Artmed (638)
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Medium 9788580555790

Capítulo 34. Medicina do trabalho

Ian B. Maitin Artmed PDF Criptografado

Medicina do trabalho

Evelyn Balogun, MD

LESÕES NO LOCAL DE TRABALHO

Como sociedade, colocamos grande significado no valor do trabalho e da produtividade. Esse sistema de valor reflete-se na quantidade de tempo que o adulto comum passa no local de trabalho. De modo similar, a expectativa de segurança no local de trabalho é reconhecida como um bom modelo de negócios. Uma mão de obra saudável diminui a taxa de rotatividade de empregados e os custos relacionados a treinamento e contratação. Os trabalhadores saudáveis também minimizam os custos gerados pelo absenteísmo no trabalho e pela perda de produtividade. Muitos trabalhadores são capazes de sustentar seu nível de produtividade sem interrupção, mas, como quaisquer situações de perturbação do sistema podem se desenvolver, o resultado é a lesão e o prejuízo da função.

O campo da medicina ocupacional e ambiental busca particularmente administrar esses assuntos. Os profissionais de saúde desse campo são treinados de modo a serem defensores de ambientes de trabalho mais seguros, mas também buscam lidar com o manejo das lesões decorrentes do trabalho de forma eficaz e segura. A natureza do trabalho em si e os riscos potenciais associados aos contextos de trabalho específicos mudaram significativamente desde a Revolução Industrial. O campo da medicina ocupacional evoluiu com essas alterações. Os especialistas nessa função atuam como agentes de mudança que podem liderar a adaptação de melhores padrões de prática e leis que afetam uma população maior de trabalhadores e seu local de trabalho.

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Medium 9788582714072

Capítulo 39 - Cirurgia laparoscópica e robótica em ginecologia

Eduardo Pandolfi Passos; José Geraldo Lopes Ramos; Sérgio H. Martins-Costa; José Antônio Magalhães, Carlos Henrique Menke; Fernando Freitas Artmed PDF Criptografado

39

Cirurgia laparoscópica e robótica em ginecologia

José Geraldo Lopes Ramos

Rosi Pereira Balbinotto

Ana Luiza Gutierrez

Carlos Augusto Bastos de Souza

Fundamentos em laparoscopia

A introdução da laparoscopia na ginecologia teve início com os primeiros trabalhos desenvolvidos por Raoul Palmer na década de

1950. O francês idealizou um procedimento sistemático e, por meio do desenvolvimento de instrumentos e de critérios para insuflação de gás carbônico na cavidade abdominal, permitiu o estudo endoscópico das patologias pélvicas. Seus estudos serviram para divulgar o método por toda a Europa.

O desenvolvimento de eletrocirurgias e o aprimoramento das lentes e da iluminação permitiram o desenvolvimento da laparoscopia operatória, que na ginecologia teve marco importante com o Dr. Kurt Semm na década de 1970. Com os avanços da tecnologia e dos instrumentais, foi possível a realização das primeiras cirurgias tubárias e abordagens ovarianas e, posteriormente, a realização de histerectomias, miomectomias e outros procedimentos.

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Medium 9788580555585

Capítulo 47. Infecções da pele e dos tecidos moles

Barbara G. Wells; Joseph T. DiPiro; Terry L. Schwinghammer; Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

47

CAPÍTULO

Infecções da pele e dos tecidos moles

•• As infecções bacterianas da pele podem ser classificadas em primárias ou secundárias (Quadro

45-1). As infecções bacterianas primárias são geralmente causadas por uma única espécie de bactéria e costumam acometer áreas de pele saudável (p. ex., impetigo e erisipela). Por outro lado, as infecções secundárias surgem em áreas de pele previamente lesionada e, com frequência, são polimicrobianas.

•• As condições que podem predispor o paciente ao desenvolvimento de infecções da pele e dos tecidos moles (IPTM) incluem: (1) presença de uma alta concentração de bactérias; (2) umidade excessiva da pele; (3) suprimento sanguíneo inadequado; (4) disponibilidade de nutrientes para as bactérias; e (5) dano do estrato córneo, possibilitando a penetração das bactérias.

•• As IPTM são causadas por microrganismos gram-positivos e, menos comumente, por bactérias gram-negativas presentes na superfície da pele. O Staphylococcus aureus e o Streptococcus pyogenes são responsáveis pela maioria dos casos de IPTM. O S. aureus resistente à meticilina associado à comunidade (CA-MRSA, de community-associated methicillin-resistant S. aureus) emergiu e, com frequência, é isolado de pacientes saudáveis nos demais aspectos.

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Medium 9788580555585

Capítulo 20. Distúrbios da tireoide

Barbara G. Wells; Joseph T. DiPiro; Terry L. Schwinghammer; Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

20

CAPÍTULO

Distúrbios da tireoide

•• Os distúrbios da tireoide envolvem a produção ou a secreção dos hormônios tireoidianos e resultam em alterações da estabilidade metabólica.

FISIOLOGIA DOS HORMÔNIOS da tireoide

•• Os hormônios da tireoide — tiroxina (T4) e tri-iodotironina (T3) — são formados a partir da tireo-

globulina, uma grande glicoproteína sintetizada pela tireoide. O iodeto inorgânico, após entrar na célula folicular da tireoide, é oxidado pela tireoide peroxidase e liga-se covalentemente (organificação) aos resíduos de tirosina da tireoglobulina.

•• Os resíduos de tirosina iodados — a monoiodotirosina (MIT) e a di-iodotirosina (DIT) — combinam-se (acoplam-se) para formar as iodotironinas em reações catalisadas pela tireoide peroxidase. Assim, duas moléculas de DIT combinam-se para formar o T4, e a MIT e DIT ligam-se para formar o T3.

•• A proteólise no interior das células tireoidianas libera o hormônio tireoidiano na corrente sanguínea. O T4 e o T3 são transportados pela globulina de ligação de hormônio tireoidiano (TBG, de thyroid-binding globulin), pela transtiretina e pela albumina. Apenas o hormônio tireoidiano não ligado (livre) pode se difundir para dentro das células, produzir efeitos biológicos, e regular a secreção do hormônio tireoestimulante (TSH) pela hipófise.

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Medium 9788582714249

Capítulo 1 - Introdução

Moira Stewart; Judith Belle Brown; W. Wayne Weston; Ian R. McWhinney; Carol L McWilliam; Thomas R.Freeman Artmed PDF Criptografado

1

Introdução

Moira Stewart, Judith Belle Brown, W. Wayne Weston,

Thomas R. Freeman e Carol L. McWilliam

Na década de 1980, durante seu desenvolvimento conceitual e seu uso inicial em pesquisas e na educação, o método clínico centrado na pessoa achava-se na periferia da medicina (Brown et al., 1986, 1989; Levenstein et al., 1986; Stewart et al.,

1986, 1989; Weston et al., 1989). Na verdade, naquela época, muitos educadores e pesquisadores viam a medicina centrada na pessoa como uma “ciência mole”: a atenção e a compaixão eram reconhecidas como aspectos importantes do cuidado humanitário, mas poucos estavam conscientes do papel central da comunicação centrada na pessoa na medicina científica moderna. Na primeira edição deste livro, descrevemos todo o método clínico centrado na pessoa com o objetivo de colocá-lo no epicentro da prática clínica e da educação médica (Stewart et al., 1995).

Desde então, aprendemos muito ao apresentar esse método para muitos grupos de estudantes de medicina, residentes, colegas médicos, médicos de família e comunidade e o corpo docente de escolas de medicina em toda a América do

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Editora Manole (2585)
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Medium 9788520436776

18. Complexo do cotovelo e do antebraço

KISNER, Carolyn; COLBY, Lynn Allen Editora Manole PDF Criptografado

Complexo do cotovelo e do antebraço

18 capítulo

■■ Estrutura e função do cotovelo e do antebraço  619

Articulações do cotovelo e do antebraço  619

Características e artrocinemática da articulação do cotovelo  619

Características e artrocinemática das articulações do antebraço  620

Função

muscular no cotovelo e no antebraço  621

Ações primárias no cotovelo e no antebraço  621

Relações dos músculos do punho e da mão com o cotovelo 621

Dor

referida e lesão nervosa na região do cotovelo  621

Fontes comuns de dor referida na região do cotovelo  621

Distúrbios nervosos na região do cotovelo  621

■■ Tratamento de distúrbios e cirurgias do cotovelo e do antebraço  622

Hipomobilidade articular: tratamento conservador  622

Patologias relacionadas e etiologia dos sintomas  622

Comprometimentos estruturais e funcionais comuns  622

Limitações comuns nas atividades e restrições à participação

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Medium 9788520423332

Anexo 3. Avaliação de sobrecarga do cuidador (Zarit)

Lucia Hisako Takase Gonçalves; Francis Solange Vieira Tourinho Editora Manole PDF Criptografado

Anexo 3

Avaliação de sobrecarga do cuidador (Zarit)

Usuário: _______________________________________________________________

Data de aplicação assistida:_ ________________________________________________

Aplicador(a):_ ___________________________________________________________

Local:_ ________________________________________________________________

Nunca

Raramente

Algumas vezes

Frequentemente

Sempre

1. O(a) sr.(a) sente que

[NOME DO(A) IDOSO(A)] pede mais ajuda do que ele(a) necessita?

2. O(a) sr.(a) sente que por causa do tempo que o(a) sr.(a) gasta com [NOME

DO(A) IDOSO(A)] não tem tempo suficiente para si mesmo(a)?

3. O(a) sr.(a) se sente estressado(a) ao cuidar de

[NOME DO(A) IDOSO(A)] juntamente de cumprir com suas outras responsabilidades com a família e o trabalho?

(continua)

388

Anexo 3.indd autor ok indice ok.indd 388

5/24/12 2:15:45 PM

An ex o 3 – Avaliaçã o d e sob r ecar ga d o cuidad or (Zar it)

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Medium 9788520428306

22. Câncer de Pulmão

MOHALLEM, Andréa Gomes da Costa; FARAH, Olga Guilhermina Dias; LASELVA, Cláudia Regina Editora Manole PDF Criptografado

Caso 22

Casos de Oncologia

Câncer de Pulmão

Andrea Bezerra Rodrigues

Regiane Baptista Martins Porfírio

Cristina Vogel

Cinthia Scatena Gama

Rafael Kaliks

Paciente

I.D.M., sexo feminino, casada, 61 anos, empresária na área de silkscreen, iniciou quadro de tosse seca em crises, com cianose associada. Procurou médico que solicitou radiografia simples de tórax e tomografia computadorizada (TC) de tórax, a qual mostrou um nódulo em lobo superior de pulmão esquerdo medindo 1,8 × 1,5 × 1,3 cm. Foi submetida à ressecção do nódulo e o exame microscópico intraoperatório revelou câncer de pulmão de células não pequenas com metástase para 4/9 linfonodos peribrônquicos. Foram realizados os seguintes exames para estadiamento da doença:

TC de crânio com aspecto tomográfico normal; cintilografia óssea com conclusão de

áreas prováveis em processo osteodegenerativo próprios da idade e sem evidências neoplásicas; TC do abdome superior com fígado e demais estruturas com situação, dimensões, contornos e coeficientes de atenuação normais (classificação T1N1M0)1.

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Medium 9788520436318

37. Trato gastrintestinal: visão geral e a boca

WARD, Jeremy P. T.; LINDEN, Roger W. A. Editora Manole PDF Criptografado

37 Trato gastrintestinal: visão geral e a boca

(a)

(b)

O trato gastrintestinal

Secção transversal do trato gastrintestinal

Epitélio

Lâmina própria

Linfonodo

Muscular da mucosa

Serosa

Esôfago

Piloro

Vesícula biliar

Vilosidade

Plexo mioentérico

Glândulas salivares

Submucosa

Plexo submucoso

Estômago

Músculo circular

Músculo longitudinal

Glândula

Camada muscular externa

Fígado

Pâncreas

(d)

Deglutição. Movimento dos alimentos a partir da boca, passando pela faringe e pela porção superior do esôfago

Duodeno

Palato mole

Colo transverso

Palato duro

Jejuno e íleo

Faringe

Colo descendente

Colo ascendente

Alimento

Língua

Epiglote

Glote

Apêndice

Ânus

(c)

Reto

Traqueia

Esôfago

Esfíncter esofágico superior

Saliva

Fluxo salivar (na boca)

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Medium 9788520450680

SEÇÃO XIII – PROFILAXIAS

Andréa Remigio de Oliveira...[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

SEÇÃO XIII  PROFILAXIAS

87

Profilaxia de doença tromboembólica venosa

Leandro Utino Taniguchi

INTRODUÇÃO n  A doença tromboembólica venosa (DTV) é responsável por aproximadamente 10% dos óbitos hospitalares. Sem profilaxia adequada, 40 a

60% dos pacientes cirúrgicos e clínicos de alto risco desenvolvem TVP. n  Com a introdução de métodos adequados de profilaxia, há uma redução de 50% na incidência de DTV.

FATORES DE RISCO n  Vários são os fatores de risco associados à DTV, tanto em pacientes cirúrgicos quanto em clínicos (Tabela 1).

Tabela 1 – Fatores de risco relacionados à DTV

Idade avançada

Varicosidade nas veias periféricas

Obesidade

Imobilização

História prévia de doença tromboembólica

Paresia de membros

Cirurgia

Gravidez/puerpério

Trauma

Uso de contraceptivos orais

Câncer em atividade

Terapia de reposição hormonal

IAM

Trombocitopenia por heparina

Insuficiência cardíaca congestiva

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Grupo A (8086)
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Medium 9788536314471

33. Bacterioscopia dos nichos da cavidade bucal de humanos

Höfling, José Francisco Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 33

Bacterioscopia dos nichos da cavidade bucal de humanos objetivos

Conhecer parte da microbiota bucal.

Visualizar microscopicamente os diversos tipos morfológicos de amostras colhidas de vários ecossistemas bucais.

As bactérias da cavidade oral humana foram os primeiros microrganismos descritos para uma sociedade científica. A cavidade oral humana hospeda grande quantidade e variedade de microrganismos, já que, nessa região, são encontradas condições favoráveis com relação às exigências nutritivas, respiratórias e de aderência necessárias à colonização de organismos. Atualmente, mais de 1.000 espécies bacterianas já foram isoladas e identificadas nesse sítio do nosso organismo.

A microbiota presente nas diferentes áreas da cavidade bucal permite a instalação de verdadeiros nichos ecológicos microbianos na mucosa das bochechas, no dorso da língua, no sulco gengival e na superfície coronária dos dentes (placa dental). Algumas espécies microbianas são encontradas constantemente nessas áreas em concentrações superiores a 1% do total, constituindo a “microbiota indígena”. Aquelas espécies que são encontradas em concentrações menores constituem a “microbiota suplementar”, enquanto os microrganismos que são transitórios (apenas de passagem) compõem a “microbiota transitória”.

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Medium 9788580554502

Capítulo 1 - A invenção de fármacos e a indústria farmacêutica

Randa Hilal-Dandan; Laurence Brunton Grupo A PDF Criptografado

I

Seção Princípios gerais

1

Capítulo

A invenção de fármacos e a indústria farmacêutica

A primeira edição do Goodman & Gilman ajudou a organizar o campo da farmacologia dando-lhe validade intelectual e identidade acadêmica. Aquela edição iniciava com “O objeto da farmacologia é amplo e compreende o conhecimento de: origem, propriedades físicas e químicas, composição, ações fisiológicas, absorção, destino, excreção e usos terapêuticos dos fármacos. O fármaco pode ser definido, grosseiramente, como qualquer substância química que afeta o protoplasma vivo, sendo poucas as substâncias excluídas por esta definição”. Esta seção de Princípios Gerais disponibiliza subsídios para estas definições explorando os processos de invenção dos fármacos seguido das propriedades básicas das interações entre fármacos e sistemas biológicos: farmacodinâmica, farmacocinética (incluindo transporte e biotransformação) e farmacogenética. A seção subsequente trata do uso dos fármacos como agentes terapêuticos em humanos.

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Medium 9788582715369

Capítulo 86. Saúde da criança

Gustavo Gusso; José Mauro Ceratti Lopes; Lêda Chaves Dias Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO VIII ► CAPÍTULO 86

Saúde da criança

Ana Cecilia Silveira Lins Sucupira

Aspectos-chave

► A mortalidade infantil diminuiu muito nas últimas décadas, tendo maior queda a mortalidade pós-neonatal.

► A obesidade infantil e a má qualidade da alimentação superaram a desnutrição como problema de saúde das crianças.

► É preciso superar a visão da puericultura tradicional, restrita à criança menor de 2 anos e limitada às orientações de alimentação, higiene, vacinas e controle do crescimento e do desenvolvimento, para uma puericultura que incorpore conceitos de risco e vulnerabilidade e entenda a criança na sua dimensão psíquica e nas suas relações com a família e com a comunidade que a cerca.

A atenção à saúde da criança na atenção primária à saúde (APS) pelo médico de família e comunidade é diferente do que se entende por atenção pediátrica – esta última é específica do atendimento do pediatra. Ambas as especialidades médicas podem ter uma compreensão integral do contexto da criança; entretanto, a atenção à criança, pelo médico de família e comunidade, por atender todos os membros da família e ter instrumentos de trabalho específicos para intervir na família e na comunidade, tem maiores possibilidades de intervenção na APS.

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Medium 9788582714584

Capítulo 5.2. Anticonsulsivantes

Ricardo Alberto Moreno; Táki Athanássios Cordás Grupo A PDF Criptografado

5.2

ANTICONVULSIVANTES

RICARDO ALBERTO MORENO

DIEGO FREITAS TAVARES

DORIS HUPFELD MORENO

Estabilizadores do humor são medicamentos utilizados no tratamento das fases agudas e de prevenção de recorrências do transtorno bipolar (TB) e que, além de melhorar os episódios agudos de mania/hipomania, depressão e mistos, não induzem ciclagem para o polo oposto ao que está sendo trata­ do e nem aceleram os ciclos. Além do lítio, que trata adequadamente boa parcela dos pacientes, alguns anticonvulsivantes também figuram entre os fármacos internacionalmente reconhecidos no tratamento do TB.1-4 Nos dias de hoje, o princípio que norteia a intervenção terapêutica é o de tratar o TB, independentemente da fase aguda atual, seja maníaca, seja hipomaníaca ou depressiva, com ou sem características mistas, visto que a doença é unitária e o uso de estabilizadores independentemente das fases controlaria a recorrência, que é um aspecto cardinal da psicopatologia. Isso implica um planejamento terapêutico amplo agudo e em longo prazo. Nesta seção, vamos abordar os anticonvulsivantes aprovados pela Food and Drug Administration5

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Medium 9788582715291

Donepezila

Stephen M. Stahl Grupo A PDF Criptografado

DONEPEZILA

TERAPÊUTICA

Melhores combinações de potencialização para resposta parcial ou resistência ao tratamento

Marcas �• Aricept

•  Memac

Genérico? Sim

Classe

• Nomenclatura baseada na neurociência: inibidor da enzima acetilcolinesterase (ACh-EI)

• Inibidor da colinesterase (inibidor seletivo da acetilcolinesterase); estimulador cognitivo

Comumente prescrita para

(em negrito, as aprovações da FDA)

• Doença de Alzheimer (leve, moderada e grave)

• Transtornos da memória em outras condições

• Déficit cognitivo leve

Como a substância atua

Inibe de modo reversível e não competitivo a acetilcolinesterase (AChE) centralmente ativa, deixando mais acetilcolina disponível

• A disponibilidade aumentada de acetilcolina compensa em parte a degeneração dos neurônios colinérgicos no neocórtex que regulam a memória

• Não inibe a butirilcolinesterase

• Pode liberar fatores de crescimento ou interferir na deposição amiloide

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Grupo Gen (11480)
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Medium 9788527714068

44 - Enterobius vermicularis e Enterobíase

REY, Luís Grupo Gen PDF Criptografado

44

Enterobius vermicularis e Enterobíase

INTRODUÇÃO

O PARASITO

Organização dos vermes adultos

Fisiologia e ciclo evolutivo

RELAÇÕES PARASITO-HOSPEDEIRO

Infectividade e resistência

Patologia e sintomatologia

Diagnóstico

Tratamento

INTRODUÇÃO

A enterobíase, enterobiose ou oxiurose é uma verminose in­ testinal que tem por causa o Enterobius vermicularis, pequeno nematóide da ordem Oxyuroidea, mais conhecido como oxiú­ ro (do nome que prevaleceu durante muito tempo — Oxyuris vermicularis — e hoje na sinonímia).

Parasito exclusivamente humano, o E. vermicularis dispu­ ta com os áscaris o primeiro lugar entre as endemias parasi­ tárias, por sua alta freqüência e larga distribuição geográfica.

Mas, contrariamente às outras helmintíases que são geralmente rotuladas como “doenças tropicais”, a enterobíase incide com maior intensidade nos países de clima temperado, tanto na

Europa como na América do Norte, inclusive nos países ricos e com os mais elevados níveis de saneamento.

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Medium 9788527734721

13. Prevenção da Cárie Dentária

PINTO, Vitor Gomes Grupo Gen PDF Criptografado

v

13

Prevenção da Cárie Dentária

Milton Fernando de Andrade Silva  •  Vitor Gomes Pinto  • 

Andrea G. Ferreira Zandoná

Introdução

Neste capítulo estão descritos, passo a passo e com as vantagens e desvantagens, os vários métodos disponíveis para prevenção da cárie dentária. Consideram-se, na prática, três grandes possibilidades de intervenção. Em primeiro lugar, estão os métodos relacionados com a ação preventiva em saú­de publica – incluindo a fluoretação da água e do sal, dos suplementos dietéticos e, ainda, da água nas escolas, do leite, açúcar e gomas de mascar. Em segundo lugar, encontram-se os métodos ba­sea­dos no uso tópico (sobre os dentes) de flúo­r, sendo considerados os bochechos, as aplicações tópicas, os vernizes e os dentifrícios, acrescentando-se um item relativo ao múltiplo emprego de fluoretos. Por último, os métodos que independem do flúo­r, como é o caso dos selantes, da remoção profissional da placa e produtos não fluoretados.

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Medium 9788527718462

28 - Lesões Pigmentadas Benignas e Melanoma Maligno

ELDER, David E. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

28

David E. Elder

Rosalie Elenitsas

George F. Murphy

Xiaowei Xu

Lesões Pigmentadas Benignas e Melanoma Maligno s proliferações melanocíticas são compostas de um ou mais de três tipos relacionados de células: melanócitos, células névicas e células do melanoma, cada um dos quais pode estar localizado na epiderme, na derme ou, ocasionalmente, também no tecido subcutâ­neo. Os melanócitos são células dendríticas solitárias que, geralmente, são separadas entre si por outras células

(queratinócitos ou fibroblastos). A proliferação localizada de melanócitos pode ocorrer dando origem a neo­pla­sias melanocíticas benignas ou malignas, caracterizadas por melanócitos que se situam em contiguidade uns dos outros para formar um tumor. Os tumores benignos dos melanócitos geralmente são denominados nevos melanocíticos, enquanto os tumores malignos são denominados melanomas malignos, e as células dessas lesões são denominadas células névicas e células do melanoma, respectivamente. Embora o termo

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Medium 9788527727525

3 - Como Decifrar o Gato | Histórico Clínico e Exame Físico

LITTLE, Susan E. Grupo Gen PDF Criptografado

C A P Í T U L O

3

Como Decifrar o Gato |

Histórico Clínico e Exame Físico

Vicki Thayer

Resumo do capítulo

Como estabelecer cuidados centrados

  no relacionamento, 24

Dr. Jim Richards, antigo diretor do Cornell Feline Health

Center, afirmou: “Os gatos são mestres em esconder doen­

ças.”22 Assim como veterinários e admiradores de gatos, os clínicos precisam se tornar mestres na compreensão e na descoberta de doen­ças tão eficazmente escondidas pe­ los gatos. O propósito deste capítulo consiste em ajudar os veterinários a desenvolver técnicas para decifrar as men­ sagens obscuras, e às vezes confusas, enviadas por seus pacientes felinos. Preparar um completo histórico clínico e rea­li­zar o exame físico centrado no felino são dois instru­ mentos essenciais para resolver problemas do paciente e informar os proprietários quanto às melhores maneiras de manter seus companheiros felinos saudáveis.

Acima de tudo, trabalhando junto, em unidade, a equi­ pe de cuidados de saú­de veterinários pode passar uma mensagem consistente: a de que os gatos se beneficiam de exames de rotina e cuidados de saú­de e de bem-estar.

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Medium 9788527731355

31 - Eletrofisiologia do Coração

REECE, William O. (ed.) Grupo Gen PDF Criptografado

Robert F. Gilmour, Jr.

Base estrutural da ativação elétrica do coração, 293

Potenciais de ação de resposta rápida e de resposta lenta, 298

Alguns princípios eletrofisiológicos fundamentais, 293

Propagação dos potenciais de ação, 298

Potenciais de ação cardíacos, 294

Iniciação espontânea dos potenciais de ação, 299

Geração de um estado polarizado, 294

Nó SA, 300

Despolarização, 295

Marca‑passos supraventriculares subsidiários, 301

Repolarização, 296

Redistribuição de íons, 297

Base estrutural da ativação elétrica do coração

1 Qual é a sequência normal da ativação elétrica no coração?

2 Por que uma sequência de ativação altamente estruturada promove um desempenho cardíaco eficiente?

A principal função do coração consiste em bombear sangue, o que exige do coração a geração de uma força contrátil. Como o potencial de ação cardíaco constitui o gatilho para a contração cardíaca, a atividade mecânica do coração depende de sua atividade elétrica.

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Manole (44)
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Medium 9788520431733

3. Técnicas descritas na literatura

Cláudia Marchetti V. da Cruz Manole PDF Criptografado

3

Técnicas descritas na literatura

E

xistem poucas técnicas de massagem para bebês utilizadas e divulgadas na literatura. A mais conhecida é a Shantala, e sua variação mais recente, associada à utilização dos fundamentos das cadeias musculares fisiológicas, ainda é pouco conhecida. No sul da Ásia existe uma técnica semelhante à Shantala, que apresenta um aspecto cultural bem característico e que denominamos Massagem do sul da Ásia.

Na China, bebês e crianças recebem a Tui Na com base nas teorias da

Medicina Tradicional Chinesa.

No Ocidente, com fins terapêuticos, utiliza-se a massagem clássica ou sueca. Uma técnica variante da massagem clássica, e utilizada com objetivos psicoterapêuticos, é denominada O toque da borboleta9.

De modo geral, essas técnicas têm muitos pontos em comum.

A seguir, faremos uma breve caracterização e proporemos uma rotina simplificada de cada técnica.

Shantala

No princípio, Shantala era apenas o nome da mulher indiana que o ginecologista e obstetra francês Frédérick Leboyer observou, sentada no chão, massageando seu bebê. Mas o fato é que essa técnica é uma tradição da Índia e baseia-se nos princípios da medicina ayurvédica que, grosso modo, significa

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Medium 9788520432488

19. Integração sensorial

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

19

Integração sensorial

Patrícia Hollanda Gassen

Rogério Lopes Cruz

INTRODUÇÃO

O conhecimento do papel determinante das funções sensoriais na organização cerebral, no desenvolvimento das interações socioemocionais mais precoces, na modulação do temperamento e do comportamento infantil remete à abordagem das teo­ rias de integração sensorial (IS). Nessa temática, têm-se desenvolvido pesquisas nos campos teórico, de avaliação e da intervenção no âmbito das relações entre a atividade neural e o comportamento sensório-motor ou emocional.

A teoria de IS constitui um novo paradigma desenvolvido pela terapeuta ocupacional Anna Jean Ayres para explicar algumas perturbações neurológicas da criança não atribuíveis à lesão localizada ou a outras perturbações causadoras de deficiência, mas sim à deficiente organização do fluxo sensorial recebido e processado pelo sistema nervoso central (SNC).

A IS é um processo neurofisiológico referente à capacidade cerebral para organizar e interpretar a informação provinda dos sentidos mediante o confronto desse input com aprendizagens e memórias armazenadas no cérebro. Com base nessas operações, o organismo produzirá respostas às excitações sensoriais; que geram, por sua vez, novos estímulos. Se o estímulo inicial não for processado e organizado de forma adequada, o resultado é um efeito feedback com produção de respostas motoras e comportamentais potencialmente inadaptadas. Como resultado desse processo, estabelece-se um círculo vicioso no qual o impulso sensorial irá se alterando progressivamente causando novos impulsos e processos de retroação exponencialmente desorganizados. As consequências de tais disfunções são visíveis em lacunas no desenvolvimento ou em problemas de aprendizagem, emocionais e comportamentais.

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Medium 9788520432488

24. Psicomotricidade

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

24

Psicomotricidade

Andréa Moreno Pacheco

Introdução

A psicomotricidade é uma abordagem francesa para o estudo da gestualidade humana que considera movimento e postura como partes integrantes da expressão da personalidade, afirmando que motricidade, emoção e cognição são fatores indissociáveis no desenvolvimento humano. Sua aplicação é preventiva ou terapêutica e apresenta-se como uma possibilidade para o fisioterapeuta no tratamento das deficiências de origem neurológica. O principal objetivo da terapia psicomotora é desenvolver no paciente uma compreensão de seu corpo como ele é, para uma atuação no espaço e no tempo a partir de referências próprias, tomando consciência de suas possibilidades e de seus limites.

A psicomotricidade surgiu na França, no início do século XX, como uma abordagem corporal para os problemas psíquicos apresentada por Charcot e Dupré (1925).

A partir daí, vários autores contribuíram para seu crescimento, situando seus conceitos na neurologia e na psicologia. Foi Henri Wallon, no entanto, em 1925 e 1949, quem aprofundou os estudos que unem o tônus, pano de fundo de todo ato motor,

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30. Treino de marcha

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Treino de marcha

Heloise Cazangi Borges

Introdução

A marcha é definida como uma sequência repetitiva de movimentos dos membros para avançar o corpo adiante de forma segura e com gasto mínimo de energia. A reconquista dessa habilidade é essencial em diferentes tarefas do dia a dia e incorpora a versatilidade de ir de um lugar a outro com diferentes superfícies, como do quarto ao banheiro, atravessar ruas em um tempo adequado, fazer compras etc.

A diminuição da habilidade de deambulação é um dos problemas funcionais mais comuns na população com disfunção neurológica, entretanto as alterações que podem levar à perda de tal habilidade variam de acordo com o tipo, o local e a extensão do dano neurológico. Na literatura, há diferentes formas de classificar as disfunções da marcha, no entanto existe pouca concordância entre tais sistemas. De forma geral, os pacientes com disfunções neurológicas demonstram deficiências na marcha relacionadas a comprometimentos dos sistemas motor, sensorial, perceptual e/ou cognitivo.

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23. Protocolo do Pediasuit

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Protocolo do Pediasuit

Luana Pedrozo

Justin Thomas

Leonardo de Oliveira

Braz Paiva

Introdução

Em 1971, o Penguin suit foi desenvolvido pelo programa espacial da Rússia. Esse suit especial foi usado pelos astronautas em voos espaciais para neutralizar os efeitos nocivos da ausência de gravidade e hipocinesia sobre o corpo: perda de densidade

óssea, alteração da integração das respostas sensoriais, atrofia muscular, alteração da integração das respostas motoras, alterações cardiovasculares e desequilíbrios dos fluidos corporais. Cientistas e especialistas em medicina espacial, depois de uma longa pesquisa, criaram esse suit com ação de carga, tornando longas viagens ao espaço possíveis (Adeli Medical Center; First Step Rehabilitation Center, 2007).

O suit desenvolvido pelo programa espacial russo foi o primeiro passo para a moderna suit terapia. No entanto, o suit limitava o movimento dos astronautas e era difícil de ser vestido. Por outro lado, seu design ortopédico dinâmico foi um sucesso.

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