Artmed (834)
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Medium 9788580555790

Capítulo 6. Espasticidade

Ian B. Maitin Artmed PDF Criptografado

Espasticidade

Michael Saulino, MD, PhD

Liat Goldman, MD

CONSIDERAÇÕES GERAIS

ACHADOS CLÍNICOS

A espasticidade é uma condição comum que pode ter um impacto devastador sobre os pacientes afetados. Lance a descreveu como “um distúrbio motor caracterizado por um aumento, dependente da velocidade, do reflexo de estiramento tônico com exacerbação dos reflexos tendinosos, resultantes da hiperexcitabilidade do reflexo de estiramento”. Ela também pode ser definida como contrações constantes e indesejadas de um ou mais grupos musculares como resultado de uma lesão ao cérebro ou à medula espinal. A condição pode ser leve, com os pacientes sentindo apenas desconforto ou incômodo menor, ou grave, com a espasticidade levando à imobilidade e ao desenvolvimento de contraturas e úlceras de pressão. Contudo, os médicos devem ter cuidado na aplicação de tais descritores de gravidade à atividade muscular excessiva, de modo a não representar incorretamente seu impacto clínico na vida do paciente. Por exemplo, a resistência relativamente leve ao movimento passivo, avaliada como

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Medium 9788580555790

Capítulo 36. Emergências médicas em medicina de reabilitação

Ian B. Maitin Artmed PDF Criptografado

36

Emergências médicas em medicina de reabilitação

Ernesto S. Cruz, MD

David Stolzenberg, DO

Daniel Moon, MD

À medida que o papel dos fisiatras continua evoluindo, a prática da medicina de reabilitação pode criar desafios adicionais para os médicos que tratam pacientes com condições agudas e crônicas que afetam a função global. As emergências médicas, embora infrequentes, são relatadas no contexto de reabilitação, e a equipe deve ser treinada para reagir de forma apropriada.

O fisiatra deve também saber quando solicitar consultoria precoce a fim de prevenir problemas menores que evoluem para grandes catástrofes médicas. Com frequência, os fisiatras são os

“porteiros” dos serviços médicos e não médicos quando os pacientes estão em reabilitação. A ideia de ser o primeiro contato de entrada, como a promovida em outras especialidades, como a medicina de família, a medicina interna e a pediatria, requer que os fisiatras se envolvam na coordenação geral e nos cuidados médicos de pacientes com alguma incapacidade.

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Medium 9788580555790

Capítulo 32. Reabilitação do trauma

Ian B. Maitin Artmed PDF Criptografado

Reabilitação do trauma

Greg Worsowicz, MD

Sarah Hwang, MD

Pete Dawson, MD

O trauma é a principal causa de incapacidade e morte em indivíduos nos Estados Unidos. Na verdade, o trauma por lesões não intencionais, por homicídios e por suicídios é a principal causa de morte nos americanos entre 1 e 44 anos de idade. As lesões associadas a trauma representam cerca de um terço de todas as consultas no departamento de emergência e 8% de todas as hospitalizações dos sistemas de atendimento a trauma. Os quatro principais mecanismos de lesões traumáticas envolvem quedas, acidentes automobilísticos (atropelamentos ou colisões) e outros acidentes de transporte. Os mecanismos de lesão variam entre os diferentes grupos etários. Em indivíduos abaixo dos 7 anos ou com mais de 75 anos, as quedas representam 40% das lesões traumáticas; mas, naqueles entre os 15 e 33 anos, as lesões por acidente automobilístico representam 27% das lesões, com um pico ao redor dos 19 anos de idade.

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Medium 9788580555790

Capítulo 27. Amputação de membro superior, reabilitação & restauração com prótese

Ian B. Maitin Artmed PDF Criptografado

Amputação de membro superior, reabilitação & restauração com prótese

Alberto Esquenazi, MD

Nas décadas recentes, têm ocorrido avanços no manejo e no cuidado de reabilitação de indivíduos com amputação de membro superior. Próteses para a pessoa com amputação de membro superior têm mudado muito, apresentando melhoras nos componentes, na fabricação do encaixe, nas técnicas de inserção, no sistema de suspensão e fontes de controle, na eletrônica e na força. Indivíduos com níveis mais altos de amputação do membro podem agora se beneficiar de próteses funcionais, o que permite que mais pacientes obtenham estilos de vida independentes. Isso

é de particular importância para o amputado de vários membros.

Para o amputado do membro superior, dispositivos com terminais mioelétricos e com controle proporcional e articulações de cotovelo são agora empregados com frequência em alguns programas de reabilitação. Esses dispositivos têm melhorado muito os resultados funcionais de pacientes com amputação de membro superior. O progresso nas áreas de técnicas de encaixe e dispositivos protéticos (p. ex., o uso de implante ósseo para suspensão da prótese) e o desenvolvimento de sistemas de controle estão em andamento, e outras inovações são esperadas à medida que a tecnologia e a interação ser humano-máquina melhoram.

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Medium 9788580555790

Capítulo 25. Reabilitação de queimaduras

Ian B. Maitin Artmed PDF Criptografado

25

Reabilitação de queimaduras

Jonathan Niszczak, MS, OTR/L

Lisa Forbes, MSc, OT Reg(MB)

Michael Andreas Serghiou, OTR, MBA

O cuidado de queimaduras e o manejo da lesão continuam avançando no mundo desenvolvido, levando a melhor sobrevida e reabilitação de indivíduos que sofrem lesões por queimadura.

Esses indivíduos requerem uma abordagem minuciosa para cuidado que os ajude a atingir independência completa e recuperação máxima das lesões. As estimativas atuais sugerem que mais de 1,2 milhão de indivíduos nos Estados Unidos requerem cuidado para lesões por queimadura todos os anos, e esse número

é ainda mais alto em muitos outros países do mundo. A reabilitação bem-sucedida de uma pessoa com uma lesão por queimadura requer uma abordagem de equipe na qual cada membro forneça recursos e habilidades essenciais para ajudar a transição do indivíduo de uma “vítima” de queimadura para um “sobrevivente”, com sua independência funcional preservada.

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Editora Manole (2595)
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Medium 9788520431771

Parte 1: Macronutrientes, produção de energia, fibra alimentar e equilíbrio hidroeletrolítico e acidobásico

COZZOLINO, Silvia Maria Franciscato; COMINETTI, Cristiane Editora Manole PDF Criptografado

Parte 1

Macronutrientes, produção de energia, fibra alimentar e equilíbrio hidroeletrolítico e acidobásico

1

Proteínas

Marcelo Macedo Rogero

Inar Alves de Castro

Julio Tirapegui

Introdução

Aproximadamente 17% do peso corporal humano é composto por proteínas, que es‑ tão distribuídas nos tecidos,7 apresentando diferentes estruturas – colágeno, queratina, albumina, actina, miosina etc. – , as quais exercem função estrutural, enzimática, hormo‑ nal, de transporte, de imunidade e contrátil.15 Proteínas são polímeros complexos, carac‑ terizados pela presença de nitrogênio em sua estrutura química. A incorporação do nitro‑ gênio na molécula está associada ao início da vida no planeta, conforme demonstrado no famoso experimento conduzido por Miller‑Urey.50 As proteínas são cadeias de tamanho e configuração variados, formadas pela ligação de 20 diferentes aminoácidos. A sequência desses aminoácidos na cadeia é determinada pelo ácido desoxirribonucleico (DNA), por meio dos processos de transcrição e tradução. Dessa forma, os diferentes tipos de molé‑ culas proteicas presentes no organismo, assim como todas as funções que desempenham nas mais variadas e complexas vias metabólicas, foram determinados pelo processo evo‑ lutivo das espécies.25

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Medium 9788520429297

Capítulo 1 - Avaliação do paciente crítico

PADILHA, Katia Grillo…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

1

AVALIAÇÃO DO PACIENTE CRÍTICO

A driana J anzantte D ucci

S heila C ristina T osta B ento

D aniella V ianna C orrea K rokoscz

L ilia de S ouza N ogueira

K atia G rillo P adilha

P ontos

a aprender

1. �Os aspectos básicos para a realização da entrevista clínica do paciente crítico.

2. �A linguagem da entrevista de acordo com as necessidades e condições do paciente.

3. �As situações de prioridade na entrevista e no exame físico.

4. �As principais características do exame físico do paciente crítico.

5. �As limitações encontradas durante a realização do exame físico.

P alavras - chave

Entrevista, exame físico, enfermagem, sistematização da assistência de enfermagem, paciente crítico.

E strutura

dos tópicos

Introdução. A entrevista de enfermagem. Coleta de dados. Comunicação.

Conteúdo da entrevista. Registro dos dados. Características gerais do exame físico. Considerações finais. Resumo. Propostas para estudo. Referências bibliográficas. Para saber mais.

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Medium 9788520429297

Capítulo 8 - Assistência de enfermagem ao paciente em sepse, sepse severa e choque séptico

PADILHA, Katia Grillo…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

8

Assistência de enfermagem ao paciente em sepse, sepse severa e choque séptico

C ândida M árcia

P ontos

de

B rito

a aprender

1. �Fisiopatologia da sepse.

2. Classificação da sepse, da sepse severa e do choque séptico.

3. Manifestações clínicas.

4. �Recomendações da Surviving Sepse Campaign no tratamento da sepse severa e do choque séptico.

5. Assistência de enfermagem ao paciente com sepse severa e choque séptico.

P alavras - chave

Sepse, sepse severa, choque séptico, cuidados de enfermagem.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Epidemiologia. Fisiopatologia. Definições. Manifestações clínicas. Perfil hemodinâmico e clínico do paciente séptico. Tratamento. Assistência de enfermagem. Considerações finais. Resumo. Propostas para estudo.

Referências bibliográficas.

Introdução

As altas taxas de incidência e mortalidade de sepse severa e choque séptico chamam a atenção dos profissionais da saúde para a necessidade do reconhecimento e do tratamento precoce desses pacientes.1,2,3,4 O enfermeiro deve estar apto a, primeiramente, prevenir a ocorrência da sepse e reconhecer os pacientes de risco, assim como os sinais clínicos que evidenciam um quadro de sepse e as medidas necessárias para o tratamento precoce e a monitorização desse paciente.

169

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Medium 9788520429297

Capítulo 16 - Assistência aos pacientes submetidos a cineangiocoronariografia/angioplastia coronária

PADILHA, Katia Grillo…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

16

Assistência aos pacientes submetidos a cineangiocoronariografia/ angioplastia coronária

P atrícia G onçalves C ustódio F lávio

P ontos

a aprender

1. �Definição de cateterismo e angioplastia.

2. �Indicações para cateterismo cardíaco e angioplastia transluminal coronária.

3. Tipos de stents existentes e sua indicação.

4. �Necessidades e cuidados clínicos com o paciente submetido ao cateterismo/ angioplastia.

5. Possíveis complicações relacionadas ao cateterismo/angioplastia.

6. �Assistência de enfermagem ao paciente submetido à angioplastia, desde a abordagem inicial, cuidados pré-cateterismo, preparo para o exame, cuidados pós-exame e orientações de alta.

P alavras - chave

Cateterismo cardíaco, angioplastia, assistência de enfermagem.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Técnica do procedimento. Cuidados clínicos com o paciente.

Complicações. Assistência de enfermagem. Considerações finais. Resumo.

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Medium 9788520429297

Capítulo 14 - Cuidado de enfermagem ao paciente em uso de marca-passo

PADILHA, Katia Grillo…[et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

14

Cuidado de enfermagem ao paciente em uso de marca-passo

R enata G onçalves

P ontos

de

O liveira

a aprender

1. �Definição de marca-passo cardíaco artificial e cardioversor desfibrilador implantável.

2. �Os tipos de marca-passo cardíaco e as etapas pré, intra e pós-instalação.

3. �As complicações no uso do marca-passo com a assistência de enfermagem.

4. �Os cuidados de enfermagem para todos os tipos de marca-passo e cardioversor desfibrilador implantável.

P alavras - chave

Marca-passo cardíaco artificial, cardioversor desfibrilador implantável, assistência de enfermagem.

E strutura

dos tópicos

Introdução. Tipos de marca-passo. Cardioversor desfibrilador implantável.

Complicações. Considerações finais. Resumo. Propostas para estudo.

Referên­cias bibliográficas.

Introdução

Impulso Elétrico Normal

O impulso elétrico normal (Figura 14.1) é iniciado por meio do estímulo de um conjunto de células específicas da parede do átrio direito, denominado nódulo sinoatrial. Esse impulso é transmitido por meio de fibras denominadas sistema de condução para os músculos atriais, que se contraem. Em seguida, alcança outro conjunto

330

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Editora Saraiva (35)
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Medium 9788576140047

Capítulo 17 - A Importância Legal dos Registros de Enfermagem

MOTTA, Ana Leticia Carnevalli Editora Saraiva PDF Criptografado

17

A Importância Legal dos

Registros de Enfermagem

No capítulo anterior vimos os itens indispensáveis a serem anotados pelos profissionais da enfermagem durante o período em que o paciente permanece sob os seus cuidados. As anotações são fundamentais para que se possa conhecer o que está ocorrendo com o paciente durante o período de internação, quais os cuidados e intervenções executadas, tempo de permanência hospitalar, nesessidades, características e evolução.

Os dados registrados são internos, sendo um norte para os profissionais de saúde envolvidos no atendimento. As anotações são registros importantes, mas devido às exigências do mercado atual da saúde, esses registros têm de representar mais do que um meio de comunicação interna. Eles devem fornecer uma base de dados completa e amparada ao que determina a lei.

Os registros de enfermagem devem ser feitos no prontuário do paciente, sendo este um documento com valor legal tanto para o paciente, família, profissionais envolvidos e instituição de saúde. É dever do profissional de saúde registrar de forma clara, legível e com identificação do executante todos os cuidados prestados ao paciente, pois esse registro, em um futuro, poderá ser seu argumento “escrito” para até mesmo uma defesa em processos nos casos de denúncias.

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Medium 9788576140047

Capítulo 5 - Rotinas do Serviço de Enfermagem

MOTTA, Ana Leticia Carnevalli Editora Saraiva PDF Criptografado

5

Rotinas do Serviço de Enfermagem

As rotinas se caracterizam por um conjunto de ações ordenadas que fazem parte de um processo a ser desenvolvido pela execução de ações repetidas, realizadas com frequência. A palavra rotina é definida (13) como: “caminho já trilhado e sabido; hábito de fazer as mesmas coisas ou sempre da mesma maneira; prática constante...”.

Neste capítulo são descritos modelos de rotinas de execução de ações e procedimentos de enfermagem em algumas unidades hospitalares, a fim de sugerir uma sequência no desenvolvimento das atividades realizadas pela enfermagem.

5.1 Rotinas das Unidades de Internação do

Paciente Clínico e Cirúrgico

5.1.1 Rotina de Admissão do Paciente Clínico

 Receber o paciente na unidade de internação e apresentar-se como enfermeiro responsável pela unidade de internação hospitalar.

 Conferir o prontuário quanto ao nome completo do paciente, número do leito, registro hospitalar.

 Conferir o preenchimento completo dos cabeçalhos dos impressos.

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Medium 9788576140047

Capítulo 7 - Técnica para Verificação de Sinais Vitais

MOTTA, Ana Leticia Carnevalli Editora Saraiva PDF Criptografado

7

Técnica para Verificação de Sinais Vitais

7.1 Temperatura

A temperatura indica o nível de calor a que chega o corpo. A temperatura normal do corpo é mantida pelo equilíbrio entre a produção e eliminação de calor. O calor é gerado por processo metabólico e é distribuído no organismo pelo sangue por meio dos vasos sanguíneos.

O organismo perde calor por radiação e condutibilidade da pele, por evaporação do suor, por evaporação pulmonar, pelo ar inspirado, pela urina, pelas fezes e pela saliva.

Há alguns fatores que alteram a temperatura:

7.1.1 Fatores Fisiológicos

Método de verificação:

 axilar

 bucal

 retal

Hora da verificação:

 mais baixa pela manhã

 mais alta ao anoitecer

 eleva-se mediante a atividade física e o processo digestivo

94

Normas, Rotinas e Técnicas de Enfermagem

9788576140047_NORMAS_ROTINAS_E_TECNICAS_DE_ENFERMAGEM_MIOLO.pdf 94

07/05/2018 14:04:18

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Medium 9788576140047

Capítulo 10 - Dispositivo para Incontinência Urinária

MOTTA, Ana Leticia Carnevalli Editora Saraiva PDF Criptografado

10

Dispositivo para

Incontinência Urinária

10.1 Técnica de Colocação de Dispositivo para

Incontinência Urinária Masculina

Quanto menor for o tempo de uso da sonda vesical melhor é para o paciente, pois são reduzidos os riscos de infecção. Por isso é sempre indicado nos casos em que, ao retirar a sonda, se o paciente apresentar incontinência urinária, deve ser colocado um dispositivo para incontinência que também pode ser usado em casos em que o paciente não tem controle sobre o ato de urinar, como, por exemplo, alguns idosos.

::

Material

 01 unidade de dispositivo para incontinência urinária (tem o formato de um preservativo conectado a um frasco de drenagem)

 20 cm de fita adesiva

 01 par de luvas de procedimento

Técnica

 Lavar as mãos.

 Colocar o material em uma bandeja.

 Orientar o paciente quanto ao procedimento.

120

Normas, Rotinas e Técnicas de Enfermagem

9788576140047_NORMAS_ROTINAS_E_TECNICAS_DE_ENFERMAGEM_MIOLO.pdf 120

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Medium 9788536512136

Apêndice C. Modelo de Registro Diário da Umidade dos Ambientes

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

C

Apêndice

Modelo de Registro

Diário da Umidade dos Ambientes

Controle de umidade do ambiente do setor ____________ Faixa: 40 a 60%

Data

Hora

Umid. (%)

Mín.

Umid. (%)

Responsável

Máx.

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

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09:00

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09:00

15:00

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Controle de umidade do ambiente do setor ____________ Faixa: 40 a 60%

Data

Hora

Umid. (%)

Mín.

Umid. (%)

Responsável

Máx.

09:00

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09:00

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09:00

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Operações Básicas de Laboratório de Manipulação – Boas Práticas

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Grupo A (8966)
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Medium 9788582714706

Capítulo 99 - Isquemia mesentérica

Luiz Rohde, Alessandro Bersch Osvaldt Grupo A ePub Criptografado

Marco Aurélio Grudtner

Adamastor H. Pereira

A isquemia mesentérica é uma entidade clínica relativamente rara, decorrente do comprometimento da circulação intestinal por três mecanismos bem-definidos: oclusão, vasoespasmo e/ou hipoperfusão. Independentemente da etiologia, a resposta fisiológica à isquemia é sempre a mesma, com potencial comprometimento da viabilidade intestinal, especialmente em quadros de evolução aguda. Seu espectro varia desde colite isquêmica transitória, com bom prognóstico, até infarto intestinal maciço, de elevada mortalidade.

Mesmo com as modernas técnicas cirúrgicas, as intervenções endovasculares percutâneas e os cuidados intensivos, a isquemia mesentérica continua sendo uma doença fatal, com índices de mortalidade que variam entre 60 e 90%, principalmente nos quadros de evolução aguda e com circulação colateral deficiente (FIG. 99.1). Como a mortalidade não diminuiu significativamente nas últimas décadas, certamente por afetar uma população idosa e com várias comorbidades, o diagnóstico precoce continua sendo o principal desafio médico, já que a mortalidade é nitidamente menor antes do estabelecimento do infarto intestinal e de suas consequências sistêmicas.

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Medium 9788582714706

Capítulo 1 - Principais reconstruções digestivas

Luiz Rohde, Alessandro Bersch Osvaldt Grupo A ePub Criptografado

Guilherme S. Mazzini

Santo Pascual Vitola

Luiz Rohde

Neste capítulo, são apresentadas, em figuras, algumas técnicas de reconstrução após ressecções digestivas, para dar início aos estudos em cirurgia do sistema digestório.

Na gastrectomia parcial, é ressecada a porção distal do estômago, e o trânsito é reconstituído por meio da anastomose de alguma porção do intestino delgado proximal com o remanescente gástrico.

Na gastrectomia à Billroth I (FIG. 1.1), o trânsito digestivo é reconstruído mediante anastomose do duodeno com o estômago junto à porção da grande curvatura, após sutura (fechamento) da parte do estômago não utilizada na anastomose.

FIGURA 1.1 Gastrectomia à Billroth I.

Fonte: Adaptada de Guilherme S. Mazzini.

Na gastrectomia à Billroth II tipo Reichel-Polya (FIG. 1.2), o duodeno é suturado (fechado) e o trânsito digestivo é reconstituído mediante anastomose das primeiras porções do jejuno com o estômago. O jejuno é levado ao andar supramesocólico através de abertura feita no mesocólon transverso (transmesocólica). A anastomose engloba toda a luz do estômago (boca oralis totalis). Pode ser isoperistáltica ou anisoperistáltica.

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Medium 9788582714706

Capítulo 30 - Tumores do intestino delgado

Luiz Rohde, Alessandro Bersch Osvaldt Grupo A ePub Criptografado

Guilherme Pretto

Daniel Navarini

Guilherme S. Mazzini

Richard Ricachenevsky Gurski

Os tumores do intestino delgado são pouco comuns e são responsáveis por menos de 3% de todos os tumores gastrintestinais, representando somente 0,5% de todos os casos de neoplasias nos Estados Unidos. Suas manifestações clínicas são pouco específicas, o que gera atraso no diagnóstico e acarreta piores resultados do tratamento. Aproximadamente 85% dos pacientes estão acima dos 40 anos de idade no momento do diagnóstico.

Existem diferentes tipos histológicos, e sua prevalência mudou da década de 1980 para os anos 2000. Antigamente, o tipo histológico mais comum era o adenocarcinoma. Hoje, o tipo histológico mais comum consiste em tumores carcinoides (44%), seguidos por adenocarcinoma (33%), tumores estromais (17%) e linfoma (8%).

Existe predominância em homens na proporção 1,5:1. Há discreta predominância em negros. A idade média de diagnóstico é em torno dos 65 anos.

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Medium 9788582714706

Capítulo 36 - Pólipos colorretais

Luiz Rohde, Alessandro Bersch Osvaldt Grupo A ePub Criptografado

Cláudio Tarta

Cesar Chiele Neto

Um pólipo é uma elevação patológica, um crescimento anormal, na mucosa (ou envolvendo-a) dos tratos digestivo, respiratório e urogenital. Sua importância clínica está associada ao potencial maligno de determinados tipos histológicos, à possibilidade de diagnosticá-los e, muitas vezes, de removê-los por meio de exames endoscópicos antes da degeneração maligna. Macroscopicamente, podem ser únicos, múltiplos, sésseis, pediculados, etc.; porém, é a classificação microscópica que diferenciará os pólipos benignos dos malignos, orientando o seu correto manejo. A histologia dos pólipos colorretais inclui os adenomas, os pólipos serrilhados, os hamartomas e os pólipos inflamatórios.

Os adenomas são os pólipos neoplásicos mais comuns (50-67% de todos os pólipos) e, como precursores da maior parte dos tumores malignos colorretais, alvos de programas de rastreamento. Macroscopicamente, são classificados como sésseis, pediculados e planos; microscopicamente, podem ser tubulares, vilosos e, se ambas as características estiverem presentes, tubulovilosos. Os adenomas tubulares (75-87%) caracterizam-se pela presença de túbulos e glândulas uniformes, e os adenomas vilosos (5-10%), pelo alongamento dos túbulos e pela redução do estroma entre as glândulas. A maior parte dos pequenos adenomas (< 1 cm) é tubular, enquanto, nos pólipos maiores, o componente viloso torna-se mais proeminente.

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Medium 9788582714706

Capítulo 66 - Fístula biliar interna e íleo biliar

Luiz Rohde, Alessandro Bersch Osvaldt Grupo A ePub Criptografado

Tatiana Falcão Eyff

Alessandro Bersch Osvaldt

Luiz Rohde

A comunicação anormal da árvore biliar com algum órgão interno é definida como fístula biliar interna. Quando essa comunicação ocorre para o exterior, está caracterizada uma fístula biliar externa ou biliocutânea. Essas fístulas, na maioria das vezes, surgem espontaneamente ou pós-trauma cirúrgico, sendo muito raros os casos congênitos.

Neste capítulo, serão discutidas as fístulas biliares internas.

A indicação cirúrgica nas fases mais precoces das colecistopatias e a maior eficácia no tratamento medicamentoso da úlcera péptica têm determinado diminuição na incidência de fístulas biliares internas.

Aproximadamente 90% das fístulas biliares internas espontâneas são decorrentes de litíase biliar, enquanto 6% são secundárias à doença ulcerosa péptica. Com menor frequência, podem ocorrer fístulas biliares decorrentes de neoplasias de vesícula, vias biliares, estômago e pâncreas. A doença de Crohn, a diverticulite de cólon e a tuberculose intestinal, embora descritas na literatura médica, são causas muito raras. Na literatura, há citação de incidências de 0,3 a 0,74% de fístulas nas cirurgias do trato biliar.

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Grupo A (61)
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Medium 9788565852845

Capítulo 10 - Pomadas, cremes e géis

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO IV

FORMAS FARMACÊUTICAS SEMISSÓLIDAS

E SISTEMAS TRANSDÉRMICOS

CAPÍTULO

10 Pomadas, cremes e géis

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, o estudante deverá ser capaz de:

1. Diferenciar entre os vários tipos de bases de pomadas, segundo suas propriedades químicas e físicas.

2. Listar os critérios para a seleção de uma base de pomada para tratar uma patologia tópica.

3. Descrever os métodos para incorporar ingredientes ativos em uma base de pomada.

4. Explicar a diferença entre uma pomada, um creme e um gel.

5. Comparar e diferenciar uma base de pomada oftálmica e uma base de pomada tópica, para aplicação na pele.

6. Listar as vantagens e desvantagens de administrar fármacos pela via retal e pela via vaginal.

7. Listar as orientações que o farmacêutico deve fornecer ao paciente em relação a cada via de administração usada para a aplicação de produtos tópicos.

Pomadas, cremes e géis são formas farmacêuticas semissólidas destinadas à aplicação tópica. Elas podem ser aplicadas sobre a pele ou na superfície do olho, ou, ainda, utilizadas por via nasal, vaginal ou retal. A maioria delas é empregada conforme efeitos dos agentes terapêuticos que possui. As preparações não medicamentosas são utilizadas devido a seus efeitos físicos como protetoras ou lubrificantes.

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Medium 9788565852845

Apêndice B - Glossário de termos farmacêuticos

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

B

Glossário de termos farmacêuticos

Adesivo: um sistema de liberação de fármaco que contém um adesivo em um dos lados, geralmente aplicado em um local externo do corpo. Seus ingredientes difundem-se passivamente ou são transportados de modo ativo de alguma porção do adesivo.

Adesivo transdérmico matricial: sistema transdérmico que usa uma matriz polimérica contendo um fármaco, destinada à liberação sistêmica através da pele; geralmente a pele é a membrana controladora da difusão do fármaco.

Adesivo transdérmico matricial: sistema transdérmico com reservatório do fármaco contido entre uma camada adesiva e uma membrana de controle da difusão; o reservatório de fármaco consiste geralmente em uma dispersão semissólida ou uma solução.

Aerossol: forma farmacêutica acondicionada sob pressão, que contém substâncias ativas liberadas sob atuação de um sistema de válvulas apropriado.

Água aromática: solução aquosa clara saturada (a menos que especificado de outro modo), com um ou mais óleos voláteis ou outras substâncias aromáticas ou voláteis.

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Medium 9788565852845

Capítulo 8 - Comprimidos

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

OBJETIVOS

8

Comprimidos

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Diferenciar os vários tipos de comprimidos.

2. Comparar as vantagens e desvantagens dos vários tipos de comprimidos.

3. Listar as categorias de excipientes, com exemplos que são empregados na produção de comprimidos.

4. Informar os padrões de qualidade e as exigências farmacopeicas segundo a

United States Pharmacopeia (USP) para comprimidos.

5. Definir e diferenciar variação de peso de uniformidade de conteúdo.

6. Descrever técnicas apropriadas de inspeção, acondicionamento e armazenamento de comprimidos.

Comprimidos são formas farmacêuticas sólidas, geralmente preparadas com o auxílio de adjuvantes farmacêuticos. Eles podem variar em tamanho, forma, peso, dureza, espessura, características de desintegração e dissolução e outros aspectos, dependendo de sua finalidade de uso e seu método de fabricação. A maioria dos comprimidos é usada na administração oral de fármacos.

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Medium 9788565852845

Capítulo 4 - Delineamento de formas farmacêuticas: considerações farmacêuticas e de formulação

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO II

DELINEAMENTO DE FORMAS FARMACÊUTICAS

E SISTEMAS DE LIBERAÇÃO DE FÁRMACOS

CAPÍTULO

4

Delineamento de formas farmacêuticas: considerações farmacêuticas e de formulação

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Listar razões para a incorporação de fármacos em várias formas farmacêuticas.

2. Comparar e diferenciar as vantagens e as desvantagens de várias formas farmacêuticas.

3. Descrever as informações necessárias em estudos pré-formulação para caracterizar um fármaco para possível inclusão em uma forma farmacêutica.

4. Descrever os mecanismos de degradação de fármacos e fornecer exemplos de cada um.

5. Descrever os cinco tipos de instabilidade de fármacos de interesse para a prática farmacêutica.

6. Resumir as abordagens empregadas para estabilizar fármacos em formas farmacêuticas.

7. Calcular as velocidades de reação para várias formas farmacêuticas líquidas.

8. Classificar os diversos adjuvantes e excipientes farmacêuticos.

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Medium 9788580554212

Caso 5 - Cirurgia reparadora do manguito rotador: quatro semanas de reabilitação

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Cirurgia reparadora do manguito rotador: quatro semanas de reabilitação

Todd S. Ellenbecker

David S. Bailie

CASO 5

Um homem com 55 anos de idade foi encaminhado ao fisioterapeuta duas semanas após uma cirurgia reparadora do manguito rotador. A lesão tinha ocorrido há três meses, em um jogo de tênis, em que ele sacara repetidas vezes e sentira uma dor gradualmente progressiva no ombro. A dor continuou depois do jogo e foi aumentando até se manifestar durante o repouso e o sono e em todas as atividades do dia a dia. O paciente consultou um cirurgião ortopedista que avaliou o ombro e diagnosticou fraqueza significativa no ombro direito (dominante) durante a rotação externa e a elevação e dor ao longo das bordas anterior e lateral do acrômio. Uma varredura por RM com contraste revelou uma ruptura de 2 cm de espessura no tendão supraespinal, estendendo-se posteriormente até o infraespinal, sem ruptura labral concomitante. Descobriu-se que o paciente tinha um acrômio do tipo II. Foi submetido, com êxito, a uma cirurgia reparadora artroscópica do manguito rotador com âncoras de sutura e uma modesta acromioplastia para tratar o acrômio do tipo II. Imediatamente após a operação, recebeu instruções que incluíam: exercícios pendulares de Codman, de encolher os ombros e retrações escapulares, exercícios de fortalecimento de preensão da mão e informações sobre o uso de tipoia para proteger o ombro. Duas semanas após a cirurgia, examinaram as incisões, removeram as suturas externas e encaminharam o paciente ao fisioterapeuta com a solicitação de “avaliar e tratar”.

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