Artmed (630)
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Medium 9788582713877

Terminologia principal

Evan Osar Artmed PDF Criptografado

Terminologia principal

ABREVIAÇÕES

AC = articulação acromioclavicular

GU = articulação glenoumeral

CF = articulação coxofemoral

TMF = teste muscular funcional

LPQ = complexo lombo-pélvico-quadril

TMM = teste muscular manual

NME = sistema neuromusculoesquelético

ASI = articulação sacroilíaca

EC = articulação esternoclavicular

ET = articulação escapulotorácica

TL = toracolombar

CTP = cilindro toracopélvico

ATIVAÇÃO

São técnicas para estimular o sistema proprioceptivo a aumentar a força ou a resposta do sistema muscular. As técnicas para ativação incluem visualização, contrações isométricas, palpação (de inserções musculofasciais, ligamentos, pele ou cápsula articular) e respiração.

INIBIÇÃO ARTROGÊNICA

Inibição muscular causada por alongamento excessivo, compressão excessiva, edema e/ou transtorno interno de uma articulação.

INIBIÇÃO AUTOGÊNICA

Um reflexo protetor regulado pelos órgãos tendinosos de Golgi que causam inibição muscular em resposta a aumentos excessivos na tensão muscular.

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Medium 9788582713877

Sumário

Evan Osar Artmed PDF Criptografado

Sumário

PARTE 1

Introdução ao movimento: os elementos funcionais

Capítulo 1 O sistema funcional do movimento................................................................................. 3

Biomecânica ...................................................................................................................... 3

Cinesiologia ....................................................................................................................... 6

Capítulo 2 Desenvolvendo o movimento......................................................................................... 28

Modelo de ontogênese da função..................................................................................... 28

Padrões de movimento fundamentais............................................................................... 32

O padrão de autoperpetuação da disfunção do movimento.............................................. 34

Centralização articular...................................................................................................... 36

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Medium 9788580556025

Seção 4. Otorrinolaringologia

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Seção 4

58

oToRRINoLARINGoLoGIA

Dor de garganta, dor de ouvido e sintomas do trato respiratório superior

• As infecções das vias aéreas superiores (IVAS) estão entre as principais causas de ausências no trabalho e na escola.

• A diferenciação entre pacientes com IVAS viral primária daqueles com IVAS bacteriana primária é difícil, pois os sinais e sintomas são os mesmos.

• As IVAS são frequentemente tratadas com antibióticos, embora as bactérias sejam responsáveis por apenas 25% dos casos. A prescrição inadequada de antibióticos para as IVAS é uma causa importante de resistência de patógenos comuns adquiridos na comunidade, como o Streptococcus pneumoniae.

IVAS INESPECÍFICAS

• Definição: as IVAS inespecíficas (“resfriado comum”) não têm um quadro localizador proeminente.

• Etiologia: uma ampla variedade de vírus (p. ex., rinovírus, coronavírus, vírus parainfluenza, vírus influenza, adenovírus) pode causar IVAS inespecíficas.

• Manifestações clínicas: síndrome catarral aguda, leve e autolimitada em geral caracterizada por rinorreia, congestão nasal, tosse e dor de garganta.

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Medium 9788580556025

Seção 17. Reações adversas a fármacos

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Seção 17

206

ReAçÕeS ADVeRSAS A FÁRMACoS

Reações adversas a fármacos

As reações adversas a fármacos estão entre os problemas clínicos mais frequentes, representando uma causa comum de hospitalização. Ocorrem mais em pacientes tratados com múltiplos fármacos, sendo causadas por:

• Erros na autoadministração dos fármacos prescritos (muito comuns no idoso).

• Exagero do efeito farmacológico desejado (p. ex., hipotensão em paciente tratado com anti-hipertensivos).

• Administração concomitante de fármacos com efeitos sinérgicos (p. ex., ácido acetilsalicílico e varfarina).

• Reações citotóxicas (p. ex., necrose hepática em decorrência do uso de paracetamol).

• Mecanismos imunológicos (p. ex., trombocitopenia induzida por quinidina, LES induzido por hidralazina).

• Defeitos enzimáticos geneticamente determinados (p. ex., anemia hemolítica induzida por primaquina na deficiência de G6PD).

• Reações idiossincrásicas (p. ex., anemia aplásica induzida por cloranfenicol).

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Medium 9788580555585

Seção 12 - Distúrbios oftamológicos

Barbara G. Wells, Joseph T. DiPiro, Terry L. Schwinghammer, Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

SEÇÃO 12

CAPÍTULO

Distúrbios oftalmológicos

65

Editada por Cecily V. DiPiro

Glaucoma

•• Os glaucomas são distúrbios oculares que levam a uma neuropatia óptica caracterizada por alterações no disco óptico associadas à perda de acuidade e de campo visual.

FISIOPATOLOGIA

•• Há dois tipos principais de glaucoma: o glaucoma primário de ângulo aberto (GPAA) ou hiperten-

são ocular, que representa a maioria dos casos e, portanto, será o foco deste capítulo, e o glaucoma de ângulo fechado (GAF). Ambos os tipos podem ser distúrbios primários, hereditários ou congênitos, ou secundários a doenças, traumatismos ou medicamentos.

•• No GPAA, a causa específica na neuropatia óptica é desconhecida. Historicamente, considerava-se que o aumento da pressão intraocular (PIO) seria a única causa. Outros fatores contribuintes são maior suscetibilidade do nervo óptico à isquemia, excitotoxicidade, reações autoimunes e outros processos fisiológicos alterados.

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Editora Manole (3736)
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Medium 9788520427996

Z

KULAY JUNIOR, Luiz; KULAY, Maria Nice Caly; LAPA, Antonio José Editora Manole PDF Criptografado

XILOMETAZOLINA

498

X

XILOMETAZOLINA: descongestionante nasal

Risco: C – Posologia: solução 0,1%, 2‑3 gotas em cada narina, 3‑4x/ dia – Indicações: congestão nasal, rinites alérgicas, sinusite, drenagem das secreções em afecções dos seios paranasais – Contraindicações: hipersensibilidade aos componentes da fórmula, pós‑hipofisectomias por via transesfenoidal, cirurgias nas quais a dura‑máter tenha sido exposta – Efeitos adversos: cefaleia, irritação ou ressecamento da mucosa nasal, náusea – Interação medicamentosa: antidepressivos tricíclicos ou tetracíclicos, simpatomiméticos – Gravidez: não há estudos controlados

– Amamentação: doses habituais, uso criterioso; monitorar o lactente em razão dos efeitos colaterais.

Z

ZAFIRLUCASTE: broncodilatador

Risco: C – Posologia: 20 mg, 2x/dia, VO – Indicações: profilaxia da asma brônquica crônica – Contraindicações: hipersensibilidade aos componentes da fórmula, osteoporose – Efeitos adversos: angioedema, cefaleia, exantema, rinite, sonolência, náusea, faringite, disfunção hepática – Interação medicamentosa: eritromicina, terfenadina, teofilina, varfarina, terbutalina, cisaprida, bloqueadores do canal cálcio – Gravidez: não é tóxico ou teratogênico em animais de experimentação; não há estudos controlados no humano – Amamentação: potenciais efeitos adversos neonatais em animais de experimentação; não há dados disponíveis no humano.

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Medium 9788520427996

X

KULAY JUNIOR, Luiz; KULAY, Maria Nice Caly; LAPA, Antonio José Editora Manole PDF Criptografado

XILOMETAZOLINA

498

X

XILOMETAZOLINA: descongestionante nasal

Risco: C – Posologia: solução 0,1%, 2‑3 gotas em cada narina, 3‑4x/ dia – Indicações: congestão nasal, rinites alérgicas, sinusite, drenagem das secreções em afecções dos seios paranasais – Contraindicações: hipersensibilidade aos componentes da fórmula, pós‑hipofisectomias por via transesfenoidal, cirurgias nas quais a dura‑máter tenha sido exposta – Efeitos adversos: cefaleia, irritação ou ressecamento da mucosa nasal, náusea – Interação medicamentosa: antidepressivos tricíclicos ou tetracíclicos, simpatomiméticos – Gravidez: não há estudos controlados

– Amamentação: doses habituais, uso criterioso; monitorar o lactente em razão dos efeitos colaterais.

Z

ZAFIRLUCASTE: broncodilatador

Risco: C – Posologia: 20 mg, 2x/dia, VO – Indicações: profilaxia da asma brônquica crônica – Contraindicações: hipersensibilidade aos componentes da fórmula, osteoporose – Efeitos adversos: angioedema, cefaleia, exantema, rinite, sonolência, náusea, faringite, disfunção hepática – Interação medicamentosa: eritromicina, terfenadina, teofilina, varfarina, terbutalina, cisaprida, bloqueadores do canal cálcio – Gravidez: não é tóxico ou teratogênico em animais de experimentação; não há estudos controlados no humano – Amamentação: potenciais efeitos adversos neonatais em animais de experimentação; não há dados disponíveis no humano.

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Medium 9788520434628

Vocalização Excessiva

TILLEY, Larry Patrick; SMITH JUNIOR, Francis W. K. Editora Manole PDF Criptografado

1330

Consulta Veterinária em 5 Minutos

Vocalização Excessiva

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

REVISÃO

• Vocalização incontrolável, excessiva ou observada em momentos impróprios do dia ou da noite ou, então, incômoda para proprietários, vizinhos ou outros animais de estimação. • Muitas vezes, o latido é um comportamento canino normal que pode ser inaceitável para os proprietários. O latido parece ter evoluído em cães domésticos como um meio de comunicação social, pois muitas formas caninas de latido não são observadas em lobos. Os seres humanos são capazes de identificar a motivação que está por trás de grande parte das formas de latido. • Dor, doença ou ansiedade pode levar a desconforto ou induzir à vocalização como forma de chamar a atenção. A síndrome da disfunção cognitiva pode ocasionar vocalização excessiva e despertar noturno tanto em cães como em gatos. • O declínio da audição pode estar associado à vocalização excessiva.

IDENTIFICAÇÃO

• Cães e gatos. • Raças orientais de gatos podem ser mais propensas. • Raças caninas de trabalho e de caça podem ter propensão a latir demais.

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Medium 9788520434628

Vestibulopatia Idiopática — Gatos

TILLEY, Larry Patrick; SMITH JUNIOR, Francis W. K. Editora Manole PDF Criptografado

1329

Espécies Canina e Felina

Vestibulopatia Idiopática — Gatos

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÃO

Distúrbio não progressivo de início agudo do sistema vestibular periférico em gatos.

FISIOPATOLOGIA

• Desconhecida. • Suspeita-se de um fluxo anormal da endolinfa nos canais semicirculares da orelha interna, secundariamente a algum distúrbio na produção, na circulação ou na absorção desse líquido. • Possível intoxicação dos receptores vestibulares ou inflamação da porção vestibular do nervo vestibulococlear (VIII par de nervo craniano).

SISTEMA(S) ACOMETIDO(S)

Nervoso — sistema vestibular periférico.

INCIDÊNCIA/PREVALÊNCIA

• Doença adquirida esporádica. • Não há nenhum dado descrito.

IDENTIFICAÇÃO

Espécies

Gatos.

Idade Média e Faixa Etária

Qualquer idade; raramente observada em gatos com <1 ano de idade.

SINAIS CLÍNICOS

Comentários Gerais

Limitados aos sinais clínicos associados a distúrbios vestibulares periféricos.

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Medium 9788520434628

Vestibulopatia Geriátrica — Cães

TILLEY, Larry Patrick; SMITH JUNIOR, Francis W. K. Editora Manole PDF Criptografado

1327

Espécies Canina e Felina

Vestibulopatia Geriátrica — Cães

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÃO

Distúrbio não progressivo de início agudo do sistema vestibular periférico em cães mais idosos.

FISIOPATOLOGIA

• Desconhecida.

• Suspeita-se de fluxo anormal da endolinfa nos canais semicirculares da orelha interna, secundariamente a distúrbios na produção, na circulação ou na absorção desse líquido.

• Possível intoxicação dos receptores vestibulares ou inflamação da porção vestibular do nervo vestibulococlear (VIII par de nervos cranianos).

• Frequentemente denominada de forma incorreta como acidente vascular cerebral, a vestibulopatia geriátrica não tem localização central nem origem vascular ou isquêmica.

SISTEMA(S) ACOMETIDO(S)

Nervoso — sistema vestibular periférico.

GENÉTICA

N/D.

INCIDÊNCIA/PREVALÊNCIA

Doença comum, esporádica e adquirida de cães mais idosos.

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA

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Editora Saraiva (44)
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Medium 9788576140047

Sumário

MOTTA, Ana Leticia Carnevalli Editora Saraiva PDF Criptografado

Sumário

Capítulo 1 - Estrutura Organizacional da Instituição Hospitalar:

Aspectos Culturais e Filosóficos .............................................................................. 19

1.1 Conceituações ..................................................................................................... 20

1.2 Direitos do Paciente ........................................................................................... 23

Exercícios para Fixação ............................................................................................ 24

Capítulo 2 - Regimento do Serviço de Enfermagem .......................................... 25

2.1 Modelo de Regimento do Serviço de Enfermagem.......................................... 27

Exercícios para Fixação ............................................................................................ 38

Capítulo 3 - Processo de Enfermagem: Sistematização da Assistência de

Enfermagem ................................................................................................................. 39

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Medium 9788576140047

Prefácio

MOTTA, Ana Leticia Carnevalli Editora Saraiva PDF Criptografado

Prefácio

A primeira edição desta obra surgiu ao constatar que existiam instituições hospitalares sem manuais de organização dos serviços de enfermagem contendo regimento, organograma, normas e rotinas, pois faltava desenvolver uma filosofia de trabalho e cultura institucional que enfatizasse esses modelos.

Hoje, com a facilidade de adquirir informações e moldar os conhecimentos individuais, acredito que esta realidade vem se modificando, mas embora os meios para isso acontecer estejam tão próximos, ainda encontramos instituições em fase inicial de implantação desses trabalhos. Também há aquelas que já introduziram esses modelos em seus departamentos, mas são desconhecidos pelos profissionais envolvidos, o que torna todo o projeto improdutivo e sem resultados.

Por este motivo, esta edição revisada apresenta as mesmas reflexões anteriores sobre os diversos aspectos da organização de um serviço de enfermagem, com a abordagem de questões filosóficas e culturais que determinam e caracterizam esses serviços, bem como a estrutura hospitalar e os direitos do paciente no atendimento.

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Medium 9788576140047

Capítulo 9 - Sondagens

MOTTA, Ana Leticia Carnevalli Editora Saraiva PDF Criptografado

9

Sondagens

9.1 Técnica de Sondagem Vesical

Realizada com a finalidade de esvaziar a bexiga do paciente por meio da introdução de uma sonda no meato uretral.

9.1.1 Sondagem Vesical de Alívio

É a introdução da sonda no meato uretral para o esvaziamento da bexiga, sendo, logo após, retirada a sonda.

::

Material

 01 unidade de bandeja

 Pacote contendo 01 cuba rim, 01 cúpula, 01 pinça, gaze

 01 par de luvas estéreis

 01 unidade de sonda nelaton

 20 ml de solução para antissepsia

 Biombos, se necessário

 Material (01 jarro, 01 comadre, 10 ml de sabão líquido) para higiene

íntima

112

Normas, Rotinas e Técnicas de Enfermagem

9788576140047_NORMAS_ROTINAS_E_TECNICAS_DE_ENFERMAGEM_MIOLO.pdf 112

07/05/2018 14:04:18

.:

Procedimento

 Explicar ao paciente a finalidade do tratamento e como será realizado.

 Fazer higiene íntima antes do procedimento, se necessário.

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Medium 9788576140047

Capítulo 8 - Técnicas de Higiene

MOTTA, Ana Leticia Carnevalli Editora Saraiva PDF Criptografado

8

Técnicas de Higiene

8.1 Técnica para Higiene Oral - Pacientes

Dependentes da Enfermagem

Faz parte da promoção do conforto do paciente a remoção das sujidades dos dentes e cavidade oral por meio de escovas ou outros recursos. Esse cuidado também previne infecções. É preciso tomar cuidados quanto à sensibilidade das gengivas do paciente para evitar agressões locais.

::

Material

 10 cm de fita adesiva

 01 unidade de cuba rim

 01 unidade de espátula

 10 ml de solução antisséptica oral

 01 pacote de gaze

 01 copo com água

 01 par de luvas de procedimento

 01 saco plástico ou cuba rim forrada

 01 unidade de toalha

104

Normas, Rotinas e Técnicas de Enfermagem

9788576140047_NORMAS_ROTINAS_E_TECNICAS_DE_ENFERMAGEM_MIOLO.pdf 104

07/05/2018 14:04:18

>>

Observação

 Há locais que possuem higienizadores orais descartáveis.

.:

Procedimento

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Medium 9788576140047

Capítulo 7 - Técnica para Verificação de Sinais Vitais

MOTTA, Ana Leticia Carnevalli Editora Saraiva PDF Criptografado

7

Técnica para Verificação de Sinais Vitais

7.1 Temperatura

A temperatura indica o nível de calor a que chega o corpo. A temperatura normal do corpo é mantida pelo equilíbrio entre a produção e eliminação de calor. O calor é gerado por processo metabólico e é distribuído no organismo pelo sangue por meio dos vasos sanguíneos.

O organismo perde calor por radiação e condutibilidade da pele, por evaporação do suor, por evaporação pulmonar, pelo ar inspirado, pela urina, pelas fezes e pela saliva.

Há alguns fatores que alteram a temperatura:

7.1.1 Fatores Fisiológicos

Método de verificação:

 axilar

 bucal

 retal

Hora da verificação:

 mais baixa pela manhã

 mais alta ao anoitecer

 eleva-se mediante a atividade física e o processo digestivo

94

Normas, Rotinas e Técnicas de Enfermagem

9788576140047_NORMAS_ROTINAS_E_TECNICAS_DE_ENFERMAGEM_MIOLO.pdf 94

07/05/2018 14:04:18

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Gbk (13)
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Medium 9788527718295

Parte 6 TÉCNICAS, ESTRATÉGIAS E TECNOLOGIAS PARA EDUCAÇÃO NUTRICIONAL

Rosa Wanda Diez-Garcia, Ana Maria Cervato-Mancuso GBK PDF Criptografado

TÉCNICAS, ESTRATÉGIAS E

TECNOLOGIAS PARA EDUCAÇÃO

NUTRICIONAL

Editoração Eletrônica – Diagrama Ação (21) 3852-8419

GARCIA-p06-001

pág. 325

23.11.10 19:28:32

Editoração Eletrônica – Diagrama Ação (21) 3852-8419

GARCIA-p06-001

pág. 326

23.11.10 19:28:32

Capítulo

1

Oficinas Culinárias na Promoção da Saúde

Sheila Rotenberg

Suzete Marcolan

Elda Lima Tavares

Inês Rugani Ribeiro de Castro

“Elegeu-se a culinária por ser um eixo estruturante da educação alimentar e nutricional uma vez que, por meio da culinária, é possível proporcionar uma experiência de vivência e reflexão sobre as relações entre alimentação, cultura e saúde com o foco na comida e em tudo o que ela significa, em vez de valorizar as características nutricionais de cada alimento” (Castro et al., 2007).

A promoção da alimentação saudável vem ganhando destaque em diversas políticas públicas desenhadas na última década (Está contida, por exemplo, na Política Nacional de Alimentação e Nutrição

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Medium 9788527721820

Parte 6 - Reflexões

Maria Cristiane Galvão, Ivan Luiz Marques Ricarte GBK PDF Criptografado

Parte 6

Reflexões

Galvão 21.indd 271

19/5/2012 00:54:01

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21

Sínteses e Questões

Reflexões iniciais, 274

CCReflexão sobre suporte informacional e suporte tecnológico, 275

CCReflexão sobre o direito à informação em saú­de, 282

CCReflexão sobre a integralidade da assistência, 286

CCReflexão sobre a equipe multiprofissional, 293

CCReflexão sobre a pesquisa em saú­de, 305

CCReflexões finais, 308

CCReferências bibliográficas, 310

CC

Galvão 21.indd 273

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274

Reflexões

A leitura deste livro possibilitou ao leitor conhecer o conceito de prontuá­rio do paciente e os conceitos a ele relacionados. O presente capítulo apresenta uma síntese dos principais assuntos discutidos e questões que servirão como diretrizes para reflexão e discussão entre a equipe multiprofissional de saú­de, estudantes, docentes, pesquisadores e gestores – do campo da saú­de, da informática, da informação e afins – quando da análise do prontuá­rio do paciente em seus respectivos contextos institucionais de assistência, ensino ou pesquisa.

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Medium 9788527718295

Parte 5 RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE PROGRAMAS DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO NUTRICIONAL

Rosa Wanda Diez-Garcia, Ana Maria Cervato-Mancuso GBK PDF Criptografado

RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE

PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO

NUTRICIONAL

Editoração Eletrônica – Diagrama Ação (21) 3852-8419

GARCIA-p05-001

pág. 229

23.11.10 14:36:20

Editoração Eletrônica – Diagrama Ação (21) 3852-8419

GARCIA-p05-001

pág. 230

23.11.10 14:36:20

Capítulo

1

Formação de Multiplicadores para a Promoção da Alimentação Saudável: Projeto Culinária,

Saúde e Prazer

Inês Rugani Ribeiro de Castro

Thais Salema Nogueira de Souza

A promoção de práticas alimentares saudáveis é, atualmente, uma prioridade na agenda das políticas públicas de saúde, alimentação e nutrição do país (Brasil, 1999, 2006a, 2006b, 2007). Porém, observa-se que, em geral, os documentos oficiais que tratam do tema não oferecem referenciais teóricos sobre as abordagens educacionais, nem tampouco indicam diretrizes para a prática. Como resultado, as ações de promoção da alimentação saudável têm sido marcadas pela ausência de ações inovadoras e pela reprodução de estratégias pouco eficazes que, muitas vezes, têm como foco central a difusão de informação sobre os benefícios de determinados alimentos e nutrientes e os malefícios de outros (Garcia, 1997; Garcia, 2000; Santos, 2005).

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Medium 9788527721820

Parte 5 - Prontuário do Paciente e Pesquisa em Saúde

Maria Cristiane Galvão, Ivan Luiz Marques Ricarte GBK PDF Criptografado

Parte 5

Prontuá­rio do

Paciente e Pesquisa em Saúde

Galvão 18.indd 239

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18

Pesquisa

Epidemiológica

Antonio Ruffino Netto

Epidemiologia, 245

CCProntuário do paciente e pesquisa epidemiológica, 245

CCConsiderações finais, 250

CCResumo, 250

CCReferências bibliográficas, 250

CC

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242

Prontuá­rio do Paciente e Pesquisa em Saúde

Em trabalho anterior enfatizou-se que vivemos cercados de seres que, ao se apresentarem ou se mostrarem (para aqueles que os procuram), se transformam em objetos, cujos sentido e significado são dados por aqueles que os percebem.1

A sensibilidade da percepção depende de toda uma semiologia apreendida no transcorrer da vida, especializando-se, cada um, em sinais indicativos (de maior ou menor relevância), dentro de seu espaço de viver e da sua atuação profissional. Assim, cada pessoa aprende a ver o seu mundo de acordo com a sua bagagem semiológica.

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Medium 9788527721820

Parte 4 - Prontuário do Paciente e Equipe Multiprofissional

Maria Cristiane Galvão, Ivan Luiz Marques Ricarte GBK PDF Criptografado

Parte 4

Prontuário do

Paciente e Equipe

Multiprofissional

Galvão 12.indd 169

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12

Enfermagem

Márcia Regina Antonietto da Costa Melo, Yolanda Dora Martinez Évora e

Marta Cristiane Alves Pereira

Evolução dos registros em enfermagem, 172

CCProcesso de enfermagem e prontuário do paciente, 174

CCPadronização da informação de enfermagem, 175

CCConsiderações finais, 177

CCResumo, 178

CCReferências bibliográficas, 178

CC

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172

Prontuário do Paciente e Equipe Multiprofissional

O prontuário do paciente é definido pelo Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo como o acervo documental padronizado, organizado e conciso, referente ao registro dos cuidados prestados ao paciente por todos os profissionais envolvidos na assistência.1 Na enfermagem os registros são conceituados como modo escrito de informações pertinentes ao paciente, aos cuidados e aos resultados. A informação, portanto, é elemento central na tomada de decisão e requisito essencial para provisão do cuidado e gerenciamento em saúde.

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Grupo A (8425)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582715291

Zuclopentixol

Stephen M. Stahl Grupo A PDF Criptografado

ZUCLOPENTIXOL

TERAPÊUTICA

Marcas �• Clopixol

• Clopixol-Acuphase

Genérico? Não

Classe

• Nomenclatura baseada na neurociência: antagonista dos receptores de dopamina (ARD)

• Antipsicótico convencional (neuroléptico, tioxanteno, antagonista da dopamina 2)

• Após a redução dos sintomas agudos em mania, trocar por estabilizador do humor e/ou antipsicótico atípico para estabilização e manutenção do humor

Se não funcionar

• Tentar um dos antipsicóticos atípicos de primeira linha (risperidona, olanzapina, quetiapina, ziprasidona, aripiprazol, paliperidona, amissulprida, asenapina, iloperidona, lurasidona)

• Tentar outro antipsicótico convencional

• Se 2 ou mais monoterapias com antipsicótico não funcionarem, considerar clozapina

Comumente prescrito para

(em negrito, as aprovações da FDA)

• Esquizofrenia aguda (injeção oral, acetato)

• Tratamento de manutenção de esquizofrenia

(oral, injeção decanoato)

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Medium 9788582715291

Zotepina

Stephen M. Stahl Grupo A PDF Criptografado

ZOTEPINA

TERAPÊUTICA

Marcas �• Lodopin

• Zoleptil

Genérico? Não

Classe

• Nomenclatura baseada na neurociência: antagonista dos receptores de dopamina e serotonina

(ARDS)

• Antipsicótico atípico (antagonista de serotonina-dopamina)

Comumente prescrita para

(em negrito, as aprovações da FDA)

• Esquizofrenia

• Outros transtornos psicóticos

• Mania

Como a substância atua

• Bloqueia os receptores de dopamina 2, reduzindo os sintomas positivos de psicose

• Bloqueia os receptores de serotonina 2A, causando aumento na liberação de dopamina em certas regiões do cérebro e, assim, reduzindo efeitos colaterais motores, bem como possivelmente melhorando os sintomas cognitivos e afetivos

• Interações em uma miríade de outros receptores neurotransmissores podem contribuir para a eficácia da zotepina

  Inibe especificamente a captação de norepinefrina

Tempo para início da ação

• Sintomas psicóticos e maníacos podem melhorar dentro de 1 semana, mas pode levar várias semanas para efeito completo no comportamento, bem como na cognição e na estabilização afetiva

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Medium 9788582715291

Zopiclona

Stephen M. Stahl Grupo A PDF Criptografado

ZOPICLONA

TERAPÊUTICA

Marcas • Imovane

• Agentes com ações anti-histamínicas (p. ex., difenidramina, ADTs)

Genérico? Não

Exames

• Nenhum para indivíduos saudáveis

Classe

• Nomenclatura baseada na neurociência: modulador alostérico positivo de GABA (MAP-GABA)

• Hipnótico não benzodiazepínico; agonista seletivo da isoforma alfa-1 de receptores de GABA-A/ benzodiazepínicos

Comumente prescrita para

(em negrito, as aprovações da FDA)

• Tratamento de curto prazo para insônia

Como a substância atua

• Pode se ligar seletivamente a um subtipo do receptor benzodiazepínico, a isoforma alfa-1

• Pode estimular as ações inibitórias de GABA que proporcionam efeitos hipnóticos sedativos mais seletivamente do que outras ações de GABA

• Estimula a condutância do cloreto através dos canais regulados por GABA

• Ações inibitórias nos centros do sono podem proporcionar efeitos hipnóticos sedativos

Tempo para início da ação

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Medium 9788582715291

Zonisamida

Stephen M. Stahl Grupo A PDF Criptografado

ZONISAMIDA

TERAPÊUTICA

Melhores combinações de potencialização para resposta parcial ou resistência ao tratamento

Marcas �• Zonegran

• Excegram

Genérico? Sim

Classe

• Anticonvulsivante, modulador dos canais de sódio sensíveis a voltagem; modulador dos canais de cálcio tipo T; estruturalmente uma sulfonamida

Comumente prescrita para

(em negrito, as aprovações da FDA)

• Terapia adjuvante para convulsões parciais em adultos com epilepsia

• Transtorno bipolar

• Dor neuropática crônica

• Enxaqueca

• Doença de Parkinson

• Ganho de peso induzido por substância psicotrópica

• Transtorno de compulsão alimentar

Como a substância atua

• Desconhecido

• Modula os canais de sódio sensíveis a voltagem por meio de mecanismo desconhecido

• Também modula os canais de cálcio tipo T

• Facilita a liberação de dopamina e serotonina

• Inibe a anidrase carbônica

Tempo para início da ação

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Medium 9788582715291

Zolpidem

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ZOLPIDEM

TERAPÊUTICA

Marcas �• Ambien, Ambien CR

• Intermezzo

Genérico? Sim

Classe

• Nomenclatura baseada na neurociência: modulador alostérico positivo de GABA (MAP-GABA)

• Hipnótico não benzodiazepínico; agonista seletivo da isoforma alfa-1 de receptores de GABA-A/ benzodiazepínicos

Comumente prescrito para

(em negrito, as aprovações da FDA)

• Tratamento de curto prazo de insônia (a indicação de liberação controlada não está restrita ao curto prazo)

• Conforme necessário, para o tratamento de insônia quando o despertar no meio da noite é seguido de dificuldade para voltar a pegar no sono e ainda há pelo menos 4 horas restantes para dormir antes da hora em que se planeja acordar

(Intermezzo)

Se não funcionar

• Se a insônia não melhorar depois de 7 a 10 dias, ela pode ser manifestação de doença psiquiátrica ou física primária, como apneia obstrutiva do sono ou síndrome das pernas inquietas, o que requer tratamento independente

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