Artmed (587)
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Medium 9788582714249

Capítulo 5 - O segundo componente: entendendo a pessoa como um todo - Seção 2 - Contexto

Moira Stewart, Judith Belle Brown, W. Wayne Weston, Ian R. McWhinney, Carol L McWilliam, Thomas R. Freeman Artmed PDF Criptografado

5

O segundo componente: entendendo a pessoa como um todo – Seção 2 –

Contexto

Thomas R. Freeman, Judith Belle Brown e Carol L. McWilliam

Qualquer pessoa que estude medicina de forma adequada deve aprender sobre os seguintes assuntos. Primeiro, deve considerar os efeitos de cada estação do ano e as diferenças entre elas. Em segundo lugar... os ventos cálidos e frios...

O efeito da água na saúde não deve ser esquecido... Deve pensar, então, sobre o solo... Por fim, considerar a vida dos seus habitantes. (Hipócrates, 1986)

INTRODUÇÃO

A consideração de fatores contextuais na prática clínica é uma das marcas que distinguem o médico centrado na pessoa (McWhinney e Freeman, 2009). Entende-se que, assim como o sentido de uma palavra depende do contexto da frase na qual se encontra, também o sentido de saúde e experiência da doença varia de acordo com as circunstâncias. No mundo clínico, a informação só se torna conhecimento

útil quando colocada no contexto do mundo de uma pessoa em particular. Ignorar o contexto levará a erros tanto na interpretação dos achados quanto nos tratamentos recomendados. O médico deverá lembrar que, da mesma forma que o corpo é composto de vários sistemas interligados, a vida dos indivíduos também acontece no âmbito de sistemas maiores, que incluem a família, a comunidade e a ecologia.

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Medium 9788580555585

Capítulo 73. Lesão renal aguda

Barbara G. Wells, Joseph T. DiPiro, Terry L. Schwinghammer, Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

73

Lesão renal aguda

•• A lesão renal aguda (LRA) é uma síndrome clínica que costuma ser definida como uma redução

abrupta da função renal, manifestada por alterações nos valores laboratoriais, na creatinina sérica

(Scr), na ureia sanguínea e no débito urinário.

•• Os critérios RIFLE (risco, lesão, falência, perda da função renal e doença renal terminal, de risk, injury, failure, loss of kidney function e end-stage renal disease) e AKIN (Acute Kidney Injury Network) são dois sistemas de classificação baseados em critérios que foram elaborados para antecipar os resultados dos pacientes. As Diretrizes de Prática Clínica do Kidney Disease: Improving Global

Outcomes (KDIGO) foram desenvolvidas para proporcionar uma definição padronizada da LRA

(Quadro 73-1).

•• O KDIGO define a LRA como a presença de qualquer um dos seguintes critérios:

1. Aumento da Scr em pelo menos 0,3 mg/dL (27 µmol/L) dentro de 48 horas

2. Aumento da Scr em pelo menos 1,5 vez em relação aos valores basais nos sete dias precedentes

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Medium 9788580555585

Capítulo 5. Síndromes coronarianas agudas

Barbara G. Wells, Joseph T. DiPiro, Terry L. Schwinghammer, Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

SEÇÃO 2

Capítulo

Distúrbios cardiovasculares

5

Editada por Terry L. Schwinghammer

Síndromes coronarianas agudas

•• As síndromes coronarianas agudas (SCAs) incluem todas as síndromes compatíveis com isquemia

aguda do miocárdio resultantes do desequilíbrio entre a demanda e o suprimento de oxigênio para o miocárdio.

•• As SCAs são classificadas de acordo com alterações no eletrocardiograma (ECG) em (1) infarto do miocárdio (IM), com elevação do segmento ST (CEST); ou (2) na SCA sem elevação do segmento

ST (SEST), que inclui IMSEST e angina instável (AI).

FISIOPATOLOGIA

•• Disfunção endotelial, inflamação e formação de placas gordurosas contribuem para o desenvolvimento de placas ateroscleróticas na artéria coronariana.

•• A causa da SCA em mais de 90% dos pacientes é a ruptura, fissura ou erosão de uma placa ate-

romatosa instável. Um coágulo se forma no topo da placa rompida. A exposição do colágeno e o fator tecidual induzem a adesão e a ativação plaquetária, que promove a liberação do difosfato de adenosina (ADP) e tromboxano A2 a partir das plaquetas, levando à vasoconstrição e ativação plaquetária. Ocorre uma alteração na conformação dos receptores de superfície de glicoproteína (GP)

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Medium 9788580556025

Capítulo 77. Síndromes neurológicas paraneoplásticas

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

414

Seção 6

Hematologia e oncologia

rápida. No tratamento crônico, podem-se usar bifosfonatos por via oral. Em caso de neoplasias hematológicas, a hipercalcemia pode responder a glicocorticoides.

HIPONATREMIA

Comumente descoberta em indivíduos assintomáticos como resultado da dosagem dos eletrólitos séricos, a hiponatremia em geral é causada pela secreção tumoral de arginina-vasopressina, uma condição denominada síndrome da secreção inapropriada do hormônio antidiurético (SIADH). O hormônio natriurético atrial também pode produzir hiponatremia. A SIADH é mais comum no câncer pulmonar de pequenas células (15%) e nos cânceres de cabeça e pescoço (3%). Diversos fármacos podem produzir a síndrome. Sintomas como fadiga, déficit de atenção, náuseas, fraqueza, anorexia e cefaleia podem ser controlados com restrição hídrica para 500 mL/dia ou bloqueando os efeitos do hormônio com 600 a 1.200 mg/dia de demeclociclina. O conivaptan, um bloqueador do receptor de vasopressina, é efetivo por via oral (20 a

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Medium 9788582713723

Capítulo 15. Estadiamento e intervenção precoce no transtorno bipolar

Flavio Kapczinski, Eduard Vieta, Pedro V. S. Magalhães, Michael Berk, Flávio Kapczinski, Manuela Vianna Boeira Artmed PDF Criptografado

Capítulo 15

ESTADIAMENTO E

INTERVENÇÃO PRECOCE

NO TRANSTORNO BIPOLAR

Vicent Balanzá-Martínez

María Lacruz

Rafael Tabarés-Seisdedos

INTRODUÇÃO

Em psiquiatria, o principal foco da intervenção precoce encontra-se voltado para a esquizofrenia, sendo que esse tipo de abordagem para o transtorno bipolar (TB) ainda não recebeu atenção comparável (Berk et al., 2014). Na virada do milênio, o primeiro episódio de mania era visto como “uma prioridade negligenciada para intervenção precoce” (Conus e McGorry, 2002). Contudo, o TB está associado a um agravamento progressivo no decorrer do tempo, bem como a índices elevados de morbidade e mortalidade, o que evidentemente representa uma lógica persuasiva para se investir em detecção e desenvolvimento de estratégias de intervenção (Berk et al., 2009).

De modo a atingir esse objetivo, a primeira medida fundamental a ser tomada é o diagnóstico precoce e preciso de TB. Essa tarefa provou ser particularmente complexa na prática clínica devido à baixa especificidade das características prodrômicas. Além disso, pacientes com TB são, com frequência, erroneamente diagnosticados com esquizofrenia, transtornos da personalidade ou transtorno depressivo maior (TDM). Motivos para o diagnóstico equivocado incluem o fato de que o episódio índice geralmente ser depressivo e as comorbidades, frequentes. Além disso, episódios maníacos frequentemente são atípicos durante a adolescência e início da idade adulta, com índices elevados de episódios mistos e sintomas psicóticos. Em consequência, a duração média da lacuna entre o início dos sintomas e o começo do tratamento adequado pode

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Editora Manole (1111)
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Medium 9788520441381

8. Organização do trabalho de campo

CERVATO-MANCUSO, Ana Maria; FIORE, Elaine Gomes; REDOLFI, Solange Cavalcante da Silva Editora Manole PDF Criptografado

capítulo 8

Organização do trabalho de campo

Objetivos

Ao final deste capítulo, você estará apto a:

• �Reconhecer a necessidade de definir pessoas ou grupos responsáveis pelo desenvolvimento das diversas atividades do plano de trabalho.

• �Valorizar a importância de se estabelecer mecanismos de coordenação, cooperação e comunicação com as organizações locais.

• �Aplicar as normas e procedimentos preestabelecidos para a execução das atividades.

• �Compreender a utilidade de manter os diferentes registros devidamente atualizados.

Síntese

Para executar bem o plano de trabalho é necessário delimitar claramente as responsabilidades e atribuições delegadas às pessoas ou grupos participantes do projeto, ou seja, equipes técnicas constituídas por pessoal da instituição ou por grupos organizados da comunidade. O funcionamento de sistemas apropriados de informações geradas no desenvolvimento do projeto facilita seu manejo, o controle da utilização dos recursos e a supervisão permanente do pessoal. Na execução das diversas atividades, é importante que se tenha uma adequada comunicação e coordenação com outras organizações locais que estejam participando de projetos relacionados, direta ou indiretamente, com a área de segurança alimentar e nutricional.

107

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Medium 9788520430064

24. Tumores renais na infância

GIRON, Amilcar Martins; DÉNES, Francisco Tibor; SROUGI, Miguel Editora Manole PDF Criptografado

Tumores renais na infância

24

Ricardo Jordão Duarte

Lilian Maria Cristofani

Após ler este capítulo, você estará apto a:

1. Ponderar a respeito de prováveis diagnósticos diferenciais de massas renais.

2. Conduzir a investigação diagnóstica de massas renais na infância.

3. Propor alternativas de tratamento de tumores renais.

4. Abordar com familiares e especialistas as condutas e as perspectivas do tratamento dos tumores renais.

INTRODUÇÃO

Entre os tumores renais da infância, o melhor exemplo de evolução significativa está nos resultados terapêuticos ao longo das últimas décadas, paradigma representado pelo tumor de Wilms, cujos portadores tinham perspectiva de cura ao redor de 20% na década de 1960 e, atualmente, esse índice ultrapassa 90%. Ao mesmo tempo, alguns tumores, embora raros, ainda são um desafio, como o tumor rabdoide renal e o carcinoma renal avançado1. A Tabela 24.1 mostra os principais tumores renais da infância e suas frequências2.

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Medium 9788520427996

I

KULAY JUNIOR, Luiz; KULAY, Maria Nice Caly; LAPA, Antonio José Editora Manole PDF Criptografado

275

IBANDRONATO DE SÓDIO

tosa: anticolinérgicos, cetoconazol, cloreto de potássio – Gravidez: não há estudos controlados – Amamentação: a Academia Americana de

Pediatria considera compatível.

Humulus lupulus L./Valeriana oficinalis L.: fitoterápico: hipnótico

Risco: X – Posologia: 1 comprimido: Humulus lupulus L. (extrato

Ze 91019) 60 mg + Valeriana oficinalis L., extrato seco, 250 mg,

2‑3 comprimidos, 2h antes de deitar; VO – Indicações: indutor do sono, sono interrompido, agitação, irritabilidade, tensão emocional

– Contraindicações: hipersensibilidade aos componentes da fórmula, insuficiência hepática e/ou renal – Efeitos adversos: sonolência, diminuição da atenção – Interação medicamentosa: alprazolam, buspirona, clordiazepóxido, clonazepam, diazepam, lorazepam, oxazepam, flurazepam, temazepam, triazolam, zaleplon, zolpidém – Gravidez: contraindicado pelo fabricante – Amamentação: contraindicado pelo fabricante.

Hydrastis canadensis D4/Quercus robur TM: medicamento dinamizado: descongestionante

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Medium 9788520431986

15. Terapia com microcorrente

BÉLANGER, Alain-Yvan Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 15

Terapia com microcorrente

Resumo do capítulo

I. Base teórica da utilização

A. Definição e descrição

B. Estimulador de microcorrente

C. Tipos de eletrodos

D. Base teórica da utilização

II. Perspectiva histórica

A. Raízes

B. Conceitos

C. Baterias da pele humana

D. Analogia terapêutica

E. Primeiros estudos clínicos

F. Corpo de literatura

III. Aspectos biofísicos

A. Forma de onda da microcorrente

B. Terminologia confusa

IV. Efeitos fisiológicos e terapêuticos

A. Fundamentos

B. Correntes de lesão aumentadas

C. Efeitos de galvanotaxia e germicidas

D. Polaridade dos eletrodos

E. Ambiente úmido

V. Dosimetria

A. Parâmetros

VI. Evidências para indicação

A. Conduzido por evidências

B. Evidências científicas em humanos

C. Força das evidências e justificativa para utilização

VII. Contraindicações

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Medium 9788520439265

3. Espirometria

RIBEIRO, Denise Cardoso; SHIGUEMOTO, Tathiana Santana Editora Manole PDF Criptografado

3

ESPIROMETRIA

SIMONE DAL CORSO carla malaguti aline nogueira de oliveira

Introdução

O advento de espirômetros portáteis e de fácil manuseio, associado à padronização da técnica de execução da espirometria, ao estabelecimento de valores de referência para a população brasileira e de recomendações para sua interpretação, tem tornado a espirometria um exame cada vez mais utilizado na prática clínica.

O termo espirometria advém do latim, spirare, que significa respirar, e metrum, cujo significado é medida. O processo consiste na medição do ar que entra e sai dos pulmões que, em conjunto com a variável tempo, fornece também informações valiosas sobre os fluxos respiratórios.

Para o entendimento das manobras respiratórias utilizadas na espirometria e das variáveis obtidas a partir dessas manobras, faz-se necessária uma breve revisão dos volumes e capacidades pul­monares.

Volumes pulmonares e subdivisões

O volume corrente é a quantidade de ar que entra e sai dos pulmões durante a respiração normal, nas fases inspiratória e expiratória, respectivamente.

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Editora Saraiva (44)
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Medium 9788536512136

1. Aspectos Gerais da Organização de um Laboratório de Manipulação em Farmácia

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

Aspectos Gerais da Organização de um Laboratório de Manipulação em Farmácia

1

Para começar

Por que existem normas de boas práticas? Por que devemos nos preocupar com a organização das tarefas realizadas em um ambiente de produção? Você sabe essas respostas, ou ainda não?

Para ajudá-lo, este capítulo inicial tem por objetivo apresentar os aspectos gerais da organização de um laboratório de manipulação em farmácias. De forma simples, mostra informações relacionadas à legislação, à organização física, aos materiais e equipamentos e às matérias-primas e materiais de embalagem utilizados na produção de preparações magistrais, oficinais e cosméticas.

Essas informações são importantes para o entendimento de toda a organização básica de um labora­ tório de manipulação a fim de garantir a qualidade do produto final e a segurança das pessoas envolvidas no processo, além de prevenir danos à natureza.

1.1 Legislação

A legislação vigente para a manipulação em farmácias é a Resolução da Diretoria Colegiada –

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Medium 9788536512136

10. Utensílios e Vidrarias

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

10

Utensílios e Vidrarias

Para começar

Veremos neste capítulo os utensílios e as vidrarias utilizados nos laboratórios de manipulação de formulações magistrais, oficinais e cosméticas. Aprenderemos a função de cada utensílio e vidraria apresentado, assim como a sua importância no dia a dia do laboratório, na execução das tarefas e na qualidade do produto final.

Este é um capítulo muito interessante e ilustrado. Você vai se divertir estudando-o!

10.1 Características gerais

Todo estabelecimento deve dispor de equipamentos, utensílios e vidrarias em quantidade suficiente para atender à demanda de sua produção e garantir material limpo e desinfetado.

Muitas vidrarias são também chamadas de aparelhos volumétricos. Os aparelhos volumétricos são empregados nas medidas de volume, nos testes, nos ensaios e nos doseamentos farmacopeicos, e essa vidraria sempre deve ser aferida na temperatura de 25 ºC.

O laboratório de manipulação deve possuir uma vidraria verificada contra um padrão calibrado, ou adquirida de fornecedores credenciados pelos Laboratórios da Rede Brasileira de Calibração, que servirá como padrão para as aferições das vidrarias utilizadas pelo estabelecimento. A calibração deve ser realizada periodicamente, conforme procedimento escrito.

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Medium 9788536514727

8 - Auditoria

MORAES, Márcia Vilma Gonçalves de Editora Saraiva PDF Criptografado

Auditoria

8

Para começar

Neste capítulo serão definidos auditoria e seus diferentes tipos. Veremos também as características para ser um auditor e conheceremos as diretrizes para auditoria de sistema de gestão, a ISO 19011.

As organizações que buscam a implantação dos sistemas de gestão, seja ela da qualidade ISO

9001, meio ambiente ISO 14001, OHSAS 18001, NBR 16001 ou ISO 22000, todas necessitam, dentro do ciclo PDCA, da fase de “Checar”. É nesse momento que entram as auditorias, uma ferramenta de verificação do cumprimento da primeira fase da implantação de um sistema de gestão, o planejamento. As auditorias são, acima de tudo, importantes aliadas na verificação dos sistemas de gestão implementados.

A auditoria está relacionada à necessidade de confirmação da realidade financeiro-econômica de uma organização. Um dos primeiros cargos criados de auditoria foi na Inglaterra, em 1314

(PINHO, 2007).

A auditoria teve seu grande passo em 1929: com a crise econômica americana, foi criado o

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Medium 9788536512136

4. Especificação, Identificação, Funcionamento e Calibração de Equipamentos Utilizados na Farmácia deManipulação

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

Especificação,

Identificação,

Funcionamento e Calibração de

Equipamentos

Utilizados na

Farmácia de

Manipulação

4

Para começar

Neste capítulo veremos os equipamentos mais utilizados nos laboratórios de manipulação. A utilização adequada, a manutenção/conservação, a limpeza e a calibração desses equipamentos fazem com que eles possuam maior tempo de vida útil, mais precisão nos resultados obtidos com o seu uso, além de serem garantia para um trabalho seguro e de acordo com as Boas Práticas de Manipulação.

4.1 Características gerais

De acordo com a Resolução da Diretoria Colegiada – RDC no 67, de 8 de outubro de 2007, as principais características são:

»»

»»

»»

»»

todos os equipamentos devem estar instalados e localizados de forma a facilitar a sua manutenção; todos os equipamentos devem ser submetidos à manutenção preventiva, e, quando necessário, corretiva, de acordo com procedimentos operacionais escritos; a verificação dos equipamentos é realizada por pessoal treinado do próprio estabelecimento, sempre antes do início das atividades diárias, de acordo com procedimentos escritos e padrões de referência, e todos os registros devem ser anotados e mantidos arquivados; a calibração dos equipamentos é executada por empresa certificada, utilizando padrões ras­ treáveis à Rede Brasileira de Calibração (RBC), no mínimo uma vez ao ano ou em função da frequência de uso do equipamento. Todas as calibrações realizadas devem ter seus laudos mantidos arquivados;

39

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Medium 9788576140047

Capítulo 12 - Procedimentos Diversos

MOTTA, Ana Leticia Carnevalli Editora Saraiva PDF Criptografado

12

Procedimentos Diversos

12.1 Técnica de Preparo de Equipamentos e

Materiais para Cardioversão Química

::

Material

 Antiarrítmico prescrito

 Solução para diluição da droga (conforme prescrição médica)

 01 unidade de equipo para infusão

 01 kit de material para punção venosa (ver punção venosa)

 01 monitor cardíaco

 03 ou 05 unidades de eletrodos

.:

Procedimento

 Orientar o paciente quanto ao procedimento.

 Monitorar o paciente.

 Verificar os sinais vitais.

 Puncionar uma veia periférica calibrosa.

 Instalar o medicamento antiarrítmico.

 Observar o paciente durante a infusão do medicamento.

130

Normas, Rotinas e Técnicas de Enfermagem

9788576140047_NORMAS_ROTINAS_E_TECNICAS_DE_ENFERMAGEM_MIOLO.pdf 130

07/05/2018 14:04:18

 Observar as alterações no traçado eletrocardiográfico durante a infusão da droga.

 Observar sinais de tontura, sudorese, hipotensão.

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Grupo A (4672)
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Medium 9788536327655

Capítulo 63 - Estratégias comportamentais e de motivação aplicadas em intervenções de modificação de hábitos de vida com repercussão para a saúde

Gustavo Gusso; José Mauro Ceratti Lopes Grupo A PDF Criptografado

� CAPÍTULO 63

ESTRATÉGIAS COMPORTAMENTAIS E DE

MOTIVAÇÃO APLICADAS EM INTERVENÇÕES

DE MODIFICAÇÃO DE HÁBITOS DE VIDA

COM REPERCUSSÃO PARA A SAÚDE

Ruth Borges Dias

Luciana Alves

Aspectos-chave

Para o adequado controle dos agravos crônicos à saúde é muito importante a coordenação e a integração do cuidado e a corresponsabilização da pessoa.

A motivação é um aspecto-chave quando se procura entender por que uma pessoa age de certa maneira e quando se pensa em fazer essa pessoa modificar seu comportamento.

A mudança comportamental e de hábitos é um grande desafio para a promoção da saúde.

O comportamento é determinado por diversas influências, que incluem aspectos demográficos, econômicos, sociais, culturais, ambientais e psicológicos de uma pessoa ou de uma coletividade, evidenciando-se a interação existente entre as dimensões cognitivas e emocionais.

Para o adequado controle dos agravos crônicos à saúde, é muito importante a coordenação e a integração do cuidado e a corresponsabilização da pessoa. Mas nem sempre apenas a educação em saúde é suficiente para a mudança de hábitos de vida e para a adesão ao tratamento, isso depende também da vontade individual, das estratégias motivacionais e do apoio profissional. Para aumentar a efetividade da intervenção motivacional, pode-se recorrer a uma série de técnicas e abordagens especiais, que serão tratadas mais adiante neste capítulo.

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Medium 9788582714447

Capítulo 3. Conceitos organizadores

Telma Ribeiro Garcia, Amy M. Coenen, Claudia C. Bartz Grupo A PDF Criptografado

CONCEITOS ORGANIZADORES

CONCEITOS ORGANIZADORES (CO - 10 CONCEITOS)

Termos que, por seu caráter de maior abstração, estabelecem as bases para a disposição dos outros termos na classificação.

Versão

Código

Eixo

Termo

Definição

1

10016446

CO

Diagnóstico e Resultado

Fenômeno Relativo a Diagnóstico e a Resultado

3

10034445

CO

Diagnóstico e Resultado de

Processo Psicológico

Processo Psicológico

3

10034432

CO

Diagnóstico e Resultado Não

Corporal e Não Psicológico

Fenômeno Relativo a Diagnóstico e Resultado

2

10029388

CO

Diagnóstico e Resultado,

Melhorados

Diagnóstico e Resultado,

Negativos

1

10016467

CO

Diagnóstico e Resultado,

Negativos

Diagnóstico e Resultado

1

10016479

CO

Diagnóstico e Resultado,

Positivos

Diagnóstico e Resultado

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Medium 9788582714706

Capítulo 6 - Avaliação e manejo do risco nutricional

Luiz Rohde, Alessandro Bersch Osvaldt Grupo A ePub Criptografado

Alberto Bicudo-Salomão

Marina Franzim Munhoz

Gibran Roder Feguri

José Eduardo de Aguilar-Nascimento

Foi Studley, em 1936, quem primeiro relacionou índices de mortalidade e de complicações pós-operatórias com o estado nutricional de pacientes cirúrgicos. Desde então, muitos estudos comprovaram essa relação, demonstrando impacto significativo da avaliação e da terapia nutricional na melhoria de resultados operatórios. Não obstante, mesmo nos dias de hoje, a avaliação do estado nutricional vem sendo muitas vezes negligenciada em pacientes hospitalizados. Em nosso meio, o estudo Ibanutri identificou que aproximadamente 50% dos pacientes da rede pública de saúde (SUS) encontravam-se desnutridos de forma moderada a grave. Destes, pouquíssimos possuíam em seus prontuários sequer algum registro de avaliação nutricional ou terapia nutricional especializada.

Define-se desnutrição como o estado em que há deficiência, excesso ou desequilíbrio de energia, proteínas e outros nutrientes que causem efeitos adversos mensuráveis na estrutura tecidual ou corporal, na função orgânica e na evolução clínica. Trata-se de uma conceituação ampla, que inclui tanto desnutrição proteico-energética como desequilíbrio de micronutrientes – encontrado frequentemente em idosos, obesos e portadores de doenças crônicas debilitantes. A desnutrição é um problema estatisticamente apreciável em pacientes cirúrgicos e predispõe ao aumento da incidência de complicações e mortalidade pós-operatórias em comparação com doentes eutróficos, culminando em maiores custos hospitalares e maior tempo de internação.

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Medium 9788582714621

Capítulo 80. Complicações em anestesia

James Manica Grupo A PDF Criptografado

1322

Anestesiologia

80.

Complicações em anestesia

Patrícia W. Gamermann

O reconhecimento e o manejo precoce das complicações anestésicas podem melhorar os desfechos perioperatórios e diminuir os custos hospitalares. A probabilidade específica de cada complicação depende da natureza do procedimento, da técnica anestésica utilizada e das comorbidades do paciente. O risco de algumas complicações pode ser reduzido por meio da avaliação e otimização pré-operatórias.

As complicações mais comuns na sala de recuperação pós-anestésica (SRPA) são as náuseas e vômitos pós-operatórios

(NVPO), com incidência relatada entre 10 e 30%. Outros problemas comuns envolvem obstrução das vias aéreas superiores (6,9%), hipotensão (2,7%), arritmias (1,4%), hipertensão

(1,1%) e eventos cardíacos maiores (0,6%).1,2

Complicações pulmonares

As complicações pulmonares são uma das principais causas de morbimortalidade no período pós-operatório.3 A incidência varia de 5 a 80% – dependendo da população estudada e dos critérios usados para defini-las. As mais frequentes incluem atelectasia, broncospasmo, pneumonia e exacerbação da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).4 No Quadro 80.1, estão descritas estratégias que podem ser utilizadas para a redução das complicações pulmonares pós-operatórias.

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Medium 9788580554502

Capítulo 48 - Princípios gerais do tratamento antimicrobiano

Randa Hilal-Dandan, Laurence Brunton Grupo A PDF Criptografado

VII

Seção

48

Capítulo

Quimioterapia das doenças microbianas

Princípios gerais do tratamento antimicrobiano

QUIMIOTERAPIA ANTIMICROBIANA

Os microrganismos importantes sob a perspectiva médica podem ser classificados em quatro grupos gerais: bactérias, vírus, fungos e parasitos. De forma similar, os antibióticos são diretamente classificados como (1) antibacterianos, (2) antivirais, (3) antifúngicos e (4) antiparasitários. As moléculas antimicrobianas devem ser entendidas como ligantes, cujos receptores são proteínas microbianas. As proteínas microbianas atingidas pelo antibiótico são componentes essenciais das reações bioquímicas dos microrganismos e a interferência com estes processos fisiológicos resulta na sua destruição. Os processos bioquímicos geralmente inibidos incluem a síntese das paredes celulares das bactérias e dos fungos; as sínteses da membrana celular e das subunidades ribossômicas 30s e 50s; o metabolismo dos ácidos nucleicos; as funções das topoisomerases e das proteases e integrases virais; as proteínas de fusão do envoltório viral; a síntese do folato pelos parasitos; e os processos de desintoxicação química dos parasitos.

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Grupo A (61)
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Medium 9788580554212

Caso 23 - Síndrome da dor patelofemoral

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Síndrome da dor patelofemoral

Robert C. Manske

CASO 23

Uma adolescente de 16 anos, jogadora de vôlei competitivo, com uma história de dor e edema intermitentes na face anterior do joelho direito, é encaminhada

à fisioterapia para avaliação e tratamento. Há seis semanas, ela fez uma cirurgia de desbridamento de coxim gorduroso e tem comparecido às sessões de fisioterapia desde então, em outra instituição ambulatorial. Cada vez que ela retorna ao vôlei, a dor e o edema reaparecem. As atividades necessárias para a prática desse esporte incluem correr, fazer cortadas, saltar e pivotar; todas essas atividades aumentam a dor. Durante os 2 anos anteriores à cirurgia, a dor era na face medial do joelho. Entretanto, desde a cirurgia, ela sente dor tanto na face medial como na face externa do joelho. Nas últimas 4 semanas, tem sentido dor e edema semelhantes aos que tinha antes da operação. Seja com o aumento da prática ou da frequência do jogo, a dor no joelho anterior aumenta até 8, em uma escala visual analógica (EVA) de dor que vai de 1 a 10.

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Medium 9788565852845

Apêndice A - Definições de classes terapêuticas

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

A

Definições de classes terapêuticas

Abrasivo: substância que remove uma camada externa, como uma placa dentária (pedra-pomes).

Absorvente: fármaco que captura outras substâncias químicas em sua estrutura, empregado para reduzir a biodisponibilidade de substâncias tóxicas (p. ex., policarbofil, absorvente gastrintestinal).

Acidificante sistêmico: fármaco que reduz o pH corporal, útil para restabelecer o pH normal em pacientes com alcalose sistêmica (cloreto de amônia).

Acidificante urinário: fármaco que reduz o pH do filtrado renal e da urina (fosfato de sódio monobásico).

Adjuvante da penicilina: fármaco que aumenta a duração sistêmica da penicilina por inibir sua excreção renal (probenecida).

Adrenérgico: fármaco que ativa órgãos inervados pelo sistema nervoso simpático; fármaco simpatomimético (adrenalina).

Adrenocorticosteroide, anti-inflamatório: hormônio do córtex adrenal que regula o metabolismo orgânico e inibe a resposta inflamatória, um glicocorticoide (prednisolona).

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Caso 1 - Impacto subacromial

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Impacto subacromial

Christy Schuckman

CASO 1

Um homem destro com 18 anos de idade, segundo prescrição de um ortopedista, procura uma clínica de fisioterapia para avaliação e tratamento de impacto subacromial no ombro direito. Diz ter começado a sentir dores no ombro, há umas quatro semanas, e atribui essa condição ao fato de ter jogado tênis três vezes na semana anterior depois de um inverno inteiro sem praticar esse esporte. A dor no ombro aumenta quando ele estende o braço para a frente, tenta levar a mão às costas, levanta qualquer tipo de peso com o braço direito ou joga tênis. Além disso, o paciente relata que não consegue enfiar o cinto na presilha na parte de trás, nem enfiar a camisa dentro da calça nas costas, embora fizesse esses movimentos antes sem nenhuma dificuldade. A única posição que alivia a dor nas costas é deixar o braço na lateral do corpo. O médico receitou-lhe medicamentos anti-inflamatórios não esteroides, e isso ajudou a reduzir a intensidade da dor. O raio X (tirado pelo médico no consultório) das articulações glenoumeral e acromioclavicular deu negativo para anormalidades

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Lista por condição de saúde (ordem alfabética)

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

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CASOS CLÍNICOS EM FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA

LISTA POR CONDIÇÃO DE SAÚDE (ORDEM ALFABÉTICA)

Nº CASO

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4

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9

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31

24

32

10

TÓPICO

Capsulite adesiva – diagnóstico

Capsulite adesiva – tratamento

Cirurgia reparadora do manguito rotador: quatro semanas de reabilitação

Coluna lombar: hérnia de disco – abordagem de diagnóstico e terapia mecânica (McKenzie)

Dor crônica cervical

Dor lombar: manipulação

Epicondilalgia lateral

Epifisiólise proximal do fêmur (EPF)

Espondilolistese degenerativa

Espondilolistese em um atleta jovem

Estabilização cirúrgica para instabilidade do ombro: reabilitação para retorno ao esporte

Fascite plantar

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Apêndice B - Glossário de termos farmacêuticos

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

B

Glossário de termos farmacêuticos

Adesivo: um sistema de liberação de fármaco que contém um adesivo em um dos lados, geralmente aplicado em um local externo do corpo. Seus ingredientes difundem-se passivamente ou são transportados de modo ativo de alguma porção do adesivo.

Adesivo transdérmico matricial: sistema transdérmico que usa uma matriz polimérica contendo um fármaco, destinada à liberação sistêmica através da pele; geralmente a pele é a membrana controladora da difusão do fármaco.

Adesivo transdérmico matricial: sistema transdérmico com reservatório do fármaco contido entre uma camada adesiva e uma membrana de controle da difusão; o reservatório de fármaco consiste geralmente em uma dispersão semissólida ou uma solução.

Aerossol: forma farmacêutica acondicionada sob pressão, que contém substâncias ativas liberadas sob atuação de um sistema de válvulas apropriado.

Água aromática: solução aquosa clara saturada (a menos que especificado de outro modo), com um ou mais óleos voláteis ou outras substâncias aromáticas ou voláteis.

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