Artmed (587)
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Medium 9788580555585

Capítulo 61. Câncer colorretal

Barbara G. Wells, Joseph T. DiPiro, Terry L. Schwinghammer, Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

61

Câncer colorretal

•• O câncer colorretal (CCR) é uma neoplasia maligna que acomete o cólon, o reto e o canal anal.

FISIOPATOLOGIA

•• O desenvolvimento de uma neoplasia colorretal é um processo em múltiplas etapas que consiste

em alterações genéticas e fenotípicas na estrutura e função do epitélio intestinal normal, levando a um crescimento desregulado das células, proliferação e desenvolvimento de tumor.

•• As características da tumorigênese colorretal consistem em instabilidade genômica, ativação de vias oncogênicas, inativação mutacional ou silenciamento de genes supressores tumorais e ativação das vias dos fatores de crescimento.

•• Os adenocarcinomas respondem por mais de 90% dos tumores do intestino grosso.

PREVENÇÃO E rastreamento

•• A prevenção primária tem por objetivo impedir o desenvolvimento do CCR em uma população

de risco. Os ensaios clínicos realizados com celecoxibe em indivíduos com polipose adenomatosa familiar (PAF) mostraram uma redução no tamanho e no número de pólipos depois de 6 a 9 meses de tratamento, porém não foi observado nenhum benefício em longo prazo.

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Capítulo 5. Síndromes coronarianas agudas

Barbara G. Wells, Joseph T. DiPiro, Terry L. Schwinghammer, Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

SEÇÃO 2

Capítulo

Distúrbios cardiovasculares

5

Editada por Terry L. Schwinghammer

Síndromes coronarianas agudas

•• As síndromes coronarianas agudas (SCAs) incluem todas as síndromes compatíveis com isquemia

aguda do miocárdio resultantes do desequilíbrio entre a demanda e o suprimento de oxigênio para o miocárdio.

•• As SCAs são classificadas de acordo com alterações no eletrocardiograma (ECG) em (1) infarto do miocárdio (IM), com elevação do segmento ST (CEST); ou (2) na SCA sem elevação do segmento

ST (SEST), que inclui IMSEST e angina instável (AI).

FISIOPATOLOGIA

•• Disfunção endotelial, inflamação e formação de placas gordurosas contribuem para o desenvolvimento de placas ateroscleróticas na artéria coronariana.

•• A causa da SCA em mais de 90% dos pacientes é a ruptura, fissura ou erosão de uma placa ate-

romatosa instável. Um coágulo se forma no topo da placa rompida. A exposição do colágeno e o fator tecidual induzem a adesão e a ativação plaquetária, que promove a liberação do difosfato de adenosina (ADP) e tromboxano A2 a partir das plaquetas, levando à vasoconstrição e ativação plaquetária. Ocorre uma alteração na conformação dos receptores de superfície de glicoproteína (GP)

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Capítulo 12. Choque

Barbara G. Wells, Joseph T. DiPiro, Terry L. Schwinghammer, Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

Capítulo

12

Choque

•• O choque é um estado agudo de perfusão inadequada dos órgãos críticos que pode levar à morte

se não for estabelecida uma terapia adequada. O choque é definido como uma pressão arterial sistólica (PAS) menor que 90 mmHg, ou redução de pelo menos 40 mmHg a partir do valor inicial com alterações da perfusão apesar da ressuscitação volêmica adequada.

Fisiopatologia

•• O choque é causado pela incapacidade do sistema circulatório em fornecer oxigênio (O2) suficiente

para os tecidos apesar do consumo normal ou reduzido de O2. Talvez seja ocasionado por déficit do volume intravascular (choque hipovolêmico), insuficiência da bomba miocárdica (choque cardiogênico), ou vasodilatação periférica (choque séptico, anafilático ou neurogênico).

•• O choque hipovolêmico é caracterizado pela deficiência aguda do volume intravascular por causa de perdas externas ou redistribuição interna de água extracelular. Ele pode ser precipitado por hemorragia, queimaduras, trauma, cirurgia, obstrução intestinal e desidratação a partir de considerável perda insensível de fluidos, administração excessiva de diurético, e vômito ou diarreia grave. Ocorre relativa hipovolemia, que leva ao choque hipovolêmico durante uma vasodilatação significativa, a qual acompanha a anafilaxia, a sepse e o choque neurogênico.

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Medium 9788580555585

Capítulo 18. Distúrbios das glândulas suprarrenais

Barbara G. Wells, Joseph T. DiPiro, Terry L. Schwinghammer, Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

SEÇÃO 4

CAPÍTULO

DISTÚRBIOS ENDOCRINOLÓGICOS

18

Editada por Terry L. Schwinghammer

Distúrbios das glândulas suprarrenais

•• A hiperfunção das glândulas suprarrenais envolve a produção excessiva dos hormônios suprarrenais, cortisol (levando ao desenvolvimento da síndrome de Cushing) ou aldosterona (resultando em hiperaldosteronismo).

•• A hipofunção das glândulas suprarrenais está associada à insuficiência suprarrenal primária (doença de Addison) ou secundária.

Síndrome de Cushing

Fisiopatologia

•• A síndrome de Cushing resulta dos efeitos de níveis suprafisiológicos de corticoides que provêm de administração exógena ou que se originam da produção endógena excessiva pela glândula suprarrenal (dependente de hormônio adrenocorticotrófico [ACTH]) ou por tecido adrenocortical anormal (independente de ACTH).

•• A síndrome de Cushing dependente de ACTH (80% de todos os casos de síndrome de Cushing) geralmente é causada pela superprodução de ACTH pela hipófise, provocando hiperplasia suprarrenal. Os adenomas hipofisários são responsáveis por cerca de 85% desses casos (doença de

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Medium 9788580555585

Capítulo 21. Cirose e hipertensão

Barbara G. Wells, Joseph T. DiPiro, Terry L. Schwinghammer, Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

Seção 5

CAPÍTULO

Distúrbios gastrintestinais

21

Editada por Joseph T. DiPiro e Terry Schwinghammer

Cirrose e hipertensão portal

CIRROSE

•• A cirrose é uma lesão difusa do fígado, caracterizada por fibrose e conversão da arquitetura hepá-

tica normal em nódulos estruturalmente anormais. O resultado final consiste em destruição dos hepatócitos e sua substituição por tecido fibroso.

•• A consequente resistência ao fluxo sanguíneo resulta em hipertensão portal e no desenvolvimento de varizes e ascite. A perda dos hepatócitos e o desvio intra-hepático de sangue resultam em diminuição das funções metabólica e de síntese, levando à encefalopatia hepática (EH) e coagulopatia.

•• A cirrose tem várias causas (Quadro 21-1). Nos Estados Unidos, o consumo excessivo de álcool e a hepatite viral crônica (tipos B e C) constituem as causas mais comuns.

•• A cirrose ocasiona elevação da pressão arterial portal, devido às alterações fibróticas dentro dos sinusoides hepáticos, alterações nos níveis de mediadores vasodilatadores e vasoconstritores e aumento do fluxo sanguíneo na vasculatura esplâncnica. As anormalidades fisiopatológicas que causam cirrose resultam nos problemas comumente encontrados de ascite, hipertensão portal, varizes esofágicas, EH e distúrbios da coagulação.

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Editora Manole (2595)
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Medium 9788520431771

Parte 1: Macronutrientes, produção de energia, fibra alimentar e equilíbrio hidroeletrolítico e acidobásico

COZZOLINO, Silvia Maria Franciscato; COMINETTI, Cristiane Editora Manole PDF Criptografado

Parte 1

Macronutrientes, produção de energia, fibra alimentar e equilíbrio hidroeletrolítico e acidobásico

1

Proteínas

Marcelo Macedo Rogero

Inar Alves de Castro

Julio Tirapegui

Introdução

Aproximadamente 17% do peso corporal humano é composto por proteínas, que es‑ tão distribuídas nos tecidos,7 apresentando diferentes estruturas – colágeno, queratina, albumina, actina, miosina etc. – , as quais exercem função estrutural, enzimática, hormo‑ nal, de transporte, de imunidade e contrátil.15 Proteínas são polímeros complexos, carac‑ terizados pela presença de nitrogênio em sua estrutura química. A incorporação do nitro‑ gênio na molécula está associada ao início da vida no planeta, conforme demonstrado no famoso experimento conduzido por Miller‑Urey.50 As proteínas são cadeias de tamanho e configuração variados, formadas pela ligação de 20 diferentes aminoácidos. A sequência desses aminoácidos na cadeia é determinada pelo ácido desoxirribonucleico (DNA), por meio dos processos de transcrição e tradução. Dessa forma, os diferentes tipos de molé‑ culas proteicas presentes no organismo, assim como todas as funções que desempenham nas mais variadas e complexas vias metabólicas, foram determinados pelo processo evo‑ lutivo das espécies.25

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Medium 9788520429297

Capítulo 1 - Avaliação do paciente crítico

PADILHA, Katia Grillo…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

1

AVALIAÇÃO DO PACIENTE CRÍTICO

A driana J anzantte D ucci

S heila C ristina T osta B ento

D aniella V ianna C orrea K rokoscz

L ilia de S ouza N ogueira

K atia G rillo P adilha

P ontos

a aprender

1. �Os aspectos básicos para a realização da entrevista clínica do paciente crítico.

2. �A linguagem da entrevista de acordo com as necessidades e condições do paciente.

3. �As situações de prioridade na entrevista e no exame físico.

4. �As principais características do exame físico do paciente crítico.

5. �As limitações encontradas durante a realização do exame físico.

P alavras - chave

Entrevista, exame físico, enfermagem, sistematização da assistência de enfermagem, paciente crítico.

E strutura

dos tópicos

Introdução. A entrevista de enfermagem. Coleta de dados. Comunicação.

Conteúdo da entrevista. Registro dos dados. Características gerais do exame físico. Considerações finais. Resumo. Propostas para estudo. Referências bibliográficas. Para saber mais.

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Medium 9788520429297

Capítulo 8 - Assistência de enfermagem ao paciente em sepse, sepse severa e choque séptico

PADILHA, Katia Grillo…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

8

Assistência de enfermagem ao paciente em sepse, sepse severa e choque séptico

C ândida M árcia

P ontos

de

B rito

a aprender

1. �Fisiopatologia da sepse.

2. Classificação da sepse, da sepse severa e do choque séptico.

3. Manifestações clínicas.

4. �Recomendações da Surviving Sepse Campaign no tratamento da sepse severa e do choque séptico.

5. Assistência de enfermagem ao paciente com sepse severa e choque séptico.

P alavras - chave

Sepse, sepse severa, choque séptico, cuidados de enfermagem.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Epidemiologia. Fisiopatologia. Definições. Manifestações clínicas. Perfil hemodinâmico e clínico do paciente séptico. Tratamento. Assistência de enfermagem. Considerações finais. Resumo. Propostas para estudo.

Referências bibliográficas.

Introdução

As altas taxas de incidência e mortalidade de sepse severa e choque séptico chamam a atenção dos profissionais da saúde para a necessidade do reconhecimento e do tratamento precoce desses pacientes.1,2,3,4 O enfermeiro deve estar apto a, primeiramente, prevenir a ocorrência da sepse e reconhecer os pacientes de risco, assim como os sinais clínicos que evidenciam um quadro de sepse e as medidas necessárias para o tratamento precoce e a monitorização desse paciente.

169

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Medium 9788520429297

Capítulo 16 - Assistência aos pacientes submetidos a cineangiocoronariografia/angioplastia coronária

PADILHA, Katia Grillo…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

16

Assistência aos pacientes submetidos a cineangiocoronariografia/ angioplastia coronária

P atrícia G onçalves C ustódio F lávio

P ontos

a aprender

1. �Definição de cateterismo e angioplastia.

2. �Indicações para cateterismo cardíaco e angioplastia transluminal coronária.

3. Tipos de stents existentes e sua indicação.

4. �Necessidades e cuidados clínicos com o paciente submetido ao cateterismo/ angioplastia.

5. Possíveis complicações relacionadas ao cateterismo/angioplastia.

6. �Assistência de enfermagem ao paciente submetido à angioplastia, desde a abordagem inicial, cuidados pré-cateterismo, preparo para o exame, cuidados pós-exame e orientações de alta.

P alavras - chave

Cateterismo cardíaco, angioplastia, assistência de enfermagem.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Técnica do procedimento. Cuidados clínicos com o paciente.

Complicações. Assistência de enfermagem. Considerações finais. Resumo.

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Medium 9788520429297

Capítulo 14 - Cuidado de enfermagem ao paciente em uso de marca-passo

PADILHA, Katia Grillo…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

14

Cuidado de enfermagem ao paciente em uso de marca-passo

R enata G onçalves

P ontos

de

O liveira

a aprender

1. �Definição de marca-passo cardíaco artificial e cardioversor desfibrilador implantável.

2. �Os tipos de marca-passo cardíaco e as etapas pré, intra e pós-instalação.

3. �As complicações no uso do marca-passo com a assistência de enfermagem.

4. �Os cuidados de enfermagem para todos os tipos de marca-passo e cardioversor desfibrilador implantável.

P alavras - chave

Marca-passo cardíaco artificial, cardioversor desfibrilador implantável, assistência de enfermagem.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Tipos de marca-passo. Cardioversor desfibrilador implantável.

Complicações. Considerações finais. Resumo. Propostas para estudo.

Referên­cias bibliográficas.

Introdução

Impulso Elétrico Normal

O impulso elétrico normal (Figura 14.1) é iniciado por meio do estímulo de um conjunto de células específicas da parede do átrio direito, denominado nódulo sinoatrial. Esse impulso é transmitido por meio de fibras denominadas sistema de condução para os músculos atriais, que se contraem. Em seguida, alcança outro conjunto

330

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Editora Saraiva (35)
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Medium 9788536512136

Apêndice C. Modelo de Registro Diário da Umidade dos Ambientes

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

C

Apêndice

Modelo de Registro

Diário da Umidade dos Ambientes

Controle de umidade do ambiente do setor ____________ Faixa: 40 a 60%

Data

Hora

Umid. (%)

Mín.

Umid. (%)

Responsável

Máx.

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

123

Controle de umidade do ambiente do setor ____________ Faixa: 40 a 60%

Data

Hora

Umid. (%)

Mín.

Umid. (%)

Responsável

Máx.

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

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09:00

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09:00

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09:00

15:00

09:00

15:00

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15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

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Operações Básicas de Laboratório de Manipulação – Boas Práticas

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Medium 9788536512136

2. Estrutura Física de um Laboratório de Manipulação

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

Estrutura Física de um Laboratório de Manipulação

2

Para começar

Você verá neste capítulo as áreas físicas que um laboratório de manipulação deve possuir, suas características básicas e os aspectos relacionados à biossegurança.

2.1 Áreas

Como citado no Capítulo 1, o laboratório de manipulação de farmácias deve contar com uma in­fraes­trutura adequada às atividades a serem desenvolvidas. De modo geral, um laboratório de manipulação precisa apresentar área ou sala para atividades administrativas, área ou sala de armazenamento, área ou sala de controle de qualidade, sala ou local de pesagem de matérias-primas, salas de manipulação, além de área ou local para lavagem de utensílios e materiais de embalagem, vestiário, sala de paramentação, sanitários e depósito de material de limpeza.

Fique de olho!

Definições dos espaços físicos no laboratório de manipulação:

»»

»»

»»

Área: ambiente aberto, sem paredes em uma ou mais de uma das faces.

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Medium 9788536512136

Apêndice B. Modelo de Registro Diário da Temperatura dos Ambientes

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

B

Apêndice

Modelo de

Registro Diário da

Temperatura dos

Ambientes

Controle de temperatura do ambiente do setor _______ Faixa: 22 °C (+/-2 °C)

Temp. (°C)

Data

Hora

Temp. (°C)

Mín.

Responsável

Máx.

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

121

Controle de temperatura do ambiente do setor _______ Faixa: 22 °C (+/-2 °C)

Temp. (°C)

Data

Hora

Temp. (°C)

Mín.

Responsável

Máx.

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

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15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

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Operações Básicas de Laboratório de Manipulação – Boas Práticas

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Medium 9788536512136

Apêndice D. Roteiro de Autoinspeção para Farmácias – RDC no 67/2007

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

D

Apêndice

Roteiro de

Autoinspeção para Farmácias

– RDC no 67/2007

1. Identificação da Farmácia: 

1.1 Razão Social: 

1.2 CNPJ (CGC): 

1.3 Nome Fantasia: 

1.4 No da Autorização de Funcionamento:

Data de publicação: 

1.5 No da Autorização Especial: solicitada

Data de publicação: 

1.6 N da Licença de Funcionamento:  o

Fixada em local visível?

( ) Sim

( ) Não  

1.7 Endereço: 

Número: Bairro: Cidade: 

CEP:

DDD:

Telefone:

Fax:  

E-mail:

1.8 Nome do Responsável Técnico:

CRF/UF no

Presente?

( ) Sim

( ) Não  

1.9 Tipo de preparação que manipula:

( ) Homeopatia

( ) Alopatia

( ) Preparações estéreis

( ) Fitoterápicos

125

1. Identificação da Farmácia: 

1.10 Quais as formas farmacêuticas preparadas?  

( ) Sólidos

( ) Semissólidos

( ) Líquidos orais

( ) Líquidos uso externo

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Medium 9788536512136

7. Controle de Temperatura e Umidade

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

Controle de

Temperatura e Umidade

7

Para começar

Os fatores extrínsecos, como temperatura e umidade, são de grande importância para a manu­ tenção da estabilidade física e química da maioria das substâncias utilizadas na fabricação de produtos farmacêuticos e na manipulação de fórmulas magistrais e oficinais. O controle desses dois fatores deve existir em todos os ambientes de produção, e principalmente nos locais de armazenamento das substâncias utilizadas nos processos produtivos.

Além das matérias-primas e dos produtos acabados, a temperatura e a umidade também influenciam na saúde das pessoas envolvidas no trabalho, mantendo o ambiente em condições saudáveis.

Veremos ainda neste capítulo os equipamentos utilizados para medição da temperatura e para o controle da umidade do ar.

7.1 Considerações gerais

Todas as substâncias devem ser conservadas sob condições de temperatura e umidade que mantenham suas características e evitem sua contaminação ou deterioração. As condições de conservação das substâncias utilizadas nos processos farmacotécnicos são encontradas nas suas respectivas monografias farmacopeicas, nas fichas de especificação do estabelecimento e/ou ainda nos certi­fi­ cados de análise enviados pelo fornecedor.

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Grupo A (9434)
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Medium 9788536305745

Capítulo 35. Tratamentos psicofarmacológicos para pacientes com transtornos neuropsiquiátricos

Stuart C. Yudofsky; Robert E. Hales Grupo A PDF Criptografado

35

941

Neuropsiquiatria e neurociências na prática clínica

Tratamentos psicofarmacológicos para pacientes com transtornos neuropsiquiátricos

Peter P. Roy-Byrne, M.D.

Mahendra Upadhyaya, M.D.

A

moderna neuropsiquiatria diz respeito ao entendimento e tratamento de síndromes cognitivas, emocionais e comportamentais em pacientes com doença neurológica conhecida ou disfunção do SNC. Embora algumas síndromes (p. ex., depressão maior) em pacientes com doença neurológica (p. ex., acidente vascular cerebral [AVC], traumatismo craniano) sejam clinicamente semelhantes àquelas vistas em pacientes fisicamente bem apresentando a síndrome de novo, a resposta ao tratamento pode ser bastante diferente. Além disso, as seqüelas neuropsiquiátricas de inúmeros distúrbios neurológicos freqüentemente parecem um amálgama de diversas síndromes e amiúde não se enquadram nitidamente nas definições sindrômicas do DSM-IV (American Psychiatric Association,

1994). O paciente combativo, irritável, agitado e com lesão cerebral tem mania disfórica, depressão agitada ou transtorno de estresse pós-traumático (TEPT)? O paciente apático, retraído e pós-AVC tem realmente depressão maior? Embora o

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Medium 9788536305745

Capítulo 39. Questões educacionais e de certificação em neuropsiquiatria

Stuart C. Yudofsky; Robert E. Hales Grupo A PDF Criptografado

39

1049

Neuropsiquiatria e neurociências na prática clínica

Questões educacionais e de certificação em neuropsiquiatria

Sheldon Benjamin, M.D.

Linda Mah, M.D.

O

ressurgimento da neuropsiquiatria como um campo clínico dentro da psiquiatria e da neurologia levantou diversas questões educacionais relativas ao treinamento de especialistas neuropsiquiátricos e de psiquiatras gerais. Embora haja um número cada vez maior de manuais e revistas neuropsiquiátricas, inúmeros programas de treinamento de especialização e uma organização profissional nacional (a American Neuropsychiatric Association) que tem tido notável crescimento desde sua fundação, em 1988, o trabalho voltado a processos reconhecidos em todo o país de autorização para treinamento neuropsiquiátrico e de certificação para neuropsiquiatras apenas começou. Coincidindo com o crescente interesse na neuropsiquiatria, vieram pressões aumentadas do mercado sobre psiquiatras gerais para tratarem pacientes mais médica e neurologicamente complexos. No início do século

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Medium 9788536305745

Capítulo 23. Aspectos neuropsiquiátricos da infecção do sistema nervoso central pelo vírus da imunodeficiência humana

Stuart C. Yudofsky; Robert E. Hales Grupo A PDF Criptografado

23

653

Neuropsiquiatria e neurociências na prática clínica

Aspectos neuropsiquiátricos da infecção do sistema nervoso central pelo vírus da imunodeficiência humana

Francisco Fernandez, M.D.

George M. Ringholz, M.D., Ph.D.

Joel K. Levy, Ph.D.

A

infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) tornou-se uma das principais questões sociais e de saúde de nossa época, tendo contribuído para a primeira diminuição conhecida da expectativa média de vida nos Estados

Unidos (Kranczer, 1995). Devido a sua natureza complexa, o

HIV pode continuar sem uma cura completa ainda por algum tempo. O vírus não apenas devasta a saúde constitucional de um indivíduo como também ataca os sistemas nervosos central e periférico e causa uma gama de síndromes neurológicas e transtornos mentais orgânicos de curso, por vezes, insidioso.

Nosso objetivo é descrever a neuropatologia e a sintomatologia neurocomportamental associadas à infecção pelo HIV e delinear a ampla e desafiadora gama de complicações neuropsiquiátricas possíveis com que os clínicos podem se deparar.

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Medium 9788536305745

Capítulo 10. Aspectos epidemiológicos e genéticos dos transtornos neuropsiquiátricos

Stuart C. Yudofsky; Robert E. Hales Grupo A PDF Criptografado

10

285

Neuropsiquiatria e neurociências na prática clínica

Aspectos epidemiológicos e genéticos dos transtornos neuropsiquiátricos

Dolores Malaspina, M.D., M.S.P.H.

Cheryl Corcoran, M.D.

Steven P. Hamilton, M.D., Ph.D.

A

última década testemunhou uma revolução em nosso entendimento acerca da etiologia de muitos transtornos neuropsiquiátricos. Avanços na genética estatística, na epidemiologia genética e na metodologia molecular forneceram novos insights e caminhos para a condução de estudos genéticos e epidemiológicos e para a análise de interações gene-ambiente. O recente mapeamento do genoma humano prepara o cenário para um progresso ainda maior nos próximos anos. Neste capítulo, focalizamos alguns dos achados dessas disciplinas no estudo de transtornos neuropsiquiátricos.

ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS

A epidemiologia está baseada no pressuposto fundamental de que fatores causais da doença humana podem ser identificados pelo exame sistemático de diferentes populações, ou de subgrupos dentro dela, em diferentes lugares ou momentos (Hennekens e Buring, 1987). A pesquisa epidemiológica pode ser vista como dirigida a uma série de questões:

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Medium 9788536305745

Capítulo 18. Aspectos neuropsiquiátricos das lesões cerebrais traumáticas

Stuart C. Yudofsky; Robert E. Hales Grupo A PDF Criptografado

Parte IV

Neuropsiquiatria e neurociências na prática clínica

Transtornos neuropsiquiátricos

525

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18

527

Neuropsiquiatria e neurociências na prática clínica

Aspectos neuropsiquiátricos das lesões cerebrais traumáticas

Jonathan M. Silver, M.D.

Robert E. Hales, M.D., M.B.A.

Stuart C. Yudofsky, M.D.

M

ais de 2 milhões de pessoas sofrem lesões cerebrais traumáticas (LCTs) a cada ano nos EUA, sendo que 300 mil delas necessitam de hospitalização e mais de 80 mil das sobreviventes têm seqüelas crônicas (J.F. Kraus e Sorenson, 1994).

Nessa população, os déficits psicossociais e psicológicos costumam ser a maior fonte de incapacitação para as vítimas e de estresse para suas famílias. Psiquiatras, neurologistas e neuropsicólogos, muitas vezes, são solicitados por outros especialistas médicos ou pelas famílias para tratar desses pacientes.

Neste capítulo, revisamos o papel de tais profissionais em relação a prevenção, diagnóstico e tratamento dos aspectos cognitivos, comportamentais e emocionais das LCTs.

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Grupo A (61)
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Medium 9788580554212

Caso 5 - Cirurgia reparadora do manguito rotador: quatro semanas de reabilitação

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Cirurgia reparadora do manguito rotador: quatro semanas de reabilitação

Todd S. Ellenbecker

David S. Bailie

CASO 5

Um homem com 55 anos de idade foi encaminhado ao fisioterapeuta duas semanas após uma cirurgia reparadora do manguito rotador. A lesão tinha ocorrido há três meses, em um jogo de tênis, em que ele sacara repetidas vezes e sentira uma dor gradualmente progressiva no ombro. A dor continuou depois do jogo e foi aumentando até se manifestar durante o repouso e o sono e em todas as atividades do dia a dia. O paciente consultou um cirurgião ortopedista que avaliou o ombro e diagnosticou fraqueza significativa no ombro direito (dominante) durante a rotação externa e a elevação e dor ao longo das bordas anterior e lateral do acrômio. Uma varredura por RM com contraste revelou uma ruptura de 2 cm de espessura no tendão supraespinal, estendendo-se posteriormente até o infraespinal, sem ruptura labral concomitante. Descobriu-se que o paciente tinha um acrômio do tipo II. Foi submetido, com êxito, a uma cirurgia reparadora artroscópica do manguito rotador com âncoras de sutura e uma modesta acromioplastia para tratar o acrômio do tipo II. Imediatamente após a operação, recebeu instruções que incluíam: exercícios pendulares de Codman, de encolher os ombros e retrações escapulares, exercícios de fortalecimento de preensão da mão e informações sobre o uso de tipoia para proteger o ombro. Duas semanas após a cirurgia, examinaram as incisões, removeram as suturas externas e encaminharam o paciente ao fisioterapeuta com a solicitação de “avaliar e tratar”.

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Lista por condição de saúde (ordem alfabética)

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

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CASOS CLÍNICOS EM FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA

LISTA POR CONDIÇÃO DE SAÚDE (ORDEM ALFABÉTICA)

Nº CASO

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10

TÓPICO

Capsulite adesiva – diagnóstico

Capsulite adesiva – tratamento

Cirurgia reparadora do manguito rotador: quatro semanas de reabilitação

Coluna lombar: hérnia de disco – abordagem de diagnóstico e terapia mecânica (McKenzie)

Dor crônica cervical

Dor lombar: manipulação

Epicondilalgia lateral

Epifisiólise proximal do fêmur (EPF)

Espondilolistese degenerativa

Espondilolistese em um atleta jovem

Estabilização cirúrgica para instabilidade do ombro: reabilitação para retorno ao esporte

Fascite plantar

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Caso 22 - Síndrome do trato iliotibial

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Síndrome do trato iliotibial

Jason Brumitt

CASO 22

Um homem de 32 anos que pratica corrida foi por conta própria a uma clínica ambulatorial de fisioterapia com a queixa de dor lateral no joelho direito. Ele sentiu essa dor pela primeira vez seis semanas atrás. Duas semanas antes do início do sintoma, iniciou um programa de treinamento para maratona. Seus sintomas pioraram gradualmente; agora, ele não consegue mais correr devido ao início imediato da mesma dor. Na história de saúde do paciente, não há nada notável. Os sinais e sintomas são compatíveis com síndrome do trato iliotibial

(STIT). Sua meta é retornar ao treinamento para a maratona que se aproxima.

Com base na suspeita diagnóstica do paciente, quais são os possíveis fatores que contribuem para essa condição?

 Que sinais ao exame podem estar associados a esse diagnóstico?

 Quais são as intervenções de fisioterapia mais apropriadas?

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CASOS CLÍNICOS EM FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA

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Caso 1 - Impacto subacromial

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Impacto subacromial

Christy Schuckman

CASO 1

Um homem destro com 18 anos de idade, segundo prescrição de um ortopedista, procura uma clínica de fisioterapia para avaliação e tratamento de impacto subacromial no ombro direito. Diz ter começado a sentir dores no ombro, há umas quatro semanas, e atribui essa condição ao fato de ter jogado tênis três vezes na semana anterior depois de um inverno inteiro sem praticar esse esporte. A dor no ombro aumenta quando ele estende o braço para a frente, tenta levar a mão às costas, levanta qualquer tipo de peso com o braço direito ou joga tênis. Além disso, o paciente relata que não consegue enfiar o cinto na presilha na parte de trás, nem enfiar a camisa dentro da calça nas costas, embora fizesse esses movimentos antes sem nenhuma dificuldade. A única posição que alivia a dor nas costas é deixar o braço na lateral do corpo. O médico receitou-lhe medicamentos anti-inflamatórios não esteroides, e isso ajudou a reduzir a intensidade da dor. O raio X (tirado pelo médico no consultório) das articulações glenoumeral e acromioclavicular deu negativo para anormalidades

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Caso 15 - Lombar: hérnia de disco – abordagem da técnica de energia muscular

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Lombar: hérnia de disco – abordagem da técnica de energia muscular

Jason Brumitt

Melissa Murray

Jandra Mueller

CASO 15

Um homem de 36 anos, trabalhador da construção civil, procurou, por conta própria, uma clínica de fisioterapia com a queixa de dor lombar e de dor que se irradiava da parte posterior do quadril esquerdo do quadril até a lateral do pé. A dor havia surgido três semanas antes, durante um projeto de manutenção residencial. Tudo começou quando ele se preparava para erguer um aparelho de ar condicionado. O paciente relatou que se inclinou para pegar o aparelho, sentiu uma dor intensa e penetrante e caiu imediatamente no chão. Em seguida, precisou de ajuda da esposa para entrar em casa. Permaneceu deitado durante as primeiras 24 horas após o acidente, na posição pronada, no sofá ou na própria cama. Ele disse ainda que, nos últimos três dias, tinha conseguido caminhar e ficar de pé por períodos breves. Entretanto, o nível de dor atual está no grau

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