Artmed (609)
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Capítulo 11. Conclusão

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Capítulo 11

Conclusão

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Resumir os princípios-chave de melhora da função e de desenvolvimento de padrões de movimento ideais apresentados neste livro

“Se pudéssemos dar a cada indivíduo a quantidade certa de nutrição e exercício físico, não tão pouca e não muita, teríamos encontrado o caminho mais seguro para a saúde.” (Hipócrates)

PRINCÍPIOS DO MOVIMENTO FUNCIONAL

A filosofia fundamental deste livro é baseada nos três princípios básicos de movimento que são frequentemente negligenciados nas atividades de reabilitação, exercício corretivo e condicionamento físico.

À primeira vista, esses princípios podem parecer muito simplistas para requerer consideração quando se busca uma solução para os múltiplos níveis de disfunção que são vistos na maioria dos clientes. Contudo, uma vez que o impacto que essas pequenas correções podem ter sobre os sistemas nervoso e neuromusculofascial é reconhecido e compreendido, começa-se a perceber que um programa de exercício que negligencia esses princípios simples poderia ser considerado negligente, até mesmo prejudicial. É possível ainda considerar a probabilidade de que muitas das prescrições de exercícios mais comuns e dicas corretivas podem, na verdade, exacerbar em vez de corrigir os padrões de movimento disfuncionais.

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Introdução

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Introdução

Este livro não foi escrito para fazer você concordar com os conceitos nele contidos. Ele não foi escrito para dizer que este é o modo de se fazer as coisas. Com mais certeza aind a, ele não foi escrito para dizer que assim é como as coisas sempre serão. Ele também não tem a pretensão de afirmar que esta abordagem funciona 100% do tempo para 100% das pessoas com as quais você irá interagir em sua profissão. Este livro foi escrito com um único propósito: fazer você pensar. Se a leitura deste livro lhe fizer parar e pensar, se levantar questões ou se desafiar o seu processo de pensamento, então eu fiz o meu trabalho bem feito.

Com a abundância de recursos disponíveis para o profissional do fitness e da saúde, o que torna este livro tão diferente dos outros de mesmo assunto? Esta citação simples, porém profunda, feita por James

­Dyson, (fundador da Dyson, fabricante de aparelhos a vácuo), resume bem – “Nós consertamos os problemas óbvios que os outros parecem ignorar”. Essa maravilhosa afirmação ressoa porque, enquanto especialista do movimento, estou constantemente trabalhando para encontrar a melhor solução para as disfunções do movimento – seja de meus clientes, pacientes ou alunos em treinamento, abordando as falhas de movimento óbvias que outros profissionais ignoraram.

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Capítulo 8. Padrões-chave e progressões de movimento para o complexo do ombro e extremidade superior

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Capítulo 8

Padrões-chave e progressões de movimento para o complexo do ombro e extremidade superior

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Identificar os padrões-chave do complexo do ombro e extremidade superior

Desenvolver as estratégias específicas para progressão dos padrões de movimento fundamentais do complexo do ombro e extremidade superior

MECÂNICA ESCAPULAR

DURANTE O EXERCÍCIO FUNCIONAL

Existem muitas opiniões e recomendações dos especialistas em força, condicionamento e reabilitação sobre a mecânica escapular ideal durante os movimentos funcionais. Muitos desses conceitos são baseados nos movimentos de depressão e retração escapular para melhorar a estabilização. Infelizmente, estas dicas instrucionais frequentemente se somam à disfunção do ombro em vez de ajudar, à medida que elas não melhoram as causas mais comuns de discinesia escapular – principalmente a estabilização e a rotação superior.

É descrita abaixo a mecânica escapular ideal durante o exercício funcional em relação aos padrões de movimentos funcionais verticais e horizontais comuns. Independentemente do padrão realizado, a escápula deve permanecer em contato (nivelada) com o tórax durante todo o exercício.

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Sumário

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Sumário

PARTE 1

Introdução ao movimento: os elementos funcionais

Capítulo 1 O sistema funcional do movimento................................................................................. 3

Biomecânica ...................................................................................................................... 3

Cinesiologia ....................................................................................................................... 6

Capítulo 2 Desenvolvendo o movimento......................................................................................... 28

Modelo de ontogênese da função..................................................................................... 28

Padrões de movimento fundamentais............................................................................... 32

O padrão de autoperpetuação da disfunção do movimento.............................................. 34

Centralização articular...................................................................................................... 36

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Capítulo 2. Desenvolvendo o movimento

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Capítulo 2

Desenvolvendo o movimento

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Identificar os padrões básicos do desenvolvimento infantil e movimento adulto

Entender as razões-chave para a perda da eficiência do movimento

MODELO DE ONTOGÊNESE DA FUNÇÃO

O desenvolvimento do ser humano, conhecido como “ontogenia”, é baseado no desenvolvimento de níveis de maturação dentro dos sistemas nervoso, muscular e de tecido mole. Este desenvolvimento é baseado em programas que vêm enraizados do berço, e o avanço para o próximo nível é dependente da conclusão bem-sucedida de cada estágio prévio. O estudo de ontologia é pertinente ao estudo do movimento, uma vez que não somente explica o que a expressão e o movimento ideais devem parecer, mas também ajuda a explicar por que determinada postura e estratégia de adaptação são adotadas por clientes e pacientes com distúrbios de movimento.

Uma criança aprende primeiro a mover-se por meio do tato: é uma completa experiência ­proprioceptiva conduzida por programas motores enraizados, padrões reflexivos e um desejo de realizar um objetivo específico (p. ex., alimentar-se, locomover-se, evitar a dor, etc.). Os padrões que as crianças adotam são típicos de cada estágio e representam a progressão necessária para o próximo importante marco de desenvolvimento. Enquanto muitas abordagens de fisioterapia e terapia ocupacional foram adaptadas com base nos padrões de desenvolvimento infantil, seu uso era, em sua maioria, limitado à população de pacientes neurológicos adultos e infantil. Contudo, no início da década de 1900, Mabel Elsworth Todd usou várias posições de desenvolvimento, como rolar e engatinhar, para ajudar seus clientes a melhorarem o equilíbrio e a readquirirem suas funções de dançarinos e atletas. Este treinamento se tornaria instrumental no desenvolvimento do campo do movimento referido como “ideocinese”. Moshe Feldenkrais foi conhecido por utilizar padrões de rolamento em seu conhecimento de técnicas de movimento. Mais recentemente, Vaclav Vojta, um neurologista pediátrico tcheco, começou a utilizar os padrões de desenvolvimento e observou que o estímulo específico de pontos-chave em crianças com paralisia cerebral extraía respostas características e repetíveis. Ele também notou respostas similares na população adulta, que poderiam ser usadas para mudar a disfunção de movimento duradoura e, por fim, se tornarem a base de sua Técnica de Locomoção Reflexa.

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Editora Manole (2585)
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Medium 9788520423479

16. Aplicação da contabilidade de custos no Centro de Material e Esterilização

Graziano, Kazuko Uchikawa; Silva, Arlete; Psaltikidis, Eliane Molina Editora Manole PDF Criptografado

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Aplicação da contabilidade de custos no centro de materiaL e esterilização

E liane M olina P saltikidis

F ábio F rezatti

P on ­t os

a apren ­d er

1. Reconhecimento da elevação dos custos na área da saúde.

2. A importância das ferramentas da contabilidade de custos para a enfermagem do CME.

3. Definição de gasto, despesa, investimento, custo, perda e custeio.

4. Descrição dos princípios para um adequado gerenciamento de estoques em CME.

5. Compreensão das relações entre os centros de custos e o impacto no

CME.

6. Os estudos realizados pela enfermagem em CME sobre custos.

P alavras - chave

Enfermagem em Centro de Material e Esterilização, custos, contabilidade de custos, estoque, centro de custos.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Importância do gerenciamento de custos na enfermagem e no

CME. Fundamentos da contabilidade de custos. Gerenciamento de estoques no CME. Centros de custos e o CME. Análise de estudos de custos na realidade brasileira do CME. Considerações finais. Resumo. Resumo esquemático. Pontos a revisar. Propostas para estudo. Atividade sugerida. Referências bibliográficas.

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Medium 9788520440049

2. Abordagens teórico-metodológicas de estudos sobre a saúde do trabalhador

Vanda Elisa andres Felli; Patricia Campos Pavan Baptista Editora Manole PDF Criptografado

2

Abordagens teórico-metodológicas de estudos sobre a saúde do trabalhador

Vanda Elisa Andres Felli

Patricia Campos Pavan Baptista

Márcia Eiko Karino

Palavras-chave  Enfermagem; saúde do trabalhador; correntes de pensamento; produção científica.

Estrutura dos tópicos  Introdução. O positivismo sociológico. Teoria compreensiva. Materialismo histórico-dialético. Outras correntes de pensamento.

Revisão sistemática. Considerações finais. Referências.

Introdução

A saúde do trabalhador de enfermagem (STE) como objeto de estudo teve seu incremento a partir da década de 1970, principalmente vinculada à academia, quando passam a ser instituídos os programas de pós-graduação em enfermagem. Também o incremento da produção do conhecimento é observado como consequência das mudanças nos processos produtivos, advindas da globalização e das políticas de cunho neoliberal (ver o Capítulo 1). Assim, o reconhecimento da realidade, ou seja,

20

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Medium 9788520423479

5. Esterilização por métodos físicos

Graziano, Kazuko Uchikawa; Silva, Arlete; Psaltikidis, Eliane Molina Editora Manole PDF Criptografado

5

Esterilização por métodos físicos

M aria C lara P adoveze

M aria C ristina F erreira Q uelhas

M arlene H itomi Y oshida N akamura

P on ­t os

a apren ­d er

1.  Tipos de esterilização por métodos físicos.

2.  Princípios de esterilização por métodos físicos.

3. Indicações e contraindicações da utilização de métodos físicos.

4.  Parâmetros dos processos de esterilização por métodos físicos.

5. Regras gerais para a utilização da esterilização a vapor.

P alavras - chave

Enfermagem em Centro de Material e Esterilização, esterilização, vapor.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Vapor saturado sob pressão (calor úmido). Calor seco. Radiação ionizante. Esterilização por feixe de elétrons (electron beam). Micro-ondas.

Resumo. Resumo esquemático. Propostas para estudo. Estudo de caso. Solução do estudo de caso. Referências bibliográficas.

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Enf Book 1.indb 109

09/05/17 19:22

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9. Cargas fisiológicas e processos de desgaste em trabalhadores de enfermagem

Vanda Elisa andres Felli; Patricia Campos Pavan Baptista Editora Manole PDF Criptografado

9

Cargas fisiológicas e processos de desgaste em trabalhadores de enfermagem

Silmar Maria da Silva

Patricia Campos Pavan Baptista

Palavras-chave  Enfermagem; riscos ocupacionais; transtornos traumáticos cumulativos; fadiga.

Estrutura dos tópicos  Cargas fisiológicas. Principais desgastes decorrentes da exposição às cargas fisiológicas. Considerações finais. Referências.

CARGAS FISIOLÓGICAS

As cargas fisiológicas são aquelas provenientes das formas de organização e divisão do trabalho de enfermagem, caracterizadas por escassez de recursos humanos, trabalho noturno e rodízio em turnos, além da manipulação de peso excessivo, trabalho em posição ortostática, posicionamento inadequado e incômodo, situações que interferem no funcionamento apropriado do organismo.

Como resultado da exposição do trabalhador às cargas fisiológicas, há o desenvolvimento de diversos tipos de desgastes,

176

9 CargaS fiSiológiCaS e proCeSSoS de deSgaSte em trabalhadoreS de enfermagem

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15. Retorno ao trabalho dos trabalhadores de enfermagem

Vanda Elisa andres Felli; Patricia Campos Pavan Baptista Editora Manole PDF Criptografado

Retorno ao trabalho dos trabalhadores de enfermagem

15

Silmar Maria da Silva

Vivian Aline Mininel

Priscilla Evelyn Penteado

Palavras-chave  Enfermagem; saúde do trabalhador; afastamento por motivo de saúde; retorno ao trabalho.

Estrutura dos tópicos  O contexto histórico do adoecimento pelo trabalho.

As diferentes compreensões de incapacidade para o trabalho. O processo de afastamento do trabalho. A reabilitação profissional e o retorno ao trabalho.

Considerações finais. Referências.

O CONTEXTO HISTÓRICO DO ADOECIMENTO PELO TRABALHO

O momento histórico atual tem sido determinado por fortes relações de consumo e grandes inovações tecnológicas que, somadas à competitividade existente no ambiente de trabalho e aos altos índices de produtividade a serem alcançados, produzem mudanças nos modos de vida pessoal e profissional dos indivíduos, gerando mudanças nas relações de trabalho e no processo de adoecimento ocupacional.1

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Grupo A (8130)
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Medium 9788582714584

Capítulo 5.3. Antipsicóticos

Ricardo Alberto Moreno; Táki Athanássios Cordás Grupo A PDF Criptografado

5.3

ANTIPSICÓTICOS

RICARDO ALBERTO MORENO

DIEGO FREITAS TAVARES

DORIS HUPFELD MORENO

Os antipsicóticos de segunda geração (ASGs) são moléculas que se diferem dos antipsicóticos de primeira geração (APGs) pelo antagonismo simultâneo de receptores D2 e 5-HT2A, conferindo aos primeiros menor risco de efeitos extrapiramidais e maior ação em sintomas de cognição e humor.1 Os ASGs variam farmacologicamente entre si e apresentam diferentes perfis de a­ finida­de a receptores e de efeitos colaterais.2 A melhora dos sintomas positivos da esquizofrenia e dos sintomas maníacos está relacionada ao bloqueio de receptores

D2 nas vias do sistema nigroestriatal, que, por sua vez, se correla­cio­na com os efeitos colaterais extrapiramidais. Comparados ao protótipo dos APGs, o haloperidol, a maioria dos ASGs induz menos ciclagem para depressão depois de um episódio maníaco. Portanto, eles parecem s­ uperiores aos APGs como estabilizadores do humor no tratamento do transtorno bipolar (TB), além de serem úteis na potencialização antidepressiva na depressão resistente.3

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Medium 9788582714584

Capítulo 3. Antipsicóticos

Ricardo Alberto Moreno; Táki Athanássios Cordás Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

ANTIPSICÓTICOS

MARIO R. LOUZÃ

A descrição do efeito antipsicótico da clorpromazina feita por Delay e colabo­ radores1 revolucionou o tratamento dos quadros psicóticos, especialmente o da esquizofrenia. Alguns anos depois, em 1958, Divry e colaboradores2 publicaram os primeiros resultados do uso do haloperidol na agitação psicomotora. Surge, então, uma nova classe de medicamentos psicotrópicos, inicialmente denominada neurolépticos ou tranquilizantes maiores. Nos dias atuais, o termo utilizado de forma mais corrente para denominar esses medi­ ca­mentos é antipsicóticos.

CLASSIFICAÇÃO ►

Os antipsicóticos podem ser classificados segundo sua estrutura química (Quadro 3.1) ou seu mecanismo de ação (Quadro 3.2).

Os antipsicóticos sintetizados logo após a descoberta da clorpromazina, ao longo das décadas de 1950 a 1980, são denominados antipsicóticos tradicionais, típicos ou de primeira geração. Sua característica principal é o bloqueio intenso de receptores dopaminérgicos de tipo D2, o que a­ carreta os efeitos colaterais extrapiramidais e o aumento da prolactina sérica.

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Medium 9788582714584

Capítulo 6. Ansiolíticos e hipnóticos – benzodiazepínicos e não benzodiazepínicos

Ricardo Alberto Moreno; Táki Athanássios Cordás Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

ANSIOLÍTICOS E

HIPNÓTICOS –

BENZODIAZEPÍNICOS E NÃO

BENZODIAZEPÍNICOS

WAGNER DE SOUSA GURGEL

ANTONIO EGIDIO NARDI

Após a descoberta do clordiazepóxido, no fim de 1950, por Leo Sternbach, e sua introdução na prática clínica, em 1961, os benzodiazepínicos (BZDs) tornaram-se amplamente disponíveis, sendo prescritos para milhões de pacientes nas mais diversas situações clínicas. A maioria dos BZDs que chegaram ao mercado foi selecionada por sua elevada potência ansiolítica em detrimento de sua função de depressão do sistema nervoso central (SNC). No entanto, todos os BZDs têm propriedades sedativo-hipnóticas em diferentes graus. Essas propriedades são exploradas extensivamente na clínica, em especial para facilitar o sono. Em função da ausência de efeitos tóxicos agudos, combinada com eficiência e segurança terapêutica, os BZDs substituíram os barbitúricos como os principais agentes sedativo-hipnóticos.1

No fim dos anos de 1980, a partir do lançamento do zolpidem, surgiram no mercado os hipnóticos não benzodiazepínicos, com ação agonista provavelmente mais seletiva sobre receptores do ácido gama-aminobutírico (GABA), os mesmos receptores onde agem os BZDs, os barbitúricos, o álcool e outras substâncias ansiolíticas. O grupo que posteriormente passou a ser chamado de “compostos Z” ou “drogas Z” prometia eficácia terapêutica hipnótica com menor ação ansiolítica, miorrelaxante ou anticonvulsivante. Na última década, esses agentes substituíram em grande parte os BZDs no tratamento da insônia.2

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Medium 9788582714584

Capítulo 11.1. Emergências em psiquiatria

Ricardo Alberto Moreno; Táki Athanássios Cordás Grupo A PDF Criptografado

11

MANEJO EM SITUAÇÕES PSIQUIÁTRICAS

ESPECIAIS

11.1

EMERGÊNCIAS EM

PSIQUIATRIA

DANIEL KAWAKAMI

DÉBORA LUCIANA MELZER-RIBEIRO

TENG CHEI TUNG

DEFINIÇÃO ► Emergência psiquiátrica é definida como uma situação na qual existe uma alteração do comportamento ou do estado mental, percebida por alguém (não necessariamente pelo próprio afetado), que pode culminar rapidamente em uma situação catastrófica. Nela, há o risco iminente à integridade física ou psíquica do paciente ou de outras pessoas.1

A definição de emergência psiquiátrica difere um pouco da de outras emergências médicas uma vez que o risco à sociedade também é levado em conta.2

SERVIÇOS DE EMERGÊNCIAS PSIQUIÁTRICAS ► Os serviços de emergências psiquiátricas (SEP) são os locais mais preparados para tais situações e desempenham um importante papel na articulação da rede de saúde mental.3

Diversos motivos têm levado ao aumento da procura por atendimentos nos

SEP no Brasil (o aumento da violência, o maior conhecimento do público em relação aos transtornos mentais, a epidemia do uso de álcool e drogas e a política de fechamento de leitos hospitalares) e no mundo.4,5

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Medium 9788536702704

Capítulo 124 - Fraturas causadas por arma de fogo

Emilia Inoue Sato; Álvaro N. Atallah; Angelo Amato V. de Paola, Lydia Masako Ferreira Grupo A PDF Criptografado

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ATUALIZAÇÃO TERAPÊUTICA

Paciente com lesão do membro

Avaliar paciente para síndrome compartimental aguda (SCA)

Consciente avaliação clínica dos sinais

Inconsciente medir pressão do compartimento (PC)

Paciente com SCA sinais clínicos presentes ou PC positiva para SCA

Paciente com alto risco para SCA (sem sinais clínicos ou PC elevada)

Avisar cirurgião sobre consideração de fasciotomia na urgência

Reavaliar sinais clínicos para SCA ou aumento da PC ao menos a cada 4 horas por no mínimo 24 horas

Realizar fasciotomia

Planejamento dos cuidados da ferida da fasciotomia

Curativo com pressão negativa e fechamento primário retardado

(enxerto de pele em casos de fechamento não viável)

Avaliar o membro regularmente para SCA recorrente

(ao menos a cada 4 horas por no mínimo de 24 horas)

FIGURA 123.2  ■  Fatores e etapas no tratamento da síndrome compartimental.

Fonte: Wall e colaboradores.

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Grupo Gen (11483)
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Medium 9788527705219

18. Utilização da genética mendeliana para o estudo dos genes eucarióticos

BROWN, Terence A. Grupo Gen PDF Criptografado

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Utilização da genética mendeliana para o estudo dos genes eucarióticos

Ligação – o desenvolvimento do mapeamento gênico • Mapeamento gênico com eucariontes microbianos – o ciclo de vida da levedura – realizando um cruzamento com

S. cerevisiae – mapeamento de genes em S. cerevisiae • Levando a genética mendeliana além do mapeamento gênico – fenótipos complexos

A redescoberta das experiências de Mendel em 1900 deu

à nova geração de geneticistas provas conclusivas de que a herança poderia ser estudada de uma maneira científica. Este fato estimulou uma explosão de atividades, e os dez anos seguintes foram testemunha de importantes desenvolvimentos construídos sobre o trabalho de

Mendel e que interpretaram-no em termos de novas idéias para a biologia. Gradualmente, o poder dos cruzamentos genéticos se tornou aparente.

O desenvolvimento mais importante foi a proposição, feita por Sutton, em 1903, de que os genes residem nos cromossomos. Este fato imediatamente levantou a questão acerca da segunda Lei de Mendel sobre a segregação independente, pois pôde-se compreender que o número de cromossomos que um organismo possui precisa ser consideravelmente menor do que o número total de traços herdáveis demonstrados pelo organismo. Sendo assim, um único cromossomo precisa transportar um grande número de genes, e genes diferentes no mesmo cromossomo não seriam herdados independentemente mas, em vez disso, seriam transmitidos juntos; isto é, eles demonstrariam ligação. Esta apreciação clara do conceito de ligação levou diretamente às técnicas para o mapeamento de genes nos cromossomos eucarióticos, técnicas que hoje em dia ainda formam uma das pedras angulares da genética molecular.

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5. Transcrição

BROWN, Terence A. Grupo Gen PDF Criptografado

5

Transcrição

Eucariontes e procariontes • Seqüências de nucleotídeos •

Síntese do RNA – RNA polimerases • Transcrição em E. coli – iniciação – alongamento – término • Transcrição em eucariontes

Durante o primeiro estágio da expressão gênica, o filamento molde do DNA orienta a síntese de um filamento complementar de RNA. Este processo é chamado de transcrição e a molécula de RNA que é sintetizada, transcrito. Neste capítulo, veremos as reações químicas envolvidas na síntese de RNA, as enzimas que catalisam a reação e os eventos envolvidos no processo geral de transcrição. Primeiramente, entretanto, precisamos considerar dois importantes pontos gerais quanto às distinções entre organismos superiores e inferiores e à notação usada para descrever a seqüência de nucleotídeos de um gene.

de bactérias. A terminologia mais correta para este fim

é eucarionte e procarionte.

Os eucariontes e os procariontes são distintos por suas organizações celulares fundamentalmente diferentes (Fig. 5.1). A célula eucariótica típica é geralmente maior e mais complexa do que a procariótica, com um núcleo delimitado por uma membrana contendo os cromossomos, e com outras organelas membranares distintas, tais como mitocôndrias, vesículas e complexo de Golgi. Os procariontes, em contrapartida, não têm uma arquitetura celular extensa: as organelas membranares estão ausentes, e o material genético não está delimitado por uma estrutura distinta.

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17. O que Mendel descobriu

BROWN, Terence A. Grupo Gen PDF Criptografado

17

O Que Mendel descobriu

O estudo científico da hereditariedade – os cruzamentos monoíbridos – cruzamentos envolvendo dois pares de características • De que forma a genética molecular se relaciona com Mendel – pares de alelos – dominância e recessividade – explicações moleculares para as leis de Mendel

A contribuição de Mendel para a biologia nunca poderá ser superenfatizada, e não é por causa de romantismo ou nostalgia que seu nome ainda é reverenciado por geneticistas moleculares. A partir dos resultados de uma série de experiências diretas, embora árduas, Mendel foi capaz de deduzir dois princípios* fundamentais da Genética, os quais hoje em dia ainda reconhecemos como contendo as bases subjacentes da herança e da atividade gênica. A redescoberta do trabalho de Mendel e a aceitação dos seus resultados levaram ao estabelecimento da genética como um componente central da biologia do século XX. Além disso, a abordagem experimental de Mendel forma a base para técnicas mais sofisticadas desenvolvidas por

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21. Estudo de genes clonados

BROWN, Terence A. Grupo Gen PDF Criptografado

21

Estudo de genes clonados

Identificação de um gene em uma biblioteca genômica – sondas de hibridização – bibliotecas de cDNA • Seqüenciamento do DNA – método de Sanger-Coulson – conquistas do seqüenciamento da DNA • Estudo da expressão gênica – análise do transcrito – estudo da regulação gênica • Identificação e estudo da proteína codificada por um gene clonado – HRT e HART – mutagênese in vitro • Genes clonados na biotecnologia – bactérias como hospedeiros para síntese de proteínas recombinantes – síntese de proteínas recombinantes nos eucariontes

Uma vez que um gene tenha sido clonado, quase não há limites para as informações que podem ser obtidas sobre sua estrutura e expressão. O desenvolvimento das técnicas de clonagem de genes, na década de 70, estimulou o desenvolvimento paralelo de métodos analíticos para o estudo de genes clonados, bem como foram introduzidas novas estratégias e métodos em intervalos regulares. Neste capítulo, veremos uma seleção dos mais importantes métodos e também encaminharemos os modos pelos quais os genes clonados estão sendo usados na indústria da biotecnologia. Em primeiro lugar, abordaremos o que, em geral, é o primeiro problema a surgir em um projeto de biologia molecular: como isolar de uma biblioteca genômica um clone que transporta o gene no qual você está interessado.

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Medium 9788527705219

3. A estrutura do DNA

BROWN, Terence A. Grupo Gen PDF Criptografado

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A estrutura do DNA

O DNA é um polímero – nucleotídeos – polinucleotídeos – RNA • A dupla hélice – pareamento de bases complementares – formas diferentes de DNA

Agora que já sabemos que os genes são feitos de DNA, precisamos estabelecer exatamente como é formada a sua estrutura e de que maneira ela se relaciona com as propriedades e necessidades do material genético.

Alguns estudantes julgam o estudo das estruturas moleculares um dos aspectos mais enfadonhos da biologia, mas, quando se trata de DNA, deve-se fazer um esforço a fim de compreender e memorizar sua estrutura. A resposta para o enigma de Schrödinger “O que é a vida” está contida na molécula de DNA.

tadores da energia utilizada para ativar muitas reações enzimáticas.

O nucleotídeo é, por si só, uma molécula bastante complexa, sendo constituído de três componentes distintos: um açúcar, uma base nitrogenada e ácido fosfórico (Fig. 3.2).

(a) o açúcar (ou ose)

No DNA, o açúcar do nucleotídeo é uma pentose (que contém 5 átomos de carbono) chamada 2Ј-desoxirribose (Fig. 3.2(a)). As pentoses podem existir sob duas formas: a cadeia linear, ou estrutura de Fischer, e a

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Manole (44)
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Medium 9788520432488

2. Considerações clínicas na reabilitação do paciente com acidente vascular encefálico

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Considerações clínicas na reabilitação do paciente com acidente vascular encefálico

Milene S. Ferreira

“O corpo é a unidade máxima de representação do ser humano e por isso adquire importância para toda vida e cultura. Para viver é necessária a mediação do corpo, que é o primeiro dos objetos culturais, o portador dos comportamentos. Vive-se com o corpo. Toda percepção exterior é imediatamente sinônima de certa percepção do corpo, como toda percepção do corpo se explicita na linguagem da percepção exterior.”

(Merleau-Ponty, 1971)

INTRODUÇÃO

O acidente vascular encefálico (AVE) é caracterizado por um déficit neurológico súbito causado após uma perda não traumática resultante de uma oclusão ou ruptura de um vaso sanguíneo cerebral.

Pode ser de etiologia aterosclerótica ou tromboembólica, e os fatores de risco ainda estão em fase de estudo. Além dos fatores de risco já conhecidos, como hipertensão, diabetes melito, dislipidemias, tabagismo, etilismo, obesidade, arritmias, idade, raça negra, história familiar, ataque isquêmico transitório, trombofilias e sedentarismo, outros vêm sendo associados à ocorrência do AVE, como fatores ambientais (como poluição) e emocionais (como depressão). Aproximadamente 80% dos eventos vasculares cerebrais são isquêmicos e o restante é considerado hemorrágico.

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Medium 9788520432488

16. Estimulação elétrica funcional

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Estimulação elétrica funcional

Vanessa Costa Monteiro

INTRODUÇÃO

A estimulação elétrica funcional (EEF) baseia-se na aplicação de uma corrente elétrica capaz de causar uma contração muscular que ocorre por meio da estimulação intramuscular do ramo do nervo, que supre o músculo ou grupo muscular.

Na reabilitação ortopédica, já é uma técnica amplamente difundida, utilizada principalmente no pós-operatório. Os primeiros estudos sobre neurologia foram rea­ lizados nas décadas de 1980 e 1990, nos quais a aplicação da eletroestimulação em tibial anterior era destinada à melhora da força, ao controle dos dorsiflexores e ao aumento da amplitude de movimento de dorsiflexão.

Na maioria desses estudos, utilizava-se estimulação elétrica neuromuscular estática que não era associada a alguma atividade funcional. Porém, atualmente, sabe-se da importância do treinamento funcional e da prática de repetição de tarefas para aprendizado motor. Por isso, a maioria dos estudos utiliza EEF associada às mais diversas tarefas. Uma das precursoras a publicar estudos sobre estimulação elétrica associada a atividades funcionais e mostrar a importância de estimular também músculos espásticos foi Judy Carmick. Em seus relatos de caso com crianças hemiparéticas portadoras de paralisia cerebral, a autora mostra bons resultados aplicando EEF em dorsi e plantiflexores para melhora da marcha. A autora ressalta a importância do uso da EEF em plantiflexores, pois esse grupo muscular é fundamental na manutenção do equilíbrio em pé e na marcha.

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Medium 9788520431733

10. Criando manuais para ensino de massagem para bebês

Cláudia Marchetti V. da Cruz Manole PDF Criptografado

10

Criando manuais para ensino de massagem para bebês

C

omo vimos ao longo deste livro, a massagem para bebês é um recurso terapêutico de baixo custo e que produz uma série de efeitos fisiológicos e comportamentais benéficos para a saúde da criança e do cuidador e que, quando bem orientada, pode ser aprendida e aplicada por leigos2,9,19-22,54,82-84,91-97.

No Ocidente, em geral, o conhecimento das técnicas de massagem e seus efeitos estão restritos a alguns profissionais da área de saúde. O público leigo tem acesso parcial a esse conhecimento por meio da literatura informal que descreve, frequentemente, manobras diversificadas e detalhadas, sem uma sequência padronizada por segmentos corporais ou tipos de manobras e sem informações adequadas sobre os efeitos provocados pela massagem. O conhecimento sobre massagem para bebês, na maioria das vezes, fica restrito

à técnica Shantala, e o conhecimento dos efeitos, ao relaxamento.

Foi baseado nessa realidade que, em 2005, começamos a pensar na possibilidade de disponibilizarmos o conteúdo referente à massagem para bebês e criarmos programas de educação na área de saúde, abordando esse tema junto

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Medium 9788520431733

6. Efeitos fisiológicos da massagem

Cláudia Marchetti V. da Cruz Manole PDF Criptografado

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Efeitos fisiológicos da massagem

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s efeitos fisiológicos produzidos pela massagem foram estudados primeiramente em adultos. Ao longo dos anos, as pesquisas buscaram diminuir as controvérsias sobre os efeitos fisiológicos produzidos pela massagem, mas, ainda assim, parte delas persiste.

Acredita-se que os efeitos da massagem em bebês são semelhantes àqueles provenientes da massagem realizada em adultos, porém os estudos são escassos e ainda mais controversos.

Os efeitos fisiológicos produzidos pelas manobras geram as propriedades terapêuticas da massagem, parte delas induzida pelos efeitos mecânicos, ou seja, as forças associadas à compressão, à tração, ao alongamento, à pressão e fricção que vão afetar os tecidos excitáveis (aqueles que respondem rapidamente ao estímulo mecânico, como as células e fibras nervosas, fibras musculares, células dos órgãos abdominais e glândulas) e não excitáveis (como ossos, ligamentos, cartilagens) do corpo4,36. No entanto, não é correto afirmar que os tecidos não excitáveis são aqueles que não respondem ao estímulo mecânico. Eles respondem, mas apresentam uma resposta tardia.

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Medium 9788520432488

26. Terapia Cuevas Medek Exercises: método dinâmico de estimulação cinética

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Terapia Cuevas Medek Exercises: método dinâmico de estimulação cinética

Claudia Akemi Yamauti Rizzo

Renata Marques

“O maior erro que você pode cometer na vida é o de ficar o tempo todo com medo de cometer algum.”

(Elbert Hubbard)

INTRODUÇÃO

Paralisia cerebral

A paralisia cerebral (encefalopatia crônica não progressiva) é um dos diagnósticos médicos mais frequentes no âmbito da pediatria neurológica. Em razão disso, são imprescindíveis a renovação e a ampliação constante dos horizontes médicos, visando a um único objetivo: o progresso do paciente. A seguir, apresenta-se um método, em crescente desenvolvimento e ampliação no Brasil, assegurado pelos 30 anos de existência e prática clínica.

Cuevas Medek Exercises

O método Cuevas Medek Exercises (CME) é uma abordagem fisioterapêutica utilizada para o tratamento de crianças que apresentam alguma alteração no desenvolvimento motor.

O CME foi idealizado por Ramón Cuevas, fisioterapeuta chileno, durante a década de 1970. A criação desse método surgiu da necessidade de estimular de maneira mais objetiva o aparecimento de respostas motoras automáticas na criança com atraso motor. A nomenclatura atual é conhecida mundialmente como Cuevas Medek

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