Manole (44)
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Medium 9788520431733

2. Manobras técnicas básicas da massagem em bebês

Cláudia Marchetti V. da Cruz Manole PDF Criptografado

2

Manobras técnicas básicas da massagem em bebês

O

Ocidente conhece a massagem denominada clássica ou sueca. Baseada na anatomofisiologia e na patologia, ela é um recurso terapêutico utilizado principalmente por profissionais da área de saúde para produzir, na maioria das vezes, relaxamento muscular. Ela pode ser aplicada, considerando-se as peculiaridades, em adultos, idosos, adolescentes, crianças e bebês.

No Oriente, segundo a literatura, são utilizadas basicamente três técnicas de massagem para bebês. A mais conhecida é a Shantala, nome pelo qual é conhecida no Ocidente a massagem aplicada na Índia. No sul da Ásia, existe uma técnica semelhante à Shantala que apresenta um aspecto cultural bem característico e que, neste livro, denominamos Massagem do sul da Ásia.

A terceira técnica conhecida é a Tui Na, massagem baseada nas teorias da

Medicina Tradicional Chinesa.

Chama a atenção o fato de, desconsiderando-se os rituais que acompanham a prática da massagem no Oriente, as manobras técnicas utilizadas serem as mesmas. Mudam a intensidade, a frequência, a sequência ou a direção da manobra e os objetivos com que são aplicadas.

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Medium 9788520431733

5. A utilização de óleos durante a massagem

Cláudia Marchetti V. da Cruz Manole PDF Criptografado

5

A utilização de óleos durante a massagem

Ó

leos são utilizados em quase todas as técnicas de massagem para bebês

(exceto na técnica Toque da borboleta) com a finalidade de tornar a pele macia, lisa e escorregadia e evitar a formação de abrasões provocada pelo atrito das mãos na pele sensível, sendo um complemento e um facilitador da massagem4,14,19-21.

Entre os livros referentes ao assunto, é unânime a indicação de óleos vegetais, ou seja, extraídos de plantas (Figura 5.1). Os mais utilizados são os

óleos básicos de uva, coco e amêndoa doce, pois são mais facilmente absorvidos pela pele e evitam seu ressecamento14,19-21.

Podem conter óleos essenciais, ou, melhor dizendo, essências oleosas, que são extratos de ervas, especiarias, flores, folhas, córtex e resinas de árvores, sementes, bulbos (alho), botões secos de flores (óleo de cravo) e casca de frutas cítricas, pois produzem estímulos olfatórios e, algumas vezes, gustativos que podem contribuir para a ação terapêutica da massagem13,14.

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Medium 9788520432488

21. Neuromodulação com estimulação cerebral não invasiva: aplicação no acidente vascular encefálico, doença de Parkinson e dor crônica

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Neuromodulação com estimulação cerebral não invasiva: aplicação no acidente vascular encefálico, doença de Parkinson e dor crônica

Mariana E. Mendonça

Felipe Fregni

Introdução

A técnica de neuromodulação vem sendo utilizada, há muitos séculos, desde que o homem tomou conhecimento da possível interação de tecidos biológicos e campos eletromagnéticos. Na última década, as pesquisas científicas nesse campo vêm crescendo e se aprimorando, ganhando, assim, cada vez mais espaço na prática clínica.

Entre as técnicas de neuromodulação não invasiva, destacam-se a estimulação magnética transcraniana (EMT) e a estimulação transcraniana de corrente contínua

(ETCC). Essas técnicas promovem mudanças específicas na atividade cortical que refletem em melhoras comportamentais, muitas vezes mantidas em longo prazo. A

EMT é uma técnica de neuroestimulação e neuromodulação que utiliza o princípio da indução eletromagnética para gerar uma corrente elétrica de forma focal no córtex cerebral (Fregni e Pascual-Leone, 2007). Com essa técnica, é possível gerar potenciais de ação em interneurônios corticais observando respostas motoras ou cognitivas associadas. A ETCC é uma técnica de neuromodulação que utiliza corrente elétrica de baixa magnitude para modificar o limiar de excitabilidade das células. A alteração no limiar induz alterações plásticas secundárias de acordo com a polaridade da estimulação (Fritsch et al., 2010). Além disso, essas técnicas de neuromodulação apresentam vantagens por possibilitarem uma atuação em áreas específicas do córtex cerebral, com pouco ou nenhum efeito adverso, e com custos relativamente baixos para o uso na prática clínica.

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Medium 9788520432488

30. Treino de marcha

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

30

Treino de marcha

Heloise Cazangi Borges

Introdução

A marcha é definida como uma sequência repetitiva de movimentos dos membros para avançar o corpo adiante de forma segura e com gasto mínimo de energia. A reconquista dessa habilidade é essencial em diferentes tarefas do dia a dia e incorpora a versatilidade de ir de um lugar a outro com diferentes superfícies, como do quarto ao banheiro, atravessar ruas em um tempo adequado, fazer compras etc.

A diminuição da habilidade de deambulação é um dos problemas funcionais mais comuns na população com disfunção neurológica, entretanto as alterações que podem levar à perda de tal habilidade variam de acordo com o tipo, o local e a extensão do dano neurológico. Na literatura, há diferentes formas de classificar as disfunções da marcha, no entanto existe pouca concordância entre tais sistemas. De forma geral, os pacientes com disfunções neurológicas demonstram deficiências na marcha relacionadas a comprometimentos dos sistemas motor, sensorial, perceptual e/ou cognitivo.

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Medium 9788520432488

9. Afasia

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

9

Afasia

Silvana Oliva

Maria Carolina Lizana Monreal

Introdução

O objetivo deste capítulo é definir o que é afasia e suas principais manifestações e assim contribuir para um olhar mais amplo do fisioterapeuta no processo de reabilitação do indivíduo afásico. A comunicação é um fator essencial no contexto terapêutico e pode ocorrer de maneira insatisfatória por falta de conhecimento dos profissionais da área de saúde que atuam junto a indivíduos afásicos.

Cabe aqui ressaltar que o fonoaudiólogo é o profissional habilitado para o trabalho de linguagem. O fonoaudiólogo é um profissional de saúde e educação que atua em pesquisa, prevenção, avaliação e terapia na área da comunicação oral e escrita, da voz, da fluência, da articulação da fala, da função auditiva periférica e central, da função vestibular e dos sistemas miofuncional, orofacial, cervical e de deglutição.

O fonoaudiólogo pode atuar sozinho ou em conjunto com outros profissionais da área da saúde em unidades básicas de saúde, ambulatórios de especialidades, hospitais e maternidades, consultórios, clínicas, centros de reabilitação, home care, berçário de alto risco, escolas (regulares e especiais), empresas, indústrias, emissoras de rádio e televisão e teatro.

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Grupo Gen (11472)
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Medium 9788527734110

97 - Correção de Cicatrizes Secundárias a Infecções

LIMA, Emerson; LIMA, Mariana Grupo Gen PDF Criptografado

97

Correção de Cicatrizes

Secundárias a Infecções

Emerson Lima

jj jj jj jj

Introdução, 785

Tratamento, 785

Considerações finais, 790

Bibliografia, 790

Introdução

Muito frequentemente, os cirur­giões dermatológicos se deparam com cicatrizes resultantes de processos infecciosos graves, que cul‑ minam em alguns questionamentos. Quando intervir? O trauma sobre uma cicatriz prévia de herpes pode favorecer a reativação do vírus? Algum fator importante nos critérios de segurança tem sido negligenciado para esse tratamento?

Trata‑se de cicatrizes pós‑furúnculos, herpes‑zóster, herpes sim‑ ples, varicela, sífilis, hansenía­se, tuberculose, micoses profundas, entre outras, resultantes de infecções graves, com fre­quência des‑ trutivas da epiderme, da derme e até mesmo de parte do subcutâ­ neo. O polimorfismo dessas cicatrizes comumente é marcado por lesões distróficas, retráteis, acrômicas, hiperpigmentadas, deprimi‑ das e elevadas, o que exige do médico dermatologista um conhe‑ cimento apurado de sua arquitetura e um direcionamento para o tratamento ­ideal.

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Medium 9788581142999

47 Eritema Polimorfo

LUPI, Omar; CANDIANI, Jorge Ocampo; GATTI, Carlos Fernando Grupo Gen PDF Criptografado

47

Eritema Polimorfo

Consigli, Javier

Definición

El eritema polimorfo (EP) o multiforme es una dermatosis aguda, inflamatoria, autolimitada, aunque a veces recurrente, que puede afectar a las mucosas, y en las formas graves produce afecció­n sistémica con posible compromiso de órganos internos. Aunque no hay una sola lesió­n elemental que caracterice a esta enfermedad, la combinació­n de alguna de ellas con su distribució­n y extensió­n par­ticulares junto con una histopatología características orientarán el diagnóstico.1

Fue von Hebra quien en 1860 describió el cuadro original2 y en 1922 Stevens y Johnson reportaron la forma mucocutánea febril severa que hoy se conoce como síndrome de StevensJohnson (SSJ).3 Posteriormente Lyell en 1956 introdujo el nombre de necrolisis epidérmica tóxica (NET) para un trastorno caracterizado por extensa necrosis epidérmica con despegamiento y ampollamiento generalizado.4 La clasificació­n del EP ha sufrido modificaciones en los últimos años y no hay un consenso generalizado de la misma. La evolució­n de las lesiones clínicas, una imagen histopatológica que puede ser común a cualquiera de las entidades descriptas, así como las causas subyacentes, sugiere que hay un espectro continuo entre ellas aunque con características par­ticulares y distintivas para cada una. Lo fundamental no es la designació­n nominal del cuadro que presenta el paciente, que en muchos casos puede ser ambiguo, sino entender el nivel de gravedad, posible etiología y pronóstico del mismo para llevar adelante el manejo y tratamiento adecuados.

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Medium 9788581142821

40 - ÁCIDO ÚRICO E RISCO CARDIOVASCULAR NO DIABETES MELLITUS TIPO 2

LYRA, Ruy; CAVALCANTI, Ney; SANTOS, Raul Dias Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

40

Ácido úrico e risco cardiovascular no diabetes mellitus tipo 2

// Heno Ferreira Lopes

// Henrique Cotchi Simbo Muela

Introdução

A relação do ácido úrico com doenças cardiovasculares (DCV) tem sido observada há mais de 100 anos. O ácido úrico aumentado é frequentemente observado nos pacientes hipertensos, com resistência à insulina (RI), obesos e com DCV e funciona como preditor de risco de desenvolver o diabetes mellitus tipo 2 (DM2). Embora o ácido úrico pareça ser inofensivo, quando visto como uma simples variável bioquímica, ele tem sido considerado um fator de risco cardiovascular em vários estudos prospectivos. O ácido úrico está relacionado com a hipertensão arterial, RI, diabetes e com a obesidade e o debate a respeito da hiperuricemia como um marcador para risco cardiovascular tem sido motivo de vários estudos. Vários possíveis mecanismos para explicar a participação do ácido úrico como um marcador de risco cardiovascular já foram aventados. Ao mesmo tempo, há evidências apontando o aumento do

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Medium 9788527723497

5 - Doenças Hepáticas e Pancreáticas

MEDEIROS, Fernanda Jurema Grupo Gen PDF Criptografado

12

5 6 34

7

9 8

10

11

Medeiros 05.indd 55

Doenças

Hepáticas e

Pancreá­ticas

Fernanda da Silveira Osso

Fernanda Jurema Medeiros

u

Questões, 56

u

Respostas comentadas, 60

29.08.13 20:47:55

56

Q & R  |  Nutrição

ff

Questões

1

2

3

Na pancreatite crônica, os sintomas gastrin­ testinais associados ao aumento do gasto energético tornam a manutenção do estado nutricional adequado um desafio. Nesse sen­ tido, o tratamento nutricional assume papel decisivo por meio de medidas como:

�� A) Adoção de dietas hiperlipídicas e su­ plementação de cálcio e vitamina D

�� B) Emprego de dietas hiperglicídicas e su­ plementação de vitaminas hidrossolúveis

�� C) Suplementação de triglicerídios de cadeia média e baixo teor de fibras

�� D) Fornecimento de dieta hiperproteica com suplementação de aminoá­cidos ra­ mificados

�� E) Suplementação de vitaminas liposso­ lúveis e vitamina B12.

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Medium 9788527722490

95 - Filariose Bancroftiana

Coura, José Rodrigues Grupo Gen PDF Criptografado

CC

Gerusa Dreyer, Denise Mattos e Joaquim Norões

Conceito

Filariose bancroftiana é uma doen­ça parasitária exclusiva do homem. É causada pela Wuchereria bancrofti e transmitida por vetor que, na maioria das re­giões endêmicas do mundo,

é o Culex quinquefasciatus. A infecção ocorre quando a larva infectante do parasito (L3) penetra no organismo humano após a picada de mosquitos infectados. A L3 ganha o sistema linfático, localizando-se nos vasos linfáticos nos in­di­ví­duos adultos e em linfonodos na população pediá­trica. Por reprodução sexuada, as fêmeas liberam os embriões, as microfilárias, que, após transporem o ducto torácico, atingem a circulação geral. Uma vez no sangue, esses embriões são sugados pelo vetor, fechando o ciclo de evolução. É estimado que o total de pessoas infectadas nos 80 paí­ses endêmicos seja da ordem de

100 milhões e que mais de 900 milhões de pessoas vivam sob o risco de adquirir a infecção.

CC

Manifestações clínicas

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Grupo A (8340)
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Medium 9788582715291

Trimipramina

Stephen M. Stahl Grupo A PDF Criptografado

TRIMIPRAMINA

TERAPÊUTICA

Marcas • Surmontil

Genérico? Sim

Classe

• Nomenclatura baseada na neurociência: antagonista dos receptores de dopamina e serotonina

(ARDS)

• Antidepressivo tricíclico (ADT)

• Inibidor da recaptação de serotonina e norepinefrina/noradrenalina

Comumente prescrita para

(em negrito, as aprovações da FDA)

• Depressão

• Depressão endógena

• Ansiedade

• Insônia

• Dor neuropática/dor crônica

• Depressão resistente ao tratamento

Como a substância atua

• Estimula os neurotransmissores serotonina e norepinefrina/noradrenalina

• Bloqueia a bomba de recaptação de serotonina

(transportador de serotonina), possivelmente aumentando a neurotransmissão serotonérgica

• Bloqueia a bomba de recaptação de norepinefrina

(transportador de norepinefrina), possivelmente aumentando a neurotransmissão noradrenérgica

• Possivelmente, dessensibiliza os receptores de serotonina 1A e beta-adrenérgicos

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Medium 9788582715369

Apêndice 6. Interações medicamentosas: tabela para consulta rápida e ferramentas online de busca

Gustavo Gusso; José Mauro Ceratti Lopes; Lêda Chaves Dias Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE 6

Interações medicamentosas: tabela para consulta rápida e ferramentas online de busca

Fernando Antonio Santos e Silva

Luciana Graziela de Oliveira Boiça

Luciana Bessa Mesquita

Tabela A6.1 | Interações medicamentosas

Fármaco

Interações medicamentosas

Ácido acetilsalicílico

► Aumentam o efeito do ácido acetilsalicílico: outros AINEs, corticoides, trombolíticos, antagonistas dos canais de cálcio, ISRS, antiplaquetários, anticoagulantes orais, heparina, trombolíticos

Diminui o efeito do ácido acetilsalicílico: furosemida

Aumenta efeito de ácido valproico, furosemida, anticoagulantes orais, MTX, nitroglicerina, sulfonilureias

Pode diminuir a eficácia anti-hipertensiva de IECAs, diuréticos tiazídicos e betabloqueadores

A vacina contra a varicela pode aumentar o risco de desenvolvimento de síndrome de Reye associado ao uso de salicilatos

Protegem contra os efeitos gastrintestinais do ácido acetilsalicílico: antagonistas H2 e IBPs. Antiácidos aumentam a excreção do

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Medium 9788582715369

Capítulo 36. Abordagem em saúde mental pelo médico de família e comunidade

Gustavo Gusso; José Mauro Ceratti Lopes; Lêda Chaves Dias Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 36

Abordagem em saúde mental pelo médico de família e comunidade

Marco Aurélio Crespo Albuquerque

Lêda Chaves Dias

Aspectos-chave

► O termo “saúde mental”, como é utilizado neste texto, refere-se

► A abordagem em saúde mental na atenção primária à saúde (APS)

ao resultado da interação de uma complexa série de fatores biológicos, psicológicos, familiares e sociais, resultando em uma forma de funcionamento mental a ser avaliada pelo médico de família e comunidade na totalidade de seu atendimento.

necessita de habilidades técnicas específicas do corpo de conhecimentos científicos específicos da psicologia e da psiquiatria, mescladas ao desenvolvimento de atitudes do médico.

► A “vida mental” está inserida em um corpo biológico e, portanto, sofre todas as suas influências, assim como influencia eventos corporais, mas ela própria não é biológica. A abordagem em saúde mental, neste texto e na prática do médico de família e comunidade, segue esse mesmo princípio.

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Medium 9788582715369

Capítulo 232. Outras doenças neurológicas

Gustavo Gusso; José Mauro Ceratti Lopes; Lêda Chaves Dias Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 232

Outras doenças neurológicas

Hiroki Shinkai

Aspectos-chave fica (ELA) deve ser considerado em indivíduos com queixas vagas, como fraqueza e dormência nos membros, acompanhadas de alterações no exame neurológico.

► A EM é a doença desmielinizante mais comum do sistema nervoso central (SNC), causada por uma reação autoimune decorrente da interação complexa de fatores genéticos e ambientais.

Caso clínico

Cícero, 44 anos, trabalha como operário há 20 anos, vem para consulta com o médico de família e comunidade com queixa de fraqueza, há 6 meses, no membro inferior esquerdo (articulação de joelho, coxofemoral e pé). A fraqueza é progressiva e sem outros sintomas associados (febre, dor neuropática, hiperestesias). Após 2 meses, iniciou quadro semelhante no membro superior direito, com hipotrofia muscular. Procurou atendimento há 2 meses no serviço de emergência e foi orientado a procurar

Teste seu conhecimento

1. Qual é a principal hipótese diagnóstica no caso de Cícero? a. b. c. d.

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Medium 9788582715116

Capítulo 21 - Técnicas Cognitivas

Neide A. Zanelatto; Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

21

TÉCNICAS COGNITIVAS

 PAULO B. MORAES

 FABIOLA BOSCHETTI SPADIN

PONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS-CHAVEPONTOS�� Para aplicar corretamente e ensinar os pacientes a utilizarem as estratégias e as técnicas cognitivas em seu cotidiano, o terapeuta deve ser proficiente na escolha e na aplicação delas e conhecer a teoria cognitiva.

�� As técnicas cognitivas auxiliam o paciente com transtorno por uso de substâncias (TUS) a aliviar sua angústia e a manejar a raiva e os estados ansiosos, o que o motiva a prosseguir no tratamento, aumentando a adesão. Portanto, ensinar aos pacientes as técnicas que podem utilizar entre as sessões, assim como os momentos e as formas de usá-las, promove a generalização dos ganhos terapêuticos e os incentiva a empregá-las em situações futuras.

�� Quando o paciente em tratamento para TUS aprende a utilizar técnicas que evocam, examinam, testam e modificam seus pensamentos, estados emocionais negativos e comportamentos disfuncionais, a possibilidade de manter-se abstinente aumenta.

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Editora Manole (2585)
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Medium 9788520436752

10. Handebol

HIRSCHBRUCH, Marcia Daskal Editora Manole PDF Criptografado

Handebol

10

Sueli Longo

Marcelo de Mesquita Spinola

INTRODUÇÃO

O handebol é um esporte coletivo, de quadra, com duas equipes de sete jogadores cada, seis jogadores de campo e um goleiro. O esporte é praticado em uma quadra com dimensões de 40 × 20 m, e as equipes são constituídas de sete atletas que iniciam o jogo e mais sete suplentes que podem participar da partida a qualquer momento; além disso, não há limite para as substituições1. A duração total de uma partida de handebol

é de 70 minutos (2 tempos de 30 minutos e 10 minutos de intervalo). A partida é disputada sem interrupção do tempo e os intervalos ocorrem apenas nas situações em que a arbitragem julgar necessário (time out)1. A equipe com mais gols após dois períodos de 30 minutos ganha o jogo. O handebol é um esporte profissional em muitos países, mesmo assim, poucas atividades de pesquisa têm sido realizadas e há pouca informação sobre essa modalidade esportiva na literatura. Uma simples análise no PubMed uitlizando-se a palavra-chave “handball” fornece 343 entradas, enquanto para basquete e voleibol apresenta 1.734 e 693 documentos, respectivamente. Há claramente uma escassez de informações sobre o handebol e, quando se analisa a literatura científica disponível, percebe-se que pouco tem sido publicado sobre os aspectos de fisiologia, metabolismo energético, nutrição, treinamento e desempenho; a maior parte da literatura refere-se a lesões durante a prática de handebol.

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Medium 9788520440834

7. Doenças e emergências respiratórias

FLEGEL, Melinda J. Editora Manole PDF Criptografado

capítulo 7

Doenças e emergências respiratórias

Neste capítulo, você irá aprender

Lesões e técnicas abordadas neste capítulo

��Como identificar os sinais e os sintomas de choque anafilá-

g

tico, asma, colapso pulmonar, contusão na garganta, pneumonia ou bronquite, espasmo do plexo solar (“falta de ar”) e hiperventilação.

��Quais são os primeiros socorros para cada uma dessas condições.

��Como evitar que alergias, asma, bronquite e pneumonia evoluam para emergências com risco de morte.

Você está perdendo por um ponto, só restam seis segundos no cronômetro, não é mais possível pedir tempo e seu time está pegando o rebote no garrafão do time adversário. O tempo é curto demais para ser desperdiçado.

Se seu time não tiver uma jogada ensaiada para lidar com a marcação sob pressão e não conseguir fazer a bola chegar até o seu cestinha, o tempo irá acabar. O mesmo vale para as doenças respiratórias. Elas podem se transformar rapidamente em situações de emergência. Portanto, se

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Medium 9788520427477

6. Um modelo conceitual para a prática clínica

SHUMWAY-COOK, Anne; WOOLLACOTT, Marjorie Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

UM MODELO CONCEITUAL

PARA A PRÁTICA CLÍNICA

Chapter Outline

Perfil do Capítulo

Introdução

Componentes de um modelo conceitual para a intervenção clínica

Modelos de prática

Modelo de prática da APTA (Associação Americana de Fisioterapia)

Exame

História

Revisão dos sistemas

Testes e mensurações

Avaliação

Diagnóstico

Prognóstico e plano de tratamento

Intervenção

Modelos de incapacidade

Modelo de Nagi

Modelo NCMRR (National Center for Medical

Rehabilitation Research)

Postura, equilíbrio e marcha: limitações funcionais ou comprometimentos subjacentes?

Modificadores do processo de incapacidade

Modelo da Organização Mundial de Saúde

Implicações clínicas

Prática clínica orientada por hipótese

Teorias do controle motor

Aplicando o modelo conceitual à prática clínica

Abordagem orientada à tarefa para a avaliação

Exame no nível funcional

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Medium 9788520435243

54. O lugar da vida no mundo físico

KAPANDJI, Adalbert I. Editora Manole PDF Criptografado

54

O lugar da vida no mundo físico

A vida em seu conjunto é um sistema que se opõe ao mundo físico e não orgânico em que ela se desenvolve. Para compreender essa questão, é preciso voltar ao segundo princípio da termodinâmica enunciado por Sadi

Carnot em 1824. Ele pode ser formulado do seguinte modo: “Todo sistema fechado e isolado, sede de uma agitação aleatória, tende espontaneamente a se homogeneizar de maneira irreversível.” Dizemos então que sua entropia aumenta. Isso significa a igualização dos níveis energéticos e o desaparecimento de toda organização e de toda possibilidade de troca. É equivalente a uma “estabilidade energética irreversível”. Um exemplo pode ser dado ao se derramar um líquido colorido em um copo de água. A entropia do sistema colorido será máxima quando, depois da mistura, a cor do conteúdo se tornar uniforme, e não poderemos jamais retornar ao estado inicial em que os dois líquidos estão separados. Essa tendência ao aumento da entropia condiciona a irreversibilidade do vetor tempo.

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Medium 9788520430026

Ciúme normal

BALLONE, Geraldo José Editora Manole PDF Criptografado

Ciúme normal

Nas questões emocionais, às vezes é difícil distinguir o que é francamente patológico e o que é absolutamente normal. Em geral, as pessoas costumam perceber quando uma pessoa é louca, esquisita, sensata, confiável, imprevisível ou normal. Entretanto, quando se avaliam atitudes e sentimentos, costuma ser complicado estabelecer os limites entre o normal e o não normal, ou entre o pouco sadio e o discretamente patológico.

O ciúme é um desses casos. Quando ele é francamente doentio

é mais fácil identificá-lo, e qualquer pessoa percebe que se trata de uma atitude bizarra, mas entre os casos totalmente patológicos e aqueles mais ou menos anormais a questão torna-se mais complicada. Para iniciar o entendimento do sentimento de ciúme normal, ele será referido apenas como ciúme. Os adjetivos excessivo, obsessivo e patológico serão acrescidos e abordados posteriormente. O ciúme

é definido, na maioria dos textos, como um sentimento fisiológico, natural e marcado pelo medo real ou imaginário de perder o objeto de desejo ou o relacionamento. Essa definição é incompleta e muito acanhada. Alguns etólogos acreditam tratar-se de uma reação adaptativa no sentido de favorecer a sobrevivência e/ou a reprodução da espécie. Ele existe no ser humano e em outros animais superiores, como macacos, golfinhos e outros vertebrados. A experiência pessoal a seguir serve de ilustração.

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Artmed (609)
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Medium 9788582714164

Capítulo 3. Terapia cognitivo - comportamental em grupo para transtornos de ansiedade

Carmem Beatriz Neufeld; Bernard P. Rangé Artmed PDF Criptografado

3

TERAPIA

COGNITIVO-COMPORTAMENTAL

EM GRUPO PARA

TRANSTORNOS

DE ANSIEDADE

Bernard P. Rangé

Priscila de Camargo Palma

Marcele Regine de Carvalho

Maria Amélia Penido

Fernanda Corrêa Coutinho

Angélica Gurjão Borba

Os transtornos de ansiedade incluem aque­les relacionados a medo e ansiedade excessivos e aos seus efeitos cognitivos, comportamentais e emocionais. O medo é entendido como uma resposta a uma amea­

ça real ou percebida, e a ansiedade é a an­ tecipação de uma ameaça. Os transtornos de ansiedade diferem entre si em relação aos tipos situações que geram medo e an­ siedade ou evitação e na ideação cognitiva associada.

Os transtornos de ansiedade trazem prejuízos significativos no funcionamento de muitas pessoas, atingindo 28,8% de pre­ valência de vida entre adultos norte-ameri­ canos (Kessler, Chiu, Demler, Merikangas,

& Walters, 2005). O artigo brasileiro mais citado é o de Almeida-Filho e colaborado­ res (1997), que estimou a prevalência dos transtornos de ansiedade em três cidades brasileiras (Brasília, São Paulo e Porto Ale­ gre), apontando uma prevalência de vida deles de 17,6, 10,6 e 9,6%, respectivamente,

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Medium 9788580556001

Capítulo 24. Fígado e sistema venoso portal

Gerard M. Doherty; MD Artmed PDF Criptografado

24

Fígado e sistema venoso portal

Simon Turcotte, MD, MSc

William R. Jarnagin, MD

ANATOMIA CIRÚRGICA

00 Setores e segmentos

O fígado desenvolve-se como uma bolsa embrionária a partir do duodeno. O fígado é um dos últimos órgãos a ser formado e representa pouco mais de 2% do peso corporal total. Sua relação com outros órgãos abdominais é mostrada na Figura 24-1.

Nas descrições clássicas, o fígado era caracterizado como tendo quatro lobos: direito, esquerdo, caudado e quadrado; entretanto, essa é uma visão muito simplista que deixa de considerar a anatomia segmentar mais complexa, ilustrada na Figura 24-2.

Os hemifígados anatômicos direito e esquerdo são separados por uma linha imaginária traçada desde a face medial da fossa da vesícula biliar até a veia cava inferior, correndo paralelamente à fissura do ligamento redondo (Fig. 24-3). A divisão é conhecida como linha de Cantlie ou plano principal e assinala o curso da veia hepática média. O fígado é dividido em 4 setores e 8 segmentos com base na ramificação da tríade porta e das veias hepáticas. As estruturas da tríade porta (artéria hepática, veia porta e ducto colédoco) são separadas em seus cursos extra-hepáticos, mas penetram no hilo hepático embainhadas por uma camada espessa da cápsula de Glisson.

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Medium 9788580556025

Seção 4. Otorrinolaringologia

Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Stephen L. Hauser; Dan L. Longo; J. Larry Jameson; Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Seção 4

58

oToRRINoLARINGoLoGIA

Dor de garganta, dor de ouvido e sintomas do trato respiratório superior

• As infecções das vias aéreas superiores (IVAS) estão entre as principais causas de ausências no trabalho e na escola.

• A diferenciação entre pacientes com IVAS viral primária daqueles com IVAS bacteriana primária é difícil, pois os sinais e sintomas são os mesmos.

• As IVAS são frequentemente tratadas com antibióticos, embora as bactérias sejam responsáveis por apenas 25% dos casos. A prescrição inadequada de antibióticos para as IVAS é uma causa importante de resistência de patógenos comuns adquiridos na comunidade, como o Streptococcus pneumoniae.

IVAS INESPECÍFICAS

• Definição: as IVAS inespecíficas (“resfriado comum”) não têm um quadro localizador proeminente.

• Etiologia: uma ampla variedade de vírus (p. ex., rinovírus, coronavírus, vírus parainfluenza, vírus influenza, adenovírus) pode causar IVAS inespecíficas.

• Manifestações clínicas: síndrome catarral aguda, leve e autolimitada em geral caracterizada por rinorreia, congestão nasal, tosse e dor de garganta.

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Medium 9788582713723

Capítulo 2. Sistemas de estadiamento do transtorno bipolar

Flávio Kapczinski; Eduard Vieta, Pedro V. S. Magalhães; Michael Berk Artmed PDF Criptografado

Capítulo 2

SISTEMAS DE ESTADIAMENTO

DO TRANSTORNO BIPOLAR

Ralph W. Kupka

Manon H. J. Hillegers

Jan Scott

INTRODUÇÃO

Neste capítulo, analisamos alguns dos sistemas de estadiamento empregados em medicina e destacamos a forma como esses modelos estão sendo gradativamente introduzidos na psiquiatria de forma geral. Passamos, então, a nos concentrar nos sistemas de estadiamento que foram descritos especificamente para uso no transtorno bipolar e resumimos algumas das premissas básicas do modelo de estadiamento. A fim de estabelecer o cenário, fornecemos um breve panorama das características básicas e dos sistemas atuais de classificação utilizados para os transtornos bipolares.

O transtorno bipolar é um transtorno do humor grave e crônico que se caracteriza por episódios recorrentes de mania, hipomania e depressão, intercalados por intervalos de eutimia de duração mais curta (dias a semanas) ou longa (meses a anos) (Fig. 2.1). Estima-se que a prevalência do transtorno bipolar seja de 2,4% da população mundial (Merikangas et al., 2011), estando entre as

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Medium 9788580556025

Capítulo 57. Disúria e dor versical

Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Stephen L. Hauser; Dan L. Longo; J. Larry Jameson; Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

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Seção 3

57

ApresentAções comuns do pAciente

Disúria e dor vesical

DISÚRIA

A disúria, ou dor que ocorre durante a micção, é comumente percebida como queimação ou ardência na uretra, sendo um sintoma de diversas síndromes que podem ser diferenciadas pela presença ou ausência de outros sintomas.

Epidemiologia

Cerca de 50% das mulheres experimentam disúria em algum momento; cerca de 20% relatam ter apresentado disúria no último ano. A disúria é menos comum entre os homens.

Manifestações clínicas

As síndromes subjacentes que causam disúria diferem um pouco entre homens e mulheres.

• Nas mulheres, a maioria das síndromes de disúria pode ser classificada como cistite bacteriana ou infecções do trato genital inferior (p. ex., vaginite, uretrite, infecções sexualmente transmissíveis [ISTs]) (ver Caps. 83 e 144). A presença de frequência urinária, urgência urinária, dor suprapúbica e/ou hematúria é mais típica de cistite bacteriana que de outras ISTs.

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