Grupo Gen (705)
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Medium 9788521634249

8 - Teste de Hipótese

TRIOLA, Mario F. Grupo Gen PDF Criptografado

problema do capítulo

Estatística Forense:

Os funcionários do condado trapacearam com as cédulas de eleição?

8

Algumas pessoas acreditam, erradamente, que a profissão das leis esteja entre aquelas que não exigem nenhum conhecimento de métodos estatísticos. Na

verdade, a estatística, muitas vezes, desempenha um papel central na resolução de disputas legais. Considere o caso de Nicolas Caputo, o funcionário do condado de Essex, Nova Jersey. O funcionário foi o responsável por ordenar os nomes para as linhas das cédulas usadas nas eleições. Esperava-se que ele usasse um método de seleção aleatória para determinar a ordem dos nomes.

Isso era importante, porque um candidato pode ter uma vantagem se seu nome estiver no início da lista. Caputo fez essa seleção usando um procedimento que não foi observado por testemunhas. Entre 41 cédulas diferentes, os Democratas ganharam a primeira linha 40 vezes. Os Republicanos entraram com um processo e fizeram a afirmativa de que, em vez de usar um método de seleção aleatória,

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Medium 9788521635444

11 - Funções Diferenciáveis

GUIDORIZZI, Hamilton Luiz Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

Funções Diferenciáveis

 11.1 Função Diferenciável: Definição

O objetivo desta seção é estender para funções de duas variáveis reais o conceito de diferenciabilidade dado para funções de uma variável real.

Vimos que, por definição, uma função f  (x) é diferenciável ou derivável em x0 se e somente f ( x0 + h) − f ( x0 ) se o limite, quando h tende a zero, da razão incremental existir e for finito. h

Esta forma não é adequada para generalização, pois se f for uma função de duas variáveis reais h será um par ordenado e, então, a razão incremental não terá sentido. Nossa tarefa a seguir é a de tentar obter uma forma equivalente à definição de diferenciabilidade e que seja passível de generalização.

Supondo f (x) diferenciável em x0, existe um real a, a = f ' (x0), tal que lim

h →0

f ( x0 + h) − f ( x0 )

= a. h

Temos: lim

h →0

f ( x0 + h) − f ( x0 ) − ah f ( x0 + h) − f ( x0 )

= a ⇔ lim

= 0. h →0 h h

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Medium 9788521632535

Capítulo 5 - Distribuições de Probabilidades Conjuntas

MONTGOMERY, Douglas C.; RUNGER, George C. Grupo Gen PDF Criptografado

5

Distribuições de

Probabilidades Conjuntas

Sumário do Capítulo

5-1

Duas ou Mais Variáveis Aleatórias Discretas

5-1.1 Distribuições de Probabilidades Conjuntas

5-1.2 Distribuições de Probabilidades Marginais

5-1.3 Distribuições de Probabilidades Condicionais

5-1.4 Independência

5-1.5 Mais de Duas Variáveis Aleatórias

5-2 Covariância e Correlação

Estações de monitoramento da qualidade do ar são mantidas em todo o Condado de Maricopa, área metropolitana do Arizona e de Fênix.

Medidas para material particulado e para ozônio são feitas a cada hora. Material particulado (conhecido como PM10) é uma medida

(em mg/m3) de partículas sólidas e líquidas no ar com diâmetros menores que 10 micrômetros. Ozônio é um gás incolor, com moléculas que têm três átomos de oxigênio que o tornam muito reativo.

Ozônio é formado em uma reação complexa a partir de calor, luz do

Sol e de outros poluentes, especialmente compostos orgânicos voláteis. A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos estabelece limites para PM10 e ozônio. Por exemplo, o limite para ozônio

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Medium 9788521625339

CAPÍTULO 11 As Distribuições Normais

Baldi, Brigitte Grupo Gen PDF Criptografado

Brooke Fasani/Corbis

CAPÍTULO 11

As Distribuições

Normais

NESTE CAPÍTULO

ABORDAMOS...

De todas as distribuições de probabilidade contínuas, nenhuma é mais largamente usada que as Normais. Distribuições Normais são extremamente importantes na inferência, como veremos nos capítulos que seguem. São também um bom modelo matemático para muitas variáveis biológicas, como pressão sanguínea, densidade mineral óssea e altura de plantas ou animais.

Distribuições Normais

O Capítulo 9 apresentou a ideia de curvas de densidade para a descrição de distribuições de probabilidade contínuas. Uma classe particularmente importante de curvas de densidade já apareceu nas Figuras 9.4 e 9.8. Essas curvas de densidade são simétricas, têm um único pico e forma de sino. São chamadas curvas Normais e descrevem as distribuições Normais, que têm um papel muito importante na estatística, mas são bastante peculiares e nem um pouco

“normais”, no sentido de serem comuns ou naturais. Escrevemos seu nome com letra maiúscula para lembrar que essas curvas são especiais. Todas as distribuições Normais têm a mesma forma geral. A curva de densidade exata para uma distribuição Normal particular é descrita por sua média µ e seu desvio-padrão

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Medium 9788521631880

Espaços Euclidianos

HOLT, Jeffrey Grupo Gen PDF Criptografado

Espaços Euclidianos

|CAPÍTULO|

2

A ponte Willis Family fornece um caminho para ser percorrido a pé do campus principal da Indiana University —

Purdue University em Fort

Wayne até o dormitório de estudantes no campus de Waterfield. A ponte foi projetada por Kurt

Heidenreich e inaugurada em 2003. O projeto triangular se ajusta à necessidade de cruzar tanto a avenida Crescent quanto a área de um terreno desnivelado. As duas torres inclinadas e os quatro cabos de suporte sugerem um diagrama para a soma de vetores representando forças; a elipse no topo do triângulo é formada pela interseção de dois cilindros circulares.

Ponte sugerida por Adam Coffman,

Indiana University — Purdue

University em Fort Wayne

(James E. Whitcraft)

P

odemos pensar na álgebra como sendo o estudo de propriedades da aritmética dos números reais. Em álgebra linear, estudamos as propriedades da aritmética efetuada em objetos chamados de vetores. Como veremos em breve, um dos usos de vetores é descrever, de modo compacto, o conjunto de soluções de um sistema linear, mas vetores também têm muitas outras aplicações. A Seção 2.1 fornece uma introdução aos vetores, à aritmética de vetores e à geometria de vetores. As Seções 2.2 e 2.3 descrevem propriedades importantes de conjuntos de vetores.

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Grupo Almedina (23)
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Medium 9789724415895

I

Nietzsche,Friedrich Grupo Almedina PDF Criptografado

A FILOSOFIA NA IDADE TRÁGICA DOS GREGOS

15

I

Existem inimigos da filosofia, e é bom escutá-los, sobretudo quando desaconselham a metafísica às cabeças doentes dos Alemães e lhes pregam a purificação pela física, como Goethe, ou a cura pela música, como Richard Wagner. Os médicos do povo rejeitam a filosofia; e quem quiser justificá-la terá de demonstrar para que é que os povos sãos precisam e precisaram da filosofia. Se tal conseguir demonstrar, pode ser que até os doentes cheguem ao conhecimento salutar das causas pelas quais a filosofia lhes é prejudicial. Há, sem dúvida, bons exemplos de uma saúde que pode subsistir sem filosofia, ou que dela faz um uso muito moderado, quase lúdico; e foi assim que os Romanos passaram a sua época dourada sem filosofia. Mas, será possível encontrar o exemplo de um povo doente ao qual a filosofia tivesse restituído a saúde perdida? Se alguma vez ela manifestou ser útil, salutar e preventiva, foi para com os povos sãos; aos doentes tornou-os sempre ainda mais doentes. Se alguma vez um povo se desmembrou e ficou ligado aos seus elementos singulares com uma tensão frouxa, a filosofia nunca religou intimamente estes indivíduos ao todo. Sempre que alguém se dispôs a afastar-se e a construir à sua volta uma barreira de auto-suficiência, a filosofia esteve sempre pronta para o isolar ainda mais e o

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Medium 9789724415895

X

Nietzsche,Friedrich Grupo Almedina PDF Criptografado

A FILOSOFIA NA IDADE TRÁGICA DOS GREGOS

61

X

Mas ninguém se agarra impunemente a abstracções tão terríveis como o «ser» e o «não-ser»; o sangue coagula gradualmente, quando se lhes toca. Houve um dia em que

Parménides teve uma ideia singular que parecia tirar o valor a todas as suas combinações anteriores, de maneira que teve o prazer de as deitar fora como um saco cheio de moedas velhas e usadas. Admire-se habitualmente que também uma impressão exterior, e não apenas a lógica intrínseca de conceitos como o «ser» e o «não-ser», contribuísse para a invenção desse dia, a familiaridade com a teologia do velho rapsodo errante, cantor de uma divinização mística da natureza, Xenófanes de Cólofon. Xenófanes levou uma vida extraordinária como poeta itinerante e tornou-se, graças às suas viagens, um homem muito sábio e erudito, que tanto sabia fazer perguntas como contar histórias; por esta razão, Heraclito incluía-o entre os poli-historios e, em geral, entre as naturezas «históricas», no sentido definido já mencionado. De onde e quando lhe veio a tendência mística para o Uno e para o eternamente

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Medium 9789724415895

VIII

Nietzsche,Friedrich Grupo Almedina PDF Criptografado

A FILOSOFIA NA IDADE TRÁGICA DOS GREGOS

51

VIII

Heraclito era orgulhoso, e quando o orgulho entra num filósofo, então, é um grande orgulho. A sua acção nunca o remete para um «público», para o aplauso das massas e para o coro entusiasta dos seus contemporâneos. Seguir um caminho solitário pertence à essência do filósofo.

O seu dom é o mais raro e, de certa maneira, o menos natural, excluindo e ameaçando todos os outros dons. O muro da sua auto-suficiência deve ser de diamante, para não ser destruído nem partido, porque tudo se movimenta contra ele. A sua viagem para a imortalidade é mais penosa e mais contrariada do que qualquer outra; e, no entanto, ninguém mais do que o filósofo pode estar seguro de nela alcançar o seu próprio fim – porque só ele sabe permanecer nas asas abertas de todas as épocas. O desprezo pelo presente e pelo momentâneo é parte integrante da grande natureza filosófica. Ele possui a verdade: a roda do tempo pode rodar para onde quiser, nunca poderá subtrair-se à verdade.

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Medium 9789724415895

XVIII

Nietzsche,Friedrich Grupo Almedina PDF Criptografado

A FILOSOFIA NA IDADE TRÁGICA DOS GREGOS

99

XVIII

Supondo mesmo que se admite a mistura primitiva como correctamente deduzida parece que, do ponto de vista mecânico, se levantam algumas objecções a este grande esboço da estrutura do universo. Mesmo que o espírito produza um movimento giratório num ponto, é muito difícil imaginar a continuação do mesmo, sobretudo porque deve ser infinito e deve fazer girar, aos poucos e poucos, todas as massas existentes. Supor-se-ia desde o princípio que a pressão de todo o resto da matéria teria de esmagar este movimento giratório fraco: que isto não aconteça pressupõe da parte do Nous motor que intervenha de repente com uma força terrível, em todo o caso, suficientemente depressa para termos de chamar turbilhão ao movimento. Demócrito também imaginara um turbilhão assim.

E como esse turbilhão tem de ser infinitamente forte para não ser entravado pelo peso do universo infinito que o esmagaria, também tem de ser infinitamente rápido, porque a força, originalmente, só pode manifestar-se na rapidez.

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Medium 9789724415895

V

Nietzsche,Friedrich Grupo Almedina PDF Criptografado

A FILOSOFIA NA IDADE TRÁGICA DOS GREGOS

37

V

Heraclito de Éfeso surgiu no meio desta noite mística que envolvia o problema do devir de Anaximandro, e iluminou-o com um raio de luz divino: «Contemplo o devir», diz ele, «e nunca alguém contemplou com tanta atenção o fluxo e o ritmo eternos das coisas. E o que é que eu vi? Legalidades, certezas infalíveis, vias imutáveis do direito, as Erínias que julgam todas as infracções às leis, o mundo inteiro a oferecer o espectáculo de uma justiça soberana e de forças naturais demoníacas, presentes em todo o lado e submissas ao seu serviço. Contemplei, não a punição do que no devir entrou, mas a justificação do devir. Quando é que o crime, a secessão se manifestou em formas invioláveis, em leis piedosamente veneradas? Onde domina a injustiça, depara-se com o arbitrário, a desordem, a irregularidade, a contradição; mas onde só reinam a lei e a diké, filha de Zeus, como neste mundo, como poderia aí vigorar a esfera da culpa, da expiação, da condenação e, por assim dizer, o lugar de suplício de todos os condenados?»

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Grupo A (830)
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Medium 9788536300924

Capítulo 12 - Organização de dados qualitativos

Callegari-Jacques, Sidia Grupo A PDF Criptografado

12

Organização de dados qualitativos

D

ados qualitativos (ou atributos ou dados categóricos), encontrados com muita freqüência em estudos da área biológica e da saúde, são aqueles que não representam quantidades, mas apenas categorias a que o indivíduo pode pertencer. A organização dos dados categóricos é feita por meio de tabelas de freqüência e de gráficos específicos para este tipo de resultado.

TABELAS SIMPLES DE FREQÜÊNCIAS

Também chamadas de tabelas de entrada simples ou de entrada única, apresentam a freqüência absoluta e/ou a relativa para cada categoria da variável. A Tabela

12.1 é uma desse tipo e apresenta informações quanto aos grupos sangüíneos

ABO em uma amostra de 333 indivíduos saudáveis de Porto Alegre. A tabela apresenta o número de indivíduos em cada categoria de grupo sangüíneo e a percentagem de pessoas em cada classe.

Como nas variáveis quantitativas, a percentagem de casos em uma categoria da variável é uma estimativa da probabilidade de que este evento ocorra. Assim,

47,2% (ou a freqüência relativa 0,472) estima a probabilidade de que seja O o grupo sangüíneo de um porto-alegrense, cujo sangue ainda não foi tipado.

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Medium 9788565837156

Capítulo 2 - Sistemas de Coordenadas Retangulares

Frank Ayres Jr.; Elliott Mendelson Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 2

Sistemas de Coordenadas

Retangulares

EIXOS COORDENADOS

Escolha um par de retas perpendiculares em um plano qualquer ᏼ. Sendo uma das retas horizontal, a outra deve ser vertical. A reta horizontal é chamada de eixo x, e a vertical de eixo y. (Ver Fig. 2-1.)

Figura 2-1

Agora escolha sistemas de coordenadas lineares nos eixos x e y satisfazendo as condições a seguir: A origem para cada sistema de coordenadas é o ponto O, onde os eixos se encontram. O eixo x é direcionado da esquerda para a direita, e o y, de baixo para cima. A parte de x com coordenadas positivas é chamada de semieixo x positivo, e de y é chamada de semieixo y positivo.

Estabelecemos uma correspondência entre os pontos do plano ᏼ e pares de números reais.

COORDENADAS

Considere qualquer ponto P no plano (Fig. 2-1). A reta vertical que corta P intercepta o eixo x em um ponto único; seja a a coordenada desse ponto no eixo x. O número a é chamado de coordenada x de P (ou de abscissa de P). A reta horizontal que corta P intercepta o eixo y em um ponto único; seja b a coordenada desse ponto no eixo y. O número b é chamado de coordenada y de P (ou de ordenada de P). Nesse sentido, todo ponto P possui um par

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Medium 9788577808335

7 Espaços com Produto Interno, Ortogonalidade

Seymour Lipschutz, Marc Lipson Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 7

Espaços com Produto

Interno, Ortogonalidade

7.1 INTRODUÇÃO

A definição de um espaço vetorial V envolve um corpo arbitrário K. Neste capítulo restringimos K ao corpo real , caso em que V é dito espaço vetorial real; nas últimas seções deste capítulo estendemos nossos resultados para o caso em que K é o corpo complexo C, caso em que dizemos que V é um espaço vetorial complexo. Também continuamos com nossa notação, na qual u, , w são vetores de V a, b, c, k, r são escalares de K

Além disso, os espaços vetoriais V deste capítulo têm dimensão finita, salvo menção explícita em contrário.

Observe que os conceitos de “comprimento” e “ortogonalidade” não apareceram na investigação de espaços vetoriais arbitrários V (embora tenham aparecido na Seção 1.4 sobre os espaços

). Agora acrescentamos uma estrutura adicional a um espaço vetorial V para obter um espaço com produto interno e, nesse contexto, aqueles conceitos estão definidos.

7.2 ESPAÇOS COM PRODUTO INTERNO

Começamos com uma definição.

DEFINIÇÃO Seja V um espaço vetorial real. Suponha que a cada par de vetores esteja associado um número real, denotado por

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Medium 9788560031474

Capítulo 13. Análise da Variância

Leonard J. Kazmier Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 13

Análise da Variância

13.1 RACIOCÍNIO BÁSICO ASSOCIADO AO TESTE DA DIFERENÇA ENTRE AS MÉDIAS DE

VÁRIAS POPULAÇÕES

Enquanto o teste do qui-quadrado pode ser usado para testar as diferenças entre proporções de várias populações

(ver Seção 12.4) a análise da variância pode ser usada para testar diferenças entre as médias de várias populações.

A hipótese nula é que as médias das várias populações são mutuamente iguais. O procedimento de amostragem usado é a coleta de várias amostras aleatórias independentes, uma para cada categoria de dados.

A premissa que sustenta o uso da análise da variância é que as várias médias das amostras foram obtidas de populações que seguem a distribuição normal com a mesma variância σ2. Entretanto, o procedimento de teste foi encontrado como sendo relativamente inafetado pelas violações da premissa da normalidade quando as populações são unimodais e os tamanhos das amostras são aproximadamente iguais. Devido à hipótese nula ser de que as médias das populações são iguais, a premissa da igual variância (homogeneidade da variância) também implica que, para propósitos práticos, o teste está interessado na hipótese nula de que as médias vieram da mesma população. Isso é assim porque qualquer população que segue a distribuição normal é definida pela média e variância (ou desvio padrão) como os dois parâmetros da distribuição. (Ver Seção 7.2 para uma descrição geral da distribuição de probabilidade normal.) Todos os procedimentos computacionais apresentados neste capítulo são para modelos de efeitos fixos comparados a modelos de efeitos aleatórios. Esta distinção está explicada na Seção 13.6.

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Medium 9788560031474

Capítulo 14. Regressão Linear e Análise de Correlação

Leonard J. Kazmier Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 14

Regressão Linear e

Análise de Correlação

14.1 OBJETIVOS E PREMISSAS DA ANÁLISE DE REGRESSÃO

O objetivo primário da análise de regressão linear é estimar o valor de uma variável aleatória (a variável dependente) dado que o valor de uma variável associada (a variável independente) é conhecido. A variável dependente é chamada de variável de resposta, enquanto a variável independente é também chamada de variável projetada. A equação de regressão é a fórmula algébrica pela qual o valor estimado da variável dependente, ou de resposta, é determinado (ver Seção 14.3).

O termo análise de regressão simples indica que o valor de uma variável dependente é estimado baseado na variável independente, ou projetada. Análise de regressão múltipla (abordada no Capítulo 15) está interessada em estimar o valor de uma variável dependente baseada em duas ou mais variáveis independentes.

As premissas gerais que sustentam o modelo de análise de regressão apresentado neste capítulo são (1) que a variável dependente é uma variável aleatória e (2) as variáveis dependente e independente estão linearmente associadas. A premissa (1) indica que embora os valores da variável independente possam ser controlados, os valores da variável dependente devem ser obtidos através de um processo de amostragem aleatória.

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Artmed (16)
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Medium 9788584290994

Respostas das atividades e exercícios

Christine P. Dancey, John G. Reidy, Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

Respostas das atividades e exercícios

CAPÍTULO 1

Atividade 1.1

O conceito de pesquisa na Figura 1.1 sugere que as ideias de pesquisa provêm da leitura da literatura relevante em um campo. Entretanto, elas podem frequentemente vir antes desse levantamento. Você pode ter uma ideia inesperada sobre formas de auxiliar enfermeiros a lidar com pacientes obesos e, então, ler a literatura adequada para ver qual a melhor maneira de pô-la em prática e testá-la.

Atividade 1.2

99 Tipos de empregos executados por funcionários em uma enfermaria de cuidados intensivos – Nominal.

99 Avaliação da satisfação com o emprego de funcionários do A&E – Ordinal (ou pode ser intervalar).

99 Número de visitas do médico de família de pacientes de transplante de coração após uma internação hospitalar – Razão.

99 Tempo gasto para recobrar a consciência após uma anestesia geral – Razão.

99 Número de obturações de uma criança de escola primária – Razão.

99 Temperatura de crianças após administração de 5 mL de ibuprofeno – Intervalo.

99 Origem étnica dos pacientes – Nominal.

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Medium 9788584290994

Capítulo 14. Intervenções e análise de mudanças

Christine P. Dancey, John G. Reidy, Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

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Intervenções e análise de mudanças

Panorama do capítulo

Neste capítulo, iremos medir e analisar a mudança; mostraremos como delinear uma pesquisa que pode medir a mudança em uma variável de saída e como analisar os dados de delineamentos desse tipo; e explicaremos também a importância de um relato apropriado de intervenção e pesquisa da mudança. Nosso objetivo é apresentar ensaios controlados aleatorizados e delineamentos de um único caso, bem como fazê-lo entender como são executadas as análises no SPSS.

Assim, neste capítulo, você aprenderá sobre:

99 Intervenções;

99 Ensaios controlados aleatorizados (ECAs);

99 Orientações CONSORT para relatar os ECA;

99 Análises dos ECA;

99 Delineamentos de caso único;

99 Análises visuais de delineamentos de caso único;

99 Execução da análise usando o SPSS;

99 Para entender melhor nossas discussões, leia os capítulos sobre mensuração de associações (Cap. 9), diferenças entre dois grupos (Cap. 7) e diferenças entre três grupos (Cap. 8).

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Medium 9788584290994

Capítulo 7. Diferenças entre dois grupos

Christine P. Dancey, John G. Reidy, Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

7

Diferenças entre dois grupos

Panorama do capítulo

Neste capítulo, observaremos estatísticas que nos dizem se duas condições (ou grupos) diferem entre si em uma ou mais variáveis. As duas condições podem ser:

99 O mesmo grupo de pessoas testado em duas condições (tradicionalmente chamadas de A e B);

99 Dois grupos diferentes de pessoas que foram submetidos à condição A ou à condição B.1

Este capítulo ilustrará maneiras como os pesquisadores testam as suas hipóteses, baseadas em suas questões de pesquisa. Os testes que apresentaremos são os paramétricos (ver Cap. 4, para explicações): os testes t e o teste z e seus equivalentes não paramétricos, como o teste U de Mann-Whitney e o teste da soma dos postos de Wilcoxon.

Apresentaremos, também, um conceito básico do entendimento dessas avaliações, e mostraremos como os pesquisadores relatam seus resultados, executam os testes no

SPSS e interpretam o resultado. Detalhare-

mos intervalos de confiança e tamanhos do efeito (ver Cap. 5), especificamente relacionados a dois grupos.

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Medium 9788584290994

Capítulo 9. Testando associações entre variáveis categóricas

Christine P. Dancey, John G. Reidy, Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

9

Testando associações entre variáveis categóricas

Panorama do capítulo

Este capítulo foca nos testes de associação entre duas variáveis categóricas ou nominais. As variáveis categóricas podem assumir um número limitado de valores, e nenhuma ordem de categorias é pressuposta. Iremos discutir a tabulação dos pares de variáveis categóricas (em tabelas de contingência) e examinaremos as estatísticas descritivas que são mais úteis no momento de resumir os resultados.

A significância da associação é avaliada usando a estatística do qui-quadrado. Iremos considerar a base conceitual do teste e sua aplicação no SPSS. Abordaremos, também, a interpretação dos resultados do

SPSS e como eles devem ser escritos.

O teste de associação do qui-quadrado não requer as suposições dos testes paramétricos; porém, ele tem suposições próprias. Iremos discuti-las e considerar o que você pode fazer caso essas suposições não sejam satisfeitas, incluindo a apresentação do teste exato de Fisher. Finalmente, apresentaremos também a aplicação da estatística do qui-quadrado para a análise de uma variável categórica simples (teste de aderência do qui-quadrado).

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Medium 9788584290994

Capítulo 3. Estastística descritiva

Christine P. Dancey, John G. Reidy, Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

3

Estatística descritiva

Panorama do capítulo

Neste capítulo, iremos introduzir algumas maneiras simples de resumir e descrever dados. Destacaremos a importância dessas técnicas analíticas para um entendimento adequado dos resultados de nossa própria pesquisa e de pesquisas apresentadas por outros. Para tanto, será preciso:

99 Descrever um escore típico em uma amostra (medidas de tendência central);

99 Descrever a variabilidade ou dispersão dos escores em uma amostra;

99 Apresentar os dados graficamente, incluindo:

• Gráfico de barras

• Gráficos de linhas

• Histogramas

• Diagramas de caixa e bigodes

99 Executar as análises usando o SPSS.

Para aproveitar ao máximo as informações presentes neste capítulo, tenha certeza de ter lido e entendido o Capítulo 1, bem como a introdução para o SPSS, apresentada no Capítulo 2.

ANALISANDO OS DADOS

No Capítulo 1, apresentamos uma visão geral do processo de pesquisa com diferentes maneiras para realizá-la (delineamentos de pesquisa). Neste capítulo, avançaremos, e

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