Grupo Gen (691)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788521634287

CAPÍTULO 17 - Testes de Significância: O Básico

MOORE, David S.; NOTZ, William I.; FLINGER, Michael A. Grupo Gen PDF Criptografado

C A P Í T U LO

17

© KatarzynaBialasiewicz | iStockphoto.com

Testes de Significância:

O Básico

Neste capítulo abordamos...

17.1 A lógica dos testes de significância

17.2 Estabelecimento de hipóteses

17.3 Valor-P e significância estatística

I

ntervalos de confiança são um dos dois tipos mais comuns de inferência estatística.

Use um intervalo de confiança quando seu objetivo for estimar um parâmetro da população. O segundo tipo mais comum de inferência estatística, chamado de testes de significância, tem um objetivo diferente: avaliar a evidência fornecida pelos dados sobre alguma afirmativa relativa a um parâmetro populacional. A seguir, apresentamos sucintamente a lógica de testes estatísticos.

17.4 Testes para uma média populacional

17.5 Significância a partir de uma tabela

17.6 Reamostragem: significância a partir de simulação

E X E M P L O 17.1  �Eu Sou um Grande Arremessador de Lances Livres

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625315

APÊNDICE A - Revisão de Álgebra e TABELAS

HOFFMANN, Laurence D.; BRADLEY, Gerald L. et al. Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice

A

Revisão de Álgebra

A.1 Uma Breve Revisão de Álgebra

A.2 Fatoração de Polinômios e Solução de Sistemas de Equações

A.3 Determinação de Limites Usando a Regra de L’Hôpital

A.4 Notação de Somatório

Resumo do Apêndice

Termos, Símbolos e Fórmulas Importantes

Problemas de Revisão

Para Pensar

551

552

apê nd i c e A

SEÇÃO A.1

Uma Breve Revisão de Álgebra

Existem muitas técnicas da álgebra elementar que são usadas no cálculo. Este apêndice apresenta uma revisão de algumas dessas técnicas. Vamos começar com uma discussão dos sistemas de numeração.

Números Reais

Um número inteiro é qualquer número do conjunto . . . 23, 22, 21, 0, 1, 2, 3, . . . Assim, por

2 exemplo, 875, 215 e 283 são números inteiros, enquanto , 2 e 8,71 não são números inteiros.

3 a de dois

Um número racional é um número que pode ser expresso como uma razão b

2 8

4 números inteiros, com b  0. Assim, por exemplo, , e 2 são números racionais, como

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625469

Glossário para Álgebra Linear

KOLMAN, Bernard; HILL, David Ross Grupo Gen PDF Criptografado

GLOSSÁRIO PARA ÁLGEBRA

LINEAR

Adição de matrizes: Para as matrizes A ϭ [aij] e B ϭ [bij] m ϫ n, a adição de A e B é realizada pela adição dos elementos correspondentes; isto é, A ϩ B ϭ [aij] ϩ [bij]. Isto é chamado também de soma das matrizes A e B.

Adição de vetores: A soma de dois vetores é chamada de adição de vetores. Em Rn, a adição de componentes correspondentes dos vetores realiza a adição de vetores.

Adjunta: Para uma matriz A ϭ [aij] n ϫ n, a adjunta de A, representada por adj A é a transposta da matriz formada pela substituição de cada elemento por seu cofator Aij; isto é, adj A ϭ [Aij].

Ângulo entre vetores: Para vetores não-nulos u e v em Rn, o ângulo

␪ entre u e v é determinado pela expressão

Auto-espaço: O conjunto de todos os autovetores de uma matriz quadrada A associada a um autovalor ␭ específico, junto com o vetor nulo, é chamado de auto-espaço associado ao autovalor ␭.

Autovalor: Um autovalor de uma matriz A n ϫ n é um escalar ␭ para o qual existe um vetor de dimensão n não-nulo x tal que Ax ϭ ␭x. O vetor x é um autovetor associado ao autovalor ␭.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521633648

Capítulo 1 Estatística Descritiva

OLIVEIRA, Francisco Estevam Martins de Grupo Gen PDF Criptografado

Estatística

Descritiva

“Nem tudo que se enfrenta pode ser modificado, mas nada pode ser modificado até que seja enfrentado.”

Albert Einstein

001oliveira.indd 1

1

09/05/17terça-feira 15:54

Resumo Teórico

1.1 Conceitos Básicos

Estatística – é o conjunto de métodos e processos quantitativos que serve para medir e estudar os fenômenos coletivos.

Estatística Descritiva – é a parte da estatística que trata da coleta, organização e descrição dos dados.

Estatística Inferencial – é a parte da estatística que trata da análise, interpretação e tomada de decisão. É também chamada de Estatística Indutiva.

Universo – é o conjunto de todos os elementos (pessoas, animais, células, objetos etc.) que interessam a determinada pesquisa. Evidentemente, trata-se de um conjunto infinito, ou melhor, hipotético. Portanto, o Universo pode gerar infinitas populações. Exemplo: mercado consumidor de Fortaleza.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521628859

Capítulo 2 Organizando e Elaborando Gráficos com Dados

MANN, Prem S. Grupo Gen PDF Criptografado

2

Media Bakery

CAPÍTULO

Organizando e Elaborando Gráficos com Dados

Em que grau você classificaria o seu nível de estresse financeiro? É extremamente alto? É alto? Ou será que você é uma daquelas pessoas de sorte que não têm nenhum tipo de estresse financeiro? Em uma pesquisa de opinião conduzida em 2011 pelo Financial Finesse Inc. com trabalhadores, 5% dos trabalhadores entrevistados afirmaram que seus níveis de estresse eram extremamente altos, 16% indicaram que tinham um alto nível de estresse financeiro, 65% afirmaram ter algum estresse financeiro e 14% não tinham nenhum tipo de estresse financeiro (veja o Estudo de Caso 2-2).

Além de milhares de organizações privadas e indivíduos, um grande número de agências do governo dos EUA (tais como o Bureau of the Census, o Bureau of Labor Statistics, o National Agricultural Statistics

Service, o National Center for Education Statistics, o National Center for Health Statistics e o Bureau of

Justice Statistics) conduz centenas de pesquisas todos os anos. Os dados coletados de cada uma dessas pesquisas preenchem centenas de milhares de páginas. Em seu formato original, esses conjuntos de dados podem vir a ser tão grandes que não fazem sentido para a maioria de nós. A estatística descritiva, entretanto, fornece as técnicas que ajudam a condensar grandes conjuntos de dados por meio da utilização de tabelas, gráficos e medidas resumidas. Visualizamos essas tabelas, gráficos e medidas resumidas em jornais e revistas, todos os dias. Em um rápido olhar, esses formatos de tabelas e gráficos apresentam informações sobre todos os aspectos da vida cotidiana. Consequentemente, a estatística descritiva é de extrema importância, uma vez que ela proporciona métodos eficientes e eficazes para resumo e análise de informações.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo Almedina (23)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9789724415895

XVI

Nietzsche,Friedrich Grupo Almedina PDF Criptografado

A FILOSOFIA NA IDADE TRÁGICA DOS GREGOS

89

XVI

O caso de Anaxágoras não é uma concepção de evidência imediata; para a captar, é preciso ter compreendido a ideia que o nosso filósofo concebeu do que se chama

«devir». Pois o estado de todas as existências elementares heterogéneas antes de todo o movimento não produziria necessariamente uma mistura absoluta de todas as «sementes das coisas», como reza a expressão de Anaxágoras, uma mistura que ele imaginava como uma confusão total de todas as coisas até às partes mais pequenas, depois de todas essas existências elementares terem sido desfeitas como que em argamassa e reduzidas a uma poeira de átomos, de maneira a poderem misturar-se umas com as outras nesse caos, como num cadinho. Poder-se-ia dizer que esta concepção do caos nada tem de necessário; que seria suficiente admitir uma posição acidental qualquer de todas essas existências, mas não uma divisão das mesmas até ao infinito. Bastaria já uma justaposição irregular, seria desnecessária qualquer mistura e impensável uma tão grande confusão. Como é que Anaxágoras chegou a esta representação difícil e complicada? Pela concepção que tinha do devir empiricamente dado, como já foi referido. Começou por haurir da própria experiência uma proposição extremamente surpreendente acerca do devir, e foi esta pro-

Ver todos os capítulos
Medium 9789724415895

II

Nietzsche,Friedrich Grupo Almedina PDF Criptografado

A FILOSOFIA NA IDADE TRÁGICA DOS GREGOS

21

II

Depois destas considerações, ninguém ficará chocado por eu falar dos filósofos pré-platónicos como se formassem uma sociedade coerente, e por pensar em dedicar só a eles este critério. Com Platão, começa uma coisa completamente nova; ou, como com igual razão se pode dizer, em comparação com aquela República de génios que vai de Tales a Sócrates, falta aos filósofos, desde Platão, algo de essencial.

Quem se quer pronunciar desfavoravelmente sobre aqueles mestres mais antigos, pode considerá-los unilaterais, e os seus epígonos, com Platão à frente, poligonais.

Seria mais correcto e mais franco conceber os últimos como caracteres mistos e os primeiros como os tipos puros.

O próprio Platão é o primeiro carácter misto extraordinário, tanto na sua filosofia como na sua personalidade.

Na sua teoria das Ideias, encontram-se unidos elementos socráticos, pitagóricos e heraclíticos: é por isso que ela não

Ver todos os capítulos
Medium 9789724415895

I

Nietzsche,Friedrich Grupo Almedina PDF Criptografado

A FILOSOFIA NA IDADE TRÁGICA DOS GREGOS

15

I

Existem inimigos da filosofia, e é bom escutá-los, sobretudo quando desaconselham a metafísica às cabeças doentes dos Alemães e lhes pregam a purificação pela física, como Goethe, ou a cura pela música, como Richard Wagner. Os médicos do povo rejeitam a filosofia; e quem quiser justificá-la terá de demonstrar para que é que os povos sãos precisam e precisaram da filosofia. Se tal conseguir demonstrar, pode ser que até os doentes cheguem ao conhecimento salutar das causas pelas quais a filosofia lhes é prejudicial. Há, sem dúvida, bons exemplos de uma saúde que pode subsistir sem filosofia, ou que dela faz um uso muito moderado, quase lúdico; e foi assim que os Romanos passaram a sua época dourada sem filosofia. Mas, será possível encontrar o exemplo de um povo doente ao qual a filosofia tivesse restituído a saúde perdida? Se alguma vez ela manifestou ser útil, salutar e preventiva, foi para com os povos sãos; aos doentes tornou-os sempre ainda mais doentes. Se alguma vez um povo se desmembrou e ficou ligado aos seus elementos singulares com uma tensão frouxa, a filosofia nunca religou intimamente estes indivíduos ao todo. Sempre que alguém se dispôs a afastar-se e a construir à sua volta uma barreira de auto-suficiência, a filosofia esteve sempre pronta para o isolar ainda mais e o

Ver todos os capítulos
Medium 9789724415895

IV

Nietzsche,Friedrich Grupo Almedina PDF Criptografado

A FILOSOFIA NA IDADE TRÁGICA DOS GREGOS

31

IV

Enquanto na figura de Tales o tipo universal do filósofo só sobressai como de entre o nevoeiro, a imagem do seu grande sucessor já nos fala muito mais distintamente. Anaximandro de Mileto, o primeiro escritor filósofo dos Antigos, escreve como escreverá o filósofo típico, pelo menos enquanto as exigências desconcertantes não o privarem da despreocupação e da ingenuidade: num estilo majestoso e lapidar, em que cada frase testemunha uma iluminação nova e exprime a permanência em contemplações sublimes. O pensamento e a sua forma são marcos miliários no caminho que leva à sabedoria suprema. É com esta energia lapidar que Anaximandro diz, uma vez: «De onde as coisas tiram a sua origem, aí devem também perecer, segundo a necessidade; pois elas têm de expiar e de ser julgadas pelas suas injustiças, de acordo com a ordem do tempo».

Sentença enigmática de um verdadeiro pessimista, oráculo no marco da filosofia grega, como havemos de interpretar-te?

Ver todos os capítulos
Medium 9789724415895

XV

Nietzsche,Friedrich Grupo Almedina PDF Criptografado

A FILOSOFIA NA IDADE TRÁGICA DOS GREGOS

83

XV

É preciso olhar para os adversários dos Eleatas para fazer justiça às vantagens extraordinárias que oferece a hipótese de Parménides. Que dificuldades – a que Parménides se subtraíra – esperavam Anaxágoras e todos os que acreditavam na multiplicidade das substâncias, na pergunta: «Quantas substâncias há?» Anaxágoras deu o salto, fechou os olhos e disse: «Um número infinito»; assim escapou à comprovação extremamente penosa de enumerar determinado número de matérias primordiais. Como estas substâncias infinitamente numerosas deviam existir há eternidades sem aumento e sem modificação, esta suposição implicava a ideia contraditória de uma infinidade fechada e realizada. Em resumo, a multiplicidade, o movimento, o infinito, afugentados por Parménides graças ao princípio admirável do ser uno, voltavam do exílio e lançavam as suas flechas sobre os adversários de Parménides, para lhes fazerem feridas que não têm cura. Estes adversários não tinham, aparentemente, consciência clara da força terrível do pensamento dos Eleatas : «Não pode haver nem tempo nem movimento nem espaço, porque só podemos pensá-los como infinitos, quer dizer, infinitamente grandes, por um lado, divisíveis até ao infinito, por outro; mas todo o infinito não tem ser, não existe» – ninguém contesta esta ideia

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo A (862)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577806959

27: Funções de Bessel

Murray R. Spiegel; Seymour Lipschutz; John Liu Grupo A PDF Criptografado

Funções de Bessel

Equação diferencial de Bessel

27.1

As soluções desta equação são denominadas funções de Bessel de ordem n.

Funções de Bessel de 1a espécie de ordem n

27.2

27.3

27.4

Se n � 0, 1, 2, …, Jn(x) e J–n(x) são linearmente independentes.

Se n � 0, 1, 2, …, Jn(x) é limitada em x � 0, enquanto que J–n(x) é ilimitada.

Para n � 0, 1, temos

27.5

27.6

27.7

27

162

MANUAL DE FÓRMULAS E TABELAS MATEMÁTICAS

Funções de Bessel de 2a espécie de ordem n

27.8

Esta também é chamada de função de Weber ou função de Neumann [também denotada por Nn(x)].

Para n � 0, 1, 2, …, a regra de L’Hôpital nos dá

27.9

onde ␥ � 0,5772156 … é a constante de Euler [ver 1.3] e

27.10

Para n � 0,

27.11

27.12

Para qualquer valor n � 0, Jn(x) é limitada em x � 0, enquanto que Yn(x) é ilimitada.

Solução geral da equação diferencial de Bessel

27.13

Ver todos os capítulos
Medium 9788582602256

Capítulo 4 - A derivada em gráficos e aplicações

Howard Anton; Irl C. Bivens; Stephen L. Davis Grupo A PDF Criptografado

4

A DERIVADA EM

GRÁFICOS E

APLICAÇÕES

Stone/Getty Images

As derivadas podem ajudar a encontrar a localização mais eficaz, quanto ao custo, de uma plataforma submarina de petróleo.

Neste capítulo, estudaremos várias aplicações da derivada. Por exemplo, utilizaremos métodos do Cálculo para analisar funções e seus gráficos. Nesse processo, mostraremos como o Cálculo e os recursos gráficos computacionais, juntos, conseguem fornecer a maioria das informações importantes sobre o comportamento de funções. Outra aplicação importante da derivada será a solução de problemas de otimização. Por exemplo, se a principal consideração num problema for o tempo, podemos querer encontrar a maneira mais rápida de executar uma tarefa, e se a principal consideração for o custo, podemos querer encontrar a maneira mais econômica de executar uma tarefa. Matematicamente, os problemas de otimização podem ser reduzidos à obtenção do maior ou menor valor de uma função em algum intervalo e à determinação de onde esses valores ocorrem.

Ver todos os capítulos
Medium 9788540701427

Capítulo 17 - Outras arquiteturas

Raul Fernando Weber Grupo A PDF Criptografado

capítulo

17

outras arquiteturas

Teoricamente, não há limites sobre como a arquitetura de um computador deve ser definida.

Idealmente, infinitas arquiteturas distintas são possíveis e válidas. Para despertar a imaginação do leitor, são apresentados aqui vários exemplos simples de arquiteturas hipotéticas, todos derivados das arquiteturas apresentadas ao longo do livro. Use estes exemplos como base para definir a sua própria arquitetura!

■ ■

342

Fundamentos de Arquitetura de Computadores

17.1

introdução

Durante o desenvolvimento das arquiteturas utilizadas neste livro foram criadas várias arquiteturas hipotéticas, todas com o objetivo didático de analisar a efetividade de um certo conjunto de instruções e modos de endereçamento. Essas arquiteturas são descritas brevemente neste capítulo, para o leitor interessado.

17.2

Cromag

Arquitetura de 8 bits, como o Neander, mas com modos de endereçamento direto e indireto.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582603321

Capítulo 9 - Sistemas de amortização

Wili Dal Zot; Manuela Longoni de Castro Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO

9.1 Introdução

Sistemas de amortização são diferentes formas de se pagar um empréstimo.

Apesar do resgate de dívidas em apenas um pagamento ser uma das formas incluídas neste capítulo, é comum entender por amortizar uma dívida a liquidação dessa dívida em mais de um pagamento.

Amortizar é extinguir uma dívida aos poucos ou em prestações (FERREIRA, 1986).

Os diferentes sistemas de amortização de um empréstimo produzem fluxos de pagamentos equivalentes entre si; por essa razão, o valor presente dos fluxos de pagamentos, na data focal zero, é igual ao principal do empréstimo.

9.2

Classificação

Os principais tipos de sistemas de amortização em uso no Brasil são:

• Sistema Americano com pagamento de juros no final

• Sistema Americano com pagamento periódico de juros

• Sistema Price ou Francês

• Sistema de Amorizações Constantes (SAC)

• Sistema Misto (SAM) ou Sistema de Amortizações Crescentes (SACRE)

Ver todos os capítulos
Medium 9788536319278

3. EXPLORANDO DADOS

Field, Andy Grupo A PDF Criptografado

3

EXPLORANDO DADOS

3.1 O QUE VOCÊ VAI APRENDER NESTE

CAPÍTULO? ➀

3.2 DADOS PARAMÉTRICOS ➀

Como o título sugere, este capítulo ensinará o primeiro passo da análise de dados: explorá-los. Wright (2003), citando Rosenthal, afirma que pesquisadores devem “ficar amigos dos seus dados”. Não, isso não significa que quem utiliza estatística deve ser amigo dos seus dados porque são os únicos amigos que eles têm; em vez disso, Rosenthal quer dizer que os pesquisadores muitas vezes fazem análises apressadas. Wright faz a analogia com um bom vinho; você deve saborear o aroma e os sabores delicados para realmente apreciar a experiência. Isso talvez exagere a beleza da análise de dados; no entanto, apressar a análise é, suponho, parecido com engolir o vinho: o resultado é confuso e incoerente!

Este capítulo apresenta algumas formas de exploração de dados. Começaremos verificando como podemos examinar os dados, checar algumas hipóteses básicas sobre eles e então determinar algumas estatísticas descritivas e traçar alguns gráficos.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Artmed (16)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788584290994

Respostas das atividades e exercícios

Christine P. Dancey; John G. Reidy; Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

Respostas das atividades e exercícios

CAPÍTULO 1

Atividade 1.1

O conceito de pesquisa na Figura 1.1 sugere que as ideias de pesquisa provêm da leitura da literatura relevante em um campo. Entretanto, elas podem frequentemente vir antes desse levantamento. Você pode ter uma ideia inesperada sobre formas de auxiliar enfermeiros a lidar com pacientes obesos e, então, ler a literatura adequada para ver qual a melhor maneira de pô-la em prática e testá-la.

Atividade 1.2

99 Tipos de empregos executados por funcionários em uma enfermaria de cuidados intensivos – Nominal.

99 Avaliação da satisfação com o emprego de funcionários do A&E – Ordinal (ou pode ser intervalar).

99 Número de visitas do médico de família de pacientes de transplante de coração após uma internação hospitalar – Razão.

99 Tempo gasto para recobrar a consciência após uma anestesia geral – Razão.

99 Número de obturações de uma criança de escola primária – Razão.

99 Temperatura de crianças após administração de 5 mL de ibuprofeno – Intervalo.

99 Origem étnica dos pacientes – Nominal.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584290994

Capítulo 4. As bases dos testes estastísticos

Christine P. Dancey; John G. Reidy; Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

4

As bases dos testes estatísticos

Panorama do capítulo

Neste capítulo, iremos explicar conceitos relevantes para o entendimento dos testes de significância.

Apesar de ensinarmos as fórmulas para os testes estatísticos apresentados neste livro, acreditamos ser importante que você entenda o raciocínio por trás da abordagem empregada pela maioria dos pesquisadores para a análise dos dados. Assim, neste capítulo, você irá aprender sobre:

99 Amostras e populações;

99 Erro amostral;

99 Uso da probabilidade nos testes estatísticos;

99 Teste de significância;

99 Significância estatística;

99 A normal e a distribuição normal padrão;

99 Poder de um teste;

99 Intervalos de confiança.

Para entender os conceitos que apresentamos aqui, você precisa ter certeza de que entendeu as características da pesquisa que destacamos no Capítulo 1 e as estatísticas descritivas que abordamos no Capítulo 3.

INTRODUÇÃO

No Capítulo 1, descrevemos algumas características importantes da pesquisa, incluin-

Ver todos os capítulos
Medium 9788584290994

Capítulo 3. Estastística descritiva

Christine P. Dancey; John G. Reidy; Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

3

Estatística descritiva

Panorama do capítulo

Neste capítulo, iremos introduzir algumas maneiras simples de resumir e descrever dados. Destacaremos a importância dessas técnicas analíticas para um entendimento adequado dos resultados de nossa própria pesquisa e de pesquisas apresentadas por outros. Para tanto, será preciso:

99 Descrever um escore típico em uma amostra (medidas de tendência central);

99 Descrever a variabilidade ou dispersão dos escores em uma amostra;

99 Apresentar os dados graficamente, incluindo:

• Gráfico de barras

• Gráficos de linhas

• Histogramas

• Diagramas de caixa e bigodes

99 Executar as análises usando o SPSS.

Para aproveitar ao máximo as informações presentes neste capítulo, tenha certeza de ter lido e entendido o Capítulo 1, bem como a introdução para o SPSS, apresentada no Capítulo 2.

ANALISANDO OS DADOS

No Capítulo 1, apresentamos uma visão geral do processo de pesquisa com diferentes maneiras para realizá-la (delineamentos de pesquisa). Neste capítulo, avançaremos, e

Ver todos os capítulos
Medium 9788584290994

Capítulo 9. Testando associações entre variáveis categóricas

Christine P. Dancey; John G. Reidy; Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

9

Testando associações entre variáveis categóricas

Panorama do capítulo

Este capítulo foca nos testes de associação entre duas variáveis categóricas ou nominais. As variáveis categóricas podem assumir um número limitado de valores, e nenhuma ordem de categorias é pressuposta. Iremos discutir a tabulação dos pares de variáveis categóricas (em tabelas de contingência) e examinaremos as estatísticas descritivas que são mais úteis no momento de resumir os resultados.

A significância da associação é avaliada usando a estatística do qui-quadrado. Iremos considerar a base conceitual do teste e sua aplicação no SPSS. Abordaremos, também, a interpretação dos resultados do

SPSS e como eles devem ser escritos.

O teste de associação do qui-quadrado não requer as suposições dos testes paramétricos; porém, ele tem suposições próprias. Iremos discuti-las e considerar o que você pode fazer caso essas suposições não sejam satisfeitas, incluindo a apresentação do teste exato de Fisher. Finalmente, apresentaremos também a aplicação da estatística do qui-quadrado para a análise de uma variável categórica simples (teste de aderência do qui-quadrado).

Ver todos os capítulos
Medium 9788584290994

Capítulo 11. Regressão linear

Christine P. Dancey; John G. Reidy; Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

11

Regressão linear

Panorama do capítulo

A regressão linear é uma extensão da análise correlacional. No Capítulo 10, você aprendeu que, quando os escores em x mostravam um relacionamento linear com y, o r de Pearson ou o rô de

Spearman produzem uma estatística teste (r ou rô, respectivamente) que resulta em uma medida da força do relacionamento entre eles. O que a análise correlacional nos dá é uma medida de quão bem os pontos dos dados estão aglomerados em torno de uma linha imaginária. A análise de regressão linear estende isso ao traçar uma linha por meio dos pontos dos dados (linha de melhor aderência) e nos confere uma medida que mostra o quanto a variável y muda como resultado da mudança de uma unidade na variável x. Daremos a você um entendimento conceitual da regressão linear bivariada, além de mostrar como obter a estatística teste no SPSS e como interpretar o resultado. Apresentaremos, também, intervalos de confiança e tamanhos do efeito em relação à regressão linear. A regressão linear responde às seguintes questões: quão forte é o relacionamento entre x e y? Existe uma aderência entre x e y? Conhecendo os escores em x, podemos prever quais serão os prováveis escores em y?

Ver todos os capítulos

Ver Todos