Artmed (630)
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Capítulo 6. Desenvolvimento do exercício corretivo e o paradigma de movimento

Evan Osar Artmed PDF Criptografado

Capítulo 6

Desenvolvimento do exercício corretivo e o paradigma de movimento

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Identificar e compreender os componentes funcionais do exercício corretivo e o paradigma do movimento

Identificar as regiões-chave necessárias para a melhora da função

Desenvolver as estratégias específicas para os exercícios corretivos e padrões de movimento fundamentais

EXERCÍCIO CORRETIVO

A solução para melhorar o padrão de movimento é estabelecer o alinhamento ideal, ativar as conexões miofasciais apropriadas e manter o centramento articular durante os padrões de movimento funcionais.

Esses fatores permitem relações de comprimento-tensão ideais entre os sinergistas miofasciais, permitindo a perpetuação de padrões de movimento eficientes enquanto reduz o estresse sobre as estruturas articulares. Lembre-se que as causas mais comuns de dor musculoesquelética são padrões de movimento habituais e os clientes e pacientes não necessariamente entendem o que constitui o movimento correto.

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Medium 9788582713877

Capítulo 8. Padrões-chave e progressões de movimento para o complexo do ombro e extremidade superior

Evan Osar Artmed PDF Criptografado

Capítulo 8

Padrões-chave e progressões de movimento para o complexo do ombro e extremidade superior

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Identificar os padrões-chave do complexo do ombro e extremidade superior

Desenvolver as estratégias específicas para progressão dos padrões de movimento fundamentais do complexo do ombro e extremidade superior

MECÂNICA ESCAPULAR

DURANTE O EXERCÍCIO FUNCIONAL

Existem muitas opiniões e recomendações dos especialistas em força, condicionamento e reabilitação sobre a mecânica escapular ideal durante os movimentos funcionais. Muitos desses conceitos são baseados nos movimentos de depressão e retração escapular para melhorar a estabilização. Infelizmente, estas dicas instrucionais frequentemente se somam à disfunção do ombro em vez de ajudar, à medida que elas não melhoram as causas mais comuns de discinesia escapular – principalmente a estabilização e a rotação superior.

É descrita abaixo a mecânica escapular ideal durante o exercício funcional em relação aos padrões de movimentos funcionais verticais e horizontais comuns. Independentemente do padrão realizado, a escápula deve permanecer em contato (nivelada) com o tórax durante todo o exercício.

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Índice

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Índice

A

Abdução, 56

Abdução do ombro, 119

Abdução do quadril, 119

Acima da cabeça, mecânica, 65

agachamento, 265

alcance, 252

Aderência do ombro, 40

Aderência do tronco, 40

estabilidade, 224

Aderência dos dedos do pé, 40

Adução, 56

Adutores, 86, 88

Agachamento com bola, 261

Agachamento profundo, 283-284

Agachamento unilateral, 266

Agachamento unilateral, 267

Agachamento, 32, 89, 93, 95, 104, 131-132,

241-242, 254, 259

Agonistas, xviii, 62, 99, 293-298

Ajuste patelar, 78

Alada, escápula, 57-58

Alargamento do gradil costal, 159

Alcance unilateral, 251

Alinhamento ideal, 145

Alongamento, 141

Amortização, xiv

Amplificador hidráulico, 150

Amplitude de movimento do tornozelo, 113

Amplitude de movimento interna, 112

Anatomia funcional, viii

Ângulo da base sacral, 76

Ângulo de torção femoral, 78

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Medium 9788582713877

Capítulo 5. Avaliação

Evan Osar Artmed PDF Criptografado

Capítulo 5

Avaliação

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Identificar e compreender os componentes funcionais da avaliação do ombro e quadril

Identificar as regiões principais de disfunção dentro dos complexos do ombro e quadril

Identificar os condutores principais de disfunção do ombro e quadril

“As pessoas só veem o que estão preparadas para ver.” (Ralph Waldo Emerson)

A avaliação adequada é importante antes de trabalhar com um indivíduo, independentemente de seu treinamento prévio ou objetivos funcionais atuais. A avaliação irá conduzir a estratégia de exercício corretivo que o treinador ou terapeuta irá utilizar e irá permitir que se determine quando o indivíduo pode progredir apropriadamente. Além disso, a avaliação irá ditar o exercício domiciliar do cliente, e a educação apropriada no processo de avaliação irá ajudar o treinador ou terapeuta a educar o paciente em autopercepção e feedback. Em outras palavras, se o cliente não retornar à terapia ou ao treinamento por um tempo, por razões financeiras, geográficas, plano de saúde, ou outras razões, a autoavaliação pode ajudar o indivíduo a monitorar seu próprio progresso, independente do terapeuta ou treinador.

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Medium 9788582713877

Introdução

Evan Osar Artmed PDF Criptografado

Introdução

Este livro não foi escrito para fazer você concordar com os conceitos nele contidos. Ele não foi escrito para dizer que este é o modo de se fazer as coisas. Com mais certeza aind a, ele não foi escrito para dizer que assim é como as coisas sempre serão. Ele também não tem a pretensão de afirmar que esta abordagem funciona 100% do tempo para 100% das pessoas com as quais você irá interagir em sua profissão. Este livro foi escrito com um único propósito: fazer você pensar. Se a leitura deste livro lhe fizer parar e pensar, se levantar questões ou se desafiar o seu processo de pensamento, então eu fiz o meu trabalho bem feito.

Com a abundância de recursos disponíveis para o profissional do fitness e da saúde, o que torna este livro tão diferente dos outros de mesmo assunto? Esta citação simples, porém profunda, feita por James

­Dyson, (fundador da Dyson, fabricante de aparelhos a vácuo), resume bem – “Nós consertamos os problemas óbvios que os outros parecem ignorar”. Essa maravilhosa afirmação ressoa porque, enquanto especialista do movimento, estou constantemente trabalhando para encontrar a melhor solução para as disfunções do movimento – seja de meus clientes, pacientes ou alunos em treinamento, abordando as falhas de movimento óbvias que outros profissionais ignoraram.

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Editora Manole (3736)
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Medium 9788520434628

Hiperlipidemia

Larry P. Tilley, Francis W. K. Smith Junior Editora Manole PDF Criptografado

654

Consulta Veterinária em 5 Minutos

Hiperlipidemia

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÕES

• Concentração sanguínea elevada de lipídios de paciente em jejum (há mais de 12 h); inclui tanto a hipercolesterolemia como a hipertrigliceridemia.

• Lipêmica — soro ou plasma separado do sangue que contenha uma concentração excessiva de triglicerídios (>200 mg/dL).

• Lactescência — aspecto leitoso opaco do soro ou plasma que contenha uma concentração ainda maior de triglicerídios (>1.000 mg/dL) do que o soro lipêmico.

H

FISIOPATOLOGIA

Hiperlipidemia Primária

• Hiperlipidemia (idiopática) primária — defeito no metabolismo de lipídios que causa hipertrigliceridemia com ou sem hiperquilomicronemia; provavelmente hereditária em cães da raça Schnauzer miniatura, embora o defeito genético ainda deva ser determinado.

• Hiperquilomicronemia em gatos — defeito familiar autossômico recessivo na atividade da lipase lipoproteica.

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Medium 9788520434628

Capilaríase (Pearsonema)

Larry P. Tilley, Francis W. K. Smith Junior Editora Manole PDF Criptografado

170

Consulta Veterinária em 5 Minutos

Capilaríase (Pearsonema)

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

C

REVISÃO

• Pearsonema e Capillaria são nomes empregados de forma intercambiável e parecem ser idênticos em termos de taxonomia e comportamento biológico.

• Pearsonema (Capillaria) plica são parasitas pequenos, amarelos e filiformes que invadem a mucosa ou a submucosa da bexiga urinária e, raramente, da pelve renal e do ureter, provocando uma resposta inflamatória leve.

• A P. plica em cães e gatos e a P. feliscati em gatos raramente se associam a sinais de doença do trato urinário inferior.

• A P. plica elimina ovos bioperculados na urina.

Após a ingestão de ovos embrionados por minhocas, o parasita evolui para o estágio infectante. A ingestão de minhocas infectadas resulta na infecção patente dos cães em 58-88 dias.

Alguns pesquisadores forneceram provas de um ciclo biológico direto.

• O ciclo vital da P. feliscati é pouco compreendido.

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Medium 9788520434628

Abdome Agudo

Larry P. Tilley, Francis W. K. Smith Junior Editora Manole PDF Criptografado

2

A

Consulta Veterinária em 5 Minutos

Abdome Agudo

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÃO

Um quadro emergencial caracterizado pelo encontro de um abdome tenso e dolorido na anamnese e no exame físico. O abdome agudo pode representar um quadro com risco de vida.

FISIOPATOLOGIA

• Um paciente com abdome agudo apresenta dor associada à distensão de órgão, inflamação, tração exercida no mesentério ou no peritônio ou isquemia.

• Como as vísceras abdominais são esparsamente inervadas, muitas vezes é necessário o envolvimento visceral difuso para a indução da dor; também existem terminações nervosas nas camadas submucosa e muscular da parede intestinal.

• Qualquer processo que provoque distensão líquida ou gasosa (i. e., obstrução intestinal, dilatação-vólvulo gástricos e íleo paralítico) pode causar dor.

• A inflamação gera dor abdominal pela liberação de substâncias vasoativas, que estimulam as terminações nervosas por via direta.

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Medium 9788520434628

Hipoxemia

Larry P. Tilley, Francis W. K. Smith Junior Editora Manole PDF Criptografado

714

Consulta Veterinária em 5 Minutos

Hipoxemia

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÃO

• Queda na PaO2, resultando em dessaturação acentuada da hemoglobina.

• A PaO2 ao nível do mar varia de 80 a 100 mmHg.

FISIOPATOLOGIA

Há seis causas fisiológicas — (1) PIO2 baixa; (2) hipoventilação (aumento na PaCO2); (3) desequilíbrio entre ventilação-perfusão alveolar, de modo que as áreas do pulmão não ventiladas de forma conveniente também não são perfundidas adequadamente; (4) defeito de difusão através da membrana alveolocapilar; (5) desvio cardíaco da direita para a esquerda ou pulmonar; (6) baixo débito cardíaco.

H

SISTEMA(S) ACOMETIDO(S)

• Todos os órgãos — o oxigênio é essencial para a função celular normal; a necessidade individual de oxigênio para os tecidos varia de acordo com o

órgão.

• Cardiovascular — a hipoxemia pode resultar em isquemia focal ou global; se prolongada, podem se desenvolver arritmias e insuficiência cardíaca.

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Medium 9788520434628

Fratura Dentária

Larry P. Tilley, Francis W. K. Smith Junior Editora Manole PDF Criptografado

560

Consulta Veterinária em 5 Minutos

Fratura Dentária

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÃO

• As lesões traumáticas dos dentes podem envolver fraturas do esmalte, da dentina, do cemento ou danos ao periodonto.

• Pode envolver a coroa e a raiz do dente acometido.

• As fraturas serão classificadas como não complicadas (simples) se não envolverem a exposição da polpa, e complicadas se a polpa for exposta pela linha de fratura.

F

FISIOPATOLOGIA

• A polpa exposta não tratada invariavelmente leva

à pulpite e, por fim, à necrose pulpar e ao comprometimento periapical.

• A pulpite e a necrose pulpar também poderão ocorrer em casos de fraturas não complicadas, particularmente se a linha de fratura estiver próxima à câmara pulpar, o que expõe um grande número de túbulos dentinários calibrosos e permite a comunicação entre a polpa e o ambiente externo.

SISTEMA(S) ACOMETIDO(S)

• Gastrintestinal — cavidade bucal.

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Editora Saraiva (44)
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Medium 9788536514727

8 - Auditoria

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Auditoria

8

Para começar

Neste capítulo serão definidos auditoria e seus diferentes tipos. Veremos também as características para ser um auditor e conheceremos as diretrizes para auditoria de sistema de gestão, a ISO 19011.

As organizações que buscam a implantação dos sistemas de gestão, seja ela da qualidade ISO

9001, meio ambiente ISO 14001, OHSAS 18001, NBR 16001 ou ISO 22000, todas necessitam, dentro do ciclo PDCA, da fase de “Checar”. É nesse momento que entram as auditorias, uma ferramenta de verificação do cumprimento da primeira fase da implantação de um sistema de gestão, o planejamento. As auditorias são, acima de tudo, importantes aliadas na verificação dos sistemas de gestão implementados.

A auditoria está relacionada à necessidade de confirmação da realidade financeiro-econômica de uma organização. Um dos primeiros cargos criados de auditoria foi na Inglaterra, em 1314

(PINHO, 2007).

A auditoria teve seu grande passo em 1929: com a crise econômica americana, foi criado o

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Medium 9788536514727

7 - Responsabilidade Social

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Responsabilidade

Social

7

Para começar

Neste capítulo você conhecerá os indicadores e selos de responsabilidade social, como o selo

Abrinq. Também aprenderá sobre as normas para certificação em responsabilidade social, a SA 8000 e a

NBR 16001, assim como a ISO 26000.

Há muito se achava que empresa com responsabilidade social era aquela que fazia doações a entidades sociais. Essa relação porém não é verdadeira, uma vez que na prática a responsabilidade social das empresas vai desde o cumprimentos das legislações vigentes a ações que contribuam para a qualidade de vida dos colaboradores e seus familiares, a preservação do meio ambiente e uma efetiva participação em ações na comunidade em que a empresa está inserida.

Portanto, a relação da empresa com a responsabilidade social pode ser medida por meio de indicadores, sendo as empresas reconhecidas de acordo com suas iniciativas e mesmo certificadas através de um sistema de gestão em responsabilidade social. Então vamos conhecer na prática o que

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Medium 9788536514727

9 - Sistema de Acreditação em Serviços de Saúde

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistema de

Acreditação em

Serviços de Saúde

9

Para começar

Neste capítulo trataremos sobre a definição e os níveis de acreditação existentes nos serviços de saúde. Você conhecerá o Manual Brasileiro de Acreditação e também a respeito da Organização

Na­cional de Acreditação – ONA.

Assim como toda empresa busca certificar seus produtos e serviços através de normas inter­ nacionais como ISO 9001 – Sistema de Gestão da Qualidade, as instituições de saúde, que também são empresas, buscam certificações da qualidade dos serviços prestados. Essas certificações de qua­­ lidade para esse segmento, porém, diferem da ISO 9001: são acreditações que uma instituição de saúde recebe quando passa por auditorias de certificação e demonstra sua qualidade através dos níveis de acreditação.

Os hospitais buscam ainda o conceito de sustentabilidade hospitalar, pois também são empresas que consomem muito dos recursos naturais, como água e energia, em vários processos de assistência ao paciente. São responsáveis por produzir impactos ambientais com os resíduos de serviços de saúde, que, diferentemente dos resíduos industriais, são infectantes por possuírem microrganismos que podem levar contaminação ao solo, à água e a toda a comunidade. Então vamos conhecer esse sistema de acreditação exclusiva para instituições de saúde e saber como os hospitais vêm contribuindo para a sustentabilidade hospitalar.

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Medium 9788536514727

5 - Sistema de Gestão Integrada

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistema de

Gestão Integrada

5

Para começar

Neste capitulo, aprenderá sobre as vantagens da implantação do sistema de gestão integrada, assim como o tipo de implantação de SGI existente. Conhecerá também algumas empresas que aplicaram a SGI.

As organizações têm atentado de forma mais concreta para os aspectos que envolvem a satisfação dos clientes internos e externos, a qualidade dos produtos materiais ou serviços, a proteção do meio ambiente e os aspectos sociais, inclusive os que abrangem a saúde e segurança de seus colaboradores.

A realidade presente e, com certeza, futura é de crescente e irreversível conscientização da sociedade e aumento das exigências em relação às questões ambientais. As questões referentes à segurança e saúde do trabalho também têm sido objeto de discussão, assegurando a não admissibilidade da existência de ambientes laborais insalubres e processos produtivos que causem doenças ocupacionais, muitas vezes irreversíveis, ou acidentes que possam gerar lesões que causem incapacidade permanente ou a morte do trabalhador.

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Medium 9788536514727

4 - Sistema de Gestão em Saúde e Segurança do Trabalho

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistema de

Gestão em Saúde e Segurança do

Trabalho

4

Para começar

Este capítulo discorrerá sobre o sistema de gestão em saúde e segurança ocupacional conforme a

OHSAS 18001 e a metodologia de implantação do sistema utilizando o método PDCA. Abordará também algumas ferramentas para identificação e avaliação dos riscos.

Os diretores e líderes das organizações estão cada vez mais conscientes da importância de implantar sistema de gestão em saúde e segurança ocupacional, pois a organização que não implantar um sistema desse tipo conviverá com níveis elevados de vulnerabilidade e a possibilidade de ocorrência de acidentes e incidentes no trabalho.

Segundo o Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho no Brasil, em 2012 foram registrados

705.239 acidentes de trabalho envolvendo os três tipos de acidente: trajeto, típico e doenças ocupacionais, o número de trabalhadores mortos em 2012 foi de 2.731, e 14.755 trabalhadores ficaram permanentemente incapacitados. Entre os setores de atividade econômica que registraram mais acidentes estão de Comércio e Reparação de Veículos Automotores, com 95.659 acidentes; em segundo estão setor de Saúde e Serviços Sociais, com 66.302 acidentes, e o terceiro maior índice de registros de acidentes é o do setor da Construção Civil, que apresentou aumento, passando de 60.415 em 2011 para 62.874 em 2012 (BRASIL, 2012).

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Gbk (13)
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Medium 9788527718295

Parte 6 TÉCNICAS, ESTRATÉGIAS E TECNOLOGIAS PARA EDUCAÇÃO NUTRICIONAL

Rosa Wanda Diez-Garcia, Ana Maria Cervato-Mancuso GBK PDF Criptografado

TÉCNICAS, ESTRATÉGIAS E

TECNOLOGIAS PARA EDUCAÇÃO

NUTRICIONAL

Editoração Eletrônica – Diagrama Ação (21) 3852-8419

GARCIA-p06-001

pág. 325

23.11.10 19:28:32

Editoração Eletrônica – Diagrama Ação (21) 3852-8419

GARCIA-p06-001

pág. 326

23.11.10 19:28:32

Capítulo

1

Oficinas Culinárias na Promoção da Saúde

Sheila Rotenberg

Suzete Marcolan

Elda Lima Tavares

Inês Rugani Ribeiro de Castro

“Elegeu-se a culinária por ser um eixo estruturante da educação alimentar e nutricional uma vez que, por meio da culinária, é possível proporcionar uma experiência de vivência e reflexão sobre as relações entre alimentação, cultura e saúde com o foco na comida e em tudo o que ela significa, em vez de valorizar as características nutricionais de cada alimento” (Castro et al., 2007).

A promoção da alimentação saudável vem ganhando destaque em diversas políticas públicas desenhadas na última década (Está contida, por exemplo, na Política Nacional de Alimentação e Nutrição

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Medium 9788527718295

Parte 5 RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE PROGRAMAS DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO NUTRICIONAL

Rosa Wanda Diez-Garcia, Ana Maria Cervato-Mancuso GBK PDF Criptografado

RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE

PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO

NUTRICIONAL

Editoração Eletrônica – Diagrama Ação (21) 3852-8419

GARCIA-p05-001

pág. 229

23.11.10 14:36:20

Editoração Eletrônica – Diagrama Ação (21) 3852-8419

GARCIA-p05-001

pág. 230

23.11.10 14:36:20

Capítulo

1

Formação de Multiplicadores para a Promoção da Alimentação Saudável: Projeto Culinária,

Saúde e Prazer

Inês Rugani Ribeiro de Castro

Thais Salema Nogueira de Souza

A promoção de práticas alimentares saudáveis é, atualmente, uma prioridade na agenda das políticas públicas de saúde, alimentação e nutrição do país (Brasil, 1999, 2006a, 2006b, 2007). Porém, observa-se que, em geral, os documentos oficiais que tratam do tema não oferecem referenciais teóricos sobre as abordagens educacionais, nem tampouco indicam diretrizes para a prática. Como resultado, as ações de promoção da alimentação saudável têm sido marcadas pela ausência de ações inovadoras e pela reprodução de estratégias pouco eficazes que, muitas vezes, têm como foco central a difusão de informação sobre os benefícios de determinados alimentos e nutrientes e os malefícios de outros (Garcia, 1997; Garcia, 2000; Santos, 2005).

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Medium 9788527718295

Parte 4 ASPECTOS TEÓRICO-PRÁTICOS DA INTERVENÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL

Rosa Wanda Diez-Garcia, Ana Maria Cervato-Mancuso GBK PDF Criptografado

ASPECTOS TEÓRICO-PRÁTICOS

DA INTERVENÇÃO ALIMENTAR

E NUTRICIONAL

Editoração Eletrônica – Diagrama Ação (21) 3852-8419

GARCIA-p04-001

pág. 137

23.11.10 13:27:42

Editoração Eletrônica – Diagrama Ação (21) 3852-8419

GARCIA-p04-001

pág. 138

23.11.10 13:27:42

Capítulo

1

Comunicação e Encontro de Lógicas no Campo da Saúde e da Doença: Contribuição para uma

Nova Diagnose

Fernando Lefevre

Ana Maria Cavalcanti Lefevre

Isabel Maria Teixeira Bicudo Pereira

Rachelle Balbinot

PLANO SIMBÓLICO DAS SOCIEDADES E DIAGNOSE NO CAMPO

DA SAÚDE E DA DOENÇA

A sociedade (toda sociedade) é constituída por um plano simbólico que pode ser configurado como um sistema de crenças ou representações compartilhadas1 que permitem a comunicação ou a troca de sentidos entre seus membros, conferindo-lhe coesão.

A comunicação como sustentáculo das formações sociais pressupõe, portanto, dois tipos de códigos compartilhados: um código linguístico e, a partir dele, um código ideológico, que é o sistema compartilhado de crenças aludido anteriormente.

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Medium 9788527718295

Parte 2 EDUCAÇÃO NUTRICIONAL: POLÍTICAS E PROGRAMAS

Rosa Wanda Diez-Garcia, Ana Maria Cervato-Mancuso GBK PDF Criptografado

EDUCAÇÃO NUTRICIONAL:

POLÍTICAS E PROGRAMAS

Editoração Eletrônica – Diagrama Ação (21) 3852-8419

GARCIA-p02-001

pág. 85

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Editoração Eletrônica – Diagrama Ação (21) 3852-8419

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Capítulo

Políticas Públicas como Norteadoras das Ações em Nutrição

1

Ana Beatriz Pinto de Almeida Vasconcellos

POR QUE OS GUIAS ALIMENTARES SERVEM PARA ORIENTAR PROGRAMAS

E AÇÕES EDUCATIVAS DESCENTRALIZADOS?

A saúde é reconhecida como um direito humano fundamental e essencial para o desenvolvimento social e econômico. A alimentação e nutrição são requisitos básicos para a promoção e proteção à saúde das pessoas e para a segurança alimentar e nutricional dos países. O Estado brasileiro, ao optar por um modelo de segurança alimentar e nutricional, incluiu a alimentação adequada como direito humano fundamental e indispensável à realização dos direitos consagrados na Constituição Federal, estabelecendo como uma de suas diretrizes a promoção da intersetorialidade das ações e políticas públicas (Brasil, 2006).

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Medium 9788527718295

Parte 1 FUNDAMENTOS TEÓRICOS

Rosa Wanda Diez-Garcia, Ana Maria Cervato-Mancuso GBK PDF Criptografado

FUNDAMENTOS TEÓRICOS

Editoração Eletrônica – Diagrama Ação (21) 3852-8419

GARCIA-p01-001

pág. 1

22.11.10 18:30:58

Editoração Eletrônica – Diagrama Ação (21) 3852-8419

GARCIA-p01-001

pág. 2

22.11.10 18:30:59

Capítulo

1

Mudanças Alimentares:

Implicações Práticas, Teóricas e Metodológicas

Rosa Wanda Diez-Garcia

A proposta deste texto é focalizar as mudanças alimentares como objeto de estudo em si, buscando propor elementos para se considerar implicações teórico-metodológicas envolvidas na análise do tema, para compreensão dos mecanismos de mudanças alimentares em suas diversas expressões e para subsidiar intervenções na área.

Mudar o foco do que originariamente seria uma discussão localizada apenas na área educação nutricional é um desafio porque remete à limitação do conhecimento produzido por essa disciplina, para explicar suficientemente o processo de mudança alimentar, tarefa essencial para uma intervenção.

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Grupo A (8425)
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Medium 9788582712696

Capítulo 1. Epidemiologia do transtorno bipolar

Flávio Kapczinski, João Quevedo Grupo A PDF Criptografado

1

Epidemiologia do transtorno bipolar

Pedro Vieira da Silva Magalhães

Marta Haas Costa

Ricardo Tavares Pinheiro

INTRODUÇÃO

A epidemiologia psiquiátrica já foi comparada a um campo minado, talvez por sua história repleta de falhas de replicação.1

Muitas dessas falhas se devem a desenhos de pesquisa inadequados, executados sem um pensamento epidemiológico cuidadoso.

Evidências epidemiológicas devem fornecer uma medida de magnitude da doença, sua distribuição na população e uma composição de distintos fatores de risco associados.

Tais evidências podem ser utilizadas para associar a patologia aos fatores genéticos, psicológicos, sociais e ambientais. O diagnóstico das taxas de risco em determinada população é um dos principais objetivos de estudos epidemiológicos,2 e essa investigação deve ser necessariamente baseada em amostras populacionais, a fim de minimizar os vieses que estão presentes quando se estudam apenas aqueles casos que buscaram tratamento.3

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Medium 9788582712696

Capítulo 12. Profilaxia/manutenção no transtorno bipolar

Flávio Kapczinski, João Quevedo Grupo A PDF Criptografado

12

Profilaxia/manutenção no transtorno bipolar

Wagner de Sousa Gurgel

Fabio Gomes de Matos e Souza

INTRODUÇÃO

O transtorno bipolar (TB) é uma síndrome médica crônica heterogênea em fenomenologia, fisiopatologia e tratamento, com grande morbidade e mortalidade. O curso longitudinal da doença é frequentemente caracterizado por não recuperação, sintomas subsindrômicos, déficits cognitivos e incapacitação no funcionamento social. O risco de morte prematura por causas não naturais (suicídio) e naturais (doenças cardiovasculares) é bem maior do que na população em geral.1

O principal erro no tratamento do TB

é considerá-lo como um transtorno caracterizado por crises isoladas de mania, de depressão ou mistas, e não como um transtorno crônico com diferentes proporções dos referidos episódios. O enfoque central não deve ser apenas remitir essas crises, mas, sim, impedir que elas venham a ocor-

rer. A recorrência, portanto, é a regra, não a exceção. Segundo o Systematic Treatment

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Medium 9788582715864

10 – Psicofarmacologia

João Quevedo, Ivan Izquierdo Grupo A ePub Criptografado

C A P Í T U L O  [ 10 ]

TIAGO C. RAMACCIOTTI

RICARDO HENRIQUE-ARAÚJO

EDUARDO PONDÉ DE SENA

A psicofarmacologia é um vasto campo da farmacologia, compreendendo desde o desenvolvimento dos agentes terapêuticos, passando por diversas etapas pré-clínicas e clínicas, até o uso do medicamento para fins terapêuticos. Para todo médico interessado em prescrição medicamentosa, convém entender questões relacionadas a farmacocinética e farmacodinâmica. Ademais, eficácia e segurança são importantes aspectos a serem observados na psicofarmacoterapia.

Os psicofármacos têm ação terapêutica ao promoverem eventos relacionados à neurotransmissão central. Há mais de século, a ciência se debate sobre a natureza do sistema nervoso central (SNC). Camilo Golgi defendia que os neurônios estavam conectados em uma “rede nervosa”, enquanto Ramon y Cajal acreditava que os neurônios estavam separados por pequenos espaços chamados de sinapses.1 Ramon y Cajal, como averiguado mais tarde, estava correto. Posteriormente, observou-se que os neurônios se comunicavam por meio da liberação de substâncias químicas (os neurotransmissores) ou mesmo mediante sinapses elétricas. Sabe-se que a neurotransmissão química é muito mais comum do que a neurotransmissão elétrica. Dessa forma, os neurotransmissores precisam ser produzidos e liberados para atuação em receptores específicos.1

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Medium 9788582715864

1 – Neuroanatomia funcional e comportamental

João Quevedo, Ivan Izquierdo Grupo A ePub Criptografado

C A P Í T U L O  [ 1 ]

ANDREA PAROLIN JACKOWSKI

ANDRÉ ZUGMAN

O sistema nervoso é um sistema complexo que define uma série de aspectos relacionados à interação dos indivíduos com o mundo. Ele pode ser dividido de diversas formas, que variam de acordo com vários critérios de classificação, sendo os principais:

1. Critérios anatômicos. Sistema nervoso central (SNC – encéfalo e medula espinal) e sistema nervoso periférico (nervos, gânglios e terminações nervosas).

2. Critérios embriológicos. Prosencéfalo (telencéfalo e diencéfalo – cérebro), mesencéfalo e rombencéfalo (metencéfalo – cerebelo e ponte – e mielencéfalo – bulbo).

3. Segmentação ou metameria. Sistema nervoso somático (aferente e eferente) e sistema nervoso visceral (sistema nervoso autônomo: simpático e parassimpático).

4. Comportamental. O cérebro humano pode ser dividido em quatro componentes principais: córtex sensitivo primário, córtex motor primário, córtex associativo e sistema límbico.

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Medium 9788582715864

4 – Mecanismos imunológicos que modulam o sistema nervoso central

João Quevedo, Ivan Izquierdo Grupo A ePub Criptografado

C A P Í T U L O  [ 4 ]

MOISÉS EVANDRO BAUER

NATALIA PESSOA ROCHA

ANTONIO LUCIO TEIXEIRA

Este capítulo apresenta uma visão geral dos mecanismos imunológicos que afetam o funcionamento do sistema nervoso central (SNC) na saúde e na doença. Discutiremos as principais vias de comunicação bidirecional entre esses sistemas, em especial as vias humoral, neural e celular (leucócitos). Por exemplo, o aumento das citocinas pró-inflamatórias no soro pode afetar a cognição e induzir sintomas comportamentais depressivos (“comportamento de doente”). O fenótipo de micróglia ativada, um tipo de célula fagocitária de origem mieloide, foi associado à neuroinflamação descrita em vários transtornos psiquiátricos. Este capítulo também discute a respeito de novos papéis fisiológicos da modulação direta da imunidade adaptativa no SNC, bem como que os linfócitos T modulam a neurogênese hipocampal, a cognição, o humor, a resiliência ao estresse e, outrossim, são protetores para o desenvolvimento de transtornos psiquiátricos.

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