32 capítulos
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7. Educação nutricional em hospital

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 7

Educação nutricional em hospital

Camila Pugliese

Adriana Hidelfonso Zampolo

Maria Aparecida Carlos Bonfim

Introdução

Hábitos alimentares saudáveis devem ser estimulados desde a infância, pois ajudam no desenvolvimento adequado dos indivíduos e auxiliam na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis. É na infância, durante o processo de socialização, que as crianças aprimoram a percepção para sabores, começam a ter suas preferências por determinados alimentos e iniciam o desenvolvimento do seu comportamento alimentar1.

É consenso que as crianças comem o que gostam e que nem sempre suas preferências são compatíveis com uma dieta saudável. Elas são predispostas a rejeitar alimentos novos (neofobia) e a associar os sabores aos contextos sociais e às consequências fisiológicas pós-ingestão.

O hospital configura-se como uma instituição complexa na qual pacientes e familiares e/ou acompanhantes convivem com a dor e a doença, exigindo-se um esforço para se adaptarem à nova situação, imposta pelo processo de adoecimento. O paciente e sua família passam a vivenciar os limites impostos pela hospitalização, que pode desconsiderar suas subjetividades, tendo que adaptar-se às regras, fazendo-os assumir uma postura passiva diante dos profissionais da saúde e das situações que enfrentam nesse contexto2.

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13. Atividades práticas de educação nutricional em pediatria

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 13

Atividades práticas de educação nutricional em pediatria

Andréa Gislene do Nascimento

Fernanda Ferreira dos Santos

Mayara Freitas de Oliveira

Introdução

A infância traz aspectos relevantes para a formação de hábitos e práticas comportamentais, especialmente as alimentares. No ambiente familiar, a criança inicia a formação e incorporação dos padrões de comportamento alimentar a partir da escolha de alimentos, sua quantidade, horário e ambiente em que acontecerão as refeições. Trata-se de um processo que começa nessa fase e se estende por todas as demais fases do ciclo de vida1. Os hábitos alimentares inadequados nesse estágio podem levar a problemas nutricionais a curto e longo prazos2. Assim, esse momento é fundamental para o desenvolvimento da consciência crítica, de forma a propiciar a aplicação de práticas para promoção, manutenção e recuperação da saúde1.

As estratégias de educação alimentar e nutricional voltadas a crianças devem ser prioritárias no atendimento nutricional ambulatorial e hospitalar, não apenas por serem consideravelmente influenciadas por fatores ambientais, mas também por comporem um grupo que tomará decisões quanto a hábitos alimentares no futuro3.

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Medium 9788520456446

2. Comportamento alimentar em pediatria

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 2

Comportamento alimentar em pediatria

Glauce Hiromi Yonamine

Carla Aline Fernandes Satiro

Introdução

O comportamento alimentar envolve as ações relacionadas ao ato de se alimentar, isto é, o que se come, como, com quem, onde e por que comemos1. Esse comportamento começa a ser formado logo após o nascimento, e sabe-se que os hábitos alimentares adquiridos na infância estão relacionados com a alimentação ao longo da vida.

Neste capítulo, discutiremos os principais aspectos envolvidos no comportamento alimentar em pediatria. Para abordar didaticamente esse tema, o capítulo foi dividido em tópicos: “Divisão de responsabilidades na alimentação”; “Aspectos relacionados aos cuidadores”; “Aspectos relacionados às crianças e adolescentes”; e “O papel do nutricionista”.

Divisão de responsabilidades na alimentação

As crianças têm uma habilidade inata para se alimentar. Por isso é fundamental que elas participem ativamente da sua alimentação.

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Medium 9788520439081

Seção 9 – Consulta adicional

WAKSMAN, Renata Dejtiar; SCHVARTSMAN, Cláudio Editora Manole PDF Criptografado

Seção 9

CONSULTA ADICIONAL

Coordenador

Cláudio Schvartsman

465

60

Livros e sites de interesse

Eduardo Juan Troster

Carlos Augusto Cardim de Oliveira

Renata Dejtiar Waksman

LIVROS RECOMENDADOS

Em língua portuguesa

Título do livro

Autoria

Observações

Estudo de gêmeos

Bernardo Beiguelman

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Gêmeos, trigêmeos ou o que mais vier – O guia da mãe 24 horas

Sara Gonçalves

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Criando gêmeos e múltiplos em idade escolar

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Viotto

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Gêmeos - Harlequin Special Ed.84

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eBook Kindle

467

Gêmeos e Múltiplos

Em língua inglesa

Título do livro

Autoria

Observações

Twins: from conception to five years

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9. Trabalhando educação nutricional com os pais no hospital

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 9

Trabalhando educação nutricional com os pais no hospital

Andréa Gislene do Nascimento

Heloiza Cristiane Teixeira Esteves

Ana Paula Alves da Silva

Juliana Cezarino

Introdução

Ramos e Stein descrevem que o comportamento alimentar da criança é determinado por sua interação com o alimento, pelo seu desenvolvimento anatomofisiológico e por fatores emocionais, psicológicos, socioeconômicos e culturais1.

A família oferece amplo campo de aprendizado social à criança. De acordo com Golan, o ambiente doméstico e o estilo de vida dos pais podem ter grande influência na alimentação. Assim, poderão estabelecer o aprendizado de um hábito socialmente aceito ou inserir novos hábitos, contribuindo para a formação de um padrão de comportamento alimentar adequado ou não2.

Segundo Pereira e Lang, o ambiente familiar, dentre muitos fatores,

é o de maior impacto para a formação do comportamento alimentar. A exposição a um determinado tipo de alimento dependerá do que é consumido pela família. Por isso, é importante que o nutricionista oriente como deve ser realizada a introdução alimentar, sendo necessária, muitas vezes, a mudança de hábitos alimentares da família3.

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