Artmed (630)
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Capítulo 6. Desenvolvimento do exercício corretivo e o paradigma de movimento

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Capítulo 6

Desenvolvimento do exercício corretivo e o paradigma de movimento

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Identificar e compreender os componentes funcionais do exercício corretivo e o paradigma do movimento

Identificar as regiões-chave necessárias para a melhora da função

Desenvolver as estratégias específicas para os exercícios corretivos e padrões de movimento fundamentais

EXERCÍCIO CORRETIVO

A solução para melhorar o padrão de movimento é estabelecer o alinhamento ideal, ativar as conexões miofasciais apropriadas e manter o centramento articular durante os padrões de movimento funcionais.

Esses fatores permitem relações de comprimento-tensão ideais entre os sinergistas miofasciais, permitindo a perpetuação de padrões de movimento eficientes enquanto reduz o estresse sobre as estruturas articulares. Lembre-se que as causas mais comuns de dor musculoesquelética são padrões de movimento habituais e os clientes e pacientes não necessariamente entendem o que constitui o movimento correto.

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Capítulo 8. Padrões-chave e progressões de movimento para o complexo do ombro e extremidade superior

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Capítulo 8

Padrões-chave e progressões de movimento para o complexo do ombro e extremidade superior

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Identificar os padrões-chave do complexo do ombro e extremidade superior

Desenvolver as estratégias específicas para progressão dos padrões de movimento fundamentais do complexo do ombro e extremidade superior

MECÂNICA ESCAPULAR

DURANTE O EXERCÍCIO FUNCIONAL

Existem muitas opiniões e recomendações dos especialistas em força, condicionamento e reabilitação sobre a mecânica escapular ideal durante os movimentos funcionais. Muitos desses conceitos são baseados nos movimentos de depressão e retração escapular para melhorar a estabilização. Infelizmente, estas dicas instrucionais frequentemente se somam à disfunção do ombro em vez de ajudar, à medida que elas não melhoram as causas mais comuns de discinesia escapular – principalmente a estabilização e a rotação superior.

É descrita abaixo a mecânica escapular ideal durante o exercício funcional em relação aos padrões de movimentos funcionais verticais e horizontais comuns. Independentemente do padrão realizado, a escápula deve permanecer em contato (nivelada) com o tórax durante todo o exercício.

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Índice

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Índice

A

Abdução, 56

Abdução do ombro, 119

Abdução do quadril, 119

Acima da cabeça, mecânica, 65

agachamento, 265

alcance, 252

Aderência do ombro, 40

Aderência do tronco, 40

estabilidade, 224

Aderência dos dedos do pé, 40

Adução, 56

Adutores, 86, 88

Agachamento com bola, 261

Agachamento profundo, 283-284

Agachamento unilateral, 266

Agachamento unilateral, 267

Agachamento, 32, 89, 93, 95, 104, 131-132,

241-242, 254, 259

Agonistas, xviii, 62, 99, 293-298

Ajuste patelar, 78

Alada, escápula, 57-58

Alargamento do gradil costal, 159

Alcance unilateral, 251

Alinhamento ideal, 145

Alongamento, 141

Amortização, xiv

Amplificador hidráulico, 150

Amplitude de movimento do tornozelo, 113

Amplitude de movimento interna, 112

Anatomia funcional, viii

Ângulo da base sacral, 76

Ângulo de torção femoral, 78

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Capítulo 5. Avaliação

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Capítulo 5

Avaliação

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Identificar e compreender os componentes funcionais da avaliação do ombro e quadril

Identificar as regiões principais de disfunção dentro dos complexos do ombro e quadril

Identificar os condutores principais de disfunção do ombro e quadril

“As pessoas só veem o que estão preparadas para ver.” (Ralph Waldo Emerson)

A avaliação adequada é importante antes de trabalhar com um indivíduo, independentemente de seu treinamento prévio ou objetivos funcionais atuais. A avaliação irá conduzir a estratégia de exercício corretivo que o treinador ou terapeuta irá utilizar e irá permitir que se determine quando o indivíduo pode progredir apropriadamente. Além disso, a avaliação irá ditar o exercício domiciliar do cliente, e a educação apropriada no processo de avaliação irá ajudar o treinador ou terapeuta a educar o paciente em autopercepção e feedback. Em outras palavras, se o cliente não retornar à terapia ou ao treinamento por um tempo, por razões financeiras, geográficas, plano de saúde, ou outras razões, a autoavaliação pode ajudar o indivíduo a monitorar seu próprio progresso, independente do terapeuta ou treinador.

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Medium 9788582713877

Introdução

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Introdução

Este livro não foi escrito para fazer você concordar com os conceitos nele contidos. Ele não foi escrito para dizer que este é o modo de se fazer as coisas. Com mais certeza aind a, ele não foi escrito para dizer que assim é como as coisas sempre serão. Ele também não tem a pretensão de afirmar que esta abordagem funciona 100% do tempo para 100% das pessoas com as quais você irá interagir em sua profissão. Este livro foi escrito com um único propósito: fazer você pensar. Se a leitura deste livro lhe fizer parar e pensar, se levantar questões ou se desafiar o seu processo de pensamento, então eu fiz o meu trabalho bem feito.

Com a abundância de recursos disponíveis para o profissional do fitness e da saúde, o que torna este livro tão diferente dos outros de mesmo assunto? Esta citação simples, porém profunda, feita por James

­Dyson, (fundador da Dyson, fabricante de aparelhos a vácuo), resume bem – “Nós consertamos os problemas óbvios que os outros parecem ignorar”. Essa maravilhosa afirmação ressoa porque, enquanto especialista do movimento, estou constantemente trabalhando para encontrar a melhor solução para as disfunções do movimento – seja de meus clientes, pacientes ou alunos em treinamento, abordando as falhas de movimento óbvias que outros profissionais ignoraram.

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Editora Manole (3736)
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Medium 9788520434628

Hepatite Infecciosa Canina

TILLEY, Larry Patrick; SMITH JUNIOR, Francis W. K. Editora Manole PDF Criptografado

607

Espécies Canina e Felina

Hepatite Infecciosa Canina

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

REVISÃO

• Doença viral de cães (família Canidae) causada por CAV-1 sorologicamente homogêneo e antigenicamente distinto de CAV-2 respiratório.

• Infecção — afeta órgãos parenquimatosos

(especialmente o fígado), olhos e endotélio.

• Exposição oronasal — acarreta viremia (4-8 dias); o vírus é disseminado pela saliva e nas fezes; dispersão inicial para macrófagos hepáticos (células de Kupffer) e endotélio; replica-se nas células de

Kupffer; provoca dano a hepatócitos adjacentes com subsequente viremia maciça quando liberado.

• A resposta humoral adequada depura os órgãos em 10-14 dias; no entanto, o vírus persiste nos túbulos renais e pode ser eliminado na urina por

6-9 meses.

• Hepatite crônica — ocorre após a infecção em cães, com resposta de anticorpo neutralizante apenas parcial.

• Lesão ocular citotóxica — uveíte anterior; acarreta o clássico “olho azul da hepatite”.

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Medium 9788520434628

Hiperlipidemia

TILLEY, Larry Patrick; SMITH JUNIOR, Francis W. K. Editora Manole PDF Criptografado

654

Consulta Veterinária em 5 Minutos

Hiperlipidemia

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÕES

• Concentração sanguínea elevada de lipídios de paciente em jejum (há mais de 12 h); inclui tanto a hipercolesterolemia como a hipertrigliceridemia.

• Lipêmica — soro ou plasma separado do sangue que contenha uma concentração excessiva de triglicerídios (>200 mg/dL).

• Lactescência — aspecto leitoso opaco do soro ou plasma que contenha uma concentração ainda maior de triglicerídios (>1.000 mg/dL) do que o soro lipêmico.

H

FISIOPATOLOGIA

Hiperlipidemia Primária

• Hiperlipidemia (idiopática) primária — defeito no metabolismo de lipídios que causa hipertrigliceridemia com ou sem hiperquilomicronemia; provavelmente hereditária em cães da raça Schnauzer miniatura, embora o defeito genético ainda deva ser determinado.

• Hiperquilomicronemia em gatos — defeito familiar autossômico recessivo na atividade da lipase lipoproteica.

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Medium 9788520434628

Capilaríase (Pearsonema)

TILLEY, Larry Patrick; SMITH JUNIOR, Francis W. K. Editora Manole PDF Criptografado

170

Consulta Veterinária em 5 Minutos

Capilaríase (Pearsonema)

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

C

REVISÃO

• Pearsonema e Capillaria são nomes empregados de forma intercambiável e parecem ser idênticos em termos de taxonomia e comportamento biológico.

• Pearsonema (Capillaria) plica são parasitas pequenos, amarelos e filiformes que invadem a mucosa ou a submucosa da bexiga urinária e, raramente, da pelve renal e do ureter, provocando uma resposta inflamatória leve.

• A P. plica em cães e gatos e a P. feliscati em gatos raramente se associam a sinais de doença do trato urinário inferior.

• A P. plica elimina ovos bioperculados na urina.

Após a ingestão de ovos embrionados por minhocas, o parasita evolui para o estágio infectante. A ingestão de minhocas infectadas resulta na infecção patente dos cães em 58-88 dias.

Alguns pesquisadores forneceram provas de um ciclo biológico direto.

• O ciclo vital da P. feliscati é pouco compreendido.

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Medium 9788520434628

Abdome Agudo

TILLEY, Larry Patrick; SMITH JUNIOR, Francis W. K. Editora Manole PDF Criptografado

2

A

Consulta Veterinária em 5 Minutos

Abdome Agudo

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÃO

Um quadro emergencial caracterizado pelo encontro de um abdome tenso e dolorido na anamnese e no exame físico. O abdome agudo pode representar um quadro com risco de vida.

FISIOPATOLOGIA

• Um paciente com abdome agudo apresenta dor associada à distensão de órgão, inflamação, tração exercida no mesentério ou no peritônio ou isquemia.

• Como as vísceras abdominais são esparsamente inervadas, muitas vezes é necessário o envolvimento visceral difuso para a indução da dor; também existem terminações nervosas nas camadas submucosa e muscular da parede intestinal.

• Qualquer processo que provoque distensão líquida ou gasosa (i. e., obstrução intestinal, dilatação-vólvulo gástricos e íleo paralítico) pode causar dor.

• A inflamação gera dor abdominal pela liberação de substâncias vasoativas, que estimulam as terminações nervosas por via direta.

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Medium 9788520434628

Fratura Dentária

TILLEY, Larry Patrick; SMITH JUNIOR, Francis W. K. Editora Manole PDF Criptografado

560

Consulta Veterinária em 5 Minutos

Fratura Dentária

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÃO

• As lesões traumáticas dos dentes podem envolver fraturas do esmalte, da dentina, do cemento ou danos ao periodonto.

• Pode envolver a coroa e a raiz do dente acometido.

• As fraturas serão classificadas como não complicadas (simples) se não envolverem a exposição da polpa, e complicadas se a polpa for exposta pela linha de fratura.

F

FISIOPATOLOGIA

• A polpa exposta não tratada invariavelmente leva

à pulpite e, por fim, à necrose pulpar e ao comprometimento periapical.

• A pulpite e a necrose pulpar também poderão ocorrer em casos de fraturas não complicadas, particularmente se a linha de fratura estiver próxima à câmara pulpar, o que expõe um grande número de túbulos dentinários calibrosos e permite a comunicação entre a polpa e o ambiente externo.

SISTEMA(S) ACOMETIDO(S)

• Gastrintestinal — cavidade bucal.

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Editora Saraiva (44)
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Medium 9788536514727

8 - Auditoria

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Auditoria

8

Para começar

Neste capítulo serão definidos auditoria e seus diferentes tipos. Veremos também as características para ser um auditor e conheceremos as diretrizes para auditoria de sistema de gestão, a ISO 19011.

As organizações que buscam a implantação dos sistemas de gestão, seja ela da qualidade ISO

9001, meio ambiente ISO 14001, OHSAS 18001, NBR 16001 ou ISO 22000, todas necessitam, dentro do ciclo PDCA, da fase de “Checar”. É nesse momento que entram as auditorias, uma ferramenta de verificação do cumprimento da primeira fase da implantação de um sistema de gestão, o planejamento. As auditorias são, acima de tudo, importantes aliadas na verificação dos sistemas de gestão implementados.

A auditoria está relacionada à necessidade de confirmação da realidade financeiro-econômica de uma organização. Um dos primeiros cargos criados de auditoria foi na Inglaterra, em 1314

(PINHO, 2007).

A auditoria teve seu grande passo em 1929: com a crise econômica americana, foi criado o

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Medium 9788536514727

7 - Responsabilidade Social

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Responsabilidade

Social

7

Para começar

Neste capítulo você conhecerá os indicadores e selos de responsabilidade social, como o selo

Abrinq. Também aprenderá sobre as normas para certificação em responsabilidade social, a SA 8000 e a

NBR 16001, assim como a ISO 26000.

Há muito se achava que empresa com responsabilidade social era aquela que fazia doações a entidades sociais. Essa relação porém não é verdadeira, uma vez que na prática a responsabilidade social das empresas vai desde o cumprimentos das legislações vigentes a ações que contribuam para a qualidade de vida dos colaboradores e seus familiares, a preservação do meio ambiente e uma efetiva participação em ações na comunidade em que a empresa está inserida.

Portanto, a relação da empresa com a responsabilidade social pode ser medida por meio de indicadores, sendo as empresas reconhecidas de acordo com suas iniciativas e mesmo certificadas através de um sistema de gestão em responsabilidade social. Então vamos conhecer na prática o que

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Medium 9788536514727

9 - Sistema de Acreditação em Serviços de Saúde

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistema de

Acreditação em

Serviços de Saúde

9

Para começar

Neste capítulo trataremos sobre a definição e os níveis de acreditação existentes nos serviços de saúde. Você conhecerá o Manual Brasileiro de Acreditação e também a respeito da Organização

Na­cional de Acreditação – ONA.

Assim como toda empresa busca certificar seus produtos e serviços através de normas inter­ nacionais como ISO 9001 – Sistema de Gestão da Qualidade, as instituições de saúde, que também são empresas, buscam certificações da qualidade dos serviços prestados. Essas certificações de qua­­ lidade para esse segmento, porém, diferem da ISO 9001: são acreditações que uma instituição de saúde recebe quando passa por auditorias de certificação e demonstra sua qualidade através dos níveis de acreditação.

Os hospitais buscam ainda o conceito de sustentabilidade hospitalar, pois também são empresas que consomem muito dos recursos naturais, como água e energia, em vários processos de assistência ao paciente. São responsáveis por produzir impactos ambientais com os resíduos de serviços de saúde, que, diferentemente dos resíduos industriais, são infectantes por possuírem microrganismos que podem levar contaminação ao solo, à água e a toda a comunidade. Então vamos conhecer esse sistema de acreditação exclusiva para instituições de saúde e saber como os hospitais vêm contribuindo para a sustentabilidade hospitalar.

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Medium 9788536514727

5 - Sistema de Gestão Integrada

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistema de

Gestão Integrada

5

Para começar

Neste capitulo, aprenderá sobre as vantagens da implantação do sistema de gestão integrada, assim como o tipo de implantação de SGI existente. Conhecerá também algumas empresas que aplicaram a SGI.

As organizações têm atentado de forma mais concreta para os aspectos que envolvem a satisfação dos clientes internos e externos, a qualidade dos produtos materiais ou serviços, a proteção do meio ambiente e os aspectos sociais, inclusive os que abrangem a saúde e segurança de seus colaboradores.

A realidade presente e, com certeza, futura é de crescente e irreversível conscientização da sociedade e aumento das exigências em relação às questões ambientais. As questões referentes à segurança e saúde do trabalho também têm sido objeto de discussão, assegurando a não admissibilidade da existência de ambientes laborais insalubres e processos produtivos que causem doenças ocupacionais, muitas vezes irreversíveis, ou acidentes que possam gerar lesões que causem incapacidade permanente ou a morte do trabalhador.

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Medium 9788536514727

4 - Sistema de Gestão em Saúde e Segurança do Trabalho

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistema de

Gestão em Saúde e Segurança do

Trabalho

4

Para começar

Este capítulo discorrerá sobre o sistema de gestão em saúde e segurança ocupacional conforme a

OHSAS 18001 e a metodologia de implantação do sistema utilizando o método PDCA. Abordará também algumas ferramentas para identificação e avaliação dos riscos.

Os diretores e líderes das organizações estão cada vez mais conscientes da importância de implantar sistema de gestão em saúde e segurança ocupacional, pois a organização que não implantar um sistema desse tipo conviverá com níveis elevados de vulnerabilidade e a possibilidade de ocorrência de acidentes e incidentes no trabalho.

Segundo o Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho no Brasil, em 2012 foram registrados

705.239 acidentes de trabalho envolvendo os três tipos de acidente: trajeto, típico e doenças ocupacionais, o número de trabalhadores mortos em 2012 foi de 2.731, e 14.755 trabalhadores ficaram permanentemente incapacitados. Entre os setores de atividade econômica que registraram mais acidentes estão de Comércio e Reparação de Veículos Automotores, com 95.659 acidentes; em segundo estão setor de Saúde e Serviços Sociais, com 66.302 acidentes, e o terceiro maior índice de registros de acidentes é o do setor da Construção Civil, que apresentou aumento, passando de 60.415 em 2011 para 62.874 em 2012 (BRASIL, 2012).

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Grupo A (8098)
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Medium 9788580553048

Caso 3

Eugene C. Toy; Debra Klamen Grupo A PDF Criptografado

CASO 3

Uma mulher de 36 anos se apresenta no setor de emergência com a seguinte queixa principal: “Acho que estou enlouquecendo”. Afirma que nos últimos três meses tem apresentado episódios repentinos de palpitações, sudorese, tremores, sensação de falta de ar, dor no peito, tontura e sensação de que vai morrer.

A primeira vez ocorreu quando estava caminhando pela rua sem pensar em

“nada em especial”. O episódio durou aproximadamente 15 minutos, embora a paciente tenha a sensação de ter durado muito mais. Desde então, vem tendo episódios semelhantes uma ou duas vezes por dia que ocorreram inesperadamente em situações diversas. Tem, como consequência, uma preocupação quase constante com o momento em que terá o próximo ataque. Nega quaisquer outros sintomas. Esteve na emergência do hospital duas vezes nas últimas semanas, convencida de estar sofrendo um ataque cardíaco. Entretanto, os resultados de todos os seus exames físicos e de laboratório não apresentaram nada fora do comum. Nega uso de drogas e só bebe álcool “eventualmente”.

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Medium 9788580553048

Capítulo 1. Abordagem ao paciente

Eugene C. Toy; Debra Klamen Grupo A PDF Criptografado

2

TOY & KLAMEN

1. Abordagem ao paciente

É uma transição difícil partir de leituras sobre pacientes com transtornos psiquiátricos e sobre os critérios diagnósticos do Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM-IV) para efetivamente estabelecer o diagnóstico psiquiátrico de um paciente. Isso requer que o médico compreenda os critérios e seja capaz de obter com sensibilidade sintomas e sinais dos pacientes, muitos dos quais terão dificuldade em relatar uma história clara. O terapeuta precisará, então, montar as peças de um quebra-cabeça para chegar ao melhor diagnóstico para determinado paciente. Esse processo pode exigir informações adicionais da família, acréscimos à história médica e psiquiátrica, cuidadosa observação do paciente, um exame físico, testes específicos de laboratório e outros estudos diagnósticos. Estabelecer rapport e uma boa aliança terapêutica com os pacientes é essencial, tanto para o diagnóstico como para o tratamento.

DICA CLÍNICA

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Medium 9788536323282

Capítulo 2 - Generalidade sobre os lobos frontais

Leonardo Caixeta Grupo A PDF Criptografado

C A P í T u LO

2

Generalidades sobre os lobos frontais

Desde o início da moderna pesquisa em neurociências, as regiões pré-frontais têm atraído o interesse de pesquisadores da personalidade e do comportamento humanos. Niessl Von Mayendorf (apud Markowitsch e Kessler, 2000), em 1908, já considerava o córtex pré-frontal a “parte mais mítica do cérebro”.

Donath (1923) considerava os lobos frontais “o assento da atividade mental superior”. A relação entre essas áreas cerebrais e o comportamento social tem sido destacada desde o caso paradigmático de Phineas Gage, relatado por Harlow, em 1848 (apud Macmillan, 1996), e descrito mais adiante neste capítulo.

O lobo frontal é o órgão mais avançado do corpo, responsável pelas principais características que nos distinguem dos demais seres vivos e o depositário dos mais nobres atributos de nossa espécie; em última análise, aqueles atributos que nos permitem produzir obras de elevada sofisticação intelectual e sentimental, como, por exemplo, o afresco A Criação de Adão, localizado na Capela Sistina, de autoria de Michelangelo (Fig. 2.1). Falando em Michelangelo, parece que mesmo ele já intuía as elevadas funções dessa região do cérebro, se notarmos que, nessa sua obra-prima, Deus e seus anjos parecem formar, em seu conjunto, os contornos de um cérebro (Meshberger, 1990); Deus assentado nos lobos frontais, a partir de onde atribui sua imagem e semelhança ao homem. Linguagem nitidamente simbólica que confere às regiões frontais o poder de conceder a humanidade ao homem, sua mais distinta qualidade. anatOmia das reGiÕes prÉ-FrOntais

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Medium 9788536315508

Capítulo 22. Sistema Digestório

Elaine N. Marieb Grupo A PDF Criptografado

22

Sistema Digestório

PARTE 1: VISÃO GERAL DO SISTEMA

DIGESTÓRIO (p. 773-779)

1. Descrever a função do sistema digestório e diferenciar

órgãos do trato gastrintestinal e órgãos acessórios da digestão.

2. Listar e definir os principais processos que ocorrem durante a atividade do sistema digestório.

3. Descrever a localização e a função do peritônio. Definir retroperitoneal e citar os órgãos retroperitoneais.

4. Descrever a composição do tecido e a função geral de cada uma das quatro camadas do trato gastrintestinal.

PARTE 2: ANATOMIA FUNCIONAL DO

SISTEMA DIGESTÓRIO (p. 779-817)

5. Descrever a anatomia e a função básica de cada órgão do trato gastrintestinal e dos órgãos acessórios.

6. Explicar a fórmula dental e diferenciar dentes deciduais e permanentes.

7. Descrever a composição e a função da saliva e explicar como a salivação é controlada.

8. Descrever os mecanismos da mastigação e da deglutição.

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Medium 9788582714836

Capítulo 17. Alucinógenos

Alessandra Diehl, Daniel Cruz Cordeiro, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

17

Alucinógenos

Daniel Cruz Cordeiro

PONTOS-CHAVE drogas alucinógenas são usadas pelo homem há milênios e ganharam novas características de venda e

 As consumo em tempos de internet.

 Trata-se de uma classe constituída de diversos tipos de substâncias naturais ou produzidas em laboratório.

 O consumo não parece produzir dependência química, o que não impede que produza prejuízos reais. drogas alucinógenas estão sendo estudadas como forma de tratamento para diversos males,

 Muitas incluindo a própria dependência química.

Há milênios, os alucinógenos vêm desempenhando diversos papéis na sociedade. No passado, algumas culturas os usavam em rituais de cura e espiritualidade, e hoje observamos a venda desses mesmos alucinógenos pela internet transformando-se em importante problema de saúde pública. Neste exato momento, alguém deve estar usando uma dessas substâncias na busca da “cura” da dependência química, do câncer ou de tanto outros males ou, mesmo, do autoconhecimento, de uma espiritualidade nunca antes sentida ou pelo simples desejo de uma experiência psicodélica recreativa.

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Grupo A (61)
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Medium 9788580554212

Caso 24 - Tendinopatia patelar

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Tendinopatia patelar

Luke T. O’Brien

Thomas J. Olson

CASO 24

Um jogador de basquete de 17 anos foi encaminhado à fisioterapia por seu médico de família, para avaliação e tratamento de dor na parte anterior do joelho. Sua dor foi intermitente ao longo do último verão. Entretanto, desde o começo da temporada esportiva escolar do outono, a dor tem aumentado de intensidade e se tornou constante. A dor agora está limitando sua capacidade de treinar e jogar, bem como de subir e descer escadas e de ficar em pé após períodos longos sentado. O treinador disse que ele tem “joelho de saltador” e que deveria “arranjar uma bandagem e ficaria bem.” Radiografias simples não revelaram anormalidades ósseas, embora suas placas epifisárias tibiais e femorais estejam quase completamente ossificadas. Além disso, a história de saúde do paciente não apresenta outros problemas notáveis. Os sinais e sintomas são compatíveis com tendinopatia patelar. O paciente tem esperança de completar sua temporada de basquete e de estar pronto para o jogo na primavera.

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Medium 9788580554212

Caso 14 - Dor lombar: manipulação

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Dor lombar: manipulação

Carl DeRosa

CASO 14

Um homem de 52 anos procurou, por conta própria, uma clínica de fisioterapia para avaliar e tratar dor lombar (DL). Ele relata que tem tido surtos recorrentes de dor lombar nos últimos 12 meses e, na maior parte desses episódios, a dor tende a sumir por si só. Ocasionalmente, precisava procurar o médico da família devido aos episódios que não passavam. Na maioria das vezes, davam-lhe medicação anti-inflamatória não esteroide e um pequeno folheto com descrições de exercícios para a lombar. Ele estava percebendo que as exacerbações da dor agora duravam mais, e os surtos pareciam mais frequentes. O episódio de dor nas costas mais recente acontecera sete dias antes da visita à clínica. Ele é professor universitário e quer evitar que o episódio atual o impeça de trabalhar, como aconteceu em várias outras vezes.

 Quais

são as perguntas-chaves para esclarecer as queixas do paciente e obter orientação para o exame?

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Medium 9788580554212

Caso 30 - Fratura por estresse da tíbia

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Fratura por estresse da tíbia

Michael D. Rosenthal

Shane A. Vath

CASO 30

Um bombeiro sem experiência prévia em corridas planeja participar de uma maratona que ocorrerá em sete meses. Ele tem 28 semanas para treinar, de modo que começa a correr 1,5 km em dias alternados. Adiciona 1,5 km semanalmente, para garantir que será capaz de progredir sua distância de corrida para 40 km em tempo para a maratona. Depois de três semanas de corrida, percebeu dor na parte medial da canela, que ocorria perto do fim de suas corridas ou durante seu período de caminhada para recuperação. Após o paciente se sentar e descansar por poucas horas, a dor na perna se dissipava e não estava presente ao despertar ou durante o próximo dia. Ele continuou seu treinamento, o que resultou em um aumento gradual e início mais precoce da dor. O paciente sentia dor na perna ao começar as corridas, que melhorava com a continuação do exercício. Ignorou a dor e continuou seu programa de corrida. Após seis semanas de treinamento, sua dor na perna ocorria no início das corridas e não mais cessava com a continuação. Ele começou a tomar medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), que possibilitaram completar mais uma semana de treinamento doloroso. Entretanto, a dor aumentou com a continuação das corridas, apesar do uso de AINEs. O paciente agora tem dor na perna em repouso, que aumenta ao se levantar e em atividades de deambular. Depois de se sentar por período prolongado, os sintomas melhoravam, mas permaneciam presentes. O paciente ficou frustrado e preocupado com sua capacidade para correr na maratona local, de modo que procurou por conta própria uma clínica ambulatorial de fisioterapia para avaliação e tratamento. No momento da avaliação, o paciente relatou não ter corrido nos dois dias anteriores. Enquanto ele estava em pé na sala de espera e andando no consultório do fisioterapeuta, sua marcha era notavelmente antálgica, com uma inclinação exagerada para o lado mais envolvido. Os testes de força e amplitude de movimentos (ADMs), assim como a inspeção visual foram todos normais. Dor difusa na parte medial da tíbia foi reproduzida com os testes de ADM e de força. O achado mais significativo no exame foi dor à palpação localizada, de cerca de 2 cm de comprimento, ao longo da parte medial da tíbia (maior no lado direito que no esquerdo). A dor à palpação localizava-se na junção do terço médio com o distal das tíbias.

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Caso 11 - Epicondilalgia lateral

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Epicondilalgia lateral

R. Barry Dale

CASO 11

Um carpinteiro de 44 anos foi encaminhado ao fisioterapeuta com diagnóstico de dor no cotovelo lateral direito. Ele é destro e relata que “trabalhou com as mãos a vida toda”. Nos últimos seis meses, a dor “vai e volta”, mas aumentou muito, durante o trabalho, há duas semanas. Não há nada notável na história médica do paciente, exceto uma pré-hipertensão e o fato de ter parado de fumar recentemente, há oito meses (fumava ¼ de maço por dia, durante mais de 20 anos). Além disso, caiu de uma escada quatro anos atrás, sofreu uma lesão no pescoço e foi tratado com repouso, colar cervical e massagem.

Radiografias recentes do cotovelo e do ombro deram negativas para patologias

óbvias; entretanto, a coluna cervical apresentou mudanças consistentes com degeneração leve nas articulações apofisárias de C6 e C7. O paciente começou a tomar medicação anti-inflamatória não esteroide há seis dias. Você foi solicitado para avaliar e tratar o paciente, durante quatro semanas, antes da consulta de acompanhamento com o médico ortopedista. As queixas atuais do paciente são dor no cotovelo direito e fraqueza na preensão ativa, na extensão do punho e na supinação do antebraço. A dor e a fraqueza limitam a sua habilidade no trabalho de carpinteiro. O objetivo do paciente é voltar ao trabalho o mais rápido possível.

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Medium 9788580554212

Caso 10 - Tumor na medula espinal torácica

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Tumor na medula espinal torácica

Johanna Gabbard

CASO 10

Uma mulher ativa, com 47 anos, foi encaminhada à fisioterapia com um histórico de seis semanas de dor torácica interescapular no lado direito e rigidez no pescoço de surgimento insidioso. Ela achava que o aumento da intensidade dos sintomas poderia estar relacionado ao aumento recente da intensidade do seu programa de treinamento com pesos. A dor estava piorando e era difícil encontrar uma posição confortável à noite, embora, depois de certo esforço ajustando os travesseiros, por fim, acabasse adormecendo. Nos últimos três meses, a paciente perdeu 9,6 kg e atribuiu essa perda a um programa planejado de dieta e exercícios iniciado seis meses antes. O resultado do exame neurológico inicial foi normal, os sinais e os sintomas eram consistentes com um distúrbio musculoesquelético. O fisioterapeuta forneceu terapia manual e prescreveu exercícios terapêuticos direcionados às colunas cervical e torácica, em duas sessões, ao longo de sete dias. Na terceira visita ao fisioterapeuta, os sintomas nas costas continuavam os mesmos, e a paciente estava sentindo as pernas “pesadas”. Relatou também dificuldade para subir escadas. O fisioterapeuta repetiu a avaliação neurológica e descobriu que o diagnóstico inicial para a fisioterapia, que apontara dor mecânica nas costas, não era consistente com os sinais e sintomas mielopáticos indicativos de compressão na medula espinal.

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