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Capítulo 6. Os séculos xix e xx

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6

OS SÉCULOS

XIX E XX

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O SÉCULO XIX

O século XIX é extremamente conturbado. O tempo parece correr mais rápido com o avanço da tecnologia, e, a partir disso, a velocidade e a quantidade de eventos que se sucedem é massiva. A burguesia atinge o patamar de classe dominante da sociedade, o capitalismo finalmente se mostra como um modelo definido. Os operários, o imperialismo, a exploração do trabalho, a independência de algumas colônias, a luta de classes e a unificação de reinados: esse é o pano de fundo, o panorama do século XIX.

As fábricas ditam o passo com que a cidade funciona; jornadas de trabalho de 18 horas para homens, mulheres e crianças. A noção de progresso se forja nessa época, acredita-se que o futuro é promissor e só pode ser alcançado por meio do progresso científico, social e econômico. A disciplina e o decoro se confundem com ciência; os padrões são determinados para que haja uma diferença e separação entre os patrões e os trabalhadores, os ricos e os pobres. Essa “massa pobre” genética e biologicamente, inferior aos olhos das classes abastadas, é tratada como tal, estereotipada como degenerada e criminosa nata.

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Capítulo 15 - Transtornos do sono-vigília

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15

Transtornos do sono-vigília

Michelle Primeau, M.D.

Ruth O’Hara, Ph.D.

“Não consigo dormir.”

“Ele ronca tão alto!”

T

ranstornos do sono podem se manifestar como uma queixa de sono insatisfatório ou como prejuízo na função diurna, ou ambos. No capítulo do DSM-5 sobre transtornos do sono-vigília, várias alterações foram instauradas com relação ao DSM-IV. Essas alterações foram realizadas a fim de permitir uma maior diferenciação das causas variadas de perturbação do sono e para ajudar a identificar as pessoas que precisam de encaminhamento para um especialista em sono.

• No passado, a insônia às vezes era considerada um fenômeno independente

(“insônia primária”) ou relacionado a outra condição (“insônia secundária”).

A distinção entre insônia primária e secundária foi eliminada no DSM-5.

• O diagnóstico de hipersonia primária foi substituído por transtorno de hipersonolência, que agora inclui maior especificidade nos critérios diagnósticos.

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Capítulo 27 - Amenorreia

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27

Amenorreia

Eduardo Pandolfi Passos

Cristiano Caetano Salazar

Ivan Sereno Montenegro

Mona Lúcia Dall’Agno

Fernando Freitas

A amenorreia, definida como a ausência de menstruação no período da menacme,1 é classicamente dividida em dois tipos:

Amenorreia primária – É a não ocorrência de menarca até os 16 anos de idade, com presença de caracteres sexuais secundários, ou a não ocorrência de menarca até os 14 anos de idade em meninas sem desenvolvimento de caracteres sexuais secundários;

Amenorreia secundária – É a ausência de menstruação por 6 meses ou por um período equivalente a três ciclos habituais, em uma mulher que previamente menstruava.2 Períodos menores de ausência de menstruação são referidos comumente como atraso menstrual.

A amenorreia pode ser fisiológica (gestação, lactação, menopausa) ou patológica (atraso do desenvolvimento puberal, pseudo-hermafroditismo, sinequias uterinas), sendo apenas um sintoma de várias condições clínicas possíveis.

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Capítulo 152. Hepatite aguda

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Hepatite aguda

CAPÍTULo 152

967

COMPLICAÇÕES

Dor abdominal crônica, gastroparesia, má absorção/má digestão, intolerância à glicose. Retinopatia não diabética devida à deficiência de vitamina A e/ou de zinco.

Sangramento GI, icterícia, efusões, necrose da gordura subcutânea e doença óssea metabólica. Maior risco de carcinoma pancreático. Adição a opioides é comum.

Para uma discussão mais detalhada, ver Conwell DL, Greenberger

NJ, Banks PA: Abordagem ao paciente com doença pancreática,

Cap. 370, p. 2086; Conwell DL, Banks PA, Greenberger NJ: Pancreatite aguda e crônica, Cap. 371, p. 2090, do Medicina Interna de

Harrison, 19ª edição.

152

Hepatite aguda

HEPATITE VIRAL

A hepatite viral aguda é uma infecção sistêmica que afeta predominantemente o fígado. Ela é caracterizada clinicamente por mal-estar, náuseas, vômitos, diarreia e febrícula, seguidos por colúria, icterícia e hepatomegalia dolorosa; pode ser subclínica e detectada apenas com base em níveis elevados de aspartato e alanina aminotransferases (AST e ALT). A hepatite B pode estar associada a fenômenos secundários a imuno-complexo, como artrite, enfermidade semelhante à doença do soro, glomerulonefrite e vasculite semelhante à poliarterite nodosa. Doença semelhante à hepatite pode ser causada não somente pelos vírus hepatotrópicos (A, B, C, D, E), mas também por outros vírus (Epstein-Barr, CMV, Coxsackie, etc.), álcool, drogas, hipotensão e isquemia, e doença do trato biliar (Quadro 152.1).

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Capítulo 87. Infecções estreptocócicas/esterocócicas, difteria e outras infecções causadas por corinebactérias e espécies relacionadas

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Infecções estreptocócicas/enterocócicas, difteria e outras infecções...

CAPÍTULo 87

515

• Infecções de próteses articulares: ciprofloxacino e rifampicina foram usados com sucesso em combinação, particularmente quando a prótese não pode ser removida.

• SCT: a terapia de suporte e a retirada de tampões ou de outros materiais de tamponamento, ou o desbridamento do local infectado são extremamente importantes.

O papel dos antibióticos é menos claro, porém se recomenda uma combinação de clindamicina/penicilina semissintética.

– A clindamicina é recomendada por ser um inibidor da síntese proteica e ter-se demonstrado que reduz a síntese das toxinas in vitro; sua eficácia in vivo é menos clara.

– Há alguns relatos de sucesso com a imunoglobulina IV.

Para uma discussão mais detalhada, ver Lowy FD: Infecções estafilocócicas, Cap. 172, p. 954, do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição, AMGH Editora.

87

Infecções estreptocócicas/enterocócicas, difteria e outras infecções causadas por corinebactérias e espécies relacionadas

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Editora Manole (1111)
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12. Uso das recomendações nutricionais na infância

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12

Uso das recomendações nutricionais na infância

CARLOS ALBERTO NOGUEIRA-DE-ALMEIDA

IVAN SAVIOLI FERRAZ

LUIZ ANTONIO DEL CIAMPO

ANE CRISTINA FAYÃO ALMEIDA

Introdução

A criança é um ser humano em crescimento e desenvolvimento. Inicia sua vida extrauterina com aproximadamente 3,3 kg e 50 cm de comprimento ao nascer, multiplica 25 vezes seu peso médio e 3,5 vezes sua altura até atingir as 1014 células correspondentes ao tamanho adulto.

Durante sua primeira década de vida, a criança experimenta um processo contínuo de crescimento por meio da multiplicação e do aumento do tamanho das células, com características diferenciadas de acordo com cada ciclo da vida, em decorrência tanto da influência de fatores endógenos

(biológicos, genéticos e étnicos) quanto exógenos (condições nutricionais, culturais, ambientais e sociais)1. Esse evento ocorre de maneira pulsátil, apresentando períodos de rápido crescimento alternados com outros mais estáveis, porém destinados a atingir um objetivo final que é a plena maturação do ser humano2,3.

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2. Líquido tissular e linfa

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Líquido tissular e linfa

A linfa se origina nos capilares linfáticos a partir do líquido intersticial (“líquido tissular”). O líquido intersticial se encontra no interstício

(tecido situado entre as células).

2

A linfa é formada a partir do líquido tissular.

2.1  Troca de líquidos entre sangue e tecidos

O sentido da circulação sanguínea tem origem nos processos que ocorrem na região dos capilares sanguíneos. Ali ocorre a irrigação dos tecidos com nutrientes e de lá são transportadas as sobras do metabolismo. A troca de líquidos entre os capilares sanguíneos e os tecidos se dá por dois mecanismos distintos. Para compreender a função e a importância do sistema vascular linfático, é necessário conhecer inicialmente esses dois processos de troca de líquidos.

Difusão

A parede dos capilares sanguíneos é amplamente permeável à água e

às pequenas moléculas dissolvidas na água, como sais e gases, de modo que haja constante equilíbrio de concentração entre o sangue e os tecidos. Tais substâncias migram de um local de concentração mais alta para um local de concentração mais baixa. Essa diferença de concentração é denominada gradiente de concentração. Água e substâncias hidrossolúveis se difundem dessa maneira na totalidade da superfície capilar sanguínea através de fendas situadas entre as células endoteliais

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18. Ciclo cardíaco

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18 Ciclo cardíaco

Pressões, volumes e eventos importantes do ciclo cardíaco

(a)

AE

AD

VD

VE

A Sístole atrial

G

120

B Contração isovolumétrica

B

A

C Ejeção ventricular rápida

D Ejeção ventricular reduzida

C

E

D

Abertura da valva da aorta

100

E Relaxamento isovolumétrico

F

Fechamento da valva da aorta

F Enchimento ventricular rápido

G Enchimento ventricular reduzido

G

Aorta

Incisura dicrótica

Pressão (mmHg)

80

Pressão no ventrículo esquerdo

60

40

20

Fechamento da valva AV esquerda a

0

x

c

Bulhas cardíacas

S1

S2

Contratilidade

160

y

v

Curva da pressão ventricular × volume ventricular

(b)

Abertura da valva

AV esquerda

Pressão no

átrio esquerdo

Normal

S3

130

Pressão (mmHg)

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10. Doença degenerativa ou artrósica da coluna vertebral

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CAPÍTULO 10

Doença degenerativa ou artrósica da coluna vertebral

PROCESSO DEGENERATIVO DA COLUNA

VERTEBRAL

Fatores que influem no processo degenerativo

Na literatura relacionada aos processos degenerativos da coluna vertebral da espécie humana, deve-se no início decidir o que determinará sua caracterização. Qual deve ser o parâmetro mais adequado de consideração de prevalência? As alterações morfológicas de articulações, discos, ligamentos e osteófitos presentes em exames cadavéricos e/ou presentes nas técnicas de imagem ou o fato de o indivíduo ou o trabalhador sentir dor na coluna? Em capítulos anteriores, já foi constatado que, pela medicina baseada em evidências, os fatores sociopsicossomáticos são mais importantes na gênese e depois no tratamento das dores da coluna do que as alterações biomédicas, mecânicas ou radiológicas existentes na coluna. Por isso, há duas maneiras de se abordar a problemática degenerativa:

•• estudando o processo degenerativo como tal, na coluna inteira, procurando principalmente os fatores de constituição individual, corporal, que possam influir, no futuro, na possível presença da dor na coluna lombar;

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10. A dimensão temporal: a fase de entrada

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10 A dimensão temporal: a fase de entrada

Definindo a fase de entrada

As entradas são aqueles recursos introduzidos no sistema de saúde mental, e que devem ser distinguidos dos processos que ocorrem nesse sistema, que nós descreveremos no próximo capítulo. Essas entradas podem ser introduzidas no sistema de saúde mental nos três níveis geográficos e também podem ser descritas tanto como visíveis como invisíveis.

Entradas visíveis consistem principalmente em equipes e prédios. Em psiquiatria, comparada às outras especialidades médicas, o gasto com equipamento é relativamente pequeno, já que a maioria dos custos são destinados a cobrir gastos com a equipe, o que inclui salários dos enfermeiros, psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e outros profissionais.

Algumas vezes esquecidas, as entradas invisíveis são, por exemplo, as boas relações de trabalho. Essas são frequentemente ignoradas ou desvalorizadas, mesmo que elas possam aumentar ou inibir os efeitos das entradas visíveis. De fato, a influência de tais entradas invisíveis só se torna manifesta quando estas estão ausentes. Sem boas relações de trabalho, por exemplo, as referências de casos entre equipes podem ser bloqueadas ou atrasadas, reduzindo a qualidade do cuidado. Outras entradas invisíveis incluem a experiência e o conhecimento da equipe. Recentemente, essa característica tem sido cada vez mais reconhecida ao se avaliar a fidelidade ao tratamento, ou seja, o quanto as intervenções da equipe aderem aos padrões da base de evidências.

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Editora Saraiva (44)
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Capítulo 17 - A Importância Legal dos Registros de Enfermagem

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17

A Importância Legal dos

Registros de Enfermagem

No capítulo anterior vimos os itens indispensáveis a serem anotados pelos profissionais da enfermagem durante o período em que o paciente permanece sob os seus cuidados. As anotações são fundamentais para que se possa conhecer o que está ocorrendo com o paciente durante o período de internação, quais os cuidados e intervenções executadas, tempo de permanência hospitalar, nesessidades, características e evolução.

Os dados registrados são internos, sendo um norte para os profissionais de saúde envolvidos no atendimento. As anotações são registros importantes, mas devido às exigências do mercado atual da saúde, esses registros têm de representar mais do que um meio de comunicação interna. Eles devem fornecer uma base de dados completa e amparada ao que determina a lei.

Os registros de enfermagem devem ser feitos no prontuário do paciente, sendo este um documento com valor legal tanto para o paciente, família, profissionais envolvidos e instituição de saúde. É dever do profissional de saúde registrar de forma clara, legível e com identificação do executante todos os cuidados prestados ao paciente, pois esse registro, em um futuro, poderá ser seu argumento “escrito” para até mesmo uma defesa em processos nos casos de denúncias.

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Apêndice C. Modelo de Registro Diário da Umidade dos Ambientes

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C

Apêndice

Modelo de Registro

Diário da Umidade dos Ambientes

Controle de umidade do ambiente do setor ____________ Faixa: 40 a 60%

Data

Hora

Umid. (%)

Mín.

Umid. (%)

Responsável

Máx.

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

123

Controle de umidade do ambiente do setor ____________ Faixa: 40 a 60%

Data

Hora

Umid. (%)

Mín.

Umid. (%)

Responsável

Máx.

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

15:00

09:00

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09:00

15:00

09:00

15:00

124

Operações Básicas de Laboratório de Manipulação – Boas Práticas

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9. Técnicas de Elaboração, Rotulagem, Armazenamento e Conservação

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Técnicas de

Elaboração,

Rotulagem,

Armazenamento e Conservação

9

Para começar

Neste capítulo você conhecerá algumas características importantes relativas à estabilidade, conservação, rotulagem e acondicionamento de insumos, medicamentos manipulados e cosméticos.

Depois de todo o processo de produção concluído, o produto final precisa de cuidados específicos para o acondicionamento em uma embalagem compatível, com um rótulo que contenha todas as informações preconizadas pela legislação e que possua estabilidades física, química, microbiológica, terapêutica e toxicológica, podendo assim garantir um produto com a qualidade pretendida. Todas essas informações estão relacionadas com as Boas Práticas de Manipulação em Laboratórios, não se esqueça!

9.1 Características gerais

Segundo a RDC no 67/2007, o estabelecimento, no caso a farmácia, é o responsável pela qualidade das preparações magistrais e oficinais que manipula, conserva, dispensa e transporta, devendo assegurar a qualidade físico-química e microbiológica de todos os produtos que forem reembalados, reconstituídos, diluídos, adicionados, misturados ou de alguma maneira manuseados antes da sua dispensação. É indispensável acompanhar e controlar, por meio de registros, todo o processo de manipulação, de forma a garantir ao paciente um produto com qualidade, segurança e eficácia.

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10. Utensílios e Vidrarias

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10

Utensílios e Vidrarias

Para começar

Veremos neste capítulo os utensílios e as vidrarias utilizados nos laboratórios de manipulação de formulações magistrais, oficinais e cosméticas. Aprenderemos a função de cada utensílio e vidraria apresentado, assim como a sua importância no dia a dia do laboratório, na execução das tarefas e na qualidade do produto final.

Este é um capítulo muito interessante e ilustrado. Você vai se divertir estudando-o!

10.1 Características gerais

Todo estabelecimento deve dispor de equipamentos, utensílios e vidrarias em quantidade suficiente para atender à demanda de sua produção e garantir material limpo e desinfetado.

Muitas vidrarias são também chamadas de aparelhos volumétricos. Os aparelhos volumétricos são empregados nas medidas de volume, nos testes, nos ensaios e nos doseamentos farmacopeicos, e essa vidraria sempre deve ser aferida na temperatura de 25 ºC.

O laboratório de manipulação deve possuir uma vidraria verificada contra um padrão calibrado, ou adquirida de fornecedores credenciados pelos Laboratórios da Rede Brasileira de Calibração, que servirá como padrão para as aferições das vidrarias utilizadas pelo estabelecimento. A calibração deve ser realizada periodicamente, conforme procedimento escrito.

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3. Técnicas Gerais de Limpeza, Assepsia e Descontaminação do Local, de Materiais e Equipamentos

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Técnicas Gerais de Limpeza,

Assepsia e

Descontaminação do Local, de

Materiais e

Equipamentos

3

Para começar

O principal objetivo das boas práticas de manipulação é minimizar os riscos inerentes à produção farmacêutica. A prevenção da contaminação por micro-organismos ou por partículas e a contaminação cruzada são os pontos críticos que devem ser sempre priorizados. Para alcançar esse objetivo, o estabelecimento deve possuir programas e procedimentos de limpeza e sanitização fundamentais na garantia da qualidade e na confiabilidade de todo o processo produtivo.

A área de trabalho, os materiais e os equipamentos devem ser limpos, conforme procedimento escrito, sempre antes do início das tarefas e ao término do processo produtivo. Neste capítulo veremos aspectos relacionados à limpeza, assepsia e descontaminação dos locais, dos materiais e dos equipamentos.

3.1 Características gerais e definições

As exigências da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) são expressas por meio de regulamentações técnicas, indicando sempre a necessidade da implantação e da manutenção de pro­ gramas de limpeza e sanitização. A Anvisa também exige procedimentos e condutas preestabelecidos e alinhados às Boas Práticas de Manipulação (BPM).

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Grupo A (4672)
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Capítulo 5

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214

APÊNDICE B

veolares, e a ventilação mecânica do pulmão com pressão positiva aumenta a pressão alveolar e tende a comprimir os capilares.

8. B é a correta. A grande redução na resistência vascular pulmonar durante a transição da respiração placentária para a respiração de ar deve-se, em grande parte, à diminuição da vasoconstrição pulmonar hipóxica. As outras opções estão incorretas porque a PO2 do gás alveolar é muito mais importante do que a PO2 do sangue venoso misto, a captação de CO2 é irrelevante, a constrição desvia parcialmente o fluxo sanguíneo de áreas pouco ventiladas de pulmões doentes, e a inalação de óxido nítrico reverte parcialmente a vasoconstrição pulmonar hipóxica.

9. A é a correta. O movimento de fluido entre a luz capilar e o interstício obedece à lei de Starling. No exemplo dado, a diferença na pressão hidrostática que move o fluido para fora dos capilares é (3 – 0), e a pressão coloidosmótica que tende a mover o fluido para dentro dos capilares é de (25 – 5) mmHg. Assim, a pressão resultante em mmHg que move o fluido para dentro dos capilares é de 17 mmHg.

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Capítulo 183 - Escabiose e pediculose

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� CAPÍTULO 183

ESCABIOSE E PEDICULOSE

Ricardo C. G. Amaral Filho

Nilson Massakazu Ando

Ricardo Amaral

Aspectos-chave

O prurido noturno é um sintoma característico da escabiose.

É importante investigar casos semelhantes na família.

Procurar a lesão típica – o túnel –, que tem localização preferencial nos dedos, pregas interdigitais, punhos, cotovelos, pregas axilares, genitália, abdome e região glútea.

Em lactentes, as lesões também podem ser vistas no couro cabeludo, palmas e plantas.

Na pediculose capitis, os piolhos adultos e ninfas são difíceis de serem visualizados. Pode-se ter pessoas infestadas pelo Pediculus humanus capitis sem sintomas, por isso, quando se encontra um membro de família com pediculose do couro cabeludo, deve-se investigar todos os demais.

Devem-se aplicar pediculicidas nos pentes e escovas de portadores de pediculose capitis e lavá-los após 20 minutos.

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28 Agentes Antivirais

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28

Agentes Antivirais

VÍRUS

Os vírus são parasitos intracelulares obrigatórios; diferentemente das bactérias, dependem das células vivas do hospedeiro para se replicar e funcionar. Como os vírus contam com o mecanismo de síntese das células hospedeiras, podem ser extremamente pequenos. Em muitos casos, a partícula viral completa, ou virion, consiste apenas em

ácidos nucleicos (ácido desoxirribonucleico [DNA] ou

ácido ribonucleico [RNA] circundados por uma cápsula de proteína ou capsídio. Alguns vírus têm um revestimento de glicoproteína adicional chamado envelope.

As infecções virais variam de doenças comuns sem gravidade como o resfriado comum e herpes labial, a doenças com risco de morte, como a AIDS, Ebola e síndrome de angústia respiratória grave (SARS). Além disso, alguns vírus podem causar certos tipos de câncer; por exemplo, o papilomavírus humano é o principal agente causador do câncer cervical.

A transmissão viral pode ocorrer de várias formas.

As vias mais comuns pelas quais os virions entram no corpo são as gotículas inaladas (p. ex., rinovírus, o agente causador do resfriado comum), alimento ou água contaminada

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5. Bandagem Funcional

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Fisioterapia na Prática Esportiva

A

s técnicas de bandagens são usadas rotineiramente pelos fisioterapeutas esportivos e têm sido realizadas com vários objetivos específicos, que incluem:

• Fornecer compressão para minimizar edemas na fase inicial de tratamento de uma lesão.

• Reduzir os riscos de lesão, colocando o esparadrapo profilaticamente antes da ocorrência de uma lesão.

• Fornecer suporte adicional a uma estrutura lesionada.

Aplicar bandagem ou colocar esparadrapo de modo correto e efetivo em determinada parte do corpo é uma habilidade que tradicionalmente tem sido deixada a cargo do fisioterapeuta esportivo. É verdade que eles recebem as instruções necessárias e, em geral, tornam-se bem habilidosos na aplicação de uma série de técnicas de colocação de bandagens e esparadrapos a fim de alcançar os objetivos que acabamos de listar. Certamente essa não é uma tarefa difícil. Ela pode ser realizada por qualquer um que se disponha a empregar o seu tempo para praticar e aprender o que funciona melhor em determinada situação. É claro que certas técnicas são mais avançadas e devem ser usadas apenas por pessoas com mais experiência. No entanto, o mais efetivo para a colocação de bandagens e esparadrapos é que o fisioterapeuta esportivo tenha conhecimentos sólidos sobre anatomia e funcionamento biomecânico.

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Capítulo 15. Interpretação e significância clínica na pesquisa quantitativa

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15

Interpretação e significância clínica na pesquisa quantitativa

Objetivos de aprendizagem

Depois de estudar este capítulo, o leitor será capaz de:

• Descrever as dimensões para interpretar resultados de pesquisa quantitativa

• Descrever a disposição mental que conduz à interpretação crítica de resultados de pesquisa

• Identificar abordagens de avaliação da credibilidade dos resultados quantitativos, e realizar esse tipo de avaliação

• Distinguir entre significância estatística e significância clínica

• Identificar alguns métodos para tirar conclusões sobre significância clínica nos níveis de grupo e individual

• Criticar a interpretação dos resultados feita pelos pesquisadores na seção de discussão de um relatório

• Definir os novos termos apresentados neste capítulo

Termos-chave

• Escore de mudança

• Mudança mínima importante (MMI)

• Orientações CONSORT

• Referência

• Resultados

Neste capítulo, são consideradas abordagens para interpretar os resultados estatísticos dos pesquisadores, o que requer consideração das várias decisões teóricas, metodológicas e práticas que os pesquisadores tomam ao realizar um estudo. Fala-se também sobre um tópico importante, mas raramente discutido: a significância clínica.

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Grupo A (61)
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Capítulo 3 - Boas práticas de fabricação e manipulação

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CAPÍTULO

OBJETIVOS

3

Boas práticas de fabricação e manipulação

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Listar termos comumente utilizados nas Boas Práticas de Fabricação (BPF) de produtos farmacêuticos acabados.

2. Descrever a organização e o pessoal requeridos pelas BPF.

3. Descrever a intenção e a importância dos procedimentos que compõem as BPF.

4. Descrever os diversos tipos de embalagens que permitem a visualização da violação do medicamento e dar um exemplo de produtos que as contenham.

5. Diferenciar entre produção farmacêutica industrial e manipulação extemporânea.

6. Descrever o Capítulo 795 da United States Pharmacopeia (USP).

7. Descrever o Capítulo 797 da USP.

BOAS PRÁTICAS DE

FABRICAÇÃO

As regulamentações acerca das BPF* são estabelecidas pela Food and Drug Administration

(FDA) para assegurar que padrões mínimos de qualidade sejam seguidos na produção dos medicamentos nos Estados Unidos. As primeiras regulamentações das BPF foram promulgadas

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Caso 13 - Espondilolistese em um atleta jovem

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Espondilolistese em um atleta jovem

Danny J. McMillian

CASO 13

Um jogador de futebol americano de 18 anos, estudante do Ensino Médio, foi encaminhado a uma clínica de fisioterapia após a avaliação de uma dor lombar central persistente. O ortopedista estabeleceu o diagnóstico de espondilolistese tipo IIB, de grau II, em L5/S1. O paciente não relatou histórico de trauma específico. A dor agrava-se quando o jogador está de pé ou caminha, levanta peso

(especialmente com os braços estendidos acima da cabeça), inclina-se para trás ou faz a rotação do corpo. Quando ele fica sentado ou deitado, com os quadris e joelhos dobrados, a dor diminui. Fora isso, o seu histórico de saúde não apresenta nada de notável. O objetivo do paciente é voltar à prática de futebol americano o mais cedo possível.

Quais são as prioridades do exame?

No exame, que sinais podem ser associados a esse diagnóstico?

 Com base no diagnóstico do paciente, o que se pode antecipar a respeito dos fatores que contribuíram para essa condição?

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Lista por condição de saúde (ordem alfabética)

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486

CASOS CLÍNICOS EM FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA

LISTA POR CONDIÇÃO DE SAÚDE (ORDEM ALFABÉTICA)

Nº CASO

6

7

5

17

8

14

11

19

12

13

4

33

34

30

21

1

3

29

27

25

26

28

15

18

16

20

9

2

23

22

31

24

32

10

TÓPICO

Capsulite adesiva – diagnóstico

Capsulite adesiva – tratamento

Cirurgia reparadora do manguito rotador: quatro semanas de reabilitação

Coluna lombar: hérnia de disco – abordagem de diagnóstico e terapia mecânica (McKenzie)

Dor crônica cervical

Dor lombar: manipulação

Epicondilalgia lateral

Epifisiólise proximal do fêmur (EPF)

Espondilolistese degenerativa

Espondilolistese em um atleta jovem

Estabilização cirúrgica para instabilidade do ombro: reabilitação para retorno ao esporte

Fascite plantar

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Caso 31 - Síndrome de estresse tibial medial

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Síndrome de estresse tibial medial

Michael D. Rosenthal

Shane A. Vath

CASO 31

Um empresário de 25 anos iniciou um programa de corrida com o objetivo de entrar em forma e perder peso. O programa consistia em correr 5 km, de quatro a cinco vezes por semana, e ele continuou essa rotina por quatro semanas.

Inicialmente, o indivíduo notou dor na parte medial da canela depois de duas semanas de exercício, que surgia perto do fim da corrida ou durante a caminhada de recuperação. Quando a dor começou a interferir no programa de exercício desejado, ele procurou uma clínica ambulatorial de fisioterapia para avaliação e tratamento. Os sinais, os sintomas e a história são compatíveis com a síndrome de estresse tibial medial (SETM). O objetivo principal do indivíduo é voltar a correr livre de dor e melhorar seu condicionamento físico.

Com base na suspeita diagnóstica do paciente, quais seriam os possíveis fatores para a condição?

 Que sinais de exame podem estar associados a este diagnóstico?

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Caso 21 - Impacto femoroacetabular (IFA)

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Impacto femoroacetabular

(IFA)

Erik P. Meira

CASO 21

Uma mulher que joga futebol por esporte é encaminhada à fisioterapia por um clínico geral com um diagnóstico de “dor no quadril”. A paciente relata que tem sentido dor no quadril esquerdo, a qual vem aumentando progressivamente durante os últimos 4 anos. Ela informa que a localização da dor é na frente do quadril, com uma “sensação perfurante interna profunda” ocasional. A paciente não se recorda de uma lesão traumática específica da articulação, embora sua dor tenha piorado aproximadamente há dois meses, durante um jogo de futebol, quando seu quadril sofreu flexão extrema. Ela agora sente dor especialmente ao levantar a perna para sair da cama ou do carro. Além da intensificação da dor no quadril, nota uma sensação recente de “travamento” quando movimenta o quadril. A paciente não tem conseguido jogar futebol há dois meses e não percebe melhora de seus sintomas. Quando solicitada a mostrar a localização da dor, ela faz um “C” com seu polegar e demais dedos e segura o quadril, aprofundando seus dedos na parte anterior. Com base na história da paciente, o fisioterapeuta suspeita de impacto femoroacetabular com uma ruptura labral.

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