Artmed (630)
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Capítulo 18. Distúrbios das glândulas suprarrenais

Barbara G. Wells, Joseph T. DiPiro, Terry L. Schwinghammer, Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

SEÇÃO 4

CAPÍTULO

DISTÚRBIOS ENDOCRINOLÓGICOS

18

Editada por Terry L. Schwinghammer

Distúrbios das glândulas suprarrenais

•• A hiperfunção das glândulas suprarrenais envolve a produção excessiva dos hormônios suprarrenais, cortisol (levando ao desenvolvimento da síndrome de Cushing) ou aldosterona (resultando em hiperaldosteronismo).

•• A hipofunção das glândulas suprarrenais está associada à insuficiência suprarrenal primária (doença de Addison) ou secundária.

Síndrome de Cushing

Fisiopatologia

•• A síndrome de Cushing resulta dos efeitos de níveis suprafisiológicos de corticoides que provêm de administração exógena ou que se originam da produção endógena excessiva pela glândula suprarrenal (dependente de hormônio adrenocorticotrófico [ACTH]) ou por tecido adrenocortical anormal (independente de ACTH).

•• A síndrome de Cushing dependente de ACTH (80% de todos os casos de síndrome de Cushing) geralmente é causada pela superprodução de ACTH pela hipófise, provocando hiperplasia suprarrenal. Os adenomas hipofisários são responsáveis por cerca de 85% desses casos (doença de

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Capítulo 36. Infecções do sistema central

Barbara G. Wells, Joseph T. DiPiro, Terry L. Schwinghammer, Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

Capítulo

36

Infecções do sistema nervoso central

•• As infecções do sistema nervoso central (SNC) incluem uma variedade de condições clínicas e etiologias: meningite, meningoencefalite, encefalite, abscessos cerebrais e meningeais e infecções em dispositivos. O objetivo deste capítulo é a análise da meningite.

FISIOPATOLOGIA

•• As infecções do sistema nervoso central são o resultado da disseminação hematogênica de um local

de infecção primário, espalhando-se a partir de um foco parameningeal, reativação a partir de um local latente, trauma ou defeitos congênitos no SNC.

•• A exposição passiva e ativa ao cigarro e a presença de implante coclear, que inclui um posicionador, aumentam o risco de meningite bacteriana.

•• As infecções do SNC podem ser causadas por várias bactérias, fungos, vírus e parasitas. As causas mais comuns de meningite bacteriana são Streptococcus pneumoniae, Streptococcus do grupo B,

Neisseria meningitidis, Haemophilus influenzae e Listeria monocytogenes.

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Apêndice 5. Doenças pulmonares induzidas por fármacos

Barbara G. Wells, Joseph T. DiPiro, Terry L. Schwinghammer, Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

APÊNDICE

5

QUADRO a5-1

Doenças pulmonares induzidas por fármacos

Fármacos que induzem apneia

Frequência relativa das reações

Depressão do sistema nervoso central

Analgésicos narcóticos

F

Barbitúricos

F

Benzodiazepínicos

F

Outros sedativos e hipnóticos

I

Antidepressivos tricíclicos

R

Fenotiazinas

R

Cetamina

R

Promazina

R

Anestésicos

R

Anti-histamínicos

R

Álcool

R

Fenfluramina

I

l-dopa

R

Oxigênio

R

Disfunção dos músculos respiratórios

Antibióticos aminoglicosídeos

I

Polimixinas

I

Bloqueadores neuromusculares

I

Quinina

R

Digitálicos

R

Miopatia

Corticosteroides

F

Diuréticos

I

Ácido aminocaproico

R

Clofibrato

R

F, frequente; I, infrequente; R, rara.

889

APÊNDICES

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Apêndice 3. Distúrbios hematológicos induzidos por fármacos

Barbara G. Wells, Joseph T. DiPiro, Terry L. Schwinghammer, Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

QUADRO a3-1

Fármacos associados à anemia aplásica

Evidências de estudos observacionais

AINE

Carbamazepina

Fenitoína

Fenobarbital

Fenotiazinas

Furosemida

Mebendazol

Metimazol

Oxifembutazona

Penicilamina

Propiltiouracila

Sais de ouro

Sulfonamidas

Tiazidas

Tocainida

Evidências de relatos de casos (classificação de causalidade provável ou definida)

Acetazolamida

Ácido acetilsalicílico

Captopril

Cloranfenicol

Cloroquina

Clorotiazida

Clorpromazina

Dapsona

Felbamato

Interferon-α

Lisinopril

Lítio

Nizatidina

Pentoxifilina

Quinidina

Sulindaco

Ticlopidina

AINE, agentes anti-inflamatórios não esteroides.

882

3

APÊNDICE

Distúrbios hematológicos induzidos por fármacos

Distúrbios hematológicos induzidos por fármacos   |   APÊNDICE 3

QUADRO a3-2

Fármacos associados à agranulocitose

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Capítulo 5. Síndromes coronarianas agudas

Barbara G. Wells, Joseph T. DiPiro, Terry L. Schwinghammer, Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

SEÇÃO 2

Capítulo

Distúrbios cardiovasculares

5

Editada por Terry L. Schwinghammer

Síndromes coronarianas agudas

•• As síndromes coronarianas agudas (SCAs) incluem todas as síndromes compatíveis com isquemia

aguda do miocárdio resultantes do desequilíbrio entre a demanda e o suprimento de oxigênio para o miocárdio.

•• As SCAs são classificadas de acordo com alterações no eletrocardiograma (ECG) em (1) infarto do miocárdio (IM), com elevação do segmento ST (CEST); ou (2) na SCA sem elevação do segmento

ST (SEST), que inclui IMSEST e angina instável (AI).

FISIOPATOLOGIA

•• Disfunção endotelial, inflamação e formação de placas gordurosas contribuem para o desenvolvimento de placas ateroscleróticas na artéria coronariana.

•• A causa da SCA em mais de 90% dos pacientes é a ruptura, fissura ou erosão de uma placa ate-

romatosa instável. Um coágulo se forma no topo da placa rompida. A exposição do colágeno e o fator tecidual induzem a adesão e a ativação plaquetária, que promove a liberação do difosfato de adenosina (ADP) e tromboxano A2 a partir das plaquetas, levando à vasoconstrição e ativação plaquetária. Ocorre uma alteração na conformação dos receptores de superfície de glicoproteína (GP)

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Editora Manole (3736)
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Medium 9788520434628

Doença Renal Policística

TILLEY, Larry Patrick; SMITH JUNIOR, Francis W. K. Editora Manole PDF Criptografado

421

Espécies Canina e Felina

Doença Renal Policística

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

REVISÃO

Distúrbio no qual grandes porções do parênquima renal normalmente diferenciado são deslocadas por múltiplos cistos; os cistos renais se desenvolvem nos néfrons preexistentes e nos ductos coletores; ambos os rins são invariavelmente envolvidos, porque a doença é hereditária na maioria dos casos.

IDENTIFICAÇÃO

• Gato Persa e relacionados com essa raça (p. ex.,

Exótico de pelo curto, Himalaio, Fold escocês) são mais comumente acometidos que outras raças.

• As raças caninas acometidas incluem Cairn terrier e Beagle.

SINAIS CLÍNICOS

• Os cistos frequentemente permanecem silenciosos em termos clínicos até se tornarem grandes e numerosos o suficiente a ponto de contribuir para a insuficiência renal ou o aumento abdominal; desse modo, os pacientes tipicamente se encontram normais do ponto de vista clínico durante as fases iniciais da formação e crescimento do cisto.

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Medium 9788520434628

Tumores das Glândulas Mamárias — Cadelas

TILLEY, Larry Patrick; SMITH JUNIOR, Francis W. K. Editora Manole PDF Criptografado

1288

Consulta Veterinária em 5 Minutos

Tumores das Glândulas Mamárias — Cadelas

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÃO

Tumores benignos ou malignos das glândulas mamárias em cadelas.

FISIOPATOLOGIA

• Aproximadamente 50% dos tumores são malignos.

• Cerca de 50% das pacientes apresentam múltiplos tumores na cadeia mamária.

• Alguns animais terão tumores malignos associados a alguns tipos benignos.

• Carcinoma inflamatório — subtipo muito agressivo; caracterizado por crescimento rápido, textura firme, envolvimento difuso, eritema, edema de extremidades, alteração da cor e dor; a paciente pode estar anêmica, ter leucocitose e desenvolver

CID; o tumor pode ser confundido com mastite, abscesso ou celulite; prognóstico mau.

• Conexões linfáticas — existentes entre as sequências direita e esquerda das glândulas; em geral, as glândulas craniais drenam para os linfonodos axilares, as glândulas caudais drenam para os linfonodos inguinais e as glândulas entre elas drenam variavelmente para um ou ambos os tipos de linfonodos; conexões plexiformes ajudam a explicar a ocorrência de metástase linfática contra o fluxo de linfa previsto.

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Medium 9788520434628

Pielonefrite

TILLEY, Larry Patrick; SMITH JUNIOR, Francis W. K. Editora Manole PDF Criptografado

1038

Consulta Veterinária em 5 Minutos

Pielonefrite

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÃO

Colonização microbiana do trato urinário superior, incluindo a pelve renal, os divertículos coletores, o parênquima renal e os ureteres; como a pielonefrite não costuma estar limitada à pelve e ao parênquima renais, uma expressão mais descritiva é infecção do trato urinário superior; este capítulo limita-se à pielonefrite bacteriana.

FISIOPATOLOGIA

• A infecção de qualquer porção do trato urinário geralmente necessita de algum comprometimento das defesas normais do hospedeiro contra infecção do trato urinário (ver os capítulos sobre infecção do trato urinário inferior); defesas normais contra infecção ascendente do trato urinário incluem barreiras de defesa da mucosa, peristaltismo ureteral, válvulas de retalho ureterovesical, fluxo unidirecional de urina e extenso aporte sanguíneo renal. A pielonefrite ocorre, em geral, pela ascensão de microrganismos, provocando infecção do trato urinário inferior. Nos cães e gatos, a disseminação hematógena dos rins não costuma causar pielonefrite. Independentemente da via de infecção, a infecção do trato urinário superior é muitas vezes acompanhada pela infecção do trato urinário inferior.

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Medium 9788520434628

Acne — Cães

TILLEY, Larry Patrick; SMITH JUNIOR, Francis W. K. Editora Manole PDF Criptografado

24

A

Consulta Veterinária em 5 Minutos

Acne — Cães

• Cultura para dermatófitos — dermatofitose.

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

REVISÃO

• Distúrbio inflamatório crônico do queixo e dos lábios de animais jovens.

• Caracterizado por foliculite e furunculose.

• Identificado quase exclusivamente em raças de pelo curto.

• A predisposição genética pode desempenhar um papel mais relevante do que os efeitos hormonais.

IDENTIFICAÇÃO

• Cães.

• Raças predispostas de pelo curto — Boxer,

Doberman pinscher, Buldogue inglês, Dogue alemão, Weimaraner, Mastim, Rottweiler, Pointer alemão de pelo curto e Pit Bull terrier.

SINAIS CLÍNICOS

• As margens ventrais no queixo e no lábio podem estar mínima a acentuadamente inchadas, com inúmeras pápulas e pústulas eritematosas.

• Estágios avançados — as lesões podem ser exsudativas, indicando foliculite-furunculose bacteriana profunda secundária.

• As lesões podem ser dolorosas à palpação; a maioria não é dolorosa nem pruriginosa.

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Medium 9788520434628

Lesão por Mordedura de Fio Elétrico

TILLEY, Larry Patrick; SMITH JUNIOR, Francis W. K. Editora Manole PDF Criptografado

819

Espécies Canina e Felina

Lesão por Mordedura de Fio Elétrico

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

REVISÃO

• A lesão por mordedura de fio elétrico é um evento incomum, que ocorre quando o animal morde um fio de eletricidade.

• Embora outras causas de eletrocussão possam ocorrer, elas são raras em cães e gatos.

• As correntes elétricas domésticas são alternadas

(60 Hz) ou 120 volts e perigosas.

• A lesão pode ser decorrente de termolesão ou interrupção da atividade eletrofisiológica normal de tecido excitável.

• O edema pulmonar pode ser sequela da eletrocussão; além disso, acredita-se que a fisiopatologia seja neurogênica e mediada por via central, levando à hipertensão pulmonar.

• Há relatos de formação de cataratas após a eletrocussão.

IDENTIFICAÇÃO

• Observada em cães e gatos.

• Mais comum em cães.

• Mais frequentemente constatada em animais jovens. Em relatos publicados, as idades variam de

5 meses a 1 ano e meio.

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Editora Saraiva (44)
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Medium 9788536514727

9 - Sistema de Acreditação em Serviços de Saúde

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistema de

Acreditação em

Serviços de Saúde

9

Para começar

Neste capítulo trataremos sobre a definição e os níveis de acreditação existentes nos serviços de saúde. Você conhecerá o Manual Brasileiro de Acreditação e também a respeito da Organização

Na­cional de Acreditação – ONA.

Assim como toda empresa busca certificar seus produtos e serviços através de normas inter­ nacionais como ISO 9001 – Sistema de Gestão da Qualidade, as instituições de saúde, que também são empresas, buscam certificações da qualidade dos serviços prestados. Essas certificações de qua­­ lidade para esse segmento, porém, diferem da ISO 9001: são acreditações que uma instituição de saúde recebe quando passa por auditorias de certificação e demonstra sua qualidade através dos níveis de acreditação.

Os hospitais buscam ainda o conceito de sustentabilidade hospitalar, pois também são empresas que consomem muito dos recursos naturais, como água e energia, em vários processos de assistência ao paciente. São responsáveis por produzir impactos ambientais com os resíduos de serviços de saúde, que, diferentemente dos resíduos industriais, são infectantes por possuírem microrganismos que podem levar contaminação ao solo, à água e a toda a comunidade. Então vamos conhecer esse sistema de acreditação exclusiva para instituições de saúde e saber como os hospitais vêm contribuindo para a sustentabilidade hospitalar.

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Medium 9788536514727

8 - Auditoria

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Auditoria

8

Para começar

Neste capítulo serão definidos auditoria e seus diferentes tipos. Veremos também as características para ser um auditor e conheceremos as diretrizes para auditoria de sistema de gestão, a ISO 19011.

As organizações que buscam a implantação dos sistemas de gestão, seja ela da qualidade ISO

9001, meio ambiente ISO 14001, OHSAS 18001, NBR 16001 ou ISO 22000, todas necessitam, dentro do ciclo PDCA, da fase de “Checar”. É nesse momento que entram as auditorias, uma ferramenta de verificação do cumprimento da primeira fase da implantação de um sistema de gestão, o planejamento. As auditorias são, acima de tudo, importantes aliadas na verificação dos sistemas de gestão implementados.

A auditoria está relacionada à necessidade de confirmação da realidade financeiro-econômica de uma organização. Um dos primeiros cargos criados de auditoria foi na Inglaterra, em 1314

(PINHO, 2007).

A auditoria teve seu grande passo em 1929: com a crise econômica americana, foi criado o

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Medium 9788536514727

5 - Sistema de Gestão Integrada

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistema de

Gestão Integrada

5

Para começar

Neste capitulo, aprenderá sobre as vantagens da implantação do sistema de gestão integrada, assim como o tipo de implantação de SGI existente. Conhecerá também algumas empresas que aplicaram a SGI.

As organizações têm atentado de forma mais concreta para os aspectos que envolvem a satisfação dos clientes internos e externos, a qualidade dos produtos materiais ou serviços, a proteção do meio ambiente e os aspectos sociais, inclusive os que abrangem a saúde e segurança de seus colaboradores.

A realidade presente e, com certeza, futura é de crescente e irreversível conscientização da sociedade e aumento das exigências em relação às questões ambientais. As questões referentes à segurança e saúde do trabalho também têm sido objeto de discussão, assegurando a não admissibilidade da existência de ambientes laborais insalubres e processos produtivos que causem doenças ocupacionais, muitas vezes irreversíveis, ou acidentes que possam gerar lesões que causem incapacidade permanente ou a morte do trabalhador.

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Medium 9788536514727

6 - Sustentabilidade Organizacional

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sustentabilidade

Organizacional

6

Para começar

Iniciaremos este capítulo definindo sustentabilidade, a teoria dos três pilares da sustentabilidade e a prática da ecoeficiência e da produção mais limpa P+L. Assim, vamos conhecer os relatórios de sustentabilidade de uma organização.

As questões relacionadas ao meio ambiente e aos impactos negativos causados pelas atividades das empresas passaram a ser um tema mundial em conferências, comissões, fóruns, relatórios.

As empresas e seus gestores começam a entender e aceitar que possuem obrigações sociais e ambientais para com o planeta e que necessitam adotar em seu negócio práticas de sustentabilidade que colaborem com a melhoria das condições dos colaboradores, dos clientes, da sociedade e do meio ambiente.

Com essa prática as empresas buscam transparência em seus negócios. Assim, vem crescendo o número de empresas que recebem prêmios como empresas sustentáveis, assim como vem crescendo o número de empresas que divulgam em redes sociais seus relatórios de sustentabilidade como modelos confiáveis e éticos. Vamos então conhecer essa transparência e esse modelo de sustentabilidade empresarial.

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Medium 9788536514727

7 - Responsabilidade Social

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Responsabilidade

Social

7

Para começar

Neste capítulo você conhecerá os indicadores e selos de responsabilidade social, como o selo

Abrinq. Também aprenderá sobre as normas para certificação em responsabilidade social, a SA 8000 e a

NBR 16001, assim como a ISO 26000.

Há muito se achava que empresa com responsabilidade social era aquela que fazia doações a entidades sociais. Essa relação porém não é verdadeira, uma vez que na prática a responsabilidade social das empresas vai desde o cumprimentos das legislações vigentes a ações que contribuam para a qualidade de vida dos colaboradores e seus familiares, a preservação do meio ambiente e uma efetiva participação em ações na comunidade em que a empresa está inserida.

Portanto, a relação da empresa com a responsabilidade social pode ser medida por meio de indicadores, sendo as empresas reconhecidas de acordo com suas iniciativas e mesmo certificadas através de um sistema de gestão em responsabilidade social. Então vamos conhecer na prática o que

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Grupo A (8098)
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Capítulo 55. A complexa violência

Daniel Martins de Barros Grupo A PDF Criptografado

55

A COMPLEXA VIOLÊNCIA

“Um bom assassinato, um legítimo assassinato, um belo assassinato” – declara o policial a repórteres – “Tão belo quanto era de se desejar”.

A frase faz parte da peça Anatomia Woyzeck, que fecha a trilogia da violência da Cia Razões Inversas. Nela, talvez até mais do que em Agreste ou Anatomia Frozen, vê-se como a violência é um fenômeno complexo e que resiste a explicações simplistas.

O texto da peça inacabada de Georg Büchner – considerada uma das mais importantes do teatro do século XIX – foi inspirado pelo caso real do soldado Johann Christian Woyzeck, que assassinou sua companheira e mãe de seu filho, em 1821, na cidade de Leipzig. Preso, logo foi alegada insanidade mental por sua defesa, levando o caso a se arrastar por dois anos entre avaliações e laudos psiquiátricos. Dos médicos locais até a

Faculdade de Medicina da Universidade de Leipzig, muito se debateu sobre a causa do homicídio e a responsabilidade de Woyzeck, até que, a despeito de um quadro psicótico, ele foi executado.

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Capítulo 116. Beleza não se põe à mesa, mas ninguém quer comer no chão

Daniel Martins de Barros Grupo A PDF Criptografado

116

BELEZA NÃO SE PÕE À MESA,

MAS NINGUÉM QUER

COMER NO CHÃO

Você está satisfeito com seu corpo? Se não estiver, consideraria fazer uma cirurgia plástica? Pois praticamente 1,5 milhão de brasileiros (1,49 milhão para ser exato) optaram pelo bisturi ao longo de 2013; com isso, o País superou os Estados Unidos como o primeiro colocado mundial nessas intervenções, segundo o jornalista Jamil Chade.

Por que isso acontece? E que consequências esse fenômeno pode trazer?

As respostas são várias. Há um fator cultural bem nosso, mas que não age sozinho, e sim em conjunção com o atual cenário econômico do Brasil.

Estudando as formas de se relacionar conjugalmente no País, a antropólo­ ga Miriam Goldberg se surpreendeu com a centralidade do “corpo” na nossa cultura, atestando algo que empiricamente Gilberto Freyre já havia proposto e que todos imaginamos: o brasileiro valoriza muito o corpo e sua aparência jovem e saudável. Assim, com o aumento do poder aquisitivo nos

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Capítulo 110. Por que falta de atenção pode ser doença

Daniel Martins de Barros Grupo A PDF Criptografado

110

POR QUE FALTA DE ATENÇÃO

PODE SER DOENÇA

Polêmicas sempre vêm da ignorância. Por uma questão lógica, se existe um conhecimento claro e certo, não há espaço para polemizar. Se há debate,

é porque uma das partes (ou as duas) não sabe do que está falando.

No caso das acaloradas discussões sobre os diagnósticos psiquiátricos, elas ocorrem também por ignorância. Tanto dos médicos como dos críticos.

Essa discussão normalmente tem o seguinte desenho: de um lado, um grupo diz que os transtornos mentais são construções sociais, criadas pelos médicos e, por isso, não teriam validade; na outra ponta, os profissionais da saúde dizem que isso é um absurdo, que há diversas provas de que essas doenças “existem” de verdade, são biologicamente identificáveis, e o diálogo descamba para bate-boca. O mais divertido é que os dois lados conseguem estar errados, mesmo invocando argumentos verdadeiros.

A ignorância que gera o debate aqui não é técnica, é filosófica.

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Capítulo 72. Blue Jasmine – você, eu e Woody Allen

Daniel Martins de Barros Grupo A PDF Criptografado

72

BLUE JASMINE – VOCÊ, EU E

WOODY ALLEN

A realidade é dura. A tal ponto que nós não a encaramos continuamente para valer – se enxergássemos a realidade nua e crua o tempo todo, quem aguentaria? É por isso que vivemos ajustando nosso olhar sobre ela, usando

às vezes o enfrentamento do simplório, em outras a fuga do neurótico.

Desse contraste vem a genialidade do filme Blue Jasmine, de Woody Allen, amplamente elogiado pela crítica.

O filme trata de duas irmãs adotivas que seguem caminhos diferentes:

Jasmine (Cate Blanchet) casa-se com um milionário e vive no luxo em

Nova York, enquanto Ginger (Sally Hawkins) só se envolve com operários e tem uma vida apenas remediada em São Francisco. A história começa com a ida de Jasmine para a casa de Ginger, após perder tudo quando o marido é preso por ser um golpista. Mesmo falida, ela vai de primeira classe, carregando bagagem Louis Vuitton, recusando-se a admitir sua nova condição. Ao longo dos flashbacks, utilizados para contar a história ao mesmo tempo em que constroem o contraponto entre as situações – entre a história delas e também entre o passado e o presente –, vemos que a vida toda Jasmine “olhou para o outro lado”. Desviava os olhos dos esquemas ilegais do marido, das suas incontáveis amantes e da superficialidade da sua relação. O que Allen retrata acontecendo com ela depois da queda,

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Capítulo 66. Vou contar uma história – jornalismo, ciência e empatia

Daniel Martins de Barros Grupo A PDF Criptografado

66

VOU CONTAR UMA HISTÓRIA –

JORNALISMO, CIÊNCIA E EMPATIA

O homem é um animal que conta histórias. Das narrativas mitológicas à história como ciência, dos contos de fada na hora de dormir às complexas tramas nos seriados políticos, vivemos cercados delas. As notícias de jornal, os processos legais, os prontuários médicos, a conversa no jantar, os posts nas mídias sociais, tudo só faz sentido quando é contado como uma história.

Especula-se muito quais seriam as razões para tanto – provavelmente a característica sequencial dos eventos que nos cercam e a incrível habilidade do cérebro em identificar (e criar) padrões estão por trás disso. No entanto, seja qual for a causa, a verdade é que, quando existe uma estrutu­ ra dramatúrgica, um arco narrativo, nossa atenção é captada com mais facilidade, memorizamos melhor e somos mais afetados pelo que vemos.

Uma pesquisa mostrou que, quando voluntários assistiam a animações mostrando dois personagens (um pai e um filho pequeno) ou passeando num zoológico (sem uma história) ou num enredo emocional (com estru­ tura narrativa), eles reagiam de forma muito diferente, psicológica e biolo­ gi­camente. Quando eram envolvidos pela trama, os voluntários exibiam mais empatia, aumentavam o nível de ocitocina (neurotransmissor ligado

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Grupo A (61)
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Caso 34 - Fibromialgia

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Fibromialgia

Jason Brumitt

CASO 34

Um médico clínico geral encaminhou uma mulher de 45 anos à fisioterapia com o diagnóstico de dor nas costas. A paciente relata que sente dor nas costas, mas também sente dor “em todo o corpo”. Além da dor, ela apresenta fadiga, dificuldade para dormir, memória ruim e cefaleias frequentes. Sua dor “nunca parece melhorar” e “fica pior com atividade prolongada”. Os sintomas começaram há cerca de quatro anos, depois que caiu dos degraus de uma escada. As radiografias da coluna torácica e lombar foram negativas para fraturas ou anormalidades ósseas que pudessem contribuir para seus sintomas. Intervenções prévias de fisioterapia (calor úmido, massagem, ultrassom, alongamento) não melhoraram seus sintomas. Sua história de saúde é significativa para síndrome do intestino irritável e dor abdominal (ambas começaram dois anos atrás). Ela trabalha como repórter de tribunal e descreve seu estilo de vida como sedentário. Com base na história da paciente, suspeita-se que ela pode ter a síndrome fibromiálgica (SFM).

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Caso 1 - Impacto subacromial

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Impacto subacromial

Christy Schuckman

CASO 1

Um homem destro com 18 anos de idade, segundo prescrição de um ortopedista, procura uma clínica de fisioterapia para avaliação e tratamento de impacto subacromial no ombro direito. Diz ter começado a sentir dores no ombro, há umas quatro semanas, e atribui essa condição ao fato de ter jogado tênis três vezes na semana anterior depois de um inverno inteiro sem praticar esse esporte. A dor no ombro aumenta quando ele estende o braço para a frente, tenta levar a mão às costas, levanta qualquer tipo de peso com o braço direito ou joga tênis. Além disso, o paciente relata que não consegue enfiar o cinto na presilha na parte de trás, nem enfiar a camisa dentro da calça nas costas, embora fizesse esses movimentos antes sem nenhuma dificuldade. A única posição que alivia a dor nas costas é deixar o braço na lateral do corpo. O médico receitou-lhe medicamentos anti-inflamatórios não esteroides, e isso ajudou a reduzir a intensidade da dor. O raio X (tirado pelo médico no consultório) das articulações glenoumeral e acromioclavicular deu negativo para anormalidades

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Caso 23 - Síndrome da dor patelofemoral

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Síndrome da dor patelofemoral

Robert C. Manske

CASO 23

Uma adolescente de 16 anos, jogadora de vôlei competitivo, com uma história de dor e edema intermitentes na face anterior do joelho direito, é encaminhada

à fisioterapia para avaliação e tratamento. Há seis semanas, ela fez uma cirurgia de desbridamento de coxim gorduroso e tem comparecido às sessões de fisioterapia desde então, em outra instituição ambulatorial. Cada vez que ela retorna ao vôlei, a dor e o edema reaparecem. As atividades necessárias para a prática desse esporte incluem correr, fazer cortadas, saltar e pivotar; todas essas atividades aumentam a dor. Durante os 2 anos anteriores à cirurgia, a dor era na face medial do joelho. Entretanto, desde a cirurgia, ela sente dor tanto na face medial como na face externa do joelho. Nas últimas 4 semanas, tem sentido dor e edema semelhantes aos que tinha antes da operação. Seja com o aumento da prática ou da frequência do jogo, a dor no joelho anterior aumenta até 8, em uma escala visual analógica (EVA) de dor que vai de 1 a 10.

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Caso 22 - Síndrome do trato iliotibial

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Síndrome do trato iliotibial

Jason Brumitt

CASO 22

Um homem de 32 anos que pratica corrida foi por conta própria a uma clínica ambulatorial de fisioterapia com a queixa de dor lateral no joelho direito. Ele sentiu essa dor pela primeira vez seis semanas atrás. Duas semanas antes do início do sintoma, iniciou um programa de treinamento para maratona. Seus sintomas pioraram gradualmente; agora, ele não consegue mais correr devido ao início imediato da mesma dor. Na história de saúde do paciente, não há nada notável. Os sinais e sintomas são compatíveis com síndrome do trato iliotibial

(STIT). Sua meta é retornar ao treinamento para a maratona que se aproxima.

Com base na suspeita diagnóstica do paciente, quais são os possíveis fatores que contribuem para essa condição?

 Que sinais ao exame podem estar associados a esse diagnóstico?

 Quais são as intervenções de fisioterapia mais apropriadas?

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CASOS CLÍNICOS EM FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA

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Medium 9788580554212

Caso 15 - Lombar: hérnia de disco – abordagem da técnica de energia muscular

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Lombar: hérnia de disco – abordagem da técnica de energia muscular

Jason Brumitt

Melissa Murray

Jandra Mueller

CASO 15

Um homem de 36 anos, trabalhador da construção civil, procurou, por conta própria, uma clínica de fisioterapia com a queixa de dor lombar e de dor que se irradiava da parte posterior do quadril esquerdo do quadril até a lateral do pé. A dor havia surgido três semanas antes, durante um projeto de manutenção residencial. Tudo começou quando ele se preparava para erguer um aparelho de ar condicionado. O paciente relatou que se inclinou para pegar o aparelho, sentiu uma dor intensa e penetrante e caiu imediatamente no chão. Em seguida, precisou de ajuda da esposa para entrar em casa. Permaneceu deitado durante as primeiras 24 horas após o acidente, na posição pronada, no sofá ou na própria cama. Ele disse ainda que, nos últimos três dias, tinha conseguido caminhar e ficar de pé por períodos breves. Entretanto, o nível de dor atual está no grau

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