Artmed (11)
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Medium 9788582714485

Capítulo 8. Treinamento para região superior do corpo

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

Treinamento para a região superior do corpo

Muitos livros e artigos detalham como realizar exercícios de força para os membros superiores. Infelizmente, apesar de todos os avisos, os atletas ainda colocam excessiva ênfase no desenvolvimento dos “músculos superficiais” que aparecem no espelho, como o tórax e braços que contribuem para a criação de uma aparência muscular. Este capítulo reforça a necessidade de um equilíbrio entre empurrar e puxar e enfatiza o uso de barras, remadas e variações para prevenir as lesões no ombro.

O exercício funcional para membros superiores pode ser primariamente dividido entre empurrar e puxar. Outros movimentos que envolvem apenas uma articulação podem não ser verdadeiramente funcionais por trabalharem os músculos apenas de forma isolada. Embora os movimentos de uma articulação possam ser necessários em exercícios corretivos ou de estabilização, a chave para o treinamento funcional da região superior do corpo é o equilíbrio entre empurrar e puxar.

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Capítulo 11. Programas para melhorar o desempenho

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

Programas para melhorar o desempenho

A programação específica para o esporte é um dos maiores equívocos no atletismo atualmente. A noção de que cada esporte precisa de seu próprio programa individual

é basicamente falha. A maioria dos esportes coletivos, e mesmo muitos esportes individuais, tem necessidades gerais similares. Todos se baseiam na velocidade e potência, com a força agindo como base subjacente. O desenvolvimento de velocidade, força e potência não varia e não deve mesmo variar muito de esporte para esporte.

A maioria dos melhores técnicos de força e condicionamento no país usa programas bastante similares para treinar atletas em uma ampla variedade de esportes. Raras vezes, os técnicos encontram atletas muito fortes, muito rápidos ou muito eficientes em movimentos laterais. Pense sobre isso deste modo: um jogador de beisebol rápido é, em qualquer aspecto, diferente de um jogador rápido de futebol ou futebol americano? Enquanto técnico, você desenvolveria velocidade para o beisebol de uma forma diferente da qual desenvolveria para um jogador de futebol ou de futebol americano?

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Capítulo 3. Avaliação da força funcional

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Avaliação da força funcional

Conforme afirmado no Capítulo 1, o treinamento funcional é o treinamento que faz sentido. Após analisar as demandas do esporte, a próxima etapa é avaliar seus atletas.

Os testes neste capítulo permitem que você realize uma boa avaliação.

É bastante raro encontrar um atleta que tenha força, potência ou velocidade excessivas para seu esporte. Raras vezes você ouve um comentarista de televisão dizer “Minha nossa, ele era tão rápido que correu direto para aquela bola”. Pense no treinamento de força como um pré-requisito para a velocidade e potência. É importante desenvolver força funcional, a força que um atleta pode usar.

A mensuração objetiva de força funcional pode ser humilhante até para os melhores atletas. Para avaliar a força funcional, os atletas devem se mover contra uma resistência de uma maneira que provavelmente ocorrerrá no esporte ou na vida. Portanto, faz sentido que o próprio peso corporal seja a forma mais comum de resistência a ser empregado

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Medium 9788582714485

Capítulo 2. Análise das demandas do esporte

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Análise das demandas do esporte

Antes de iniciar a montagem de um programa de treinamento funcional efetivo, você deve primeiro analisar e entender as demandas do esporte. Pense no esporte. Veja um quadro em sua mente. Que tipo de esporte é esse?

A maioria dos esportes classifica-se como de resistência ou de velocidade e força. Quase todos os esportes coletivos são modalidades de velocidade e força. Esportes individuais, como ginástica e patinação artística, também se baseiam principalmente em velocidade e força. Esportes com raquetes, incluindo tênis, são esportes de velocidade e força.

Agora, pergunte a si mesmo quem são os jogadores ou atletas dominantes no esporte? São os atletas com a melhor resistência e melhor flexibilidade? Com frequência, a maioria não é um nem o outro. Em geral, os melhores jogadores ou atletas de elite são os que se movem com melhor eficiência e explosão. Velocidade e agilidade são as qualidades mais estimadas em quase todos os esportes intermitentes de potência.

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Capítulo 1. Tornando o treinamento mais funcional

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

Tornando o treinamento mais funcional

Treinamento funcional é, essencialmente, treinar com um propósito. Quando usamos a palavra função, estamos dizendo que algo tem um propósito. Assim, quando aplicamos o termo ao treinamento para esportes, estamos falando sobre treinamento intencional para os esportes. A ideia de treinamento funcional ou exercício funcional, na verdade, originou-se no mundo da medicina esportiva. Como é sempre o caso, as ideias e exercícios usados na reabilitação encontraram seu caminho a partir da clínica de fisioterapia e sala de treinamento atlético para a sala de pesos. A ideia mais básica era que os exercícios usados para fazer um atleta retornar sem lesão também poderiam ser os melhores exercícios para manter e melhorar a saúde.

Desde que o conceito de treinamento funcional foi primeiro aplicado aos esportes, tem sido mal interpretado e erroneamente interpretado por muitos atletas e treinadores. Expressões como específico do esporte (que implica que determinados movimentos e padrões de movimentos são específicos para esportes individuais) foram usadas para descrever alguns conceitos de treinamento funcional. Mas o treinamento específico do esporte ocorre com o atleta no tatame, campo ou quadra, ao passo que, na força e no condicionamento, trabalhamos para tornar o atleta mais forte e para melhorar o condicionamento específico. Na verdade, o treinamento funcional pode ser mais bem representado pelo termo treinamento geral esportivo do que pelo termo treinamento específico do esporte.

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Editora Manole (178)
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Medium 9788520435359

5. Ombro

KEIL, Anne Editora Manole PDF Criptografado

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Ombro

O ombro é outra área onde a bandagem terapêutica é bastante eficaz em virtude de a articulação acromioclavicular (AC) ser relativamente superficial, sendo fácil corrigir a má postura (ombros curvos e cabeça anteriorizada), que pode contribuir para a síndrome do impacto do ombro e outros problemas na região.

A bandagem postural terapêutica em geral é a primeira técnica que se aplica na clínica para pacientes com sintomas no ombro.

Este capítulo discute as seguintes técnicas: postural para a porção superior da coluna (ver também o Cap.

4), separação da articulação AC e correção de fratura de clavícula, bloqueio da articulação AC, correção da posição da escápula, correção de subluxação inferior do ombro e proteção para luxação anterior do ombro.

São descritos tratamentos para os seguintes problemas: impacto, separação ou crepitação acromioclavicular, tendinite ou impacto do manguito rotador, bursite subacromial, encurtamento ou dor na porção anterior do ombro, frouxidão ligamentar ou subluxação, problemas cervicotorácicos, síndrome do desfiladeiro torácico (SDT), cefaleias, postura de cabeça anteriorizada e ombros curvos que contribua para os sintomas e fraqueza postural da porção superior da coluna.

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Medium 9788520427910

7. Satisfação por meio de uma carreira próspera

RIGGS, Art Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 2   Técnicas gerais

7

247

Satisfação

Por Meio de

Uma Carreira

Próspera

O trabalho de terapeuta corporal pode envolver um caminho longo e tortuoso. Se há vinte e cinco anos, quando eu estava na faculdade estudando fisiologia do exercício, alguém tivesse descrito a vida e a satisfação que esse trabalho proporciona, eu nunca teria pensado que isso era possível. A verdade é que não há um dia em que não me sinta uma pessoa de extrema sorte quando olho pela janela de meu tranqüilo consultório as

árvores do lado de fora, realizando um trabalho que amo com pessoas com quem eu realmente me importo. Ainda que, em algum dia futuro, seja possível que eu trabalhe apenas alguns dias da semana, eu espero continuar meu trabalho enquanto for fisicamente capaz.

A satisfação tem significados diferentes para as pessoas. Para alguns massoterapeutas, ela pode ser representada pela liberdade de se trabalhar meio-período e ter mais tempo e energia para a família, interesses artísticos ou viagens. Para outros, pode ser representada pelas relações próximas e amigáveis que estabelecem com os clientes regulares. E para outros ainda, o objetivo maior pode ser a possibilidade de ter uma boa renda e, ao mesmo tempo, realizar um trabalho recompensador. Enquanto você puder manter uma atitude renovada e entusiástica em seu trabalho, trabalhar com dois ou vinte clientes por semana não será tão importante. No entanto, é importante conseguir trabalhar com quantos clientes desejar. Há excelentes massoterapeutas que se sentem insatisfeitos por não conseguirem criar um negócio bem-sucedido.

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Medium 9788520435342

2. Yoga e a coluna vertebral

KAMINOFF, Leslie; MATTHEWS, Amy Editora Manole PDF Criptografado

cAPÍtulo

yogA e A colunA vertebrAl

2

O

sistema nervoso central, com suas funções sensoriais e motoras complexas, evoluiu ao longo de milhões de anos e se tornou fundamental à sobrevivência dos nossos ancestrais. Ele exigiu o desenvolvimento correspondente de uma das soluções mais distintas e intrincadas da natureza para suprir a dupla demanda de sthira e sukha: a coluna vertebral. Para compreendermos como a coluna vertebral se originou, precisamos voltar a estudar a célula simples.

FilOgenia: uma breve história da cOluna vertebral

Imagine uma célula flutuando em um mar de fluido primordial, circundada por nutrientes prontos para serem assimilados através da sua membrana (Fig. 1.1, p. 2). Imagine agora que os nutrientes estão menos concentrados em algumas áreas e mais concentrados em outras. Os organismos mais bem-sucedidos são aqueles que desenvolvem a capacidade de obter nutrientes pela mudança no seu formato. Esta foi, provavelmente, a primeira forma de locomoção; o pseudópodo na Figura 2.1 é o exemplo de uma célula simples com essa capacidade. A mudança de formato como um método de sobrevivência é um princípio importante a ser lembrado mais adiante.

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Medium 9788520427910

3. Estratégias específicas

RIGGS, Art Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 2   Técnicas gerais

3

61

Estratégias

Específicas

Agora que você está familiarizado com as principais ferramentas utilizadas na massagem profunda, serão combinadas as teorias mais amplas desse tipo de massagem abordadas no

Capítulo 1, e as técnicas gerais para o uso das articulações dos dedos, punho, antebraço e cotovelo apresentadas no Capítulo 2, para formar estratégias específicas em diferentes

áreas corporais. Sinta-se livre para adaptar estas sugestões a seu estilo pessoal. Você pode se sentir mais confortável em utilizar o cotovelo em vez das articulações dos dedos, conforme demonstrado em uma determinada foto; ou pode não se sentir à vontade ou confiante usando o cotovelo, como mostrado em um exemplo, e preferir usar o punho. Seja criativo e, embasado no conhecimento científico, divirta-se procurando novas formas de massagear!

Trabalho no pé e na perna

A massagem estrutural no pé tem um efeito impressionante no desempenho profissional, diferenciando o seu trabalho das manobras comuns empregadas para alcançar o alívio temporário de pés cansados ou doloridos. Com a prática, você pode aprender a liberar articulações limitadas e melhorar, de forma significativa, a distribuição das cargas corporais, proporcionando melhor equilíbrio aos pés.

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Medium 9788520427033

1. O educador físico como agente promotor de saúde

VAISBERG, Mauro; MELLO, Marco Túlio de Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

1

O educador físico como agente promotor de saúde

Marco Túlio de Mello

Mauro Vaisberg

Sionaldo Eduardo Fer reir a

O gesto motor e sua sistematização: exercício físico

O funcionamento normal do organismo requer uma integração harmônica entre sistemas e funções. Como o desenvolvimento da espécie humana se deu em ambiente em que se alternavam períodos de movimento e de repouso, a atividade física agiu como força evolutiva, moldando o funcionamento do organismo.

Apesar da importância desse fato, ele acaba sendo negligenciado, talvez pelo automatismo das ações diárias. Desse modo, as pessoas não se dão conta da importância do movimento no funcionamento geral do organismo, limitando-se a valorizar suas funções mais aparentes, como capacidade de transporte e locomoção, relegando o sistema musculoesquelético a um papel secundário.

O sedentarismo vem aumentando rapidamente, nos países desenvolvidos e naqueles em desenvolvimento,1 sobretudo nas regiões urbanas onde ocorre subutilização dos mecanismos normais inerentes à atividade muscular. Dessa maneira, independentemente do mecanismo que leve ao desencadeamento de uma doença, de maneira genérica, pode-se afirmar que a doença é um estado de desequilíbrio do organismo e, certamente, a perda de uma função como o movimento é um fator importante para o estabelecimento desse

3

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Grupo A (152)
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Medium 9788563308658

20 Analgésicos e Antagonistas Opioides

Peter C. Panus, Erin E. Jobst, Suzanne L. Tinsley, Susan B. Masters, Anthony J. Trevor, Bertram G. Katzung Grupo A PDF Criptografado

20

Analgésicos e Antagonistas

Opioides

Produtos derivados da papoula do ópio têm sido usados para aliviar dores fortes por centenas (possivelmente milhares) de anos. A morfina, o protótipo do agonista opioide, alivia a dor com uma eficácia exemplar. Este alcaloide (seu nome se origina de Morfeu, o deus grego dos sonhos) é extraído do ópio bruto, obtido da vagem de sementes da papoula do ópio. A morfina ainda é o padrão em relação a todos os fármacos que possuem forte ação analgésica quando comparados em termos de eficácia e potência. Estes fármacos são coletivamente conhecidos como analgésicos opioides, consistindo não apenas nos alcaloides naturais e derivados semissintéticos do ópio mas também nos substitutos sintéticos (analgésicos semelhantes aos opioides cujas ações são bloqueadas pelo antagonista não seletivo naloxona) e peptídios endógenos que interagem com vários subtipos de receptor opioide. Os analgésicos opioides caracterizam-se por sua capacidade de aliviar a dor moderada a grave.

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Medium 9788582713822

Capítulo 9 - Basquetebol

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

Koichi Sato e Yohei Shimokochi

Basquetebol

“Mover-se sem a bola” é a chave para o sucesso no basquetebol. Os jogadores tendem a dedicar a maior parte de seu tempo de prática a melhorar suas habilidades com a bola

(p. ex., arremessar e dominar a bola). Uma quantidade de tempo consideravelmente menor é gasta em habilidades de movimento fundamentais (FMS, fundamental movement skills) sem a bola, como saltar, deslizar, correr e crossover

(drible com mudança brusca de direção). Assim como nas habilidades de arremesso, as habilidades fundamentais do movimento melhoram quando um programa de treinamento com movimentos específicos é implantado. Esse programa consiste em uma série de exercícios desenhados de forma específica para melhorar cada habilidade de movimento.

No final, o objetivo do programa é desenvolver a habilidade dos jogadores para manter padrões de movimento eficientes e potentes, que minimizem os riscos de lesões e melhorem o desempenho. O propósito deste capítulo é ajudar profissionais de reabilitação e treinamento de alto rendimento a desenvolver um programa de exercícios específicos para sucesso de jogadores.

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Medium 9788563308658

30 Agentes Antimicrobianos Diversos: Desinfetantes, Antissépticos, Esterilizantes e Conservantes

Peter C. Panus, Erin E. Jobst, Suzanne L. Tinsley, Susan B. Masters, Anthony J. Trevor, Bertram G. Katzung Grupo A PDF Criptografado

30

Agentes Antimicrobianos

Diversos: Desinfetantes,

Antissépticos, Esterilizantes e Conservantes

Os agentes discutidos neste capítulo são constituídos por diferentes antimicrobianos, tais como os específicos para infecções urinárias, além dos desinfetantes e antissépticos

(Fig. 30.1). Como os fisioterapeutas tratam os pacientes com infecções e utilizam equipamentos que podem transferir patógenos, o uso de antissépticos e desinfetantes, discutido na parte final deste capítulo, é particularmente relevante para a prática da reabilitação.

AGENTES ANTIMICROBIANOS DIVERSOS

Metronidazol

Química e farmacocinética

O metronidazol é um nitroimidazol usado principalmente no tratamento das infecções causadas por bactérias anaeróbicas e protozoários, podendo ser administrado por vias oral, intravenosa ou como supositório retal.

O fármaco penetra facilmente quase todos os tecidos, incluindo o fluido cerebrospinhal, alcançando níveis similares aos do plasma.

Mecanismo de ação e usos clínicos

O metronidazol mata amebas, bactérias e protozoários sensíveis, sendo facilmente captado pelos organismos anaeróbicos e células onde age alterando o DNA e inibindo a síntese dos ácidos nucleicos. Constitui o tratamento de escolha para as infecções anaeróbicas ou mistas intra-abdominais, colite pseudomembranosa e abscesso cerebral envolvendo organismos suscetíveis, podendo, ainda, ser usado no tratamento das infecções aeróbicas, como as que podem estar presentes no empiema, abscesso pulmonar, infecções dos ossos e articulações, assim

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Medium 9788536322711

Capítulo 2 - Sistema Nervoso

Mark Dutton Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

SISTEMA NERVOSO

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever os vários componentes dos sistemas nervosos central e periférico.

2. Descrever a organização anatômica e funcional do sistema nervoso.

3. Descrever os vários componentes e distribuições dos plexos cervical, braquial e lombossacral.

4. Descrever as diferenças entre equilíbrio e propriocepção.

5. Definir propriocepção e o papel que ela desempenha na função.

6. Descrever e fazer a diferenciação entre os vários mecanorreceptores articulares.

7. Reconhecer as características de uma lesão no sistema nervoso central.

8. Listar os achados e os danos associados às lesões nervosas periféricas mais comuns.

9. Executar um exame minucioso do sistema neurológico.

10. Descrever algumas das patologias comuns do sistema nervoso.

VISÃO GERAL

O sistema nervoso humano pode ser subdividido em duas divisões anatômicas: o sistema nervoso central, compreendendo o cérebro e a medula espinal, e o sistema nervoso periférico, formado pelos nervos craniano e espinal. O sistema nervoso periférico é ainda subdivido em somático e autônomo.

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Medium 9788536322711

Capítulo 27 - A Articulação Sacroilíaca

Mark Dutton Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O 27

A ARTICULAÇÃO SACROILÍACA

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever a anatomia dos ossos, dos ligamentos, dos músculos e dos suprimentos sanguíneo e nervoso que compõem a região sacroilíaca.

2. Descrever a biomecânica da articulação sacroilíaca, incluindo os movimentos acoplados, as barreiras articulares normais e anormais, a cinesiologia e as reações a vários estresses.

3. Realizar um exame objetivo e detalhado do sistema musculoesquelético sacroilíaco, incluindo palpação das estruturas articulares e do tecido mole e testes de mobilidade passiva específicos, de mobilidade articular passiva e de estabilidade.

4. Avaliar os dados dos exames para estabelecer o diagnóstico.

5. Descrever as estratégias de intervenção com base nos achados clínicos e nos objetivos estabelecidos.

6. Planejar uma intervenção com base na educação do paciente, na terapia manual e nos exercícios terapêuticos.

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Grupo Gen (13)
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Medium 9788527730594

2 - Profissionais de Segurança e Saúde do Trabalho

CHIRMICI, Anderson; OLIVEIRA, Eduardo Augusto Rocha de Grupo Gen PDF Criptografado

2

Profissionais de

Segurança e Saúde do Trabalho

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12/09/16 15:11

10  Introdução à Segurança e Saúde no Trabalho

Serviços especializados em engenharia de segurança e em medicina do trabalho

O Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do

Trabalho (SESMT) foi instituído em 27 de julho de 1972, época em que o

Brasil liderava o ranking de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais.

Diante de tal cenário desfavorável, o governo se viu diante da necessidade de tomar uma providência que impactasse as empresas e revertesse, em curto prazo, o quadro crítico.

Além da péssima imagem que projetava internacionalmente, o país também sofria pressão por parte da Organização Internacional do Trabalho

(OIT) para que revertesse o quanto antes o cenário em que se encontrava.

Assim foi criado o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em

Medicina do Trabalho, também popularmente conhecido como SESMT, estabelecido no Art. 162 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e regulamentado pela Norma Regulamentadora no 4 (NR-4) do Ministério do

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Medium 9788527730594

Apêndice | Código de Ética dos Técnicos de Segurança do Trabalho

CHIRMICI, Anderson; OLIVEIRA, Eduardo Augusto Rocha de Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice | Código de Ética dos Técnicos de Segurança do Trabalho

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29/08/16 09:57

166  Introdução à Segurança e Saúde no Trabalho

O código de ética foi elaborado pela Federação Nacional dos Técnicos de

Segurança do Trabalho (Fenatest). O texto a seguir foi retirado na íntegra do site da Fenatest.

CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO

Considerando a intensificação do relacionamento do profissional na área da segurança do trabalho, sendo imperativo para a disciplina profissional, resolve adotar o código de ética do técnico em segurança do trabalho, elaborada pelos integrantes da Comissão de Ética e instituições representativas da categoria dos técnicos de segurança do trabalho, como indicativo provisório até a regulamentação do Conselho Federal dos Técnicos de Segurança do Trabalho. cc

Resolve

Art. 01 – Fica aprovado o anexo código de ética profissional do técnico de segurança do trabalho.

Art. 02 – A presente Resolução entra em vigor na data de sua aprovação.

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Medium 9788527718295

Parte 6 TÉCNICAS, ESTRATÉGIAS E TECNOLOGIAS PARA EDUCAÇÃO NUTRICIONAL

GARCIA, Rosa Wanda Diez Grupo Gen PDF Criptografado

TÉCNICAS, ESTRATÉGIAS E

TECNOLOGIAS PARA EDUCAÇÃO

NUTRICIONAL

Editoração Eletrônica – Diagrama Ação (21) 3852-8419

GARCIA-p06-001

pág. 325

23.11.10 19:28:32

Editoração Eletrônica – Diagrama Ação (21) 3852-8419

GARCIA-p06-001

pág. 326

23.11.10 19:28:32

Capítulo

1

Oficinas Culinárias na Promoção da Saúde

Sheila Rotenberg

Suzete Marcolan

Elda Lima Tavares

Inês Rugani Ribeiro de Castro

“Elegeu-se a culinária por ser um eixo estruturante da educação alimentar e nutricional uma vez que, por meio da culinária, é possível proporcionar uma experiência de vivência e reflexão sobre as relações entre alimentação, cultura e saúde com o foco na comida e em tudo o que ela significa, em vez de valorizar as características nutricionais de cada alimento” (Castro et al., 2007).

A promoção da alimentação saudável vem ganhando destaque em diversas políticas públicas desenhadas na última década (Está contida, por exemplo, na Política Nacional de Alimentação e Nutrição

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Medium 9788527730594

1 - Segurança no Trabalho | Contexto Histórico

CHIRMICI, Anderson; OLIVEIRA, Eduardo Augusto Rocha de Grupo Gen PDF Criptografado

1

Segurança no Trabalho |

Contexto Histórico

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26/08/16 14:35

2  Introdução à Segurança e Saúde no Trabalho

Origem e surgimento da segurança e saúde no trabalho no âmbito mundial

Ao longo da história da humanidade, principalmente no período pré-Re­ volução Industrial, poucos são os registros de que se tem notícia a respeito das atividades ligadas à identificação e à prevenção dos riscos no ambiente de trabalho.

Pode-se afirmar que, proporcionalmente aos registros encontrados, a segurança e a saúde no trabalho também não eram motivos de preocupação para a grande maioria dos empregadores, haja vista que, historicamente, os trabalhos pesados e manuais ficavam restritos aos escravos ou aos cidadãos de classes menos favorecidas da sociedade.

Em meados do século 4 a.C., o grego Hipócrates, considerado uma das figuras mais importantes da história da saúde, registrou a gravidade toxicológica causada pelo chumbo em indivíduos que trabalhavam em minas.

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Medium 9788527730594

4 - Legislação de Segurança e Saúde no Trabalho

CHIRMICI, Anderson; OLIVEIRA, Eduardo Augusto Rocha de Grupo Gen PDF Criptografado

4

Legislação de

Segurança e Saúde no Trabalho

Chirmici 04.indd 67

14/09/16 14:41

68  Introdução à Segurança e Saúde no Trabalho

Visão geral das normas regulamentadoras

As Normas Regulamentadoras (NR) são as normas mais conhecidas e utilizadas pela área de segurança e saúde no trabalho. São obrigatórias para empresas públicas e privadas, para órgãos públicos da administração direta e indireta, para órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, e para todas as empresas que tenham empregados regidos pela Consolidação das Leis do

Trabalho (CLT). O não cumprimento dessas regulamentações pode acarretar a aplicação de penalidades previstas na legislação, como multas, embargo e interdição.

Essas normas surgiram inicialmente com a Lei no 6.514, de 1977, que definiu o texto dos artigos 154 a 201 da CLT relacionados com segurança e saúde no trabalho. O artigo no 200 da CLT diz que é de responsabilidade do

Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) estabelecer as disposições complementares às normas relativas a segurança e medicina do trabalho. Com isso, em junho de 1978, o MTE aprovou a portaria no 3.214, que regulamentou as NRs específicas na área.

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