32 capítulos
Medium 9788520456446

4. A importância do brincar

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 4

A importância do brincar

Aide Mitie Kudo

Priscila Bagio Maria Barros

Mariana de Paiva Franco

Renata Sloboda Bittencourt

Resgate histórico

Desde os tempos mais remotos, o ato de brincar estava presente no cotidiano das crianças em todas as culturas. Muitos jogos e brincadeiras que temos hoje eram praticados nas civilizações antigas, destinados ao entretenimento de adultos durante reuniões e festividades locais.

Achados arqueológicos e descrições iconográficas mostram que bonecas e marionetes eram usadas como brinquedos e divertimento no Egito antigo há mais de 5 mil anos. Crianças naquela época construíam barcos em miniaturas, imitando as embarcações que navegavam pelo Nilo; em escavações em templos egípcios, foi encontrado um jogo da velha datado de 1400 ou 1333 a.C.; os primeiros dominós foram construídos de ossos de marfim por um soldado chinês que viveu em 243 a 181 a.C.1.

Foi a partir da Idade Média, na Europa, que os brinquedos começaram a ser fabricados, ainda que artesanalmente e comercializados nos grandes entrepostos de vendas existentes, principalmente nos grandes povoados. E foi no período das transformações econômicas e sociais da

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Medium 9788520439081

Seção 3 – A alta hospitalar e a ida para casa

WAKSMAN, Renata Dejtiar; SCHVARTSMAN, Cláudio Editora Manole PDF Criptografado

Seção 3

A ALTA HOSPITALAR E

A IDA PARA CASA

Coordenadoras

Alice D'Agostini Deutsch

Maria Fernanda Pellegrino da Silva Dornaus

135

16

Preparo para a alta hospitalar

Roberta Ferreira Belini

Simone Maria Orsi Climeni Silva

Introdução

Em geral, os gemelares prematuros ou aqueles que apresentam qualquer problema clínico e são admitidos na unidade de terapia semi-intensiva

(UTSI) estarão prontos para receber alta hospitalar quando atingirem um peso superior a 1,8 kg, com ganho de peso diário, controle da temperatura corporal adequada, padrão respiratório sem nenhuma alteração e aceitação da alimentação adequada. É importante que os pais também estejam prontos para a alta e aptos a prestar os cuidados necessários aos bebês em casa.

O banho

Uma das orientações mais importantes é sobre o banho. Antes de iniciar os cuidados com o bebê, devem-se retirar anéis, pulseiras e relógio, pois podem machucar a pele sensível da criança. Em seguida, lavar as mãos ou higienizar com álcool em gel antisséptico.

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Medium 9788520456446

5. Guia alimentar como instrumento de educação nutricional

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 5

Guia alimentar como instrumento de educação nutricional

Glauce Hiromi Yonamine

Introdução

Os guias alimentares representam instrumentos importantes de apoio para as ações de educação alimentar e nutricional. Em 2014, foi publicada a versão atualizada do Guia alimentar para a população brasileira, um documento oficial do Ministério da Saúde que aborda os princípios e recomendações de uma alimentação adequada e saudável para a população brasileira1.

Em contraste com a velocidade com que as informações de dietas ou alimentos da moda se tornam popularmente divulgadas, na prática verifica-se que grande parte da população ainda não conhece as recomendações desse guia. Nesse sentido, os profissionais de saúde exercem papel fundamental na divulgação dessas recomendações.

O objetivo deste capítulo não é abordar as informações contidas no

Guia alimentar para a população brasileira, já que esse material está disponível na internet e pode ser consultado de forma integral por qualquer membro da população. Neste capítulo, serão discutidas as ações que podem ser realizadas pelo profissional de saúde para que as recomendações de alimentação e nutrição sejam efetivamente adotadas pelas crianças, adolescentes e suas famílias.

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Medium 9788520431252

Escolar

LOPEZ, Fabio Ancona; CAMPOS JR., Dioclécio Editora Manole PDF Criptografado

Escolar

Escolar

Escolar

6 a 10 anos

Capítulos

1- Vacinação .......................................................................................122

2- Consultas pediátricas....................................................................124

3- Alimentação...................................................................................128

4- Crescimento e desenvolvimento .................................................133

5- Visão, audição e cuidados com os dentes...................................152

6- Comportamento.............................................................................159

7- Ambiente .......................................................................................164

8- Brincadeiras, brinquedos, lazer e esporte .................................167

9- Alertas de segurança.....................................................................175

10- Necessidades especiais...............................................................178

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Medium 9788520456446

9. Trabalhando educação nutricional com os pais no hospital

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 9

Trabalhando educação nutricional com os pais no hospital

Andréa Gislene do Nascimento

Heloiza Cristiane Teixeira Esteves

Ana Paula Alves da Silva

Juliana Cezarino

Introdução

Ramos e Stein descrevem que o comportamento alimentar da criança é determinado por sua interação com o alimento, pelo seu desenvolvimento anatomofisiológico e por fatores emocionais, psicológicos, socioeconômicos e culturais1.

A família oferece amplo campo de aprendizado social à criança. De acordo com Golan, o ambiente doméstico e o estilo de vida dos pais podem ter grande influência na alimentação. Assim, poderão estabelecer o aprendizado de um hábito socialmente aceito ou inserir novos hábitos, contribuindo para a formação de um padrão de comportamento alimentar adequado ou não2.

Segundo Pereira e Lang, o ambiente familiar, dentre muitos fatores,

é o de maior impacto para a formação do comportamento alimentar. A exposição a um determinado tipo de alimento dependerá do que é consumido pela família. Por isso, é importante que o nutricionista oriente como deve ser realizada a introdução alimentar, sendo necessária, muitas vezes, a mudança de hábitos alimentares da família3.

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