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Apêndice | Código de Ética dos Técnicos de Segurança do Trabalho

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Apêndice | Código de Ética dos Técnicos de Segurança do Trabalho

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166  Introdução à Segurança e Saúde no Trabalho

O código de ética foi elaborado pela Federação Nacional dos Técnicos de

Segurança do Trabalho (Fenatest). O texto a seguir foi retirado na íntegra do site da Fenatest.

CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO

Considerando a intensificação do relacionamento do profissional na área da segurança do trabalho, sendo imperativo para a disciplina profissional, resolve adotar o código de ética do técnico em segurança do trabalho, elaborada pelos integrantes da Comissão de Ética e instituições representativas da categoria dos técnicos de segurança do trabalho, como indicativo provisório até a regulamentação do Conselho Federal dos Técnicos de Segurança do Trabalho. cc

Resolve

Art. 01 – Fica aprovado o anexo código de ética profissional do técnico de segurança do trabalho.

Art. 02 – A presente Resolução entra em vigor na data de sua aprovação.

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3 - Principais Conceitos e Noções Aplicáveis à Segurança do Trabalho

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Principais Conceitos e Noções Aplicáveis à

Segurança do Trabalho

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40  Introdução à Segurança e Saúde no Trabalho

Riscos ocupacionais

Em nosso dia a dia, nos deparamos com diversas situações nas quais o conceito de risco é facilmente perceptível. Ao aguardarmos, por exemplo, a chegada do metrô em uma plataforma, temos o sentimento de que, se nos aproximarmos muito do limite da plataforma, indo além da linha amarela de segurança demarcada no chão, estaremos expostos ao perigo. Trata-se da conhecida sensação de risco iminente.

Sabemos, por exemplo, que devemos ter cautela ao manusear uma faca na cozinha. É muito fácil perceber que qualquer descuido poderá provocar um ferimento potencialmente grave.

Os casos citados são exemplos de riscos a que podemos nos expor em nossas residências e em nosso cotidiano. No trabalho, ao exercer uma profissão, não é diferente; esses riscos em específico – aqueles relacionados ao exercício das atividades profissionais – serão denominados riscos ocupacionais ou riscos ambientais.

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4 - Legislação de Segurança e Saúde no Trabalho

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Legislação de

Segurança e Saúde no Trabalho

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68  Introdução à Segurança e Saúde no Trabalho

Visão geral das normas regulamentadoras

As Normas Regulamentadoras (NR) são as normas mais conhecidas e utilizadas pela área de segurança e saúde no trabalho. São obrigatórias para empresas públicas e privadas, para órgãos públicos da administração direta e indireta, para órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, e para todas as empresas que tenham empregados regidos pela Consolidação das Leis do

Trabalho (CLT). O não cumprimento dessas regulamentações pode acarretar a aplicação de penalidades previstas na legislação, como multas, embargo e interdição.

Essas normas surgiram inicialmente com a Lei no 6.514, de 1977, que definiu o texto dos artigos 154 a 201 da CLT relacionados com segurança e saúde no trabalho. O artigo no 200 da CLT diz que é de responsabilidade do

Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) estabelecer as disposições complementares às normas relativas a segurança e medicina do trabalho. Com isso, em junho de 1978, o MTE aprovou a portaria no 3.214, que regulamentou as NRs específicas na área.

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1 - Segurança no Trabalho | Contexto Histórico

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1

Segurança no Trabalho |

Contexto Histórico

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2  Introdução à Segurança e Saúde no Trabalho

Origem e surgimento da segurança e saúde no trabalho no âmbito mundial

Ao longo da história da humanidade, principalmente no período pré-Re­ volução Industrial, poucos são os registros de que se tem notícia a respeito das atividades ligadas à identificação e à prevenção dos riscos no ambiente de trabalho.

Pode-se afirmar que, proporcionalmente aos registros encontrados, a segurança e a saúde no trabalho também não eram motivos de preocupação para a grande maioria dos empregadores, haja vista que, historicamente, os trabalhos pesados e manuais ficavam restritos aos escravos ou aos cidadãos de classes menos favorecidas da sociedade.

Em meados do século 4 a.C., o grego Hipócrates, considerado uma das figuras mais importantes da história da saúde, registrou a gravidade toxicológica causada pelo chumbo em indivíduos que trabalhavam em minas.

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5 - Prevenção de Acidentes

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Prevenção de

Acidentes

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128  Introdução à Segurança e Saúde no Trabalho

Conceitos

A respeito de acidentes de trabalho, iniciaremos o assunto por meio de um breve contexto histórico.

Durante o século 19, os acidentes de trabalho eram considerados acontecimentos inesperados e traumáticos, quase decorrentes de uma obra do destino dentro do ambiente de trabalho e o trabalhador, carregava a culpa pelo acidente que ele próprio sofrera.

No Brasil, o conceito de acidente do trabalho é definido pela Lei no

8.213/1991, que dispõe sobre os planos de benefícios da Previdência Social.

Em seu Art. 19, define acidente de trabalho da seguinte maneira:

Acidente de trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço de empresa ou de empregador doméstico ou pelo exercício do trabalho dos segurados referidos no inciso VII do art. 11 desta Lei, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.

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Grupo A (302)
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Capítulo 66. Álcool, publicidade e propaganda

Alessandra Diehl, Daniel Cruz Cordeiro, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

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Álcool, publicidade e propaganda

Ilana Pinsky e Nelson D. Fragoso

PONTOS-CHAVE

 As veiculações comerciais de bebidas alcoólicas na mídia estão fortemente ligadas ao esporte. televisão, os pontos de vendas alternativos e as revistas demonstram uma ação massiva em direção ao

 Apúblico jovem quando o produto é bebida alcoólica. governamental em relação à propaganda terá um efeito positivo, da mesma maneira que

 Regulamentação ocorreu com o cigarro.

A partir dos anos de 1980, vários levantamentos foram realizados sobre o consumo de bebidas alcoólicas entre adolescentes e jovens no Brasil. As pesquisas mais recentes apontam o início do consumo entre 12 e 14 anos,1 sendo que a idade legal para consumo de álcool no Brasil é de 18 anos. O único levantamento probabilístico nacional, finalizado em 2006, mostrou que 66% dos adolescentes (14-17 anos) não consumiram álcool nos 12 meses anteriores à pesquisa, e pouco menos de um quarto já bebeu em binge ao menos uma vez no mesmo período.1 Entre as bebidas alcoólicas consumidas, cerveja ou chope representam cerca de metade.1 Segundo o site Cervesia,2 o mercado brasileiro de cerveja é dominado por grandes marcas;

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Capítulo 8. Neuropsicologia e reabilitação cognitiva na dependência química

Alessandra Diehl, Daniel Cruz Cordeiro, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

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Neuropsicologia e reabilitação cognitiva na dependência química

Priscila Previato de Almeida

PONTOS-CHAVE

 A avaliação neuropsicológica auxilia na investigação de aspectos clínicos e cognitivos.

 O uso de substâncias pode alterar o funcionamento cognitivo.

 Prejuízos cognitivos podem influenciar o prognóstico e a adesão ao tratamento. reabilitação cognitiva é uma importante ferramenta no tratamento da dependência química e envolve

 Aaspectos que vão além dos déficits cognitivos encontrados, visando a promoção da qualidade de vida do paciente usuário de substâncias.

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jeitos, comparando ao que é esperado para a média populacional, considerando aspectos como sexo, idade, nível cognitivo e sociocultural.3

A entrevista de anamnese também é parte importante da avaliação. Nela são colhidos dados da história clínica do paciente a respeito de seu funcionamento pré-mórbido, bem como é investigado o impacto dos transtornos neuropsicológicos em sua vida diária atual.4

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Capítulo 59. Aspectos transculturais, sociais e ritualísticos do consumo de substâncias

Alessandra Diehl, Daniel Cruz Cordeiro, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

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Aspectos transculturais, sociais e ritualísticos do consumo de substâncias

Daniel Cruz Cordeiro

PONTOS-CHAVE

 As drogas fazem parte da história da humanidade. determinadas épocas, foram usadas abertamente e prescritas por médicos e curandeiros; em outras,

 Em foram proibidas e marginalizadas. dependência química se estabelece por meio de fatores diversos, como o efeito farmacológico da

 Asubstância, as características pessoais do indivíduo, o meio físico e a sociedade onde ele se encontra.

O que faz uma substância ser considerada nociva? Por que a cocaína é considerada droga, e o sal ou o açúcar não, uma vez que os três são encontrados em forma de pó, são brancos, produzem prazer e têm potencial para matar? Se o consumo de álcool provoca mais prejuízos que o consumo de crack, por que as bebidas são legalizadas? O tabaco mata metade de seus consumidores, então por que fumar tabaco é aceito socialmente, ao passo que o consumo da maconha sofre tanta discriminação?

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Capítulo 43. Prevenção ao uso de substâncias

Alessandra Diehl, Daniel Cruz Cordeiro, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

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Prevenção ao uso de substâncias

Alessandra Diehl, Neliana Buzi Figlie e Geraldo M. Campos

PONTOS-CHAVE dos programas de prevenção atuais é agir de maneira multifatorial e multidimensional.

 AOutendência seja, é desejável que vários domínios da vida do indivíduo recebam a atenção preventiva. programas de prevenção devem ser planejados de modo a reforçar aspectos positivos (fatores de

 Os proteção) da vida do indivíduo ou de uma determinada coletividade e diminuir aspectos negativos (fatores de risco) que possam vir a ser prejudiciais a eles.

sociedade organizada poderá cobrar ações governamentais e não governamentais que visem a

 Uma disponibilização de serviços e políticas públicas que possam minimizar os riscos do uso de substâncias. de prevenção ao uso de substâncias não precisam, necessariamente, abordar direta e unicamente

 Ações questões relacionadas a álcool e outras drogas. Também são estratégias preventivas aquelas que se dedicam à melhora da qualidade de vida na comunidade, ao fortalecimento dos vínculos familiares e institucionais e à atenção à saúde física e emocional da população.

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Capítulo 14. Benzodiazepínicos, hipnóticos e ansiolíticos

Alessandra Diehl, Daniel Cruz Cordeiro, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

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Benzodiazepínicos, hipnóticos e ansiolíticos

Anne Orgler Sordi, Felix Henrique Paim Kessler, Vilma Cecilia Rodriguez Rodriguez, Patricia de Saibro e Thiago Hartmann

PONTOS-CHAVE uso de benzodiazepínicos (BZDs) deve ser feito sob cuidados médicos, avaliando-se os riscos e os

 Obenefí cios de tal prescrição. síndrome de dependência pode ocorrer mesmo em doses terapêuticas. Nesse sentido, ela deve ser

 Ainvesti gada em todos os pacientes, no passado e no presente. muito importante psicoeducar o paciente em relação aos riscos agudos e crônicos da medicação,

 Éespecialmente os riscos de dependência. evitar seu uso prolongado (mais de quatro semanas), pois aumenta a possibilidade de tolerância

 Deve-se e dependência. diferenciar os pacientes que desenvolveram dependência com doses terapêuticas daqueles que

 Deve-se apresentam comorbidade com outro transtorno psiquiátrico e/ou outra dependência química, pois a abordagem e o tratamento não são semelhantes.

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Editora Manole (142)
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11. RECURSOS UTILIZADOS PARA O TRATAMENTO DO BEBÊ NA UTI NEONATAL

DEUTSCH, Alice D'Agostini; DORNAUS, Maria Fernanda P. S.; WAKSMAN, Renata Dejtiar Editora Manole PDF Criptografado

RECURSOS UTILIZADOS

PARA O TRATAMENTO DO

BEBÊ NA UTI NEONATAL

Este capítulo descreve aos pais alguns procedimentos individuais rea‑ lizados no tratamento do seu filho na UTI neonatal. Cada um tem uma explicação mais aprofundada, para que possam consultar os conceitos básicos de cada tratamento.

Sempre que houver dúvidas, os pais devem conversar com a equi‑ pe, o médico e/ou enfermeiro. Somente eles podem oferecer infor‑ mações individualizadas sobre os pacientes.

HUMANIZAÇÃO NA UTI NEONATAL

Na maioria das vezes, o ambiente da UTI pode parecer estressante para o bebê por causa do excesso de ruídos, da iluminação constante e dos procedimentos realizados; além disso, os pais também ficam muito preocupados por estarem distantes de seu filho. Nesse con‑ texto, é importante saber que a equipe multiprofissional da unidade deve estar atenta e utilizar todos os meios para amenizar o estresse

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do bebê e de sua família, individualizando os cuidados de acordo com o estado de saúde, a maturidade e a organização de cada criança.

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17. REINTERNAÇÃO DO BEBÊ PREMATURO

DEUTSCH, Alice D'Agostini; DORNAUS, Maria Fernanda P. S.; WAKSMAN, Renata Dejtiar Editora Manole PDF Criptografado

REINTERNAÇÃO DO BEBÊ

PREMATURO

Como já constatado e abordado neste livro, a sobrevida dos bebês nascidos prematuros tem aumentado de forma significativa em virtude de inovações no diagnóstico pré-natal, intervenções fetais, desenvolvimento das UTIs neonatais e técnicas cirúrgicas. Apesar de todos esses avanços, os bebês prematuros acabam necessitando de reinternações em uma proporção maior do que as crianças nascidas a termo.

Os principais motivos que levam o bebê de volta à internação hospitalar podem decorrer de problemas não plenamente resolvidos

(ganho de peso inadequado, refluxo gastroesofágico, icterícia, etc.), complicações de processos crônicos (como displasia broncopulmonar, complicações cardiológicas, renais ou gastrointestinais), manifestação aguda de uma nova patologia (bronquiolite, meningite, sepse, apneia, pneunomia aspirativa, evento com risco de morte) ou, ainda, para uma cirurgia eletiva (hérnia inguinal, cirurgia cardíaca, catarata, fotocoagulação da retina).

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4. O BEBÊ PREMATURO

DEUTSCH, Alice D'Agostini; DORNAUS, Maria Fernanda P. S.; WAKSMAN, Renata Dejtiar Editora Manole PDF Criptografado

O BEBÊ PREMATURO

O nascimento de um bebê é um acontecimento emocionante para os pais e familiares. Quando este evento é antecipado, no caso do nascimento de um prematuro, há uma mistura de exaltação e apreensão, pois, na maioria dos casos, os pais não estão preparados para tal eventualidade.

Sempre que possível, o parto de um bebê prematuro deve ocorrer em um centro perinatal com instalações e equipamentos adequados tanto para o atendimento da gestante quanto do recém-nascido prematuro. Geralmente, pode-se prever a necessidade de reanimação do bebê. Em alguns casos, porém, o nascimento ocorre de maneira inesperada, sendo fundamental a presença de uma equipe com conhecimento e prática para a assistência adequada na sala de parto, visando a evitar sequelas capazes de prejudicar a qualidade de vida do recém-nascido e de sua família. Recomenda-se, portanto, que a escolha da maternidade seja feita antecipadamente pelos pais, a fim de que se tenha conhecimento sobre essas práticas na maternidade.

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2. ASSISTÊNCIA À GESTANTE

DEUTSCH, Alice D'Agostini; DORNAUS, Maria Fernanda P. S.; WAKSMAN, Renata Dejtiar Editora Manole PDF Criptografado

ASSISTÊNCIA À

GESTANTE

Apesar dos avanços obstétricos e neonatais, do melhor conhecimento dos fatores envolvidos no parto e dos recursos terapêuticos à disposição do obstetra para bloquear o trabalho de parto, a incidência de parto prematuro não tem declinado nos últimos 50 anos; pelo contrário, tem até aumentado em hospitais que contam com serviço de medicina reprodutiva.

COMO PODE OCORRER A PREMATURIDADE?

A prematuridade pode ocorrer de duas formas:

• Espontânea: como consequência do trabalho de parto espontâneo.

• Eletiva: por indicação médica, decorrente de complicações maternas e fetais que levam à inevitável decisão de antecipar o parto.

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Saiba mais! Aproximadamente 75% dos nascimentos prematuros decorrem de prematuridade espontânea, em que ocorre o trabalho de parto prematuro. Em alguns hospitais/maternidades que atendem maior quantidade de gestações de alto risco, a incidência média de prematuridade chega a 22%, e a metade desses casos se deve ao trabalho de parto prematuro.

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15. FINALMENTE EM CASA

DEUTSCH, Alice D'Agostini; DORNAUS, Maria Fernanda P. S.; WAKSMAN, Renata Dejtiar Editora Manole PDF Criptografado

FINALMENTE EM CASA

SENTIMENTOS DOS PAIS

Após dias ou até semanas do nascimento do bebê, chega a hora de se preparar para ir definitivamente para casa, quando a equipe médica informa que o prematuro logo estará apto para viver fora da UTI neonatal.

Nesse período que antecede o tão esperado dia de levá-lo para casa, muitas coisas devem ser revisadas e organizadas para que o novo integrante da família seja recebido adequadamente – desde o quarto, até roupas, fraldas e todo o aparato necessário para o cuidado do bebê, bem como solicitar apoio de um familiar ou contratar uma ajudante, se necessário, como já abordado no capítulo anterior.

A permanência do bebê na UTI neonatal permite melhor preparação e treinamento dos pais, dá oportunidade de tirar dúvidas, praticar várias vezes como se dá o banho ou como se realiza a amamentação.

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A transição do hospital para casa envolve um bom planejamento e, apesar das orientações recebidas durante a estadia do bebê na UTI neonatal, o desafio de tê-lo em casa é motivo de muita alegria e, ao mesmo tempo, de temor, principalmente em relação aos cuidados:

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Artmed (11)
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Capítulo 4. Montagem de um programa

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CAPÍTULO

4

Montagem de um programa

Com frequência, converso com treinadores sobre programas de desempenho no esporte. Em geral, a conversa inicia com algo do tipo “Eu uso um pouco do teu método, eu pouco do método de Mark Verstegen e uma combinação de...”. Isso quase sempre soa como um elogio, mas sai de um modo diferente.

Quando se trata de desenvolver novos programas de desempenho ou adotar a totalidade ou partes de programas coexistentes, uma analogia da área da culinária se aplica.

Algumas pessoas conseguem realmente cozinhar; outras precisam de livros e receitas.

Algumas pessoas escrevem livros de receita; outras os leem. Mesmo no mundo dos restaurantes, existem cozinheiros e existem chefes de cozinha. Cozinheiros seguem receitas, chefes as criam.

Então, você é um cozinheiro ou um chefe de cozinha? Se você está montando seu primeiro programa para si mesmo ou para uma equipe, você é um cozinheiro. Ache uma boa receita que satisfaça suas necessidades e siga-a com exatidão. Além disso, na culinária, todo ingrediente em uma receita tem um propósito. A maioria das comidas assadas requer farinha, por exemplo. Você não assaria um bolo e deixaria a farinha de fora, deixaria?

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Capítulo 6. Treinamento para região inferior do corpo

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CAPÍTULO

6

Treinamento para a região inferior do corpo

As minhas perspectivas sobre o treinamento para membros inferiores mudaram drasticamente desde a publicação da primeira edição deste livro. Durante a última década, passamos de um programa bem convencional orientado ao agachamento livre (back squat) para um programa orientado ao agachamento pela frente (front squat) e, por fim, a um programa centrado, principalmente, em torno de levantamento terra unilateral e variações de agachamento unilateral. Em determinadas situações, primeiro usamos agachamentos bilaterais e levantamentos terra bilaterais, mas a ênfase passou para exercícios mais unilaterais quando se trata de desenvolver a força nos membros inferiores.

A razão primária para essa evolução na estratégia de treinamento da região inferior do corpo é nosso desejo de atingir, com mais objetividade, estas três metas:

■ Ausência de lesões no treinamento. Quase todas as dores nas costas de nossos atletas

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Capítulo 7. Treinamento do core

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CAPÍTULO

7

Treinamento do core

Um dos objetivos deste livro é fornecer ideias que você possa imediatamente colocar em prática. A informação neste capítulo pode ser usada para melhorar a saúde e a função do core de um atleta e será, de particular interesse, para treinadores e atletas de esportes que envolvam movimentos de rebatida, como beisebol, golfe, tênis, hóquei de campo e gelo e críquete.

Os exercícios do core aqui apresentados são projetados para desenvolver um tronco mais estável durante os gestos de rebater ou arremessar um objeto. Além disso, os programas do core ajudam qualquer atleta que sofre de dores lombares. Os exercícios com a medicine ball melhoram a força e a coordenação de todos os grupos musculares usados em habilidades de rebatida e arremesso. O treinamento do core é necessário para desenvolver a potência para rebater mais longe uma bola de beisebol ou golfe ou um disco de hóquei ou uma bola de tênis com mais força e rapidez. Além disso, trabalhar os músculos do core pode ser um elemento-chave para uma carreira esportiva mais longa e saudável.

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Capítulo 3. Avaliação da força funcional

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CAPÍTULO

3

Avaliação da força funcional

Conforme afirmado no Capítulo 1, o treinamento funcional é o treinamento que faz sentido. Após analisar as demandas do esporte, a próxima etapa é avaliar seus atletas.

Os testes neste capítulo permitem que você realize uma boa avaliação.

É bastante raro encontrar um atleta que tenha força, potência ou velocidade excessivas para seu esporte. Raras vezes você ouve um comentarista de televisão dizer “Minha nossa, ele era tão rápido que correu direto para aquela bola”. Pense no treinamento de força como um pré-requisito para a velocidade e potência. É importante desenvolver força funcional, a força que um atleta pode usar.

A mensuração objetiva de força funcional pode ser humilhante até para os melhores atletas. Para avaliar a força funcional, os atletas devem se mover contra uma resistência de uma maneira que provavelmente ocorrerrá no esporte ou na vida. Portanto, faz sentido que o próprio peso corporal seja a forma mais comum de resistência a ser empregado

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Capítulo 9. Treinamento pliométrico

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CAPÍTULO

9

Treinamento pliométrico

O treinamento para potência pode ser a parte mais importante do treinamento. Primeiramente, a força final deve ser obtida para permitir a produção de potência e velocidade. Os aumentos na força que não produzem um aumento simultâneo na potência são de uso limitado, em particular nos esportes sem contato. Com frequência, atletas gastam muito tempo com treinamento de força e pouco tempo treinando potência.

A questão não é “Devemos treinar potência?”, e sim “Como treinamos potência?”.

Em um mundo perfeito, com um atleta saudável, o treinamento de potência é feito de várias maneiras. Pliométricos, arremessos de medicine balls (Cap. 7) e levantamentos olímpicos (Cap. 10) são todos modos efetivos pelos quais se desenvolve produção de potência. Cada método pode ser essencial na criação de um atleta forte e todos têm seu lugar em um programa bem-projetado. O melhor programa usa um pouco de cada um dos seguintes três métodos.

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