Editora Manole (40)
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Medium 9788520456057

A ANÁLISE SINTÁTICA: CASOS INCOMUNS E SUA INTERPRETAÇÃO

Sautchuk, Inez Editora Manole PDF Criptografado

Estudo dos termos da oração (Período simples)

2. Qual das frases a seguir apresenta o defeito da ambiguidade, isto é, tem duplo sentido? Como se explica o fato sintaticamente? a. Ele entrou na sala de troféus. b. Ele entrou na sala de muletas.

Resposta: A frase que tem sentido ambíguo é B, pois podemos entender que a sala continha muletas ou que ele usava muletas. Essa ocorrência decorre do mau posicionamento sintático do sintagma de muletas. Para indicar que o sujeito da oração usava muletas, é preciso que o sintagma funcione como adjunto adverbial de modo, articulando-se ao verbo e constituindo, portanto, um sintagma autônomo. Para isso, deveria ser deslocado para o início da oração, ser intercalado ou ser separado por vírgula. Teríamos, então, as seguintes possibilidades:

�� De muletas, ele entrou na sala.

�� Ele entrou, de muletas, na sala.

�� Ele entrou na sala, de muletas.

Observe que o sintagma preposicionado de muletas, nesse caso, ocupa a mesma posição sintagmática que ocuparia um sintagma adjetival ou adverbial, ambos também autônomos. Cada um desses teria sua própria função sintática. É como se tivéssemos então:

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A ESTRUTURA SINTAGMÁTICA DO PORTUGUÊS

Sautchuk, Inez Editora Manole PDF Criptografado

Prática de morfossintaxe

período simples (Você vai ao baile?) e um período composto (Eu vou porque sou um ótimo bailarino.).

A ESTRUTURA SINTAGMÁTICA DO PORTUGUÊS

Quando nos referimos à hierarquia gramatical de unidades linguísticas

(morfema → palavra → sintagma → oração → texto), observamos que os constituintes imediatos das orações são os sintagmas e não as palavras. Na condição de palavra, a unidade linguística presta-se a uma análise de seus constituintes estruturais (os morfemas dependentes, ou seja, radical, desinências, prefixos etc.) e aceita apenas denominações quanto à sua classificação gramatical. A palavra leão, por exemplo, está dicionarizada como substantivo masculino e é esse o seu status quando vista ou analisada em uma perspectiva “vertical”. Essa mesma palavra, porém, assume o status de sintagma quando, no eixo horizontal, relaciona-se, combina-se com outra palavra ou com outro sintagma, sob uma perspectiva de análise na

“horizontal”. Nesse momento, a palavra leão assume uma identidade que passa a ser também sintática, dependendo de sua posição no eixo sintagmático e das relações que possa estabelecer com outros sintagmas1.

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Medium 9788520456057

A IMPORTÂNCIA DA SINTAXE

Sautchuk, Inez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

O estudo da sintaxe

A IMPORTÂNCIA DA SINTAXE

Etimologicamente, sintaxe vem do grego sýntaxis e significa ordem, combinação, relação. A sintaxe é a parte da gramática que se preocupa com os padrões estruturais dos enunciados e com as relações recíprocas dos termos nas frases e das frases no discurso, enfim, com todas as relações que ocorrem entre as unidades linguísticas no eixo sintagmático (aquela linha horizontal imaginária).

A língua é formada pelo conjunto de morfemas lexicais e gramaticais, bem como pelo conjunto de regras e leis combinatórias que permitem a atualização dessas palavras na elaboração de uma mensagem. Se realmente existem dois tipos de inventários (um aberto e outro fechado) dessas palavras, não existe, porém, um inventário, um arquivo de frases. São as leis sintáticas que promovem, autorizam ou recusam determinadas construções, elegendo-as como “pertencentes à Língua Portuguesa” ou como “não pertencentes”. Dito de outra forma, se as sequências (e suas extensões e transformações) forem permitidas na língua, então essas sequências serão consideradas frases dessa língua; as sequências que não forem permitidas serão não frases dessa língua.

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Medium 9788520456057

A ORAÇÃO: FUNÇÕES ACESSÓRIAS (SINTAGMAS AUTÔNOMOS E INTERNOS)

Sautchuk, Inez Editora Manole PDF Criptografado

Estudo dos termos da oração (Período simples)

sentado por um sintagma preposicionado autônomo, introduzido pela preposição por ou, algumas vezes, pela preposição de:

(191) �

Este exercício foi feito por alunos experientes.

(192) �

Bons jornais deviam ser lidos por muita gente.

(193) �

A petição foi entregue ao juiz pelo advogado.

(194) �

O pobre menino é ignorado de todos.

Note que o agente da passiva se transforma automaticamente no sujeito, quando a mesma oração é construída na voz ativa. Isso só ocorre com verbos transitivos (VTD ou VTDI). Veja como ficariam (191) a (194), respectivamente:

Alunos experientes fizeram este exercício.

Muita gente deveria ler bons jornais.

O advogado entregou a petição ao juiz.

Todos ignoram o pobre menino.

Concluímos assim o estudo dos sintagmas autônomos que podem ocupar a posição C do padrão S + V + C e que funcionam como termos obrigatórios.

Examinemos agora como devem ser analisados os sintagmas autônomos que exercem funções sintáticas ditas acessórias e, a seguir, as funções dos sintagmas internos.

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Medium 9788520429174

A proibição

SILVA, Deonísio da Editora Manole PDF Criptografado

A proibição

Os bastidores da censura

O

caso Rubem Fonseca começa, para a censura, em 1976, com a proibição de Feliz Ano Novo, publicado no ano anterior pela Editora Artenova. Seu autor, “bem-sucedido executivo

(diretor da Light), realiza o que os profissionais da marginália não conseguem com suas caspas e incompetência ante o sistema e a literatura”, declara Affonso Romano de Sant’Anna em comentário para a revista Veja de 05 de novembro de 1975. Na mesma resenha, o poeta de Que país é este? parece antever a condenação do livro ao afirmar: “Uma leitura superficial desta obra pode tachá-la de erótica e pornográfica.”

Não foi outra a leitura da censura. E, em 15 de dezembro de

1976, a tesoura do ministro da Justiça do governo Geisel aparava

Feliz Ano Novo, depois de 30.000 exemplares e de várias semanas na lista dos dez mais vendidos da Veja. O despacho de Armando

Falcão dizia:

Nos termos do parágrafo 8º do artigo 153 da Constituição Federal e artigo 3º do Decreto-Lei nº 1.077, de 26 de janeiro de 1970, proíbo a publicação e circulação, em todo o território nacional, do livro

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Grupo A (56)
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Medium 9788577803750

10 Tolerâncias

Giesecke, Frederick E. Grupo A PDF Criptografado

320

COMUNICAÇÃO GRÁFICA MODERNA

VISÃO GERAL

A manufatura intercambiável permite que peças feitas em diferentes lugares se ajustem quando montadas. É essencial para a produção em massa que todas as peças se ajustem adequadamente, e esta intercambialidade requer controle efetivo das dimensões por parte do engenheiro.

Por exemplo, um fabricante de automóveis subcontrata a fabricação de peças a outras companhias – tanto peças para automóveis novos como peças de reposição para reparos.

Todas as peças devem ser suficientemente parecidas para que qualquer uma possa ajustar-se adequadamente em qualquer montagem. As peças podem ser feitas com dimensões muito precisas, até alguns milionésimos de polegada ou milésimos de milímetro – como nos blocos de aferição –, mas peças muito precisas são extremamente caras e ainda haverá alguma variação entre as dimensões exatas e o tamanho real da peça.

Felizmente, não são necessários tamanhos exatos. A precisão necessária de uma peça depende de sua função. Um fabricante de triciclos para crianças sairia rapidamente dos negócios se as peças fossem feitas com a precisão de uma turbina a jato – ninguém estaria disposto a pagar o preço. Fornecer uma tolerância junto com uma cota permite que esta seja especificada com qualquer nível de precisão requerido.

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11 Roscas, dispositivos de fixação e molas

Giesecke, Frederick E. Grupo A PDF Criptografado

350

COMUNICAÇÃO GRÁFICA MODERNA

VISÃO GERAL

O desenvolvimento do conceito de rosca de parafuso é atribuído a Arquimedes, que viveu no século III a.C. Ele foi um matemático que escreveu sobre espirais e inventou dispositivos simples aplicando o princípio do parafuso.

No primeiro século a.C, o parafuso tornou-se um elemento familiar, mas era produzido manualmente com madeira ou eixos metálicos. A partir desse ponto, nada mais se ouviu falar dos parafusos até o século XV.

Leonardo da Vinci entendeu o princípio do funcionamento do parafuso e criou esboços mostrando como construí-lo e usá-lo em máquinas. No século XVI, apareceram parafusos em relógios alemães e foram utilizados para fixar armaduras. Em

1569, um francês chamado Besson inventou um torno para usinar parafusos, mas esse método de produção de parafusos só foi difundido um século e meio mais tarde; porcas e parafusos continuaram sendo feitos em grande parte à mão. No século

XVIII, durante a revolução industrial, começou a produção industrial de parafusos na Inglaterra.

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Medium 9788577803750

12 Desenhos de execução

Giesecke, Frederick E. Grupo A PDF Criptografado

388

COMUNICAÇÃO GRÁFICA MODERNA

VISÃO GERAL

Os desenhos de execução consistem em desenhos de detalhe, que mostram todas as informações necessárias para manufaturar as peças em desenhos de conjunto e de montagem, que mostram como as peças devem se ajustar. Os desenhos de execução descrevem o trabalho final da criação de peças individuais que devem trabalhar em conjunto. A revisão e aprovação de desenhos são atividades importantes no processo de projeto. Revisões devem ser acompanhadas, identificadas, registradas e armazenadas para referência futura. O armazenamento, eletrônico ou em forma de papel, é uma tarefa importante para a equipe de projeto.

12.1 DESENHOS DE EXECUÇÃO

No projeto de um produto ou sistema, um conjunto de desenhos de execução ou de produção e mais as especificações que fornecem todas as informações necessárias devem ser produzidos, verificados e aprovados. Os desenhos de execução são especificações para a manufatura de um projeto e, portanto, devem ser corretamente feitos e cuidadosamente verificados.

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1 Projeto e comunicação gráfica

Giesecke, Frederick E. Grupo A PDF Criptografado

16

COMUNICAÇÃO GRÁFICA MODERNA

VISÃO GERAL

Uma nova máquina, estrutura ou sistema deve existir na cabeça do engenheiro ou projetista antes de se tornar realidade. O processo de projeto é um esforço excitante e desafiador durante o qual o engenheiro-projetista usa o desenho como meio para criar, registrar, analisar e comunicar conceitos e idéias.

Todos os integrantes da equipe de engenharia e projeto devem ser capazes de se comunicar rápida e precisamente de modo a competir no mercado globalizado. Da mesma forma que carpinteiros aprendem a usar as ferramentas do seu ofício, engenheiros, projetistas e desenhistas devem aprender a usar as ferramentas do desenho técnico. Durante o processo de projeto, a equipe progride através de 5 estágios. Para ser um membro bem-sucedido da equipe, você precisa entender o processo e conhecer seu papel dentro dela.

Os conceitos do projeto são geralmente comunicados através de esboços à mão livre ou desenhos criados por meio de sistemas de Projeto Assistido por Computador (CAD, computer-aided design). À medida que a idéia vai sendo mais bem desenvolvida, os esboços preliminares serão acompanhados por esboços mais detalhados e desenhos. Um sistema CAD pode ajudar, mas é preciso ter habilidade para saber quais os desenhos e qual nível de detalhes é necessário em cada estágio do projeto. Mesmo que os sistemas CAD tenham substituído as ferramentas tradicionais de desenho, para muitas equipes de projeto, os conceitos básicos da comunicação gráfica permanecem os mesmos. A proficiência em se comunicar usando gráficos será valiosa para você e para seu futuro empregador.

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Medium 9788577803750

2 Introdução ao CAD

Giesecke, Frederick E. Grupo A PDF Criptografado

34

COMUNICAÇÃO GRÁFICA MODERNA

VISÃO GERAL

O uso de computadores – em quase todas as atividades da engenharia, da ciência, dos negócios e da indústria – é hoje bem conhecido. O computador alterou procedimentos de contabilidade e fabricação, bem como as práticas de engenharia. A integração de computadores nos processos industriais – do projeto à prototipagem, fabricação e marketing – está mudando os métodos usados em educação e treinamento de técnicos, desenhistas, projetistas e engenheiros.

A engenharia, em particular, é um campo em constante mudança. Com a evolução de novas teorias e práticas, ferramentas mais poderosas são desenvolvidas e aperfeiçoadas para permitir que o engenheiro e o projetista se mantenham atualizados com o corpo de conhecimento técnico em expansão. O computador tornou-se uma ferramenta indispensável para o projeto e para a solução de problemas práticos. O uso de computadores na engenharia e na indústria vem resultando em novos métodos para análise e projeto, criação de desenhos técnicos, modelos 3-D e solução de problemas de engenharia, bem como o desenvolvimento de novos conceitos em automação e robótica.

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Grupo Gen (57)
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Medium 9788522475063

10 - Comunicação e terceiro setor

DUARTE, Jorge (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

10

Comunicação e terceiro setor

Cicilia M. Krohling Peruzzo

Este capítulo trata da comunicação no chamado terceiro setor e tem por obje-

tivo apontar breves fundamentos teóricos que norteiam os debates de modo a provocar reflexões nos agentes promotores ou facilitadores dos processos comunicativos. Não se trata de um “manual”1 de atuação, mas de reflexões acerca dos princípios de uma inserção responsável, bem como de implicações do aparente interesse em apenas “fazer o bem”. Situam-se, com base em pesquisa bibliográfica e abordagem histórico-dialética, os principais conceitos de terceiro setor sem a pretensão de esgotar o assunto, até porque a finalidade é discutir a comunicação nesse contexto e não o terceiro setor, propriamente dito.

Apesar das controvérsias devido à falta de precisão na classificação dos atores que compõem o terceiro setor e das diferenças de perspectivas de cada grupo de atores, este já é reconhecido e legitimado como importante esfera de atuação civil, embora com parcerias do poder público e do setor privado, e tem crescido no Brasil. Segundo estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

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Medium 9788521625971

10 - Fonética acústica

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

Fonética acústica

A grande mudança no estudo e na classificação do som se deu com a introdução da metodologia acústica, graças a avanços tecnológicos definitivamente consoli­ dados no fim da década de 1940 com o advento do Sonagraph, um instrumento de pesquisa que permitiu estabelecer a correspondência entre as dimensões ar­ ticulatória e acústica, conseguindo que a fonética acústica ocupasse o lugar que lhe correspondia. Jakobson realizou as pesquisas definitivas para consolidar o bi­ narismo – que já vinha amadurecendo desde 1938, quando conseguiu decompor as consoantes em oposições fundamentais – no Massachusetts Institute of Tech­ nology (MIT) e no laboratório psíquico-acústico da Universidade de Harvard junto com G. Fant e M. Halle, e publicou, em 1963, Preliminaries to speech analysis.

O extraordinário avanço tecnológico acontecido nos últimos anos permite-nos analisar a dimensão física do som e conferir as descobertas de Jakobson em qual­ quer computador portátil.

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Medium 9788521625971

11 - Fonologia gerativa

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

Fonologia gerativa

11.1 Princípios

M. Halle, antigo colaborador de Jakobson, e N. Chomsky publicaram, em 1968, o livro que constitui o início do que se convencionou chamar posteriormente de fonologia gerativa: The sound patterns of english. Consultamos a obra original na tradução espanhola Princípios de fonología generativa, que recolhe apenas os capítulos “Visão de conjunto” e “A teoria fonológica”, deixando de fora “Fonologia inglesa” e “Evolução do sistema vocálico do inglês moderno” (tradução de José

Antonio Millán. Madri: Fundamentos, 1979). Nessa obra, os dois autores elaboram uma nova teoria dos traços a apresentam-na como uma revisão da teoria jakobsoniana.

É preciso esclarecer, inicialmente, que a fonética é a parte da linguística que sofre menos variações, pois, do ponto de vista articulatório, acústico ou perceptivo, não pode desvincular-se dos dados empíricos. Tais dados, por sua vez, denominados de um ou de outro modo, são os mesmos em cada uma das teorias. Mas essas mudam, às vezes radicalmente. Jakobson fizera uma fonologia clássica, isto

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Medium 9788522475063

11 - Imprensa e interesse público

DUARTE, Jorge (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

11

Imprensa e interesse público

Armando Medeiros de Faria

C

om certa ousadia, pode-se afirmar que, a rigor, “interesse público” não existe.

A concepção expressa uma ideia forte, algo monolítico, que carrega em si unidade a totalidade. Ao contrário, e no sentido de invalidar o significado original, interesse público pode ser reconhecido ou identificado de múltiplas formas.

Aí começa a longa espiral de dúvidas e de respostas divergentes: o que existe de comum em uma coletividade? Por meio de quais mecanismos legítimos o interesse público é construído (processo eleitoral, plebiscito, consulta etc.)? Quais as instâncias autorizadas a defini-lo (opinião pública, Estado, imprensa, sociedade civil etc.)?

Ao mergulhar na realidade, o conceito de interesse público encontra uma superfície porosa e fragmentada onde se movimentam lobbies, organizações privadas, interesses pulverizados, além da representação política de grupos e de categorias sociais diversas, muitas vezes, antagônicas.

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Medium 9788521625971

12 - O emprego dos signos ortográficos em textos desmembrados

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

12

O emprego dos signos ortográficos em textos desmembrados

Um texto desmembrado é uma peça discursiva unitária, que foge ao padrão linear ininterrupto ao ser dividido em itens. Não diverge, do ponto de vista normativo, de um texto corrido, mas percebe-se nos escritores certa hesitação no uso dos signos ortográficos, especialmente antes e depois da introdução de alternativas ou variáveis.

O objetivo deste breve excerto é elaborar uma listagem simples de casos concretos, baseada na normativa ortográfica e na lógica, para auxiliar os profissionais da língua escrita, especialmente os professores que elaboram questionários para concursos.

1. O parágrafo introdutório de um texto desmembrado terminará sem nenhum tipo de signo ortográfico quando mantiver continuidade lógica e sintática com as variáveis, cada uma das quais começará com letra minúscula e terminará em ponto quando não estiver relacionada com as demais.

Exemplo: Assinale apenas a alternativa correta. As pessoas desligadas costumam

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