Artmed (609)
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Medium 9788580556025

Capítulo 65. Leucemias mielocíticas, mielodisplasia e síndromes mieloproliferativas

Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Stephen L. Hauser; Dan L. Longo; J. Larry Jameson; Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

leucemias mielocíticas, mielodisplasia e síndromes mieloproliferativas

CAPÍTULo 65

333

Para uma discussão mais detalhada, ver Konkle BA: Sangramento e trombose, Cap. 78, p. 400; Konkle BA: Distúrbios das plaquetas e da parede vascular, Cap. 140, p. 725; Arruda VR, High KA: Distúrbios da coagulação, Cap. 141, p. 732; Freedman JE, Loscalzo J:

Trombose arterial e venosa, Cap. 142, p. 740; e Weitz JI: Agentes antiplaquetários, anticoagulantes e fibrinolíticos, Cap. 143, p. 745, do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição, AMGH Editora.

65

Leucemias mielocíticas, mielodisplasia e síndromes mieloproliferativas

LEUCEMIA MIELOCÍTICA AGUDA (LMA)

A LMA é uma neoplasia maligna clonal dos precursores mieloides da medula óssea, na qual ocorre acúmulo de células pouco diferenciadas na medula óssea e na circulação.

Ocorrem sinais e sintomas devido à ausência de células maduras normalmente produzidas pela medula óssea, incluindo granulócitos (suscetibilidade à infecção) e plaquetas (suscetibilidade ao sangramento). Além disso, se um grande número de mieloblastos malignos imaturos circularem, podem invadir os órgãos e, raras vezes, causar disfunção. Existem subtipos morfológicos distintos (Quadro 65.1) que apresentam manifestações clínicas largamente superpostas. Convém ressaltar a propensão dos pacientes com leucemia promielocítica aguda (LPA) (FAB M3) a desenvolver sangramento e coagulacão intravascular disseminada (CIVD), sobremaneira durante a quimioterapia de indução, devido à liberação de pró-coagulantes de seus grânulos citoplasmáticos.

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Medium 9788582714072

Capítulo 2 - Ciclo menstrual

Eduardo Pandolfi Passos; José Geraldo Lopes Ramos; Sérgio H. Martins-Costa; José Antônio Magalhães, Carlos Henrique Menke; Fernando Freitas Artmed PDF Criptografado

2

Ciclo menstrual

Helena von Eye Corleta

Fernando Freitas

Edison Capp

O ciclo menstrual normal, ovulatório, varia de

21 a 35 dias, com média de 28 dias. O número de dias da primeira fase do ciclo menstrual (proliferativa ou folicular) pode variar; a segunda fase (lútea ou secretora) é mais constante, tendo normalmente de 12 a 14 dias. Ciclos menstruais irregulares muito curtos ou muito longos geralmente são anovulatórios. Para diagnosticar e tratar os distúrbios do ciclo menstrual, é necessário conhecer sua fisiologia.

-hipofisária. A circulação sanguínea ocorre no sentido sistema nervoso central–hipófise

(FIG. 2.1). Também existe um fluxo retrógrado, pelo qual os hormônios da hipófise chegam ao hipotálamo, oportunizando um retrocontrole. Os neuro-hormônios secretados pelo hipotálamo são fatores liberadores de hormônios hipofisários, apenas a dopamina tem efeito inibidor sobre a secreção hipofisária de prolactina (PRL) (TAB. 2.1).

O desenvolvimento folicular requer uma ação integrada e coordenada de eventos hipotalâmicos, hipofisários e ovarianos. O ovário

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Medium 9788580556025

Capítulo 28. Febre, hipertemia e examtema

Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Stephen L. Hauser; Dan L. Longo; J. Larry Jameson; Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Seção 3

28

APReSeNTAçÕeS CoMUNS Do PACIeNTe

Febre, hipertermia e exantema

DEFINIÇÕES

• Temperatura: o centro termorregulador hipotalâmico equilibra o excesso de calor produzido pela atividade metabólica nos músculos e fígado com a dissipação de calor através da pele e dos pulmões para manter uma temperatura corporal normal de 36,8 ± 0,4ºC com variação diurna (mais baixa pela manhã e mais alta

à tarde).

• Febre: elevação da temperatura corporal (> 37,2ºC pela manhã e > 37,7ºC à tarde) em conjunto com aumento do ponto de ajuste hipotalâmico.

• Febre de origem obscura (FOO): temperaturas > 38,3°C em duas ou mais ocasiões e uma duração de doença ≥ 3 semanas, sem estado imunocomprometido conhecido e com investigação laboratorial e radiológica não reveladora em relação à causa.

• Hiperpirexia: temperaturas > 41,5ºC que podem ocorrer nas infecções graves, porém que se verificam mais comumente nas hemorragias do SNC.

• Hipertermia: aumento descontrolado da temperatura corporal que excede a capacidade do corpo de perder calor sem alteração no ponto de ajuste hipotalâmico. A hipertermia não envolve moléculas pirogênicas.

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Medium 9788582713341

Conceitos Pré-Coordenados

Telma Ribeiro Garcia; Amy M. Coenen; Claudia C. Bartz Artmed PDF Criptografado

CONCEITOS PRÉ-COORDENADOS

(1.824 CONCEITOS)

DIAGNÓSTICOS / RESULTADOS DE ENFERMAGEM (DC – 805 CONCEITOS)

Diagnóstico de Enfermagem

Título atribuído pela(o) enfermeira(o) a uma decisão sobre um fenômeno que é o foco de intervenções de enfermagem.

Resultado de Enfermagem

A medida ou o estado de um diagnóstico de enfermagem em pontos do tempo, após uma intervenção de enfermagem.

Versão

Código

Eixo

Termo

Definição

2013

10037806

DC

Abandono de Criança

Abandono de Criança

1,1

10022234

DC

Abuso de Álcool (ou Alcoolismo)

Abuso de Álcool (ou Alcoolismo)

2

10028765

DC

Abuso de Álcool (ou Alcoolismo),

Ausente

Abuso de Álcool (ou Alcoolismo),

Ausente

1,1

10022425

DC

Abuso de Drogas

Abuso de Drogas

2

10028868

DC

Abuso de Drogas, Ausente

Abuso de Drogas, Ausente

1,1

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Medium 9788582713341

Anexo B

Telma Ribeiro Garcia; Amy M. Coenen; Claudia C. Bartz Artmed PDF Criptografado

ANEXO B

RESOLUÇÃO COFEN Nº 429/2012

Dispõe sobre o registro das ações profissionais no prontuário do paciente, e em outros documentos próprios da Enfermagem, independente do meio de suporte – tradicional ou eletrônico.

O Conselho Federal de Enfermagem – Cofen, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº 5.905, de 12 de julho de 1973, e pelo Regimento da Autarquia, aprovado pela Resolução Cofen nº 421, de 15 de fevereiro de 2012;

CONSIDERANDO o disposto na Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre a regulamentação do exercício da Enfermagem, e no Decreto nº 94.406, de 08 de junho de 1987, que a regulamenta;

CONSIDERANDO o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, aprovado pela Resolução Cofen nº

311, de 8 de fevereiro de 2007, naquilo que diz respeito, no prontuário, e em outros documentos próprios da Enfermagem, de informações referentes ao processo de cuidar da pessoa, família e coletividade humana

(Artigos 25, 35, 41, 68, 71 e72), e naquilo que diz respeito ao sigilo profissional (Artigos 81 a 85);

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Editora Manole (2585)
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Medium 9788520442081

18. Ética e legislação na práxis da enfermagem no Bloco Cirúrgico

CARVALHO, Rachel de; BIANCHI, Estela Regina Ferraz Editora Manole PDF Criptografado

18

Ética e legislação na práxis da enfermagem no Bloco Cirúrgico

Regiane Baptista Martins Porfírio

Paulo Cobellis Gomes

Rachel de Carvalho

PONTOS A APRENDER

1. Relacionar os aspectos éticos e legais do exercício profissional da enfermagem no Bloco Cirúrgico.

2. Definir imprudência, imperícia, negligência e omissão.

3. Correlacionar as responsabilidades civil, criminal e ético-legal na prática da enfermagem perioperatória.

4. Discutir os cuidados de enfermagem prestados ao paciente cirúrgico livre de riscos decorrentes da má prática profissional.

5. Verificar a importância da necessidade de um envolvimento humanizado junto ao paciente nos diferentes ambientes do Bloco Cirúrgico.

6. Discutir a inserção da bioética na prática da enfermagem perioperatória.

PALAVRAS-CHAVE

Centro Cirúrgico hospitalar; código de ética de enfermagem; ética; enfermagem; legislação profissional.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Resumo. Introdução. Exercício da enfermagem no Bloco Cirúrgico.

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Medium 9788520453063

5. Histórico das políticas públicas de alimentação e nutrição em saúde no Brasil

Flavia Mori Sarti; Elizabeth Aparecida Ferraz da Silva Torres Editora Manole PDF Criptografado

5

Histórico das políticas públicas de alimentação e nutrição em saúde no Brasil

Flavia Mori Sarti

Mariana Rebello Haddad

André Bento Chaves Santana

INTRODUÇÃO

Atualmente, observam-se significativas mudanças na composição etária das populações em diferentes países (transição demográfica), associadas a substanciais modificações dos padrões de alimentação e atividade física

(transição nutricional). Essas alterações são majoritariamente responsáveis pelas mudanças no perfil epidemiológico populacional (transição epidemiológica), resultando em um acúmulo de elementos de pressão sobre os custos dos sistemas de saúde em diferentes países1.

No contexto brasileiro, as políticas públicas de alimentação e nutrição, no âmbito da promoção da saúde, partiram do foco inicial na oferta alimentar, que buscava incremento da produção de alimentos (como e quanto produzir), à atual qualificação da demanda por alimentos (o que consumir e como distribuir), considerada como uma segunda metade da questão da alimentação em nível populacional2.

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Medium 9788520446737

1. Fundamentos da ética

Taka Oguisso; Elma Lourdes Campos Pavone Zoboli Editora Manole PDF Criptografado

1

Fundamentos da ética

Maria de Fátima Prado Fernandes

Genival Fernandes de Freitas

PONTOS A APRENDER

1.

2.

3.

4.

5.

Discorrer sobre a consciência e sentido de pessoa.

Relacionar o significado de valores, vontade e escolha.

Apresentar concepções sobre autonomia e liberdade.

Discutir sobre responsabilidade e verdade.

Discutir sobre respeito e reciprocidade.

PALAVRAS-CHAVE

Ética, consciência, pessoa, valores, autonomia, liberdade, responsabilidade.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

Introduzindo os fundamentos da ética. Consciência e sentido de pessoa.

Valores e vontade. Autonomia e liberdade. Responsabilidade e verdade.

Respeito e reciprocidade. Considerações finais. Pontos a revisar.

Referências bibliográficas.

INTRODUZINDO OS FUNDAMENTOS DA ÉTICA

Ética é a ciência que tem por objeto os atos morais. Estes são oriundos da vivência prática e dos valores de determinado grupo social, contextualizados no tempo e espaço. A ética faz parte da natureza humana e busca nas ações as condutas humanas. Com isso, a ética volta-se para o agir consciente, livre e responsável como condições fundamentais do ato moral.

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Medium 9788520430637

Capítulo 14 - Aspectos gerais da terapia nutricional para os transtornos alimentares: avaliação nutricional, objetivos, modalidades e alta

ALVARENGA, Marle; SCAGLIUSI, Fernanda Baeza; PHILIPPI, Sonia Tucunduva Editora Manole PDF Criptografado

14

Aspectos Gerais da Terapia

Nutricional para os

Transtornos Alimentares:

Avaliação Nutricional, Objetivos,

Modalidades e Alta

Descritores avaliação nutricional, terapia nutricional, terapeuta nutricional, alta, modalidades de tratamento, objetivos do tratamento, internação, ambulatório, hospital-dia

Viviane Ozores Polacow

Rita de Cássia Aquino

Fernanda Baeza Scagliusi

sum á r io

Introdução, 239

Modalidades de tratamento, 239

Objetivos da terapia nutricional, 243

Princípios do tratamento nutricional, 244

Fases do tratamento nutricional, 244

Papéis do terapeuta nutricional, 246

Avaliação nutricional, 247

Conclusão, 252

Referências, 252

aspectos gerais da terapia nutricional para os transtornos alimentares

239

Introdução

Os transtornos alimentares (TA) são caracterizados por complexos aspectos biopsicossocias e, por este motivo, o tratamento deve ser interdis‑ ciplinar. A equipe mínima de tratamento deve ser composta por médico psiquiatra, psicólogo e nutricionista. Além destes, outros profissionais podem colaborar no tratamento, como enfermeiro, educador físico, tera‑ peuta ocupacional e assistente social. Independentemente da modalidade de tratamento adotada (ambulatorial, regime de internação completa ou parcial, atendimento individual ou em grupo), é essencial que o tratamen‑ to seja interdisciplinar e que toda a equipe seja treinada na área de TA.

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Medium 9788520437148

1. Vulnerabilidade, direitos humanos e Cuidado: aportes conceituais

Sônia Barros; Paulo Fernando de Souza Campos; João José Santos Fernandes Editora Manole PDF Criptografado

Vulnerabilidade, direitos humanos e Cuidado: aportes conceituais

1

José Ricardo Ayres

Palavras-chave  Vulnerabilidade; direitos humanos; integralidade; Cuidado.

Estrutura dos tópicos  Introdução. Breve histórico de uma construção conceitual.

Traços característicos do quadro conceitual da vulnerabilidade e direitos humanos

(V&DH). V&DH, integralidade e Cuidado. Novos horizontes: vulnerabilidade e reconhecimento. Considerações finais. Referências. Bibliografia.

Introdução

O conceito de “vulnerabilidade” foi uma das novidades que emergiram no campo da saúde no final do século XX. Desde o início dos anos de 1990 esse conceito tem despertado crescente interesse e disseminação em todo o mundo, especialmente nos cenários marcados, de um lado, por desigualdades sociais de­ terminantes de graves situações de saúde pública, expressivas dessas desigualdades, e, de outro, pelo desenvolvimento de um pensamento crítico na área tecnocientífica – seja instruído por

1

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Grupo A (8510)
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Medium 9788582715277

Capítulo 18. Psicoterapias em grupo

Aristides Volpato Cordioli (Org.), Eugenio Horacio Grevet (Org.) Grupo A PDF Criptografado

18

Psicoterapias em grupo

Elizeth Heldt

Andressa S. Behenck

Ana Cristina Wesner

Este capítulo descreve um breve histórico das psicoterapias em grupo e os fatores terapêuticos que são comuns a todas elas. São abordadas as principais modalidades em uso no tratamento dos transtornos mentais – as terapias cognitivo-comportamentais (TCCs), a psicoterapia de orientação analítica (POA) em grupo e os grupos de autoajuda. Além disso, são apresentados os fundamentos, as técnicas, as indicações e contraindicações e o papel do terapeuta em cada um desses modelos, bem como as evidências empíricas de eficácia. Por fim, são discutidas as questões em aberto e as perspectivas futuras dessa modalidade de psicoterapia.

O interesse pela psicoterapia de grupo o

­ correu principalmente na década de 1940, fruto da

­alta demanda gerada por condições psiquiátricas durante a Segunda Guerra Mundial, quando os profissionais eram escassos e a necessidade de tratamento se tornava cada vez maior.

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Medium 9788582715277

Capítulo 2. As principais psicoterapias: fundamentos teóricos, técnicas, indicações e contraindicações

Aristides Volpato Cordioli (Org.), Eugenio Horacio Grevet (Org.) Grupo A PDF Criptografado

As principais psicoterapias: fundamentos teóricos, técnicas, indicações e contraindicações

2

Aristides Volpato Cordioli

Lucas Primo de Carvalho Alves

Lucianne Valdivia

Neusa Sica da Rocha

Este capítulo apresenta um breve panorama da psicoterapia e seus diversos tipos na atualidade, incluindo a origem, a evolução, o conceito e os elementos que caracterizam esse importante método de tratamento de problemas emocionais e transtornos mentais. Aqui, são descritos os principais modelos, os fundamentos teóricos e técnicas, bem como as indicações e as contraindicações da psicoterapia.

Originalmente chamada de cura pela fala, a psi­ coterapia tem suas origens na medicina antiga, na religião, na filosofia, na cura pela fé e no hip­ notismo. Foi, entretanto, no final do século XIX que ela passou a ser usada como método de tra­ tamento dos transtornos mentais, com um re­ ferencial teórico, uma técnica ou um método aplicado por um terapeuta treinado e adepto de um modelo definido. Com base no modelo mé­ dico e nas teorias e nos métodos de tratamento desenvolvidos por Freud, as terapias de orienta­

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Medium 9788565852883

Capítulo 5 - Agentes Teratogênicos e Prevenção de Defeitos Congênitos

Taiane Vieira; Roberto Giugliani Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 5

Fernanda Sales Luiz Vianna

Maria Teresa Vieira Sanseverino

Lavinia Schuler-Faccini

Agentes Teratogênicos e Prevenção de

Defeitos Congênitos

Introdução

A partir da tragédia da talidomida ocorrida no início dos anos 1960, o interesse pelo conhecimento, pela prevenção e pelo tratamento das anomalias do desenvolvimento humano tem aumentado progressivamente, sobretudo no que diz respeito a medicamentos como agentes etiológicos dessas anomalias. O uso de medicamentos e outras substâncias durante a gravidez ou a amamentação é um evento muito frequente.

Em torno de dois terços das mulheres grávidas utilizam algum tipo de medicamento, além de vitaminas ou suplementos nutricionais.1 Soma-se a isso o fato de que aproximadamente 50% das gestações não são planejadas, e um estudo recente mostrou que, nesses casos, há risco dobrado de exposição a um potencial agente teratogênico.2

Um agente teratogênico, ou teratógeno, é externo ao genoma e pode ser definido como qualquer substância, organismo, agente físico ou estado de deficiência que, estando presente durante a vida embrionária ou fetal, produz uma alteração na estrutura ou na função da descendência.3

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Medium 9788536327549

24. Comunicação dolorosa

De Marco, Mario Alfredo Grupo A PDF Criptografado

24

Comunicação dolorosa

MARIO ALFREDO DE MARCO

Um ponto importante a ser destacado em relação ao fornecimento de informações é a clareza da perspectiva a partir da qual estamos funcionando; por exemplo, agiremos de forma diferente se consideramos o acesso à informação um direito do paciente ou um dever (De Marco, 2003). Na primeira situação, forneceremos ao paciente as informações de acordo com suas possibilidades e respeitando suas resistências. No segundo caso, forneceremos a informação ao paciente, independentemente de seu estado.

Para tornar mais claros esses pontos, é útil examinar o tópico “comunicação de más notícias”, que teve uma evolução curiosa ao longo das últimas décadas: até a década de 1960, a tendência era de não revelar ao paciente os diagnósticos mais graves (em relação ao câncer, por exemplo, não se revelava o diagnóstico em 90% dos casos). Nessa época, nos Estados Unidos, foi realizada uma pesquisa tentando descobrir os fatores que motivavam essa atitude. A pesquisa revelou que a maioria dos médicos (90%) considerava que, para o paciente, era melhor que o diagnóstico não fosse revelado. Quando se indagava como haviam chegado a essa conclusão, a resposta mais comum era: “com base em minha experiência”. O que intrigou os pesquisadores foi que mesmo os profissionais recém-formados forneciam essa resposta. Com a análise desses dados, o trabalho demonstrou a falta de uma base empírica, chegando à conclusão de que essa conduta estava baseada em preconceitos e crenças, e não na experiência.

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Medium 9788536327549

18. A morte na cultura, nos hospitais, no indivíduo

De Marco, Mario Alfredo Grupo A PDF Criptografado

18

A morte na cultura, nos hospitais, no indivíduo

CRISTIANE CURI ABUD

VERA BLONDINA ZIMMERMANN

É a negação da morte que é parcialmente responsável pelas vidas vazias e sem sentido das pessoas, pois, quando você vive como se fosse viver para sempre, fica muito fácil adiar as coisas que você sabe que precisa fazer.

Em contraste, quando você compreende plenamente que cada dia que você vive poderia ser o último, você utiliza o tempo daquele dia para crescer, para se tornar mais quem você realmente é, para se aproximar de outros seres humanos.

Klüber-Ross

MORTE E LUTO DURANTE O CICLO DE VIDA

A morte desperta, acima de tudo, medo: medo de perder a própria vida ou de perder um ente querido. Do ponto de vista psicanalítico, Eizirik (2001) nos lembra que a morte desperta fantasias e correspondentes defesas contra elas. A morte representa o incontrolável, o intangível, o desconhecido e o inominável. Por isso, sentimos medo, o qual, na maior parte do tempo, negamos, ou seja, não pensamos em tudo o que pode nos acontecer o tempo todo, pois, se assim fosse, não sairíamos de casa, e ficar em casa também seria perigoso.

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Grupo A (61)
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Medium 9788580554212

Caso 34 - Fibromialgia

Casos clínicos em fisioterapia ortopédica Grupo A PDF Criptografado

Fibromialgia

Jason Brumitt

CASO 34

Um médico clínico geral encaminhou uma mulher de 45 anos à fisioterapia com o diagnóstico de dor nas costas. A paciente relata que sente dor nas costas, mas também sente dor “em todo o corpo”. Além da dor, ela apresenta fadiga, dificuldade para dormir, memória ruim e cefaleias frequentes. Sua dor “nunca parece melhorar” e “fica pior com atividade prolongada”. Os sintomas começaram há cerca de quatro anos, depois que caiu dos degraus de uma escada. As radiografias da coluna torácica e lombar foram negativas para fraturas ou anormalidades ósseas que pudessem contribuir para seus sintomas. Intervenções prévias de fisioterapia (calor úmido, massagem, ultrassom, alongamento) não melhoraram seus sintomas. Sua história de saúde é significativa para síndrome do intestino irritável e dor abdominal (ambas começaram dois anos atrás). Ela trabalha como repórter de tribunal e descreve seu estilo de vida como sedentário. Com base na história da paciente, suspeita-se que ela pode ter a síndrome fibromiálgica (SFM).

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Medium 9788580554212

Lista por número de caso

Casos clínicos em fisioterapia ortopédica Grupo A PDF Criptografado

LISTA POR NÚMERO DO CASO

CASO Nº

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

13

14

15

16

17

18

19

20

21

22

23

24

25

26

27

28

29

30

31

32

33

34

TÓPICO

Impacto subacromial

Ruptura do lábio glenoidal

Instabilidade aguda no ombro

Estabilização cirúrgica para instabilidade do ombro: reabilitação para retorno ao esporte

Cirurgia reparadora do manguito rotador: quatro semanas de reabilitação

Capsulite adesiva – diagnóstico

Capsulite adesiva – tratamento

Dor crônica cervical

Reabilitação pós-cirúrgica/pós-dissecção do pescoço em caso de câncer

Tumor na medula espinal torácica

Epicondilalgia lateral

Espondilolistese degenerativa

Espondilolistese em um atleta jovem

Dor lombar: manipulação

Lombar: hérnia de disco – abordagem da técnica de energia muscular

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Medium 9788580554212

Caso 33 - Fascite plantar

Casos clínicos em fisioterapia ortopédica Grupo A PDF Criptografado

Fascite plantar

Casey A. Unverzagt

Kyle Botten

Caryn Gehrke

CASO 33

Um homem de 45 anos procurou por conta própria uma clínica ambulatorial de fisioterapia, relatando dor no calcanhar esquerdo nos últimos meses. Ele nega qualquer trauma específico e não sente dor no calcanhar ou no pé direito.

Relata que ibuprofeno diminui a dor de forma temporária, mas que, no geral, ela está piorando. O paciente relata que a dor é pior pela manhã e no final da tarde e que tem sido necessário interromper a rotina de caminhada por causa dela. Sua meta é eliminar a dor e voltar a caminhar 1,5 a 3 km por dia, quatro a cinco vezes por semana.

Com base no relato subjetivo do paciente e no provável diagnóstico de fascite plantar, quais seriam os possíveis fatores para sua condição?

 Que sinais do exame podem estar associados a esse diagnóstico?

 Quais são as medidas de resultado da fisioterapia mais apropriadas para avaliar a capacidade funcional do paciente?

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Medium 9788580554212

Caso 31 - Síndrome de estresse tibial medial

Casos clínicos em fisioterapia ortopédica Grupo A PDF Criptografado

Síndrome de estresse tibial medial

Michael D. Rosenthal

Shane A. Vath

CASO 31

Um empresário de 25 anos iniciou um programa de corrida com o objetivo de entrar em forma e perder peso. O programa consistia em correr 5 km, de quatro a cinco vezes por semana, e ele continuou essa rotina por quatro semanas.

Inicialmente, o indivíduo notou dor na parte medial da canela depois de duas semanas de exercício, que surgia perto do fim da corrida ou durante a caminhada de recuperação. Quando a dor começou a interferir no programa de exercício desejado, ele procurou uma clínica ambulatorial de fisioterapia para avaliação e tratamento. Os sinais, os sintomas e a história são compatíveis com a síndrome de estresse tibial medial (SETM). O objetivo principal do indivíduo é voltar a correr livre de dor e melhorar seu condicionamento físico.

Com base na suspeita diagnóstica do paciente, quais seriam os possíveis fatores para a condição?

 Que sinais de exame podem estar associados a este diagnóstico?

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Medium 9788580554212

Caso 25 - Lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho: diagnóstico

Casos clínicos em fisioterapia ortopédica Grupo A PDF Criptografado

Lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho: diagnóstico

Mark V. Paterno

CASO 25

Uma atleta de 17 anos relatou ter lesionado seu joelho enquanto participava de um jogo de futebol. No campo, ela tentou executar uma manobra de dar um corte quando uma oponente colidiu levemente com seu tronco e a fez perder o equilíbrio. Ela sentiu um “estalo” em seu joelho direito e uma sensação imediata de que o joelho havia “cedido”. Não conseguiu continuar jogando e foi retirada do jogo. Na linha lateral, observou-se derrame significativo na região suprapatelar. A paciente relata dificuldade para apoiar o peso na extremidade inferior direita devido à dor e à falta de controle muscular.

Com base na suspeita diagnóstica da paciente, quais poderiam ser os fatores que contribuem para a condição?

 Que sinais ao exame podem estar associados a este diagnóstico?

360

CASOS CLÍNICOS EM FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA

DEFINIÇÕES-CHAVE

INSTABILIDADE FUNCIONAL: sensação de estar “cedendo” devido ao excesso de movimento e/ou translação dentro da articulação do joelho, ou estabilidade neuromuscular inadequada na extremidade inferior.

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Grupo Gen (11464)
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Medium 9788527703567

9 Variáveis Relativas às Pessoas

PEREIRA, Maurício Gomes Grupo Gen ePub Criptografado

Capítulo 9

VARIÁVEIS RELATIVAS ÀS PESSOAS

    I. Considerações gerais

   II. Sexo

  III. Idade

  IV. Grupo étnico

   V. Estado civil e família

  VI. Renda

 VII. Ocupação

VIII. Instrução

  IX. Classe social

   X. Estilo de vida

  XI. Outras variáveis

 XII. Interpretação dos resultados

A. Conduta na interpretação dos resultados

B. Padronização de coeficientes

XIII. Comentário final

Questionário

Exercícios

Referências bibliográficas

 

 

O estudo da distribuição de um agravo à saúde exige, previamente, a organização das informações no tocante às características das pessoas (tema do presente capítulo), do lugar (Cap.10) e do tempo (Cap. 11). Esse procedimento, conhecido como “epidemiologia descritiva”, que foi resumido no Cap. 4, é agora detalhado.

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Medium 9788527703567

8 Transição Demográfica e Epidemiológica

PEREIRA, Maurício Gomes Grupo Gen ePub Criptografado

Capítulo 8

TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA E EPIDEMIOLÓGICA

I. Dinâmica populacional

A. Recenseamentos demográficos

B. Precisão e uso das estatísticas de população

C. Projeções para o futuro

D. População mundial

II. Teoria da transição demográfica

A. Considerações gerais

B. Fases da transição demográfica

C. Inter-relações entre transição demográfica e estrutura, por idade e sexo, da população

D. Teorias alternativas ou complementares

E. Síntese sobre a transição demográfica

III. Teoria da transição epidemiológica

A. Considerações gerais

B. Algumas situações a destacar

C. Síntese sobre a transição epidemiológica

IV. Situação da saúde no mundo atual

A. Classificação dos países

B. Situação de saúde, por categoria de país

C. Fatores responsabilizados pela melhoria da situação de saúde

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Medium 9788527703567

10 Variáveis Relativas ao Lugar

PEREIRA, Maurício Gomes Grupo Gen ePub Criptografado

Capítulo 10

VARIÁVEIS RELATIVAS AO LUGAR

  I. Considerações gerais

A. Usos

B. Fontes de dados e unidades de observação

C. Técnicas cartográficas

D. Sistemas de informação geográfica

 II. Principais tipos de comparação geográfica

A. Comparações internacionais

B. Comparações nacionais

C. Comparações de áreas urbanas e rurais

D. Comparações locais

III. Mobilidade da população e saúde

A. Mobilidade da população e saúde no Brasil

B. Tipologia e determinantes das migrações

C. Urbanização

D. Migração estacional

E. Migração internacional

F. Focos naturais de infecção

G. Disseminação das doenças

IV. Interpretação de variações geográficas

A. Conduta na interpretação dos resultados

B. Estudo especial de migrantes

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Medium 9788527703567

11 Variáveis Relativas ao Tempo

PEREIRA, Maurício Gomes Grupo Gen ePub Criptografado

Capítulo 11

VARIÁVEIS RELATIVAS AO TEMPO

   I. Séries temporais

A. Fontes de dados e unidades de tempo

B. Usos

C. Componentes de uma série temporal

 II. Tendência geral (histórica ou secular)

A. Considerações gerais

B. Análise da tendência geral

III. Variações cíclicas

A. Considerações gerais

B. Análise das variações cíclicas

IV. Variações sazonais (ou estacionais)

A. Considerações gerais

B. Análise das variações sazonais

  V. Variações irregulares

A. Considerações gerais

B. Análise das variações irregulares

C. Tipos de epidemia

D. Epidemias e período de incubação das doenças

E. Epidemias e tamanho da população

F. Conglomerado de casos de doenças nãoinfecciosas

 VI. Interpretação de variações temporais

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12 Métodos Empregados em Epidemiologia

PEREIRA, Maurício Gomes Grupo Gen ePub Criptografado

Capítulo 12

MÉTODOS EMPREGADOS EM EPIDEMIOLOGIA

   I. Três enfoques para pesquisar um tema

1. Estudo de casos

2. Investigação experimental de laboratório

3. Pesquisa populacional

 II. Critérios para a classificação dos métodos empregados em epidemiologia

III. Estudos descritivos

IV. Estudos analíticos

A. Síntese dos principais tipos de estudo analítico

1. Estudo experimental, do tipo “ensaio clínico randomizado”

2. Estudo de coorte

3. Estudo de caso-controle

4. Estudo transversal

B. Lógica da análise de dados em estudos analíticos

   V. Estudos ecológicos

  VI. Classificação prática de tipos de estudo

 VII. A diversificada terminologia concernente aos métodos

VIII. Comentário final

Questionário

Exercícios

Referências bibliográficas

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