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Capítulo 9. Treinamento pliométrico

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CAPÍTULO

9

Treinamento pliométrico

O treinamento para potência pode ser a parte mais importante do treinamento. Primeiramente, a força final deve ser obtida para permitir a produção de potência e velocidade. Os aumentos na força que não produzem um aumento simultâneo na potência são de uso limitado, em particular nos esportes sem contato. Com frequência, atletas gastam muito tempo com treinamento de força e pouco tempo treinando potência.

A questão não é “Devemos treinar potência?”, e sim “Como treinamos potência?”.

Em um mundo perfeito, com um atleta saudável, o treinamento de potência é feito de várias maneiras. Pliométricos, arremessos de medicine balls (Cap. 7) e levantamentos olímpicos (Cap. 10) são todos modos efetivos pelos quais se desenvolve produção de potência. Cada método pode ser essencial na criação de um atleta forte e todos têm seu lugar em um programa bem-projetado. O melhor programa usa um pouco de cada um dos seguintes três métodos.

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Capítulo 6. Treinamento para região inferior do corpo

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CAPÍTULO

6

Treinamento para a região inferior do corpo

As minhas perspectivas sobre o treinamento para membros inferiores mudaram drasticamente desde a publicação da primeira edição deste livro. Durante a última década, passamos de um programa bem convencional orientado ao agachamento livre (back squat) para um programa orientado ao agachamento pela frente (front squat) e, por fim, a um programa centrado, principalmente, em torno de levantamento terra unilateral e variações de agachamento unilateral. Em determinadas situações, primeiro usamos agachamentos bilaterais e levantamentos terra bilaterais, mas a ênfase passou para exercícios mais unilaterais quando se trata de desenvolver a força nos membros inferiores.

A razão primária para essa evolução na estratégia de treinamento da região inferior do corpo é nosso desejo de atingir, com mais objetividade, estas três metas:

■ Ausência de lesões no treinamento. Quase todas as dores nas costas de nossos atletas

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Capítulo 8. Treinamento para região superior do corpo

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CAPÍTULO

8

Treinamento para a região superior do corpo

Muitos livros e artigos detalham como realizar exercícios de força para os membros superiores. Infelizmente, apesar de todos os avisos, os atletas ainda colocam excessiva ênfase no desenvolvimento dos “músculos superficiais” que aparecem no espelho, como o tórax e braços que contribuem para a criação de uma aparência muscular. Este capítulo reforça a necessidade de um equilíbrio entre empurrar e puxar e enfatiza o uso de barras, remadas e variações para prevenir as lesões no ombro.

O exercício funcional para membros superiores pode ser primariamente dividido entre empurrar e puxar. Outros movimentos que envolvem apenas uma articulação podem não ser verdadeiramente funcionais por trabalharem os músculos apenas de forma isolada. Embora os movimentos de uma articulação possam ser necessários em exercícios corretivos ou de estabilização, a chave para o treinamento funcional da região superior do corpo é o equilíbrio entre empurrar e puxar.

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Capítulo 7. Treinamento do core

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CAPÍTULO

7

Treinamento do core

Um dos objetivos deste livro é fornecer ideias que você possa imediatamente colocar em prática. A informação neste capítulo pode ser usada para melhorar a saúde e a função do core de um atleta e será, de particular interesse, para treinadores e atletas de esportes que envolvam movimentos de rebatida, como beisebol, golfe, tênis, hóquei de campo e gelo e críquete.

Os exercícios do core aqui apresentados são projetados para desenvolver um tronco mais estável durante os gestos de rebater ou arremessar um objeto. Além disso, os programas do core ajudam qualquer atleta que sofre de dores lombares. Os exercícios com a medicine ball melhoram a força e a coordenação de todos os grupos musculares usados em habilidades de rebatida e arremesso. O treinamento do core é necessário para desenvolver a potência para rebater mais longe uma bola de beisebol ou golfe ou um disco de hóquei ou uma bola de tênis com mais força e rapidez. Além disso, trabalhar os músculos do core pode ser um elemento-chave para uma carreira esportiva mais longa e saudável.

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Capítulo 3. Avaliação da força funcional

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CAPÍTULO

3

Avaliação da força funcional

Conforme afirmado no Capítulo 1, o treinamento funcional é o treinamento que faz sentido. Após analisar as demandas do esporte, a próxima etapa é avaliar seus atletas.

Os testes neste capítulo permitem que você realize uma boa avaliação.

É bastante raro encontrar um atleta que tenha força, potência ou velocidade excessivas para seu esporte. Raras vezes você ouve um comentarista de televisão dizer “Minha nossa, ele era tão rápido que correu direto para aquela bola”. Pense no treinamento de força como um pré-requisito para a velocidade e potência. É importante desenvolver força funcional, a força que um atleta pode usar.

A mensuração objetiva de força funcional pode ser humilhante até para os melhores atletas. Para avaliar a força funcional, os atletas devem se mover contra uma resistência de uma maneira que provavelmente ocorrerrá no esporte ou na vida. Portanto, faz sentido que o próprio peso corporal seja a forma mais comum de resistência a ser empregado

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Editora Manole (142)
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14. Ingestão de cálcio e vitamina D ao redor do mundo

Ligia Araújo Martini; Bárbara Santarosa Emo Peters Editora Manole PDF Criptografado

14

INGESTÃO DE CÁLCIO E VITAMINA D

AO REDOR DO MUNDO

Giselle Adriana Pereira Pignotti

Luciana Gavilan Dias Folchetti

INTRODUÇÃO

O papel do cálcio e da vitamina D na saúde óssea já é bem estabelecido na literatura. Contudo, nos últimos anos, pesquisas têm sugerido relações entre a ingestão desses micronutrientes e a prevenção de doenças, como câncer, doença cardiovascular e doenças autoimunes, aumentando sua importância para a saúde pública1, 2.

Com isso, o consumo de nutrientes de valores adequados é bem reconhecido por autoridades internacionais de saúde, mas dados sobre a ingestão sugerem que um grande percentual da população na maioria dos países não consome quantidades recomendadas. Assim, cada vez mais surgem alimentos fortificados e uso de suplementos dietéticos, fazendo emergir controvérsias sobre os níveis máximos de ingestão1.

O objetivo do presente capítulo é revisar as recomendações e ingestões de cálcio e vitamina D em vários países para fornecer a atual situação da nutrição desses nutrientes ao redor do mundo. Para atingir esse objetivo, alguns métodos de busca foram utilizados para localizar informações sobre recomendações e dados de consumo publicadas desde 1991. A busca foi realizada nas bases de dados Lilacs, Medline e Google Acadêmico, além dos sites das agências nacionais de saúde dos países. Assim, este capítulo se destina a fornecer exemplos selecionados que podem ilustrar a variabi-

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7. Cálcio, vitamina D e osteoporose

Ligia Araújo Martini; Bárbara Santarosa Emo Peters Editora Manole PDF Criptografado

7

CÁLCIO, VITAMINA D E OSTEOPOROSE

Ligia Araújo Martini

Bárbara Santarosa Emo Peters

INTRODUÇÃO

A osteoporose é definida como um distúrbio sistêmico do esqueleto, caracterizado pelo comprometimento da resistência óssea e da qualidade mineral óssea, que predispõe o indivíduo ao aumento do risco de fraturas1.

No mundo todo, estima-se que 8,9 milhões de fraturas/ano ocorram em decorrência da osteoporose, ou seja, uma fratura a cada três segundos. Anteriormente era relacionada ao sexo feminino, porém observa-se atualmente que acomete também os homens. Estima-se que uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens com mais de 50 anos irão sofrer fraturas por osteoporose, e nestes as complicações, assim como a mortalidade, são reconhecidamente superiores2. Estudos de base populacional realizados no

Brasil mostraram situação também preocupante. O autorrelato de osteo­ porose foi observado em 7% das mulheres com mais de 45 anos e 31% das mulheres com mais de 65 anos3. Já quanto à prevalência de fraturas em indivíduos com mais de 40 anos, foi identificada uma proporção de 15% em mulheres e 13% em homens4.

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15. Suplementação de vitamina D: indicações, monitoramento e posologia

Ligia Araújo Martini; Bárbara Santarosa Emo Peters Editora Manole PDF Criptografado

15

SUPLEMENTAÇÃO DE VITAMINA D:

INDICAÇÕES, MONITORAMENTO E

POSOLOGIA

Maria Carolina de Camargo Vieira

Sergio Setsuo Maeda

INTRODUÇÃO

Existe uma discussão na literatura sobre quais seriam os valores que definem deficiência, insuficiência ou normalidade das concentrações de calcidiol

[25(OH)D]. Além disso, estudos populacionais têm demonstrado que a hipovitaminose D tem alta prevalência em todo o mundo, inclusive no Brasil.

Populações de risco merecem ser rastreadas para essa condição. Quando detectada, o tratamento tem como objetivo melhorar a saúde óssea. As doses devem ser individualizadas tendo em vista a idade e as doenças associadas.

MONITORAMENTO

A 25(OH)D é o principal metabólito na circulação, com tempo de meia-vida entre 2 a 3 semanas, e é considerado o melhor indicador para monitoramento do status da vitamina D1.

A 1,25(OH)2D (calcitriol) circula em uma concentração aproximadamente mil vezes menor que a 25(OH)D e tem um tempo de meia-vida de 4 horas.

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2. Vitamina D: aspectos fisiológicos e metabólicos

Ligia Araújo Martini; Bárbara Santarosa Emo Peters Editora Manole PDF Criptografado

2

VITAMINA D: ASPECTOS FISIOLÓGICOS E

METABÓLICOS

Tatiane Silva Vilaça

Marise Lazaretti-Castro

INTRODUÇÃO

Apesar do nome consagrado, a vitamina D seria mais apropriadamente classificada como um pré-hormônio. Vitaminas são compostos orgânicos essenciais para o funcionamento do organismo, que, por definição, não podem ser produzidos por ele, devendo então ser ingeridos por meio da alimentação.

Hormônios são os mensageiros orgânicos: compostos produzidos por determinadas células que agem regulando diversas funções. Essa regulação pode ocorrer na própria célula (ação autócrina), em células próximas (ação parácrina) ou em regiões distantes do organismo (ação endócrina). A vitamina

D pode ser produzida pelo organismo e apresenta diversas ações em diferentes sítios, o que a torna um hormônio e não uma vitamina1.

PRODUÇÃO DE VITAMINA D

A vitamina D3, também chamada de colecalciferol, é produzida na pele sob ação dos raios ultravioletas B (UVB), cujos comprimentos de onda variam entre 290 nm e 315 nm. Isso acontece pela ação dos raios solares sobre o

7-dehidrocolesterol (7-DHC), uma molécula derivada do colesterol e presente nas camadas superficiais da epiderme. O 7-DHC, portanto, também possui

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1. Cálcio: aspectos fisiológicos e metabólicos

Ligia Araújo Martini; Bárbara Santarosa Emo Peters Editora Manole PDF Criptografado

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CÁLCIO: ASPECTOS FISIOLÓGICOS E

METABÓLICOS

Kelly Virecoulon Giudici e Connie M. Weaver

INTRODUÇÃO

O cálcio é o nutriente mais abundante no corpo humano e contribui para aproximadamente 1,5% do peso total do corpo; é o principal mineral presente nos ossos (99% do cálcio contido no corpo está concentrado nos ossos e nos dentes) e desempenha um papel importante nas funções celulares. O ganho de cálcio alcança o nível máximo durante a adolescência e varia de acordo com o sexo. As meninas atingem a taxa máxima por volta dos 12,5 anos, e os meninos, dos 141. Embora o crescimento ósseo dimensional cesse na maturidade, os ossos adultos passam por constante remodelação2,3. Em determinado momento, cerca de 5% das superfícies ósseas entre adultos sofrem remodelação3. Como resultado dessa ação, a maior parte do esqueleto adulto é substituída praticamente a cada década4.

A formação e a reabsorção ósseas são procedimentos metabólicos realizados por tipos distintos de células ósseas (osteoblastos e osteoclastos, respectivamente) e que normalmente ocorrem de modo simultâneo. O cálcio

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Grupo A (302)
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Capítulo 17. Alucinógenos

Alessandra Diehl, Daniel Cruz Cordeiro, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

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Alucinógenos

Daniel Cruz Cordeiro

PONTOS-CHAVE drogas alucinógenas são usadas pelo homem há milênios e ganharam novas características de venda e

 As consumo em tempos de internet.

 Trata-se de uma classe constituída de diversos tipos de substâncias naturais ou produzidas em laboratório.

 O consumo não parece produzir dependência química, o que não impede que produza prejuízos reais. drogas alucinógenas estão sendo estudadas como forma de tratamento para diversos males,

 Muitas incluindo a própria dependência química.

Há milênios, os alucinógenos vêm desempenhando diversos papéis na sociedade. No passado, algumas culturas os usavam em rituais de cura e espiritualidade, e hoje observamos a venda desses mesmos alucinógenos pela internet transformando-se em importante problema de saúde pública. Neste exato momento, alguém deve estar usando uma dessas substâncias na busca da “cura” da dependência química, do câncer ou de tanto outros males ou, mesmo, do autoconhecimento, de uma espiritualidade nunca antes sentida ou pelo simples desejo de uma experiência psicodélica recreativa.

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Capítulo 19. Inalantes e outras drogas

Alessandra Diehl, Daniel Cruz Cordeiro, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

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Inalantes e outras drogas

Daniel Cruz Cordeiro e Alessandra Diehl

PONTOS-CHAVE uso de inalantes ocorre predominantemente entre crianças e adolescentes, sobretudo aqueles em

 Osituação de rua e jovens de diferentes classes sociais.

 GHB, poppers e cetamina têm sido drogas ligadas com frequência a questões de atividade sexual.

 Ainda há controvérsia sobre o potencial da cafeína de causar dependência.

 O uso frequente de laxantes pode indicar a existência de um transtorno alimentar. herbal highs são produtos à base de plantas vendidos principalmente na internet e facilmente obtidos,

 As uma vez que alguns deles não têm restrição legal, mas apresentam alta capacidade de causar dependência e comprometimento cognitivo.

Este capítulo se propõe a reunir dois grupos de substâncias bastante heterogêneos e distintos: os inalantes e outras drogas. A razão para essa escolha reside em dois fatos. O primeiro é que, apesar de haver necessidade de extensão de pesquisas relacionadas ao tratamento do uso e da dependência de inalantes, a literatura científica não contempla estudos que examinem os efeitos de potenciais medicações no tratamento dessa condição,1 bem como não se observam estratégias bem-sucedidas de modelos de tratamento psicossocial dirigidos a esse público específico, o que tornaria um capítulo apenas sobre essa temática bastante enxuto.1,2

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Capítulo 42. Sexualidade, saúde sexual e dependência química

Alessandra Diehl, Daniel Cruz Cordeiro, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

42

Sexualidade, saúde sexual e dependência química

Alessandra Diehl, Flávio Henrique Barros De Simoni e Maria Elisa Bezerra

PONTOS-CHAVE

 Saúde sexual é um dos direitos fundamentais de todos os seres humanos.

 Há estreita relação entre os diversos comportamentos sexuais e o uso de substâncias. de lapsos e recaídas em dependentes químicos podem estar ligados a comportamentos sexuais

 Episódios de risco. sexualidade e a saúde sexual devem ser parte integrante dos centros de tratamento para a dependência

 Aquímica. abordagem respeitosa, inclusiva e ética, em uma atmosfera de não julgamento e com mais

 Uma acolhimento, deixa as pessoas confortáveis e favorece o compartilhamento de suas experiências sobre sexualidade e problemas sexuais.

SAÚDE SEXUAL E SAÚDE PÚBLICA

Saúde sexual é um direito fundamental e extremamente importante para indivíduos, casais e famílias, bem como para o desenvolvimento social e econômico de comunidades e países.1,2 Em 2006, a Organização Mundial da Saúde (OMS) ampliou o conceito de saúde apresentado em 1948, ao declarar que a saúde sexual não é apenas “o completo bem-estar emocional, físico e mental dos indivíduos e ausência de doenças ou enfermidades”, mas também o entendimento de elementos como identidade sexual e de gênero, expressão sexual, relacionamento e prazer.2 A OMS também cita condições ou consequências negativas, como infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), vírus da imunodeficiência humana (HIV), infecções do trato reprodutivo, infertilidade, gestação não planejada, aborto, disfunções sexuais, violência sexual e práticas nocivas, como a mutilação genital feminina praticada em alguns países da África por razões não médicas.1,3,4

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Capítulo 58. Aspectos históricos sobre o uso de drogas

Alessandra Diehl, Daniel Cruz Cordeiro, Ronaldo Laranjeira Grupo A PDF Criptografado

58

Aspectos históricos sobre o uso de drogas

Marcelo Niel

PONTOS-CHAVE

 A relação da humanidade com as drogas é bastante antiga.

 Na Antiguidade, essa relação tinha um caráter ritualístico-religioso. longo dos anos, a história vai mostrando que as substâncias vão sendo incorporadas pela cultura,

 Ao influenciando o comportamento da sociedade de consumo. status de legalidade de cada substância também pode variar ao longo do tempo e em diferentes

 Oculturas, em uma complexa interação entre consumidores, população, regimes governamentais mais ou menos liberais e o próprio mercado.

O uso de substâncias é tão antigo quanto a história da humanidade. Entretanto, na Antiguidade, essas substâncias eram utilizadas principalmente para fins ritualístico-religiosos, como é o caso do ópio e de outras substâncias. Eles eram consumidos com o objetivo de estabelecer contato com os deuses ou de suportar as adversidades ambientais. Em alguns países latino-americanos, por exemplo, o hábito de mascar folhas de coca e tabaco ajudava a suportar a fome e diminuía a fadiga .1,2

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Capítulo 68. Violência e uso de substâncias

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68

Violência e uso de substâncias

Marcos Zaleski e Gilberto Lucio da Silva

PONTOS-CHAVE

 A relação entre violência e uso de álcool e outras substâncias tem sido muito estudada. cas públicas para a redução de consumo de álcool são eficazes para a redução da violência social, no

 Políti trânsito e doméstica. de drogas ilícitas, especialmente a cocaína e o crack, estão mais expostos a situações de

 Usuários violência. políticas de educação e empregabilidade é importante para a redução da violência, sobretudo

 Priorizar entre os adolescentes.

O conceito de violência pode ser entendido como toda ação danosa à vida e à saúde do indivíduo, caracterizada por maus-tratos, cerceamento da liberdade ou imposição da força.1 Segundo definição da Organização Mundial da Saúde (OMS), violência está associada ao uso intencional de força física ou poder, em ameaça ou de fato, contra uma pessoa, um grupo ou uma comunidade que resulta ou tem grande potencial de resultar em ferimento, morte, problemas de desenvolvimento ou privação.

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Grupo Gen (13)
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6 - Noções Gerais de Gestão em Segurança e Saúde no Trabalho

CHIRMICI, Anderson; OLIVEIRA, Eduardo Augusto Rocha de Grupo Gen PDF Criptografado

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Noções Gerais de Gestão em Segurança e

Saúde no Trabalho

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138  Introdução à Segurança e Saúde no Trabalho

Responsabilidade jurídica civil e criminal de empresários, prepostos e gestores

A extensa legislação trabalhista, em conjunto com as normas do código civil e penal, forma densa camada de proteção ao trabalhador, com consequente responsabilização daqueles que, por obrigação contratual ou legal, devem preservar a saúde e a integridade física de seus trabalhadores. cc

Responsabilidade civil

Segundo regra constante do Art. no 189 do Código Civil, a responsabilidade civil surge quando o gestor viola o direito do trabalhador, nascendo para seu titular a possibilidade de requerer indenização. Dessa maneira, o trabalhador que for lesado em sua saúde ou integridade física por motivo relacionado à atividade laborativa terá o direito de ser indenizado proporcionalmente ao dano sofrido.

A apreciação e a mensuração dos parâmetros para essa indenização são de incumbência do Poder Judiciário, na figura dos juízes do trabalho.

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4 - Legislação de Segurança e Saúde no Trabalho

CHIRMICI, Anderson; OLIVEIRA, Eduardo Augusto Rocha de Grupo Gen PDF Criptografado

4

Legislação de

Segurança e Saúde no Trabalho

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14/09/16 14:41

68  Introdução à Segurança e Saúde no Trabalho

Visão geral das normas regulamentadoras

As Normas Regulamentadoras (NR) são as normas mais conhecidas e utilizadas pela área de segurança e saúde no trabalho. São obrigatórias para empresas públicas e privadas, para órgãos públicos da administração direta e indireta, para órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, e para todas as empresas que tenham empregados regidos pela Consolidação das Leis do

Trabalho (CLT). O não cumprimento dessas regulamentações pode acarretar a aplicação de penalidades previstas na legislação, como multas, embargo e interdição.

Essas normas surgiram inicialmente com a Lei no 6.514, de 1977, que definiu o texto dos artigos 154 a 201 da CLT relacionados com segurança e saúde no trabalho. O artigo no 200 da CLT diz que é de responsabilidade do

Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) estabelecer as disposições complementares às normas relativas a segurança e medicina do trabalho. Com isso, em junho de 1978, o MTE aprovou a portaria no 3.214, que regulamentou as NRs específicas na área.

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1 - Segurança no Trabalho | Contexto Histórico

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1

Segurança no Trabalho |

Contexto Histórico

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2  Introdução à Segurança e Saúde no Trabalho

Origem e surgimento da segurança e saúde no trabalho no âmbito mundial

Ao longo da história da humanidade, principalmente no período pré-Re­ volução Industrial, poucos são os registros de que se tem notícia a respeito das atividades ligadas à identificação e à prevenção dos riscos no ambiente de trabalho.

Pode-se afirmar que, proporcionalmente aos registros encontrados, a segurança e a saúde no trabalho também não eram motivos de preocupação para a grande maioria dos empregadores, haja vista que, historicamente, os trabalhos pesados e manuais ficavam restritos aos escravos ou aos cidadãos de classes menos favorecidas da sociedade.

Em meados do século 4 a.C., o grego Hipócrates, considerado uma das figuras mais importantes da história da saúde, registrou a gravidade toxicológica causada pelo chumbo em indivíduos que trabalhavam em minas.

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2 - Profissionais de Segurança e Saúde do Trabalho

CHIRMICI, Anderson; OLIVEIRA, Eduardo Augusto Rocha de Grupo Gen PDF Criptografado

2

Profissionais de

Segurança e Saúde do Trabalho

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10  Introdução à Segurança e Saúde no Trabalho

Serviços especializados em engenharia de segurança e em medicina do trabalho

O Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do

Trabalho (SESMT) foi instituído em 27 de julho de 1972, época em que o

Brasil liderava o ranking de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais.

Diante de tal cenário desfavorável, o governo se viu diante da necessidade de tomar uma providência que impactasse as empresas e revertesse, em curto prazo, o quadro crítico.

Além da péssima imagem que projetava internacionalmente, o país também sofria pressão por parte da Organização Internacional do Trabalho

(OIT) para que revertesse o quanto antes o cenário em que se encontrava.

Assim foi criado o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em

Medicina do Trabalho, também popularmente conhecido como SESMT, estabelecido no Art. 162 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e regulamentado pela Norma Regulamentadora no 4 (NR-4) do Ministério do

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Apêndice | Código de Ética dos Técnicos de Segurança do Trabalho

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Apêndice | Código de Ética dos Técnicos de Segurança do Trabalho

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29/08/16 09:57

166  Introdução à Segurança e Saúde no Trabalho

O código de ética foi elaborado pela Federação Nacional dos Técnicos de

Segurança do Trabalho (Fenatest). O texto a seguir foi retirado na íntegra do site da Fenatest.

CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO

Considerando a intensificação do relacionamento do profissional na área da segurança do trabalho, sendo imperativo para a disciplina profissional, resolve adotar o código de ética do técnico em segurança do trabalho, elaborada pelos integrantes da Comissão de Ética e instituições representativas da categoria dos técnicos de segurança do trabalho, como indicativo provisório até a regulamentação do Conselho Federal dos Técnicos de Segurança do Trabalho. cc

Resolve

Art. 01 – Fica aprovado o anexo código de ética profissional do técnico de segurança do trabalho.

Art. 02 – A presente Resolução entra em vigor na data de sua aprovação.

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