Roca (32)
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Capítulo 4 Exame Físico Geral ou de Rotina

FEITOSA, Francisco Leydson F. ROCA PDF Criptografado

4

Exame Físico Geral ou de Rotina

Francisco Leydson F. Feitosa

Não se especialize. Peregrine pela generalidade.

Sabendo mais, o especialista sabe melhor.

(Silvano Raia)

Introdução

A rea­li­zação de um exame físico geral ou de rotina é necessária por inúmeros motivos, dentre os quais é pos‑ sível destacar:

■■ Em virtude da impossibilidade de se estabelecer comu‑ nicação verbal entre homem e animal, a tarefa de iden‑ tificar a estrutura ou o órgão do corpo do animal que está comprometido depende do conhecimento do entrevistado e da habilidade e experiência do exami‑ nador em obtê‑la, o que torna fundamental, nessa fase, o exame físico geral nos casos em que a história é vaga e inespecífica

■■ Muitas vezes, a queixa principal não apresenta relação direta com o sistema primariamente comprometido

■■ O exame físico geral torna possível avaliar, rotineira‑ mente, o estado atual de saú­de do paciente (melhora/ piora/estagnação)

■■ Por possibilitar a identificação do comprometimento de outros sistemas ou estruturas do corpo (neo­pla­sia mamária = metástase pulmonar)

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Capítulo 11 Sistema Nervoso

FEITOSA, Francisco Leydson F. ROCA PDF Criptografado

11

Sistema Nervoso

Seção A | Semiologia do Sistema

Nervoso de Pequenos Animais

Mary Marcondes

Seção B | Semiologia do Sistema

Nervoso de Grandes Animais

Alexandre Secorun Borges

Seção C | Exames Complementares

Mary Marcondes

O alvo é mais amplo do que o céu.

(Emily Dickinson)

Seção A

Semiologia do Sistema Nervoso de Pequenos Animais

Introdução

De todos os sistemas do organismo, o sistema nervoso

é, muitas vezes, o menos compreendido pela maioria dos clínicos. Para que seja possível rea­li­zar corretamente o exame neurológico, bem como sua interpretação, é neces‑ sário conhecer a estrutura e o funcionamento de tal sis‑ tema. Sem o conhecimento das bases anatomofuncionais, ainda que elementares, não é possível trilhar o caminho da semiologia e da clínica neurológica; além disso, o diagnós‑ tico topográfico é de fundamental importância em neuro‑ logia, seja para fins clínicos ou para o tratamento cirúrgico de algumas enfermidades.

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Capítulo 7 Sistema Circulatório

FEITOSA, Francisco Leydson F. ROCA PDF Criptografado

7

Sistema Circulatório

Seção A | Semiologia do Sistema

Circulatório de Equinos e Ruminantes

Daniel Mendes Netto

Seção B | Semiologia do Sistema

Circulatório de Cães e Gatos

Aparecido Antonio Camacho, Carlos Jose Mucha

Há uma qualidade pior do que a dureza do coração: é a moleza da cabeça.

(Theodore Roosevelt)

Feitosa 07.indd 207

Seção A

Semiologia do Sistema Circulatório de Equinos e Ruminantes

Introdução

Neste capítulo, serão abordados os meios e os méto‑ dos semiológicos utilizados para examinar um paciente equino ou ruminante, manifestando sinais sugestivos de doen­ça do sistema circulatório, bem como os cuidados necessários à rea­li­zação de um completo e acurado exame semiológico desse sistema que pertence a uma á­ rea ainda pouco conhecida por muitos clínicos autônomos, mas já bastante desenvolvida e aperfeiçoada no Brasil e no mundo: a cardiologia veterinária de animais de grande porte. Serão apresentadas as noções básicas e, para melhor compreensão e aprofundamento, será necessária a con‑ sulta a livros especializados em cardiologia de equinos e ruminantes.

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Capítulo 8 Semiologia do Sistema Respiratório

FEITOSA, Francisco Leydson F. ROCA PDF Criptografado

8

Semiologia do

Sistema Respiratório

Seção A | Semiologia do Sistema

Respiratório de Grandes Animais

Roberto Calderon Gonçalves, Francisco Leydson F. Feitosa

Seção B | Semiologia do Sistema

Respiratório de Pequenos Animais

Wagner Luis Ferreira

A vida é tão passageira... Tão frágil. Cada respiração pode ser a última.

(Coringa Quinn)

Seção A

Semiologia do Sistema Respiratório de Grandes Animais

Introdução

O sistema respiratório é capaz de desenvolver várias funções no organismo animal. A mais importante delas está relacionada com as trocas gasosas, por meio das quais são rea­li­zadas a oxigenação sanguí­nea e a liberação de gás carbônico nos alvéo­los pulmonares. A troca gasosa é cha­ mada de hematose, e, para que ocorra, é necessária a apro­ ximação do ar inalado com o sangue na barreira alveo­ locapilar. Outras funções do sistema respiratório são: (1) manutenção do equilíbrio acidobásico; (2) atuação como um dos reservatórios sanguí­neos do organismo; (3) filtra­

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Capítulo 15 Semiologia do Sistema Visual dos Animais Domésticos

FEITOSA, Francisco Leydson F. ROCA PDF Criptografado

15

Semiologia do

Sistema Visual dos

Animais Domésticos

Alexandre Lima de Andrade

Em um grão de areia enxergar o mundo e, em uma flor silvestre, todo o céu­.

(William Blake)

Introdução

Não obstante o clínico geral conte com conhecimentos de anatomia e fisiologia ­oculares, a fim de se rea­li­zar um exame completo do olho, há a necessidade de treinamento técnico específico para a execução de um exame oftalmo‑ lógico de qualidade, principalmente no que se refere ao manuseio de equipamentos específicos necessários em oftalmologia veterinária.

Das estruturas que compõem o aparelho da visão, não há como discriminar a importância de uma estrutura em detrimento das demais. Todas, cada uma com sua fun‑

ção, colaboram para a boa visão. O tempo, a evolução e os avanços médicos têm demonstrado que cada componente desse sistema participa efetivamente do mecanismo de formação da imagem, colocando, assim, o organismo em contato com o meio externo.

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Manole (44)
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Medium 9788520432488

3. Paraplegias

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

3

Paraplegias

Sandra Tripodi

Fernanda Moraes Rocco

ANATOMIA

A coluna vertebral é o eixo ósseo do corpo constituído por 33 vértebras, divididas em regiões: 7 cervicais, 12 torácicas, 5 lombares, 5 sacrais e 4 coccígeas. A sequência de forames vertebrais determina o canal vertebral, por onde passa a medula espinhal.

Os 31 pares de nervos espinhais estão ligados à medula, e há correspondência com as vértebras através dos forames intervertebrais. A função da coluna vertebral é dar suporte, estabilidade, mobilidade e proteção à medula.

A medula espinhal é uma massa cilindroide de tecido nervoso dentro do canal vertebral e mede aproximadamente 45 cm. Seu limite cranial é o bulbo (no nível do forame magno do osso occipital), e seu limite caudal geralmente está no nível da vértebra L2. A medula termina afilando-se para formar o cone medular.

O cone medular é a porção terminal da medula, compreende os segmentos S2/

S3/S4/S5, corresponde ao corpo da segunda vértebra lombar (L2) e é responsável pela inervação dos músculos do períneo e pela sensibilidade cutânea da região sacrococcígea, do ânus, do períneo e dos órgãos genitais. No cone medular, localizam-se os centros de inervação da bexiga e do reto.

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Medium 9788520432488

5. Aspectos psicossociais do paciente em processo de reabilitação

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

5

Aspectos psicossociais do paciente em processo de reabilitação

Rosilene Souza Lima

PROCESSO DE REABILITAÇÃO

O indivíduo que irá iniciar um processo de reabilitação possivelmente passou por uma doença ou acidente que transformou a sua vida de maneira transitória ou permanente, e o fisioterapeuta, profissional da reabilitação, depois da equipe médica,

é normalmente o primeiro profissional chamado para iniciar o processo de reabilitação e com a responsabilidade de adaptar e readequar esse indivíduo ao ambiente.

O profissional fisioterapeuta deve adquirir uma visão que facilite perceber o indivíduo como um ser dotado de massa corpórea e uma demanda interna psicológica, para criar uma integração entre esses dois aspectos, que será o seu principal instrumento de trabalho que o conduzirá junto ao seu paciente a resultados surpreendentes. Considerar apenas o físico implicará em sucessivas frustrações e um engano do potencial real que o paciente possa oferecer.

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Medium 9788520432488

15. Equoterapia

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

15

Equoterapia

Divaina Alves Batista

Gustavo Mauro Witzel Machado

INTRODUÇÃO

A equoterapia é um método terapêutico e educacional que usa o cavalo em uma abordagem interdisciplinar, nas áreas de saúde, educação e equitação, como promotor do desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiência e/ou necessidades especiais.

No Brasil, o uso do cavalo como mediador terapêutico e educacional foi reconhecido pelo Conselho Federal de Medicina em 1997 e sua prática está regulamentada desde 1989, com a criação da Associação Nacional de Equoterapia (Ande-Brasil – www.equoterapia.org.br).

As denominações utilizadas pela Ande-Brasil são as seguintes:

■■

■■

■■

Mediador: profissionais que usam o cavalo como instrumento terapêutico.

Praticantes: as pessoas submetidas a essa terapia.

Auxiliares guias: profissionais que conduzem o animal.

A modalidade de equoterapia é indicada para os distúrbios de movimento como os que ocorrem em hemiplegia, diplegia, quadriplegia, ataxia, atetose e hipotonia

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Medium 9788520432488

26. Terapia Cuevas Medek Exercises: método dinâmico de estimulação cinética

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

26

Terapia Cuevas Medek Exercises: método dinâmico de estimulação cinética

Claudia Akemi Yamauti Rizzo

Renata Marques

“O maior erro que você pode cometer na vida é o de ficar o tempo todo com medo de cometer algum.”

(Elbert Hubbard)

INTRODUÇÃO

Paralisia cerebral

A paralisia cerebral (encefalopatia crônica não progressiva) é um dos diagnósticos médicos mais frequentes no âmbito da pediatria neurológica. Em razão disso, são imprescindíveis a renovação e a ampliação constante dos horizontes médicos, visando a um único objetivo: o progresso do paciente. A seguir, apresenta-se um método, em crescente desenvolvimento e ampliação no Brasil, assegurado pelos 30 anos de existência e prática clínica.

Cuevas Medek Exercises

O método Cuevas Medek Exercises (CME) é uma abordagem fisioterapêutica utilizada para o tratamento de crianças que apresentam alguma alteração no desenvolvimento motor.

O CME foi idealizado por Ramón Cuevas, fisioterapeuta chileno, durante a década de 1970. A criação desse método surgiu da necessidade de estimular de maneira mais objetiva o aparecimento de respostas motoras automáticas na criança com atraso motor. A nomenclatura atual é conhecida mundialmente como Cuevas Medek

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Medium 9788520431733

7. Noções de massagem e manobras de higiene brônquica

Cláudia Marchetti V. da Cruz Manole PDF Criptografado

7

Noções de massagem e manobras de higiene brônquica

N

as técnicas de massagem para bebês descritas na literatura, pouco

é abordado sobre a utilização das manobras de higiene brônquica.

Decidimos inseri-las neste livro com o objetivo de auxiliar pais e/ou cuidadores na compreensão de como e quando utilizá-las, uma vez que determinados problemas e disfunções respiratórias podem estar presentes na vida dessas crianças, bem como serem agravadas pelo seu uso incorreto.

O que são manobras de higiene brônquica (MHB)?

São manobras ou técnicas que têm por finalidade auxiliar a mobilização e a remoção de secreções, melhorando as trocas gasosas, amenizando e servindo de recurso auxiliar nos quadros clínicos nos quais as crianças apresentam um grande volume de secreção55,56 – principalmente de catarro, ou seja, a secreção pulmonar com sinais de inflamação ou infecção –, quando ela deixa de ser translúcida e clara e se torna espessa e amarelada, esverdeada ou até marrom.

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Grupo Gen (12698)
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Medium 9788527728126

Capítulo 175 - Síndromes Compressivas Neurovasculares do Desfiladeiro Cervicotoracoaxilar e Síndrome do Túnel do Carpo

MAFFEI, Francisco Humberto de Abreu et al. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 175

Síndromes

Compressivas

Neurovasculares do Desfiladeiro

Cervicotoracoaxilar e Síndrome do

Túnel do Carpo

Emerson Ciorlin, José Dalmo de Araujo, José Dalmo de

Araujo Filho e João Aris Kouyoumdjian

Introdução

A expressão “síndrome do desfiladeiro torácico” (thoracic­ outlet syndrome) (SDT) foi utilizada por Peet em 19561 para descrever os sintomas relativos a todos os locais de possíveis compressões conhecidos: triângulo intercostoescalênico (prin‑ cipalmente quando invadido por uma costela cervical), espaço costoclavicular e espaço retrocoracopeitoral (Figura 175.1). Sua incidência varia de 3 a 80 casos/1.000 habitantes, predomi‑ nando em mulheres de 20 a 50 anos.1

Figura 175.1 Aspecto de conjunto dos elementos básicos que compõem o desfiladeiro cervicotoracoaxilar. EA = escaleno anterior; EM = escaleno médio; C = clavícula; CT = costela; MS = músculo subclávio; P = músculo peitoral menor; B = plexo braquial; A = artéria subclávia; V = veia subclávia.

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Medium 9788570066473

CAPÍTULO 17 - Glaucoma Pigmentar e Outros Glaucomas Associados a Doenças da Íris e do Corpo Ciliar

R. Rand Allingham Grupo Gen PDF Criptografado

Glaucoma Pigmentar e Outros

Glaucomas Associados a Doenças da Íris e do Corpo Ciliar

DOENÇAS DA ÍRIS E DO CORPO CILIAR

COM O GLAUCOMA ASSOCIADO

Existem diversas condições nas quais uma doença da íris ou do corpo ciliar pode estar envolvida nos eventos iniciais que levam a várias formas de glaucoma (Tabela 17.1). A maioria delas, tais como distúrbios do desenvolvimento, condições inflamatórias e tumores intraoculares, é considerada em outros capítulos, na Seção II. Neste capítulo, iremos considerar as condições adicionais (i.e., glaucoma pigmentar, iridosquise, íris em plateau, íris em pseudoplateau e edema do corpo ciliar), as quais não se encaixam precisamente em nenhum desses métodos de classificação de doenças.

GLAUCOMA PIGMENTAR

Terminologia

Como característica normal da maturidade e do envelhecimento, uma quantidade variável de pigmento é liberada cronicamente da úvea e dispersada no segmento anterior do olho. Isto é mais bem evidenciado por meio de observação da malha trabecular, que não é pigmentada em olhos de crianças, mas progressivamente se torna pigmentada em vários graus, com a passagem dos anos, por causa do acúmulo do pigmento disperso no sistema de drenagem do aquoso. Há, portanto, um espectro de dispersão de pigmento ocular dentro da população em geral. Como é possível antecipar, esse espectro de dispersão de pigmento também é encontrado entre indivíduos com várias formas de glaucoma, embora se acredite que o pigmento, na maioria desses casos, não seja o fator principal no mecanismo de glaucoma. Várias condições oculares estão associadas à dispersão intensa e incomum de pigmentos, que pode estar envolvida significativamente no aumento da resistência ao escoamento do aquoso.

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Medium 9788527727594

Capítulo 30 - Apneia Obstrutiva do Sono

GARCIA, Maria Lúcia Bueno Grupo Gen PDF Criptografado

30

Apneia Obstrutiva do Sono

Alfredo Nicodemos da Cruz Santana

j

Pedro Rodrigues Genta

Introdução

A apneia obstrutiva do sono (AOS) é extremamente comum na população em geral. Um estudo epidemiológico recente, rea lizado em amostra representativa da população adulta da cidade de São Paulo, encontrou uma prevalência de 33%.

Os sinais e sintomas sugestivos de AOS incluem ronco alto e frequente sonolência excessiva diurna, cansaço e sono não reparador. Sua ocorrência é par ticularmente comum entre pacientes obesos (IMC > 30 kg/m2), pacientes com hiperten‑ são arterial sistêmica e com síndrome metabólica. O diag‑ nóstico é feito pela polissonografia e o principal parâmetro é o índice de apneia‑hipopneia, (≥ 5 apneias e hipopneias por hora de sono). É necessário orientar o paciente a perder peso, cessar tabagismo e etilismo, evitar benzodiazepínico, tratar hipotireoidismo e dormir em decúbito lateral. O tratamen‑ to padrão‑ouro nos casos de apneia moderada a grave é a aplicação de pressão positiva contínua nas vias respiratórias

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Medium 9788527729321

Capítulo 5 Extensões e Modificações dos Princípios Básicos

Benjamin A. Pierce Grupo Gen PDF Criptografado

5

Extensões e Modificações dos Princípios Básicos

A estranha genética do caracol canhoto

No início do século 20, o trabalho de Mendel sobre herança nas ervilhas ganhou visibilidade (ver

Capítulo 3), e vários biólogos começaram a verificar suas conclusões e fizeram cruzamentos com outros organismos. Rapidamente eles confirmaram que os princípios de Mendel se aplicam não apenas a ervilhas, mas também a milho, feijões, galinhas, camundongos, porquinhos-da-índia, seres humanos e muitos outros organismos. Eles, no entanto, também começaram a descobrir exceções, traços cuja herança era mais complexa do que apenas os traços dominantes e recessivos simples que

Mendel observou. Uma dessas exceções dizia respeito à espiral da concha do caracol.

O sentido da curvatura do casco do caracol é chamado de quiralidade. A maior parte dos cascos

é espiralada no sentido horário, ou para a direita. Esses caracóis são chamados de destros. Alguns caracóis têm cascos espiralados no sentido oposto (anti-horário ou para esquerda), os chamados canhotos (sinistros). A maior parte das espécies de caracóis tem cascos destros ou canhotos; apenas em raros casos os dois tipos coexistem na mesma espécie.

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Medium 9788527716833

6 - Nutrição e Metabolismo dos Lipídios

Michael J. Gibney, Susan A Lanham-New, Aedin Cassidy, Hester H. Vorster Grupo Gen PDF Criptografado

6

Nutrição e Metabolismo dos Lipídios

Bruce A. Griffin e Stephen C. Cunnane

Mensagens importantes

∑ Os lipídios são compostos orgânicos formados por um esqueleto de carbono com substituições de hidrogênio e oxigênio. Os lipídios mais abundantes são os esteróis ou ésteres de ácidos graxos com vários alcoóis, como glicerol e colesterol.

∑ Os ácidos graxos constituem a fonte dietética mais densa de energia, porém os lipídios também desempenham um importante papel na estrutura das membranas. Os processos que controlam a síntese, a modificação e a degradação dos

ácidos graxos contribuem para o perfil de ácidos graxos da membrana e dos lipídios armazenados.

∑ Pela sua propriedade de aumentar o paladar dos alimentos cozidos, alguns lipídios da dieta constituem fatores de risco potencialmente significativos para a obesidade e outras doenças degenerativas crônicas que influenciam a morbidade e a mortalidade dos seres humanos.

6.1 Introdução: a história dos lipídios na nutrição humana

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Grupo A (61)
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Medium 9788580554212

Caso 5 - Cirurgia reparadora do manguito rotador: quatro semanas de reabilitação

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Cirurgia reparadora do manguito rotador: quatro semanas de reabilitação

Todd S. Ellenbecker

David S. Bailie

CASO 5

Um homem com 55 anos de idade foi encaminhado ao fisioterapeuta duas semanas após uma cirurgia reparadora do manguito rotador. A lesão tinha ocorrido há três meses, em um jogo de tênis, em que ele sacara repetidas vezes e sentira uma dor gradualmente progressiva no ombro. A dor continuou depois do jogo e foi aumentando até se manifestar durante o repouso e o sono e em todas as atividades do dia a dia. O paciente consultou um cirurgião ortopedista que avaliou o ombro e diagnosticou fraqueza significativa no ombro direito (dominante) durante a rotação externa e a elevação e dor ao longo das bordas anterior e lateral do acrômio. Uma varredura por RM com contraste revelou uma ruptura de 2 cm de espessura no tendão supraespinal, estendendo-se posteriormente até o infraespinal, sem ruptura labral concomitante. Descobriu-se que o paciente tinha um acrômio do tipo II. Foi submetido, com êxito, a uma cirurgia reparadora artroscópica do manguito rotador com âncoras de sutura e uma modesta acromioplastia para tratar o acrômio do tipo II. Imediatamente após a operação, recebeu instruções que incluíam: exercícios pendulares de Codman, de encolher os ombros e retrações escapulares, exercícios de fortalecimento de preensão da mão e informações sobre o uso de tipoia para proteger o ombro. Duas semanas após a cirurgia, examinaram as incisões, removeram as suturas externas e encaminharam o paciente ao fisioterapeuta com a solicitação de “avaliar e tratar”.

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Medium 9788580554212

Caso 9 - Reabilitação pós-cirúrgica/pós-dissecção do pescoço em caso de câncer

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Reabilitação pós-cirúrgica/ pós-dissecção do pescoço em caso de câncer

Douglas Lauchlan

CASO 9

Um cirurgião especializado em cabeça e pescoço pediu a avaliação de um carpinteiro autônomo, com 46 anos e destro. O paciente queixava-se de aumento de dor na região do ombro direito desde que fora submetido a uma dissecção no lado direito do pescoço há três meses. Havia sido diagnosticado com carcinoma celular escamoso na parte interna da mucosa da cabeça e do pescoço seis meses antes e passara por intervenção para tratar essa condição. Houve liberação cirúrgica dos níveis I a IV do triângulo posterior do pescoço, e o paciente completou cinco semanas de radioterapia diária na região. Além disso, não há nada notável na história médica do paciente. Entre várias questões, ele se queixava de não conseguir erguer inteiramente o membro superior direito desde a cirurgia. Também, o aumento da dor estava perturbando o sono. O paciente reconhecia “ter perdido a força” do membro superior direito para uma série de atividades da vida diária (AVDs). Relatou que, em virtude de encontros com outros indivíduos submetidos a cirurgias na cabeça e no pescoço, tinha medo de que o seu funcionamento físico continuasse a se deteriorar e preocupava-se com a sua qualidade de vida no futuro.

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Medium 9788565852845

Capítulo 7 - Cápsulas

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

OBJETIVOS

7

Cápsulas

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Diferenciar cápsulas de gelatina dura de cápsulas de gelatina mole.

2. Comparar as vantagens e desvantagens das cápsulas de gelatina dura e gelatina mole.

3. Listar categorias de excipientes, com exemplos, que são empregados na produção de cápsulas de gelatina dura e mole.

4. Informar as exigências farmacopeicas, segundo a United States Pharmacopeia

(USP), para cápsulas.

5. Definir e diferenciar variação de peso de uniformidade de conteúdo.

6. Descrever técnicas apropriadas de inspeção, acondicionamento e armazenamento de cápsulas.

As cápsulas ou os comprimidos são preferíveis quando os medicamentos necessitam ser administrados por via oral em adultos, pois eles são transportados de modo adequado, prontamente identificáveis e deglutidos com facilidade.

É considerável a facilidade para o paciente de transportar um estoque de cápsulas ou comprimidos de um dia, uma semana ou um mês, em comparação a doses equivalentes de uma forma farmacêutica líquida. Para a administração de cápsulas e comprimidos, não há necessidade de colheres ou de outro dispositivo de medida, que podem ser inconvenientes e resultar em doses menos exatas. Além disso, muitos comprimidos e cápsulas são insípidos quando engolidos, o que não é o caso das preparações líquidas.

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Medium 9788580554212

Caso 32 - Tendinose do tendão do calcâneo

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Tendinose do tendão do calcâneo

Jason Brumitt

CASO 32

Um homem de 35 anos foi encaminhado por seu médico ortopedista a uma clínica ambulatorial de fisioterapia com um diagnóstico de tendinose do tendão do calcâneo (de Aquiles) no lado direito. Ele tem sentido um aumento gradual da dor nos últimos dois anos. A piora de seus sintomas tem limitado sua capacidade de correr ou jogar basquete. As terapias anteriores (anti-inflamatórios não esteroides, ultrassom, terapia manual, órteses (palmilhas) personalizadas) não melhoraram os sintomas. Seu ortopedista recomendou cirurgia. Contudo, o paciente gostaria de tentar fisioterapia novamente.

Com base no diagnóstico do paciente, quais seriam os possíveis fatores para a condição?

 Quais são as intervenções de fisioterapia mais apropriadas?

446

CASOS CLÍNICOS EM FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA

DEFINIÇÕES-CHAVE

EXERCÍCIO EXCÊNTRICO: forma de exercício em que se permite que um músculo(s) alongue-se gradualmente na presença de uma carga aplicada.

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Medium 9788580554212

Caso 30 - Fratura por estresse da tíbia

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Fratura por estresse da tíbia

Michael D. Rosenthal

Shane A. Vath

CASO 30

Um bombeiro sem experiência prévia em corridas planeja participar de uma maratona que ocorrerá em sete meses. Ele tem 28 semanas para treinar, de modo que começa a correr 1,5 km em dias alternados. Adiciona 1,5 km semanalmente, para garantir que será capaz de progredir sua distância de corrida para 40 km em tempo para a maratona. Depois de três semanas de corrida, percebeu dor na parte medial da canela, que ocorria perto do fim de suas corridas ou durante seu período de caminhada para recuperação. Após o paciente se sentar e descansar por poucas horas, a dor na perna se dissipava e não estava presente ao despertar ou durante o próximo dia. Ele continuou seu treinamento, o que resultou em um aumento gradual e início mais precoce da dor. O paciente sentia dor na perna ao começar as corridas, que melhorava com a continuação do exercício. Ignorou a dor e continuou seu programa de corrida. Após seis semanas de treinamento, sua dor na perna ocorria no início das corridas e não mais cessava com a continuação. Ele começou a tomar medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), que possibilitaram completar mais uma semana de treinamento doloroso. Entretanto, a dor aumentou com a continuação das corridas, apesar do uso de AINEs. O paciente agora tem dor na perna em repouso, que aumenta ao se levantar e em atividades de deambular. Depois de se sentar por período prolongado, os sintomas melhoravam, mas permaneciam presentes. O paciente ficou frustrado e preocupado com sua capacidade para correr na maratona local, de modo que procurou por conta própria uma clínica ambulatorial de fisioterapia para avaliação e tratamento. No momento da avaliação, o paciente relatou não ter corrido nos dois dias anteriores. Enquanto ele estava em pé na sala de espera e andando no consultório do fisioterapeuta, sua marcha era notavelmente antálgica, com uma inclinação exagerada para o lado mais envolvido. Os testes de força e amplitude de movimentos (ADMs), assim como a inspeção visual foram todos normais. Dor difusa na parte medial da tíbia foi reproduzida com os testes de ADM e de força. O achado mais significativo no exame foi dor à palpação localizada, de cerca de 2 cm de comprimento, ao longo da parte medial da tíbia (maior no lado direito que no esquerdo). A dor à palpação localizava-se na junção do terço médio com o distal das tíbias.

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Grupo A (9434)
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Medium 9788582714959

Capítulo 12. Ataxia

Alberto Augusto Alves Rosa; José Luiz Möller Flôres Soares; Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

ATAXIA

CAPÍTULO 12

ATAXIA

CARLOS R. M. RIEDER

CONCEITO ► Ataxia corresponde à manifestação clínica de decomposição

e incoordenação dos movimentos, alterando sua suavidade. É também um termo utilizado para designar um grupo de doenças específicas do sistema nervoso central (SNC), das quais a ataxia é a manifestação clínica proeminente. Ela pode afetar os dedos, as mãos, os braços, as pernas, o corpo, a fala ou o movimento dos olhos. É normalmente causada por perda da função do cerebelo ou de suas vias.

O diagnóstico etiológico é sempre um desafio, devido à grande heterogeneidade clínica. Entre as inúmeras doenças genéticas com envolvimento do

SNC já descritas, centenas delas apresentam a ataxia como uma das manifestações clínicas.

► As ataxias podem ser classificadas quanto à instalação, à localização e à etiologia.

Em relação à etiologia, podem ser:

CLASSIFICAÇÃO, CAUSAS E DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

• Hereditárias;

• Adquiridas;

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Medium 9788582713075

Capítulo 71. Distúrbios hidreletrolíticos

Ricardo M. Xavier, José Miguel Dora, Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

Nefrologia

CAPÍTULO 71

DISTÚRBIOS

HIDRELETROLÍTICOS

FERNANDO S. THOMÉ

GUSTAVO GOMES THOMÉ

VERÔNICA VERLEINE HÖRBE ANTUNES

ELVINO BARROS

►►CASO CLÍNICO

Paciente do sexo feminino, 32 anos, parda, encaminhada para o ambulatório de nefrologia por apresentar, há cerca de 1 mês, adinamia, fraqueza muscular (especialmente em membros inferiores) e potássio (K) sérico de 2 mEq/L. No interrogatório complementar, negava qualquer outro sinal ou sintoma. Não havia relato de uso de drogas lícitas ou ilícitas. No exame físico, o estado geral era regular, com emagrecimento, olhos levemente encovados, pressão arterial (PA) de

90/60 mmHg, frequência cardíaca (FC) de 96 bpm, temperatura axilar de 37 °C. A paciente foi internada para investigação. Foram o­ bservados vômitos diários.

►►COMO O LABORATÓRIO PODE AJUDAR

NA AVALIAÇÃO DESTA PACIENTE?

Os sintomas são compatíveis com hipocalemia. É necessária investigação laboratorial inicial com exame de urina, hemograma, glicose, ureia, creatinina (Cr), sódio (Na), K, cloro (Cl) e reserva alcalina.

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Medium 9788536302898

14. Fobia social

Knapp, Paulo Grupo A PDF Criptografado

Fobia social

PATRÍCIA PICON, DANIELA ZIPPIN KNIJNIK

O

transtorno de ansiedade social, também conhecido como fobia social, é uma categoria diagnóstica recente e anteriormente negligenciada (Liebowitz et al.,

1985), muito prevalente, de curso crônico, potencialmente incapacitante e com altas taxas de co-morbidade (Hirschfeld, 1995; Lecrubier,

1998).

Um grande número de estudos tem sido realizado desde o início da década de 80, com bons resultados e importantes avanços nas abordagens psicoterápica e farmacológica; é cada vez mais reconhecida a efetividade das abordagens cognitivo-comportamentais, justificando, portanto, o desenvolvimento de estratégias terapêuticas cada vez mais específicas e de comprovada efetividade (Rosenbaum, 1995; Juster e Heimberg, 1995; Ballenger et al., 1998).

A terapia cognitivo-comportamental

(TCC) pode ser realizada individualmente ou em grupo na fobia social. Além disso, os ganhos adquiridos com o tratamento são mantidos ao longo do tempo. Atualmente, estão sendo pesquisados os fatores que influenciam a resposta à intervenção cognitivo-comportamental, com o objetivo de aumentar a sua efetividade (Coles, Hart, Heimberg, 2001).

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Medium 9788536327730

9. Trabalhando com casais

Asen, Eia Grupo A PDF Criptografado

9

Trabalhando com casais

Este capítulo abrange:

Questões práticas ao trabalhar com mais de uma pessoa

Indicações para o trabalho com casais

Como reunir o casal

Externalização do relacionamento

Como lidar com violência doméstica

Médicos de família e enfermeiros de Atenção Primária à Saúde (APS) frequentemente encontram­‑se em consultas com mais de uma pessoa necessitando de cuidado. Já descrevemos como é possível trabalhar em família e com casais evocando a presença virtual de outros membros da família, por meio de questionamentos e ponderações com o membro da família que está presente. Algumas vezes, a presença de mais uma pessoa na sala pode ser bem­‑vinda. Esta pessoa que, embora aparentemente tenha vindo apenas “para apoiar”, pode também ajudar a “mover” ou mudar a consulta. Você pode ficar fascinado ao descobrir que duas pessoas que você atendeu independentemente são, de fato, da mesma família, ou pode ficar intrigado porque uma pessoa que consulta com você há anos na verdade tem um parceiro! Você se pergunta: “Como foi que ele ficou apagado das conversas que eu tive com ela todo esse tempo?” Por outro lado, o que você faz se uma pessoa insiste em trazer o marido? E se um adulto aparece com a mãe? E se um casal decide, sem nenhum aviso prévio, comparecer junto, para que você possa lidar com os problemas conjugais deles? Ou, talvez, você decida que o único caminho a seguir é convidar o casal para a consulta? Então, quem é a pessoa­‑problema? Como você começa? Como você administra questões de confidencialidade? Como você começa o trabalho com um casal? Talvez pareça que ter mais de uma pessoa no consultório é a última coisa que você quer.

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Medium 9788582714775

Capítulo 43. Teste Wisconsin de Classificação de Cartas (WCST)

Malloy-Diniz, Leandro F.; Leandro F.; Malloy-Diniz Grupo A PDF Criptografado

43

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Teste Wisconsin de Classificação de Cartas

(WCST)

MAISA DOS SANTOS RIGONI

BRUNA GOMES MÔNEGO

JOSÉ HUMBERTO DA SILVA-FILHO

IRANI I. LIMA ARGIMON

MARGARETH DA SILVA OLIVEIRA

CLARISSA MARCELI TRENTINI

O Teste Wisconsin de Classificação de Cartas (WCST) foi elaborado em 1948, e ampliado e revisado posteriormente. Avalia o raciocínio abstrato, a capacidade de gerar estratégias de solução de problemas, com base no feedback do examinador, em resposta a condições de estimulação mutáveis.

Inicialmente criado para a população geral, passou a ser empregado, cada vez mais, como um instrumento clínico na avaliação neuropsicológica de funções executivas, que envolvem os lobos frontais. O WCST requer planejamento estratégico, exploração organizada utilizando feedback ambiental para mudar contextos cognitivos, direção do comportamento para alcançar um objetivo e modulação da responsividade impulsiva, isto é, envolve a flexibilidade do pensamento (Heaton, Chleune, Taley, Kay,

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