Manole (44)
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Medium 9788520432488

5. Aspectos psicossociais do paciente em processo de reabilitação

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

5

Aspectos psicossociais do paciente em processo de reabilitação

Rosilene Souza Lima

PROCESSO DE REABILITAÇÃO

O indivíduo que irá iniciar um processo de reabilitação possivelmente passou por uma doença ou acidente que transformou a sua vida de maneira transitória ou permanente, e o fisioterapeuta, profissional da reabilitação, depois da equipe médica,

é normalmente o primeiro profissional chamado para iniciar o processo de reabilitação e com a responsabilidade de adaptar e readequar esse indivíduo ao ambiente.

O profissional fisioterapeuta deve adquirir uma visão que facilite perceber o indivíduo como um ser dotado de massa corpórea e uma demanda interna psicológica, para criar uma integração entre esses dois aspectos, que será o seu principal instrumento de trabalho que o conduzirá junto ao seu paciente a resultados surpreendentes. Considerar apenas o físico implicará em sucessivas frustrações e um engano do potencial real que o paciente possa oferecer.

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Medium 9788520432488

33. Realidade virtual

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

33

Realidade virtual

Luis Ferreira Monteiro Neto

INTRODUÇÃO

A realidade virtual (RV) é considerada um meio de imersão com o qual um utilizador, no caso o paciente, interage profundamente. Seu uso estava mais relacionado

às áreas de engenharia; no entanto, à medida que a tecnologia foi avançando e se tornando mais acessível, sua aplicação ganhou espaço em entretenimento, microscopia e saúde.

Os sistemas de RV diferenciam-se conforme os níveis de imersão e interação com o usuário. Esses níveis são dados pelo tipo de equipamento utilizado. Os sistemas mais comuns são:

RV de simulação: utiliza dispositivos que permitem que o usuário se sinta dentro do ambiente, onde pode manipular objetos.

■■ RV de projeção: o utilizador está fora do mundo virtual, mas pode interagir com personagens e objetos virtuais.

■■ RV aumentada: utiliza-se um capacete que proporciona uma imersão completa no mundo virtual, combinando realidade real e virtual.

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Medium 9788520431733

1. Era uma vez…

Cláudia Marchetti V. da Cruz Manole PDF Criptografado

1

Era uma vez...

E

ra uma vez uma mãe que segurava o filho em seus braços e passava as mãos pelas suas costas, de forma quase técnica, enquanto tentava fazer que ele se acalmasse.

Um homem que apertava e friccionava o pé após esbarrar em um móvel.

Duas amigas que se abraçavam, e se continham, em uma divisão demorada da dor de uma perda, quando já não havia o que dizer.

Uma mulher que, após um dia cansativo, toma um banho quente e esfrega, até com certa força, todo o corpo, para eliminar a tensão muscular e sentir-se menos cansada.

Era e é assim, utilizando as mãos e o toque, que o ser humano se cuida, cuida do próximo e se comunica sem utilizar palavras.

Massagem, toque, cuidado e carinho, ou até mesmo esbarrão, “tapinhas” nas costas (geralmente acompanhados de um “muito bem” ou “seja bem vindo”), dança ou prática de esportes de contato físico desencadeiam uma série de efeitos fisiológicos e comportamentais. É isso que alguns pesquisadores, entre eles o psicólogo Dacher Keltner, professor da Universidade da

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Medium 9788520432488

26. Terapia Cuevas Medek Exercises: método dinâmico de estimulação cinética

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

26

Terapia Cuevas Medek Exercises: método dinâmico de estimulação cinética

Claudia Akemi Yamauti Rizzo

Renata Marques

“O maior erro que você pode cometer na vida é o de ficar o tempo todo com medo de cometer algum.”

(Elbert Hubbard)

INTRODUÇÃO

Paralisia cerebral

A paralisia cerebral (encefalopatia crônica não progressiva) é um dos diagnósticos médicos mais frequentes no âmbito da pediatria neurológica. Em razão disso, são imprescindíveis a renovação e a ampliação constante dos horizontes médicos, visando a um único objetivo: o progresso do paciente. A seguir, apresenta-se um método, em crescente desenvolvimento e ampliação no Brasil, assegurado pelos 30 anos de existência e prática clínica.

Cuevas Medek Exercises

O método Cuevas Medek Exercises (CME) é uma abordagem fisioterapêutica utilizada para o tratamento de crianças que apresentam alguma alteração no desenvolvimento motor.

O CME foi idealizado por Ramón Cuevas, fisioterapeuta chileno, durante a década de 1970. A criação desse método surgiu da necessidade de estimular de maneira mais objetiva o aparecimento de respostas motoras automáticas na criança com atraso motor. A nomenclatura atual é conhecida mundialmente como Cuevas Medek

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Medium 9788520432488

34. Uso da robótica para locomoção

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

34

Uso da robótica para locomoção

Fernanda Pupio Silva Lima

Paulo Roberto Garcia Lucareli

Mario Oliveira Lima

INTRODUÇÃO

No âmbito da neurorreabilitação, a inovação tecnológica inclui a robótica no tratamento de disfunções do aparelho locomotor em razão de sua fácil aplicabilidade, confiabilidade e capacidade de estabelecer parâmetros relacionados à intensidade dos exercícios.

Sua utilização tem sido promissora no tratamento de desordens da marcha decorrentes de lesões neurológicas, por permitir controle da velocidade, melhora da coordenação e simetria do movimento.

A locomoção envolve a interação entre a manutenção do controle postural e equilíbrio para que haja capacidade de realizar a transferência e o apoio do peso corporal aos membros inferiores durante as fases da marcha.

O treinamento por tempo prolongado por meio de tarefas específicas impacta positivamente a reabilitação de pacientes com lesões encefálicas ou medulares, por estimular o reparo e a reorganização de áreas corticais. A repetição contínua de movimentos promove aumento das aferências sensoriais, favorecendo a aprendizagem e a melhora do controle motor. Assim, o foco da intervenção utilizando a robótica é o estímulo da plasticidade neuronal para facilitar o ato motor.

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Grupo Gen (11483)
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Medium 9788527726689

6 - Enfermagem Oncológica

PELLICO, Linda Honan Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Enfermagem Oncológica

Lisa M. Barbarotta

Objetivos de estudo

Após ler este capítulo, você será capaz de:

  1. Comparar as estruturas e as funções das células normais e cancerosas

  2. Diferenciar entre tumores benignos e malignos

  3. Reconhecer os agentes e os fatores carcinogênicos

  4. Descrever a importância da educação em saú­de e dos cuidados preventivos como formas de reduzir a incidência do câncer

  5. Diferenciar as indicações dos procedimentos cirúrgicos rea­li­zados no tratamento, diagnóstico, profilaxia e paliação cirúrgica do câncer

  6. Descrever as indicações para tratamento cirúrgico, radioterapia, quimioterapia, bioterapia e outras modalidades de tratamento do câncer

  7. Descrever as necessidades específicas dos clientes em quimioterapia

  8. Descrever os diagnósticos de enfermagem comuns e os problemas apresentados pelos clientes com câncer

  9. Descrever o conceito de hospice para clientes com câncer avançado

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Medium 9788541200844

Capítulo 42 - Crianças vítimas de maus-tratos

DUQUE, Cristiane Grupo Gen PDF Criptografado

Parte 8 - Capítulo 42

Alessandro Leite Cavalcanti | Ana Maria Gondim Valença | Fernanda Volpe de Abreu

Crianças vítimas de maus-tratos

2w

Duque_6p_42.indd 645

04/04/2013 16:25:20

Odontopediatria ♦ Uma visão contemporânea

Introdução

Conceituando a violência

A violência doméstica e o abandono de crianças são problemas atuais da sociedade brasileira e mundial, ameaçando o seu bem-estar físico e mental.

Diante desse fato, é crescente o número de profissionais das mais diversas áreas, bem como da sociedade em geral, que estão se mobilizando contra essas agressões.1

A violência praticada contra a criança e o adolescente constitui-se em uma questão de grande complexidade, deixando de ser tão somente um fenômeno social para ser vista como um problema de saúde pública. Anualmente, em todo o mundo, são registrados milhares de novos casos de maus-tratos contra crianças, muitos dos quais levam a vítima ao óbito.2

Estimativas encontradas na literatura médica indicam que cerca de 10% das crianças levadas a serviços de emergência por traumas são vítimas de maus-tratos. Sem a ajuda adequada, 5% delas, provavelmente, morrerão nas mãos dos agressores.3 As crianças têm sido alvo fácil dos agressores até mesmo no ambiente do próprio lar.4

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Medium 9788527727440

67 - Treinamento Auditivo Acusticamente Controlado nos Distúrbios de Processamento Auditivo

BOÉCHAT, Edilene Marchini Grupo Gen PDF Criptografado

67

Treinamento Auditivo

Acusticamente Controlado nos Distúrbios de

Processamento Auditivo

Karin Ziliotto Dias  Daniela Gil

CC

Introdução

O distúrbio do processamento auditivo (DPA) manifestase primariamente no sistema auditivo e queixas auditivas são mais predominantes, no entanto, devido à organização cerebral (compartilhamento de substrato neuroanatômico, processamento em paralelo e sequencial), o distúrbio do processamento auditivo frequentemente coexiste com prejuízos em outras áreas tais como atenção, memória e linguagem1,2.

O diagnóstico das alterações de processamento auditivo é feito com base em testes comportamentais e eletrofisiológicos.

Recomenda-se que o paciente seja submetido a uma avaliação do processamento auditivo completa para a obtenção de dados sobre as habilidades auditivas e mecanismos fisiológicos auditivos que se encontram alterados e aqueles que estão preservados. Uma vez realizado o diagnóstico de alteração de processamento auditivo, o próximo passo a ser considerado é a intervenção. Nesta etapa, questionamentos sobre o que fazer e qual a melhor maneira de ajudar indivíduos com alteração de processamento auditivo, independentemente da idade, surgem com muita frequência.

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Medium 9788527729383

40 - Síndrome de Stevens-Johnson

GAMBA, Mônica Antar; PETRI, Valéria; COSTA, Mariana Takahashi Ferreira Grupo Gen PDF Criptografado

Seção H • Farmacodermias

40

Síndrome de

Stevens-Johnson

Abordagem epidemiológica

A síndrome de Stevens-Johnson (SSJ), relativamente rara na prática clínica, causa grande impacto emocional, social e econômico, pois é entidade crônica que resulta em sequelas graves. Com relatos que estimam incidência de 0,5 a 6 casos por milhão de habitantes, acomete principalmente crianças e adultos jovens, sendo duas vezes mais comum entre homens.1-3 Aumenta com a idade e é maior em determinados grupos, como os imunodeprimidos (p. ex., transplantados, infectados pelo HIV e doentes submetidos à radioterapia), medicados com anticonvulsivantes, pessoas com infecções pneumocócica ou meningocócica, salmonelose, cólera ou viroses (vírus da caxumba, vírus da hepatite, influenza e herpes-vírus).1,2

A maioria dos casos associa-se ao uso de fármacos, como anti­bió­ticos (sulfonamidas e betalactâmicos), dipirona, sulfas, derivados de butazona, antivirais, alopurinol, anti-inflamatórios não esteroidais e anticonvulsivantes (p. ex., carbamazepina, fenitoí­na, fenobarbital, ácido valproico etc.).1,2,4 Mesmo que seja possível presumir as causas em aproximadamente metade dos casos, a SSJ ainda é considerada idiopática nos 50% restantes.5,6

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Medium 9788541203142

Capítulo 15 - Escrituração Zootécnica na Ovinocultura

SELAIVE-VILLARROEL, Arturo Bernardo; OSÓRIO, José Carlos da Silveira Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 15

Escrituração Zootécnica na Ovinocultura

Iran Borges, 1 Fredson Vieira e Silva, 2 Veridiana Basoni Silva 3 e Fernando Henrique Melo Andrade de Albuquerque 4

Introdução

Toda atividade humana é apresentada em uma situação atual, a qual, invariavelmente, passou por alterações no passado; assim, o seu histórico tem muito a con­ tribuir para a evolução futura. Isso significa que as ações do passado foram importantes para se ter o atual cenário da dita atividade, e que decisões e ações atuais são determinantes para que mais adiante se obtenha o máximo de êxito.

Em um sistema de produção ovina não é diferente.

Para que o administrador consiga identificar os pontos positivos e negativos de uma propriedade é impres­ cindível a utilização do máximo de informações colhidas ao longo dos tempos, para se ter a perpetua­

ção dessas informações – histórico da propriedade.

Tal técnica é chamada de escrituração zootécnica e visa sistematizar as informações de um sistema de produção, de modo a formar um poderoso banco de dados para que dê suporte às ações de gerencia­ mento para melhoria do agronegócio. Ter a informação, dominá­‑la e conhecer suas implicações são necessi­ dades importantes para os setores produtivos, em especial para a agropecuária.

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Grupo A (8142)
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Medium 9788536702353

Capitulo 53 - Alterações cutâneas no diabetes

Evandro A. Rivitti Grupo A PDF Criptografado

53

Alterações Cutâneas no Diabetes

A maioria dos diabéticos sofre alterações cutâneas, das quais algumas têm mecanismos patogênicos conhecidos, enquanto outras, não.

Alterações cutâneas associadas ao diabetes de patogenia desconhecida

2 anos, mas outras continuam a surgir em surtos. A fre­ quên­cia dessa alteração nos diabéticos tem sido registrada variavelmente de 20 a 40% e admite-se que a presença de dermopatia se associe a complicações maiores do diabetes, como nefropatia, neuropatia e retinopatia.

Necrobiose lipoídica

Essa dermatopatia (referida no Capítulo 45) consiste em áreas de degeneração do colágeno com eventual depósito secundário de lipídeos. Em dois terços dos casos, há diabetes, embora seja uma complicação rara dessa doença, pois apenas três em cada mil diabéticos a desenvolvem. O tratamento do diabetes, quando presente, não altera a evolução da necrobiose lipoídica; a granulomatose disciforme de Miescher é uma variante na qual predomina, no quadro histopatológico, o aspecto granulomatoso.

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Medium 9788536317106

Parte II: Delirium, demência, transtorno amnéstico e outros transtornos cognitivos

Glen O. Gabbard Grupo A PDF Criptografado

PARTE

II

Delirium, demência, transtorno amnéstico e outros transtornos cognitivos

Stuart C. Yudofsky

Robert E. Hales

INTRODUÇÃO

Em nossa prática cotidiana da neuropsiquiatria, nossos pacientes (quando conseguem), e especialmente suas famílias, com freqüência nos falam o seguinte: “A vida já era difícil antes dessa condição cair sobre nós. Antes da doença, como a maioria das pessoas, lutávamos diariamente para vencer; trabalhar duro em nossas ocupações, lidar com as finanças, cuidar de nossa família já tirava quase tudo que tínhamos. Jamais poderíamos prever ou estar preparados para algo tão perturbador e devastador para nossas vidas cotidianas”. Segundo a própria natureza da maioria dos transtornos neuropsiquiátricos, antes da condição neurológica surgir, existem momentos em que o indivíduo experimenta um nível satisfatório de funcionamento na maioria das dimensões importantes em sua vida. Muitas vezes, o início de condições neuropsiquiátricas parece súbito para os pacientes e suas famílias, manifestado por um acidente vascular cerebral, uma lesão cerebral traumática, transtornos convulsivos ou tumores cerebrais. Em decorrência das implicações de longo prazo dessas condições, mesmo o diagnóstico das que têm início sutil e progressivo (como a doença de Parkinson, a doença de Alzheimer, a doença de Huntingon, a esclerose múltipla e tantas outras) é igualmente chocante e avassalador para os pacientes e suas famílias. Pouquíssimas outras condições médicas são tão debilitantes para tantas dimensões vitais quanto as condições neuropsiquiátricas tratadas nesta seção, afetando a atenção, a orientação, a cognição, a memória, o humor, a motivação e o controle dos impulsos de forma tão profunda.

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Medium 9788536326184

Capítulo 96 - Insuficiência Cardíaca

Bruce B. Duncan; Maria Inês Schmidt; Elsa R. J. Giugliani; Michael Schmidt Duncan; Camila Giugliani Grupo A PDF Criptografado

Seção VIII > Doenças Crônicas Não Transmissíveis

14. Kromhout D, Giltay EJ, Geleijnse JM. n-3 fatty acids and cardiovascular events after myocardial infarction. N Engl J Med.

2010;363(21):2015-26.

15. Heran BS, Chen JM, Ebrahim S, Moxham T, Oldridge

N, Rees K, et al. Exercise-based cardiac rehabilitation for coronary heart disease. Cochrane Database Syst Rev.

2011;(7):CD001800.

16. Thompson PD, Buchner D, Pina IL, Balady GJ, Williams

MA, Marcus BH, et al. Exercise and physical activity in the prevention and treatment of atherosclerotic cardiovascular disease: a statement from the Council on Clinical Cardiology

(Subcommittee on Exercise, Rehabilitation, and Prevention) and the Council on Nutrition, Physical Activity, and Metabolism (Subcommittee on Physical Activity). Circulation.

2003;107(24):3109-16.

19. National Clinical Guidelines Centre. Stable angina: methods, evidence & guidance [Internet]. London: RCP; 2011 [capturado em 11 jan. 2012]. Disponível em: http://www.nice.org. uk/nicemedia/live/13549/55657/55657.pdf.

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Medium 9788536308999

20 MATERIAIS RESTAURADORES INDIRETOS

Conceição, Ewerton Nocchi Grupo A PDF Criptografado

428 |

capítulo 20

MATERIAIS RESTAURADORES INDIRETOS

INTRODUÇÃO

A contínua evolução dos sistemas adesivos tem possibilitado um aumento significativo das alternativas restauradoras disponíveis atualmente. Aliado a esse fato, os materiais restauradores, em particular a porcelana e a resina composta, também experimentaram uma melhora considerável em suas propriedades mecânicas, ópticas e características de manipulação1. Paralelamente a esses desenvolvimentos, ocorreu também uma evolução dos materiais de moldagem com a popularização cada vez maior de materiais como as siliconas de adição, condensação e poliéter, que facilitam a técnica de moldagem e apresentam propriedades superiores aos elastômeros mais tradicionais, no caso as mercaptanas2. Graças ao desenvolvimento dos compósitos, houve a introdução dos cimentos resinosos que, além de apresentarem propriedades superiores às dos cimentos de fosfato de zinco e ionômero de vidro, permitem a obtenção de uma união química com o sistema adesivo aplicado tanto sobre a superfície do dente quanto do material restaurador.

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Medium 9788536326184

Capítulo 35 - Atendimento Ginecológico na Infância e Adolescência

Bruce B. Duncan; Maria Inês Schmidt; Elsa R. J. Giugliani; Michael Schmidt Duncan; Camila Giugliani Grupo A PDF Criptografado

332

Medicina Ambulatorial

CAPÍTULO 35

Atendimento

Ginecológico na

Infância e Adolescência

Solange Garcia Accetta

Liliane Diefenthaeler Herter

O EXAME GINECOLÓGICO

O exame ginecológico da criança e da adolescente deve ser realizado rotineiramente como parte do exame físico habitual de qualquer menina. Ele tem como objetivo primordial confirmar a normalidade da genitália externa e diagnosticar precocemente sinais de desenvolvimento anormal ou outras doenças.1

Sabe-se que a criança, quando avaliada de maneira sistemática, aceita com mais tranquilidade exames mais invasivos, como a coleta de secreção vaginal quando necessário.

Além disso, ela também procura, com mais naturalidade, avaliação e orientação ginecológicas no início da puberdade.

Durante a consulta, o profissional deve transmitir tranquilidade e segurança, e a forma como isso ocorre difere de acordo com a idade da criança/adolescente. Na recém-nascida, não há necessidade de uma aproximação inicial. Porém, no período da infância, que compreende até os sete anos de idade, é muito importante a comunicação corporal. Os gestos do examinador podem tranquilizar e demonstrar afeto. De qualquer forma, oferecer algum objeto que interesse e distraia a criança pode auxiliar na realização do exame físico.

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Editora Manole (2585)
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Medium 9788520436776

5. Mobilização/manipulação das articulações periféricas

KISNER, Carolyn; COLBY, Lynn Allen Editora Manole PDF Criptografado

Mobilização/manipulação das articulações periféricas

5 capítulo

■■ Princípios da mobilização/manipulação articular  120

Definição

dos termos  120

Mobilização/manipulação 120

Automobilização 120

Mobilização com movimento  120

Movimentos fisiológicos  121

Movimentos acessórios  121

Manipulação sob anestesia  121

Energia muscular  121

Conceitos

básicos do movimento articular: artrocinemática  121

Formas articulares  121

Tipos de movimento  121

Alongamento passivo-angular versus alongamento com deslizamento articular  123

Outros movimentos acessórios que afetam a articulação  124

Efeitos da mobilização articular  124

Indicações

e limitações para o uso da mobilização/ manipulação articular  124

Dor, mecanismo de defesa muscular e espasmo  124

Hipomobilidade articular reversível  125

Falhas de posicionamento/subluxações  125

Limitação progressiva  125

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Medium 9788520443897

4. Síndrome da veia cava superior/síndrome mediastinal superior

LA TORRE, Fabíola Peixoto Ferreira; CARVALHO FILHO, Neviçolino Pereira de; ALMEIDA, Flávia Jacquelin Editora Manole PDF Criptografado

4

Síndrome da veia cava superior/síndrome mediastinal superior

N e v iç o lin o P e r e ir a de C ar val ho Fi l ho

DEFINIÇÃO E ETIOLOGIA

A síndrome da veia cava superior (SVCS) foi descrita pela primeira vez em 1757 pelo médico escocês William Hunter. Ela tem como manifestação clínica os sinais e os sintomas resultantes da compressão da veia cava superior (VCS) por etiologias diversas e que vêm mudando ao longo dos séculos: de infecções, como tuberculose e aneurisma aórtico sifilítico, até causas neoplásicas.¹

Denomina-se síndrome mediastinal superior (SMS) o quadro clínico de SVCS associado à compressão traqueal.

Em pacientes pediátricos, a principal causa primária de SVCS é o câncer.

Os tumores de mediastino anterior e superior são os principais responsáveis pela SVCS. Linfomas não Hodgkin (LNH), linfomas de Hodgkin (LH), leucemias linfoides agudas T (LLA-T) e tumores de células germinativas

(TCG) são os tumores mais frequentemente associados à SVCS em pediatria.² A obstrução VCS ocorre diretamente pela massa tumoral adjacente e/ou por trombo tumoral.³ Mais recentemente, com o advento do uso de cateteres centrais, a chance de obstrução da VCS por trombo também tem emergido como importante causa não neoplásica da SVCS.⁴,⁵ Na Tabela 1, estão listadas as causas mais comuns de SVCS.

33

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Medium 9788520437636

113. Nutrição esportiva

ROSS, A. Catharine; CABALLERO, Benjamin; COUSINS, Robert J. Editora Manole PDF Criptografado

113

Nutrição esportiva*

Melvin H. William s

Energia e desempenho esportivo. . . . . . . . . . . . . . . . .

Carboidrato alimentar e desempenho esportivo . . . . .

Carboidratos na dieta diária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Carboidratos antes e durante o exercício. . . . . . . . . . . .

Carboidratos após o exercício para promover a recuperação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Metabólitos de carboidratos e desempenho no exercício. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Gordura alimentar e desempenho esportivo. . . . . . . .

Gorduras na alimentação diária. . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Maior quantidade de gordura alimentar e desempenho no exercício. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Metabólitos e reguladores de gorduras e desempenho no exercício. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Medium 9788520436776

16. Coluna vertebral: intervenções com exercícios e manipulações

KISNER, Carolyn; COLBY, Lynn Allen Editora Manole PDF Criptografado

Coluna vertebral: intervenções com exercícios e manipulações

16 capítulo

n  Carolyn Kisner, PT, MS   n  Jacob N. Thorp, PT, DHS, MTC

■■ Conceitos básicos de tratamento da coluna com exercícios  486

Intervenções

Educação

fundamentais  486

do paciente  487

Diretrizes

gerais para os exercícios  487

Senso cinestésico  487

Mobilidade e flexibilidade  487

Desempenho muscular  489

Resistência cardiopulmonar  489

Atividades funcionais  489

Técnicas

de energia muscular para aumentar a mobilidade craniocervical  496

■■ Percepção cinestésica  489

Elementos do treinamento cinestésico

– técnicas fundamentais  489

Posição de alívio dos sintomas  489

Efeitos do movimento sobre a coluna vertebral 490

Integração do treinamento cinestésico com os exercícios de estabilização e a mecânica corporal fundamental  490

Progressão

para o controle postural ativo e habitual  490

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Medium 9788520454121

12. Uso das recomendações nutricionais na infância

Philippi, Sonia Tucunduva ; Aquino, Rita de Cássia de Editora Manole PDF Criptografado

12

Uso das recomendações nutricionais na infância

CARLOS ALBERTO NOGUEIRA-DE-ALMEIDA

IVAN SAVIOLI FERRAZ

LUIZ ANTONIO DEL CIAMPO

ANE CRISTINA FAYÃO ALMEIDA

Introdução

A criança é um ser humano em crescimento e desenvolvimento. Inicia sua vida extrauterina com aproximadamente 3,3 kg e 50 cm de comprimento ao nascer, multiplica 25 vezes seu peso médio e 3,5 vezes sua altura até atingir as 1014 células correspondentes ao tamanho adulto.

Durante sua primeira década de vida, a criança experimenta um processo contínuo de crescimento por meio da multiplicação e do aumento do tamanho das células, com características diferenciadas de acordo com cada ciclo da vida, em decorrência tanto da influência de fatores endógenos

(biológicos, genéticos e étnicos) quanto exógenos (condições nutricionais, culturais, ambientais e sociais)1. Esse evento ocorre de maneira pulsátil, apresentando períodos de rápido crescimento alternados com outros mais estáveis, porém destinados a atingir um objetivo final que é a plena maturação do ser humano2,3.

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Artmed (609)
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Medium 9788580555585

Capítulo 27. Náuseas e vômitos

Barbara G. Wells; Joseph T. DiPiro; Terry L. Schwinghammer; Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

27

Náuseas e vômitos

•• A náusea costuma ser definida como a tendência a vomitar ou como uma sensação na garganta ou na região epigástrica que alerta o indivíduo de que o vômito está iminente. Os vômitos são definidos como a ejeção ou expulsão do conteúdo gástrico pela boca, exigindo, com frequência, uma ação vigorosa.

ETIOLOGIA E FISIOPATOLOGIA

•• As etiologias específicas associadas às náuseas e aos vômitos são apresentadas no Quadro 27-1.

•• O Quadro 27-2 fornece uma lista dos agentes citotóxicos classificados pelo seu potencial eme-

togênico. Embora alguns agentes possam ter maior potencial emetogênico do que outros, as combinações de agentes, o uso de altas doses, os ambientes clínicos, as condições psicológicas, as experiências prévias de tratamento e os estímulos incomuns da visão, do olfato ou do paladar podem alterar a resposta de um paciente a um tratamento farmacológico.

•• As três fases consecutivas da êmese são as náuseas, a ânsia de vômito e os vômitos. A náusea, que se refere à necessidade iminente de vomitar, está associada à estase gástrica. A ânsia de vômito é o movimento laborioso dos músculos abdominais e torácicos antes de vomitar. A fase final da êmese consiste nos vômitos, isto é, a expulsão vigorosa do conteúdo gástrico, devido à retroperistalse gastrintestinal (GI).

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Medium 9788580556025

Capítulo 156. Doenças por hipersensibilidade imediata

Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Stephen L. Hauser; Dan L. Longo; J. Larry Jameson; Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Seção 12

156

ALeRGIA, IMUNoLoGIA CLÍNICA e ReUMAToLoGIA

Doenças por hipersensibilidade imediata

DEFINIÇÃO

As doenças por hipersensibilidade imediata resultam da liberação de mediadores de basófilos e mastócitos sensibilizados por IgE específica, liberação esta estimulada por contato com o antígeno ofensor (alérgeno). Os distúrbios em que este mecanismo está associado são anafilaxia, rinite alérgica, urticária, asma e dermatite eczematosa

(atópica).

FISIOPATOLOGIA

A IgE fixa-se na superfície dos mastócitos e basófilos por meio de um receptor de alta afinidade. A ligação pelo antígeno entre moléculas de IgE próximas causa ativação celular com subsequente liberação de mediadores pré-formados e recém-sintetizados

(Fig. 156.1). Estes mediadores têm sido implicados em diferentes eventos fisiopatológicos associados com hipersensibilidade do tipo imediata, como vasodilatação, maior permeabilidade vascular, contração do músculo liso e quimiotaxia dos neutrófilos, bem como de outras células inflamatórias. As manifestações clínicas de cada reação alérgica dependem, em grande parte, do(s) local(ais) anatômico(s) e da evolução temporal da liberação de mediadores.

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Medium 9788582713877

Capítulo 1. O sistema funcional do movimento

Evan Osar Artmed PDF Criptografado

Capítulo 1

O sistema funcional do movimento

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Identificar e compreender os componentes funcionais do movimento

Explicar e identificar as funções principais dos músculos

BIOMECÂNICA

Compreender o movimento requer uma introdução breve à biomecânica. Biomecânica é o estudo do movimento e das forças internas e externas que agem sobre o corpo. Este estudo é principalmente baseado na observação da mecânica articular, nas forças internas e nas cargas, bem como nos efeitos da gravidade, do momento e das forças de reação do solo.

Cinesiologia é o estudo do movimento baseado na atividade do sistema muscular. É importante ter uma compreensão básica da biomecânica envolvida com o movimento para permitir uma melhor apreciação da atividade cinesiológica do sistema muscular.

A observação do ciclo da marcha humana fornece um olhar um tanto exclusivo na biomecânica da extremidade inferior. O ciclo da marcha humana, como muitos movimentos na vida, é uma série de eventos com carga e sem carga que ocorrem de uma maneira orquestrada por meio da cadeia cinética. Para ajudar a demonstrar a biomecânica, bem como fornecer um exemplo do porque os músculos agem de uma maneira particular, uma avaliação um tanto básica do ciclo da marcha será fornecida adiante.

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Capítulo 8. Estimulantes e outros medicamentos de ação rápida

Alan F. Schatzberg; Charles DeBattista Artmed PDF Criptografado

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Estimulantes e outros medicamentos de ação rápida

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ssim como todas as outras classificações de medicamentos na psicofarmacologia clínica, o termo estimulantes abrange uma variedade de agentes, com a sobreposição de algumas ações, que podem ser eficazes no tratamento de determinados transtornos, síndromes ou sintomas (Tab. 8-1). Carecemos, no entanto, de uma correlação fármaco-fármaco precisa entre eficácia do medicamento e síndrome.

O conceito de estimulantes surgiu há muito tempo com a cafeína e, depois, em 1887, com a síntese da anfetamina, na Alemanha. Entretanto, esse fármaco não tinha uma indicação e foi quase totalmente esquecido até a década de 1930. Outro estimulante, a efedrina, era extraída de um remédio herbáceo chinês, também na década de 1930. Era conhecido por causar euforia, ativação simpática e aumento do estado de alerta; mesmo sendo usado no tratamento da asma, nunca foi testado para eficácia no transtorno de déficit de atenção/ hiperatividade (TDAH), na obesidade ou, conforme nosso conhecimento, na narcolepsia. A partir da efedrina, K.K. Chen sintetizou uma variante, a anfetamina (Benzedrina), que foi, em 10 anos, separada em dois estereoisômeros,

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Medium 9788582714249

Capítulo 6 - O terceiro componente: elaborando um plano conunto de manejo dos problemas

Moira Stewart; Judith Belle Brown; W. Wayne Weston; Ian R. McWhinney; Carol L McWilliam; Thomas R.Freeman Artmed PDF Criptografado

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O terceiro componente: elaborando um plano conjunto de manejo dos problemas

Judith Belle Brown, W. Wayne Weston, Carol L. McWilliam, Thomas R. Freeman e

Moira Stewart

É um sentimento aterrador dar-se conta de que o médico não vê quem você realmente

é, que ele não entende o que você sente e que simplesmente segue adiante com suas próprias ideias. Começaria a me sentir como se eu fosse invisível, ou como se simplesmente não estivesse no mesmo local. (Laing, 1960)

Uma das metas centrais do método clínico centrado na pessoa é a elaboração de um plano conjunto de manejo dos problemas de saúde da pessoa assistida: encontrar um consenso com a pessoa para elaborar um plano para tratar seus problemas médicos e suas metas de saúde, que reflita suas necessidades, valores e preferências e que seja fundamentado em evidências e diretrizes. Esse consenso é atingível se primeiro explorarmos a experiência de saúde e de doença da pessoa e, ao mesmo tempo, os sinais e sintomas da doença. A construção desse entendimento se dá no contexto que abrange a individualidade da pessoa, sua família, outros relacionamentos importantes e o ambiente em que vive. Esse processo complexo é desenvolvido pela colaboração entre o médico e a pessoa, com base em confiança, empatia e respeito mútuo.

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