32 capítulos
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Medium 9788520456446

7. Educação nutricional em hospital

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 7

Educação nutricional em hospital

Camila Pugliese

Adriana Hidelfonso Zampolo

Maria Aparecida Carlos Bonfim

Introdução

Hábitos alimentares saudáveis devem ser estimulados desde a infância, pois ajudam no desenvolvimento adequado dos indivíduos e auxiliam na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis. É na infância, durante o processo de socialização, que as crianças aprimoram a percepção para sabores, começam a ter suas preferências por determinados alimentos e iniciam o desenvolvimento do seu comportamento alimentar1.

É consenso que as crianças comem o que gostam e que nem sempre suas preferências são compatíveis com uma dieta saudável. Elas são predispostas a rejeitar alimentos novos (neofobia) e a associar os sabores aos contextos sociais e às consequências fisiológicas pós-ingestão.

O hospital configura-se como uma instituição complexa na qual pacientes e familiares e/ou acompanhantes convivem com a dor e a doença, exigindo-se um esforço para se adaptarem à nova situação, imposta pelo processo de adoecimento. O paciente e sua família passam a vivenciar os limites impostos pela hospitalização, que pode desconsiderar suas subjetividades, tendo que adaptar-se às regras, fazendo-os assumir uma postura passiva diante dos profissionais da saúde e das situações que enfrentam nesse contexto2.

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Medium 9788520435144

2. Atividades de fortalecimento muscular e resistência cardiorrespiratória

CANALES, Lindsay K; LYTLE, Rebecca K. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 2

Atividades de fortalecimento muscular e resistência cardiorrespiratória

As 10 atividades deste capítulo enfocam o fortalecimento muscular geral e a resistência cardiorrespiratória. Essas atividades envolvem movimento corporal constante, como caminhada, corrida, impulsão de cadeira de rodas e o movimento contínuo dos membros superiores e inferiores. Atividades de treinamento de força por meio do uso de equipamentos como faixas elásticas e o peso do próprio corpo, assim como atividades cujo objetivo é sustentar o movimento por um determinado período, são desenvolvidas para manter ou aumentar a força muscular e a resistência cardiorrespiratória.

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24  Atividades físicas para jovens com deficiências graves

Foguetes de balões

Conceitos primários

Fortalecimento muscular e resistência cardiorrespiratória.

Conceitos secundários

Movimentação criativa; habilidades locomotoras; movimentação espacial.

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Medium 9788520439081

Seção 9 – Consulta adicional

WAKSMAN, Renata Dejtiar; SCHVARTSMAN, Cláudio Editora Manole PDF Criptografado

Seção 9

CONSULTA ADICIONAL

Coordenador

Cláudio Schvartsman

465

60

Livros e sites de interesse

Eduardo Juan Troster

Carlos Augusto Cardim de Oliveira

Renata Dejtiar Waksman

LIVROS RECOMENDADOS

Em língua portuguesa

Título do livro

Autoria

Observações

Estudo de gêmeos

Bernardo Beiguelman

Livro eletrônico publicado em formato PDF

Gêmeos, trigêmeos ou o que mais vier – O guia da mãe 24 horas

Sara Gonçalves

-

Criando gêmeos e múltiplos em idade escolar

Christina Baglivi Tinglof

-

Criando filhos gêmeos

Patrícia Maxwell Malmstrom e

Janet Poland

-

Conversando sobre gêmeos

Maria Elizabeth Barreto Tavares

Viotto

-

Gêmeos - Harlequin Special Ed.84

Rebecca Winters

eBook Kindle

467

Gêmeos e Múltiplos

Em língua inglesa

Título do livro

Autoria

Observações

Twins: from conception to five years

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Medium 9788520426555

À espera do bebê

LOPEZ, Fabio Ancona; CAMPOS JR., Dioclécio Editora Manole PDF Criptografado

À espera do bebê

À espera do bebê

XVII

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XVIII

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À espera do bebê

À espera do bebê

Capítulos

1- A gravidez ..........................................................................................XXIV

2- �Leis que protegem a gestante e a nutriz ...........................................LIV

3- Filhos adotivos ......................................................................................LXI

4- Teste de paternidade ......................................................................... LXIX

XIX

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À espera do bebê

À espera do bebê

Conteúdo

A gravidez ............................................................................................................... XXIV

Vínculo pais-filho na gravidez ................................................................. XXIV

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Medium 9788520456446

5. Guia alimentar como instrumento de educação nutricional

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 5

Guia alimentar como instrumento de educação nutricional

Glauce Hiromi Yonamine

Introdução

Os guias alimentares representam instrumentos importantes de apoio para as ações de educação alimentar e nutricional. Em 2014, foi publicada a versão atualizada do Guia alimentar para a população brasileira, um documento oficial do Ministério da Saúde que aborda os princípios e recomendações de uma alimentação adequada e saudável para a população brasileira1.

Em contraste com a velocidade com que as informações de dietas ou alimentos da moda se tornam popularmente divulgadas, na prática verifica-se que grande parte da população ainda não conhece as recomendações desse guia. Nesse sentido, os profissionais de saúde exercem papel fundamental na divulgação dessas recomendações.

O objetivo deste capítulo não é abordar as informações contidas no

Guia alimentar para a população brasileira, já que esse material está disponível na internet e pode ser consultado de forma integral por qualquer membro da população. Neste capítulo, serão discutidas as ações que podem ser realizadas pelo profissional de saúde para que as recomendações de alimentação e nutrição sejam efetivamente adotadas pelas crianças, adolescentes e suas famílias.

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Medium 9788520456446

3. Desenvolvimento neuropsicomotor na primeira infância

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 3

Desenvolvimento neuropsicomotor na primeira infância

Maristela Trevisan Cunha

Introdução

O desenvolvimento neuropsicomotor é o resultado da interação entre fatores genéticos, biológicos e ambientais. Segue uma ordem cronológica evolutiva de acordo com etapas distintas e previsíveis, caracterizadas por mudanças nas habilidades e nos padrões de movimento que ocorrem durante a vida. Os fatores biológicos podem influenciar o desenvolvimento em curto e longo prazos, uma vez que interferem na formação e na maturação dos diversos sistemas desde a idade gestacional1,2.

Sabe-se que o surgimento de movimentos e seu posterior controle ocorrem em uma direção craniocaudal e proximodistal, porém esse processo não se apresenta de forma linear, incluindo períodos de equilíbrio e desequilíbrio. Apesar disso, costuma cumprir uma sequência ordenada e até previsível de acordo com a idade3.

Diversos fatores, porém, podem colocar em risco o curso normal do desenvolvimento de uma criança. Definem-se como fatores de risco uma série de condições biológicas ou ambientais que aumentam a probabilidade de déficits no desenvolvimento neuropsicomotor da criança3,4.

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Medium 9788520439081

Seção 8 – Situações especiais

WAKSMAN, Renata Dejtiar; SCHVARTSMAN, Cláudio Editora Manole PDF Criptografado

Seção 8

SITUAÇÕES ESPECIAIS

Coordenadora

Tânia M. R. Zamataro

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Gêmeos ou múltiplos e prematuridade

Marcia de Freitas

Maria Regina Guillaumon

Rogério Pereira da Fonseca

Introdução

A gestação múltipla é frequentemente interrompida por um parto prematuro. Cerca de 50% das gestações duplas, 76% das triplas e 90% das quádruplas. Quanto mais prematuros forem os bebês, mais cuidados irão exigir, tanto na maternidade quanto em casa após a alta hospitalar.

Particularidades dos bebês prematuros

Respiração

Quanto mais prematuros, maior será a dificuldade de manter uma respiração adequada, seja por imaturidade do cérebro – eles podem

“esquecer de respirar” –, pela musculatura do tórax mais frágil ou pela falta de uma substância no pulmão que auxilia na ventilação, o surfactante.

Poderá ser necessário oferecer oxigênio por um certo tempo, dentro da incubadora, pelo nariz dos bebês ou até pela traqueia, nesse caso utilizando um aparelho de ventilação mecânica. Algumas medicações específicas, como surfactante exógeno, poderão ser utilizadas. O bebê

439

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Medium 9788520439081

Seção 2 – A experiência no hospital

WAKSMAN, Renata Dejtiar; SCHVARTSMAN, Cláudio Editora Manole PDF Criptografado

Seção 2

A EXPERIÊNCIA NO HOSPITAL

Coordenadoras

Alice D'Agostini Deutsch

Maria Fernanda Pellegrino da Silva Dornaus

95

11

Sala de parto

Rosa Maria Neme

Mariano Tamura Vieira Gomes

Romy Schmidt Brock Zacharias

Introdução

O nascimento é um momento muito especial e dotado de bastante ansiedade e preocupação por parte dos pais e da equipe médica. Nesse momento tão esperado, a sequência dos eventos pode acontecer de forma tão rápida que é difícil explicar em detalhes todos os procedimentos e solucionar todas as dúvidas dos pais imediatamente. Além do mais, por representar um momento tão único, muitas vezes os próprios pais não conseguem expressar todos os seus questionamentos nessa hora. Portanto,

é recomendável aos pais de gêmeos que conversem com o obstetra e o pediatra antes do momento do parto e se informem de todos os cuidados que serão realizados com cada um dos recém-nascidos.

Como já vimos no capítulo 10, “O papel do pai e da família”, da

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Medium 9788520435144

1. Atividades de equilíbrio e flexibilidade

CANALES, Lindsay K; LYTLE, Rebecca K. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 1

Atividades de equilíbrio e flexibilidade

As 10 atividades neste capítulo enfocam o aumento e a manutenção de equilíbrio e flexibilidade. Essas atividades envolvem estender os membros superiores e inferiores para alcançar algum objeto, mantendo uma posição de alongamento ou determinada postura corporal por um período prolongado, ou manipular um objeto equilibrando-o adequadamente em uma parte específica do corpo.

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2  Atividades físicas para jovens com deficiências graves

Desafio do saquinho de feijão

Conceitos primários

Equilíbrio e flexibilidade.

Conceitos secundários

Conceitos preposicionais; identificação de partes do corpo.

Objetivo da atividade

Equilibrar um saquinho de feijão em uma parte específica do corpo enquanto mantém o equilíbrio.

Equipamento

Saquinhos de feijão (um por aluno).

Preparação

Posicione os alunos em círculo e dê a cada um deles um saquinho de feijão.

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Medium 9788520431252

Pré-escolar

LOPEZ, Fabio Ancona; CAMPOS JR., Dioclécio Editora Manole PDF Criptografado

Préescolar

Pré-escolar

21

Pré-escolar

2 a 6 anos

Capítulos

1- Vacinação.........................................................................................28

2- Consultas pediátricas.....................................................................30

3- Alimentação....................................................................................33

4- Crescimento e desenvolvimento...................................................51

5- Visão e audição...............................................................................66

6- Cuidados com os dentes.................................................................69

7- Cuidados com a pele.......................................................................73

8- Comportamento..............................................................................79

9- Ambiente.........................................................................................87

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Medium 9788520439081

Seção 1 – A gestação e o parto de gêmeos e múltiplos

WAKSMAN, Renata Dejtiar; SCHVARTSMAN, Cláudio Editora Manole PDF Criptografado

Seção 1

A GESTAÇÃO E O PARTO DE

GÊMEOS E MÚLTIPLOS

Coordenadores

Eduardo Cordioli

Eduardo Zlotnik

1

1

Mitos e verdades sobre gêmeos e múltiplos

Thomaz Rafael Gollop

Sergio Hibner

Introdução

Lendas sobre gêmeos estão presentes na formação de inúmeras sociedades.

Na população indígena do Alto Xingu, no Brasil Central, por exemplo, os gêmeos Sol e Lua foram os responsáveis por criar a humanidade.

Os mais famosos gêmeos da mitologia são, sem dúvida, Rômulo e

Remo, fundadores de Roma. A tradição conta que o usurpador Amúlio, após derrubar seu irmão Numitor do trono de Alba Longa, obrigou

Reia Sílvia, filha de Numitor, a converter-se em virgem vestal para que não gerasse descendência do antigo rei. A jovem, no entanto, concebeu os gêmeos Rômulo e Remo, frutos de sua união com o deus Marte.

Amúlio ordenou, então, que os meninos fossem atirados ao rio Tibre, mas o berço em que se encontravam encalhou junto ao ficus ruminalis, uma figueira sagrada do monte Palatino.

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Medium 9788520456446

6. Aleitamento materno: orientação na prática

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 6

Aleitamento materno: orientação na prática

Analisa Gabriela Zuchi Leite

Renata Hyppolito Barnabe

Vanessa Camargo Trida

Introdução

O aleitamento materno consiste no melhor alimento para o recém-nascido, sendo uma fonte cujos benefícios reverberam desde o início da vida até a idade adulta1.

A amamentação tem conhecida relevância do ponto de vista biológico, nutricional, imunológico, econômico, psicológico e também ecológico, e interfere de maneira positiva no crescimento e desenvolvimento da criança. É considerada uma das estratégias que mais contribuem para evitar a desnutrição e a hospitalização, e auxiliam na prevenção da mortalidade no primeiro ano de vida, sendo recomendada sua prática, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de forma exclusiva até os

6 meses e complementada até os 2 anos ou mais1,2.

Existem evidências de que crianças amamentadas ao seio apresentam melhores resultados em testes de inteligência, desenvolvimento cognitivo, maturação gastrintestinal e imunológica, além de criarem um melhor vínculo mãe-filho3.

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Medium 9788520456446

4. A importância do brincar

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 4

A importância do brincar

Aide Mitie Kudo

Priscila Bagio Maria Barros

Mariana de Paiva Franco

Renata Sloboda Bittencourt

Resgate histórico

Desde os tempos mais remotos, o ato de brincar estava presente no cotidiano das crianças em todas as culturas. Muitos jogos e brincadeiras que temos hoje eram praticados nas civilizações antigas, destinados ao entretenimento de adultos durante reuniões e festividades locais.

Achados arqueológicos e descrições iconográficas mostram que bonecas e marionetes eram usadas como brinquedos e divertimento no Egito antigo há mais de 5 mil anos. Crianças naquela época construíam barcos em miniaturas, imitando as embarcações que navegavam pelo Nilo; em escavações em templos egípcios, foi encontrado um jogo da velha datado de 1400 ou 1333 a.C.; os primeiros dominós foram construídos de ossos de marfim por um soldado chinês que viveu em 243 a 181 a.C.1.

Foi a partir da Idade Média, na Europa, que os brinquedos começaram a ser fabricados, ainda que artesanalmente e comercializados nos grandes entrepostos de vendas existentes, principalmente nos grandes povoados. E foi no período das transformações econômicas e sociais da

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Medium 9788520456446

8. Educação nutricional no ambulatório

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 8

Educação nutricional no ambulatório

Cristina Yuri Takakura

Larissa Baldini Farjalla Mattar

Lenycia de Cassya Lopes Neri

Introdução

O atendimento ambulatorial visa suprir uma demanda de pacientes em acompanhamento médico sem indicação de internação hospitalar.

São pacientes que, apesar de possuir doença crônica, podem usufruir da qualidade de vida de rotina semelhante à de outras crianças, exceto pela necessidade de acompanhamento médico e da equipe multiprofissional no hospital periodicamente.

No Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP), a demanda é de pacientes portadores de doenças crônicas e que, muitas vezes, necessitam de ajustes dietoterápicos para melhora de comorbidades. O atendimento nutricional é realizado após as consultas médicas para discussão dos casos e verificação de exames recentes. Após avaliação do estado nutricional, é necessário que o nutricionista assuma uma postura de educador ao passar o conteúdo de adaptações dietéticas para melhora da saúde.

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2. Comportamento alimentar em pediatria

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 2

Comportamento alimentar em pediatria

Glauce Hiromi Yonamine

Carla Aline Fernandes Satiro

Introdução

O comportamento alimentar envolve as ações relacionadas ao ato de se alimentar, isto é, o que se come, como, com quem, onde e por que comemos1. Esse comportamento começa a ser formado logo após o nascimento, e sabe-se que os hábitos alimentares adquiridos na infância estão relacionados com a alimentação ao longo da vida.

Neste capítulo, discutiremos os principais aspectos envolvidos no comportamento alimentar em pediatria. Para abordar didaticamente esse tema, o capítulo foi dividido em tópicos: “Divisão de responsabilidades na alimentação”; “Aspectos relacionados aos cuidadores”; “Aspectos relacionados às crianças e adolescentes”; e “O papel do nutricionista”.

Divisão de responsabilidades na alimentação

As crianças têm uma habilidade inata para se alimentar. Por isso é fundamental que elas participem ativamente da sua alimentação.

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