Artmed (609)
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Medium 9788580556001

Capítulo 38. Urologia

Gerard M. Doherty; MD Artmed PDF Criptografado

38

Urologia

Christopher S. Cooper, MD

Fadi N. Joudi, MD

Mark H. Katz, MD

EMBRIOLOGIA DO TRATO GENITURINÁRIO

Uma compreensão básica da embriologia geniturinária facilita o aprendizado de muitos aspectos da urologia. Do ponto de vista embriológico, os sistemas genital e urinário estão intimamente relacionados. É comum encontrar anomalias dos dois sistemas em associação.

00 Rins

Os rins passam por três fases embriônicas (Fig. 38-1): (1) o pronefro é uma estrutura vestigial sem função em embriões humanos e que, exceto por seu ducto primário, desaparece completamente na quarta semana. (2) O ducto pronéfrico ganha conexão com os túbulos mesonéfricos e se transforma no ducto mesonéfrico. Embora a maior parte dos túbulos mesonéfricos sofra degeneração, o ducto mesonéfrico persiste bilateralmente; a partir de onde se inclina para abrir-se na cloaca, o broto ureteral cresce cranialmente e interage com o blastema metanéfrico.

(3) Isso forma o metanefro, que é a fase final. O metanefro desenvolve-se até formar os rins. Durante a migração cefálica e a rotação, o tecido metanéfrico aumenta progressivamente de tamanho, com diferenciação interna rápida em néfrons e túbulos uriníferos. De maneira simultânea, a extremidade cefálica do broto ureteral se expande e se divide dentro dos metanefros para formar a pelve renal, os cálices e os túbulos coletores.

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Medium 9788582713877

Agradecimentos

Evan Osar Artmed PDF Criptografado

Agradecimentos

Qualquer pessoa que tenha se dedicado a escrever um livro ou a realizar qualquer atividade que leve alguns intensos meses de esforço dedicado entende os desafios, a ginástica mental, as frustrações e as euforias que fazem parte da inevitável jornada em direção à conclusão da tarefa. Também entende as pessoas especiais por trás dos bastidores, que com frequência permanecem anônimas, ainda que sejam fundamentais para a conclusão bem-sucedida da tarefa.

Primeiramente, agradeço a Jonathan Hutchings e Lotus Publishing por terem me dado a oportunidade e a liberdade criativa para produzir algo que, espero, beneficie o esforço. Um autor não poderia ter um profissional ou uma editora mais conveniente do que eles para trabalhar.

Um agradecimento especial também à minha amiga e colega Laree Draper: reconheço todo o apoio dela e de seu marido, Dave.

Ao grande número de mentores e gigantes do esforço que me ensinaram, inspiraram e motivaram a continuar a aprender e crescer, sou eternamente grato. Embora sejam muitos para mencionar, vários se destacam pelo papel particular que desempenharam em minha evolução enquanto especialista do movimento.

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Medium 9788580555790

Capítulo 28. Órteses

Ian B. Maitin Artmed PDF Criptografado

28

Órteses

Lanvin Taylor, DO

Stanley Yoo, MD

Órtese é um equipamento ajustado e aplicado ao corpo para modificar as características estruturais ou funcionais do sistema neuromusculoesquelético. Para esse fim, o uso de órtese

é muitas vezes empregado para aliviar a dor, tratar deformidades e atenuar função neuromuscular anormal. Mais especificamente, as órteses podem ser usadas para (1) prevenir, reduzir ou estabilizar uma deformidade; (2) modificar a amplitude de movimento de uma articulação; (3) adicionar comprimento ou alterar o formato de um segmento; (4) compensar uma fraqueza muscular ou controlar hiperatividade muscular; e (5) reduzir ou redistribuir a carga nos tecidos. As órteses também são chamadas de talas.

Muitas vezes, os médicos reabilitadores trabalham com ortesistas. Em conjunto com o médico, esse profissional desenha e fabrica uma órtese que satisfaça as necessidades específicas do paciente. O ajuste e o alinhamento apropriados de uma órtese são fundamentais para que o paciente se beneficie de seu uso.

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Medium 9788580555585

Capítulo 47. Infecções da pele e dos tecidos moles

Barbara G. Wells; Joseph T. DiPiro; Terry L. Schwinghammer; Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

47

CAPÍTULO

Infecções da pele e dos tecidos moles

•• As infecções bacterianas da pele podem ser classificadas em primárias ou secundárias (Quadro

45-1). As infecções bacterianas primárias são geralmente causadas por uma única espécie de bactéria e costumam acometer áreas de pele saudável (p. ex., impetigo e erisipela). Por outro lado, as infecções secundárias surgem em áreas de pele previamente lesionada e, com frequência, são polimicrobianas.

•• As condições que podem predispor o paciente ao desenvolvimento de infecções da pele e dos tecidos moles (IPTM) incluem: (1) presença de uma alta concentração de bactérias; (2) umidade excessiva da pele; (3) suprimento sanguíneo inadequado; (4) disponibilidade de nutrientes para as bactérias; e (5) dano do estrato córneo, possibilitando a penetração das bactérias.

•• As IPTM são causadas por microrganismos gram-positivos e, menos comumente, por bactérias gram-negativas presentes na superfície da pele. O Staphylococcus aureus e o Streptococcus pyogenes são responsáveis pela maioria dos casos de IPTM. O S. aureus resistente à meticilina associado à comunidade (CA-MRSA, de community-associated methicillin-resistant S. aureus) emergiu e, com frequência, é isolado de pacientes saudáveis nos demais aspectos.

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Medium 9788580556025

Capítulo 197. Medicamentos psiquiátricos

Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Stephen L. Hauser; Dan L. Longo; J. Larry Jameson; Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

1260

Seção 15

Psiquiatria e abuso de substâncias

isolada, fria e indiferente, ao passo que a personalidade esquizotípica é excêntrica e supersticiosa, com pensamento mágico e experiências perceptuais incomuns.

TRANSTORNOS DE PERSONALIDADE DO GRUPO B

Descreve os indivíduos cujo comportamento é impulsivo, excessivamente emocional e errático. A personalidade limítrofe (borderline) é impulsiva e manipuladora, com humores intensos imprevisíveis e oscilantes, bem como relacionamentos instáveis, medo do abandono e episódios ocasionais de raiva. O paciente histriônico é dramático, envolvente, sedutor e chama a atenção. O paciente narcisista é autocentrado e tem um senso inflado de autoestima combinado com uma tendência a desvalorizar ou rebaixar os outros, ao passo que os pacientes com transtorno de personalidade antissocial usam as outras pessoas para alcançar seus próprios objetivos e se engajam em comportamentos de exploração e manipulação sem qualquer sentimento de remorso.

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Editora Manole (2585)
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Medium 9788520436776

2. Prevenção, saúde e bem-estar

KISNER, Carolyn; COLBY, Lynn Allen Editora Manole PDF Criptografado

Prevenção, saúde e bem-estar

2 capítulo

n  Karen Holtgrefe, DHS, PT, OCS

Palavras-chave e conceitos  43

Papel da fisioterapia na campanha Healthy People

2020  43

Identificação de fatores de risco  45

Determinação da prontidão para mudar  45

Fatores adicionais que afetam a habilidade de mudar  46

Desenvolvimento e implementação de um programa  46

Exemplo de caso: exercício e osteoporose  47

Considerações adicionais para o desenvolvimento de programas de prevenção, saúde e bem-estar  48

Atividades

Em 1979, logo após a divulgação do relatório do órgão responsável pelos aspectos educativos e preventivos da saúde pública nos Estados Unidos, o governo criou uma agenda nacional de prevenção. Atualmente existe um órgão do

Departamento de Saúde e Serviços Humanos responsável por programas de prevenção de doenças e promoção de saúde que supervisiona essa agenda por meio da campanha Healthy

People 2020.17,24,25 A visão da Healthy People 2020 é “uma sociedade na qual todas as pessoas tenham vida longa e saudável.” As quatro metas gerais desse programa são: (1) obter vidas mais longas e de alta qualidade, livres de doenças que podem ser prevenidas, sem incapacidade, lesão e morte prematura; (2) obter equidade na saúde, eliminar disparidades e melhorar a saúde de todos os grupos; (3) criar ambientes sociais e físicos que promovam a saúde para todos; e (4) promover a qualidade de vida, desenvolvimento da saúde e comportamentos saudáveis ao longo de todos as faixas etárias.

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Medium 9788520437148

7. Adolescentes, uso de drogas e ferramentas para o cuidado

Sônia Barros; Paulo Fernando de Souza Campos; João José Santos Fernandes Editora Manole PDF Criptografado

7

Adolescentes, uso de drogas e ferramentas para o cuidado

Heloísa Garcia Claro

Márcia Aparecida Ferreira de Oliveira

Reinaldo Antônio de Carvalho

Palavras-chave  Adolescente; transtornos relacionados ao uso de substâncias; enfermagem; cuidados de enfermagem.

Estrutura dos tópicos  Introdução. Quem são, como usam e as consequências do uso de drogas por adolescentes. Discussão: prejuízos e complicações.

Ferramentas e intervenções com adolescentes usuários de álcool e outras drogas.

Considerações finais. Referências.

Introdução

O peso global dos problemas de saúde pública relacionados ao consumo de álcool atingiu, no ano de 2000, valor equivalente a 4% de toda a morbidade e mortalidade ocorrida no planeta naquele ano, indicando, ainda, uma tendência de ascensão – levando-se em conta o valor estimado em 1990 (3,5%).1,2

Em 2005, o consumo mundial total foi igual a 6,13 litros de

álcool puro por pessoa com 15 anos ou mais de idade. Nesta

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Medium 9788520443897

14. Cardiotoxicidade no paciente oncológico

LA TORRE, Fabíola Peixoto Ferreira; CARVALHO FILHO, Neviçolino Pereira de; ALMEIDA, Flávia Jacquelin Editora Manole PDF Criptografado

14

Cardiotoxicidade no paciente oncológico

G r a c e C a r o lin e v a n Leeuw en B i char a

R a f a el l a G at o C al m on

INTRODUÇÃO

Estima-se que, na população entre 19 e 45 anos de idade, 1 em cada 1.000 pacientes seja sobrevivente de câncer ocorrido na faixa etária pediátrica, o que demonstra aumento de sobreviventes do câncer infantojuvenil. O tratamento, entretanto, tem efeitos adversos. As complicações cardiovasculares têm grande prevalência, embora não sejam mais comuns que a recidiva da doença e os problemas infecciosos.

Estima-se que 40% dos pacientes que apresentam complicações cardiovasculares terão sequelas a longo prazo, sendo causa de morbimortalidade na fase adulta. Insuficiência cardíaca congestiva (ICC) com manifestação clínica tem sido observada em 3 a 10% dos pacientes.

O diagnóstico e o tratamento precoces das alterações cardiovasculares são importantes para manter a segurança da terapêutica antineoplásica, além de permitirem o acompanhamento desses pacientes a longo prazo.

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Medium 9788520448342

4. Enfermagem intensiva: práticas baseadas em competências

Renata Andréa Pietro Pereira Viana; Mariana Torre Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 4

Enfermagem intensiva: práticas baseadas em competências

Ruth Kleinpell

Ged Williams

INTRODUÇÃO

Em todo o mundo, os enfermeiros de cuidados intensivos estão impactando a unidade de terapia intensiva (UTI) por meio de sua assistência aos pacientes críticos. Um enfermeiro de UTI é especialmente treinado para fornecer assistência aos pacientes críticos, a fim de assegurar os cuidados ideais para o paciente na UTI e sua família. Embora a prática da enfermagem de cuidados intensivos varie ao redor do mundo, existem similaridades em relação às competências necessárias para trabalhar em UTI. Estima-se que, globalmente, a disponibilidade de leitos em UTI varia de maneira substancial, de menos de 1 a mais de 30 leitos em UTI por 100.000 pessoas.1 Embora o número de leitos e equipamentos em UTI varie em âmbito global, o foco da enfermagem de UTI é fornecer cuidados seguros e competentes aos pacientes.

O International Council of Nurses defende que os enfermeiros desenvolvam conhecimentos e habilidades avançados e cita que o progresso na tecnologia, a crescente complexidade dos serviços de saúde e as mudanças estruturais no fornecimento de cuidados de saúde afetam a necessidade de assistência de saúde em todo o mundo (www.icn.ch).

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Medium 9788520429303

30. Músculos do Tornozelo e do Pé

DIMON JR., Theodore Editora Manole PDF Criptografado

30 Músculos do

Tornozelo e do Pé

Antes de discutirmos os músculos da perna que atuam sobre o tornozelo e o pé, analisemos as articulações do pé. O tornozelo é a articulação mais importante da região, mas, de forma alguma, a única. Na verdade, ela é constituída por várias articulações complexas. Se pudéssemos apenas fletir o tornozelo, o pé não seria capaz de manter o contato com solo quando se deparasse com irregularidades ou assumisse posições variadas com a perna (impulsão com apenas uma delas, por exemplo). Existem várias articulações no pé que possibilitam seu movimento para os lados, ou seja, que permitem ajustá-lo em relação ao solo. Os arcos do pé também são constituídos por vários ossos, os quais devem ser capazes de se mover entre si para conferir ao pé (que tem cerca de 26 ossos no total) a flexibilidade que ele precisa para absorver impactos.

Vejamos primeiramente as articulações do pé que possibilitam seu movimento para os lados: se movermos o tornozelo perceberemos que não é possível apenas flexioná-lo, mas girá-lo livremente, como se fosse uma articulação esferóidea. Como vimos anteriormente, o tálus (parte constituinte fundamental do pé, que forma a articulação talocrural – do tornozelo – conectando-se com os ossos da perna) se mantém fixo pela pinça (os maléolos), portanto, só pode fletir nesse ponto. O movimento do pé para os lados, a inversão e a eversão, não ocorre na articulação talocrural, onde o tálus se articula com a tíbia e a fíbula, mas entre o tálus e o resto do pé.

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Grupo A (8033)
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Medium 9788563308061

8. Cristalino

Riordan-Eva, Paul Grupo A PDF Criptografado

Cristalino

8

Richard A. Harper, MD e John P. Shock, MD

O cristalino é uma estrutura notável que funciona, em seu estado normal, para colocar as imagens em foco na retina. Está posicionado imediatamente atrás da íris e

é sustentado por fibras zonulares que surgem do corpo ciliar. Essas fibras se inserem na região equatorial da cápsula do cristalino. A cápsula é uma membrana basal que envolve o material do cristalino. As células epiteliais próximas do equador do cristalino dividem-se ao longo da vida e diferenciam-se continuamente em novas fibras de cristalino, de maneira que as fibras de cristalino mais velhas são comprimidas em um núcleo central; fibras mais novas, menos compactas ao redor do núcleo compõem o córtex. Pelo fato de ser avascular e não ter inervação, o cristalino é suprido por nutrientes do humor aquoso.

O metabolismo do cristalino é principalmente anaeróbio devido ao baixo nível de oxigênio dissolvido no aquoso.

O olho é capaz de ajustar o foco de objetos distantes para objetos próximos devido à capacidade do cristalino de mudar a forma, fenômeno conhecido como acomodação.

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Medium 9788536326122

5. O que a avaliação lhe dirá?

Russell A. Barkley; Christine M. Benton Grupo A PDF Criptografado

5

O que a avaliação lhe dirá?

Na maioria dos casos, você obterá imediatamente as respostas que busca em uma consulta que concluirá a avaliação. Em alguns casos, se os resultados de qualquer teste realizado não estiverem prontamente disponíveis, esse parecer poderá ser adiado. Durante o encontro, o profissional:

 discutirá os achados de toda a coleta de informações;

 dar­‑lhe­‑á uma opinião sobre se você tem TDAH ou outros problemas;

 proporcionará a você um conjunto de recomendações sobre o que fazer a respeito de seu TDAH e de quaisquer outros problemas revelados.

É possível ter TDAH sem apresentar problemas de impulsividade ou hiperatividade. Há um subtipo caracterizado principalmente por problemas de desatenção.

(Você pode encontrar mais informações sobre esse subtipo na p. 39.)

Para apresentar um diagnóstico de TDAH de um adulto, a partir dos achados da avaliação, o profissional deve acreditar que:

 você tem altos níveis de desatenção e/ou com-

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Medium 9788536702704

Capítulo 24 - Crise de falcização

Emilia Inoue Sato; Álvaro N. Atallah; Angelo Amato V. de Paola, Lydia Masako Ferreira Grupo A PDF Criptografado

URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS

Afeta geralmente as extremidades, tórax e dorso e, quando ocorre em outros locais, pode ser confundida com outras complicações agudas

(Quadro 24.1).

ATENÇÃO!

A dor, quase sempre, é intensa e sem correlação com alteração dos sinais vitais. Não há testes para confirmar ou descartar a crise álgica, apenas para descartar quadros dolorosos secundários a outras complicações.

O manejo da crise álgica deve ser baseado na intensidade da dor relatada pelo paciente e escalas visuais de avaliação da dor são úteis. Mais da metade dos serviços de emergência dos Estados Unidos preconiza que pacientes com DF sejam triados como nível 2 (Emergency Severity Index

Version 4), ou seja, elevada prioridade com necessidade de rápido atendimento (Figura 24.1).

Para a crise dolorosa de menor intensidade, o tratamento pode ser ambulatorial e consiste em repouso, hidratação oral e uso escalonado de analgésicos conforme intensidade da dor (Quadro 24.2). No entanto, casos que não respondem a essas medidas iniciais ou na presença de crise dolorosa intensa exigem o atendimento de urgência, pois a demora no seu controle implica maior risco de evolução para STA. Para dor intensa, geralmente, há necessidade de analgésicos endovenosos de maior potência, como morfina. Reavaliações periódicas são fundamentais para o rápido controle da dor e permitem o ajuste de dose de forma individualizada.

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Medium 9788580552928

Capítulo 1 - Princípios Gerais e Produção de Energia na Fisiologia Médica

Kim E. Barrett; Susan M. Barman; Scott Boitano; Heddwen L. Brooks Grupo A PDF Criptografado

Princípios Gerais e

Produção de Energia na Fisiologia Médica

O B J E T iVOS

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

1

C A P Í T U L O

�� Definir

as unidades usadas para medir as propriedades fisiológicas.

�� Definir pH e tamponamento.

�� Compreender o conceito de eletrólitos e definir difusão, osmose e tonicidade.

�� Definir e explicar a importância do potencial de membrana em repouso.

�� Compreender, em termos gerais, os constituintes básicos da célula: nucleotídeos, aminoácidos, carboidratos e ácidos graxos.

�� Inferir as estruturas de ordem superior formadas a partir desses constituintes básicos: DNA, RNA, proteínas e lipídeos.

�� Considerar as contribuições básicas desses constituintes fundamentais para estrutura, função e equilíbrio energético celulares.

IntRoDUção

Nos organismos unicelulares, todos os processos vitais ocorrem em uma única célula. À medida que os organismos multicelulares evoluíram, diversos grupos de células organizaramse em tecidos e órgãos que assumiram funções específicas.

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Medium 9788580555219

Capítulo 45 - Medicina de viagem

William Hay; Myron Levin; Robin Deterding; Mark Abzug Grupo A PDF Criptografado

Medicina de viagem

Suchitra Rao, MBBS

Sarah K. Parker, MD

INTRODUÇÃO

Vinte e sete milhões de pessoas nos Estados Unidos realizam viagens internacionais por ano; um terço delas viaja para nações em desenvolvimento. De todos os viajantes, 50 a 70% adoecem durante a sua viagem ao exterior. O número de crianças que viaja com as famílias continua a aumentar. As crianças são habitualmente mais suscetíveis às doenças infecciosas, ao trauma e a outros problemas de saúde, que variam de acordo com o destino da viagem. A preparação para a viagem de crianças e bebês inclui a consideração dos riscos específicos de cada destino, os problemas médicos subjacentes e a administração de vacinas de rotina e relacionadas à viagem. O médico envolvido no aconselhamento pré-viagem deve focar os assuntos listados no Quadro 45-1.

PREPARANDO CRIANÇAS E BEBÊS PARA A VIAGEM

00 Planos de viagem

Os pais e os cuidadores devem ser aconselhados de que viajar com crianças e bebês é muito mais agradável quando for limitado o número de trajetos em uma única viagem; quando o tempo de viagem for mantido relativamente curto; e de que é preciso contar com possíveis atrasos na viagem. O planejamento para atrasos e outros problemas deve incluir brinquedos novos ou jogos favoritos para distração, e provisão extra de alimentos e bebidas, mudas de roupa e medicamentos para febre.

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Grupo Gen (11363)
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Medium 9788527733298

1 - Generalidades sobre Gestão Hospitalar

MALAGÓN-LONDOÑO, Gustavo; LAVERDE, Gabriel Pontón; LONDOÑO, Jairo Reynales Grupo Gen PDF Criptografado

1

Generalidades sobre

Gestão Hospitalar

Gustavo Malagón-Londoño

O hospital é uma escola onde todos os funcionários e colaboradores são treinados. Os funcionários da área de serviços gerais, por exemplo, desempenham atividades diferenciadas que não são comuns fora do ambiente do hospital. Tais atividades ainda podem ser reformuladas de acordo com cada setor dentro do hospital. O gestor do hospital tem, entre outras, a função específica de capacitar todos os colaboradores, além de gerenciar a instituição. A grande responsabilidade do hospital perante o indivíduo, sua família e comunidade, a complexidade de sua administração, os avanços técnicos e científicos e os conceitos modernos de gestão ou administração têm sido os principais motivadores para empreender a difícil tarefa de reunir critérios dispersos e elementos fundamentais, com o objetivo de conseguir se aproximar do modelo de hospital ideal.

Neste livro, oferece-se um modelo com base na experiência de muitas organizações do mesmo tipo, que demonstram que é possível alcançar um modelo ideal de gestão e administração, com ênfase na gestão de recursos humanos, no uso e no controle dos serviços gerais e nos demais aspectos relacionados à atenção integral à saúde. Modelos ideais para a formação de gestores hospitalares bem-sucedidos são de fácil acesso, mas carecem de demonstração prática. Por esse motivo, especialistas propuseram bases e normas para consulta permanente por parte daqueles que procuram corrigir deficiências e oferecer maiores garantias aos indivíduos de uma sociedade.

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Medium 9788527726412

CAPÍTULO 125 – Adaptação Pediátrica de Aparelhos de Amplificação Sonora Individual

MARCHESAN, Irene Queiroz; JUSTINO, Hilton; TOMÉ, Marileda Cattelan Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 1 2 5

Adaptação Pediátrica de Aparelhos de

Amplificação Sonora Individual

M a ria A n g e l i n a N a r d i d e S o u z a M a r t i n e z

Introdução

O fonoaudiólogo que atua na adaptação de aparelhos de amplificação sonora individual (AASI) depara-se hoje com um grande desafio e responsabilidade: atender a bebês identificados e diagnosticados a partir da triagem auditiva neonatal, adaptando os AASI com pre­cisão e informação suficiente para orientar suas famílias quanto a prognóstico e expectativas. Isso possibilita-lhes a tomada de decisão quanto às diferentes intervenções e quanto à necessidade ou não de encaminhamento para programa de implante coclear, passível de ser realizado a partir dos 6 meses de idade.

Desse modo, o fonoaudiólogo que atua na adaptação pediátrica de amplificação sonora deve trabalhar de maneira integrada com a equipe de diagnóstico e de reabilitação.

O avanço tecnológico e científico nos oferece hoje evidência e instrumental suficiente para podermos assumir essa responsabilidade. No Brasil, com a implantação da política de saúde auditiva, houve um avanço muito importante nos últimos 10 anos. Hoje, temos centros com estrutura física, equipamentos e profissionais em todos os estados brasileiros adequados para atender à população pediátrica. Precisamos, agora, de um salto qualitativo para a otimização desses recursos com o aprimoramento e utilização de técnicas e protocolos adequados e validados para a população pediátrica, previstos nas portarias e instrutivos, e que são gradativamente incorporados à prática clínica.

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Medium 9788527717175

31 INSUFICIÊNCIA RENAL

MORTON, Patricia Gonce; FONTAINE, Dorrie K. Grupo Gen PDF Criptografado

31

Insuficiência Renal

Dorene Holcombe • Nancy Kern Feeley

Insuficiência Renal Aguda

Causas de Insuficiência Renal Aguda

Fisiopatologia da Insuficiência Renal Aguda

Evolução Clínica da Necrose Tubular Aguda

Diagnóstico de Insuficiência Renal Aguda

Doença Renal Crônica

Definição e Classificação da Doença Renal Crônica

Causas da Doença Renal Crônica

Fisiopatologia da Doença Renal Crônica

Prevenção da Evolução da Doença Renal Crônica

Tratamento da Insuficiência Renal

Tratamento de Alterações do Equilíbrio Hídrico

Tratamento de Alterações Acidobásicas

Tratamento de Alterações Cardiovasculares

Tratamento de Alterações Pulmonares

Tratamento de Alterações Gastrointestinais

Tratamento de Alterações Neuromusculares

Tratamento de Alterações Hematológicas

Tratamento de Alterações na Eliminação de Medicamentos

Tratamento de Alterações Esqueléticas

Tratamento de Alterações Tegumentares

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Medium 9788527724982

68 - Supervisão

WILLARD, Helen S.; SPACKMAN, Clare S.; CREPEAU, Elizabeth Blesedell; COHN, Ellen S.; SCHELL, Barbara Grupo Gen PDF Criptografado

Supervisão

MARY JANE YOUNGSTROM

Objetivos de Aprendizagem

Após a leitura deste capítulo, você será capaz de:

1.

2.

3.

4.

5.

Compreender os papéis e as funções da supervisão.

Diferenciar os tipos de supervisão.

Descrever os processos de supervisão e sua implantação.

Descrever as abordagens para gerenciar o desempenho.

Aplicar as diretrizes da AOTA para a supervisão adequada de profissionais da terapia ocupacional.

A

supervisão é parte integrante da prestação de serviço de terapia ocupacional. O processo de supervisão é utilizado de maneira consciente em nossa profissão para garantir que nossos clientes recebam atendimento seguro e efetivo de terapia ocupacional. Embora a capacidade de supervisionar de maneira competente seja desenvolvida ao longo da carreira do profissional, o profissional iniciante precisa conhecer o processo de supervisão e ter uma compreensão inicial de como fazer e receber a supervisão de modo compatível com os valores e as expectativas da profissão. Este capítulo irá fornecer-lhe uma visão geral do que é a supervisão e apresentar-lhe as informações básicas de que você necessitará para desenvolver relações de supervisão positivas e efetivas. Serão apresentadas expectativas de supervisão e padrões específicos para a profissão da terapia ocupacional.

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Medium 9788572889049

Capítulo 7 - Entendendo Formulações para a Área dos Olhos

VANZIN, Sara Bentler; PIRES, Cristina Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

7

Entendendo Formulações para a Área dos Olhos

J

á dizia o ditado popular: “Vale mais um olhar do que mil palavras”.

Através do olhar nos expressamos e interagimos com as pessoas. Além disso, o olhar é capaz de revelar muitas coisas, entre elas a idade.

A qualidade da pele na área dos olhos deve estar em harmonia com outras regiões do rosto. De que adianta um rosto bonito com a pele bem tratada acompanhado de olheiras e as famosas “bolsinhas” ao redor dos olhos?

Dessa forma, muitos cosméticos são desenvolvidos para o tratamento da área dos olhos, desde maquiagens a produtos de tratamento. Trata-se de uma região sensível e complexa que deve ser tratada com formulações específicas e estrategicamente elaboradas.

Abordaremos nesse capítulo sobre os cuidados necessários no desenvolvimento de formulações para a área dos olhos, bem como os princípios ativos disponibilizados hoje no mercado para manutenção e tratamento.

HISTOMORFOLOGIA

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Manole (44)
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Medium 9788520432488

19. Integração sensorial

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

19

Integração sensorial

Patrícia Hollanda Gassen

Rogério Lopes Cruz

INTRODUÇÃO

O conhecimento do papel determinante das funções sensoriais na organização cerebral, no desenvolvimento das interações socioemocionais mais precoces, na modulação do temperamento e do comportamento infantil remete à abordagem das teo­ rias de integração sensorial (IS). Nessa temática, têm-se desenvolvido pesquisas nos campos teórico, de avaliação e da intervenção no âmbito das relações entre a atividade neural e o comportamento sensório-motor ou emocional.

A teoria de IS constitui um novo paradigma desenvolvido pela terapeuta ocupacional Anna Jean Ayres para explicar algumas perturbações neurológicas da criança não atribuíveis à lesão localizada ou a outras perturbações causadoras de deficiência, mas sim à deficiente organização do fluxo sensorial recebido e processado pelo sistema nervoso central (SNC).

A IS é um processo neurofisiológico referente à capacidade cerebral para organizar e interpretar a informação provinda dos sentidos mediante o confronto desse input com aprendizagens e memórias armazenadas no cérebro. Com base nessas operações, o organismo produzirá respostas às excitações sensoriais; que geram, por sua vez, novos estímulos. Se o estímulo inicial não for processado e organizado de forma adequada, o resultado é um efeito feedback com produção de respostas motoras e comportamentais potencialmente inadaptadas. Como resultado desse processo, estabelece-se um círculo vicioso no qual o impulso sensorial irá se alterando progressivamente causando novos impulsos e processos de retroação exponencialmente desorganizados. As consequências de tais disfunções são visíveis em lacunas no desenvolvimento ou em problemas de aprendizagem, emocionais e comportamentais.

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Medium 9788520432488

9. Afasia

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

9

Afasia

Silvana Oliva

Maria Carolina Lizana Monreal

Introdução

O objetivo deste capítulo é definir o que é afasia e suas principais manifestações e assim contribuir para um olhar mais amplo do fisioterapeuta no processo de reabilitação do indivíduo afásico. A comunicação é um fator essencial no contexto terapêutico e pode ocorrer de maneira insatisfatória por falta de conhecimento dos profissionais da área de saúde que atuam junto a indivíduos afásicos.

Cabe aqui ressaltar que o fonoaudiólogo é o profissional habilitado para o trabalho de linguagem. O fonoaudiólogo é um profissional de saúde e educação que atua em pesquisa, prevenção, avaliação e terapia na área da comunicação oral e escrita, da voz, da fluência, da articulação da fala, da função auditiva periférica e central, da função vestibular e dos sistemas miofuncional, orofacial, cervical e de deglutição.

O fonoaudiólogo pode atuar sozinho ou em conjunto com outros profissionais da área da saúde em unidades básicas de saúde, ambulatórios de especialidades, hospitais e maternidades, consultórios, clínicas, centros de reabilitação, home care, berçário de alto risco, escolas (regulares e especiais), empresas, indústrias, emissoras de rádio e televisão e teatro.

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Medium 9788520431733

8. Efeitos psicocomportamentais da massagem

Cláudia Marchetti V. da Cruz Manole PDF Criptografado

8

Efeitos psicocomportamentais da massagem

A

tualmente, somos submetidos a uma sobrecarga de estímulos ambientais (luzes, sons, cores) que elevam os níveis de tensão do nosso organismo e provocam aquilo que chamamos de estresse.

Segundo alguns autores15,19,20,72, o bebê não está livre do estresse, pois, durante a gravidez, ele se encontra em um ambiente no qual a luz, o som e a temperatura são praticamente constantes, além de estar todo o tempo protegido pelo contato com o ventre materno. No entanto, ao nascimento, o bebê é retirado do útero da mãe e submetido a um ambiente totalmente estranho e com novos estímulos e sensações. No ambiente hospitalar, há mais luz, ruídos, temperatura diferente e excesso de estímulos táteis (médicos, enfermeiros, berço aquecido) e dolorosos (procedimentos de aspiração de vias aéreas superiores e teste do pezinho, por exemplo). É o que podemos chamar de “mudança radical na vida de um ser humano” (Figura 8.1).

O bebê pode ser submetido às sensações de estresse antes mesmo do nascimento, em decorrência de níveis de hormônios relacionados a esse evento na vida da mãe e que, presentes na corrente sanguínea desta, atravessam a placenta72.

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10. Adaptações na prática desportiva para população infantojuvenil

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Adaptações na prática desportiva para população infantojuvenil

Marcel dos Santos Paiva

INTRODUÇÃO

A prática esportiva e seus benefícios encontram-se em evidência não apenas por sua associação à melhora da qualidade de vida e ao desenvolvimento físico e psicológico da criança e do adolescente. Ela difunde-se na promoção da saúde e do bem-estar, aumento da autoestima, da autoconfiança, do senso de responsabilidade e de grupo, redução da gordura corpórea, diminuição de estresse e ansiedade, diminuição do uso de álcool e drogas e da propensão ao uso de tais substâncias (Strong, 2005). Quando comparados a indivíduos inativos, os fisicamente ativos apresentam níveis mais elevados de resistência cardiorrespiratória e força muscular, diminuição dos riscos relacionados a doenças cardiorrespiratórias e metabólicas e melhor densidade óssea (PAGACR, 2008). Apesar de escassos na literatura, vários estudos (WHO, 2001; Stevens,

1995; Law, 2006) têm mostrado que a participação de crianças com deficiência é mais restrita quando comparada com crianças sem deficiência. Apesar do reconhecimento de que a natureza e a extensão da participação das crianças são fortemente influenciadas pelos ambientes onde se situam todos os dias (Mahoney, 2005; WHO, 2004).

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18. Fisioterapia aquática

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Fisioterapia aquática

Tathiana Trócoli

Laís Cardoso

Introdução

A fisioterapia aquática é um tratamento para muitos tipos de distúrbios neurológicos e musculoesqueléticos tão antigo quanto a própria humanidade. Essa modalidade terapêutica se utiliza dos princípios físicos da água aquecida a aproximadamente 32°C em conjunto com técnicas de cinesioterapia para, entre outros objetivos, favorecer o bloqueio dos estímulos nociceptivos atuando nos receptores térmicos e mecânicos da pele, aumentar o fluxo sanguíneo periférico facilitando o relaxamento muscular e promover ganhos funcionais que possam ser transferidos para a vida diá­ ria dos pacientes.

Os princípios físicos da água, tais como pressão hidrostática, empuxo, viscosidade, densidade e tensão superficial podem ser utilizados pelos fisioterapeutas para facilitar ou dificultar o movimento, dependendo dos objetivos terapêuticos. A imersão em água aquecida promove algumas alterações fisiológicas, como aumento das frequências respiratória e cardíaca, aumento da circulação periférica, aumento do débito cardíaco e do retorno venoso diminuindo a pressão arterial, diminuição do edema periférico e redução da sensibilidade dos terminais nervosos.

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