Artmed (609)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582713723

Capítulo 9. Neuroimagem e progressão da doença

Flávio Kapczinski; Eduard Vieta, Pedro V. S. Magalhães; Michael Berk Artmed PDF Criptografado

Capítulo 9

NEUROIMAGEM E

PROGRESSÃO DA DOENÇA

Benicio N. Frey

Luciano Minuzzi

Bartholomeus C. M. Haarman

Roberto B. Sassi

INTRODUÇÃO

O estadiamento é amplamente utilizado em diversas áreas da medicina, como oncologia e cardiologia, devido a sua utilidade em orientar a escolha de tratamento e/ou prognóstico. Conforme analisado em capítulos anteriores, o conceito de estadiamento foi aplicado ao transtorno bipolar (TB) conduzido principalmente por pesquisas clínicas neurocognitivas sobre biomarcadores periféricos. Pesquisas com neuroimagens acerca da progressão da doença ainda são limitadas, principalmente devido à ausência de pesquisas com imagens de longo prazo e longitudinais. Contudo, estudos com a prole em risco mais elevado de desenvolvimento de TB, TB pediátrico (TBP), TB adulto e TB em idosos podem esclarecer quais áreas/circuitos cerebrais podem ser mais relevantes para a progressão do transtorno. Aqui, analisamos de forma crítica os estudos com neuroimagens estruturais e funcionais no TB, com enfoque nas alterações nos circuitos cerebrais que podem estar associadas ao curso do transtorno.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713723

Capítulo 3. Carga alostática e envelhecimento acelerado no transtorno bipolar

Flávio Kapczinski; Eduard Vieta, Pedro V. S. Magalhães; Michael Berk Artmed PDF Criptografado

Capítulo 3

CARGA ALOSTÁTICA E

ENVELHECIMENTO ACELERADO

NO TRANSTORNO BIPOLAR

Iria Grande

Flávio Kapczinski

INTRODUÇÃO

O transtorno bipolar (TB) está entre as 10 condições mais incapacitantes do mundo com relação à carga de incapacidade (Kupfer, 2005). Essa carga global abrange não apenas a cronicidade do TB referente às oscilações de humor, como também uma ampla gama de condições médicas e psiquiátricas comórbidas, bem como deterioração neurocognitiva, relatadas como mais prevalentes em pacientes com TB em comparação com a população saudável.

No que se refere a comorbidades, pacientes com TB desenvolvem, em sua maioria, morbidade e mortalidade cardiovascular (Angst et al., 2002; Birkenaes et al., 2007). Seria possível alegar que essa é uma consequência da intervenção psiquiátrica, o que de fato é, em certa medida, no que tange ao tratamento com antipsicóticos atípicos. Todavia, muitos relatos defendem uma associação independente entre distúrbios cardiovasculares e TB (Garcia-Portilla et al., 2009).

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713723

Capítulo 12. Comorbidades médicas vasculares e metabólicas e neuroprogressão no transtorno bipolar

Flávio Kapczinski; Eduard Vieta, Pedro V. S. Magalhães; Michael Berk Artmed PDF Criptografado

Capítulo 12

COMORBIDADES MÉDICAS

VASCULARES E METABÓLICAS

E NEUROPROGRESSÃO NO

TRANSTORNO BIPOLAR

Anusha Baskaran

Benjamin I. Goldstein

Roger McIntyre

INTRODUÇÃO

O transtorno bipolar (TB) é um quadro prevalente e vitalício associado a índices elevados de falta de recuperação e disfunção interepisódica (Judd et al.,

1996). Um relato recente da Global Alliance for Chronic Diseases identifica o

TB como uma das principais causas de incapacidade entre todos os transtornos mentais, neurológicos e por uso de substância (Collins et al., 2011). Além dos sintomas de humor que definem a doença, pacientes com TB sofrem, com maior frequência, de condições médicas, sendo que as comorbidades médicas mais comuns são doença endócrina/metabólica (23%) e doença vascular

(21%) (Maina et al., 2013). Estudos sobre mortalidade indicam que indiví­duos com TB apresentam mortalidade excessiva e prematura decorrente de diversas causas, sendo que o índice mais elevado de mortalidade prematura se deve

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714249

Capítulo 16 - Evidência sobre o impacto do cuidado centrado na pessoa

Moira Stewart; Judith Belle Brown; W. Wayne Weston; Ian R. McWhinney; Carol L McWilliam; Thomas R.Freeman Artmed PDF Criptografado

16 Evidências sobre o impacto do cuidado centrado na pessoa

Moira Stewart

As pesquisas sobre o cuidado e a comunicação centrados na pessoa têm evoluído consideravelmente na última década. Antes disso, havia poucos estudos, e os resumos indicavam um efeito misto do cuidado centrado na pessoa quanto a importantes resultados para a pessoa e o médico (Lewin et al., 2001; Stevenson et al., 2004; Griffin et al., 2004; Roter e Hall, 2004; Elwyn et al., 2001; Mead e

Bower, 2000). Atualmente, como será explicitado neste capítulo, há numerosas metanálises e revisões sistemáticas bem executadas. De modo geral, elas indicam que o cuidado centrado na pessoa tem uma influência positiva nos resultados para ela, como na adesão ao tratamento, nos autorrelatos de saúde e nos resultados de saúde fisiológica. Além disso, concluíram que as intervenções para melhorar a comunicação centrada na pessoa são efetivas para a modificação do comportamento dos profissionais da saúde. Em suma, relatam boas notícias e fornecem evidências de que ensinar a praticar o cuidado centrado na pessoa vale a pena. Também unem a medicina baseada em evidências e a medicina centrada na pessoa ao confirmarem que o cuidado centrado na pessoa tem uma base de evidências.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714249

Capítulo 15 - Usando metodologias qualitativas para esclarecer o cuidado centrado na pessoa

Moira Stewart; Judith Belle Brown; W. Wayne Weston; Ian R. McWhinney; Carol L McWilliam; Thomas R.Freeman Artmed PDF Criptografado

15 Usando metodologias qualitativas para esclarecer o cuidado centrado na pessoa

Carol L. McWilliam e Judith Belle Brown

Os paralelos entre o cuidado clínico centrado na pessoa e a investigação humanística sugerem a aplicação de métodos qualitativos para a pesquisa sobre o cuidado centrado na pessoa, pois seu foco não é só a doença e a experiência da doença, mas também a própria pessoa como um todo. O cuidado centrado na pessoa é um processo de aquisição de conhecimento qualitativo e de entendimento de outros seres humanos. A investigação humanística explora a natureza e a experiência de ser humano, produzindo descrições detalhadas ou interpretações holísticas para melhorar esse entendimento. Na investigação humanística interpretativa, o pesquisador e o participante da pesquisa, juntos, buscam ver as necessidades, os motivos e as expectativas do participante para construir a interpretação de suas vivências. Da mesma forma, dois dos componentes centrados na pessoa, “elaborando um plano conjunto de manejo” e “intensificando a relação entre pessoa e médico”, têm semelhanças com os processos de investigação humanística.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Editora Manole (2585)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520432846

Vacinação na adolescência

LOPEZ, Fabio Ancona; CAMPOS JR., Dioclécio Editora Manole PDF Criptografado

Vacinação na adolescência

ATENÇÃO

Salientamos a importância dos pais e da família no processo de vacinar os filhos, crianças e adolescentes, evitando graves complicações ou problemas no futuro.

Salientamos a importância dos pais e da família no processo de vacinar os filhos, crianças e adolescentes, evitando graves complicações ou problemas no futuro.

Programa de vacinação para adolescentes

Para que se tenha sucesso com um programa de vacinação para adolescentes e para que haja conscientização deles sobre a importância das vacinas, vários aspectos dessa faixa etária devem ser considerados:

• a dificuldade na sensibilização da importância da vacina;

• a resistência dos adolescentes a tomar injeções;

• a falta de adesão a todas as doses quando necessárias mais de uma;

• a sensação de invulnerabilidade própria da idade;

• a falta de registro das vacinas já recebidas;

• a interrupção do esquema básico já iniciado;

• �a falta de oferta pelo sistema público de saúde de todas as vacinas indicadas para essa faixa etária.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432846

Saúde bucal na adolescência

LOPEZ, Fabio Ancona; CAMPOS JR., Dioclécio Editora Manole PDF Criptografado

Saúde bucal na adolescência

Promover a saúde bucal contribui para a manutenção da saúde geral ao colaborar para o funcionamento adequado da digestão, da fala e da respiração.

Estabelecer um bom vínculo e uma boa parceria entre o adolescente e seu dentista contribui para proporcionar a saúde bucal nessa faixa etária.

Adolescente

A boca é um órgão formado pelos lábios, bochechas, língua, glândulas salivares, dentes e gengiva, e, além de ser importante para a alimentação, está ligada ao processo de socialização. É por meio da boca que nos relacionamos com as pessoas e com o mundo, permitindo ao ser humano comunicar-se e expressar sensações e emoções utilizando a fala, os ruídos, o canto, o sorriso, o beijo e o prazer de saborear os alimentos.

ATENÇÃO

Nos últimos anos, a redução da incidência da cárie dentária foi possível por causa de uma série de ações:

• �maior utilização de pastas dentárias contendo flúor;

• �acréscimo de quantidade de flúor adequado na água de consumo da população;

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431245

3. Prevenção de emergências traumáticas

QUILICI, Ana Paula; TIMERMAN, Sergio Editora Manole PDF Criptografado

3

Prevenção de emergências traumáticas

Marcos Belotto de Oliveira

Tercio De Campos

Introdução

O conceito de trauma como doença se difundiu progressivamente a partir da década de 1960, mas ainda hoje é visto por muitos como algo acidental.1 Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o trauma como doença está em quarto lugar entre as causas de morte, sendo que, no Brasil, é a segunda causa de mortalidade, superada apenas pelas doenças cardiovasculares.2 Entre os adultos jovens até a 4a década de vida, o trauma permanece como a primeira causa de morte.

Segundo dados fornecidos pelo Datasus, de janeiro de 2008 a novembro de 2009 foram gastos quase 32 milhões de reais diretamente com pacientes internados vítimas de trauma, sendo 13 milhões apenas na região Sudeste. Em 2008, foram registrados cerca de 130 mil óbitos decorrentes de trauma e estima-se que, para cada vítima fatal, haja de 3 a 4 sequelados. Há uma crescente população de amputados, paraplégicos, cegos e outras enfermidades igualmente incapacitantes que implicam cifras incalculáveis para o governo federal e, principalmente, determinam um sofrimento inestimável aos familiares e à sociedade como um todo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431245

7. Acesso público à desfibrilação

QUILICI, Ana Paula; TIMERMAN, Sergio Editora Manole PDF Criptografado

7

Acesso público à desfibrilação

Luiz Fernando Fagundes Gouvêa Filho

As paradas cardiorrespiratórias (PCR) ocorrem predominantemente em ambiente extra-hospitalar, em sua maioria em ritmo de fibrilação ventricular (FV) ou taquicardia ventricular sem pulso (TVSP), cujo tratamento é a desfibrilação.1 As taxas de sobrevida

­decaem em torno de 7 a 10% a cada minuto diante de uma parada cardiorrespiratória2 quando nenhum suporte de vida é realizado. O suporte básico de vida, incluindo o uso dos desfibriladores externo automáticos (DEA), realizado por socorristas treinados, tornou-se uma arma poderosa para o aumento da sobrevida em pacientes vítimas de paradas cardiorrespiratórias.

O conceito de acesso público à desfibrilação surgiu por meio da força-tarefa Futuro da RCP3 da American Heart Association (AHA) conduzido pelo Dr. Leonard Cobb, de Seattle, Washington, publicada em 1992.

Na ocasião, observou-se que a maioria das paradas cardiorrespiratórias fora do hospital ocorria em casa. Assim, quando elas ocorressem em locais públicos, a utilização de DEA por pessoas leigas reduziria o tempo entre a PCR e a desfibrilação, obtendo minutos preciosos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431245

11. Imobilização da vítima

QUILICI, Ana Paula; TIMERMAN, Sergio Editora Manole PDF Criptografado

11

Imobilização da vítima

Rosimey Romero Thomaz

Introdução

Na avaliação inicial, a prioridade é identificar e realizar o atendimento rápido ao paciente que apresenta risco à vida. As lesões traumáticas que acometem exclusivamente o sistema musculoesquelético, em geral, não determinam risco à vida, mas podem levar a incapacidade temporária ou permanente. Em geral, 90% das vítimas de trauma têm lesões isoladas, como fratura de membro superior ou ferimentos leves.1

Após avaliação da cena e segurança do local, a avaliação da vítima deve seguir esta ordem de prioridade:2

1. Condições que possam resultar em risco à vida.

2. Condições que resultem em perda do membro lesionado.

3. Outras condições que apresentam risco à vítima e ao membro.

A história do local do incidente e o exame físico da cabeça aos pés fazem o diagnóstico de lesões musculoesqueléticas que demandam

11  Imobilização da vítima

atenção logo que possível por poderem, quando não adequadamente tratadas, resultar em invalidez permanente ou complicações decorrentes de hemorragia.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo A (8510)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582715710

Capítulo 3. Enfermagem baseada em evidências

Alba Lucia Bottura Leite de Barros; Juliana de Lima Lopes; Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

3

Dulce Aparecida Barbosa

Mônica Taminato

A tecnologia e o acesso a informações evoluem de forma muito acelerada, e a formação do profissional enfermeiro deve acompanhar esse desenvolvimento. Para isso, muitos desafios devem ser superados, e diversas competências e habilidades são necessárias para transpor as novas demandas do mercado de trabalho, que a academia e a sociedade propõem a esse profissional.

Outro grande desafio é formar profissionais com capacidade de divulgar em literatura indexada e avaliar o impacto das intervenções de enfermagem que contribuam de maneira preventiva, com redução da morbimortalidade e melhoria da qualidade de vida dos pacientes, dos familiares e dos sistemas de saúde.1

Profissionais da saúde, consumidores, pesquisadores e formuladores de políticas têm acesso à quantidade crescente de informação científica disponível. É improvável, contudo, que todos terão tempo e recursos para identificar e avaliar essas evidências e incorporá-las às decisões em saúde.2

Ver todos os capítulos
Medium 9788582715710

Capítulo 9. Administração de dieta parenteral

Alba Lucia Bottura Leite de Barros; Juliana de Lima Lopes; Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

9

Ana Cristina Tripoloni 

Tânia A. Moreira Domingues

Introdução

A nutrição parenteral é a administração de uma solução de nutrientes, hipertônica (nutrição parenteral total [NPT]) ou isotônica (nutrição parenteral periférica [NPP]), composta de proteínas, carboidratos e vitaminas, além de eletrólitos, aminoácidos e micronutrientes, sendo que sua formulação é feita de acordo com as necessidades do paciente.1

Definição

A terapia nutricional parenteral (TNP) consiste na oferta de nutrição por via parenteral (endovenosa), podendo ser administrada através de acesso central ou periférico, conforme a osmolaridade da solução (deve ser menor que 900 mOsmol/L; valores superiores devem ser administrados em via central). Está indicada quando o trato gastrintestinal está indisponível ou quando a necessidade nutricional não pode ser atendida de forma integral pelo trato gastrintestinal através das vias oral ou enteral.2

Indicações

Ver todos os capítulos
Medium 9788582715710

Capítulo 10. Administração de hemocomponentes

Alba Lucia Bottura Leite de Barros; Juliana de Lima Lopes; Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

10

Bruna Tirapelli Gonçalves

Definição

A terapia transfusional é definida como a prática infusional de partes do sangue administradas por via endovenosa para a restauração das necessidades orgânicas dos indivíduos em casos em que haja uma morbidade e mortalidade comprovada (laboratorial e clinicamente). O sangue total obtido através da doação do sangue deve ser 100% processado, resultando em 2 produtos distintos para a terapia transfusional: os hemocomponentes e os hemoderivados.1,2

Os hemoderivados são derivados sanguíneos fabricados em escala industrial (industrialização do plasma) por meio de processo físico-químico. São eles: albumina, imunoglobulinas e fatores da coagulação (fator VII, fator VIII, fator IX, além dos complexos protrombínicos).2

Os hemocomponentes são obtidos por meio de processos físicos (centrifugação e congelamento) e sem aditivos químicos. São eles: concentrado de hemácias, plasma fresco congelado, concentrado de plaquetas e crioprecipitado.2

Ver todos os capítulos
Medium 9788582715710

Capítulo 14. Coleta de sangue venoso

Alba Lucia Bottura Leite de Barros; Juliana de Lima Lopes; Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

14

Eliana Cavalari Teraoka

Introdução

A punção venosa é o método mais comum para obtenção de amostra de sangue venoso e envolve a perfuração de uma veia com agulha estéril.1,2

A coleta de sangue é amplamente praticada e continua sendo de inestimável valor para o diagnóstico e tratamento de vários processos patológicos. A sistematização do processo de coleta evita uma série de erros, retrabalhos e desperdícios de amostras e de reagentes, evitando danos aos pacientes e à imagem da instituição e custos maiores e desnecessários.3 A escolha de materiais deve oferecer segurança ao profissional que manuseia o produto, reduzindo riscos de acidentes de trabalho, proporcionando segurança no atendimento ao paciente e aumentando a confiança do exercício da função, ofertando um resultado laboratorial confiável.3

Quando há erro na coleta de uma amostra de sangue, os resultados são inexatos e enganosos para o clínico e podem ocasionar ao paciente o incômodo da repetição do teste. As três principais questões decorrentes de erros na coleta de uma amostra de sangue são hemólise, contaminação e erro de rotulagem.4

Ver todos os capítulos
Medium 9788582715710

Capítulo 17. Oxigenoterapia

Alba Lucia Bottura Leite de Barros; Juliana de Lima Lopes; Sheila Coelho Ramalho Vasconcelos Morais Grupo A ePub Criptografado

 

17

Graciana Maria de Moraes Coutinho

Ana Laura Oliveira Guedes

Introdução

O sistema respiratório compreende desde o nariz até os alvéolos pulmonares e visa garantir a realização das trocas gasosas em condições adequadas, em face da inalação constante de impurezas e de microrganismos presentes no meio ambiente.1

A prescrição de oxigênio deve respeitar indicações definidas e incluir especificações de dose, forma de administração, duração da terapia e monitoração da saturação.2

Definição

A oxigenoterapia é definida como a administração de oxigênio com finalidade terapêutica, em casos em que o paciente apresenta respiração ruidosa, taquipneia, ortopneia, cianose, batimentos das asas do nariz, queda da saturação de oxigênio, entre outros.3 As formas mais convencionais de administração de oxigênio dependem de máscaras faciais ou cânulas e dispositivos nasais.4

Consiste na oferta adequada de oxigênio (O2) complementar ao paciente com a finalidade de impedir ou tratar deficiência de oxigênio ou hipóxia. A American Association for Respiratory Care (AARC) cita como principais indicações de oxigenoterapia pacientes com pressão arterial de oxigênio (PaO2) menor do que 60 mmHg ou saturação periférica de oxigênio (SpO2) menor do que 90% em ar ambiente, ou SpO2 menor do que 88% durante a deambulação, exercícios ou sono em portadores de doença cardiorrespiratória.5

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo A (61)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788580554212

Caso 5 - Cirurgia reparadora do manguito rotador: quatro semanas de reabilitação

Casos clínicos em fisioterapia ortopédica Grupo A PDF Criptografado

Cirurgia reparadora do manguito rotador: quatro semanas de reabilitação

Todd S. Ellenbecker

David S. Bailie

CASO 5

Um homem com 55 anos de idade foi encaminhado ao fisioterapeuta duas semanas após uma cirurgia reparadora do manguito rotador. A lesão tinha ocorrido há três meses, em um jogo de tênis, em que ele sacara repetidas vezes e sentira uma dor gradualmente progressiva no ombro. A dor continuou depois do jogo e foi aumentando até se manifestar durante o repouso e o sono e em todas as atividades do dia a dia. O paciente consultou um cirurgião ortopedista que avaliou o ombro e diagnosticou fraqueza significativa no ombro direito (dominante) durante a rotação externa e a elevação e dor ao longo das bordas anterior e lateral do acrômio. Uma varredura por RM com contraste revelou uma ruptura de 2 cm de espessura no tendão supraespinal, estendendo-se posteriormente até o infraespinal, sem ruptura labral concomitante. Descobriu-se que o paciente tinha um acrômio do tipo II. Foi submetido, com êxito, a uma cirurgia reparadora artroscópica do manguito rotador com âncoras de sutura e uma modesta acromioplastia para tratar o acrômio do tipo II. Imediatamente após a operação, recebeu instruções que incluíam: exercícios pendulares de Codman, de encolher os ombros e retrações escapulares, exercícios de fortalecimento de preensão da mão e informações sobre o uso de tipoia para proteger o ombro. Duas semanas após a cirurgia, examinaram as incisões, removeram as suturas externas e encaminharam o paciente ao fisioterapeuta com a solicitação de “avaliar e tratar”.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580554212

Lista por condição de saúde (ordem alfabética)

Casos clínicos em fisioterapia ortopédica Grupo A PDF Criptografado

486

CASOS CLÍNICOS EM FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA

LISTA POR CONDIÇÃO DE SAÚDE (ORDEM ALFABÉTICA)

Nº CASO

6

7

5

17

8

14

11

19

12

13

4

33

34

30

21

1

3

29

27

25

26

28

15

18

16

20

9

2

23

22

31

24

32

10

TÓPICO

Capsulite adesiva – diagnóstico

Capsulite adesiva – tratamento

Cirurgia reparadora do manguito rotador: quatro semanas de reabilitação

Coluna lombar: hérnia de disco – abordagem de diagnóstico e terapia mecânica (McKenzie)

Dor crônica cervical

Dor lombar: manipulação

Epicondilalgia lateral

Epifisiólise proximal do fêmur (EPF)

Espondilolistese degenerativa

Espondilolistese em um atleta jovem

Estabilização cirúrgica para instabilidade do ombro: reabilitação para retorno ao esporte

Fascite plantar

Ver todos os capítulos
Medium 9788565852845

Capítulo 10 - Pomadas, cremes e géis

Loyd V. Allen Jr.; Nicholas G. Popovich; Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO IV

FORMAS FARMACÊUTICAS SEMISSÓLIDAS

E SISTEMAS TRANSDÉRMICOS

CAPÍTULO

10 Pomadas, cremes e géis

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, o estudante deverá ser capaz de:

1. Diferenciar entre os vários tipos de bases de pomadas, segundo suas propriedades químicas e físicas.

2. Listar os critérios para a seleção de uma base de pomada para tratar uma patologia tópica.

3. Descrever os métodos para incorporar ingredientes ativos em uma base de pomada.

4. Explicar a diferença entre uma pomada, um creme e um gel.

5. Comparar e diferenciar uma base de pomada oftálmica e uma base de pomada tópica, para aplicação na pele.

6. Listar as vantagens e desvantagens de administrar fármacos pela via retal e pela via vaginal.

7. Listar as orientações que o farmacêutico deve fornecer ao paciente em relação a cada via de administração usada para a aplicação de produtos tópicos.

Pomadas, cremes e géis são formas farmacêuticas semissólidas destinadas à aplicação tópica. Elas podem ser aplicadas sobre a pele ou na superfície do olho, ou, ainda, utilizadas por via nasal, vaginal ou retal. A maioria delas é empregada conforme efeitos dos agentes terapêuticos que possui. As preparações não medicamentosas são utilizadas devido a seus efeitos físicos como protetoras ou lubrificantes.

Ver todos os capítulos
Medium 9788565852845

Capítulo 14 - Sistemas dispersos

Loyd V. Allen Jr.; Nicholas G. Popovich; Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

OBJETIVOS

14 Sistemas dispersos

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Diferenciar entre uma suspensão, uma emulsão, um gel e um magma.

2. Comparar os diferentes sistemas dispersos e listar vantagens e desvantagens de cada sistema.

3. Comparar e diferenciar as seguintes teorias da emulsificação: tensão superficial, cunha orientada e filme interfacial.

4. Definir e diferenciar os seguintes termos: liofóbico, liofílico, hidrofílico, hidrofóbico, anfifílico, embebimento, intumescimento, sinerese, tixotropia e xerogel.

5. Avaliar e selecionar um sistema disperso adequado e a forma de administração para determinada finalidade, população de pacientes e/ou situação.

Este capítulo trata dos principais tipos de preparações líquidas contendo fármacos não dissolvidos ou imiscíveis que se encontram uniformemente distribuídos em veículo. Nessas preparações, a substância que se encontra distribuída é conhecida como fase dispersa, e o veículo é denominado fase dispersante, ou meio dispersante. Em conjunto, produzem um sistema disperso.

Ver todos os capítulos
Medium 9788565852845

Capítulo 8 - Comprimidos

Loyd V. Allen Jr.; Nicholas G. Popovich; Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

OBJETIVOS

8

Comprimidos

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Diferenciar os vários tipos de comprimidos.

2. Comparar as vantagens e desvantagens dos vários tipos de comprimidos.

3. Listar as categorias de excipientes, com exemplos que são empregados na produção de comprimidos.

4. Informar os padrões de qualidade e as exigências farmacopeicas segundo a

United States Pharmacopeia (USP) para comprimidos.

5. Definir e diferenciar variação de peso de uniformidade de conteúdo.

6. Descrever técnicas apropriadas de inspeção, acondicionamento e armazenamento de comprimidos.

Comprimidos são formas farmacêuticas sólidas, geralmente preparadas com o auxílio de adjuvantes farmacêuticos. Eles podem variar em tamanho, forma, peso, dureza, espessura, características de desintegração e dissolução e outros aspectos, dependendo de sua finalidade de uso e seu método de fabricação. A maioria dos comprimidos é usada na administração oral de fármacos.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo Gen (11437)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788527734691

S

Hinkle Grupo Gen ePub Criptografado

O sarcoma de Kaposi (SK) é a neoplasia maligna mais comum relacionada com o HIV, acometendo a camada endotelial dos vasos sanguíneos e linfáticos. Nos indivíduos com AIDS, o SK epidêmico é observado, mais frequentemente, entre homens homossexuais e bissexuais. O SK relacionado com a AIDS exibe evolução variável e agressiva, incluindo desde lesões cutâneas localizadas até doença disseminada acometendo múltiplos sistemas orgânicos.

• As lesões cutâneas podem ocorrer em qualquer parte do corpo e são de coloração rosa-acastanhada a púrpura intensa. Geralmente são como lesões cutâneas nos membros inferiores

• As lesões podem ser planas ou elevadas e circundadas por equimoses e edema; desenvolvem-se rapidamente e causam extensa desfiguração

• A localização e o tamanho das lesões podem levar a estase venosa, linfedema e dor. Os locais comuns de comprometimento visceral incluem linfonodos, trato gastrintestinal e pulmões

• O comprometimento dos órgãos internos pode levar, finalmente, a falência de órgãos, hemorragia, infecção e morte.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527734691

Q

Hinkle Grupo Gen ePub Criptografado

Lesão por queimadura pode afetar pessoas de todas as idades e de qualquer grupo socioeconômico. Anualmente, estima-se que 486.000 pessoas sejam tratadas por motivo de queimadura, e aproximadamente 40.000 sejam hospitalizadas. A lesão por queimadura é causada pela transferência de calor de uma fonte térmica para o corpo, por exposição a determinadas substâncias químicas ou por exposição à radiação.

A profundidade da lesão por queimadura depende das características físicas ou químicas do agente envolvido e da duração do contato com ele. A lesão por queimadura não é homogênea; com efeito, ocorre necrose tissular no centro da lesão, com regiões de viabilidade tissular na periferia. A pele e a mucosa das vias respiratórias superiores constituem os locais mais comuns de destruição tissular. As queimaduras causam ruptura da pele, que leva a uma perda aumentada de líquidos, infecção, hipotermia, cicatrização, comprometimento da imunidade e alterações na função, aparência e imagem corporal. Crianças pequenas e indivíduos idosos (extremos etários) continuam apresentando morbidade e mortalidade aumentadas, em comparação com outros grupos etários com lesões semelhantes. Lesões por inalação, além das queimaduras cutâneas, agravam o prognóstico. Queimaduras são classificadas de acordo com sua gravidade (p. ex., grandes, pequenas), tipo (p. ex., térmica, química, por radiação), profundidade de destruição tissular (grau) e extensão (extensão da área de superfície corporal queimada).

Ver todos os capítulos
Medium 9788527734691

C

Hinkle Grupo Gen ePub Criptografado

O câncer não é uma doença única com uma causa isolada; na verdade, trata-se de um grupo de doenças distintas com diferentes causas, manifestações, tratamentos e prognósticos. O câncer pode acometer qualquer sistema orgânico, e as abordagens terapêuticas têm efeitos multissistêmicos. A prática de enfermagem no câncer, conhecida como enfermagem oncológica, envolve todos os grupos etários e inclui inúmeros cenários de atenção à saúde, tais como instituições de cuidados agudos, centros ambulatoriais, instituições de reabilitação, domicílio e unidades de cuidados prolongados.

Os enfermeiros precisam identificar suas próprias percepções relativas ao câncer para alcançar metas realistas nos cuidados aos pacientes com câncer, visto que a maioria das pessoas ainda associa o câncer a dor e morte. Além disso, os enfermeiros que cuidam de casos com câncer precisam estar preparados para apoiar os pacientes e suas famílias, que se deparam com uma ampla variedade de dificuldades físicas, emocionais, sociais, culturais, financeiras e espirituais.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527734691

G

Hinkle Grupo Gen ePub Criptografado

A gastrite é uma inflamação da mucosa gástrica e um distúrbio gastrintestinal (GI) comum. Acomete de forma praticamente igual homens e mulheres e é mais frequente em indivíduos idosos. A gastrite pode ser aguda ou crônica e pode ser, ainda, classificada em erosiva ou não erosiva, com base nos sinais patológicos observados na parede do estômago. A gastrite aguda, cuja duração é de várias horas a alguns dias, frequentemente é causada por imprudência alimentar (consumo de alimento irritante, que é excessivamente temperado ou de alimento contaminado). Observa-se, também, o desenvolvimento de gastrite aguda nas doenças agudas (p. ex., lesões traumáticas importantes; queimaduras; infecção grave; insuficiência hepática, renal ou respiratória; ou cirurgia de grande porte). Outras causas incluem uso excessivo de ácido acetilsalicílico e de outros agentes anti-inflamatórios não esteroides (AINE), consumo excessivo de bebidas alcoólicas, refluxo biliar e radioterapia. Um tipo mais grave de gastrite aguda é causado pela ingestão de ácidos ou álcalis fortes, que podem fazer com que a mucosa se torne gangrenosa ou sofra perfuração. A gastrite também pode constituir o primeiro sinal de infecção sistêmica aguda. A gastrite aguda também pode se desenvolver em doenças agudas, especialmente quando o paciente teve grandes lesões traumáticas; queimaduras; infecção grave; insuficiência hepática, renal ou respiratória; ou passou por cirurgia de grande porte. Esse tipo de gastrite aguda é frequentemente chamado de gastrite relacionada ao estresse.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527734691

R

Hinkle Grupo Gen ePub Criptografado

A regurgitação mitral envolve o fluxo retrógrado de sangue do ventrículo esquerdo para o átrio esquerdo durante a sístole. Com frequência, as bordas das válvulas da valva atrioventricular esquerda não se fecham durante a sístole por causa do espessamento e da fibrose das válvulas e das cordas tendíneas, resultando em contração. Nos países desenvolvidos, as alterações degenerativas da valva atrioventricular esquerda e a isquemia do ventrículo esquerdo constituem as causas mais comuns, considerando que, nos países em desenvolvimento, a cardiopatia reumática e suas sequelas constituem a causa de regurgitação mitral. As alterações mixomatosas, a endocardite infecciosa, as doenças vasculares do colágeno, a miocardiopatia e a cardiopatia isquêmica também são condições que levam à regurgitação mitral.

A regurgitação mitral pode resultar de problemas com uma ou mais válvulas, cordas tendíneas, anel ou músculos papilares. A cada batimento, o ventrículo esquerdo impulsiona parte do sangue de volta ao átrio esquerdo, causando dilatação e hipertrofia do átrio. O fluxo retrógrado de sangue do ventrículo diminui o fluxo sanguíneo dos pulmões para o átrio e, por fim, causa congestão dos pulmões, acrescentando maior tensão ao ventrículo direito, que se dilata, resultando em insuficiência cardíaca sistólica.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais