Artmed (587)
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Capítulo 18. Foi bom você ter vindo

Ronaldo Laranjeira, Hugo Leal Artmed PDF Criptografado

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FOI BOM VOCÊ TER VINDO

SÍLVIO

SOBRE RECUPERAÇÃO

Minha dependência do álcool se manifestou desde cedo. Como ocorre com muitos de nós, alcoolistas, a bebida foi, de início, um apoio notável para facilitar meu “enquadramento”, possibilitando um discurso social regado a álcool, em que dúvidas e medos simplesmente não existiam. Meus problemas, com isso, eram relegados a um segundo plano, já que o estado de euforia, confiança e grandeza pessoal me transformava em um personagem muito melhor do que eu era quando sóbrio.

O refúgio na fantasia foi criando um simulacro de realidade em que todos os desafios naturais para o crescimento “aconteciam” no terreno da imaginação, sempre com um enorme sucesso de “mentirinha”, que eu até reconhecia como tal, mas, no plano dos fatos concretos, negava, pois a imaturidade emocional me levava a fugir, pelos caminhos do devaneio, dos efeitos devastadores de meu medo de fracassos. Assim, fui criando um círculo vicioso que se apertava cada vez mais, à medida que meu comportamento trazia as consequências de praxe para quem tem problemas com a bebida.

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Capítulo 2. Errar é humano, só não erra quem não faz

Ronaldo Laranjeira, Hugo Leal Artmed PDF Criptografado

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ERRAR É HUMANO,

SÓ NÃO ERRA QUEM NÃO FAZ

THELMA

SOBRE AL-ANON E NEURÓTICOS ANÔNIMOS

Nos parágrafos a seguir, tento passar a noção de como a dependência química de qualquer droga, mesmo que lícita, como o álcool, pode se manifestar e destruir muito mais do que simplesmente o dependente.

Eu fui (ainda sou) esposa de um alcoólico que bebeu por muito tempo. Em consequên­ cia, sou também uma codependente de carteirinha, com todos os comportamentos de quem desenvolveu essa condição. Além disso, venho de uma família neurótica, e os comportamentos hoje descritos como neurose foram meus companheiros desde a infân­ cia, mantendo-se por perto durante a adolescência, a juventude e o que chamam de idade adulta; estando presentes e se manifestando em todos os momentos importantes do caminho, sem exceção.

Assim, posso dizer com segurança que as consequências lógicas de reações ilógicas – raiva, desconfiança, tentativas de controle, críticas aos outros e julgamentos p­ recipitados

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Capítulo 19. Encontre seu próprio caminho

Ronaldo Laranjeira, Hugo Leal Artmed PDF Criptografado

19

ENCONTRE SEU PRÓPRIO CAMINHO

SEVERINO

SOBRE DEPENDÊNCIA QUÍMICA

Sou Severino, alcoólatra, hoje em sobriedade conquistada, pelo menos nestas 24 horas, graças ao meu encontro com a filosofia e a programação de Alcoólicos Anônimos (AA), e ao fato de ter aceitado, quando conheci a irmandade, que bebia descontroladamente e, em virtude disso, tinha perdido totalmente o domínio sobre minha própria vida.

Aliás, há tempos que minha relação com o álcool estava me prejudicando cada vez mais. Meu desconhecimento total de que o alcoolismo era uma doença, como hoje a ciência já comprovou inteiramente, e que as insanidades que eu cometia embriagado não eram resultado de problemas de caráter, mas de um processamento neurofisiológico anormal, fazia minhas ressacas provocarem uma dor moral insuportável. Inúmeras vezes tomei decisões de nunca mais beber que terminavam sempre em um novo porre, consequência inevitável de uma armadilha de minha mente me convencendo de que ia

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Capítulo 9. As mudanças dos nossos modos de vida são as reparações mais significativas que podemos fazer

Ronaldo Laranjeira, Hugo Leal Artmed PDF Criptografado

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AS MUDANÇAS DOS NOSSOS

MODOS DE VIDA SÃO AS

REPARAÇÕES MAIS SIGNIFICATIVAS

QUE PODEMOS FAZER

CRISTINA SOUZA

SOBRE ALCOOLISMO

A história do meu envolvimento com a dependência química, expresso principalmente por meio do contato e ingestão de álcool, só pode ser contada com o resgate de inúmeros capítulos, muitos deles tão condensados em minha mente e meu espírito que levei anos para decifrá-los. Isso só foi possível depois que consegui, como dizemos no Alcoólicos

Anônimos (AA), deter a doença, que continua aqui, comigo, crônica e incurável, mesmo após os 20 anos de absoluta abstinência que caracterizam minha vida a partir do contato inicial com a irmandade, em 1994.

Mas o texto existencial da minha dependência começou muito antes, sem uma razão ló­gica clara. Basta dizer que, com pouco mais de 2 anos e meio de vida – quase 3 –, em um almoço comemorativo com amigos da minha mãe, o garçom, para “brincar” com o quase bebê que estava na cadeirinha, perguntou o que eu queria beber, e eu respondi de pronto: “uma caipirinha”. Todos acharam graça, e o episódio virou uma curiosidade relembrada em outras festas similares. Depois, caiu no esquecimento. Até hoje, ninguém, incluindo eu, tem a menor ideia de que lugar da minha mente infantil saiu a frase, até porque minha mãe não bebia, nem outras pessoas de meu convívio, e não havia nenhum histórico de beber contínuo no nosso grupo social.

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Capítulo 15. Acomodação não é serenidade, é defeito

Ronaldo Laranjeira, Hugo Leal Artmed PDF Criptografado

15

ACOMODAÇÃO NÃO É

SERENIDADE, É DEFEITO

LUTT

SOBRE ALCOOLISMO

Todos os meus companheiros de irmandade, familiares, amigos e conhecidos do mundo me chamam de Lutt, e eu sou um doente alcoólico. Bebi durante décadas e estou em recuperação desde 2001, graças ao programa dos Anônimos, uma passagem por clínica especializada e trabalhos com diversos psicólogos “avulsos”. Estou prestes a completar

78 anos de idade, e, hoje, tudo vai bem comigo. Minha vida segue um ritmo normal, com percalços, pequenos perrengues de saúde e também êxitos, inclusive na tarefa de ajudar outros dependentes químicos, tanto do álcool como de outras drogas, em seus caminhos de recuperação.

Quem me vê (já disseram isso), na maioria das vezes, não consegue imaginar as estradas que segui no desenvolvimento da doença. Tenho características que me acompanham desde a juventude, comportamentos que talvez sejam resultantes da criação e do jeitão familiar. Sempre fui uma pessoa, se não fechada, com certeza calada, econômica em palavras, embora não exatamente travada nem depressiva. Talvez por meu “comedimento corajoso” – ponderação natural, mais ousadia regada á álcool –, sempre ocupei posições de liderança na comunidade estudantil e em todo seu entorno social, bem dentro do conceito de “rapaz popular”: bem visto, simpático com todos e para todos, sempre à frente de eventos festivos, comemorações, homenagens a pessoas ilustres da cidade, etc.

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Editora Manole (1111)
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Medium 9788520450987

4. Força e potência na parte superior do corpo: exercícios de tração

COLE, Brian; PANARIELLO, Rob Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

FORÇA E POTÊNCIA NA PARTE SUPERIOR

DO CORPO: EXERCÍCIOS DE TRAÇÃO

4

E

xercícios de tração são um componente importante no treinamento de basquete. Esse tipo de exercício cria equilíbrio ao complementar outros do tipo empuxo, realizados durante o treinamento. Exercícios de tração também desenvolvem potência nos ombros, parte superior do dorso e membros superiores. Os músculos posteriores envolvidos com esse tipo de exercício são o latíssimo do dorso, trapézio, romboide maior, romboide menor, redondo maior, redondo menor, deltoide (parte espinal), tríceps braquial, supraespinal e infraespinal. Os músculos do grupo anterior envolvidos em alguns exercícios de tração são o braquial, braquiorradial, ancôneo, deltoide (parte clavicular), peitoral maior, peitoral menor e oblíquo externo do abdome. Esses grupos musculares são importantes no rebote, arremesso, controle de bola ofensivo, estabelecimento de posições estratégicas ofensivas e defensivas em quadra e defesa contra os adversários.

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Medium 9788520450987

6. Treinamento explosivo com pesos para jogar acima da cesta

COLE, Brian; PANARIELLO, Rob Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

TREINAMENTO EXPLOSIVO COM

PESOS PARA JOGAR ACIMA

DA CESTA

6

T

reinamento de força explosiva é sinônimo de capacidade de gerar potência. A qualidade do trabalho diz respeito à produção de uma força que provoca deslocamento, como se um músculo gerasse força para deslocar um peso por uma determinada distância. O trabalho não tem nada a ver com a duração das forças musculares que causam o deslocamento. O valor da força é expresso na seguinte fórmula: trabalho = força × distância

Ao levantar grandes pesos, como nos movimentos de força do agachamento, levantamento terra e supino, você não precisa considerar o elemento tempo para concluir a repetição. Por outro lado, a potência depende do fator tempo para que a repetição seja concluída. A fórmula da potência é: potência = (força × distância) / tempo

89

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ANATOMIA DO BASQUETE

Portanto, ao treinar com pesos para desenvolver força explosiva, você tem que executar esses tipos de exercícios em um período de tempo muito curto. Apesar de dois exercícios diferentes poderem envolver a mesma quantidade de trabalho, aquele executado no período de tempo mais curto (na velocidade mais alta) gera a maior potência. A capacidade de produzir força muito rapidamente também ocorre no maior nível da taxa de desenvolvimento de força (TDF). A TDF de um músculo é o grau máximo de aumento da força gerada durante a fase inicial de uma contração muscular. A TDF é imprescindível para o sucesso no esporte. A maioria das habilidades esportivas é realizada em um período curto de tempo (200 a 300 ms); o tempo para produzir força muscular máxima pode demorar até 500 milissegundos. Dessa forma, o atleta mais forte de uma equipe nem sempre pode ser tão eficaz quanto o atleta mais potente (ver Fig. 6.1). Por exemplo, como há um tempo limitado para ultrapassar um adversário ou saltar mais alto que ele, um atleta que puder gerar força muscular de forma rápida terá vantagem sobre o adversário que talvez seja mais forte, porém mais lento na produção de força muscular.

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Medium 9788520429709

7. Anestésicos inalatórios

CARROLL, Gwendolyn L. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 7

Anestésicos inalatórios

Gwendolyn L. Carroll

O inalatório ideal ainda não foi descoberto.

Antes do desenvolvimento dos anestésicos injetáveis, para os quais existe maior controle, a ideia da administração de um anestésico inalatório era muito interessante. A administração dos inalatórios mostrou ser “mais segura” porque a maioria dos inalatórios usados atualmente é pouco metabolizada. A recuperação de um inalatório requer interrupção e ventilação (p. ex., espontânea ou controlada) com oxigênio, uma mistura de gases contendo, no mínimo,

21% de oxigênio ou ar. Todos os inalatórios têm algumas desvantagens, em especial efeitos cardiopulmonares. Os anestésicos inalatórios com efeitos colaterais atípicos ou particularmente desagradáveis foram muito pouco utilizados ou não estão mais disponíveis nos EUA.

Os efeitos indesejáveis incluem:

• sensibilização do miocárdio a arritmias in-

ex., isoflurano e sevoflurano). Outro inalatório potente utilizado com frequência na medicina humana (p. ex., desflurano) será apresentado, mas o custo do vaporizador impede seu uso em muitas clínicas. O metoxiflurano e o halotano, dois anestésicos inalatórios antigos, não estão mais disponíveis no mercado norte-americano. Mesmo que o uso do óxido nitroso na clínica veterinária tenha diminuído nos últimos anos, existem algumas indicações para seu uso. O xenônio é utilizado na medicina humana.

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Medium 9788520429709

9. Analgesia

CARROLL, Gwendolyn L. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 9

Analgesia

Phillip Lerche e William Muir

A dor nos animais pode ser definida como uma experiência (percepção) sensorial e emocional negativa que causa ações motoras protetoras, resulta na aversão condicionada e pode modificar os traços de comportamento específicos para a espécie, incluindo o comportamento social (Morton et al. 2005). Portanto, a dor

é uma experiência complexa, a qual, apesar de exibir respostas fisiológicas e comportamentais estereotipadas dentro de uma espécie (predador versus presa), é diferente para cada indivíduo. A experiência da dor inclui a detecção de lesão tecidual pelo sistema nervoso (nocicepção), a percepção consciente da dor, a modificação do comportamento e os graus variáveis de doença e sofrimento em resposta à dor.

A dor exerce um importante papel na interação entre o animal e seu ambiente, a qual indica o potencial para a lesão tecidual, sendo, portanto, de natureza protetora. Esse tipo de dor de duração curta, em que ocorre mínima ou nenhuma lesão tecidual, é referida como dor fisiológica. A dor que ocorre após a lesão tecidual é referida como dor patológica. A sensação da dor patológica também pode ser sentida na ausência de estímulo nocivo (dor espontânea) em resposta ao estímulo normalmente inócuo (alodinia) ou como uma resposta exagerada ao estímulo nocivo (hiperalgesia).

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Medium 9788520429709

15. Técnicas clínicas para anestesia

CARROLL, Gwendolyn L. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 15

Técnicas clínicas para anestesia

Katy W. Waddell e Carin A. Ponder

As técnicas descritas neste capítulo são fornecidas para o profissional que não as tem usado recentemente e para os estudantes que estão começando a aprendê-las. Sempre há diversas maneiras de realizar a mesma tarefa. As melhores técnicas clínicas são as que, com segurança, funcionam.

Contenção do paciente

A anestesia é necessária para a maior parte dos procedimentos cirúrgicos, mas, em primeiro lugar, é necessária a contenção física. O profissional que fará a manipulação – p. ex., enfermeiro ou técnico auxiliar do veterinário – precisa ser bem instruído para assegurar o acesso venoso – p. ex., colocação de cateter intravenoso (IV) –, a indução anestésica, a entubação orotraqueal e a manutenção anestésica sem lesão ao paciente ou

à equipe. A maior parte dos cães e gatos socializados pode ser facilmente controlada para exame e preparo pré-anestésico. O posicionamento apropriado para a colocação do cateter está descrito adiante. Gatos indóceis e cães pequenos podem ser enrolados em uma toalha de banho. Isso é extremamente útil para a contenção dos membros do gato e protege o paciente e o auxiliar contra lesões. Para segurar o gato (Figura 15.1):

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Editora Saraiva (44)
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Medium 9788536514727

9 - Sistema de Acreditação em Serviços de Saúde

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistema de

Acreditação em

Serviços de Saúde

9

Para começar

Neste capítulo trataremos sobre a definição e os níveis de acreditação existentes nos serviços de saúde. Você conhecerá o Manual Brasileiro de Acreditação e também a respeito da Organização

Na­cional de Acreditação – ONA.

Assim como toda empresa busca certificar seus produtos e serviços através de normas inter­ nacionais como ISO 9001 – Sistema de Gestão da Qualidade, as instituições de saúde, que também são empresas, buscam certificações da qualidade dos serviços prestados. Essas certificações de qua­­ lidade para esse segmento, porém, diferem da ISO 9001: são acreditações que uma instituição de saúde recebe quando passa por auditorias de certificação e demonstra sua qualidade através dos níveis de acreditação.

Os hospitais buscam ainda o conceito de sustentabilidade hospitalar, pois também são empresas que consomem muito dos recursos naturais, como água e energia, em vários processos de assistência ao paciente. São responsáveis por produzir impactos ambientais com os resíduos de serviços de saúde, que, diferentemente dos resíduos industriais, são infectantes por possuírem microrganismos que podem levar contaminação ao solo, à água e a toda a comunidade. Então vamos conhecer esse sistema de acreditação exclusiva para instituições de saúde e saber como os hospitais vêm contribuindo para a sustentabilidade hospitalar.

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Medium 9788536514727

8 - Auditoria

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Auditoria

8

Para começar

Neste capítulo serão definidos auditoria e seus diferentes tipos. Veremos também as características para ser um auditor e conheceremos as diretrizes para auditoria de sistema de gestão, a ISO 19011.

As organizações que buscam a implantação dos sistemas de gestão, seja ela da qualidade ISO

9001, meio ambiente ISO 14001, OHSAS 18001, NBR 16001 ou ISO 22000, todas necessitam, dentro do ciclo PDCA, da fase de “Checar”. É nesse momento que entram as auditorias, uma ferramenta de verificação do cumprimento da primeira fase da implantação de um sistema de gestão, o planejamento. As auditorias são, acima de tudo, importantes aliadas na verificação dos sistemas de gestão implementados.

A auditoria está relacionada à necessidade de confirmação da realidade financeiro-econômica de uma organização. Um dos primeiros cargos criados de auditoria foi na Inglaterra, em 1314

(PINHO, 2007).

A auditoria teve seu grande passo em 1929: com a crise econômica americana, foi criado o

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Medium 9788536514727

5 - Sistema de Gestão Integrada

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistema de

Gestão Integrada

5

Para começar

Neste capitulo, aprenderá sobre as vantagens da implantação do sistema de gestão integrada, assim como o tipo de implantação de SGI existente. Conhecerá também algumas empresas que aplicaram a SGI.

As organizações têm atentado de forma mais concreta para os aspectos que envolvem a satisfação dos clientes internos e externos, a qualidade dos produtos materiais ou serviços, a proteção do meio ambiente e os aspectos sociais, inclusive os que abrangem a saúde e segurança de seus colaboradores.

A realidade presente e, com certeza, futura é de crescente e irreversível conscientização da sociedade e aumento das exigências em relação às questões ambientais. As questões referentes à segurança e saúde do trabalho também têm sido objeto de discussão, assegurando a não admissibilidade da existência de ambientes laborais insalubres e processos produtivos que causem doenças ocupacionais, muitas vezes irreversíveis, ou acidentes que possam gerar lesões que causem incapacidade permanente ou a morte do trabalhador.

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Medium 9788536514727

4 - Sistema de Gestão em Saúde e Segurança do Trabalho

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistema de

Gestão em Saúde e Segurança do

Trabalho

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Para começar

Este capítulo discorrerá sobre o sistema de gestão em saúde e segurança ocupacional conforme a

OHSAS 18001 e a metodologia de implantação do sistema utilizando o método PDCA. Abordará também algumas ferramentas para identificação e avaliação dos riscos.

Os diretores e líderes das organizações estão cada vez mais conscientes da importância de implantar sistema de gestão em saúde e segurança ocupacional, pois a organização que não implantar um sistema desse tipo conviverá com níveis elevados de vulnerabilidade e a possibilidade de ocorrência de acidentes e incidentes no trabalho.

Segundo o Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho no Brasil, em 2012 foram registrados

705.239 acidentes de trabalho envolvendo os três tipos de acidente: trajeto, típico e doenças ocupacionais, o número de trabalhadores mortos em 2012 foi de 2.731, e 14.755 trabalhadores ficaram permanentemente incapacitados. Entre os setores de atividade econômica que registraram mais acidentes estão de Comércio e Reparação de Veículos Automotores, com 95.659 acidentes; em segundo estão setor de Saúde e Serviços Sociais, com 66.302 acidentes, e o terceiro maior índice de registros de acidentes é o do setor da Construção Civil, que apresentou aumento, passando de 60.415 em 2011 para 62.874 em 2012 (BRASIL, 2012).

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Medium 9788536514727

6 - Sustentabilidade Organizacional

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sustentabilidade

Organizacional

6

Para começar

Iniciaremos este capítulo definindo sustentabilidade, a teoria dos três pilares da sustentabilidade e a prática da ecoeficiência e da produção mais limpa P+L. Assim, vamos conhecer os relatórios de sustentabilidade de uma organização.

As questões relacionadas ao meio ambiente e aos impactos negativos causados pelas atividades das empresas passaram a ser um tema mundial em conferências, comissões, fóruns, relatórios.

As empresas e seus gestores começam a entender e aceitar que possuem obrigações sociais e ambientais para com o planeta e que necessitam adotar em seu negócio práticas de sustentabilidade que colaborem com a melhoria das condições dos colaboradores, dos clientes, da sociedade e do meio ambiente.

Com essa prática as empresas buscam transparência em seus negócios. Assim, vem crescendo o número de empresas que recebem prêmios como empresas sustentáveis, assim como vem crescendo o número de empresas que divulgam em redes sociais seus relatórios de sustentabilidade como modelos confiáveis e éticos. Vamos então conhecer essa transparência e esse modelo de sustentabilidade empresarial.

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Grupo A (4672)
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Medium 9788536311906

Capítulo 12 - O câncer é genético?

Andrew Read; Dian Donnai Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 12

O câncer é genético?

Pontos de aprendizagem para este capítulo

Após terminar de ler este capítulo, você deve ser capaz de:

• Descrever a carcinogênese como um processo evolutivo dentro de um indivíduo

• Definir oncogenes e genes supressores de tumor, fornecendo exemplos

• Descrever os tipos de instabilidade genômica encontrados nas células cancerosas, bem como o papel dos pontos de controle do ciclo celular em evitá-los

• Listar as capacidades essenciais dos tumores malignos e descrever os tipos de mudanças genéticas somáticas que levam ao seu desenvolvimento, incluindo a ativação de oncogenes ou a inativação de genes supressores de tumor por mutações somáticas, mudanças epigenéticas, deleções que induzem a perda da heterozigose e rearranjos cromossômicos que induzem genes de fusão (genes quiméricos)

• Descrever no mínimo três síndromes de câncer hereditário e discutir suas relações com os cânceres esporádicos comuns

• Descrever o papel da genética no diagnóstico, no tratamento e na prevenção do câncer

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Capítulo 07 - O que é epigenética?

Andrew Read; Dian Donnai Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 7

O que é epigenética?

Pontos de aprendizagem para este capítulo

Após terminar de ler este capítulo, você deve ser capaz de:

• Definir epigenética, impressão ou pré-programação genômica*, dissomia uniparental e ilha CpG

• Explicar como o DNA é metilado e como os padrões de metilação podem ser hereditários

• Descrever dois métodos de estudo dos padrões de metilação

• Explicar os papéis das seqüências CpG no controle gênico e nas mutações

• Descrever a inativação do cromossomo X e suas conseqüências para as pessoas com condições recessivas ligadas ao X e translocações balanceadas X-autossomo

• Fornecer exemplos de padrões de heredograma e síndromes esporádicas dependentes de impressão genômica

7.1 Estudos de casos

CASO 16

• Pablo, menino doentio

• História familiar de sintomas semelhantes

• Exames de sangue sugerem imunodeficiência combinada grave ligada ao X

Família Portillo

1

173

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Capítulo 05 - Como podemos examinar o DNA de um paciente quanto às mutações gênicas?

Andrew Read; Dian Donnai Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 5

Como podemos examinar o DNA de um paciente quanto às mutações gênicas?

Pontos de aprendizagem para este capítulo

Após terminar de ler este capítulo, você deve ser capaz de:

• Descrever o princípio do seqüenciamento do DNA e ler compreensivamente um perfil produzido pelo respectivo seqüenciador automatizado

• Relatar as circunstâncias em que uma análise de DNA envolve a varredura ou o escaneamento de um gene para detectar mutações ou a investigação de uma alteração específica

• Descrever brevemente os princípios de dois métodos (além do seqüenciamento) em que se faz a varredura de um gene para detectar mutações

• Expor sucintamente os princípios de dois métodos em que o DNA de uma pessoa pode ser investigado quanto a uma mutação específica

• Descrever resumidamente os princípios de dois métodos em que o DNA de uma pessoa pode ser investigado quanto à deleção ou à duplicação de éxons de um gene

5.1 Estudos de casos

Família Nicolaides

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Capítulo 13 - Devemos testar a suscetibilidade genética para as doenças comuns?

Andrew Read; Dian Donnai Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 13

Devemos testar a suscetibilidade genética para as doenças comuns?

Pontos de aprendizagem para este capítulo

Após terminar de ler este capítulo, você deve ser capaz de:

• Descrever como os genes modificadores e os efeitos estocásticos e pleiotrópicos resultam em expressividade variável e penetrância incompleta, mesmo para condições mendelianas

• Descrever, em princípio, como os genes interagem com outros genes e com vários fatores ambientais, para produzir os fenótipos, inclusive as doenças

• Descrever a natureza multifatorial da maioria das características humanas normais e anormais, bem como os princípios da herança multifatorial

• Explicar os lócus de traços quantitativos

• Descrever a teoria de limiar, de Falconer, e usá-la para fazer predições qualitativas de risco

• Descrever o princípio da análise de pares de irmãos afetados

• Definir e comparar ligação e associação entre um marcador e uma doença

• Descrever e explicar a estrutura em bloco dos haplótipos do genoma humano

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Capítulo 08 - Como nossos genes afetam o metabolismo, as respostas às drogas e o sistema imune?

Andrew Read; Dian Donnai Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 8

Como nossos genes afetam o metabolismo, as respostas às drogas e o sistema imune?

Pontos de aprendizagem para este capítulo

Após terminar de ler este capítulo, você deve ser capaz de:

• Descrever os princípios básicos dos erros metabólicos hereditários* e dar exemplos de doenças causadas por bloqueios metabólicos

• Fornecer exemplos de variações individuais nas respostas às drogas, explicando sua importância

• Discutir criticamente as perspectivas para a medicina personalizada, fundamentada na testagem genética

• Descrever a natureza e as funções gerais do complexo de histocompatibilidade principal e o papel da compatibilidade do HLA nos transplantes

• Descrever, em linhas gerais, os mecanismos genéticos que sustentam nossa capacidade de montar uma resposta imune específica contra praticamente qualquer antígeno estranho

8.1 Estudos de casos

CASO 19

• Segunda gravidez; ecografia sugere que é um menino

• Bebê nascido com genitália ambígua

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Grupo A (61)
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Capítulo 10 - Pomadas, cremes e géis

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO IV

FORMAS FARMACÊUTICAS SEMISSÓLIDAS

E SISTEMAS TRANSDÉRMICOS

CAPÍTULO

10 Pomadas, cremes e géis

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, o estudante deverá ser capaz de:

1. Diferenciar entre os vários tipos de bases de pomadas, segundo suas propriedades químicas e físicas.

2. Listar os critérios para a seleção de uma base de pomada para tratar uma patologia tópica.

3. Descrever os métodos para incorporar ingredientes ativos em uma base de pomada.

4. Explicar a diferença entre uma pomada, um creme e um gel.

5. Comparar e diferenciar uma base de pomada oftálmica e uma base de pomada tópica, para aplicação na pele.

6. Listar as vantagens e desvantagens de administrar fármacos pela via retal e pela via vaginal.

7. Listar as orientações que o farmacêutico deve fornecer ao paciente em relação a cada via de administração usada para a aplicação de produtos tópicos.

Pomadas, cremes e géis são formas farmacêuticas semissólidas destinadas à aplicação tópica. Elas podem ser aplicadas sobre a pele ou na superfície do olho, ou, ainda, utilizadas por via nasal, vaginal ou retal. A maioria delas é empregada conforme efeitos dos agentes terapêuticos que possui. As preparações não medicamentosas são utilizadas devido a seus efeitos físicos como protetoras ou lubrificantes.

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Capítulo 8 - Comprimidos

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

OBJETIVOS

8

Comprimidos

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Diferenciar os vários tipos de comprimidos.

2. Comparar as vantagens e desvantagens dos vários tipos de comprimidos.

3. Listar as categorias de excipientes, com exemplos que são empregados na produção de comprimidos.

4. Informar os padrões de qualidade e as exigências farmacopeicas segundo a

United States Pharmacopeia (USP) para comprimidos.

5. Definir e diferenciar variação de peso de uniformidade de conteúdo.

6. Descrever técnicas apropriadas de inspeção, acondicionamento e armazenamento de comprimidos.

Comprimidos são formas farmacêuticas sólidas, geralmente preparadas com o auxílio de adjuvantes farmacêuticos. Eles podem variar em tamanho, forma, peso, dureza, espessura, características de desintegração e dissolução e outros aspectos, dependendo de sua finalidade de uso e seu método de fabricação. A maioria dos comprimidos é usada na administração oral de fármacos.

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Apêndice B - Glossário de termos farmacêuticos

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

B

Glossário de termos farmacêuticos

Adesivo: um sistema de liberação de fármaco que contém um adesivo em um dos lados, geralmente aplicado em um local externo do corpo. Seus ingredientes difundem-se passivamente ou são transportados de modo ativo de alguma porção do adesivo.

Adesivo transdérmico matricial: sistema transdérmico que usa uma matriz polimérica contendo um fármaco, destinada à liberação sistêmica através da pele; geralmente a pele é a membrana controladora da difusão do fármaco.

Adesivo transdérmico matricial: sistema transdérmico com reservatório do fármaco contido entre uma camada adesiva e uma membrana de controle da difusão; o reservatório de fármaco consiste geralmente em uma dispersão semissólida ou uma solução.

Aerossol: forma farmacêutica acondicionada sob pressão, que contém substâncias ativas liberadas sob atuação de um sistema de válvulas apropriado.

Água aromática: solução aquosa clara saturada (a menos que especificado de outro modo), com um ou mais óleos voláteis ou outras substâncias aromáticas ou voláteis.

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Capítulo 14 - Sistemas dispersos

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

OBJETIVOS

14 Sistemas dispersos

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Diferenciar entre uma suspensão, uma emulsão, um gel e um magma.

2. Comparar os diferentes sistemas dispersos e listar vantagens e desvantagens de cada sistema.

3. Comparar e diferenciar as seguintes teorias da emulsificação: tensão superficial, cunha orientada e filme interfacial.

4. Definir e diferenciar os seguintes termos: liofóbico, liofílico, hidrofílico, hidrofóbico, anfifílico, embebimento, intumescimento, sinerese, tixotropia e xerogel.

5. Avaliar e selecionar um sistema disperso adequado e a forma de administração para determinada finalidade, população de pacientes e/ou situação.

Este capítulo trata dos principais tipos de preparações líquidas contendo fármacos não dissolvidos ou imiscíveis que se encontram uniformemente distribuídos em veículo. Nessas preparações, a substância que se encontra distribuída é conhecida como fase dispersa, e o veículo é denominado fase dispersante, ou meio dispersante. Em conjunto, produzem um sistema disperso.

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Medium 9788565852845

Capítulo 4 - Delineamento de formas farmacêuticas: considerações farmacêuticas e de formulação

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO II

DELINEAMENTO DE FORMAS FARMACÊUTICAS

E SISTEMAS DE LIBERAÇÃO DE FÁRMACOS

CAPÍTULO

4

Delineamento de formas farmacêuticas: considerações farmacêuticas e de formulação

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Listar razões para a incorporação de fármacos em várias formas farmacêuticas.

2. Comparar e diferenciar as vantagens e as desvantagens de várias formas farmacêuticas.

3. Descrever as informações necessárias em estudos pré-formulação para caracterizar um fármaco para possível inclusão em uma forma farmacêutica.

4. Descrever os mecanismos de degradação de fármacos e fornecer exemplos de cada um.

5. Descrever os cinco tipos de instabilidade de fármacos de interesse para a prática farmacêutica.

6. Resumir as abordagens empregadas para estabilizar fármacos em formas farmacêuticas.

7. Calcular as velocidades de reação para várias formas farmacêuticas líquidas.

8. Classificar os diversos adjuvantes e excipientes farmacêuticos.

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