32 capítulos
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Medium 9788520426555

Lactente

LOPEZ, Fabio Ancona; CAMPOS JR., Dioclécio Editora Manole PDF Criptografado

Lactente

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Lactente

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29 dias a 2 anos

Capítulos

1- Vacinação do lactente ..................................................................180

2- Vínculo mãe-filho .........................................................................186

3- Aleitamento materno do lactente . .............................................192

4- Desmame .......................................................................................218

5- Alimentação do lactente ..............................................................219

6- Consultas com o pediatra ............................................................239

7- Crescimento e desenvolvimento .................................................241

8- Visão e audição .............................................................................258

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Recém-nascido

LOPEZ, Fabio Ancona; CAMPOS JR., Dioclécio Editora Manole PDF Criptografado

Recém-nascido

Recém-nascido

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Recém-nascido

0 a 28 dias

Capítulos

1 - Vacinação do recém-nascido........................................................11

2 - Preparando-se para receber seu bebê.........................................12

3 - Atendimento pediátrico na sala de parto ..................................17

4 - Cuidados nos berçários hospitalares...........................................22

5 - Testes de triagem neonatal: metabólica, auditiva e visual . ....23

6 - Alojamento conjunto.....................................................................27

7 - Situações que podem adiar a alta hospitalar do seu bebê........31

8 - Quais as principais características do recém-nascido?.............34

9 - Vínculo pais-filho...........................................................................47

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6. Aleitamento materno: orientação na prática

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 6

Aleitamento materno: orientação na prática

Analisa Gabriela Zuchi Leite

Renata Hyppolito Barnabe

Vanessa Camargo Trida

Introdução

O aleitamento materno consiste no melhor alimento para o recém-nascido, sendo uma fonte cujos benefícios reverberam desde o início da vida até a idade adulta1.

A amamentação tem conhecida relevância do ponto de vista biológico, nutricional, imunológico, econômico, psicológico e também ecológico, e interfere de maneira positiva no crescimento e desenvolvimento da criança. É considerada uma das estratégias que mais contribuem para evitar a desnutrição e a hospitalização, e auxiliam na prevenção da mortalidade no primeiro ano de vida, sendo recomendada sua prática, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de forma exclusiva até os

6 meses e complementada até os 2 anos ou mais1,2.

Existem evidências de que crianças amamentadas ao seio apresentam melhores resultados em testes de inteligência, desenvolvimento cognitivo, maturação gastrintestinal e imunológica, além de criarem um melhor vínculo mãe-filho3.

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2. Comportamento alimentar em pediatria

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 2

Comportamento alimentar em pediatria

Glauce Hiromi Yonamine

Carla Aline Fernandes Satiro

Introdução

O comportamento alimentar envolve as ações relacionadas ao ato de se alimentar, isto é, o que se come, como, com quem, onde e por que comemos1. Esse comportamento começa a ser formado logo após o nascimento, e sabe-se que os hábitos alimentares adquiridos na infância estão relacionados com a alimentação ao longo da vida.

Neste capítulo, discutiremos os principais aspectos envolvidos no comportamento alimentar em pediatria. Para abordar didaticamente esse tema, o capítulo foi dividido em tópicos: “Divisão de responsabilidades na alimentação”; “Aspectos relacionados aos cuidadores”; “Aspectos relacionados às crianças e adolescentes”; e “O papel do nutricionista”.

Divisão de responsabilidades na alimentação

As crianças têm uma habilidade inata para se alimentar. Por isso é fundamental que elas participem ativamente da sua alimentação.

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12. Educação nutricional em casa

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 12

Educação nutricional em casa

Marina Morgado Simões de Campos

Introdução

Na infância, o comportamento alimentar é comumente adquirido por meio da observação1 e é influenciado por diversos fatores, entre eles os ambientais, sociais, econômicos, culturais e cognitivos2.

Assim, tanto o ambiente domiciliar quanto os hábitos alimentares da família e a forma pela qual os pais oferecem os alimentos vão influenciar diretamente as escolhas e o comportamento alimentar da criança3,4 e também do futuro adulto5.

Portanto, a inclusão e o suporte à família no processo de educação nutricional são muito importantes para garantir resultados significativos na melhora da alimentação e no manejo da obesidade infantil, em vez de promover uma dieta saudável e educação nutricional voltada apenas para a criança6-8.

A educação nutricional para crianças é muito importante para ajudar a formar hábitos alimentares mais saudáveis a longo prazo9 e, nesse contexto, estratégias de educação nutricional em família, trabalhadas tanto com os pais (cuidadores) quanto com as crianças, trazem resultados mais satisfatórios10.

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Medium 9788520439081

Seção 2 – A experiência no hospital

WAKSMAN, Renata Dejtiar; SCHVARTSMAN, Cláudio Editora Manole PDF Criptografado

Seção 2

A EXPERIÊNCIA NO HOSPITAL

Coordenadoras

Alice D'Agostini Deutsch

Maria Fernanda Pellegrino da Silva Dornaus

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Sala de parto

Rosa Maria Neme

Mariano Tamura Vieira Gomes

Romy Schmidt Brock Zacharias

Introdução

O nascimento é um momento muito especial e dotado de bastante ansiedade e preocupação por parte dos pais e da equipe médica. Nesse momento tão esperado, a sequência dos eventos pode acontecer de forma tão rápida que é difícil explicar em detalhes todos os procedimentos e solucionar todas as dúvidas dos pais imediatamente. Além do mais, por representar um momento tão único, muitas vezes os próprios pais não conseguem expressar todos os seus questionamentos nessa hora. Portanto,

é recomendável aos pais de gêmeos que conversem com o obstetra e o pediatra antes do momento do parto e se informem de todos os cuidados que serão realizados com cada um dos recém-nascidos.

Como já vimos no capítulo 10, “O papel do pai e da família”, da

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Medium 9788520456446

7. Educação nutricional em hospital

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 7

Educação nutricional em hospital

Camila Pugliese

Adriana Hidelfonso Zampolo

Maria Aparecida Carlos Bonfim

Introdução

Hábitos alimentares saudáveis devem ser estimulados desde a infância, pois ajudam no desenvolvimento adequado dos indivíduos e auxiliam na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis. É na infância, durante o processo de socialização, que as crianças aprimoram a percepção para sabores, começam a ter suas preferências por determinados alimentos e iniciam o desenvolvimento do seu comportamento alimentar1.

É consenso que as crianças comem o que gostam e que nem sempre suas preferências são compatíveis com uma dieta saudável. Elas são predispostas a rejeitar alimentos novos (neofobia) e a associar os sabores aos contextos sociais e às consequências fisiológicas pós-ingestão.

O hospital configura-se como uma instituição complexa na qual pacientes e familiares e/ou acompanhantes convivem com a dor e a doença, exigindo-se um esforço para se adaptarem à nova situação, imposta pelo processo de adoecimento. O paciente e sua família passam a vivenciar os limites impostos pela hospitalização, que pode desconsiderar suas subjetividades, tendo que adaptar-se às regras, fazendo-os assumir uma postura passiva diante dos profissionais da saúde e das situações que enfrentam nesse contexto2.

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11. Educação alimentar e nutricional em escolas

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 11

Educação alimentar e nutricional em escolas

Julliana Augusto Sanches Bonato

Rachel Helena Vieira Machado

O que é educação alimentar e nutricional e por que ela precisa ser realizada na infância

A educação alimentar e nutricional (EAN) é uma estratégia preconizada pelas políticas públicas em alimentação e nutrição, sendo considerada um importante instrumento para promoção de hábitos alimentares saudáveis. No Brasil, pratica-se EAN desde a década de 1940, a princípio voltada para adultos e através de divulgação de materiais informativos e/ou medidas que privilegiavam a suplementação alimentar e atividades de combate a carências nutricionais específicas. Dada a ausência de diretrizes específicas que norteiem a prática em EAN, foi desenvolvido em 2012 o documento intitulado Marco de referência de educação alimentar e nutricional para as políticas públicas, lançado com objetivo de promover um campo comum de reflexão e orientação da prática, no conjunto de iniciativas de EAN1.

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Medium 9788520439081

Seção 4 – Amamentação

WAKSMAN, Renata Dejtiar; SCHVARTSMAN, Cláudio Editora Manole PDF Criptografado

Seção 4

AMAMENTAÇÃO

Coordenadoras

Alice D'Agostini Deutsch

Maria Fernanda Pellegrino da Silva Dornaus

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Anatomia e fisiologia das mamas

Maria Fernanda Pellegrino da Silva Dornaus

Introdução

Muitas mulheres que engravidam de gêmeos pensam que não conseguirão amamentar e que não terão leite em quantidade suficiente para seus filhos. Conhecendo melhor a anatomia e a fisiologia das mamas, é possível compreender que o organismo faz todos os ajustes necessários para atender à demanda dos bebês.

É importante destacar que o leite materno é o melhor alimento e propicia melhores condições de saúde aos bebês. O sucesso da amamentação está vinculado ao compromisso e ao desejo materno de amamentar os bebês, favorecendo que dificuldades iniciais sejam superadas.

Desenvolvimento das mamas

No feto, a glândula mamária começa a se desenvolver na sexta semana de vida intrauterina. No momento do nascimento, os principais ductos mamários já estão formados. Logo após o nascimento, as mamas de meninos e meninas podem excretar um líquido em razão da estimulação

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À espera do bebê

LOPEZ, Fabio Ancona; CAMPOS JR., Dioclécio Editora Manole PDF Criptografado

À espera do bebê

À espera do bebê

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À espera do bebê

À espera do bebê

Capítulos

1- A gravidez ..........................................................................................XXIV

2- �Leis que protegem a gestante e a nutriz ...........................................LIV

3- Filhos adotivos ......................................................................................LXI

4- Teste de paternidade ......................................................................... LXIX

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À espera do bebê

À espera do bebê

Conteúdo

A gravidez ............................................................................................................... XXIV

Vínculo pais-filho na gravidez ................................................................. XXIV

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10. Educação nutricional em consultório

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 10

Educação nutricional em consultório

Adriana Servilha Gandolfo

Introdução

A educação nutricional é um processo estruturado que objetiva dar suporte aos indivíduos para modificar seus comportamentos alimentares e melhorar a saúde. Estudos mostram que a intervenção nutricional efetiva contribui para melhorar aspectos antropométricos, clínicos e dietéticos1.

A educação alimentar e nutricional se faz por meio da interação de pessoas com a finalidade de promover a alimentação saudável, ensinar técnicas para se trabalhar com alimentos ou intervir sobre problemas alimentares2.

No aconselhamento nutricional em consultório existem elementos essenciais que devem ser considerados:

�� Escuta: o exercício da escuta permite compreender os aspectos biop-

sicossociais que envolvem e influenciam a alimentação do indivíduo.

é a habilidade de comunicação que envolve a capacidade de compreender os sentimentos e a perspectiva do outro, demonstrar compaixão, simpatia e preocupação com seu bem-estar.

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3. Desenvolvimento neuropsicomotor na primeira infância

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 3

Desenvolvimento neuropsicomotor na primeira infância

Maristela Trevisan Cunha

Introdução

O desenvolvimento neuropsicomotor é o resultado da interação entre fatores genéticos, biológicos e ambientais. Segue uma ordem cronológica evolutiva de acordo com etapas distintas e previsíveis, caracterizadas por mudanças nas habilidades e nos padrões de movimento que ocorrem durante a vida. Os fatores biológicos podem influenciar o desenvolvimento em curto e longo prazos, uma vez que interferem na formação e na maturação dos diversos sistemas desde a idade gestacional1,2.

Sabe-se que o surgimento de movimentos e seu posterior controle ocorrem em uma direção craniocaudal e proximodistal, porém esse processo não se apresenta de forma linear, incluindo períodos de equilíbrio e desequilíbrio. Apesar disso, costuma cumprir uma sequência ordenada e até previsível de acordo com a idade3.

Diversos fatores, porém, podem colocar em risco o curso normal do desenvolvimento de uma criança. Definem-se como fatores de risco uma série de condições biológicas ou ambientais que aumentam a probabilidade de déficits no desenvolvimento neuropsicomotor da criança3,4.

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13. Atividades práticas de educação nutricional em pediatria

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 13

Atividades práticas de educação nutricional em pediatria

Andréa Gislene do Nascimento

Fernanda Ferreira dos Santos

Mayara Freitas de Oliveira

Introdução

A infância traz aspectos relevantes para a formação de hábitos e práticas comportamentais, especialmente as alimentares. No ambiente familiar, a criança inicia a formação e incorporação dos padrões de comportamento alimentar a partir da escolha de alimentos, sua quantidade, horário e ambiente em que acontecerão as refeições. Trata-se de um processo que começa nessa fase e se estende por todas as demais fases do ciclo de vida1. Os hábitos alimentares inadequados nesse estágio podem levar a problemas nutricionais a curto e longo prazos2. Assim, esse momento é fundamental para o desenvolvimento da consciência crítica, de forma a propiciar a aplicação de práticas para promoção, manutenção e recuperação da saúde1.

As estratégias de educação alimentar e nutricional voltadas a crianças devem ser prioritárias no atendimento nutricional ambulatorial e hospitalar, não apenas por serem consideravelmente influenciadas por fatores ambientais, mas também por comporem um grupo que tomará decisões quanto a hábitos alimentares no futuro3.

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Seção 8 – Situações especiais

WAKSMAN, Renata Dejtiar; SCHVARTSMAN, Cláudio Editora Manole PDF Criptografado

Seção 8

SITUAÇÕES ESPECIAIS

Coordenadora

Tânia M. R. Zamataro

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Gêmeos ou múltiplos e prematuridade

Marcia de Freitas

Maria Regina Guillaumon

Rogério Pereira da Fonseca

Introdução

A gestação múltipla é frequentemente interrompida por um parto prematuro. Cerca de 50% das gestações duplas, 76% das triplas e 90% das quádruplas. Quanto mais prematuros forem os bebês, mais cuidados irão exigir, tanto na maternidade quanto em casa após a alta hospitalar.

Particularidades dos bebês prematuros

Respiração

Quanto mais prematuros, maior será a dificuldade de manter uma respiração adequada, seja por imaturidade do cérebro – eles podem

“esquecer de respirar” –, pela musculatura do tórax mais frágil ou pela falta de uma substância no pulmão que auxilia na ventilação, o surfactante.

Poderá ser necessário oferecer oxigênio por um certo tempo, dentro da incubadora, pelo nariz dos bebês ou até pela traqueia, nesse caso utilizando um aparelho de ventilação mecânica. Algumas medicações específicas, como surfactante exógeno, poderão ser utilizadas. O bebê

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Seção 6 – O dia a dia

WAKSMAN, Renata Dejtiar; SCHVARTSMAN, Cláudio Editora Manole PDF Criptografado

Seção 6

O DIA A DIA

Coordenador

Sulim Abramovici

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O sono dos gêmeos ou múltiplos

Graziela de Almeida Sukys

Introdução

O sono, que pode ser definido como um estado comportamental transitório que se alterna com a vigília (período acordado), é fundamental para o bem-estar fisiológico e psíquico de crianças e adultos.

Desde a 24ª semana de gestação, já é possível identificar a existência de sono no feto, ainda que de maneira primitiva. Sabe-se que, em gestações de gêmeos e múltiplos, os fetos podem estar em diferentes estágios de amadurecimento neurológico, porém, ao nascimento, esses estágios se aproximam e os bebês já apresentam respostas semelhantes.

Do ponto de vista do ciclo sono-vigília, os múltiplos já estão muito parecidos ao nascer.

Para que os pais possam se adaptar com mais facilidade aos bebês, conseguir organizar a vida e ensinar os filhos a dormir, seguem algumas informações sobre o que é o sono normal.

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