de metodologia e os indicadores para avaliar os resultados obtidos. Este capítulo descreve a experiência de um trabalho desenvolvido em

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Medium 9788527730808

29 - Agentes que Interferem no Metabolismo de Cálcio e Fósforo

Helenice de Souza Spinosa, Silvana Lima Górniak, Maria Martha Bernardi Grupo Gen PDF Criptografado

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Agentes que Interferem no

Metabolismo de Cálcio e Fósforo

Célia Aparecida Paulino | Rosa Maria Cabral

INTRODUÇÃO nn

Os minerais, entre eles o cálcio e o fosfato, são nutrientes essenciais para a saú­de e atuam de forma isolada ou combinada com outras substâncias quí­micas em diferentes funções do organismo.

O cálcio (Ca2+) e o fosfato (PO43−) são os principais componentes minerais dos ossos e também fazem parte dos mais importantes minerais necessários às funções celulares em geral. Por isso, são requeridas concentrações adequadas destes elementos no líquido extracelular para o adequado funcionamento de uma ampla variedade de tecidos e processos fisiológicos no organismo animal.

O cálcio é essencial na formação óssea normal, na contração ­muscular, na coa­gulação sanguí­nea e na transmissão nervosa; também está envolvido na ativação de certos sistemas enzimáticos, além de atuar como segundo mensageiro intracelular, regulando a ação de neurotransmissores, hormônios e fatores de crescimento. O cálcio estabelece o equilíbrio das atividades funcionais orgânicas juntamente com o fosfato (ou o fósforo) e coordena as ações do sódio e do potássio na contração ­muscular cardía­ca.

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Medium 9788527732147

Capítulo 6 - Membros Superiores e Inferiores

DUGANI, Sagar; ALFONSI, Jeffrey E.; AGUR, Anne M. R.; DALLEY, Arthur F. Grupo Gen PDF Criptografado

Membros Superiores e Inferiores

Sebastian Heaven  •  Tri Nyugen  •  Sarah M. Troster  • 

Jeffrey E. Alfonsi  •  Nickolaus Biasutti  •  Marilyn Heng

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Os membros superiores e inferiores são constituídos por ossos (esqueleto axial), músculos, tendões, ligamentos, nervos e vasos sanguíneos que interagem para produzir movimentos.

Os membros superiores possibilitam a realização de movimentos como preensão, extensão e consecução de tarefas motoras finas. Os membros inferiores são extensões do tronco e dão sustentação ao corpo na posição ortostática e durante a deambulação (Figura 6.1).

Avaliação inicial e investigação

As patologias dos membros superiores ou inferiores podem manifestar-se de várias maneiras, inclusive dor ou incapacidade de realizar um movimento (Tabela 6.1). O reconhecimento dos padrões de sinais/sintomas pode ajudar na localização da patologia em uma região anatômica ou tipo de tecido. Se a dor for o sintoma inicial, é importante caracterizá-la em termos de localização, instalação (aguda ou crônica), fatores aliviadores (p. ex., repouso ou atividade física), fatores agravantes (p. ex., movimento), características (p. ex., aguda, surda ou desconforto), irradiação, intensidade e evolução.

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Medium 9788527728126

Capítulo 93 - Mapeamento Dúplex no Pré operatório de Fístulas Arteriovenosas

Vários autores Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 93

Mapeamento

Dúplex no

Pré‑operatório de Fístulas

Arteriovenosas

Rodrigo Gibin Jaldin e Marcone Lima Sobreira

Introdução

O mapeamento dúplex (MD) é uma ferramenta extrema‑ mente útil no manejo do acesso vascular para hemodiálise, podendo ser utilizado desde o pré‑operatório (na avaliação do melhor local para confecção da fístula/enxerto) até o pós‑ope‑ ratório (no diagnóstico de maturação, assim como no diag‑ nóstico e manejo das complicações). A reprodutibilidade da técnica e o seu caráter não invasivo, que possibilitam mostrar mais detalhes da anatomia vascular do que o exame físico, tor‑ nam o MD a modalidade de escolha na primeira abordagem desses acessos.

Sabe‑se que as fístulas arteriovenosas autólogas são as melhores opções de acesso vascular para aqueles pacientes que precisam de terapia hemodialítica a longo prazo, de acordo com as recomendações da National Kidney Foundation –

Kidney Disease Outcomes Quality Initiative (NKF-KDOQI)1

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Grupo A (61)
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Medium 9788580554212

Caso 10 - Tumor na medula espinal torácica

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Tumor na medula espinal torácica

Johanna Gabbard

CASO 10

Uma mulher ativa, com 47 anos, foi encaminhada à fisioterapia com um histórico de seis semanas de dor torácica interescapular no lado direito e rigidez no pescoço de surgimento insidioso. Ela achava que o aumento da intensidade dos sintomas poderia estar relacionado ao aumento recente da intensidade do seu programa de treinamento com pesos. A dor estava piorando e era difícil encontrar uma posição confortável à noite, embora, depois de certo esforço ajustando os travesseiros, por fim, acabasse adormecendo. Nos últimos três meses, a paciente perdeu 9,6 kg e atribuiu essa perda a um programa planejado de dieta e exercícios iniciado seis meses antes. O resultado do exame neurológico inicial foi normal, os sinais e os sintomas eram consistentes com um distúrbio musculoesquelético. O fisioterapeuta forneceu terapia manual e prescreveu exercícios terapêuticos direcionados às colunas cervical e torácica, em duas sessões, ao longo de sete dias. Na terceira visita ao fisioterapeuta, os sintomas nas costas continuavam os mesmos, e a paciente estava sentindo as pernas “pesadas”. Relatou também dificuldade para subir escadas. O fisioterapeuta repetiu a avaliação neurológica e descobriu que o diagnóstico inicial para a fisioterapia, que apontara dor mecânica nas costas, não era consistente com os sinais e sintomas mielopáticos indicativos de compressão na medula espinal.

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Medium 9788580554212

Caso 13 - Espondilolistese em um atleta jovem

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Espondilolistese em um atleta jovem

Danny J. McMillian

CASO 13

Um jogador de futebol americano de 18 anos, estudante do Ensino Médio, foi encaminhado a uma clínica de fisioterapia após a avaliação de uma dor lombar central persistente. O ortopedista estabeleceu o diagnóstico de espondilolistese tipo IIB, de grau II, em L5/S1. O paciente não relatou histórico de trauma específico. A dor agrava-se quando o jogador está de pé ou caminha, levanta peso

(especialmente com os braços estendidos acima da cabeça), inclina-se para trás ou faz a rotação do corpo. Quando ele fica sentado ou deitado, com os quadris e joelhos dobrados, a dor diminui. Fora isso, o seu histórico de saúde não apresenta nada de notável. O objetivo do paciente é voltar à prática de futebol americano o mais cedo possível.

Quais são as prioridades do exame?

No exame, que sinais podem ser associados a esse diagnóstico?

 Com base no diagnóstico do paciente, o que se pode antecipar a respeito dos fatores que contribuíram para essa condição?

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Medium 9788565852845

Capítulo 19 - Produtos biotecnológicos

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

OBJETIVOS

19 Produtos biotecnológicos

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Diferenciar as várias técnicas que usam organismos vivos na produção ou modificação de produtos biotecnológicos.

2. Descrever a classificação dos produtos biotecnológicos usados na clínica.

3. Fornecer exemplos de medicamentos para cada classe de fármaco biotecnológico.

4. Resumir os conceitos importantes associados a manipulação, armazenamento e administração de produtos biotecnológicos.

5. Descrever a missão do Escritório de Produtos Biotecnológicos (do inglês,

Office of Biotechnology Products) da Food and Drug Administration (FDA) e sua estrutura.

6. Explicar o papel do farmacêutico em assegurar que o paciente receba o máximo benefício de seu produto biotecnológico prescrito.

O termo biotecnologia abrange qualquer técnica que utilize organismos vivos (i.e., microrganismos) na produção ou modificação de produtos. O exemplo clássico de fármacos biotecnológicos são proteínas obtidas pela tecnologia do ácido desoxirribonucleico recombinante (DNAr). Contudo, a biotecnologia atual compreende o uso de cultura de tecidos, células vivas ou enzimas celulares para a obtenção de um produto específico. As tecnologias do DNAr e de anticorpos monoclonais

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Medium 9788565852845

Capítulo 5 - Delineamento de formas farmacêuticas: considerações biofarmacêuticas e farmacocinéticas

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

OBJETIVOS

5

Delineamento de formas farmacêuticas: considerações biofarmacêuticas e farmacocinéticas

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Descrever os vários tipos de absorção de fármacos a partir de uma forma farmacêutica.

2. Explicar como a dissolução afeta a absorção do fármaco.

3. Descrever como a estrutura química do fármaco pode afetar sua absorção nas várias vias de administração.

4. Descrever as características físicas e químicas do fármaco que afetam sua dissolução a partir de diferentes formas farmacêuticas.

5. Resumir as vantagens e desvantagens das diferentes vias de administração parenteral.

6. Desenvolver vários cálculos farmacocinéticos básicos.

7. Listar os fatores que o farmacêutico precisa considerar na definição do regime de dosagem para determinado paciente.

Conforme abordado no Capítulo 4, a resposta biológica é o resultado de uma interação entre a substância ativa e os receptores celulares ou sistemas enzimáticos funcionalmente importantes. A resposta é decorrente da alteração nos processos biológicos presentes anteriormente à administração do medicamento. A magnitude da resposta está relacionada à concentração do fármaco que alcança o sítio de ação. Essa concentração depende da dose administrada, da extensão da absorção, da distribuição do fármaco e da velocidade e da extensão de sua eliminação do organismo. As características físicas e químicas da substância ativa

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Medium 9788580554212

Caso 32 - Tendinose do tendão do calcâneo

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Tendinose do tendão do calcâneo

Jason Brumitt

CASO 32

Um homem de 35 anos foi encaminhado por seu médico ortopedista a uma clínica ambulatorial de fisioterapia com um diagnóstico de tendinose do tendão do calcâneo (de Aquiles) no lado direito. Ele tem sentido um aumento gradual da dor nos últimos dois anos. A piora de seus sintomas tem limitado sua capacidade de correr ou jogar basquete. As terapias anteriores (anti-inflamatórios não esteroides, ultrassom, terapia manual, órteses (palmilhas) personalizadas) não melhoraram os sintomas. Seu ortopedista recomendou cirurgia. Contudo, o paciente gostaria de tentar fisioterapia novamente.

Com base no diagnóstico do paciente, quais seriam os possíveis fatores para a condição?

 Quais são as intervenções de fisioterapia mais apropriadas?

446

CASOS CLÍNICOS EM FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA

DEFINIÇÕES-CHAVE

EXERCÍCIO EXCÊNTRICO: forma de exercício em que se permite que um músculo(s) alongue-se gradualmente na presença de uma carga aplicada.

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Grupo A (8425)
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Medium 9788580555882

Capítulo 22 - Sistemas linfático e imune

Cinnamon VanPutte; Jennifer Regan; Andrew Russo Grupo A PDF Criptografado

22

Sistemas linfático e imune

U

m dos princípios básicos da vida é que muitos organismos consomem outros organismos – ou os utilizam para sobreviver. Por exemplo, um parasita vive em outro organismo chamado de hospedeiro. O hospedeiro fornece ao parasita as condições e os alimentos necessários para sua sobrevivência. Os seres humanos são hospedeiros de muitos tipos de organismos, incluindo os microrganismos (bactérias, vírus, fungos e protozoários), os insetos e os vermes. Ancilostomídeos, por exemplo, podem viver no ambiente protegido dos intestinos de seres humanos, onde se alimentam de sangue. Muitas vezes, os parasitas são prejudiciais, causando doenças e, às vezes, a morte. No entanto, o corpo humano possui maneiras de resistir ou destruir microrganismos nocivos.

O sistemas linfático e imune são os sistemas de defesa do corpo contra ameaças que vêm tanto de dentro como de fora do corpo.

❯ Aprenda a prognosticar

Na próxima vez em que as folhas de outono caírem pela janela de Marta, ela simplesmente as deixará no jardim. Durante a última semana de setembro, os trabalhadores da cidade pulverizaram produtos químicos sobre as

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Medium 9788580552928

Capítulo 4 - Tecido Excitável: Tecido Nervoso

Kim E. Barrett; Susan M. Barman; Scott Boitano; Heddwen L. Brooks Grupo A PDF Criptografado

4

C A P Í T U L O

Tecido Excitável:

Tecido Nervoso

O B J E T IVOS

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Nomear

os diversos tipos de glia e suas funções.

�� Denominar as partes do neurônio e suas funções.

�� Descrever a natureza química da mielina e as diferenças nas formas como os neurônios mielinizados e não mielinizados conduzem os impulsos.

�� Caracterizar os transportes axonais anterógrado e retrógrado.

�� Descrever as alterações nos canais iônicos que formam a base do potencial de ação.

�� Listar os diversos tipos de fibras nervosas encontrados no sistema nervoso de mamíferos.

�� Delinear a função das neurotrofinas.

iNtrodução

O sistema nervoso central (SNC) dos humanos contém cerca de

1011 (100 bilhões) de neurônios. Abrange ainda um número 10 a

50 vezes maior de células gliais. O SNC é um órgão complexo; calculou-se que 40% dos genes humanos têm algum grau de participação na sua formação. Os neurônios são os blocos básicos de construção do sistema nervoso e evoluíram a partir de células neuroefetoras primitivas que respondiam a diversos estímulos contraindo-se. Nos animais mais complexos, a contração passou a ser a função especializada das células musculares, enquanto a integração e a transmissão dos impulsos nervosos tornaram-se funções especializadas dos neurônios. Os neurônios e as células

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Medium 9788536701936

Capítulo 1 - Siglas, Prefixos e Sufixos

Eduardo Grossmann; Helson José de Paiva; Angela Maria Fernandes Vieira de Paiva Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

SIGLAS, PREFIXOS E SUFIXOS

Angela Maria Fernandes Vieira de Paiva

Helson José de Paiva

Aq

A • Na disciplina de fisiologia significa o símbolo do ar alveolar. Em eletricidade é igual ao símbolo do ampère. Prefixo que significa falta, deficiência.

AAOP • American Academy of Orofacial Pain

(Academia Americana de Dor Orofacial).

AAS • Ácido acetilsalicílico.

Ab- • Palavra de origem latina que significa distante, afastado de.

AB • Tipo de grupo sanguíneo ABO.

ACh • Acetilcolina.

Acro- • Prefixo grego que indica estreita relação com as extremidades: p. ex., uma mandíbula com crescimento anormal no sentido posteroanterior.

ACTH • Abreviatura de origem inglesa descrita como adrenocorticotrofic hormone.

Designa o hormônio adrenocorticotrófico (corticotrofina).

Actin-, actino- • Prefixo que significa raio.

Ad- • Prefixo de origem latina que indica proximidade, aproximação. O oposto de ab.

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Medium 9788565852630

62. Câncer de colo e reto

Luciano Fochesatto Filho; Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

62

Câncer de colo e reto

Gabriel Marques dos Anjos

CASO CLÍNICO

Uma paciente do sexo feminino, 38 anos, branca, com dois filhos (16 e 17 anos), previamente hígida, apresentou um quadro de alteração no hábito intestinal e sangramento nas fezes, o que a motivou a procurar atendimento médico. Ela realizou colonoscopia que evidenciou lesão vegetante em sigmoide, além de inúmeros pólipos ao longo do colo e do reto. A partir de biópsia da lesão, foi possível confirmar suspeita clínica de adenocarcinoma de colo. Efetuou também raio X de tórax e tomografia computadorizada (TC) de abdome para estadiamento, e não houve evidência de doença metastática, apenas espessamento de alças de sigmoide.

DEFINIÇÃO E EPIDEMIOLOGIA

O câncer de colo e reto (CCR) é um dos tumores de ocorrência mais frequente e também um dos que apresentam maior taxa de mortalidade.

Estima-se que 26.990 casos novos tenham sido diagnosticados no ano de 2008 no Brasil, o que corresponde a 15 novos casos a cada 100 mil habitantes.

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Medium 9788536327822

MANIFESTO AOS MÉDICOS, ESPECIALMENTE AOS PNEUMOLOGISTAS

Luiz Carlos Corrêa da Silva Grupo A PDF Criptografado

A

N

E

MANIFESTO AOS MÉDICOS,

ESPECIALMENTE AOS

PNEUMOLOGISTAS

5

303

X O

TABAGISMO

Informações, dados estatísticos, campanhas, palestras motivacionais, cursos, proibições, conscientização, etc. Nada disso, até aqui, provocou impacto significativo em um grande contingente de fumantes, não se tendo esperança de que, apenas como resultado dessas iniciativas, venham a parar de fumar. Menos de

6% dos fumantes conseguem parar por conta própria e manter-se abstinente ao final de 12 meses, a cada iniciativa. Com os programas de tratamento, esse

índice costuma chegar a 30%.

Nós, médicos, particularmente os pneumologistas, acostumados a conviver com situações de enfermos que padecem por doenças devidas ao cigarro, sempre acreditamos que a população deveria ver de perto o que acontece com quem está nos hospitais, nas unidades de terapia intensiva (UTIs), ou mesmo em casa, com falta de ar, dependendo do uso de oxigênio e vivendo com sacrifício. O sofrimento das pessoas e de seus entes queridos não é exposto na mídia, seja por falta de iniciativa, por temer causar pânico, ou mesmo porque a imprensa receia perder seus patrocinadores. Há mais de três décadas, em nossas aulas e conferências tanto para estudantes e médicos quanto para pessoas da comunidade, quando abordamos o tema tabagismo, colocamos em evidência esses quadros de sofrimento e que tocam profundamente a todos.

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Editora Saraiva (44)
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Medium 9788576140047

Capítulo 11 - Técnicas para Coleta de Material Clínico para Exames Laboratoriais

MOTTA, Ana Leticia Carnevalli Editora Saraiva PDF Criptografado

11

Técnicas para Coleta de Material

Clínico para Exames Laboratoriais

É a coleta de materiais clínicos, fezes, urina, escarro, sangue e outros para realização de exames diagnósticos complementares.

11.1 Coleta de Sangue

::

Material

 01 par de luvas de procedimento

 01 unidade de scalp nº 21 ou 23, ou agulha 30X06 ou 30X07

 01 unidade de seringa 10 ml

 01 unidade de garrote

 02 bolas de algodão

 05 ml de álcool a 70%

 Tubos para coleta de acordo com o pedido de exame de sangue

.:

Procedimento

 Orientar o paciente quanto à coleta.

 Identificar o tubo de coleta: nome, data, hora, RG.

 Fazer antissepsia do local da punção após a palpação.

124

Normas, Rotinas e Técnicas de Enfermagem

9788576140047_NORMAS_ROTINAS_E_TECNICAS_DE_ENFERMAGEM_MIOLO.pdf 124

07/05/2018 14:04:18

 Colher o material.

 Colocar nos tubos previamente identificados.

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Medium 9788536514727

2 - Sistema de Gestão da Qualidade

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistema de

Gestão da Qualidade

2

Para começar

Neste capítulo, você irá conhecer o significado e a história da palavra “ISO”. Também definiremos o que é qualidade e trataremos dos requisitos da Norma ISO 9001 e dos prêmios de qualidade que as organizações podem receber.

2.1 Conceitos gerais

A demanda de qualidade dos produtos teve início na época dos artesãos europeus, ou seja, antes da Revolução Industrial, quando o artesão tinha o domínio desde a fabricação até o pós-venda, e o atendimento às necessidades do cliente era muito importante. Havia uma relação de confiança entre o cliente e o produtor, que nessa época era o artesão. Com a Revolução Industrial, muitos artesãos passaram a trabalhar dentro das fábricas como supervisores de produção, e então a qualidade passou a ser uma habilidade dos trabalhadores e dos supervisores dos departamentos de produção, onde os produtos defeituosos eram retrabalhados ou sucateados. Muitos desses produtos, porém, passavam pela supervisão de qualidade e chegavam defeituosos ao cliente. Com isso criou-se um departamento para essa inspeção da qualidade, visando impedir que os produtos defeituosos saíssem da fábrica e chegassem aos clientes.

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Medium 9788576140047

Capítulo 4 - Normas Gerais do Serviço de Enfermagem

MOTTA, Ana Leticia Carnevalli Editora Saraiva PDF Criptografado

4

Normas Gerais do

Serviço de Enfermagem

As definições da palavra norma(13) são: “princípio que serve de regra; preceito; lei; exemplo; modelo; método; conjunto de regras de uso relativas às características de um produto ou de um método, compiladas com o objetivo de uniformizar e garantir o seu modo de funcionamento e sua segurança”.

Normas são condutas definidas de trabalho para o seu direcionamento, permitindo segurança em sua condução e organização de todos os processos que envolvem o funcionamento da instituição hospitalar. As normas são estabelecidas com o objetivo de ditar as regras para a realização de procedimentos, tomada de decisão e definição do sistema de trabalho.

As normas devem ser do conhecimento de todos, formalmente estabelecidas de modo que sejam cumpridas. Elas são descritas apontando os deveres dos profissionais de enfermagem para cumprimento de seu trabalho diário dentro do estabelecido pela instituição.

Este capítulo tem como objetivo não estabelecer normas para serviços de enfermagem e sim sugerir um modelo de sua elaboração para as enfermeiras responsáveis pelos serviços de enfermagem. As normas devem ser do conhecimento de técnicos e auxiliares de enfermagem, a fim de serem cumpridas por todos.

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Medium 9788536512136

4. Especificação, Identificação, Funcionamento e Calibração de Equipamentos Utilizados na Farmácia deManipulação

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

Especificação,

Identificação,

Funcionamento e Calibração de

Equipamentos

Utilizados na

Farmácia de

Manipulação

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Para começar

Neste capítulo veremos os equipamentos mais utilizados nos laboratórios de manipulação. A utilização adequada, a manutenção/conservação, a limpeza e a calibração desses equipamentos fazem com que eles possuam maior tempo de vida útil, mais precisão nos resultados obtidos com o seu uso, além de serem garantia para um trabalho seguro e de acordo com as Boas Práticas de Manipulação.

4.1 Características gerais

De acordo com a Resolução da Diretoria Colegiada – RDC no 67, de 8 de outubro de 2007, as principais características são:

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todos os equipamentos devem estar instalados e localizados de forma a facilitar a sua manutenção; todos os equipamentos devem ser submetidos à manutenção preventiva, e, quando necessário, corretiva, de acordo com procedimentos operacionais escritos; a verificação dos equipamentos é realizada por pessoal treinado do próprio estabelecimento, sempre antes do início das atividades diárias, de acordo com procedimentos escritos e padrões de referência, e todos os registros devem ser anotados e mantidos arquivados; a calibração dos equipamentos é executada por empresa certificada, utilizando padrões ras­ treáveis à Rede Brasileira de Calibração (RBC), no mínimo uma vez ao ano ou em função da frequência de uso do equipamento. Todas as calibrações realizadas devem ter seus laudos mantidos arquivados;

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Medium 9788576140047

Capítulo 5 - Rotinas do Serviço de Enfermagem

MOTTA, Ana Leticia Carnevalli Editora Saraiva PDF Criptografado

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Rotinas do Serviço de Enfermagem

As rotinas se caracterizam por um conjunto de ações ordenadas que fazem parte de um processo a ser desenvolvido pela execução de ações repetidas, realizadas com frequência. A palavra rotina é definida (13) como: “caminho já trilhado e sabido; hábito de fazer as mesmas coisas ou sempre da mesma maneira; prática constante...”.

Neste capítulo são descritos modelos de rotinas de execução de ações e procedimentos de enfermagem em algumas unidades hospitalares, a fim de sugerir uma sequência no desenvolvimento das atividades realizadas pela enfermagem.

5.1 Rotinas das Unidades de Internação do

Paciente Clínico e Cirúrgico

5.1.1 Rotina de Admissão do Paciente Clínico

 Receber o paciente na unidade de internação e apresentar-se como enfermeiro responsável pela unidade de internação hospitalar.

 Conferir o prontuário quanto ao nome completo do paciente, número do leito, registro hospitalar.

 Conferir o preenchimento completo dos cabeçalhos dos impressos.

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