Artmed (609)
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Capítulo 147. Úlcera péptica e distúrbios correlatos

Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Stephen L. Hauser; Dan L. Longo; J. Larry Jameson; Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Seção 11

147

GASTReNTeRoLoGIA

Úlcera péptica e distúrbios correlatos

DOENÇA ULCEROSA PÉPTICA

A doença ulcerosa péptica (DUP) ocorre mais comumente no bulbo duodenal (úlcera duodenal, UD) e no estômago (úlcera gástrica, UG). Ela pode ocorrer também no esôfago, canal pilórico, arco duodenal, jejuno e divertículo de Meckel. Verifica-se

DUP quando os fatores “agressivos” (ácido gástrico, pepsina) sobrepujam os fatores

“defensivos” envolvidos na resistência mucosa (muco gástrico, bicarbonato, microcirculação e as prostaglandinas, “barreira” mucosa), assim como em função dos efeitos do Helicobacter pylori.

CAUSAS E FATORES DE RISCO

Gerais

O H. pylori é um microrganismo espiralado produtor de urease que coloniza a mucosa do antro gástrico em até 100% das pessoas com UD e 80% daquelas com UG.

Ele também é encontrado em pessoas normais (prevalência crescente com a idade) e naquelas de baixo nível socioeconômico. O H. pylori está invariavelmente associado à gastrite crônica ativa, confirmada pela histologia que, ao longo dos anos, pode evoluir para gastrite atrófica e câncer gástrico. Outra causa da úlcera (a que não é devida ao

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Capítulo 28. Febre, hipertemia e examtema

Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Stephen L. Hauser; Dan L. Longo; J. Larry Jameson; Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Seção 3

28

APReSeNTAçÕeS CoMUNS Do PACIeNTe

Febre, hipertermia e exantema

DEFINIÇÕES

• Temperatura: o centro termorregulador hipotalâmico equilibra o excesso de calor produzido pela atividade metabólica nos músculos e fígado com a dissipação de calor através da pele e dos pulmões para manter uma temperatura corporal normal de 36,8 ± 0,4ºC com variação diurna (mais baixa pela manhã e mais alta

à tarde).

• Febre: elevação da temperatura corporal (> 37,2ºC pela manhã e > 37,7ºC à tarde) em conjunto com aumento do ponto de ajuste hipotalâmico.

• Febre de origem obscura (FOO): temperaturas > 38,3°C em duas ou mais ocasiões e uma duração de doença ≥ 3 semanas, sem estado imunocomprometido conhecido e com investigação laboratorial e radiológica não reveladora em relação à causa.

• Hiperpirexia: temperaturas > 41,5ºC que podem ocorrer nas infecções graves, porém que se verificam mais comumente nas hemorragias do SNC.

• Hipertermia: aumento descontrolado da temperatura corporal que excede a capacidade do corpo de perder calor sem alteração no ponto de ajuste hipotalâmico. A hipertermia não envolve moléculas pirogênicas.

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Capítulo 163. Ostepoatrite

Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Stephen L. Hauser; Dan L. Longo; J. Larry Jameson; Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

osteoartrite

163

CAPÍTULo 163

1025

osteoartrite

DEFINIÇÃO

A osteoartrite (OA) é um distúrbio caracterizado por falência articular progressiva na qual todas as estruturas da articulação sofrem alterações patológicas. A alteração patológica característica da OA é a perda da cartilagem articular hialina acompanhada por aumento da espessura e esclerose da placa óssea subcondral, crescimento excessivo de osteófitos na margem articular, estiramento da cápsula articular e fraqueza dos músculos que se ligam à articulação. Existem vários caminhos que levam à OA, porém a etapa inicial mais frequente é a lesão articular na vigência de falência dos mecanismos protetores.

EPIDEMIOLOGIA

A OA é o tipo mais comum de artrite. A prevalência da OA correlaciona-se fortemente com a idade, sendo muito mais comum em mulheres do que em homens. Vulnerabilidade articular e carga articular são os dois principais fatores que contribuem para a OA. Eles são influenciados por fatores que consistem em idade, sexo feminino, raça, fatores genéticos, fatores nutricionais, traumatismos articulares, lesão prévia, desalinhamento, deficiências proprioceptivas e obesidade.

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Capítulo 127. Hipertensão pulmonar

Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Stephen L. Hauser; Dan L. Longo; J. Larry Jameson; Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

834

Seção 8

CARDIOLOGIA

Exame físico

Edema acentuado com cacifo nos estágios iniciais; o membro torna-se endurecido com edema sem cacifo no estágio crônico. Diferenciar da insuficiência venosa crônica, que apresenta hiperpigmentação, dermatite de estase e varicosidades venosas superficiais.

Exames laboratoriais

Ultrassonografia ou TC ou RM pélvica e abdominal para identificar as lesões obstrutivas. Linfangiografia ou linfocintilografia (raras vezes realizada) para confirmar o diagnóstico. Se o edema for unilateral, diferenciar da TVP por meio de exames venosos não invasivos (ver anteriormente).

TRATAMeNTo

LINFeDeMA

(1) Higiene meticulosa do pé para evitar a infecção, (2) elevação da perna e (3) utilização de meias de compressão e/ou botas de compressão pneumáticas. Os diuréticos devem ser evitados para evitar a depleção do volume intravascular.

Para uma discussão mais detalhada, ver Creager MA, Loscalzo J:

Doenças arteriais das extremidades, Cap. 302, p. 1643; Creager

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Capítulo 162. Artrite reativa

Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Stephen L. Hauser; Dan L. Longo; J. Larry Jameson; Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Artrite reativa

162

CAPÍTULo 162

1023

Artrite reativa

DEFINIÇÃO

Artrite reativa (ARe) refere-se à artrite não supurativa aguda decorrente de infecção em outro local no organismo. O termo tem sido usado sobretudo para referir-se às espondiloartrites após as infecções entéricas ou urogenitais.

PATOGÊNESE

Bactérias identificadas como sendo desen cadeadores definitivos de artrite reativa incluem microrganismos entéricos das espécies Shigella, Salmonella, Yersinia, Campylobacter; e infecções geniturinárias por Chlamydia trachomatis; também há evidências implicando Clostridium difficile, determinadas cepas toxigênicas de Escherichia coli e possivelmente outros agentes.

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

A média de idade dos pacientes é de 18 a 40 anos. A razão homens:mulheres após infecção entérica é de 1:1, mas a artrite reativa devido à infecção geniturinária é observada de modo predominante em homens jovens. Na maioria dos casos, a anamnese evidencia sintomas de infecção geniturinária ou entérica 1 a 4 semanas antes do início das outras manifestações.

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Editora Manole (2585)
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Medium 9788520436318

Questões de múltipla escolha

WARD, Jeremy P. T.; LINDEN, Roger W. A. Editora Manole PDF Criptografado

Questões de múltipla escolha

Capítulo 1: Fisiologia e genoma

1.1 �A RNA polimerase II utiliza ___ como guia para construir sequências de ___

(a) �R NAm, proteínas

(b) �R NAm, DNA

(c) �DNA, RNAm

(d) D

� NA, proteínas

1.2 �As seções de um gene que não codificam para proteínas são chamadas

(a) éxons

(b) primers

(c) íntrons

(d) códons

1.3 �Uma adenina em uma faixa da hélice de DNA sempre estará oposta a

(a) uma guanina

(b) uma timidina

(c) uma adenina

(d) uma citosina

1.4 �O processo de decodificação de um gene em proteína envolve

(a) a transcrição do DNA somente

(b) a translação do RNAm somente

(c) a transcrição do RNAm e a translação do DNA

(d) a transcrição do DNA seguida pela translação do RNAm

Capítulo 2: Homeostase e fisiologia das proteínas

2.1 �A homeostase

(a) �sempre deve ser restaurada utilizando mecanismos de feedback negativo

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57. Visão

WARD, Jeremy P. T.; LINDEN, Roger W. A. Editora Manole PDF Criptografado

57 Visão

(a)

(b)

O olho e a retina

As vias visuais

Olho esquerdo

Olho direito

Campo

Campos nasais

Campo temporal temporal

Olho

Retina temporal

Córnea

Íris

Retina nasal

Humor aquoso

Retina temporal

1

Músculo ciliar

1

Núcleo pré-tectal e colículo superior

Lente

Vítreo

Coroide

Nervo óptico

Humor

2

Quiasma óptico

2

Trato óptico

Esclera

Fóvea central

Retina

3

Corpo geniculado lateral

Corpo geniculado lateral

3

Nervo óptico

Luz

Retina

Nervo óptico

Célula ganglionar

Radiação

óptica

Córtex visual primário

Célula amácrina

Célula bipolar

Defeitos visuais após o corte das vias (

) em vários locais.

As áreas escuras representam cegueira naquele campo visual

Olho esquerdo

Célula horizontal

1

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50. Controle endócrino da reprodução

WARD, Jeremy P. T.; LINDEN, Roger W. A. Editora Manole PDF Criptografado

50 Controle endócrino da reprodução

(a)

(b)

Vias endócrinas masculinas

neg.

Vias endócrinas femininas

neg. (pos. após pico de estrogênio)

Neurônio GnRH

(núcleo arqueado)

Neurônio GnRH

(núcleo arqueado)

GnRH

Vasos porta

GnRH

Vasos porta

Hipófise

Espermátides

FSH

LH

Testículos

Túbulo seminífero

Capilares

Inibina

Fase folicular

Folículo primordial

Espermatozoides

Junções comunicantes entre as células de Sertoli

neg.

Espermatócitos

Célula de Sertoli

Lâmina basal

Célula de

Leydig

Testosterona

Fase lútea

FSH

LH

Folículo ovárico vesiculoso

Células da teca

Células da granulosa

Antro

Óvulo

Corpo lúteo

Ovário

Progesterona

Estradiol

Útero

Glândulas mamárias

Estradiol

Útero

Características sexuais secundárias

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46. Fatores de crescimento

WARD, Jeremy P. T.; LINDEN, Roger W. A. Editora Manole PDF Criptografado

46 Fatores de crescimento

(a)

(c)

O ciclo celular e os fatores de crescimento

Via de transdução da serina-treonina-quinase

TGF

β

G2: Segunda fase do crescimento

TGF

β

TGF

β

M: Fase de mitose

P

G0: Fase sem divisão

Fator de crescimento derivado de plaquetas

Estimula a transição de G0 para G1

S: Fase de replicação do DNA

(b)

STK

STK

STK

STK

STK

P

SMAD2

(i) TGF-β se liga (ii) Dimerização

(iii) Serina–treoninaao receptor de com um receptor

-quinase (S-TK) se liga ao SMAD2 (ou 3),

TGF-β do tipo II de TGF-β do tipo I que é fosforilado que é fosforilado

G1: Fase de crescimento

Fator de crescimento semelhante à insulina 1

Estimula a progressão na fase G1

P

P

SMAD2

SMAD2

SMAD4

SMAD4

(iv) SMAD2 (ou 3) fosforilada dissocia-se do receptor e forma dímero com SMAD4

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38. Esôfago e estômago

WARD, Jeremy P. T.; LINDEN, Roger W. A. Editora Manole PDF Criptografado

38 Esôfago e estômago

(a)

O estômago

(b)

Esôfago

Esfíncter esofágico inferior

Fossa gástrica

Corpo

Esfíncter pilórico

Antro pilórico

HCl

Secreção de pepsinogênio pelas células principais

Retículo endoplasmático rugoso

Células parietais (secretam

ácido) e fator intrínseco

Pepsinogênio

Base

Grânulos de zimogênio

(pepsinogênio)

Núcleo

Células mucosas do colo

Colo

Glândula gástrica

(c)

Mitocôndria

Proteína

Célula principal

(e)

Lúmen da fossa gástrica

Pepsinogênio

As três fases da secreção gástrica

Via excitatória

Via inibitória

HCl

Pepsina

(d)

Células mucosas

(secretam muco)

HCl

Grande curvatura

Camada mucosa

Células epiteliais (secretam HCO3–)

Istmo

Pregas internas

Vesículas de muco

Lúmen do estômago

Muco

Fator intrínseco

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Grupo A (8033)
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Medium 9788580554489

Seção 2 - Doenças infecciosas

Christopher P. Martin; Robert L. Talbert Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO

2

Doenças infecciosas

2.1

Recomendações de dosagem antimicrobiana e efeitos adversos comuns

39

2.1.1

Abordagem geral às doenças infecciosas

39

2.1.2

Esquemas de dosagens para antimicrobianos intravenosos frequentemente selecionados

40

2.1.3

Estratégias alternativas de dosagem farmacocinética-farmacodinâmica para antimicrobianos intravenosos frequentemente selecionados

44

2.1.4

Esquemas de dosagens para antimicrobianos orais frequentemente selecionados

46

2.1.5

Efeitos adversos dos antimicrobianos comuns e monitoramento

48

2.1.6

Critério interpretativo do ponto de suscetibilidade da concentração inibitória mínima (mg/mL) para patógenos comuns

50

2.2

Tratamento das doenças bacterianas por órgãos dos sistemas

53

2.2.1

Osteomielite

53

2.2.2

Artrite séptica

54

2.2.3

Infecções da corrente sanguínea relacionadas com cateter

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Seção 10 - Ginecologia

Christopher P. Martin; Robert L. Talbert Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO

10

Ginecologia

10.1

Anticoncepção

213

10.1.1

Anticoncepcionais orais comercializados

213

10.1.2

Anticoncepcionais orais contendo apenas progestogênio

216

10.1.3

Início da terapia com anticoncepcionais orais

216

10.1.4

Gerenciamento de comprimidos de anticoncepcional oral esquecido

217

10.1.5

Componentes hormonais dos anticoncepcionais orais

217

10.1.6

Anticoncepcionais de emergência

217

10.1.7

Anticoncepção com problemas médicos crônicos

218

10.1.8

Interações farmacológicas de anti-infecciosos, antivirais, antibióticos e anticonvulsivantes com anticoncepcionais orais

222

10.1.9

Comparação de anticoncepcionais orais e contraindicações da terapia hormonal para menopausa

225

ABREVIAÇÕES acNTA

AOs

AVC

DAC

DIU

DSG

DSP

EE

ICC

ILH

LDL

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Seção 8 - Reumatologia

Christopher P. Martin; Robert L. Talbert Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO

8

Reumatologia

8.1

Artrite reumatoide

177

8.1.1

Farmacoterapia para artrite reumatoide precoce

177

8.1.2

Dosagem, efeitos adversos e monitoramento de medicamentos antirreumáticos modificadores da doença

178

8.2

Gota

182

8.2.1

Algoritmo para o tratamento da artrite gotosa aguda

182

8.2.2

Farmacoterapia para gota aguda e crônica

183

ABREVIAÇÕES

AINE

ANC

CSC

DCr

DPOC

DRC

HCQ

ITRS

ITU

IV

LEF

Martin_08.indd 175

Anti-inflamatório não esteroide

Contagem absoluta de neutrófilos (de absolute neutrophil count)

Contagem sanguínea completa

Depuração de creatinina

Doença pulmonar obstrutiva crônica

Doença renal crônica

Hidroxicloroquina

Infecção do trato respiratório superior

Infecção do trato urinário

Intravenoso

Leflunomida

LMP

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Medium 9788580554489

Seção 11 - Hematologia

Christopher P. Martin; Robert L. Talbert Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO

11

Hematologia

11.1

Anemia

229

11.1.1

Produtos com ferro para o tratamento da anemia

229

11.1.2

Agentes estimuladores de eritropoetina para o tratamento da anemia

230

11.2

Tromboembolismo venoso

232

11.2.1

Estratificação do risco e indicações para profilaxia de tromboembolismo venoso em pacientes internados

232

11.2.2

Farmacoterapia para profilaxia de tromboembolismo venoso

233

11.2.3

Farmacoterapia para o tratamento de tromboembolismo venoso

234

11.2.4

Monitoramento de anticoagulantes para profilaxia e tratamento de tromboembolismo venoso

235

11.2.5

Interações farmacológicas da varfarina

237

11.3

Complicações da terapia com anticoagulante

238

11.3.1

Gestão do excesso de anticoagulantes

238

11.3.2

Farmacoterapia para trombocitopenia induzida por heparina

239

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Seção 1 - Cardiologia

Christopher P. Martin; Robert L. Talbert Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO

1

Cardiologia

1.1

Hipertensão

3

1.1.1

Dosagem de fármacos anti-hipertensivos

3

1.1.2

Indicações convincentes e contraindicações dos anti-hipertensivos, por classes

5

1.1.3

Recomendações das diretrizes para terapia farmacológica da hipertensão primária, sem indicações convincentes

6

1.1.4

Redução estimada da pressão sanguínea, por classes de fármacos anti-hipertensivos

7

1.1.5

Precauções e efeitos adversos, por classes de anti-hipertensivos

8

1.1.6

Interações de medicamentos cardiovasculares selecionados

10

1.1.7

Farmacoterapia para hipertensão aguda

12

1.2

Cardiopatia isquêmica

13

1.2.1

Farmacoterapia para angina estável crônica e para prevenção primária de síndrome coronariana aguda

13

1.2.2

Eficiência e prejuízos da aspirina na prevenção primária

14

1.2.3

Farmacoterapia para infarto do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST agudo

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Grupo Gen (11363)
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Medium 9788527733229

92 - A formação do médico não é apenas técnica

PORTO, Celmo Celeno Grupo Gen PDF Criptografado

92

A formação do médico não é apenas técnica

Professor Porto, o livro Cartas aos Estudantes de Medicina deveria ser considerado paradidático e obrigatório nas escolas de medicina.

Todo estudante do segundo grau não deve ler Dom Casmurro? Pois é, então todo estudante de medicina deveria ler o livro Cartas. A oportunidade que eu tive de lê-lo também pode ser de todo e qualquer estudante que lê casos como “o paciente que não aguentava mais viver com o coração amarrado” ou “o oncologista que se relacionava com o tumor, e não com o paciente”. Para aqueles que estão começando, ler os capítulos da parte O Estudante de Medicina ajuda a controlar as expectativas e superar grandes medos (par­ticular­mente, me fez repensar sobre o modo de se rea­li­zar uma anam­ne­se!). Para aqueles que desejam entrar no curso ou que estejam naquele perío­do em que há tantas tarefas da faculdade que sua vida parece entrar em burnout, ler O que é ser médico? funciona como uma bússola, apontando a direção em que devemos ir. E para aqueles que já estão quase se formando, ler “Nem luta nem fuga” como mecanismo de doen­ça ou de morte é um verdadeiro reaprendizado sobre o que se viu no curso.

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89 - Não foi o senhor que escolheu a medicina, a medicina que o escolheu

PORTO, Celmo Celeno Grupo Gen PDF Criptografado

89

Não foi o senhor que escolheu a medicina, a medicina que o escolheu

Gostei muito dos assuntos que o senhor abordou em Cartas, e a forma como o fez. No prefácio do livro descobri que essas cartas foram escritas ao longo do tempo, sobre o “lado humano da medicina”. Concluí que é realmente inspirador ver o profissional que o senhor é, pois duas coisas sempre me encantaram na vida: a medicina e a literatura. Seu livro me inspirou a escrever cada vez mais sobre os enfrentamentos que passei desde que escolhi ser médico e, quem sabe, um dia reuni-los em um livro.

Gostaria que soubesse que com a leitura de algumas cartas concluí que não foi o senhor que escolheu a medicina, mas, na verdade, a medicina que o escolheu e que o senhor faz parte das pessoas que me inspiram a ser um ser humano que sempre buscará aprendizados e virtudes ao longo da vida.

Marília de Souza Penido

Porto_Cartas-Parte-09 - final.indd 289

26-02-2018 15:33:21

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85 - As cartas não poderiam ficar em suas gavetas

PORTO, Celmo Celeno Grupo Gen PDF Criptografado

85

As cartas não poderiam ficar em suas gavetas

Apenas agora nas férias (em que temos um descanso das atividades acadêmicas) consegui começar a ler suas cartas, e entendo que realmente elas não podiam ficar em suas gavetas, tinham de ser publicadas!

Tornar-se médico é a carta com a qual mais me identifiquei. Isso porque, desde que decidi pela medicina, tenho me perguntado

“como se torna médica?”. No vestibular, o pensamento de tornarme médica ao entrar na faculdade e concluir o curso era o que me dominava. Logo nos primeiros anos, quando se entende um pouco da dimensão da medicina e de como tudo é amplo, veio o pensamento de que tornar-se médico de verdade acontecia apenas depois da residência, pois uma especialização é necessária (“ora, é impossível saber de tudo, e um médico de verdade deve ser especialista em algo”, pensava). Iniciei o internato no segundo semestre de 2015. Comecei a rotina na Santa Casa de Belo Horizonte, rodeada de residentes e preceptores. Uns incríveis, outros medianos e alguns que me fizeram ter a noção de que a especialização também não torna ningué­m médico de verdade! Quantos cardiologistas, neurologistas, hematologistas, pediatras, cirur­giões passaram pelo meu

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3 - O ritual da consulta médica

PORTO, Celmo Celeno Grupo Gen PDF Criptografado

3

O ritual da consulta médica

Os rituais, inerentes a todas as sociedades humanas, assumem diversas formas e desempenham importantes funções. A consulta médica é um momento ritualístico, por excelência, e não pode deixar de ser considerado como tal.

Os rituais coletivos são de fácil reconhecimento. Os mais comuns são os religiosos, os esportivos, os musicais, os turísticos e os políticos. Em todos eles, os componentes simbólicos são sempre explorados ao máximo, porque, embora não façam parte do conteú­do do que está sendo ritualizado – solenidade religiosa, comício político, show artístico, disputa esportiva –, eles reforçam o objeto central – a oração, a música, o jogo, a doutrinação. Daí­, a grande importância do componente simbólico dos rituais. As mesmas orações em voz baixa em uma capela silenciosa repercutem de modo diferente nos participantes do que as realizadas em uma catedral repleta de luzes, música, vestes coloridas e cânticos.

Os elementos simbólicos observados nos rituais são os mais variados – roupas, gestos, palavras, sons, músicas, aromas, luzes.

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Medium 9788527733229

76 - Nossos pacientes são nossos maiores mestres

PORTO, Celmo Celeno Grupo Gen PDF Criptografado

76

Nossos pacientes são nossos maiores mestres

Meu nome é Elaine, sou aluna do terceiro ano de medicina. Acabei de ler a carta Os primeiros encontros com o paciente, escrita como prefácio da quarta edição do livro Exame Clínico, e logo resolvi respondê-la.

Sou de uma família muito humilde: meu pai trabalha na roça

(capina) para um médico e minha mãe é faxineira. Com todo esforço, eles mantêm meus estudos. Levei muitos anos para ser aprovada em uma universidade federal, pois vim de escola pública e nunca pude pagar um pré-vestibular; contudo, o amor pela medicina me ajudou a superar todas as barreiras e hoje, já no terceiro ano, vejo que valeu a pena – faria tudo de novo!

Gostaria de dizer que a medicina é a mais linda oportunidade de servir e ajudar o próximo. Nela temos a graça de lidar com o ser humano no momento de maior fragilidade dele: na doen­ça. Sei que aprendemos muito em nossos livros, com nossos professores, mestres e doutores, mas são nossos pacientes, principalmente aqueles com baixa escolaridade e mais pobres, nossos maiores mestres. São eles que nos ensinam, no dia a dia, as virtudes de um grande médico.

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Manole (44)
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2. Considerações clínicas na reabilitação do paciente com acidente vascular encefálico

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

2

Considerações clínicas na reabilitação do paciente com acidente vascular encefálico

Milene S. Ferreira

“O corpo é a unidade máxima de representação do ser humano e por isso adquire importância para toda vida e cultura. Para viver é necessária a mediação do corpo, que é o primeiro dos objetos culturais, o portador dos comportamentos. Vive-se com o corpo. Toda percepção exterior é imediatamente sinônima de certa percepção do corpo, como toda percepção do corpo se explicita na linguagem da percepção exterior.”

(Merleau-Ponty, 1971)

INTRODUÇÃO

O acidente vascular encefálico (AVE) é caracterizado por um déficit neurológico súbito causado após uma perda não traumática resultante de uma oclusão ou ruptura de um vaso sanguíneo cerebral.

Pode ser de etiologia aterosclerótica ou tromboembólica, e os fatores de risco ainda estão em fase de estudo. Além dos fatores de risco já conhecidos, como hipertensão, diabetes melito, dislipidemias, tabagismo, etilismo, obesidade, arritmias, idade, raça negra, história familiar, ataque isquêmico transitório, trombofilias e sedentarismo, outros vêm sendo associados à ocorrência do AVE, como fatores ambientais (como poluição) e emocionais (como depressão). Aproximadamente 80% dos eventos vasculares cerebrais são isquêmicos e o restante é considerado hemorrágico.

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16. Estimulação elétrica funcional

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

16

Estimulação elétrica funcional

Vanessa Costa Monteiro

INTRODUÇÃO

A estimulação elétrica funcional (EEF) baseia-se na aplicação de uma corrente elétrica capaz de causar uma contração muscular que ocorre por meio da estimulação intramuscular do ramo do nervo, que supre o músculo ou grupo muscular.

Na reabilitação ortopédica, já é uma técnica amplamente difundida, utilizada principalmente no pós-operatório. Os primeiros estudos sobre neurologia foram rea­ lizados nas décadas de 1980 e 1990, nos quais a aplicação da eletroestimulação em tibial anterior era destinada à melhora da força, ao controle dos dorsiflexores e ao aumento da amplitude de movimento de dorsiflexão.

Na maioria desses estudos, utilizava-se estimulação elétrica neuromuscular estática que não era associada a alguma atividade funcional. Porém, atualmente, sabe-se da importância do treinamento funcional e da prática de repetição de tarefas para aprendizado motor. Por isso, a maioria dos estudos utiliza EEF associada às mais diversas tarefas. Uma das precursoras a publicar estudos sobre estimulação elétrica associada a atividades funcionais e mostrar a importância de estimular também músculos espásticos foi Judy Carmick. Em seus relatos de caso com crianças hemiparéticas portadoras de paralisia cerebral, a autora mostra bons resultados aplicando EEF em dorsi e plantiflexores para melhora da marcha. A autora ressalta a importância do uso da EEF em plantiflexores, pois esse grupo muscular é fundamental na manutenção do equilíbrio em pé e na marcha.

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Medium 9788520431733

10. Criando manuais para ensino de massagem para bebês

Cláudia Marchetti V. da Cruz Manole PDF Criptografado

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Criando manuais para ensino de massagem para bebês

C

omo vimos ao longo deste livro, a massagem para bebês é um recurso terapêutico de baixo custo e que produz uma série de efeitos fisiológicos e comportamentais benéficos para a saúde da criança e do cuidador e que, quando bem orientada, pode ser aprendida e aplicada por leigos2,9,19-22,54,82-84,91-97.

No Ocidente, em geral, o conhecimento das técnicas de massagem e seus efeitos estão restritos a alguns profissionais da área de saúde. O público leigo tem acesso parcial a esse conhecimento por meio da literatura informal que descreve, frequentemente, manobras diversificadas e detalhadas, sem uma sequência padronizada por segmentos corporais ou tipos de manobras e sem informações adequadas sobre os efeitos provocados pela massagem. O conhecimento sobre massagem para bebês, na maioria das vezes, fica restrito

à técnica Shantala, e o conhecimento dos efeitos, ao relaxamento.

Foi baseado nessa realidade que, em 2005, começamos a pensar na possibilidade de disponibilizarmos o conteúdo referente à massagem para bebês e criarmos programas de educação na área de saúde, abordando esse tema junto

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Medium 9788520431733

6. Efeitos fisiológicos da massagem

Cláudia Marchetti V. da Cruz Manole PDF Criptografado

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Efeitos fisiológicos da massagem

O

s efeitos fisiológicos produzidos pela massagem foram estudados primeiramente em adultos. Ao longo dos anos, as pesquisas buscaram diminuir as controvérsias sobre os efeitos fisiológicos produzidos pela massagem, mas, ainda assim, parte delas persiste.

Acredita-se que os efeitos da massagem em bebês são semelhantes àqueles provenientes da massagem realizada em adultos, porém os estudos são escassos e ainda mais controversos.

Os efeitos fisiológicos produzidos pelas manobras geram as propriedades terapêuticas da massagem, parte delas induzida pelos efeitos mecânicos, ou seja, as forças associadas à compressão, à tração, ao alongamento, à pressão e fricção que vão afetar os tecidos excitáveis (aqueles que respondem rapidamente ao estímulo mecânico, como as células e fibras nervosas, fibras musculares, células dos órgãos abdominais e glândulas) e não excitáveis (como ossos, ligamentos, cartilagens) do corpo4,36. No entanto, não é correto afirmar que os tecidos não excitáveis são aqueles que não respondem ao estímulo mecânico. Eles respondem, mas apresentam uma resposta tardia.

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Medium 9788520432488

26. Terapia Cuevas Medek Exercises: método dinâmico de estimulação cinética

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Terapia Cuevas Medek Exercises: método dinâmico de estimulação cinética

Claudia Akemi Yamauti Rizzo

Renata Marques

“O maior erro que você pode cometer na vida é o de ficar o tempo todo com medo de cometer algum.”

(Elbert Hubbard)

INTRODUÇÃO

Paralisia cerebral

A paralisia cerebral (encefalopatia crônica não progressiva) é um dos diagnósticos médicos mais frequentes no âmbito da pediatria neurológica. Em razão disso, são imprescindíveis a renovação e a ampliação constante dos horizontes médicos, visando a um único objetivo: o progresso do paciente. A seguir, apresenta-se um método, em crescente desenvolvimento e ampliação no Brasil, assegurado pelos 30 anos de existência e prática clínica.

Cuevas Medek Exercises

O método Cuevas Medek Exercises (CME) é uma abordagem fisioterapêutica utilizada para o tratamento de crianças que apresentam alguma alteração no desenvolvimento motor.

O CME foi idealizado por Ramón Cuevas, fisioterapeuta chileno, durante a década de 1970. A criação desse método surgiu da necessidade de estimular de maneira mais objetiva o aparecimento de respostas motoras automáticas na criança com atraso motor. A nomenclatura atual é conhecida mundialmente como Cuevas Medek

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