Artmed (587)
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Medium 9788582713877

Agradecimentos

Evan Osar Artmed PDF Criptografado

Agradecimentos

Qualquer pessoa que tenha se dedicado a escrever um livro ou a realizar qualquer atividade que leve alguns intensos meses de esforço dedicado entende os desafios, a ginástica mental, as frustrações e as euforias que fazem parte da inevitável jornada em direção à conclusão da tarefa. Também entende as pessoas especiais por trás dos bastidores, que com frequência permanecem anônimas, ainda que sejam fundamentais para a conclusão bem-sucedida da tarefa.

Primeiramente, agradeço a Jonathan Hutchings e Lotus Publishing por terem me dado a oportunidade e a liberdade criativa para produzir algo que, espero, beneficie o esforço. Um autor não poderia ter um profissional ou uma editora mais conveniente do que eles para trabalhar.

Um agradecimento especial também à minha amiga e colega Laree Draper: reconheço todo o apoio dela e de seu marido, Dave.

Ao grande número de mentores e gigantes do esforço que me ensinaram, inspiraram e motivaram a continuar a aprender e crescer, sou eternamente grato. Embora sejam muitos para mencionar, vários se destacam pelo papel particular que desempenharam em minha evolução enquanto especialista do movimento.

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Medium 9788580555585

Apêndice 1. Reações alérgicas e pseudoalérgicas e fármacos

Barbara G. Wells, Joseph T. DiPiro, Terry L. Schwinghammer, Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

APÊNDICE

Apêndices

Editados por Barbara G. Wells

1

QUADRO a1-1

Reações alérgicas e pseudoalérgicas a fármacos

Classificação das reações alérgicas a fármacos

Tipo

Descrição

Características

I

Anafilática (mediada por IgE)

O alérgeno liga-se à IgE nos Dentro de 30 min Reação imediata basófilos ou mastócitos, a < 2 horas

à penicilina resultando na liberação

Hemoderivados de mediadores

Hormônios inflamatórios. polipeptídicos

Vacinas

Dextrana

Início típico

II

Citotóxica

Ocorre destruição celular,

Geralmente devido ao antígeno

> 72 h a várias associado à célula que semanas inicia a citólise por meio de anticorpo antígeno específico (IgG ou IgM).

Com mais frequência, envolve os elementos do sangue.

Penicilina, quinidina, heparina, fenilbutazona, tiouracilas, sulfonamidas, metildopa

III

Por imunocomplexos

Os complexos antígeno-anticorpo formam-se e depositam-se nas paredes dos vasos sanguíneos, ativando o complemento.

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Medium 9788580555585

Apêndice 2. Geriatria

Barbara G. Wells, Joseph T. DiPiro, Terry L. Schwinghammer, Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

APÊNDICE

2

QUADRO a2-1

Geriatria

Alterações fisiológicas com o envelhecimento

Sistema orgânico

Manifestação

Equilíbrio e marcha

↓ Comprimento da passada e marcha mais lenta

↓ Balanço dos braços

↑ Balanço do corpo quando na posição ereta

Composição corporal

↓ Água corporal total

↓ Massa corporal sem gordura

↑ Gordura corporal

Albumina sérica ↔ ou ↓

↑ Glicoproteína ácida α1 (↔ ou ↑ devido a vários estados patológicos)

Cardiovascular

↓ Resposta cardiovascular ao estresse

↓ Atividade dos barorreceptores resultando em ↑ hipotensão ortostática

↓ Débito cardíaco

↑ Resistência vascular sistêmica com perda da elasticidade arterial e disfunção dos sistemas que mantêm o tônus vascular

↓ Frequência cardíaca em repouso e máxima

Sistema nervoso central

↓ Tamanho do hipocampo e dos lobos frontal e temporal

↓ Número de receptores de todos os tipos e ↑ sensibilidade dos receptores remanescentes

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Medium 9788580555585

Apêndice 3. Distúrbios hematológicos induzidos por fármacos

Barbara G. Wells, Joseph T. DiPiro, Terry L. Schwinghammer, Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

QUADRO a3-1

Fármacos associados à anemia aplásica

Evidências de estudos observacionais

AINE

Carbamazepina

Fenitoína

Fenobarbital

Fenotiazinas

Furosemida

Mebendazol

Metimazol

Oxifembutazona

Penicilamina

Propiltiouracila

Sais de ouro

Sulfonamidas

Tiazidas

Tocainida

Evidências de relatos de casos (classificação de causalidade provável ou definida)

Acetazolamida

Ácido acetilsalicílico

Captopril

Cloranfenicol

Cloroquina

Clorotiazida

Clorpromazina

Dapsona

Felbamato

Interferon-α

Lisinopril

Lítio

Nizatidina

Pentoxifilina

Quinidina

Sulindaco

Ticlopidina

AINE, agentes anti-inflamatórios não esteroides.

882

3

APÊNDICE

Distúrbios hematológicos induzidos por fármacos

Distúrbios hematológicos induzidos por fármacos   |   APÊNDICE 3

QUADRO a3-2

Fármacos associados à agranulocitose

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Medium 9788580555585

Apêndice 4. Doença hpeáticas induzidas por fármacos

Barbara G. Wells, Joseph T. DiPiro, Terry L. Schwinghammer, Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

APÊNDICE

4

QUADRO a4-1

Doenças hepáticas induzidas por fármacos

Abordagem para a avaliação de suspeita de reação hepatotóxica

Pontos

–3

–1

0

+1

+2

+3

Qual é a relação temporal? (dias)

??

<5

> 90

5-90

A partir do término da terapia

A partir do início da terapia

> 30

??

< 30

Há evidências de uso concomitante de uma hepatotoxinaa?

Sim

Talvez

??

Não

Existe alguma causa alternativa, como hepatite viral?

Sim

Mais provavelmente

— sim

??

Mais provavelmente — não

Dermatológicos: exantema, eritema palmar, vasculite cutânea

Não

Sim (+1 para cada um deles)

Dermatológicos: nevos aracneiformes, unhas brancas (unhas de Terry)

Não

Sim (+1 para cada um deles)

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Editora Manole (1111)
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Medium 9788520430842

10. A dimensão temporal: a fase de entrada

THORNICROFT, Graham; TANSELLA, Michele Editora Manole PDF Criptografado

10 A dimensão temporal: a fase de entrada

Definindo a fase de entrada

As entradas são aqueles recursos introduzidos no sistema de saúde mental, e que devem ser distinguidos dos processos que ocorrem nesse sistema, que nós descreveremos no próximo capítulo. Essas entradas podem ser introduzidas no sistema de saúde mental nos três níveis geográficos e também podem ser descritas tanto como visíveis como invisíveis.

Entradas visíveis consistem principalmente em equipes e prédios. Em psiquiatria, comparada às outras especialidades médicas, o gasto com equipamento é relativamente pequeno, já que a maioria dos custos são destinados a cobrir gastos com a equipe, o que inclui salários dos enfermeiros, psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e outros profissionais.

Algumas vezes esquecidas, as entradas invisíveis são, por exemplo, as boas relações de trabalho. Essas são frequentemente ignoradas ou desvalorizadas, mesmo que elas possam aumentar ou inibir os efeitos das entradas visíveis. De fato, a influência de tais entradas invisíveis só se torna manifesta quando estas estão ausentes. Sem boas relações de trabalho, por exemplo, as referências de casos entre equipes podem ser bloqueadas ou atrasadas, reduzindo a qualidade do cuidado. Outras entradas invisíveis incluem a experiência e o conhecimento da equipe. Recentemente, essa característica tem sido cada vez mais reconhecida ao se avaliar a fidelidade ao tratamento, ou seja, o quanto as intervenções da equipe aderem aos padrões da base de evidências.

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Medium 9788520435854

10. Adesão ao exercício e medidas de segurança

TAYLOR, Albert W.; JOHNSON, Michel J. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 10

Adesão ao exercício e medidas de segurança

Conteúdo deste capítulo

Adesão ao exercício

Determinantes da participação em atividades físicas

Características e atributos pessoais

Fatores ambientais

Estratégias para aumentar a adesão

Segurança

Recomendações para programas de exercícios

Resumo

138

Fisiologia do exercício na terceira idade

“Uma atividade ou exercício é prescrito de acordo com o limite máximo previsto para a capacidade fisiológica do indivíduo, ainda que acima do limite mínimo da faixa de limiar terapêutico. Isso é garantido por meio da condução de um monitoramento apropriado. É essencial saber os sinais e sintomas de distress durante a prática do exercício, sendo necessário antecipá-los para cada indivíduo. É preciso ensinar o idoso o momento certo para realizar o automonitoramento.”

Dean (1994, p.88)

Neste capítulo, são discutidos a adesão ao exercício, os determinantes da participação em atividades físicas e os aspectos relativos à segurança dos idosos. Ainda, são descritos os problemas e necessidades específicas dos idosos em relação aos seus programas de exercício. Também são discutidas as estratégias destinadas a aumentar essa adesão, como a adoção de intensificadores de programa, modificação do comportamento e supervisão do comportamento.

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Medium 9788520441381

10. Apresentação dos resultados

CERVATO-MANCUSO, Ana Maria; FIORE, Elaine Gomes; REDOLFI, Solange Cavalcante da Silva Editora Manole PDF Criptografado

capítulo 10

Apresentação dos resultados

Objetivos

Ao término deste capítulo, você estará apto a:

• �Reconhecer a necessidade de apresentar os resultados da avaliação.

• �Identificar os métodos de comunicação adequados para apresentar as informações.

• �Compreender as possíveis implicações dos resultados de uma avaliação.

Síntese

A comunicação dos resultados da avaliação de um projeto deve ser realizada de forma clara e compreensível. Em especial, deve considerar as necessidades da comunidade onde o projeto foi realizado. A apresentação dos resultados da avaliação deve envolver todos os integrantes do projeto.

126

Apresentação dos resultados

O que pode ser mostrado nos resultados da avaliação?

• O que o projeto está tratando de fazer.

• O que realmente aconteceu e como foi realizado.

• As diferenças ou brechas entre os itens planejados e os resultados obtidos.

• As razões que explicam essas diferenças ou brechas.

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Medium 9788520436936

10. Atividade física e distúrbios posturais

GREGUOL, Márcia; COSTA, Roberto Fernandes da Editora Manole PDF Criptografado

10 capítulo

Atividade física e distúrbios posturais

Dr. Héldio Fortunato Gaspar de Freitas

Prof. Sérgio Rodrigues de Oliveira

Dr. Ricardo Moutte de Freitas

INTRODUÇÃO

Não se sabe ao certo a idade do homem sobre a Terra, porém sabe-se que os problemas posturais existem desde que o homem surgiu. Se a teoria da evolução do homem a partir dos quadrúpedes for verdadeira, passando pelos macacos, é possível notar que a coluna vertebral foi a estrutura mais sobrecarregada, e também pode-se dizer que, apesar de ela estar adaptada ao ortostatismo, do ponto de vista mecânico, o homem ainda é um quadrúpede metido a bípede. E é por esse motivo que os seres humanos não passam pela vida sem apresentarem ao menos um episódio doloroso com relação à postura.

Evolução

O feto ocupa um espaço exíguo no útero, com a coluna vertebral apresentando uma única curvatura de convexidade

328

Atividade Física Adaptada

posterior, ou seja, uma cifose. Após o nascimento e durante o primeiro ano de vida, com o desenvolvimento postural, por volta dos três meses, a criança começa a erguer a cabeça a partir do decúbito ventral, a seguir eleva o tronco com o apoio dos membros superiores; senta aos seis meses de idade; fica em quatro apoios aos nove meses, o que possibilita engatinhar; fica em posição ortostática e deambula com cerca 1 um ano de idade.

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Medium 9788520431825

10. Avaliação física em enfermagem das mamas e axilas

CHAVES, Loide Corina; POSSO, Maria Belén Salazar Editora Manole PDF Criptografado

Avaliação física em enfermagem das mamas e axilas

10

Maria Elisa R. G. Ramos

Sônia Angélica Gonçalves

Maria Belén Salazar Posso

Objetivos de aprendizagem

DDAssociar aspectos da anatomia e da fisiologia das mamas e axilas com as possíveis alterações.

DDRealizar o histórico de enfermagem: entrevista e avaliação física das mamas e axilas.

DDObter aptidão para observação, identificação e compreensão da presença de alterações nas mamas e axilas.

Tópicos fundamentais de aprendizagem

DDDistribuição de pelos, pigmentação da pele, presença de linfonodos sensíveis, fixos, dolorosos e com mobilidade nas axilas.

DDAssimetria das mamas e/ou dos mamilos, mamilo invertido, presença de vermelhidão, espessamento e poros proeminentes, retração mamilar e areolar e nódulos na cauda mamária.

Tópicos abordados

DDAspectos anatômicos e fisiológicos gerais.

DDHistórico de enfermagem: entrevista e avaliação física.

ASPECTOS ANATÔMICOS E FISIOLÓGICOS GERAIS

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Editora Saraiva (44)
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Medium 9788536512136

10. Utensílios e Vidrarias

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

10

Utensílios e Vidrarias

Para começar

Veremos neste capítulo os utensílios e as vidrarias utilizados nos laboratórios de manipulação de formulações magistrais, oficinais e cosméticas. Aprenderemos a função de cada utensílio e vidraria apresentado, assim como a sua importância no dia a dia do laboratório, na execução das tarefas e na qualidade do produto final.

Este é um capítulo muito interessante e ilustrado. Você vai se divertir estudando-o!

10.1 Características gerais

Todo estabelecimento deve dispor de equipamentos, utensílios e vidrarias em quantidade suficiente para atender à demanda de sua produção e garantir material limpo e desinfetado.

Muitas vidrarias são também chamadas de aparelhos volumétricos. Os aparelhos volumétricos são empregados nas medidas de volume, nos testes, nos ensaios e nos doseamentos farmacopeicos, e essa vidraria sempre deve ser aferida na temperatura de 25 ºC.

O laboratório de manipulação deve possuir uma vidraria verificada contra um padrão calibrado, ou adquirida de fornecedores credenciados pelos Laboratórios da Rede Brasileira de Calibração, que servirá como padrão para as aferições das vidrarias utilizadas pelo estabelecimento. A calibração deve ser realizada periodicamente, conforme procedimento escrito.

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Medium 9788536512136

1. Aspectos Gerais da Organização de um Laboratório de Manipulação em Farmácia

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

Aspectos Gerais da Organização de um Laboratório de Manipulação em Farmácia

1

Para começar

Por que existem normas de boas práticas? Por que devemos nos preocupar com a organização das tarefas realizadas em um ambiente de produção? Você sabe essas respostas, ou ainda não?

Para ajudá-lo, este capítulo inicial tem por objetivo apresentar os aspectos gerais da organização de um laboratório de manipulação em farmácias. De forma simples, mostra informações relacionadas à legislação, à organização física, aos materiais e equipamentos e às matérias-primas e materiais de embalagem utilizados na produção de preparações magistrais, oficinais e cosméticas.

Essas informações são importantes para o entendimento de toda a organização básica de um labora­ tório de manipulação a fim de garantir a qualidade do produto final e a segurança das pessoas envolvidas no processo, além de prevenir danos à natureza.

1.1 Legislação

A legislação vigente para a manipulação em farmácias é a Resolução da Diretoria Colegiada –

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Medium 9788536514727

1 - Sistema de Gestão

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistema de Gestão

1

Para começar

Neste primeiro capítulo, iremos ver as definições de sistema, os fundamentos de gestão como cultura e clima organizacionais e também as principais ferramentas para implantar um sistema de gestão na empresa, como método 5S, diagrama de causa e efeito, fluxograma, entre outras.

Atualmente, muitas são as organizações que buscam a implantação de um sistema de gestão, principalmente com a globalização e com a competitividade entre os países. Para que essas organizações ganhem mercado internacional e continuem crescendo no mercado nacional, elas devem buscar a gestão em seus processos. Para isso, elas devem implantar metodologias que auxiliem nesse sistema.

1.1 O que é sistema

Sistema é um conjunto de partes integrantes e interdependentes que formam um todo unitário com determinado objetivo e efetuam determinada função, produzindo um ou mais resultados.

Um Sistema de Gestão é o conjunto de pessoas, recursos e procedimentos, dentro de qualquer nível de complexidade, cujos componentes associados interagem de uma maneira organizada para realizar uma tarefa específica e atingem ou mantêm um dado resultado (CHAIB, 2005).

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Medium 9788536512136

2. Estrutura Física de um Laboratório de Manipulação

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

Estrutura Física de um Laboratório de Manipulação

2

Para começar

Você verá neste capítulo as áreas físicas que um laboratório de manipulação deve possuir, suas características básicas e os aspectos relacionados à biossegurança.

2.1 Áreas

Como citado no Capítulo 1, o laboratório de manipulação de farmácias deve contar com uma in­fraes­trutura adequada às atividades a serem desenvolvidas. De modo geral, um laboratório de manipulação precisa apresentar área ou sala para atividades administrativas, área ou sala de armazenamento, área ou sala de controle de qualidade, sala ou local de pesagem de matérias-primas, salas de manipulação, além de área ou local para lavagem de utensílios e materiais de embalagem, vestiário, sala de paramentação, sanitários e depósito de material de limpeza.

Fique de olho!

Definições dos espaços físicos no laboratório de manipulação:

»»

»»

»»

Área: ambiente aberto, sem paredes em uma ou mais de uma das faces.

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Medium 9788536514727

2 - Sistema de Gestão da Qualidade

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistema de

Gestão da Qualidade

2

Para começar

Neste capítulo, você irá conhecer o significado e a história da palavra “ISO”. Também definiremos o que é qualidade e trataremos dos requisitos da Norma ISO 9001 e dos prêmios de qualidade que as organizações podem receber.

2.1 Conceitos gerais

A demanda de qualidade dos produtos teve início na época dos artesãos europeus, ou seja, antes da Revolução Industrial, quando o artesão tinha o domínio desde a fabricação até o pós-venda, e o atendimento às necessidades do cliente era muito importante. Havia uma relação de confiança entre o cliente e o produtor, que nessa época era o artesão. Com a Revolução Industrial, muitos artesãos passaram a trabalhar dentro das fábricas como supervisores de produção, e então a qualidade passou a ser uma habilidade dos trabalhadores e dos supervisores dos departamentos de produção, onde os produtos defeituosos eram retrabalhados ou sucateados. Muitos desses produtos, porém, passavam pela supervisão de qualidade e chegavam defeituosos ao cliente. Com isso criou-se um departamento para essa inspeção da qualidade, visando impedir que os produtos defeituosos saíssem da fábrica e chegassem aos clientes.

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Grupo A (4672)
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Medium 9788536313320

10 - A consciência e suas alterações

Paulo Dalgalarrondo Grupo A PDF Criptografado

88

Paulo Dalgalarrondo

10

A consciência e suas alterações

DEFINIÇÕES BÁSICAS

O termo consciência origina-se da junção de dois vocábulos latinos: cum (com) e scio

(conhecer), indicando o conhecimento compartilhado com outro e, por extensão, o conhecimento “compartilhado consigo mesmo”, apropriado pelo indivíduo (Zeman; Grayling; Cowey, 1997). Na língua portuguesa, a palavra consciência tem, pelo menos, três acepções diferentes:

1. A definição neuropsicológica emprega o termo consciência no sentido de estado vígil (vigilância), o que, de certa forma, iguala a consciência ao grau de clareza do sensório. Consciência aqui é fundamentalmente o estado de estar desperto, acordado, vígil, lúcido. Trata-se especificamente do nível de consciência.

2. A definição psicológica a conceitua como a soma total das experiências conscientes de um indivíduo em determinado momento. Nesse sentido, consciência é o que se designa campo da consciência. É a dimensão subjetiva da atividade psíquica do sujeito que

se volta para a realidade. Na relação do Eu com o meio ambiente, a consciência é a capacidade de o indivíduo entrar em contato com a realidade, perceber e conhecer os seus objetos.

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Medium 9788580551167

10. Agentes anticolinesterásicos

Laurence L. Brunton, Bruce A. Chabner, Björn C. Knollmann Grupo A PDF Criptografado

10

Capítulo

Agentes anticolinesterásicos

Palmer Taylor

A função da acetilcolinesterase (AChE), que consiste na interrupção da ação da acetilcolina (ACh) nas junções das várias terminações nervosas colinérgicas com seus

órgãos efetores ou locais pós-sinápticos, é analisada no

Capítulo 8. Os fármacos que inibem a AChE são denominados agentes anticolinesterásicos (anti-ChE). Em consequência, provocam o acúmulo de ACh nas proximidades das terminações nervosas colinérgicas e, assim, são potencialmente capazes de exercer efeitos equivalentes à estimulação excessiva dos receptores colinérgicos em todo o sistema nervoso central e no periférico. Tendo em vista a ampla distribuição dos neurônios colinérgicos através das espécies animais, não é surpreendente que os agentes anti-ChE tenham sido objeto de extensa aplicação como agentes tóxicos, na forma de inseticidas para a agricultura, pesticidas e os potentes “gases dos nervos”, na guerra química. Entretanto, vários compostos dessa classe são amplamente utilizados como agentes terapêuticos; outros, que atravessam a barreira hematencefálica, foram aprovados ou estão em fase de estudos clínicos para o tratamento da doença de Alzheimer.

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Medium 9788536326603

10. Alterações areolares

Jorge V. Biazús, Ângela Erguy Zucatto, Márcia Portela de Melo Grupo A PDF Criptografado

10

Alterações areolares

O complexo areolomamilar (CAM) é uma modificação da pele normal, de origem ectodérmica, que ocupa o ápice do cone mamário. Na verdade, é a aréola que dá personalidade à mama, pois existem aréolas grandes, pequenas, claras, escuras e, em algumas mulheres, são áreas erógenas extremamente importantes. Eventualmente, podem ser sede de patologias que comprometem suas estruturas, especialmente as glândulas de Montgomery especializadas na lubrificação do CAM, principalmente no período de amamentação. Outra particularidade do CAM é a presença de uma trama de fibras musculares lisas compostas por fibras circulares (músculo de Sappey) e fibras radiadas (músculo de Meyerholz) que conferem ao mamilo uma capacidade erétil quando estimulado por variações da temperatura, pelo tato, pela excitação sexual, entre outros.

Inversão papilar

A inversão papilar é uma condição bastante comum, observada como evento espontâneo devido à falha de desenvolvimento do sistema ductal terminal que não acompanha o desenvolvimento do restante da mama ou as alterações das camadas musculares. Pode trazer transtornos no processo da amamentação e tornar a higienização da área difícil e, eventualmente, ocasionando maceração, irritação, prurido e odor desagradável.

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Medium 9788536327341

10 | Alterações mamárias na infância e adolescência

Rosana Maria dos Reis, Flávia Raquel Rosa Junqueira, Ana Carolina Japur de Sá Rosa-e-Silva Grupo A PDF Criptografado

142

Reis § Junqueira § Silva

Não abordaremos neste capítulo as alterações mamárias de causa obstétrica, uma vez que as gestações podem ocorrer em qualquer momento durante o menacme.

�� EMBRIOLOGIA

Os primeiros sinais de desenvolvimento mamário aparecem em torno da quinta semana de vida intrauterina. No início da sexta semana ocorre a migração de células epidérmicas para o interior do mesênquima subjacente, produzindo as chamadas cristas lácteas ou linhas de leite. Essas linhas de leite localizam-se bilateralmente na parede ventrolateral do corpo do embrião, estendendo-se da região axilar até a região inguinal (Figura 10.1). Ao final da sexta semana, as extremidades dessas linhas começam a regredir, restando apenas um par na região peitoral, ao nível da quarta costela. As células do ectoderma primitivo proliferam e penetram mais profundamente no mesênquima subjacente, formando estruturas que darão origem às glândulas e ductos mamários. Nervos periféricos e vasos sanguíneos e linfáticos crescem no interior do mesênquima frouxo.

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Medium 9788536327914

10. Ansiedade e medo patológico

Carlos Gustavo Mansur Grupo A PDF Criptografado

Psiquiatria para o médico generalista   157

JJ Achados

clínicos

História clínica

A ansiedade deve ser caracterizada essencialmente em relação à sua for‑ ma e ao contexto em que ocorre. Quanto à forma, a ansiedade pode ser paro‑ xística (ataques de pânico) ou tônica (apreensão ansiosa).

Os ataques de pânico são episódios de medo intenso acompanhado de vários sintomas físicos e cognitivos. Após o início, os sintomas atingem um pico em até 10 minutos e têm duração autolimitada. Os sintomas físicos podem incluir: palpitações, sudorese, tremores, sensação de falta de ar ou sufocação, parestesias, tontura, náuseas, dor e aperto no peito. Entre os sintomas cogniti‑ vos, são comuns: sensação de morte iminente, medo de ter um ataque cardía‑ co, de perder o controle e de enlouquecer.1

O passo seguinte é definir se os ataques são apenas situacionais ou se ataques de pânico espontâneos ocorrem ou já ocorreram. Ataques situacionais têm desencadeantes específicos, tais como situações sociais (na fobia social) ou a presença de objetos específicos como insetos ou animais (na fobia espe‑ cífica). A presença de ataques espontâneos (vindos “do nada”) em algum mo‑ mento da história é essencial para o diagnóstico de transtorno de pânico.

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Grupo A (61)
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Medium 9788565852845

Apêndice A - Definições de classes terapêuticas

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

A

Definições de classes terapêuticas

Abrasivo: substância que remove uma camada externa, como uma placa dentária (pedra-pomes).

Absorvente: fármaco que captura outras substâncias químicas em sua estrutura, empregado para reduzir a biodisponibilidade de substâncias tóxicas (p. ex., policarbofil, absorvente gastrintestinal).

Acidificante sistêmico: fármaco que reduz o pH corporal, útil para restabelecer o pH normal em pacientes com alcalose sistêmica (cloreto de amônia).

Acidificante urinário: fármaco que reduz o pH do filtrado renal e da urina (fosfato de sódio monobásico).

Adjuvante da penicilina: fármaco que aumenta a duração sistêmica da penicilina por inibir sua excreção renal (probenecida).

Adrenérgico: fármaco que ativa órgãos inervados pelo sistema nervoso simpático; fármaco simpatomimético (adrenalina).

Adrenocorticosteroide, anti-inflamatório: hormônio do córtex adrenal que regula o metabolismo orgânico e inibe a resposta inflamatória, um glicocorticoide (prednisolona).

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Medium 9788565852845

Apêndice B - Glossário de termos farmacêuticos

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

B

Glossário de termos farmacêuticos

Adesivo: um sistema de liberação de fármaco que contém um adesivo em um dos lados, geralmente aplicado em um local externo do corpo. Seus ingredientes difundem-se passivamente ou são transportados de modo ativo de alguma porção do adesivo.

Adesivo transdérmico matricial: sistema transdérmico que usa uma matriz polimérica contendo um fármaco, destinada à liberação sistêmica através da pele; geralmente a pele é a membrana controladora da difusão do fármaco.

Adesivo transdérmico matricial: sistema transdérmico com reservatório do fármaco contido entre uma camada adesiva e uma membrana de controle da difusão; o reservatório de fármaco consiste geralmente em uma dispersão semissólida ou uma solução.

Aerossol: forma farmacêutica acondicionada sob pressão, que contém substâncias ativas liberadas sob atuação de um sistema de válvulas apropriado.

Água aromática: solução aquosa clara saturada (a menos que especificado de outro modo), com um ou mais óleos voláteis ou outras substâncias aromáticas ou voláteis.

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Medium 9788565852845

Apêndice C - Sistemas e técnicas de medida em farmácia

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

C

Sistemas e técnicas de medida em farmácia

O conhecimento e a aplicação de sistemas de medida são essenciais para a prática farmacêutica.

Quer seja na manipulação e dispensação em farmácias comunitárias, no atendimento de prescrições em farmácias institucionais ou na preparação de produtos farmacêuticos em grande escala, a exatidão na medida é essencial para a obtenção de medicamentos seguros e eficazes.

A produção industrial de medicamentos é monitorada com rigor por meio de testes de controle do processo e do produto final, de modo a assegurar a conformidade com as especificações quanto ao teor de fármaco. Prescrições que são aviadas em farmácias de manipulação em geral carecem da vantagem do controle de qualidade e, dessa maneira, o farmacêutico deve ter absoluta certeza da exatidão de todos os cálculos e medidas empregados. Os cálculos devem ser duplamente verificados pelo farmacêutico e, quando possível, por um colega. A importância dada à exatidão dos cálculos e das medidas não

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Medium 9788565852845

Capítulo 10 - Pomadas, cremes e géis

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO IV

FORMAS FARMACÊUTICAS SEMISSÓLIDAS

E SISTEMAS TRANSDÉRMICOS

CAPÍTULO

10 Pomadas, cremes e géis

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, o estudante deverá ser capaz de:

1. Diferenciar entre os vários tipos de bases de pomadas, segundo suas propriedades químicas e físicas.

2. Listar os critérios para a seleção de uma base de pomada para tratar uma patologia tópica.

3. Descrever os métodos para incorporar ingredientes ativos em uma base de pomada.

4. Explicar a diferença entre uma pomada, um creme e um gel.

5. Comparar e diferenciar uma base de pomada oftálmica e uma base de pomada tópica, para aplicação na pele.

6. Listar as vantagens e desvantagens de administrar fármacos pela via retal e pela via vaginal.

7. Listar as orientações que o farmacêutico deve fornecer ao paciente em relação a cada via de administração usada para a aplicação de produtos tópicos.

Pomadas, cremes e géis são formas farmacêuticas semissólidas destinadas à aplicação tópica. Elas podem ser aplicadas sobre a pele ou na superfície do olho, ou, ainda, utilizadas por via nasal, vaginal ou retal. A maioria delas é empregada conforme efeitos dos agentes terapêuticos que possui. As preparações não medicamentosas são utilizadas devido a seus efeitos físicos como protetoras ou lubrificantes.

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Medium 9788565852845

Capítulo 11 - Sistemas de liberação transdérmicos

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

OBJETIVOS

11 Sistemas de liberação transdérmicos

Após ler este capítulo, o estudante deverá ser capaz de:

1. Explicar as propriedades físico-químicas dos fármacos que determinam seu potencial de incorporação em uma forma farmacêutica transdérmica.

2. Descrever os fatores fisiológicos da pele que influenciam a absorção percutânea.

3. Definir um promotor de permeação químico e descrever os métodos físicos utilizados para facilitar a absorção percutânea de fármacos.

4. Diferenciar os vários tipos de sistemas usados para a liberação transdérmica.

5. Listar as vantagens e desvantagens da liberação transdérmica de fármacos em comparação a outras formas de liberação.

6. Fornecer exemplos de fármacos que são liberados pela via transdérmica e listar cuidados associados ao seu uso.

7. Listar informações importantes no aconselhamento do paciente que recebeu uma prescrição de um fármaco a ser administrado em um sistema terapêutico transdérmico.

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