Artmed (609)
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Medium 9788582713686

Capítulo 19 - Agora Ouvindo as Melodias e Lendo as Partituras

Rodrigo Affonseca Bressan; Ary Gadelha; Géder Grohs Artmed PDF Criptografado

19

AGORA OUVINDO AS MELODIAS

E LENDO AS PARTITURAS

QUIRINO CORDEIRO, PEDRO SHIOZAWA

IDENTIFICAÇÃO

Féres, 31 anos, músico, natural e procedente de São Paulo.

MOTIVO DO ATENDIMENTO

Féres apresenta quadro de esquizofrenia marcado por alucinações visuais e auditivas refratárias ao uso de vários esquemas de tratamento com antipsicóticos. Por conta de sua baixa resposta clínica, os médicos responsáveis por seu tratamento o encaminharam para avaliação no laboratório de neuromodulação de nosso hospital, onde estava em acompanhamento ambulatorial.

O objetivo era oferecer ao paciente uma nova abordagem terapêutica, já que as re­percussões causadas por seus sintomas psicóticos estavam comprometendo sobre­ maneira seus estudos: o paciente era músico e estava pleiteando uma bolsa de estudos em um conservatório.

HISTÓRIA

Paciente de 31 anos de idade, sexo masculino, natural e procedente de São Paulo, com histórico de esquizofrenia, subtipo paranoide.

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Medium 9788582713877

Introdução

Evan Osar Artmed PDF Criptografado

Introdução

Este livro não foi escrito para fazer você concordar com os conceitos nele contidos. Ele não foi escrito para dizer que este é o modo de se fazer as coisas. Com mais certeza aind a, ele não foi escrito para dizer que assim é como as coisas sempre serão. Ele também não tem a pretensão de afirmar que esta abordagem funciona 100% do tempo para 100% das pessoas com as quais você irá interagir em sua profissão. Este livro foi escrito com um único propósito: fazer você pensar. Se a leitura deste livro lhe fizer parar e pensar, se levantar questões ou se desafiar o seu processo de pensamento, então eu fiz o meu trabalho bem feito.

Com a abundância de recursos disponíveis para o profissional do fitness e da saúde, o que torna este livro tão diferente dos outros de mesmo assunto? Esta citação simples, porém profunda, feita por James

­Dyson, (fundador da Dyson, fabricante de aparelhos a vácuo), resume bem – “Nós consertamos os problemas óbvios que os outros parecem ignorar”. Essa maravilhosa afirmação ressoa porque, enquanto especialista do movimento, estou constantemente trabalhando para encontrar a melhor solução para as disfunções do movimento – seja de meus clientes, pacientes ou alunos em treinamento, abordando as falhas de movimento óbvias que outros profissionais ignoraram.

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Medium 9788580556025

Capítulo 76. Síndromes endócrinas paraneoplásticas

Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Stephen L. Hauser; Dan L. Longo; J. Larry Jameson; Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Síndromes endócrinas paraneoplásicas

CAPÍTULo 76

411

Para uma discussão mais detalhada, ver Varadhachary GR, Abbruzzese JL: Carcinoma primário desconhecido, Cap. 120e, do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição, AMGH Editora.

76

Síndromes endócrinas paraneoplásicas

Os tumores, tanto malignos quanto benignos, dos tecidos não endócrinos podem secretar diversos hormônios, principalmente peptídeos hormonais, e muitos tumores produzem mais de um hormônio ((Quadro 76.1). Do ponto de vista clínico, a produção ectópica de hormônios é importante por dois motivos.

Primeiro, as síndromes endócrinas resultantes podem ser a manifestação inicial da neoplasia ou surgirem tardiamente na evolução. Em alguns casos, as manifestações endócrinas têm maior significância do que o próprio tumor, como nos pacientes com doenças malignas de crescimento benigno ou lento que secretam o hormônio liberador de corticotrofina, causando síndrome de Cushing fulminante. A frequência de reconhecimento dessa produção hormonal ectópica varia de acordo com os critérios utilizados para o diagnóstico. As síndromes mais comuns com significância clínica são aquelas com hipersecreção do hormônio adrenocorticotrófico (ACTH), hipercalcemia e hipoglicemia. De fato, a secreção ectópica de ACTH é responsável por 15 a

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Medium 9788580555790

Capítulo 36. Emergências médicas em medicina de reabilitação

Ian B. Maitin Artmed PDF Criptografado

36

Emergências médicas em medicina de reabilitação

Ernesto S. Cruz, MD

David Stolzenberg, DO

Daniel Moon, MD

À medida que o papel dos fisiatras continua evoluindo, a prática da medicina de reabilitação pode criar desafios adicionais para os médicos que tratam pacientes com condições agudas e crônicas que afetam a função global. As emergências médicas, embora infrequentes, são relatadas no contexto de reabilitação, e a equipe deve ser treinada para reagir de forma apropriada.

O fisiatra deve também saber quando solicitar consultoria precoce a fim de prevenir problemas menores que evoluem para grandes catástrofes médicas. Com frequência, os fisiatras são os

“porteiros” dos serviços médicos e não médicos quando os pacientes estão em reabilitação. A ideia de ser o primeiro contato de entrada, como a promovida em outras especialidades, como a medicina de família, a medicina interna e a pediatria, requer que os fisiatras se envolvam na coordenação geral e nos cuidados médicos de pacientes com alguma incapacidade.

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Medium 9788580555585

Apêndice 4. Doença hpeáticas induzidas por fármacos

Barbara G. Wells; Joseph T. DiPiro; Terry L. Schwinghammer; Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

APÊNDICE

4

QUADRO a4-1

Doenças hepáticas induzidas por fármacos

Abordagem para a avaliação de suspeita de reação hepatotóxica

Pontos

–3

–1

0

+1

+2

+3

Qual é a relação temporal? (dias)

??

<5

> 90

5-90

A partir do término da terapia

A partir do início da terapia

> 30

??

< 30

Há evidências de uso concomitante de uma hepatotoxinaa?

Sim

Talvez

??

Não

Existe alguma causa alternativa, como hepatite viral?

Sim

Mais provavelmente

— sim

??

Mais provavelmente — não

Dermatológicos: exantema, eritema palmar, vasculite cutânea

Não

Sim (+1 para cada um deles)

Dermatológicos: nevos aracneiformes, unhas brancas (unhas de Terry)

Não

Sim (+1 para cada um deles)

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Editora Manole (2585)
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Medium 9788520437766

3. Microbiologia da água no processo e como produto

PINTO, Terezinha de Jesus Andreoli; KANEKO, Telma Mary; PINTO, Antonio F. Editora Manole PDF Criptografado

3

Microbiologia da água no processo e como produto

Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76

Limites de alerta e ação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77

Tipos de água . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77

Água potável . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78

Águas bulk . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79

Água acondicionada como produto . . . . . . . . . . . . . . . . . 80

Microbiologia da água . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 81

Água potável . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 81

Crescimento microbiano em sistemas de água purificada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 82

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Medium 9788520432334

2. Anatomia e fisiologia respiratória do neonato e da criança

PRADO, Cristiane do; VALE, Luciana Assis Editora Manole PDF Criptografado

2

Anatomia e fisiologia respiratória do neonato e da criança

Aline Rabelo Fernandes

Felipe de Souza Rossi

Introdução

A formação e o crescimento do sistema respiratório em indivíduos saudáveis não ocorrem em um padrão simétrico e rígido antes e após o nascimento. Essa forma de crescimento desigual é um fenômeno biológico com distinções consideráveis entre pessoas e gêneros. A diferença de desenvolvimento e a variabilidade natural do número de alvéolos e das dimensões das vias aéreas poderão determinar risco para o aparecimento de doenças ou padrões de sintomas respiratórios mais graves. As crianças e, principalmente, os neonatos apresentam certas características anatomofisiológicas que as tornam mais vulneráveis aos quadros de insuficiência respiratória quando comparadas aos adultos. A importância do conhecimento da anatomia e da fisiologia, desde o período fetal, decorre do fato de o crescimento e o desenvolvimento do sistema respiratório já estarem programados desde a vida intrauterina. Há muitas razões para acreditar que, uma vez que a estrutura básica do sistema respiratório tenha sido alterada durante as fases embrionária e fetal, sua anatomia e fisiologia estarão comprometidas ao longo da vida.1,2

Neste capítulo, serão abordadas algumas particularidades do sistema respiratório do recém-nascido e da criança e os principais conceitos da fisiologia pulmonar que servem de embasamento para a fisioterapia respiratória.

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Medium 9788520427699

Apêndice D – Classificação da Acuidade Nutricional para Serviços Nutricionais

ESCOTT-STUMP, Sylvia Editora Manole PDF Criptografado

A

P

Ê

N

D

I

C

D

E

Classificação da Acuidade

Nutricional para Serviços

Nutricionais

Mais de 100 nutricionistas, gerentes de clínicas de nutrição e especialistas foram avaliados quanto a esse tipo de classificação de acuidade de seus serviços; adiante, segue um resumo. Nesse texto, estão indicados os níveis de consenso para diversos diagnósticos e problemas clínicos. Quando há um forte consenso de acordo disponível, essa tabela fornece a classificação de acuidade no que diz respeito ao envolvimento nutricional necessário de um nutricionista. A pesquisa fez as perguntas listadas na Tabela D.1.

TABELA D.1 Questões relacionadas à acuidade nutricional e ao diagnóstico clínico

Classifique sua opinião sobre o nível de envolvimento do nutricionista (com o passar do tempo, e não apenas por consulta) para os diagnósticos expostos a seguir na escala de 1 a 5, onde:

1 5 Pouco envolvimento; mínimo, podendo ser delegado a outros

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Medium 9788520428306

5. Tentativa de Suicídio (depressão)

MOHALLEM, Andréa Gomes da Costa; FARAH, Olga Guilhermina Dias; LASELVA, Cláudia Regina Editora Manole PDF Criptografado

Caso 5

Casos de Saúde Mental

Tentativa de Suicídio (depressão)

Wania Maria Zangirolamo Fidelis

Marli Alves Rolim

Ana Luiza Lourenço Simões Camargo

Paciente

M.J.S., 2º dia de internação na unidade de terapia intensiva (UTI) por intoxicação exógena

(ingestão de benzodiazepínico, Diazepam®), sexo feminino, 51 anos, viúva. Seu filho relatou que, ao encontrá-la caída no chão e não respondendo aos estímulos, observou ao seu lado duas caixas vazias do medicamento. O mesmo refere que, desde a morte de seu pai, há 1 ano, sua mãe demonstra-se desanimada, não cuidando de sua aparência e sem vontade de sair de casa. Passou a apresentar lentidão na expressão de suas ideias e no desenvolvimento de suas atividades rotineiras. Afastou-se de familiares e amigos e verbalizava não sentir mais prazer em atividades antes prazerosas, afirmando muitas vezes não querer mais viver. Ao exame físico, apresenta palidez cutaneomucosa, sonolência, pupilas fotorreagentes, obnubilação, respondendo somente quando estimulada intensamente. Apresenta bradicardia (FC = 62 bpm), bradipneia (FR = 18 rpm), hipotensão (PA = 100/60 mmHg) e hipotermia (temperatura = 35,6°C). Exames laboratoriais: sódio = 127 mEq/l (VR = 137 a 145 mEq/l), potássio

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Medium 9788520430002

Doenças Cardiovasculares

NOBRE, Fernando Editora Manole PDF Criptografado

Doenças Cardiovasculares

Abre.indd 113

4/12/10 2:41:25 PM

Abre.indd 114

4/12/10 2:41:25 PM

1

Hipertensão Arterial Primária

Fernando Nobre

DIAGNÓSTICO

A classificação da pressão arterial de acordo com o seu nível está definida na Tabela

1, segundo as V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão – DBH V 1 .

Tabela 1. Classificação da pressão arterial de acordo com o seu nível – DBH V.

Classificação

Pressão sistólica (mmHg)

Pressão diastólica (mmHg)

Ótima

< 120

< 80

Normal

< 130

< 85

Limítrofe

130-139

85-89

Hipertensão estágio 1

140-159

90-99

Hipertensão estágio 2

160-179

100-109

Hipertensão estágio 3

≥ 180

≥ 110

Hipertensão sistólica isolada

≥ 140

< 90

Quando as pressões sistólica e diastólica de um paciente situam-se em categorias diferentes, a maior deve ser utilizada para classificação da pressão arterial.

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Grupo A (8481)
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Medium 9788582713785

Capítulo 9: Transtornos de ansiedade

Benjamin J. Sadock; Virginia A. Sadock; Pedro Ruiz Grupo A PDF Criptografado

9

Transtornos de ansiedade

� 9.1 Visão geral

A ansiedade representa um fenômeno fundamental em torno do qual diversas teorias psiquiátricas foram organizadas. Portanto, o termo

“ansiedade” tem desempenhado um papel central na teoria psicodinâmica, bem como na pesquisa focada na neurociência e em várias escolas de pensamento fortemente influenciadas pelos princípios cognitivo-comportamentais. Os transtornos de ansiedade estão associados com morbidade significativa e com frequência são crônicos e resistentes a tratamento. Eles podem ser vistos como uma família de transtornos mentais relacionados, mas distintos, que inclui (1) transtorno de pânico, (2) agorafobia, (3) fobia específica, (4) transtorno de ansiedade social ou fobia e (5) transtorno de ansiedade generalizada. Cada um desses transtornos é discutido em detalhe nas seções que seguem.

Um aspecto fascinante dos transtornos de ansiedade é a extraordinária interação entre fatores genéticos e experiência. Existe pouca dúvida de que genes anormais predispõem a estados de ansiedade patológica; entretanto, as evidências indicam com clareza que acontecimentos de vida traumáticos e estresse também são etiologicamente importantes. Assim, o estudo desses transtornos apresenta uma oportunidade única de entender a relação entre natureza e criação na etiologia dos transtornos mentais.

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Medium 9788582715369

Capítulo 213. Dor no punho e nas mãos

Gustavo Gusso; José Mauro Ceratti Lopes; Lêda Chaves Dias Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 213

Dor no punho e nas mãos

Marcelo Suderio Rodrigues

Fernanda Naspolini Zanatta

Aspectos-chave

► As causas de dor na mão e no punho estão comumente relaciona-

► O mecanismo de trauma e a localização da dor, do edema ou da

das a lesões por traumas diretos ou quedas, ou a lesões devido ao uso repetitivo da mão ou do punho.

deformidade se correlacionam bem com os ossos do punho que sofreram fratura.

► As causas de dor secundárias a lesões traumáticas de mãos e dedos

► As causas de dor não traumáticas em geral têm diagnóstico clínico,

necessitam de avaliação radiográfica para afastar a possibilidade de fratura.

Caso clínico

Giovana, 40 anos, procura seu médico de família porque há alguns meses vem sentindo dor e formigamento na sua mão direita. No início, apresentava apenas um leve incômodo, mas os sintomas aumentaram,

sem necessidade da realização de exames complementares.

com sensação de dormência e dor, principalmente à noite. Os sintomas pioram se ela permanece longos períodos usando o computador, atividade que realiza em função de sua ocupação laboral. Diz que sacode um pouco as mãos para aliviar os sintomas. Fez uso por conta própria de ibuprofeno, e como não teve melhora, resolveu vir à consulta. Questiona se precisa realizar uma ultrassonografia (US) para saber o que tem.

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Medium 9788582715178

Capítulo 4 - Desafios Bioéticos

Daniel Martins de Barros Grupo A PDF Criptografado

4

Desafios bioéticos

A consciência de que a atuação médica deve se pautar pela ética está presente na profissão desde seus primórdios. Já no Juramento de Hipócrates25 vemos lançadas as bases do sigilo e a beneficência:

Em todas as casas em que entrar, fá-lo-ei apenas para benefício dos doentes, evitando todo o mal voluntário e a corrupção, especialmente a sedução das mulheres, dos homens, das crianças e dos servos.

Sobre aquilo que vir ou ouvir respeitante à vida dos doentes, no exercício da minha profissão ou fora dela, e que não convenha que seja divulgado, guardarei silêncio como um segredo religioso.

Foi em meados do século XX, contudo, que os códigos de ética começaram a ser formalizados para balizamento da atuação profissional. Tais códigos são tentativas de operacionalizar fundamentos essenciais, que não poderiam faltar de forma alguma na interação com os doentes.

Embora as definições variem, adotamos a nomenclatura ética para esses fatores essenciais e universais, que permanecem a despeito das mudanças tecnológicas ou dos costumes. Tradicionalmente a ética médica apoia-se em quatro pilares que buscam refletir esses fundamentos:

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Medium 9788582715888

Capítulo 21 - Transfusão de sangue e hemocomponentes no paciente crítico

Renata Andréa Pietro Pereira Viana; Iveth Yamaguchi Whitaker; Suely Sueko Viski Zanei Grupo A ePub Criptografado

Helena B. Carvalho

Flávia Fumachi

A transfusão de sangue ou outro produto sanguíneo é comum nas unidades de terapia intensiva (UTIs). Estima-se que entre 40 e 50% dos pacientes recebam uma ou mais transfusões de glóbulos vermelhos na UTI, das quais cerca de 90% são realizadas no contexto de anemia estável.1,2

O uso adequado dos hemoderivados exige que os potenciais benefícios e riscos da transfusão sejam cuidadosamente mensurados para cada paciente. A indicação da transfusão é médica e deve seguir protocolos institucionais baseados em evidências.2 Porém, a administração e a vigilância das complicações da transfusão de hemoderivados na UTI são de responsabilidade dos enfermeiros, visando garantir a segurança dos pacientes. No presente capítulo, são enfatizados os principais hemocomponentes utilizados e os cuidados essenciais do tratamento.

A transfusão de sangue e hemocomponentes consiste na transferência de sangue e seus derivados – doados por uma pessoa (doador) – para outro indivíduo (receptor). Essa intervenção terapêutica não é isenta de eventos adversos, como risco de transmissão de doenças infectocontagiosas, entre outras complicações clínicas. Assim, é indispensável que a hemoterapia seja criteriosamente indicada e racionalizada.

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Medium 9788565852043

Capítulo 1 - Noções básicas sobre o funcionamento psíquico

Cláudio L. Eizirik, Ana Margareth S. Bassols & Cols Grupo A PDF Criptografado

Noções básicas sobre o funcionamento psíquico

INTRODUÇÃO

O funcionamento psíquico baseia-se em uma complexa interação de elementos biológicos, psicológicos e sociais. Quando se avaliam o estado psicológico e o comportamento de uma pessoa, três fenômenos devem ser considerados. O primeiro é que os tipos de comportamento ou estado emocional, caracterizados como normais ou anormais, variam enormemente com a idade: o que se considera normal em um estágio do desenvolvimento pode ser considerado decisivamente anormal em outro. O segundo fenômeno é que o desenvolvimento psicológico não prossegue de modo uniforme: ocorre em estágios descontínuos, separados por períodos de mudanças bruscas ou de transição de um estágio para outro. Já o terceiro diz respeito ao ambiente ou à cultura em que cada pessoa vive, com suas peculiaridades, tradições e costumes.

A identificação e a descrição dos estágios do desenvolvimento são importantes para todos os

CLÁUDIO LAKS EIZIRIK

ANA MARGARETH SIQUEIRA BASSOLS

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Grupo A (61)
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Medium 9788565852845

Apêndice A - Definições de classes terapêuticas

Loyd V. Allen Jr.; Nicholas G. Popovich; Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

A

Definições de classes terapêuticas

Abrasivo: substância que remove uma camada externa, como uma placa dentária (pedra-pomes).

Absorvente: fármaco que captura outras substâncias químicas em sua estrutura, empregado para reduzir a biodisponibilidade de substâncias tóxicas (p. ex., policarbofil, absorvente gastrintestinal).

Acidificante sistêmico: fármaco que reduz o pH corporal, útil para restabelecer o pH normal em pacientes com alcalose sistêmica (cloreto de amônia).

Acidificante urinário: fármaco que reduz o pH do filtrado renal e da urina (fosfato de sódio monobásico).

Adjuvante da penicilina: fármaco que aumenta a duração sistêmica da penicilina por inibir sua excreção renal (probenecida).

Adrenérgico: fármaco que ativa órgãos inervados pelo sistema nervoso simpático; fármaco simpatomimético (adrenalina).

Adrenocorticosteroide, anti-inflamatório: hormônio do córtex adrenal que regula o metabolismo orgânico e inibe a resposta inflamatória, um glicocorticoide (prednisolona).

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Medium 9788580554212

Caso 20 - Osteoartrite (OA) do Quadril

Casos clínicos em fisioterapia ortopédica Grupo A PDF Criptografado

Osteoartrite (OA) do Quadril

Paul Reuteman

CASO 20

Um homem de 58 anos veio por conta própria a uma clínica ambulatorial de fisioterapia com a queixa principal de dor na parte anterolateral do quadril direito. A intensidade da dor e a progressão de suas limitações funcionais levaram-no a buscar assistência médica. Foi feito um exame diagnóstico de imagem, que revelou sinais de osteoartrite do quadril (Fig. 20.1). Seu médico, clínico geral, o encaminhou a um ortopedista para discutir opções cirúrgicas. Entretanto, o paciente optou por uma via conservadora para tratar seus sintomas e marcou uma consulta com um fisioterapeuta. Ele descreve que sente dor intermitente no quadril, a qual se agrava ao ficar de cócoras, ao subir degraus e quando faz rotação do quadril durante atividades com pesos. Não tem sido capaz de prosseguir com seu programa habitual de condicionamento físico cardiovascular por causa da dor. Sua meta é retornar a seu nível prévio de função durante as atividades da vida cotidiana e retomar seu programa de treinamento cardiovascular e de fortalecimento na academia de seu clube.

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Medium 9788580554212

Caso 5 - Cirurgia reparadora do manguito rotador: quatro semanas de reabilitação

Casos clínicos em fisioterapia ortopédica Grupo A PDF Criptografado

Cirurgia reparadora do manguito rotador: quatro semanas de reabilitação

Todd S. Ellenbecker

David S. Bailie

CASO 5

Um homem com 55 anos de idade foi encaminhado ao fisioterapeuta duas semanas após uma cirurgia reparadora do manguito rotador. A lesão tinha ocorrido há três meses, em um jogo de tênis, em que ele sacara repetidas vezes e sentira uma dor gradualmente progressiva no ombro. A dor continuou depois do jogo e foi aumentando até se manifestar durante o repouso e o sono e em todas as atividades do dia a dia. O paciente consultou um cirurgião ortopedista que avaliou o ombro e diagnosticou fraqueza significativa no ombro direito (dominante) durante a rotação externa e a elevação e dor ao longo das bordas anterior e lateral do acrômio. Uma varredura por RM com contraste revelou uma ruptura de 2 cm de espessura no tendão supraespinal, estendendo-se posteriormente até o infraespinal, sem ruptura labral concomitante. Descobriu-se que o paciente tinha um acrômio do tipo II. Foi submetido, com êxito, a uma cirurgia reparadora artroscópica do manguito rotador com âncoras de sutura e uma modesta acromioplastia para tratar o acrômio do tipo II. Imediatamente após a operação, recebeu instruções que incluíam: exercícios pendulares de Codman, de encolher os ombros e retrações escapulares, exercícios de fortalecimento de preensão da mão e informações sobre o uso de tipoia para proteger o ombro. Duas semanas após a cirurgia, examinaram as incisões, removeram as suturas externas e encaminharam o paciente ao fisioterapeuta com a solicitação de “avaliar e tratar”.

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Medium 9788565852845

Capítulo 2 - Desenvolvimento e processo de aprovação de novos medicamentos

Loyd V. Allen Jr.; Nicholas G. Popovich; Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

OBJETIVOS

2

Desenvolvimento e processo de aprovação de novos medicamentos

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Diferenciar uma petição de medicamento sob investigação (IND, do inglês

2.

3.

4.

5.

6.

7.

8.

9.

investigational new drug application) de uma petição para registro de medicamento novo (NDA, do inglês new drug application).

Diferenciar entre estudos clínicos de fase 1, fase 2, fase 3 e fase 4.

Dar exemplos de fontes de novos fármacos.

Diferenciar os vários métodos de descoberta de novos fármacos.

Delinear as circunstâncias em que um fármaco antigo pode ser classificado como “novo”.

Definir farmacologia, metabolismo de fármacos e toxicologia.

Explicar um tratamento IND.

Definir medicamento órfão.

Definir bula e informações que devem conter nela.

O Federal Food, Drug and Cosmetic Act, conforme regulamentado pela Edição 21 do U.S. Code of

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Medium 9788580554212

Caso 27 - Lesão do ligamento colateral medial (LCM) do joelho

Casos clínicos em fisioterapia ortopédica Grupo A PDF Criptografado

Lesão do ligamento colateral medial

(LCM) do joelho

Janice K. Loudon

CASO 27

Um jogador de futebol americano de Ensino Médio, de 16 anos, foi lesionado quando atingido no lado externo do joelho enquanto corria com a bola. Ele imediatamente caiu no gramado e não conseguiu apoiar o peso sobre a perna direita. O adolescente não retornou ao jogo. Depois de um exame à beira do campo, o médico do time o diagnosticou com uma lesão do ligamento colateral medial de grau II. A meta do jogador é voltar a jogar o mais cedo possível.

Que sinais do exame podem estar associados a este diagnóstico?

Quais são os testes mais apropriados?

 Com base no diagnóstico, quais poderiam ser os fatores que limitam as atividades?

 Quais são as intervenções de fisioterapia mais apropriadas?

 Quais são as medidas de resultados da fisioterapia mais apropriadas para o retorno ao esporte?

 Qual é seu prognóstico para reabilitação?

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Grupo Gen (11464)
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Medium 9788527727495

117 - Sepse e Insuficiência de Múltiplos Órgãos

IRWIN, Richard S.; LILLY, Craig M.; RIPPE, James M. Grupo Gen PDF Criptografado

117

Sepse e

Insuficiên­cia de

Múltiplos Órgãos

Marie Mullen

“A febre héctica (sepse), em seu início, é difícil de diagnosticar, mas fácil de curar.

Com o decorrer do tempo, se não reconhecida nem tratada, torna-se fácil de diagnosticar, mas difícil de curar.”

– Nicolau Maquiavel (1498)

I. Princípios gerais

A. Definições.

1. Síndrome de resposta inflamatória sistêmica (SRIS). a. Resposta clínica a lesão inespecífica, que inclui traumatismo, queimaduras, infecção, pancreatite ou outra afecção inflamatória. b. Componentes clínicos da SRIS (a definição exige dois elementos). i. Temperatura $ 38°C ou # 36°C. ii. Fre­quência cardía­ca $ 90 bpm. iii. Fre­quência respiratória $ 20 incursões respiratórias por minuto (irpm). iv. Contagem de leucócitos . 12.000 ou , 4.000 ou . 10% bastões. v. PaCO2 , 32 mmHg.

2. Sepse. a. Infecção confirmada ou suspeita e evidências de resposta inflamatória clínica. b. Critérios de 1992 – Dois ou mais critérios de SRIS com infecção associada definem a sepse. c. Critérios de 2001 – Infecção confirmada ou suspeita com alguns marcadores de inflamação (Tabela 117.1).

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Medium 9788527734714

36 - Exame Clínico

PORTO, Celmo Celeno Grupo Gen PDF Criptografado

36

Exame Clínico

José Laerte Rodrigues da Silva Júnior e Marcelo Fouad Rabahi

Anamnese

A importância do exame clínico nas doen­ças pulmonares pode ser exemplificada nas situações em que os exames com‑ plementares têm mais importância para fazer diagnóstico diferencial do que para confirmar uma hipótese diagnóstica, rea­li­zada com base na anam­ne­se e no exame físico. Na asma

intermitente, por exemplo, o diagnóstico é firmado pelos sinto‑ mas de vias respiratórias inferiores, atopia e história familiar, pois nessa situação, tanto a prova de função pulmonar quanto a radio‑ grafia de tórax rea­li­zadas fora da crise são normais.

A identificação inclui idade, sexo, cor da pele, profissão, domicílios atual e anteriores, tempo de residência no local, procedência, profissão e ocupação.

Idade. Existem malformações congênitas ligadas diretamente ao sistema respiratório ou com repercussão sobre ele. São exemplos: atresia do esôfago e fístulas que condicionam o aparecimento de pneumonias aspirativas, cistos pulmonares congênitos, pneumotórax, pneumomediastino, agenesia lobar congênita.

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Medium 9788527731539

Parte 5 - 14 - Verificação e Cuidados com Oximetria de Pulso

CARMAGNANI, Maria Isabel Sampaio; FAKIH, Flávio Trevisani; CANTERAS, Lígia Mara da Silva; TERERAN, Nathalia Perazzo; CARNEIRO, Ieda Aparecida Grupo Gen PDF Criptografado

14

Verificação e

Cuidados com

Oximetria de Pulso

Verificação e cuidados com oximetria de pulso

Objetivo

Descrição e sequência dos passos

Monitorar a saturação de oxigênio (SpO2) no sangue arterial de forma não invasiva.

• Confirme o paciente e o procedimento a ser realizado

• Verifique no prontuário do paciente o resultado da medida da

saturação de oxigênio anterior

• Reúna o material na bandeja e leve para o quarto do paciente

• Explique o procedimento ao paciente e ao acompanhante

• Abaixe a grade da cama do lado em que vai se posicionar

• Higienize as mãos (consulte Higienização das mãos, p. 10)

• Posicione o paciente em decúbito dorsal com a cabeceira elevada a 30°

• Avalie o local onde será colocado o sensor: dedo, lóbulo da orelha ou na crista do nariz em pacientes adultos; a escolha do dedo indicador é preferencial (insira o dedo do paciente no fim do sensor)

• Acomode o aparelho na mesa de cabeceira (monitor)

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Medium 9788527732253

1 - Anamnese e Exame Físico

CARVALHO, Antonio Carlos; KAWAKAMI, Suzi Emiko; PEREIRA, João Batista Saúd Grupo Gen PDF Criptografado

1

Anamnese e Exame Físico

Suzi Emiko Kawakami e Marcos Damião Cândido Ferreira

Introdução

A anam­ne­se e o exame físico são importantes fundamentos para a formulação de diversas hipóteses diagnósticas. Hoje, na presença de inúmeros exames complementares, uma boa semiologia do sistema cardiovascular con­ti­nua sendo fundamental, pois direciona os exames a serem solicitados, melhora os resultados e reduz custos.

Anamnese

É importante caracterizar as queixas e pesquisar comorbidades, principalmente aquelas que aumentam o risco cardiovascular [p. ex., hipertensão arterial sistêmica (HAS), diabetes melito (DM) e dislipidemias (DLP)], assim como as manifestações diretas de aterosclerose, como infarto agudo do miocárdio

(IAM) prévio, acidente ­vascular encefálico (AVE) e doen­ça ­vascular periférica.

Além disso, deve-se investigar a história familiar de doen­ça coronariana precoce (homens < 55 anos e mulheres < 65 anos) e os hábitos do paciente, como prática de atividade física, tabagismo, etilismo e uso de drogas ilícitas.

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Medium 9788527729246

Capítulo 8 - Sistema Nervoso

SANTOS, Renato de Lima; ALESSI, Antonio Carlos Grupo Gen PDF Criptografado

Sistema Nervoso

8

Roselene Ecco, Aline de Marco Viott,

Dominguita Lühers Graça e Antonio Carlos Alessi

Introdução

Embora várias doen­ças do sistema nervoso dos animais sejam conhecidas desde os primórdios da história, somente após a Segunda Guerra Mundial começaram a surgir na literatura internacional estudos específicos sobre a patologia desse sistema. A raiva é uma das doen­ças mais antigas, talvez a mais antiga, responsável por considerável número de mortes de humanos, cães e lobos, desde a Antiguidade até o s­éculo XIX. Era atribuí­da a motivos sobrenaturais, pois transformava lobos e cães em ferozes criaturas que atacavam os humanos e outros seres, levando ao desfecho mortal. O tétano também é conhecido desde os tempos de

Hipócrates, médico grego que descreveu muitos aspectos da doen­ça no ­século IV a.C.

A paraplegia enzoó­ tica dos ovinos, mundialmente denominada scrapie, é conhecida desde 1732. Podem ser citadas ainda a cinomose, a listeriose, intoxicações e outras doen­ças que, primária ou secundariamente, afetam o sistema nervoso. Por outro lado, nos dias atuais, muitos trabalhos brasileiros de pesquisa sobre causas de mortes de bovinos, por exemplo, colocam as doen­ças do sistema nervoso em elevadas porcentagens em relação ao conjunto do total de enfermidades da espécie. A encefalite por herpes-vírus bovino tipo 5, a febre catarral maligna, o botulismo e a polioencefalomalácia, entre tantas outras, frequentemente compõem um grupo de elevada prevalência.

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