Artmed (834)
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Medium 9788580556025

Capítulo 93. Nocardiose, actinomicose e doença de Whipple

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Nocardiose, actinomicose e doença de Whipple

CAPÍTULo 93

569

Para uma discussão mais detalhada, ver Thwaites CL, Yen LM: Tétano, Cap. 177, p. 984; Maslanka S, Rao AK: Botulismo, Cap. 178, p.

987; Bryant AE, Stevens DL: Gangrena gasosa e outras infecções por clostrídeos, Cap. 179, p. 990; e Cohen-Poradosu R, Kasper DL:

Infecções causadas por microrganismos anaeróbios mistos, Cap.

201, p. 1094, do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição, AMGH

Editora.

93

Nocardiose, actinomicose e doença de Whipple

NOCARDIOSE

Microbiologia

As Nocardiae são filamentos Gram-positivos ramificados em formato de colar de contas que costumam dar resultados positivos em colorações álcool-ácido-resistentes modificadas. Esses actinomicetos aeróbios são comuns no solo.

• Nove espécies ou complexos de espécies estão comumente associadas à doença em humanos.

• A diferenciação das nocárdias em espécies é dificultada na maioria dos laboratórios clínicos porque ela é quase impossível sem técnicas filogenéticas moleculares.

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Medium 9788582713570

Atomoxetina

Alan Schatzberg, Charles DeBattista Artmed PDF Criptografado

514

Manual de psicofarmacologia clínica

com um IMAO antes que um estimulante seja tentado ou retentado? O que dizer de um homem jovem levemente paranoico, esquivo, com dor grave de ouvido de natureza não diagnosticada que compra estimulantes ilícitos para aliviar a dor? Os estimulantes não o ajudam a funcionar melhor e não o tornam mais paranoico – eles apenas o fazem sentir-se melhor. E sobre uma mulher cronicamente muito depressiva que só se sente melhor após consumir 200 mg de metilfenidato por dia? Sentimo-nos mais confortáveis prescrevendo estimulantes quando eles melhoram o funcionamento de maneira óbvia ou, pelo menos, aliviam o desconforto da incapacitação. Não forçaríamos um paciente a tentar um IMAO se ele já apresentou melhora sob uso de um estimulante no passado, mas esses são julgamentos pessoais.

Resumindo, supomos que medicamentos estimulantes eficazes e de ação rápida são subutilizados na prática psiquiátrica nos adultos norte-americanos.

Nem sempre esses fármacos funcionam ou mesmo ajudam, mas, quando o fazem, eles podem ser muito eficazes. Ainda não está claro se a bupropiona, que se assemelha aos estimulantes em alguns aspectos, ou outros medicamentos novos, que não se assemelham (ver Cap. 3), serão medicamentos mais seguros, com menor probabilidade de abuso e capazes de ajudar os pacientes psiquiátricos que atualmente respondem a estimulantes-padrão.

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Medium 9788582713686

Capítulo 22 - Superando as Limitações

Rodrigo Bressan, Géder Grohs, Ary Gadelha Artmed PDF Criptografado

22

SUPERANDO AS LIMITAÇÕES

FABIANA NERY, LUIZ GUIMARÃES

IDENTIFICAÇÃO

Francisco, 32 anos, solteiro, brasileiro, reside com os pais.

MOTIVO DO ATENDIMENTO

O paciente foi trazido para o serviço de internação psiquiátrica pelo resgate domiciliar. No momento da primeira avaliação, apresentava-se heteroagressivo, em agitação psicomoto­ ra e relatava que estava sendo filmado, que havia câmeras de vídeo no ar-condicionado, que seu telefone estava grampeado, que havia uma “trama” contra ele e que seus pais estavam envolvidos. Os genitores relataram que, seis meses antes, o paciente tornou-se mais ensimesmado, isolado, inquieto, não querendo cumprimentar as pessoas fisicamente para não se contaminar e que passou a ficar cada vez mais agressivo.

HISTÓRIA

Descrito como pessoa reservada e muito rígida em todos os seus afazeres, Francisco zelava pelo primor em tudo que fazia, sempre levando muito a sério os compromissos.

Desde muito jovem, apresentou dificuldade em lidar com tudo que não parecesse “certo” ou com mudanças de última hora. Nunca teve amigos íntimos e era descrito como pessoa calma e afável, porém apresentava dificuldade em lidar com críticas.

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Medium 9788582714072

Capítulo 23 - Doenças benignas da mama

Eduardo Pandolfi Passos, José Geraldo Lopes Ramos, Sérgio H. Martins-Costa, José Antônio Magalhães, Carlos Henrique Menke, Fernando Freitas Artmed PDF Criptografado

23

Doenças benignas da mama

Carlos Henrique Menke

Jorge Villanova Biazús

Andréa Damin

Márcia Portela de Melo

Vívian Fontana

As patologias benignas da mama representam uma grande parcela das alterações mamárias, e requerem sempre a diferenciação com a patologia maligna. Geram desconforto e ansiedade às pacientes que manifestam algum sintoma ou achado no exame clínico. Essas patologias devem ser compreendidas e, excluída a possibilidade de câncer, deve-se explicar à paciente seu caráter benigno e, prontamente, apontar a conduta terapêutica, quando necessária, seja clínica ou cirúrgica.

acordo com o comprometimento, em anomalias de volume e de número.

Volume

Hipomastia – Mama de pequeno volume, unilateral ou bilateral. Costuma não responder a tratamento hormonal. A solução é cirúrgica com inclusão de próteses de silicone.

Hipertrofia – Mama de grande volume, unilateral ou bilateral. Causa danos psicológicos e de postura, alterando o centro gravitacional da coluna. Casos extremos, que redundam em ressecções > 1.000 g, são denominados gigantomastia. O manejo sempre é cirúrgico: mamoplastia redutora. Dentre os casos de gigantomastia já atendidos no Serviço de Mastologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), três estavam associados à gestação1 (FIG. 23.1).

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Medium 9788582714287

Capítulo 17. Aceitação é a solução

Ronaldo Laranjeira, Hugo Leal Artmed PDF Criptografado

17

ACEITAÇÃO É A SOLUÇÃO

RAIMUNDO

SOBRE ALCOOLISMO E RECUPERAÇÃO

Meu nome é Raimundo e sou um alcoólatra em recuperação.

Nestes 38 anos como membro de Alcoólicos Anônimos (AA), perdi a conta das ve­zes em que me apresentei assim, seja nas reuniões de grupo na irmandade ou fora delas, em partilhas feitas em empresas, igrejas, hospitais, albergues e outros lugares onde fui, com outros companheiros, tentar transmitir uma mensagem de esperança tanto a outros dependentes do álcool como a seus familiares, já que o desalento, o desespero e a frustração são presenças constantes nas vidas devastadas direta e indiretamente pela doença.

Sou de Fortaleza, no Ceará, radicado em São Paulo desde 1953, onde cheguei aos 22 anos de idade, sem ter nunca experimentado uma gota sequer do álcool na vida. Tinha até uma antipatia sem muita explicação, misturada com desprezo, pelos bêbados que via cambaleando ou caídos na rua e, durante minha adolescência, cheguei mesmo a ser cruel com eles, roubando meio de arrelia seus sapatos ou mesmo alguns trocados que encontrasse no bolso daqueles que desmaiavam de tanta pinga ingerida, e que não eram tão poucos assim.

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Editora Manole (2595)
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Medium 9788520430958

19. Proteínas específicas

MCPHERSON, Richard A.; PINCUS, Matthew R. Editora Manole PDF Criptografado

C A P Í T U L O 19

Proteínas específicas

Richard A. McPherson MD

Estrutura da proteína

268

Técnicas de separação de proteínas

269

Eletroforese

Precipitação

Separações em coluna

269

271

271

Detecção e quantificação de proteínas

272

PONTOS-CHAVE

• A estrutura primária de uma proteína consiste em sua sequência linear de aminoácidos com diferentes grupos laterais, que determinam como a proteína se dobra sobre si mesma (estruturas secundária e terciária) e como reage com outras moléculas e células (i. e., sua identidade molecular).

• Os métodos existentes para quantificar e fracionar as proteínas baseiam-se em turbidimetria, colorimetria, absorção espectrofotométrica, ligação a corantes, cromatografia em coluna, eletroforese e imunoensaios.

• A eletroforese de proteínas separa as moléculas proteicas de acordo com suas cargas elétricas (usualmente em pH 8,6).

• As principais proteínas plasmáticas que contribuem para o padrão eletroforético são a albumina, α1-antitripsina (AAT),

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Medium 9788520422564

3. Serviços de genética médica/clínica

BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Serviços de genética médica/clínica

DECIO BRUNONI

ANA BEATRIZ ALVAREZ PEREZ

RODRIGO AMBROSIO FOCK

INTRODUÇÃO

No Brasil, a partir dos anos 1960, os serviços de genética médica/clínica (SGMC) começaram a se desenvolver de maneira mais consistente, com interesse maior na pesquisa de certas doenças ou grupos de doenças genéticas. Esses serviços quase sempre estavam ligados a cursos de pós‑graduação em Genética Humana e/ou Médica. Já durante as décadas de 1970 e 1980, foram se estruturando os serviços de aconselhamento genético com maior capacidade assistencial, quase todos ligados a hospitais e/ou instituições universitárias. Em recente cadastramento realizado pela Sociedade Brasileira de Genética

Médica (SBGM), foram catalogados 64 serviços, dos quais 85% estão localizados no Sul/

Sudeste, e mais da metade do total está apenas em dois Estados (Rio Grande do Sul e

São Paulo).

O número de procedimentos e de pessoal envolvido na assistência em genética médica/clínica no Brasil foi avaliado em 1997, e foi considerado insignificante. Essa situação persiste, e estima‑se que as intervenções de aconselhamento genético, como as apontadas no Capítulo 2 – Aconselhamento genético, não são praticadas na maioria dos pacientes e das famílias que possuem doenças genéticas. Isso significa que a maioria dos pacientes atendidos nos sistemas assistenciais de saúde brasileiros (Sistema Único de Saúde – SUS

43

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Medium 9788520436035

11. Avaliação audiológica no primeiro ano de vida

LOPES FILHO, Otacílio; CAMPIOTTO, Alcione Ramos; LEVY, Cilmara Cristina Alves da Costa Editora Manole PDF Criptografado

Avaliação audiológica 11 no primeiro ano de vida

Marisa Frasson de Azevedo

Importância do diagnóstico precoce

A integridade anatomofisiológica do sistema auditi‑ vo, tanto em sua porção periférica quanto central, cons‑ titui um pré‑requisito para a aquisição e o desenvolvi‑ mento normal da linguagem.

Os primeiros meses de vida têm sido considerados o período crítico para o desenvolvimento das habilida‑ des auditivas. Durante o primeiro ano de vida, especial‑ mente durante os seis primeiros meses, ocorre o proces‑ so de maturação do sistema auditivo central e a experienciação nesse período é crucial para o desenvol‑ vimento da linguagem.

Avanços na neurociência cognitiva demonstraram a plasticidade funcional do sistema nervoso central, a existência de períodos críticos e a possibilidade de for‑ talecimento das ligações sinápticas pós‑experienciação nesses períodos (Chermak e Musiek, 1992). Tanto a plasticidade quanto a maturação são, em parte, depen‑ dentes da estimulação, visto que a experienciação audi‑ tiva ativa e reforça vias neurais específicas (Aoki e

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Medium 9788520430361

Capítulo 2 - Membros superiores

SOVNDAL, Shannon Editora Manole PDF Criptografado

MEMBROS SUPERIORES

2

S

eus membros superiores proporcionam dois dos cinco pontos de contato com a bicicleta. Eles não apenas contribuem significativamente para a condução de sua bicicleta, mas também servem como base e plataforma para estabilizar seu corpo enquanto você está pedalando. Uma base forte em suas extremidades superiores o ajudará bastante. Imagine que você está pedalando sua bicicleta em uma subida, levantado do selim – você desloca sua bicicleta para um lado e para o outro com os membros superiores, ao mesmo tempo em que os membros inferiores promovem a rotação das pedivelas. Os membros superiores também atuam durante um sprint ou em uma subida levantando-se do selim. Quando você vê uma fotografia de um sprint final em uma corrida de bicicleta, não pode deixar de notar o esforço e a flexão muscular nos membros superiores dos ciclistas. Mesmo quando está andando de bicicleta em uma superfície plana, seus membros superiores estabilizam o restante do corpo. Eles instituem a relação entre a bicicleta e seus ombros, os quais, por sua vez, estabilizam seu tórax, dorso e o restante do tronco. Vale ressaltar que cada parte do corpo contribui para o trabalho do ciclista como um todo. Enquanto realiza os exercícios deste livro, você deve utilizar as informações da seção “Enfoque no ciclismo” para aplicar o treinamento no desempenho do ciclismo.

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Medium 9788520435243

22. Explicação do paradoxo de Codman

KAPANDJI, Adalbert I. Editora Manole PDF Criptografado

22

Explicação do paradoxo de Codman

Ao pesquisar sobre esse famoso paradoxo, me deparei com a personalidade fora do comum de Ernest

Amory Codman (1869-1940) (Fig. 22.1), cirurgião norte-americano que trabalhou durante grande parte de sua vida em Boston, no Massachusetts Hospital, e que ficou célebre nos Estados Unidos por seus trabalhos sobre osteossarcoma e sobre a cirurgia do ombro. Ele foi o primeiro a realizar, em 1912, uma cirurgia de reparo de uma ruptura do supraespinal, e foi em seu livro The shoulder, publicado em 1925, que abordou seu famoso paradoxo. Nessa época, Mac Conaill ainda não havia publicado seus estudos sobre o movimento diadocal (ver

Cap. 20). No entanto, o cardã propriamente dito, que

é o mecanismo explicativo, havia sido inventado muito antes, por Gerolamo Cardano (ver Cap. 20).

Em que consiste o paradoxo de

Codman?

Chamamos assim uma manobra do ombro que provoca um movimento de rotação longitudinal do braço que não foi explicado, inicialmente, pelo autor que lhe deu o nome. Vamos comprovar que se trata de um pseudoparadoxo.

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Editora Saraiva (35)
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Medium 9788576140047

Capítulo 7 - Técnica para Verificação de Sinais Vitais

MOTTA, Ana Leticia Carnevalli Editora Saraiva PDF Criptografado

7

Técnica para Verificação de Sinais Vitais

7.1 Temperatura

A temperatura indica o nível de calor a que chega o corpo. A temperatura normal do corpo é mantida pelo equilíbrio entre a produção e eliminação de calor. O calor é gerado por processo metabólico e é distribuído no organismo pelo sangue por meio dos vasos sanguíneos.

O organismo perde calor por radiação e condutibilidade da pele, por evaporação do suor, por evaporação pulmonar, pelo ar inspirado, pela urina, pelas fezes e pela saliva.

Há alguns fatores que alteram a temperatura:

7.1.1 Fatores Fisiológicos

Método de verificação:

 axilar

 bucal

 retal

Hora da verificação:

 mais baixa pela manhã

 mais alta ao anoitecer

 eleva-se mediante a atividade física e o processo digestivo

94

Normas, Rotinas e Técnicas de Enfermagem

9788576140047_NORMAS_ROTINAS_E_TECNICAS_DE_ENFERMAGEM_MIOLO.pdf 94

07/05/2018 14:04:18

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Medium 9788536512136

2. Estrutura Física de um Laboratório de Manipulação

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

Estrutura Física de um Laboratório de Manipulação

2

Para começar

Você verá neste capítulo as áreas físicas que um laboratório de manipulação deve possuir, suas características básicas e os aspectos relacionados à biossegurança.

2.1 Áreas

Como citado no Capítulo 1, o laboratório de manipulação de farmácias deve contar com uma in­fraes­trutura adequada às atividades a serem desenvolvidas. De modo geral, um laboratório de manipulação precisa apresentar área ou sala para atividades administrativas, área ou sala de armazenamento, área ou sala de controle de qualidade, sala ou local de pesagem de matérias-primas, salas de manipulação, além de área ou local para lavagem de utensílios e materiais de embalagem, vestiário, sala de paramentação, sanitários e depósito de material de limpeza.

Fique de olho!

Definições dos espaços físicos no laboratório de manipulação:

»»

»»

»»

Área: ambiente aberto, sem paredes em uma ou mais de uma das faces.

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Medium 9788576140047

Capítulo 15 - Montagem das Caixas de Instrumental Cirúrgico

MOTTA, Ana Leticia Carnevalli Editora Saraiva PDF Criptografado

15

Montagem das Caixas de Instrumental Cirúrgico

As caixas de instrumental cirúrgico são montadas pelos profissionais de enfermagem após todo o processo de limpeza mecânica e desencrostação, antes de serem esterilizadas.

Existem algumas particularidades quanto à composição das caixas cirúrgicas, que variam de acordo com a equipe médica e a rotina do médico-cirurgião. A escolha e a montagem da caixa fica a critério de cada equipe cirúrgica em cada hospital, havendo, portanto, variações entre os serviços.

Sugerimos neste capítulo a composição de algumas caixas cirúrgicas que podem ser usadas em hospitais gerais.

Quadro 8 - Caixa Básica.

Composição

Qtde.

Descrição

1

Porta-agulha médio - 20 cm

1

Porta-agulha pequeno - 17 cm

1

Pinça de assepsia

1

Par de afastadores de Farabeuf

1

Pinça de assepsia

1

Cabo de bisturi nº 4

1

Tentacânula

2

Pinças de Allis - 15 cm

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Medium 9788536512136

6. Recebimento, Entrada e Verificação da Qualidade das Matérias-Primas

GARÓGALO, Denise de Abreu; CARVALHO, Cristianne Hecht Mendes de Editora Saraiva PDF Criptografado

Recebimento,

Entrada e

Verificação da

Qualidade das

Matérias-Primas

6

Para começar

Você verá neste capítulo que as matérias-primas e os materiais de embalagem necessários para a produção dos produtos manipulados devem, em seu recebimento no estabelecimento, na sua entrada e na verificação da sua qualidade, passar por processos em que o profissional técnico, com a su­pervisão do profissional farmacêutico, tenha importante participação. São processos práticos e documentais que requerem conhecimento e atenção. Preste atenção e você perceberá como serão úteis para aumentar seu conhecimento nessa área.

6.1 Aquisição

Toda solicitação de compra/aquisição de matérias-primas ou materiais de embalagem deve seguir as especificações técnicas determinadas pelo farmacêutico, que é o profissional responsável por supervisionar todo este processo de compra/aquisição e sempre autorizá-lo por escrito.

Nas especificações das matérias-primas devem constar, no mínimo, as informações listadas a seguir, segundo a RDC no 67/2007:

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Medium 9788576140047

Capítulo 10 - Dispositivo para Incontinência Urinária

MOTTA, Ana Leticia Carnevalli Editora Saraiva PDF Criptografado

10

Dispositivo para

Incontinência Urinária

10.1 Técnica de Colocação de Dispositivo para

Incontinência Urinária Masculina

Quanto menor for o tempo de uso da sonda vesical melhor é para o paciente, pois são reduzidos os riscos de infecção. Por isso é sempre indicado nos casos em que, ao retirar a sonda, se o paciente apresentar incontinência urinária, deve ser colocado um dispositivo para incontinência que também pode ser usado em casos em que o paciente não tem controle sobre o ato de urinar, como, por exemplo, alguns idosos.

::

Material

 01 unidade de dispositivo para incontinência urinária (tem o formato de um preservativo conectado a um frasco de drenagem)

 20 cm de fita adesiva

 01 par de luvas de procedimento

Técnica

 Lavar as mãos.

 Colocar o material em uma bandeja.

 Orientar o paciente quanto ao procedimento.

120

Normas, Rotinas e Técnicas de Enfermagem

9788576140047_NORMAS_ROTINAS_E_TECNICAS_DE_ENFERMAGEM_MIOLO.pdf 120

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Grupo A (8966)
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Medium 9788580550320

11 Trauma nas mulheres

Donna Nayduch Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 11

TRAUMA NAS

MULHERES

INTRODUÇÃO

As estatísticas do trauma mostram que os indivíduos mais envolvidos em acidentes e violência são homens, de 1 a 44 anos.

O trauma em mulheres, contudo, também ocorre com frequência, uma vez que vivem mais do que os homens e permanecem ativas ao envelhecerem e durante a gestação. Embora os órgãos reprodutivos das mulheres estejam relativamente protegidos na pelve, às vezes se tornam vulneráveis e devem ser considerados durante a ressuscitação e tratamento da paciente de trauma.

AVALIAÇÃO

Como em todo trauma, avaliar e manter as vias aéreas livres, a respiração e a circulação são prioridades. Além disso, se a mulher estiver grávida, a informação relacionada ao feto também é necessária. O foco principal do cuidado é a mãe, consequentemente, ao feto será proporcionado o ambiente ideal. Outras lesões podem ocorrer às mulheres, estejam grávidas ou não, e são abordadas a seguir.

História

Deve-se começar com a história do trauma, incluindo o equipamento de segurança e seu uso adequado. Todo evento traumático

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Medium 9788580550580

Capítulo 17 - Manejo Operatório da Pancreatite Crônica

Rebecca M. Minter; Gerard M. Doherty; Colaboradores Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 17

Manejo Operatório da Pancreatite Crônica

Jules Lin, MD, e Diane M. Simeone, MD

INDICAÇÕES

Pancreatojejunostomia longitudinal

Dor grave e persistente causada por pancreatite crônica.

Refratária a terapias clínicas.

Causada por internações hospitalares sucessivas.

Ducto pancreático dilatado com diâmetro superior a 8 mm.

Pseudocistogastrostomia e pseudocistojejunostomia

Pseudocisto pancreático persistente presente por mais de

6 semanas (isto é, no momento em que a parede estiver suficientemente madura para suportar suturas).

CONTRAINDICAÇÕES

Pancreatojejunostomia longitudinal

A. Absolutas

Ausência de dor.

Câncer pancreático.

Cirrose.

B. Relativas

Comorbidades cardiopulmonares.

Pseudocistogastrostomia e pseudocistojejunostomia

A. Absolutas

O cistoadenocarcinoma é uma contraindicação para drenagem entérica, e sua remoção é imprescindível.

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Medium 9788536327341

15 | Hirsutismo

Rosana Maria dos Reis, Flávia Raquel Rosa Junqueira, Ana Carolina Japur de Sá Rosa-e-Silva Grupo A PDF Criptografado

210

Reis § Junqueira § Silva

1. Excesso de androgênios produzidos pelos ovários e/ou adrenais: síndrome dos ovários policísticos (SOP), hiperplasia adrenal congênita na forma não clássica ou de início tardio, Síndrome de Cushing e tumores produtores de androgênios ovarianos ou adrenais.

2. Aumento da sensibilidade cutânea aos androgênios circulantes: hirsutismo “idiopático”, caracterizado por hirsutismo isolado, na presença de ciclo menstrual regular e ovulatório.

3. Alterações secundárias no transporte e/ou metabolismo de androgênios: doenças da tireoide, hiperprolactinemia, uso de drogas (fenotiazinas, danazol, ciclosporina, etc.).

A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das causas mais frequentes de hirsutismo. Sua prevalência em mulheres na idade reprodutiva varia de 4 a 8%.1 O quadro clínico caracteriza-se pela irregularidade menstrual, tipo oligo/amenorreia, associada à manifestação de hiperandrogenismo, como hirsutismo, acne, pele oleosa. A infertilidade está comumente presente nessas mulheres, por se tratar de um quadro de anovulação crônica. Os sintomas se iniciam no período peripuberal. Cerca de 50% dessas mulheres têm obesidade e em 50 a 70% delas, em especial nas obesas, a resistência à insulina com hiperinsulinemia compensatória estará presente.2 Desta maneira, essas mulheres correm mais riscos de desenvolver intolerância à glicose, diabetes melito e doença cardiovascular.

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Medium 9788536702377

Capítulo 4 - Restaurações diretas: resinas compostas

Antonio S. Fonseca Grupo A PDF Criptografado

4

José Carlos Garófalo • Maria Fernanda Cressoni de Mello

Restaurações diretas: resinas compostas

Sumário

Qual é o papel real das resinas compostas na Odontologia restauradora atual? 59

Quais são as características das resinas compostas que devem ser levadas em consideração quando da sua indicação? 61

É possível uma reação de polimerização sem contração de material? 65

A escolha da resina composta precisa ser compatível com o sistema de adesão utilizado? 66

O que é mais importante: a técnica restauradora (preparo da cavidade + sistema adesivo + colocação do material na cavidade) ou a escolha da resina composta? 66

Resina composta de alta densidade pode proporcionar melhores relações de contato com os dentes vizinhos em restaurações de classe II? 67

Podemos esperar brilho na superfície das restaurações, no acabamento e no polimento? 67

êê Qual é o papel real das resinas compostas na Odontologia restauradora atual?

Certamente ainda não existe, e é provável que ainda demore muito para surgir na Odontologia, um material restaurador que, ao longo dos anos, tenha se mostrado tão versátil na sua indicação e uso como o material proposto por

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Medium 9788582714560

Capítulo 27. Os pelados e suas razões

Daniel Martins de Barros Grupo A PDF Criptografado

27

OS PELADOS E SUAS RAZÕES

Há alguns anos, a cidade de Porto Alegre (RS) passou por uma fase em que várias pessoas saíram correndo nuas pelas ruas. A primeira foi uma mulher, detida por estar correndo nua num parque da cidade. Na sequência, mais três casos foram flagrados, no que parecia configurar uma tendência. Das quatro pessoas, duas mulheres foram abordadas e levadas – adivinhe para onde? – ao psiquiatra. Ambas teriam problemas, segundo informações de familiares e amigos, o que explicaria o comportamento.

Tenho dúvidas se a mera presença de problemas explica o fenômeno como um todo. A psiquiatria (bem-feita), como qualquer ramo da medi­ cina (bem-feita) se esforça para diferenciar o que é ou não doença. No caso da pressão alta, para ficar num exemplo clínico, uma vez detectada a média dos valores de pressão arterial da população – 120 x 80 milímetros de mercúrio, o famoso “doze por oito” – descobrem-se quais as taxas que trazem mais risco de complicações para o organismo e, voila, definimos uma doença: “hipertensão arterial”. Vá tentar fazer isso no caso da psiquia­ tria: estabelecer o comportamento médio, descobrir quando os desvios dessa média se tornam prejudiciais e, então, determinar o que é doença.

Parece bem mais complicado. E é.

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Grupo A (61)
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Medium 9788580554212

Caso 4 - Estabilização cirúrgica para instabilidade do ombro: reabilitação para retorno ao esporte

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Estabilização cirúrgica para instabilidade do ombro: reabilitação para retorno ao esporte

Laura Stanley

Ellen Shanley

CASO 4

Quatro meses atrás, um poliatleta (zagueiro e defensive back de futebol americano, shortstop e relief pitcher de beisebol) com 16 anos de idade, aluno do ensino médio, sofreu uma lesão em um jogo de futebol americano contra o time rival. Teve uma luxação glenoumeral quando foi atingido no braço por um defensive lineman na fase máxima do posicionamento final (cocking) do arremesso (90o de abdução e de rotação externa). Não conseguiu continuar no jogo e submeteu-se a uma redução da luxação na sala de emergência. Esse foi o seu segundo episódio de instabilidade. O diagnóstico indicou lesão de Bankart e Hill-Sachs no ombro direito (dominante). Dez dias após a luxação, o atleta passou por uma fixação artroscópica da lesão de Bankart, retensionamento da cápsula anterior e remplissage. O cirurgião ortopédico encaminhou o paciente a um fisioterapeuta no primeiro dia pós-operatório (PO 1). O paciente é o starting shortstop e o relief pitcher (arremessa com a mão direita e é um switch hitter)* do principal time de beisebol da universidade. Quer estar pronto para a temporada de beisebol; entretanto, o seu objetivo central é conquistar o papel starting na zaga na próxima temporada. O paciente encontra-se, agora, no quarto mês pós-operatório e já pode iniciar a reabilitação para retorno ao esporte.

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Medium 9788565852845

Capítulo 12 - Supositórios

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO V

FORMAS FARMACÊUTICAS DESTINADAS

À INSERÇÃO NOS ORIFÍCIOS CORPORAIS

CAPÍTULO

12 Supositórios

OBJETIVOS

Após a leitura deste capítulo, o estudante será capaz de:

1. Comparar e diferenciar os vários tipos de supositórios em relação a aparência, tamanho e forma.

2. Descrever as vantagens e as desvantagens da administração de fármacos na forma de supositórios versus aqueles por via oral.

3. Identificar e explicar os fatores fisiológicos que afetam a absorção de fármacos por meio de supositórios administrados por via retal.

4. Identificar e explicar os fatores físico-químicos dos fármacos e da base utilizada na preparação do supositório e sua influência na absorção retal.

5. Comparar e diferenciar as várias bases para supositórios.

6. Descrever os três métodos de preparação de supositórios.

7. Gerar uma lista de pontos-chave de aconselhamento que o farmacêutico deve fornecer ao paciente que recebeu a prescrição de um fármaco sob a forma de supositório.

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Medium 9788580554212

Lista por condição de saúde (ordem alfabética)

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

486

CASOS CLÍNICOS EM FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA

LISTA POR CONDIÇÃO DE SAÚDE (ORDEM ALFABÉTICA)

Nº CASO

6

7

5

17

8

14

11

19

12

13

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TÓPICO

Capsulite adesiva – diagnóstico

Capsulite adesiva – tratamento

Cirurgia reparadora do manguito rotador: quatro semanas de reabilitação

Coluna lombar: hérnia de disco – abordagem de diagnóstico e terapia mecânica (McKenzie)

Dor crônica cervical

Dor lombar: manipulação

Epicondilalgia lateral

Epifisiólise proximal do fêmur (EPF)

Espondilolistese degenerativa

Espondilolistese em um atleta jovem

Estabilização cirúrgica para instabilidade do ombro: reabilitação para retorno ao esporte

Fascite plantar

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Medium 9788565852845

Capítulo 5 - Delineamento de formas farmacêuticas: considerações biofarmacêuticas e farmacocinéticas

Loyd V. Allen Jr., Nicholas G. Popovich, Howard C. Ansel Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

OBJETIVOS

5

Delineamento de formas farmacêuticas: considerações biofarmacêuticas e farmacocinéticas

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Descrever os vários tipos de absorção de fármacos a partir de uma forma farmacêutica.

2. Explicar como a dissolução afeta a absorção do fármaco.

3. Descrever como a estrutura química do fármaco pode afetar sua absorção nas várias vias de administração.

4. Descrever as características físicas e químicas do fármaco que afetam sua dissolução a partir de diferentes formas farmacêuticas.

5. Resumir as vantagens e desvantagens das diferentes vias de administração parenteral.

6. Desenvolver vários cálculos farmacocinéticos básicos.

7. Listar os fatores que o farmacêutico precisa considerar na definição do regime de dosagem para determinado paciente.

Conforme abordado no Capítulo 4, a resposta biológica é o resultado de uma interação entre a substância ativa e os receptores celulares ou sistemas enzimáticos funcionalmente importantes. A resposta é decorrente da alteração nos processos biológicos presentes anteriormente à administração do medicamento. A magnitude da resposta está relacionada à concentração do fármaco que alcança o sítio de ação. Essa concentração depende da dose administrada, da extensão da absorção, da distribuição do fármaco e da velocidade e da extensão de sua eliminação do organismo. As características físicas e químicas da substância ativa

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Medium 9788580554212

Caso 32 - Tendinose do tendão do calcâneo

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Tendinose do tendão do calcâneo

Jason Brumitt

CASO 32

Um homem de 35 anos foi encaminhado por seu médico ortopedista a uma clínica ambulatorial de fisioterapia com um diagnóstico de tendinose do tendão do calcâneo (de Aquiles) no lado direito. Ele tem sentido um aumento gradual da dor nos últimos dois anos. A piora de seus sintomas tem limitado sua capacidade de correr ou jogar basquete. As terapias anteriores (anti-inflamatórios não esteroides, ultrassom, terapia manual, órteses (palmilhas) personalizadas) não melhoraram os sintomas. Seu ortopedista recomendou cirurgia. Contudo, o paciente gostaria de tentar fisioterapia novamente.

Com base no diagnóstico do paciente, quais seriam os possíveis fatores para a condição?

 Quais são as intervenções de fisioterapia mais apropriadas?

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CASOS CLÍNICOS EM FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA

DEFINIÇÕES-CHAVE

EXERCÍCIO EXCÊNTRICO: forma de exercício em que se permite que um músculo(s) alongue-se gradualmente na presença de uma carga aplicada.

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