Artmed (587)
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Medium 9788582713570

Capítulo 5. Estabilizadores do humor

Alan Schatzberg, Charles DeBattista Artmed PDF Criptografado

5

Estabilizadores do humor

O

termo estabilizador do humor foi primeiramente aplicado aos sais de lítio, quando ficou determinado que eram eficazes não apenas no alívio da mania, mas também como profilaxia contra os ciclos maníacos e depressivos. Desde a introdução do lítio nos Estados Unidos, em 1969, pouquíssimos medicamentos foram aprovados como “estabilizadores do humor”. Entretanto, nos

últimos anos, fármacos novos, como a lamotrigina, a olanzapina, a quetiapina e o aripiprazol, receberam aprovação para a prevenção da mania e da depressão no transtorno bipolar. Além disso, vários agentes foram liberados para o tratamento agudo da mania, e os primeiros medicamentos para a intervenção terapêutica aguda da depressão bipolar também estão agora aprovados. Não está muito claro se os anticonvulsivantes atualmente utilizados no tratamento do transtorno bipolar merecem o rótulo de estabilizadores do humor como o lítio. Entretanto, os antipsicóticos atípicos (SGAs), com seus evidentes benefícios no tratamento agudo e na prevenção da mania e da depressão, deveriam merecer tal designação.

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Medium 9788582712672

Capítulo 5. Elementos neuropsicológicos do transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH)

Newra Tellechea Rotta, César Augusto Bridi Filho, Fabiane De Souza Bridi Artmed PDF Criptografado

Elementos neuropsicológicos do transtorno de déficit de atenção/ hiperatividade (TDAH)

5

CÉSAR AUGUSTO BRIDI FILHO,

FABIANE ROMANO DE SOUZA BRIDI

E MARA CLEONICE ALFARO SALGUEIRO

INTRODUÇÃO

O transtorno de déficit de atenção/ hiperatividade (TDAH) é uma das patologias que se apresentam com muita frequência na atualidade. Esse adoecimento atinge crianças e pode se estender por toda a vida do sujeito, trazendo prejuízos variados, com elementos que podem comprometer gravemente a qualidade de vida e as relações de quem o porta.

Ao revisar esses elementos que constituem o diagnóstico e suas especificidades, este capítulo nos leva a pensar sobre quais seriam as interfaces com o aprender e quais seriam alguns dos elementos que poderíamos inferir e intervir para uma melhor condição para essa situação.

Ao juntarmos a condição neuropsicológica com elementos da constituição psíquica e com o aprender, buscamos uma ampla visão sobre as relações, muitas vezes sutis, entre o sujeito e o seu meio.

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Medium 9788580556025

Capítulo 20. Compressão da medula espinal

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

compressão da medula espinal

CAPÍTULo 20

113

internados para realização de uma TC. Em geral, encontram-se contusão ou hematoma subdural. Os pacientes com traumatismo craniano intermediário exigem observação médica para detectar aumento da sonolência, distúrbio respiratório, midríase ou outras mudanças no exame neurológico. Alterações da atenção, intelecto, espontaneidade e memória tendem a regredir semanas ou meses após a lesão, embora possam persistir alguns déficits cognitivos.

Lesão grave Os pacientes comatosos desde o início requerem atenção neurológica imediata e medidas de reanimação. Após a intubação (com cuidado para imobilizar a coluna cervical), devem ser avaliados a profundidade do coma, o tamanho e reatividade pupilar, movimentos dos membros e respostas plantares. Assim que as funções vitais permitam e as radiografias da coluna cervical bem como a TC tenham sido realizadas, o paciente deve ser transferido para a UTI. A TC pode ser normal nos pacientes comatosos com lesões de cisalhamento axonal na substância branca cerebral.

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Medium 9788580555790

Capítulo 36. Emergências médicas em medicina de reabilitação

Ian B. Maitin Artmed PDF Criptografado

36

Emergências médicas em medicina de reabilitação

Ernesto S. Cruz, MD

David Stolzenberg, DO

Daniel Moon, MD

À medida que o papel dos fisiatras continua evoluindo, a prática da medicina de reabilitação pode criar desafios adicionais para os médicos que tratam pacientes com condições agudas e crônicas que afetam a função global. As emergências médicas, embora infrequentes, são relatadas no contexto de reabilitação, e a equipe deve ser treinada para reagir de forma apropriada.

O fisiatra deve também saber quando solicitar consultoria precoce a fim de prevenir problemas menores que evoluem para grandes catástrofes médicas. Com frequência, os fisiatras são os

“porteiros” dos serviços médicos e não médicos quando os pacientes estão em reabilitação. A ideia de ser o primeiro contato de entrada, como a promovida em outras especialidades, como a medicina de família, a medicina interna e a pediatria, requer que os fisiatras se envolvam na coordenação geral e nos cuidados médicos de pacientes com alguma incapacidade.

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Medium 9788580556025

Capítulo 21. Encefalopatia hipóxico-insequêmica

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

116

Seção 2

21

EmErgências médicas

encefalopatia hipóxico-isquêmica

Resulta da falta de transporte de oxigênio para o cérebro devido a hipotensão ou insuficiência respiratória. As causas mais comuns são IAM, parada cardíaca, choque, asfixia, paralisia da respiração e intoxicação por monóxido de carbono ou cianeto. Em algumas circunstâncias, a hipoxemia pode predominar. A intoxicação por monóxido de carbono e cianeto é chamada de hipoxemia histotóxica, pois causa a disfunção direta da cadeia respiratória.

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

Graus leves de hipoxemia pura (p. ex., grandes altitudes) causam alterações do discernimento, desatenção, incoordenação motora e, às vezes, euforia. Entretanto, com a hipoxia-isquemia, como ocorre na parada circulatória, perde-se a consciência em poucos segundos. Se a circulação for restaurada dentro de 3 a 5 minutos, poderá ocorrer recuperação completa, mas com períodos mais longos costuma haver lesão cerebral permanente. Pode ser difícil julgar o grau preciso de hipoxia-isquemia, e alguns pacientes têm uma recuperação relativamente completa mesmo após 8 a 10 minutos depois da isquemia global. A distinção entre hipoxemia pura e hipoxia-isquemia é importante, pois uma Pao2 de apenas 2,7 kPa (20 mmHg) pode ser bem tolerada quando se desenvolve de maneira gradual e a PA é mantida normal, mas períodos curtos de circulação cerebral ausente ou muito baixa podem resultar em lesão permanente.

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Editora Manole (1111)
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Medium 9788520434222

14. Desequilíbrio de ventilação-perfusão

WARD, Jeremy P. T.; WARD, Jane; LEACH, Richard M. Editora Manole PDF Criptografado

14 Desequilíbrio de ventilação-perfusão

(a) Tipos diferentes de regiões VA/Q

Espaço morto

VA = Normal

VA = Normal

Q = Normal

VA/Q = Normal

(próximo a 1)

Efeito do espaço morto

VA = Normal

Q=0

Efeito de shunt

Q = Baixo

VA/Q = ∞

Shunt verdadeiro/ anatômico

VA = Baixo

VA = 0

Q = Normal

VA/Q = Alta

Ventilação, VA, perfusão, Q (unidades arbitrárias por unidade de volume pulmonar) e relação ventilação-perfusão, VA/Q

Normal

Q = Normal

VA/Q = Baixa

(b) Variação de ventilação, VA, perfusão,

Q, e relação ventilação-perfusão, VA/Q com altura vertical no pulmão ereto

VA/Q = 0

3

Q

2

VA

1

VA/Q

0

Base

Ápice

Conteúdo de PO2 e O2 do sangue proveniente dessas regiões que respiram ar e oxigênio

Conteúdo de 02 (mL/L)

200

0

0

Conteúdo de 02 (mL/L) Conteúdo de 02 (mL/L) Conteúdo de 02 (mL/L)

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Medium 9788520431894

Anatomia topográfica

BUDRAS, Klaus-Dieter; MCCARTHY, Patrick H.; HOROWITZ, Aaron Editora Manole PDF Criptografado

Anatomia topográfica

Capítulo 1: Superfície corporal e esqueleto axial

1. Divisão do corpo animal a) Subdivisão do corpo

As linhas e os planos longitudinais do corpo são úteis para a orientação do corpo propriamente dito e da superfície corporal. As linhas medianas dorsal

(a) e ventral (b) constituem as linhas medianas dorsal e ventral do corpo, respectivamente.

O plano mediano (A) corresponde ao plano existente entre as duas linhas mencionadas. Ele divide o corpo em metades direita e esquerda. Os planos sagitais (paramedianos) (B) são planos adjacentes situados paralela e lateralmente ao plano mediano. Tais planos dividem o corpo no sentido longitudinal, mas em partes desiguais. Os planos transversos (C) consistem em planos que dividem o corpo no sentido transversal, sendo perpendiculares aos planos mediano e sagital. Os planos dorsais (D) situam-se paralelamente à superfície dorsal do corpo. Esses planos dividem o corpo perpendicularmente aos planos longitudinal (planos mediano e paramediano) e transverso. Nessa projeção, aparecem duas faces corporais simétricas; por essa razão, os planos dorsais também recebem o nome de planos bilaterais. b) Termos que descrevem a direção e as relações topográficas de órgãos derivam-se parcialmente de partes do corpo, por exemplo em direção à cauda

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Medium 9788520428306

12. Demência de Alzheimer

MOHALLEM, Andréa Gomes da Costa; FARAH, Olga Guilhermina Dias; LASELVA, Cláudia Regina Editora Manole PDF Criptografado

Caso 12

Casos Geriátricos e Gerontológicos

Demência de Alzheimer

Maria de Fátima Corrêa Paula

André Castanho de Almeida Pernambuco

Fabrícia Aparecida de Lima Alves

Ruth Beresin

Paciente

R.S.O., 82 anos, sexo feminino, viúva, natural da Paraíba, ensino fundamental incompleto, 1º dia de internação, com diagnóstico de demência de Alzheimer e infecção do trato urinário. Antecedentes de hipertensão arterial e dislipidemia. Nega tabagismo e etilismo. Segundo relato de familiares, há alguns meses apresenta mudança comportamental, está mais introspectiva e demonstra irritabilidade extrema quando é contrariada.

Algumas vezes esquece recados e nomes dos filhos, perde-se na própria casa, repete sempre a mesma roupa e apresenta dificuldades para abotoá-la; há 1 semana queixa-se de disúria e polaciúria. Informaram também que a idosa passa longo período sozinha, pois todos saem para trabalhar. Quanto às atividades de lazer, ela adorava jogar bingo, mas agora se recusa a frequentar o clube. Durante a entrevista, demonstra tristeza e choro e refere desconforto abdominal. Ao exame físico, apresenta-se consciente, com desorientação espacial, muito distraída, discurso desconexo, repetindo a mesma informação várias vezes. Pupilas isocóricas e fotorreagentes. Força motora preservada nos quatro membros com marcha regular, agnosia e apraxia importantes. Boca seca, saliva espessa, prótese dentária superior. Pele ressecada, turgor diminuído, equimoses nos braços e face anterior das pernas. Eupneica em ar ambiente, ausência de tosse ou coriza,

MV audíveis em ambos HT. Ausculta cardíaca BRNF nos dois tempos sem sopros, pulso periférico filiforme. Abdome com discreto abaulamento no quadrante inferior esquerdo (QIE), RHA hipoativos, macicez à percussão de QIE e leve dor à palpação. Boa

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Medium 9788520435588

4. Corpo e antropologia: uma reflexão

Lucas Pereira de Mel; Dulce Maria Rosa Gualda; Edemilson Antunes de Campos Editora Manole PDF Criptografado

4

Corpo e antropologia: uma reflexão

Lucas Pereira de Melo

Marco Philipe Teles Reis Ponte

Palavras-chave  corpo humano; simbolismo; história do corpo; antropologia do corpo; cultura.

Estrutura dos tópicos  Introdução. Historiando o corpo humano. Mas sobre qual corpo está se falando? O corpo na antropologia e a antropologia do corpo: visão geral. Corpo e cultura ou a cultura dos corpos. Considerações finais. Referências bibliográficas.

Introdução

O corpo tem sido estudado sob diversos prismas teóricos e metodológicos. Locus privilegiado para o desenvolvimento de estudos e investigações nas ciências biológicas e da saúde, o corpo é, desde René Descartes (1596-1650) e Andreae Vesalius

(1514-1564), o palco no qual a ciência tornou-se materialidade, possibilitando os desdobramentos epistemológicos que deram origem a muitos dos atuais campos do saber institucionalizado.

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4 Corpo e antropologia: uma reflexão  67

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Medium 9788520431399

SEÇÃO 16 — NEUROLOGIA

MORAIS, Mauro Batista de; CAMPOS, Sandra de Oliveira; HILÁRIO, Maria Odete Esteves Editora Manole PDF Criptografado

SEÇÃO 16

NEUROLOGIA

Luiz Celso Pereira Vilanova

Marcelo Masruha Rodrigues

1231

Cefaleia

189

Marcelo Masruha Rodrigues

Luiz Celso Pereira Vilanova

INTRODUÇÃO

A maioria das crianças apresenta cefaleia em algum período da vida, geralmente concomitante a processos infecciosos, nos quais é comum a presença de outros sintomas associados. A cefaleia não costuma, nesses casos, ser o principal motivo do atendimento médico. Ao atender uma criança ou adolescente cuja queixa principal é a cefaleia, deve-se ter as seguintes premissas em mente:

1. A maioria desses pacientes apresenta, como diagnóstico, enxaqueca*.

2. Distúrbios visuais de refração e sinusite crônica são causas pouco frequentes de cefaleia, mas infelizmente a grande maioria das crianças atendidas com essa queixa por médicos generalistas recebe erroneamente esses diagnósticos.

3. Sinusite aguda tem um quadro clínico próprio, no qual a cefaleia é apenas um dos componentes, além de ocorrer febre, descarga nasal posterior purulenta, tosse que piora com o decúbito, halitose, adinamia, anorexia, etc. Esse diagnóstico nunca deve ser empregado para justificar um episódio de cefaleia em uma criança que não apresente nenhum dos outros sintomas.

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Editora Saraiva (44)
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Medium 9788536512136

10. Utensílios e Vidrarias

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

10

Utensílios e Vidrarias

Para começar

Veremos neste capítulo os utensílios e as vidrarias utilizados nos laboratórios de manipulação de formulações magistrais, oficinais e cosméticas. Aprenderemos a função de cada utensílio e vidraria apresentado, assim como a sua importância no dia a dia do laboratório, na execução das tarefas e na qualidade do produto final.

Este é um capítulo muito interessante e ilustrado. Você vai se divertir estudando-o!

10.1 Características gerais

Todo estabelecimento deve dispor de equipamentos, utensílios e vidrarias em quantidade suficiente para atender à demanda de sua produção e garantir material limpo e desinfetado.

Muitas vidrarias são também chamadas de aparelhos volumétricos. Os aparelhos volumétricos são empregados nas medidas de volume, nos testes, nos ensaios e nos doseamentos farmacopeicos, e essa vidraria sempre deve ser aferida na temperatura de 25 ºC.

O laboratório de manipulação deve possuir uma vidraria verificada contra um padrão calibrado, ou adquirida de fornecedores credenciados pelos Laboratórios da Rede Brasileira de Calibração, que servirá como padrão para as aferições das vidrarias utilizadas pelo estabelecimento. A calibração deve ser realizada periodicamente, conforme procedimento escrito.

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Medium 9788576140047

Capítulo 10 - Dispositivo para Incontinência Urinária

MOTTA, Ana Leticia Carnevalli Editora Saraiva PDF Criptografado

10

Dispositivo para

Incontinência Urinária

10.1 Técnica de Colocação de Dispositivo para

Incontinência Urinária Masculina

Quanto menor for o tempo de uso da sonda vesical melhor é para o paciente, pois são reduzidos os riscos de infecção. Por isso é sempre indicado nos casos em que, ao retirar a sonda, se o paciente apresentar incontinência urinária, deve ser colocado um dispositivo para incontinência que também pode ser usado em casos em que o paciente não tem controle sobre o ato de urinar, como, por exemplo, alguns idosos.

::

Material

 01 unidade de dispositivo para incontinência urinária (tem o formato de um preservativo conectado a um frasco de drenagem)

 20 cm de fita adesiva

 01 par de luvas de procedimento

Técnica

 Lavar as mãos.

 Colocar o material em uma bandeja.

 Orientar o paciente quanto ao procedimento.

120

Normas, Rotinas e Técnicas de Enfermagem

9788576140047_NORMAS_ROTINAS_E_TECNICAS_DE_ENFERMAGEM_MIOLO.pdf 120

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Medium 9788576140047

Capítulo 13 - Curativos

MOTTA, Ana Leticia Carnevalli Editora Saraiva PDF Criptografado

13

Curativos

13.1 Técnica de Preparo de Pacote de Curativo

O pacote de curativo deve ser preparado de modo a facilitar o profissional que o realizará no momento do procedimento, evitando contaminações.

13.1.1 Limpeza do Material

 Lavar bem o material com uma escova, água e sabão.

 Colocar o material em solução desinfetante, padronizada pela CCIH

(Comissão de Controle de Infecção do Hospital).

 Secar o material.

 Encaminhar para esterilização.

13.1.2 Preparo do Pacote

::

Material

 02 pinças pen ou hemostáticas

 01 pinça anatômica ou dissecção

146

Normas, Rotinas e Técnicas de Enfermagem

9788576140047_NORMAS_ROTINAS_E_TECNICAS_DE_ENFERMAGEM_MIOLO.pdf 146

07/05/2018 14:04:19

13.1.3 Técnica Convencional de Curativo

::

Material

 Pacote de curativo contendo 01 pinça Kelly, 01 pinça anatômica, gaze,

01 espátula

 Esparadrapo e/ou micropore (conforme extensão da lesão)

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Medium 9788576140047

Capítulo 17 - A Importância Legal dos Registros de Enfermagem

MOTTA, Ana Leticia Carnevalli Editora Saraiva PDF Criptografado

17

A Importância Legal dos

Registros de Enfermagem

No capítulo anterior vimos os itens indispensáveis a serem anotados pelos profissionais da enfermagem durante o período em que o paciente permanece sob os seus cuidados. As anotações são fundamentais para que se possa conhecer o que está ocorrendo com o paciente durante o período de internação, quais os cuidados e intervenções executadas, tempo de permanência hospitalar, nesessidades, características e evolução.

Os dados registrados são internos, sendo um norte para os profissionais de saúde envolvidos no atendimento. As anotações são registros importantes, mas devido às exigências do mercado atual da saúde, esses registros têm de representar mais do que um meio de comunicação interna. Eles devem fornecer uma base de dados completa e amparada ao que determina a lei.

Os registros de enfermagem devem ser feitos no prontuário do paciente, sendo este um documento com valor legal tanto para o paciente, família, profissionais envolvidos e instituição de saúde. É dever do profissional de saúde registrar de forma clara, legível e com identificação do executante todos os cuidados prestados ao paciente, pois esse registro, em um futuro, poderá ser seu argumento “escrito” para até mesmo uma defesa em processos nos casos de denúncias.

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Medium 9788536512136

1. Aspectos Gerais da Organização de um Laboratório de Manipulação em Farmácia

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

Aspectos Gerais da Organização de um Laboratório de Manipulação em Farmácia

1

Para começar

Por que existem normas de boas práticas? Por que devemos nos preocupar com a organização das tarefas realizadas em um ambiente de produção? Você sabe essas respostas, ou ainda não?

Para ajudá-lo, este capítulo inicial tem por objetivo apresentar os aspectos gerais da organização de um laboratório de manipulação em farmácias. De forma simples, mostra informações relacionadas à legislação, à organização física, aos materiais e equipamentos e às matérias-primas e materiais de embalagem utilizados na produção de preparações magistrais, oficinais e cosméticas.

Essas informações são importantes para o entendimento de toda a organização básica de um labora­ tório de manipulação a fim de garantir a qualidade do produto final e a segurança das pessoas envolvidas no processo, além de prevenir danos à natureza.

1.1 Legislação

A legislação vigente para a manipulação em farmácias é a Resolução da Diretoria Colegiada –

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Grupo A (4364)
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Medium 9788582712313

Capítulo 1 - Tomada de decisão, solução de problemas, raciocínio crítico e raciocínio clínico: requisitos para uma liderança e administração de sucesso

Bessie L. Marquis, Carol J. Huston Grupo A PDF Criptografado

1

Tomada de decisão, solução de problemas, raciocínio crítico e raciocínio clínico: requisitos para uma liderança e administração de sucesso

… repetidas vezes, o problema impossível é solucionado quando vemos que o problema é apenas uma decisão difícil esperando para ser tomada.

—Robert H. Schuller

... sempre que se toma uma decisão, a melhor coisa a fazer é a coisa certa; a segunda melhor coisa a fazer é a coisa errada, e a pior é não fazer nada.

—Theodore Roosevelt

PONTOS DE LIGAÇÃO

ESTE CAPÍTULO ABORDA:

BSN Essential I: Educação liberal para prática de enfermagem generalista do bacharelado

BSN Essential III: Conhecimento acadêmico para prática baseada em evidências

BSN Essential IV: Gestão de informações e aplicação de tecnologia para atendimento de pacientes

BSN Essential VI: Comunicação e colaboração interprofissional para melhoria dos resultados de saúde dos pacientes

MSN Essential I: Base das ciências exatas e humanas para a prática

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Medium 9788536314471

25. Espiroquetas (coloração de Ryu)

José Francisco Höfling, Reginaldo Bruno Gonçalves Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 25

Espiroquetas

(coloração de Ryu) objetivos

Observar microscopicamente espiroquetas bucais.

Aprender o método de Ryu para a visualização de espiroquetas.

Distinguir esses microrganismos dos demais presentes na lâmina.

As espiroquetas (do grego speira, espira, e chaita, cabelo) pertencem à família Spirochaetaceae, a qual apresenta microrganismos helicoidais, de corpo flexível e deformável durante o movimento. Esses microrganismos compreendem três gêneros de importância:

Treponema, Leptospira e Borrelia. Distinguem-se nitidamente dos espirilos (família Spirillaceae, gênero

Spirillum), porque estes possuem corpo rígido e indeformável (parede celular) e movimentam-se à custa de flagelos polares. Muitas espécies de bactérias vivem na cavidade bucal; entre elas, estão as espiroquetas (gênero Treponema), facilmente reconhecidas.

As espiroquetas não se coram pelas colorações usuais

(Gram) por apresentarem largura muito pequena.

Colorações como as de Ryu ou de Fontana-Tribondeau são normalmente empregadas, sendo indicadas para a observação de espiroquetas da boca e para o controle de culturas de leptospiras e treponemas cultiváveis.

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Medium 9788580555028

Capítulo 2. Antifolatos

Bruce A. Chabner, Dan L. Longo Grupo A PDF Criptografado

Antifolatos

CAPÍTULO 2

29

32. Fujimaki K, Takasaki H, Koharazawa H, et al. Idiopathic thrombocytopenic purpura and myasthenia gravis after fludarabine treatment for chronic lymphocytic leukemia. Leuk

Lymphoma. 2005; 46: 1101–1102.

33. Rossi JF, Van Hoof A, De Boeck K, et al. Efficacy and safety of oral fludarabine phosphate in previously untreated patients with chronic lymphocytic leukemia. J Clin Oncol. 2004;

22: 1260–1267.

34. Zenz T, Habe S, Denzel T, et al. Detailed analysis of p53 pathway defects in fludarabine-refractory chronic lymphocytic leukemia (CLL): dissecting the contribution of 17p deletion, TP53 mutation, p53-p21 dysfunction, and miR34a in a prospective clinical trial.

Blood. 2009; 114: 2589–2597.

35. Kurtzberg J, Ernst TJ, Keating MJ, et al. Phase I study of 506U78 administered on a consecutive five day schedule in children and adults with refractory hematologic malignancies. J Clin Oncol. 2005; 23: 3396–3403.

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Medium 9788582714621

Capítulo 86. Recuperação pós-anestésica

James Manica Grupo A PDF Criptografado

1424

Anestesiologia

86.

RECUPERAÇÃO

PÓS-ANESTÉSICA

João Abrão

Marcelo Antunes

A sala de recuperação pós-anestésica (SRPA) é o ambiente no qual o paciente deve ser observado atentamente, diante das inúmeras complicações que podem aparecer no período pós-operatório imediato. Estas, quando ocorrem, devem ser tratadas prontamente pela equipe de médicos e enfermeiros responsáveis. Os principais eventos adversos do período pós-operatório são abordados adiante no capítulo.

Quando um paciente é submetido a uma anestesia locorregional ou geral, ocorre, em algum grau, instabilidade das funções vitais, principalmente das funções respiratória, circulatória e da consciência. Ao término da cirurgia, é imperativo que se mantenham essas funções em nível adequado, minimizando-se o risco de complicações. Alguns pacientes em particular, devido a insuficiências hepática e renal pré-operatórias, apresentam diminuição do metabolismo e eliminação mais lenta dos anestésicos, tornando o período de instabilidade mais longo.

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Medium 9788536308999

13 CLAREAMENTO DENTAL

Ewerton Nocchi Conceição Grupo A PDF Criptografado

236 |

capítulo 13

CLAREAMENTO DENTAL

INTRODUÇÃO

O crescente interesse dos pacientes por uma melhor aparência estética do sorriso, associado ao desenvolvimento significativo de novos materiais e técnicas, incentivados por uma divulgação na mídia desse conceito de beleza, propiciou uma evolução importante da odontologia estética. Como a alteração de cor dos dentes é um aspecto que prejudica significativamente o sorriso e há cada vez mais uma valorização dos procedimentos menos invasivos, a técnica de clareamento dental representa uma opção importante de tratamento estético.

As técnicas de clareamento podem ser empregadas tanto em dentes vitais quanto em não-vitais e baseiamse na aplicação de agentes químicos que, por uma reação de oxidação, removem pigmentos orgânicos dos dentes.

O primeiro relato de clareamento em dentes não-vitais

é de 1848, ao passo que, em dentes vitais, utilizando técnica em consultório, é de 18681. O agente clareador empregado era essencialmente o peróxido de hidrogênio.

Abbot1, em 1918, sugeriu o uso de instrumento aquecido para acelerar a reação química. Recentemente, outras formas de acelerar a reação química, tais como o uso de lâmpadas específicas, laser, Leds e de agentes clareadores fotossensíveis, têm sido utilizadas. Entretanto, há falta de evidência científica suficiente sobre sua real importância na técnica de clareamento em consultório2,3.

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Grupo A (61)
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Medium 9788580554212

Caso 26 - Lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho: tratamento não operatório

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho: tratamento não operatório

Mark V. Paterno

CASO 26

Uma jogadora de futebol feminino de 17 anos apresentou-se à clínica de fisioterapia com um diagnóstico de ruptura aguda do ligamento cruzado anterior

(LCA) direito. Ela relata ter lesionado seu joelho enquanto participava de um jogo de futebol, há uma semana. Na ocasião, estava correndo para a frente no campo e tentou executar uma manobra de drible, quando uma oponente colidiu levemente com seu tronco, desequilibrando-a. Ela sentiu um “estalo” no joelho e uma sensação imediata de que seu joelho estava “cedendo”. Não conseguiu continuar jogando e buscou atenção médica imediata. A ressonância magnética de seu joelho direito, obtida no atendimento médico, demonstrou uma ruptura aguda completa do LCA, sem dano concomitante de menisco ou cartilagem articular. Ela está no último ano do Ensino Médio, e esta lesão ocorreu no seu primeiro jogo do campeonato.

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Medium 9788580554212

Caso 11 - Epicondilalgia lateral

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Epicondilalgia lateral

R. Barry Dale

CASO 11

Um carpinteiro de 44 anos foi encaminhado ao fisioterapeuta com diagnóstico de dor no cotovelo lateral direito. Ele é destro e relata que “trabalhou com as mãos a vida toda”. Nos últimos seis meses, a dor “vai e volta”, mas aumentou muito, durante o trabalho, há duas semanas. Não há nada notável na história médica do paciente, exceto uma pré-hipertensão e o fato de ter parado de fumar recentemente, há oito meses (fumava ¼ de maço por dia, durante mais de 20 anos). Além disso, caiu de uma escada quatro anos atrás, sofreu uma lesão no pescoço e foi tratado com repouso, colar cervical e massagem.

Radiografias recentes do cotovelo e do ombro deram negativas para patologias

óbvias; entretanto, a coluna cervical apresentou mudanças consistentes com degeneração leve nas articulações apofisárias de C6 e C7. O paciente começou a tomar medicação anti-inflamatória não esteroide há seis dias. Você foi solicitado para avaliar e tratar o paciente, durante quatro semanas, antes da consulta de acompanhamento com o médico ortopedista. As queixas atuais do paciente são dor no cotovelo direito e fraqueza na preensão ativa, na extensão do punho e na supinação do antebraço. A dor e a fraqueza limitam a sua habilidade no trabalho de carpinteiro. O objetivo do paciente é voltar ao trabalho o mais rápido possível.

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Medium 9788580554212

Caso 29 - Lesão do menisco do joelho

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Lesão do menisco do joelho

Jason Brumitt

CASO 29

Uma mulher de 24 anos lesionou seu joelho direito há dois dias durante um jogo de basquete da liga municipal. Ela não conseguiu continuar jogando e precisou de “uma pequena” ajuda de uma colega de time para chegar a seu carro.

Foi avaliada por seu médico clínico geral no dia seguinte. O médico recomendou o uso de medicação anti-inflamatória não esteroide adquirida sem prescrição e encaminhou a paciente à fisioterapia. Cinco dias depois da lesão, a paciente relatou ao fisioterapeuta que a lesão ocorreu quando firmou sua perna direita e girou para a direita para evitar uma defensora. Ela nega ter ouvido um estalo; entretanto, refere que a dor imediata foi intensa (nível 8 em uma escala visual analógica até 10). Seu nível de dor atual é de 5/10. A dor da paciente e o mecanismo da lesão são compatíveis com uma lesão de menisco.

Que sinais ao exame podem estar relacionados à suspeita diagnóstica?

Quais os testes e exames mais apropriados?

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Medium 9788580554212

Caso 18 - Lombar: hérnia de disco – abordagem de Ola Grimsby

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Lombar: hérnia de disco – abordagem de Ola Grimsby

Shelly Coffman

CASO 18

Um homem de 36 anos, trabalhador da construção civil, procurou por conta própria uma clínica de fisioterapia, relatando dor lombar e dor que se irradia da parte posterior esquerda do quadril até a lateral do pé. As dores tinham surgido três semanas antes, durante um projeto de manutenção residencial. Tudo começou quando ele se preparava para erguer um aparelho de ar-condicionado. O paciente relatou que se inclinou para pegar o aparelho, sentiu uma dor intensa e penetrante e caiu imediatamente no chão. Em seguida, precisou de ajuda da esposa para entrar em casa. Ele permaneceu deitado durante as primeiras 24 horas após o acidente, em prono, no sofá ou na própria cama. Disse ainda que, nos últimos três dias, tinha conseguido caminhar e ficar de pé por períodos breves. Entretanto, o nível de dor atual está no grau 5 da escala analógica visual, com máximo de 10, e ele sente também uma dor que se irradia distalmente até o joelho. Os sinais e sintomas são consistentes com hérnia de disco lombar. O objetivo do paciente é voltar ao trabalho o mais cedo possível.

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Medium 9788565852845

Capítulo 6 - Pós e grânulos

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO III

FORMAS FARMACÊUTICAS SÓLIDAS E SISTEMAS DE

LIBERAÇÃO MODIFICADA DE FÁRMACOS SÓLIDOS

CAPÍTULO

6

Pós e grânulos

OBJETIVOS

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Diferenciar um pó de um grânulo.

2. Explicar como o tamanho de partícula de um fármaco influencia as formas farmacêuticas nas quais ele será administrado.

3. Definir a física das partículas, o ângulo de repouso, a levigação, a espatulação e a trituração.

4. Comparar e diferenciar os vários tipos de pós medicinais, por exemplo, a granel ou divididos.

5. Fornecer exemplos de pós medicinais utilizados em produtos que necessitam ou não de prescrição médica.

6. Diferenciar entre os métodos de fusão e de granulação de via úmida para a preparação de sais granulados efervescentes.

A maioria das matérias-primas farmacêuticas ativas e inativas existe como sólidos amorfos ou cristalinos, apresentando várias estruturas morfológicas. O termo pó tem mais de uma conotação em Farmácia. Ele pode ser empregado para descrever a forma física de um material, ou seja, uma substância seca constituída de partículas finamente divididas ou para designar um tipo de preparação farmacêutica, isto é, um pó medicamentoso destinado a uso interno (p. ex., pó oral) ou externo

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