Artmed (587)
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Capítulo 17. Relação entre aprendizagem e disfunções executivas em crinanças e adolescentes com transtorno bipolar

Newra Tellechea Rotta, César Augusto Bridi Filho, Fabiane De Souza Bridi Artmed PDF Criptografado

entre aprendizagem

17 Relação e disfunções executivas em crianças e adolescentes com transtorno bipolar

LÍLIAN ROCHA GOMES TAVARES E

MARISA ROSA GUIMARÃES

INTRODUÇÃO

A aprendizagem é, certamente, uma experiência universal. As pessoas aprendem em todos os estágios da vida. Segundo Municio (1996), dentre todas as espécies, somos a que tem uma imaturidade orgânica mais prolongada e necessita de apoio externo mais intenso, como também de capacidades de aprendizagem mais desenvolvidas e flexíveis. Podemos dizer que a capacidade de aprendizagem, junto com a linguagem, o humor, a ironia e algumas outras virtudes que acompanham nossa conduta constituem o núcleo básico do acervo humano que nos diferencia de outras espécies. Para esse autor, sem as capacidades de aprendizagem não poderíamos adquirir a cultura e formar parte de nossa sociedade.

A função fundamental da aprendizagem humana é interiorizar ou incorporar a cultura, para assim formar parte dela. Fazemo-nos pessoas à medida que personalizamos a cultura. (MUNICIO, 1996, p. 29).

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Capítulo 6. Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) e intervenção pedagógica: o caso "Vine, o corpo falando"

Newra Tellechea Rotta, César Augusto Bridi Filho, Fabiane De Souza Bridi Artmed PDF Criptografado

Transtorno de déÞcit de atenção/hiperatividade (TDAH) e intervenção pedagógica: o caso “Vine, o corpo falando”

6

SANDRA C. SCHROEDER E VIVIANE BASTOS FORNER

INTRODUÇÃO

O transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) é uma construção nosológica que atinge um número considerável de crianças no mundo todo.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 2,5 e 5% dos adultos, na maioria das culturas, sofram as consequências desse transtorno no seu cotidiano.

Quando nos ocupamos desse assunto, nosso interesse, mais do que fazer uma descrição criteriosa sobre a temática do

TDAH, foi pensar alternativas para uma nova construção conceitual. Partindo do princípio de que a hiperatividade é uma manifestação corpórea, pela agitação que sempre contém, imaginamos que um novo olhar para esse aspecto poderia auxiliar profissionais nas suas práticas cotidianas.

É sabido que o uso de medicamentos pode auxiliar no controle do sistema nervoso central como um todo, porém, uma criança é também a expressividade do seu corpo, é a construção subjetiva que motiva o gesto, é a interatividade necessária para conhecer o mundo.

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Capítulo 16. Discalculia e intervenção psicopedagógica: Alan - O aprendiz na conexão dos números

Newra Tellechea Rotta, César Augusto Bridi Filho, Fabiane De Souza Bridi Artmed PDF Criptografado

Discalculia e intervenção psicopedagógica:

Alan – O aprendiz na conexão dos números

16

CÉSAR AUGUSTO BRIDI FILHO, CLARISSA CANDIOTA,

INGRID SCHROEDER FRANCESCHINI,

SANDRA C. SCHROEDER E TÂNIA MENEGOTTO

CONHECENDO A DISCALCULIA

Quando pensamos em discalculia, associamos ao conhecimento adquirido sobre a linguagem quantitativa, mais especificamente sua relação com os números e cálculos.

A presença da quantificação e da linguagem da matemática está presente no cotidiano de qualquer ser humano, mesmo na mais tenra idade. Do mesmo modo que somos gradualmente inseridos no universo da linguagem expressiva das palavras, somos circundados e introduzidos no universo dos números e suas representações. Culturalmente fomos envolvidos por essa necessidade representativa do nosso universo, quer seja para expressarmos valores e interações quantitativas, quer seja para introjetar representações e alinhamentos ou organizações numéricas. A matemática certamente ajudou a construir o nosso formato neurológico atual, por meio da exigência de memorização, catalogação ou abstração de elementos numéricos e suas relações possíveis.

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Capítulo 13. Dificuldade de escrita associada com disfunção neuromotora em criança prematura: psicopedagogia e neurologia integradas no diagnóstico e na intervenção

Newra Tellechea Rotta, César Augusto Bridi Filho, Fabiane De Souza Bridi Artmed PDF Criptografado

de escrita

13 Dificuldade associada com disfunção

neuromotora em criança prematura: psicopedagogia e neurologia integradas no diagnóstico e na intervenção

HELENA VELLINHO CORSO

INTRODUÇÃO

Nenhum profissional da saúde questiona a importância da anamnese. Como a etimologia da palavra sugere (anamnese, do grego ana, trazer de novo, e mnesis, memória), nessa entrevista o profissional busca relembrar, na história do paciente, todos os fatos que possam estar relacionados com o problema. É um ponto inicial importante no diagnóstico. Na anamnese psicopedagógica, realizada com a mãe, o profissional procura reunir o maior número de informações possível a respeito das condições de gravidez, nascimento, desenvolvimento neuropsicomotor, histórico de escolaridade.

A ideia é reunir dados que permitam a melhor compreensão – e a mais efetiva intervenção – em relação à condição atual de aprendizagem daquele paciente, deficitária quando se procura um profissional da área.

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Capítulo 19. Transtorno do espectro autista: aspectos da intervenção multidisciplinar

Newra Tellechea Rotta, César Augusto Bridi Filho, Fabiane De Souza Bridi Artmed PDF Criptografado

do espectro

19 Transtorno autista: aspectos da

intervenção multidisciplinar

VIVIANE BASTOS FORNER E NEWRA TELLECHEA ROTTA

INTRODUÇÃO

O transtorno do espectro autista (TEA) visto através dos processos vivenciados por um menino e seus familiares, a partir das contribuições da neurologia e das descrições das intervenções psicopedagógicas, serve de base para o texto a seguir.

A intervenção psicopedagógica foi construída apoiada nas percepções e nos estudos de elementos neurológicos apresentados pela criança, além de fatores subjetivos que caracterizam a infância e seus desdobramentos.

A primeira parte deste estudo é consonante com uma das aulas expositivas durante o Seminário de Neurologia Avançada, intitulada “Autismo – o desafio do diagnóstico precoce”,1 ministrada pela Dra.

Newra Rotta em 2010 e baseada em uma palestra no Programa dos Transtornos Invasivos do Desenvolvimento da Universidade

Federal do Rio Grande do Sul (ProTID/

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Editora Manole (1111)
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Medium 9788520440049

15. Retorno ao trabalho dos trabalhadores de enfermagem

Vanda Elisa andres Felli; Patricia Campos Pavan Baptista Editora Manole PDF Criptografado

Retorno ao trabalho dos trabalhadores de enfermagem

15

Silmar Maria da Silva

Vivian Aline Mininel

Priscilla Evelyn Penteado

Palavras-chave  Enfermagem; saúde do trabalhador; afastamento por motivo de saúde; retorno ao trabalho.

Estrutura dos tópicos  O contexto histórico do adoecimento pelo trabalho.

As diferentes compreensões de incapacidade para o trabalho. O processo de afastamento do trabalho. A reabilitação profissional e o retorno ao trabalho.

Considerações finais. Referências.

O CONTEXTO HISTÓRICO DO ADOECIMENTO PELO TRABALHO

O momento histórico atual tem sido determinado por fortes relações de consumo e grandes inovações tecnológicas que, somadas à competitividade existente no ambiente de trabalho e aos altos índices de produtividade a serem alcançados, produzem mudanças nos modos de vida pessoal e profissional dos indivíduos, gerando mudanças nas relações de trabalho e no processo de adoecimento ocupacional.1

305

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2. Abordagens teórico-metodológicas de estudos sobre a saúde do trabalhador

Vanda Elisa andres Felli; Patricia Campos Pavan Baptista Editora Manole PDF Criptografado

2

Abordagens teórico-metodológicas de estudos sobre a saúde do trabalhador

Vanda Elisa Andres Felli

Patricia Campos Pavan Baptista

Márcia Eiko Karino

Palavras-chave  Enfermagem; saúde do trabalhador; correntes de pensamento; produção científica.

Estrutura dos tópicos  Introdução. O positivismo sociológico. Teoria compreensiva. Materialismo histórico-dialético. Outras correntes de pensamento.

Revisão sistemática. Considerações finais. Referências.

Introdução

A saúde do trabalhador de enfermagem (STE) como objeto de estudo teve seu incremento a partir da década de 1970, principalmente vinculada à academia, quando passam a ser instituídos os programas de pós-graduação em enfermagem. Também o incremento da produção do conhecimento é observado como consequência das mudanças nos processos produtivos, advindas da globalização e das políticas de cunho neoliberal (ver o Capítulo 1). Assim, o reconhecimento da realidade, ou seja,

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Medium 9788520440049

9. Cargas fisiológicas e processos de desgaste em trabalhadores de enfermagem

Vanda Elisa andres Felli; Patricia Campos Pavan Baptista Editora Manole PDF Criptografado

9

Cargas fisiológicas e processos de desgaste em trabalhadores de enfermagem

Silmar Maria da Silva

Patricia Campos Pavan Baptista

Palavras-chave  Enfermagem; riscos ocupacionais; transtornos traumáticos cumulativos; fadiga.

Estrutura dos tópicos  Cargas fisiológicas. Principais desgastes decorrentes da exposição às cargas fisiológicas. Considerações finais. Referências.

CARGAS FISIOLÓGICAS

As cargas fisiológicas são aquelas provenientes das formas de organização e divisão do trabalho de enfermagem, caracterizadas por escassez de recursos humanos, trabalho noturno e rodízio em turnos, além da manipulação de peso excessivo, trabalho em posição ortostática, posicionamento inadequado e incômodo, situações que interferem no funcionamento apropriado do organismo.

Como resultado da exposição do trabalhador às cargas fisiológicas, há o desenvolvimento de diversos tipos de desgastes,

176

9 CargaS fiSiológiCaS e proCeSSoS de deSgaSte em trabalhadoreS de enfermagem

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Medium 9788520423479

16. Aplicação da contabilidade de custos no Centro de Material e Esterilização

Graziano, Kazuko Uchikawa; Silva, Arlete; Psaltikidis, Eliane Molina Editora Manole PDF Criptografado

16

Aplicação da contabilidade de custos no centro de materiaL e esterilização

E liane M olina P saltikidis

F ábio F rezatti

P on ­t os

a apren ­d er

1. Reconhecimento da elevação dos custos na área da saúde.

2. A importância das ferramentas da contabilidade de custos para a enfermagem do CME.

3. Definição de gasto, despesa, investimento, custo, perda e custeio.

4. Descrição dos princípios para um adequado gerenciamento de estoques em CME.

5. Compreensão das relações entre os centros de custos e o impacto no

CME.

6. Os estudos realizados pela enfermagem em CME sobre custos.

P alavras - chave

Enfermagem em Centro de Material e Esterilização, custos, contabilidade de custos, estoque, centro de custos.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Importância do gerenciamento de custos na enfermagem e no

CME. Fundamentos da contabilidade de custos. Gerenciamento de estoques no CME. Centros de custos e o CME. Análise de estudos de custos na realidade brasileira do CME. Considerações finais. Resumo. Resumo esquemático. Pontos a revisar. Propostas para estudo. Atividade sugerida. Referências bibliográficas.

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Medium 9788520423479

5. Esterilização por métodos físicos

Graziano, Kazuko Uchikawa; Silva, Arlete; Psaltikidis, Eliane Molina Editora Manole PDF Criptografado

5

Esterilização por métodos físicos

M aria C lara P adoveze

M aria C ristina F erreira Q uelhas

M arlene H itomi Y oshida N akamura

P on ­t os

a apren ­d er

1.  Tipos de esterilização por métodos físicos.

2.  Princípios de esterilização por métodos físicos.

3. Indicações e contraindicações da utilização de métodos físicos.

4.  Parâmetros dos processos de esterilização por métodos físicos.

5. Regras gerais para a utilização da esterilização a vapor.

P alavras - chave

Enfermagem em Centro de Material e Esterilização, esterilização, vapor.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Vapor saturado sob pressão (calor úmido). Calor seco. Radiação ionizante. Esterilização por feixe de elétrons (electron beam). Micro-ondas.

Resumo. Resumo esquemático. Propostas para estudo. Estudo de caso. Solução do estudo de caso. Referências bibliográficas.

109

Enf Book 1.indb 109

09/05/17 19:22

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Editora Saraiva (44)
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Medium 9788536512136

Apêndice C. Modelo de Registro Diário da Umidade dos Ambientes

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

C

Apêndice

Modelo de Registro

Diário da Umidade dos Ambientes

Controle de umidade do ambiente do setor ____________ Faixa: 40 a 60%

Data

Hora

Umid. (%)

Mín.

Umid. (%)

Responsável

Máx.

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

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Controle de umidade do ambiente do setor ____________ Faixa: 40 a 60%

Data

Hora

Umid. (%)

Mín.

Umid. (%)

Responsável

Máx.

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

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Operações Básicas de Laboratório de Manipulação – Boas Práticas

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Medium 9788536512136

2. Estrutura Física de um Laboratório de Manipulação

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

Estrutura Física de um Laboratório de Manipulação

2

Para começar

Você verá neste capítulo as áreas físicas que um laboratório de manipulação deve possuir, suas características básicas e os aspectos relacionados à biossegurança.

2.1 Áreas

Como citado no Capítulo 1, o laboratório de manipulação de farmácias deve contar com uma in­fraes­trutura adequada às atividades a serem desenvolvidas. De modo geral, um laboratório de manipulação precisa apresentar área ou sala para atividades administrativas, área ou sala de armazenamento, área ou sala de controle de qualidade, sala ou local de pesagem de matérias-primas, salas de manipulação, além de área ou local para lavagem de utensílios e materiais de embalagem, vestiário, sala de paramentação, sanitários e depósito de material de limpeza.

Fique de olho!

Definições dos espaços físicos no laboratório de manipulação:

»»

»»

»»

Área: ambiente aberto, sem paredes em uma ou mais de uma das faces.

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Apêndice B. Modelo de Registro Diário da Temperatura dos Ambientes

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

B

Apêndice

Modelo de

Registro Diário da

Temperatura dos

Ambientes

Controle de temperatura do ambiente do setor _______ Faixa: 22 °C (+/-2 °C)

Temp. (°C)

Data

Hora

Temp. (°C)

Mín.

Responsável

Máx.

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

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Controle de temperatura do ambiente do setor _______ Faixa: 22 °C (+/-2 °C)

Temp. (°C)

Data

Hora

Temp. (°C)

Mín.

Responsável

Máx.

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

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Operações Básicas de Laboratório de Manipulação – Boas Práticas

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Medium 9788536512136

Apêndice D. Roteiro de Autoinspeção para Farmácias – RDC no 67/2007

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

D

Apêndice

Roteiro de

Autoinspeção para Farmácias

– RDC no 67/2007

1. Identificação da Farmácia: 

1.1 Razão Social: 

1.2 CNPJ (CGC): 

1.3 Nome Fantasia: 

1.4 No da Autorização de Funcionamento:

Data de publicação: 

1.5 No da Autorização Especial: solicitada

Data de publicação: 

1.6 N da Licença de Funcionamento:  o

Fixada em local visível?

( ) Sim

( ) Não  

1.7 Endereço: 

Número: Bairro: Cidade: 

CEP:

DDD:

Telefone:

Fax:  

E-mail:

1.8 Nome do Responsável Técnico:

CRF/UF no

Presente?

( ) Sim

( ) Não  

1.9 Tipo de preparação que manipula:

( ) Homeopatia

( ) Alopatia

( ) Preparações estéreis

( ) Fitoterápicos

125

1. Identificação da Farmácia: 

1.10 Quais as formas farmacêuticas preparadas?  

( ) Sólidos

( ) Semissólidos

( ) Líquidos orais

( ) Líquidos uso externo

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Medium 9788536512136

7. Controle de Temperatura e Umidade

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

Controle de

Temperatura e Umidade

7

Para começar

Os fatores extrínsecos, como temperatura e umidade, são de grande importância para a manu­ tenção da estabilidade física e química da maioria das substâncias utilizadas na fabricação de produtos farmacêuticos e na manipulação de fórmulas magistrais e oficinais. O controle desses dois fatores deve existir em todos os ambientes de produção, e principalmente nos locais de armazenamento das substâncias utilizadas nos processos produtivos.

Além das matérias-primas e dos produtos acabados, a temperatura e a umidade também influenciam na saúde das pessoas envolvidas no trabalho, mantendo o ambiente em condições saudáveis.

Veremos ainda neste capítulo os equipamentos utilizados para medição da temperatura e para o controle da umidade do ar.

7.1 Considerações gerais

Todas as substâncias devem ser conservadas sob condições de temperatura e umidade que mantenham suas características e evitem sua contaminação ou deterioração. As condições de conservação das substâncias utilizadas nos processos farmacotécnicos são encontradas nas suas respectivas monografias farmacopeicas, nas fichas de especificação do estabelecimento e/ou ainda nos certi­fi­ cados de análise enviados pelo fornecedor.

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Grupo A (4672)
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Medium 9788536311234

Capítulo 39 - Terapia cognitivo-comportamental no TDAH

Aristides Volpato Cordioli Grupo A PDF Criptografado

716

Cordioli e cols.

Terapia 39 cognitivo-comportamental no TDAH

Liseane Carraro Lyszkowski

Luis Augusto Rohde

O transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) é um transtorno psiquiátrico que merece cuidadosa atenção ao ser avaliado. Neste capítulo, descreveremos inicialmente a sintomatologia, os tipos, as co-morbidades, a avaliação diagnóstica e, a seguir, abordaremos as formas de tratamento. O desenvolvimento do capítulo será baseado na terapia cognitivo-comportamental (TCC) e em suas aplicações neste transtorno. Por fim, destacaremos os estudos de eficácia, as limitações e as perspectivas para o futuro.

Nos países desenvolvidos, encontramos uma vasta literatura sobre a aplicação da terapia cognitivo-comportamental (TCC) para o tratamento de diversos transtornos mentais da infância e da adolescência (Knapp et al., 2002).

Considerada como uma intervenção promissora para o tratamento de problemas psicológicos na infância (Kazdin; Weisz, 1998), é efetiva no tratamento do transtorno de ansiedade generalizada (Kendall, 1994), do transtorno depressivo (Harrington et al., 1998), da fobia social (Spence et al., 2000), das fobias simples

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Medium 9788536311234

Capítulo 6 - As condições do paciente e a escolha da psicoterapia

Aristides Volpato Cordioli Grupo A PDF Criptografado

6 As condições do paciente

e a escolha da psicoterapia

Aristides Volpato Cordioli

Fabiano Alves Gomes

As psicoterapias são tratamentos de natureza psicológica que vêm cada vez mais se consagrando como um importante recurso na abordagem dos transtornos mentais. No capítulo anterior, foram discutidas três questões a serem esclarecidas na avaliação do paciente candidato à psicoterapia: os motivos da procura por tratamento e o diagnóstico psiquiátrico, a identificação de possíveis fatores etiológicos e a escolha do tratamento mais apropriado. No presente capítulo, examinaremos outras duas questões igualmente importantes: as condições pessoais do paciente e as possibilidades de acesso, uma vez que, na escolha do modelo tais fatores podem ter uma influência decisiva nos resultados da terapia ou até impossibilitar o tratamento.

Serão descritas as condições pessoais a serem levadas em conta na escolha de uma terapia bem como a forma de avaliá-las nas entrevistas iniciais. Será apresentado ainda um quadro geral dos diferentes transtornos, das psicoterapias mais indicadas para cada um deles e das condições pessoais associadas a resultados favoráveis.

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Medium 9788536311234

Capítulo 13 - Terapia de família

Aristides Volpato Cordioli Grupo A PDF Criptografado

13 Terapia de família

Olga Garcia Falceto

Estudos baseados em evidências demonstram a eficácia da terapia familiar em transtornos do desenvolvimento, em psicopatologias e na alteração de doenças crônicas. O processo psicoterapêutico envolve todo o grupo familiar ou parte dele no tratamento de problemas individuais e/ou das relações. A terapia freqüentemente é focal e de curta duração, com grande poder preventivo. Pode, também, envolver outros sistemas importantes como a escola, a vizinhança e as instituições.

A ciência ocidental tem evoluído graças à pesquisa empírica, que isola os fenômenos para estudá-los em profundidade. Esse método nos leva a saber cada vez mais sobre áreas cada vez mais restritas. Entretanto, o estudo das interconexões não faz parte dele, o que torna indispensável a busca por outros métodos, devido à necessidade de entendermos as inter-relações e sua influência sobre os processos em estudo.

Atualmente, já há ênfase na interdisciplinaridade em várias áreas do conhecimento. No campo médico, o desenvolvimento da medicina de família e de comunidade inclui a família e o contexto na avaliação e tratamento de cada paciente. Essa é, provavelmente, a abordagem que cada um dos leitores gostaria de receber caso adoecesse, já que estudos de clínica médica e de pediatria demonstram a importância do apoio adequado da família e da rede social ao paciente para a obtenção de melhores resultados no tratamento (Heru, 2006).

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Capítulo 1 - As principais psicoterapias: fundamentos teóricos, técnicas, indicações econtra -indicações

Aristides Volpato Cordioli Grupo A PDF Criptografado

1 As principais psicoterapias: fundamentos teóricos, técnicas, indicações e contra-indicações

Aristides Volpato Cordioli

O presente capítulo apresenta um breve panorama das psicoterapias na atualidade, incluindo a origem, a evolução, o conceito e os elementos que caracterizam esse importante método de tratamento dos problemas emocionais e dos transtornos mentais. Serão descritos os principais modelos, seus fundamentos teóricos e técnicas, bem como suas indicações e contra-indicações.

Originalmente chamada de cura pela fala, a psicoterapia tem suas origens na medicina antiga, na religião, na cura pela fé e no hipnotismo. Foi, entretanto, ao final do século XIX que passou a ser utilizada no tratamento das assim denominadas doenças nervosas e mentais, tornando-se uma atividade médica inicialmente restrita aos psiquiatras. No decorrer do século

XX, outros profissionais passaram a exercê-la: médicos clínicos, psicólogos, enfermeiros, assistentes sociais, entre outros, ultrapassando as fronteiras do “modelo médico”. Houve uma grande proliferação de modelos e métodos apoiados em diferentes concepções sobre os sintomas e o funcionamento mentais, muitas vezes conflitantes e até antagônicas. Escolas surgiram, especialmente no pós-guerra, e sociedades científicas organizaram-se promovendo seus

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Medium 9788536311234

Capítulo 25 - Terapia comportamental no tratamento das fobias específicas

Aristides Volpato Cordioli Grupo A PDF Criptografado

25 Terapia comportamental no tratamento das fobias específicas

Aristides Volpato Cordioli

Renata Rodrigues de Oliveira

Fobia específica é um transtorno psiquiátrico muito comum, com uma prevalência aproximada de 11% para toda a vida.

Neste capítulo, são apresentados tanto o quadro clínico do transtorno como casos clínicos que o ilustram, bem como é feita uma revisão da literatura mais recente envolvendo modelos teóricos para a etiologia e a manutenção dos sintomas.

Como estudos de eficácia apontam a terapia comportamental como o tratamento de escolha para este transtorno, é feita uma breve descrição, enriquecida com alguns exemplos clínicos, dessa terapia no tratamento dos sintomas fóbicos. O uso de medicamentos no tratamento das fobias também é discutido, destacando-se as evidências de eficácia para o uso da

D-cicloserina em pacientes com acrofobia. São apontadas, ainda, as questões em aberto e as perspectivas futuras.

As fobias são os problemas psiquiátricos mais comuns, sendo que a maioria das pessoas apresenta temporariamente algum subtipo que, por ser de grau leve, acaba não afetando seu dia-adia. Também é muito freqüente que crianças, em determinado momento do seu desenvolvimento, apresentem alguma fobia que, na maioria das vezes, desaparece de forma espontânea. Entretanto, um bom número de pessoas, ao redor de

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Grupo A (61)
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Caso 34 - Fibromialgia

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Fibromialgia

Jason Brumitt

CASO 34

Um médico clínico geral encaminhou uma mulher de 45 anos à fisioterapia com o diagnóstico de dor nas costas. A paciente relata que sente dor nas costas, mas também sente dor “em todo o corpo”. Além da dor, ela apresenta fadiga, dificuldade para dormir, memória ruim e cefaleias frequentes. Sua dor “nunca parece melhorar” e “fica pior com atividade prolongada”. Os sintomas começaram há cerca de quatro anos, depois que caiu dos degraus de uma escada. As radiografias da coluna torácica e lombar foram negativas para fraturas ou anormalidades ósseas que pudessem contribuir para seus sintomas. Intervenções prévias de fisioterapia (calor úmido, massagem, ultrassom, alongamento) não melhoraram seus sintomas. Sua história de saúde é significativa para síndrome do intestino irritável e dor abdominal (ambas começaram dois anos atrás). Ela trabalha como repórter de tribunal e descreve seu estilo de vida como sedentário. Com base na história da paciente, suspeita-se que ela pode ter a síndrome fibromiálgica (SFM).

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Medium 9788580554212

Caso 1 - Impacto subacromial

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Impacto subacromial

Christy Schuckman

CASO 1

Um homem destro com 18 anos de idade, segundo prescrição de um ortopedista, procura uma clínica de fisioterapia para avaliação e tratamento de impacto subacromial no ombro direito. Diz ter começado a sentir dores no ombro, há umas quatro semanas, e atribui essa condição ao fato de ter jogado tênis três vezes na semana anterior depois de um inverno inteiro sem praticar esse esporte. A dor no ombro aumenta quando ele estende o braço para a frente, tenta levar a mão às costas, levanta qualquer tipo de peso com o braço direito ou joga tênis. Além disso, o paciente relata que não consegue enfiar o cinto na presilha na parte de trás, nem enfiar a camisa dentro da calça nas costas, embora fizesse esses movimentos antes sem nenhuma dificuldade. A única posição que alivia a dor nas costas é deixar o braço na lateral do corpo. O médico receitou-lhe medicamentos anti-inflamatórios não esteroides, e isso ajudou a reduzir a intensidade da dor. O raio X (tirado pelo médico no consultório) das articulações glenoumeral e acromioclavicular deu negativo para anormalidades

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Caso 23 - Síndrome da dor patelofemoral

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Síndrome da dor patelofemoral

Robert C. Manske

CASO 23

Uma adolescente de 16 anos, jogadora de vôlei competitivo, com uma história de dor e edema intermitentes na face anterior do joelho direito, é encaminhada

à fisioterapia para avaliação e tratamento. Há seis semanas, ela fez uma cirurgia de desbridamento de coxim gorduroso e tem comparecido às sessões de fisioterapia desde então, em outra instituição ambulatorial. Cada vez que ela retorna ao vôlei, a dor e o edema reaparecem. As atividades necessárias para a prática desse esporte incluem correr, fazer cortadas, saltar e pivotar; todas essas atividades aumentam a dor. Durante os 2 anos anteriores à cirurgia, a dor era na face medial do joelho. Entretanto, desde a cirurgia, ela sente dor tanto na face medial como na face externa do joelho. Nas últimas 4 semanas, tem sentido dor e edema semelhantes aos que tinha antes da operação. Seja com o aumento da prática ou da frequência do jogo, a dor no joelho anterior aumenta até 8, em uma escala visual analógica (EVA) de dor que vai de 1 a 10.

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Caso 22 - Síndrome do trato iliotibial

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Síndrome do trato iliotibial

Jason Brumitt

CASO 22

Um homem de 32 anos que pratica corrida foi por conta própria a uma clínica ambulatorial de fisioterapia com a queixa de dor lateral no joelho direito. Ele sentiu essa dor pela primeira vez seis semanas atrás. Duas semanas antes do início do sintoma, iniciou um programa de treinamento para maratona. Seus sintomas pioraram gradualmente; agora, ele não consegue mais correr devido ao início imediato da mesma dor. Na história de saúde do paciente, não há nada notável. Os sinais e sintomas são compatíveis com síndrome do trato iliotibial

(STIT). Sua meta é retornar ao treinamento para a maratona que se aproxima.

Com base na suspeita diagnóstica do paciente, quais são os possíveis fatores que contribuem para essa condição?

 Que sinais ao exame podem estar associados a esse diagnóstico?

 Quais são as intervenções de fisioterapia mais apropriadas?

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CASOS CLÍNICOS EM FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA

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Caso 15 - Lombar: hérnia de disco – abordagem da técnica de energia muscular

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Lombar: hérnia de disco – abordagem da técnica de energia muscular

Jason Brumitt

Melissa Murray

Jandra Mueller

CASO 15

Um homem de 36 anos, trabalhador da construção civil, procurou, por conta própria, uma clínica de fisioterapia com a queixa de dor lombar e de dor que se irradiava da parte posterior do quadril esquerdo do quadril até a lateral do pé. A dor havia surgido três semanas antes, durante um projeto de manutenção residencial. Tudo começou quando ele se preparava para erguer um aparelho de ar condicionado. O paciente relatou que se inclinou para pegar o aparelho, sentiu uma dor intensa e penetrante e caiu imediatamente no chão. Em seguida, precisou de ajuda da esposa para entrar em casa. Permaneceu deitado durante as primeiras 24 horas após o acidente, na posição pronada, no sofá ou na própria cama. Ele disse ainda que, nos últimos três dias, tinha conseguido caminhar e ficar de pé por períodos breves. Entretanto, o nível de dor atual está no grau

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