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Medium 9788527733472

Capítulo 20 - Articulações do Tornozelo e do Pé

LIPPERT, Lynn S. Grupo Gen PDF Criptografado

20

Articulações do

Tornozelo e do Pé

JJ

Pontos de referência importantes da tíbia e da fíbula, 326

A perna (a parte do membro inferior que se estende do joelho até o tornozelo)

é formada por dois ossos: tíbia e fíbula. Uma forte membrana interóssea une os dois ossos e aumenta a superfície para inserções musculares (Figura 20.1).

Pontos de referência importantes dos ossos tarsais, 326

CC

Ossos e pontos de referência, 325

Pontos de referência importantes dos ossos metatarsais, 326

Aspectos funcionais do pé, 327

JJ

Articulações e movimentos, 327

Terminologia, 327

Articulações do tornozelo, 328

Movimento nas articulações do tornozelo, 330

Articulações do pé, 331

JJ

Ligamentos e outras estruturas, 332

Ossos e pontos de referência

A tíbia, o maior dos dois ossos, é o único da perna que realmente sustenta peso. Tem um formato triangular, e sua margem saliente é anterior, como uma crista. A fíbula, longa e delgada, ocupa a posição lateral e mais posterior, alinhada com a face posterior da tíbia (Figura 20.2). A fíbula, em posição lateral à tíbia, forma com esta um canal, cujo assoalho é a membrana interóssea. Isso possibilita a inserção de vários músculos sem distorcer o formato da perna. Os pontos de referência da tíbia e da fíbula relacionados com o tornozelo são listados a seguir (Figura 20.1).

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Medium 9788527733472

Capítulo 12 - Articulação Radiocarpal

LIPPERT, Lynn S. Grupo Gen PDF Criptografado

12

Articulação Radiocarpal

JJ

Estrutura da articulação, 173

JJ

Movimentos da articulação, 174

JJ

Ossos e pontos de referência, 175

JJ

Ligamentos e outras estruturas, 175

JJ

Músculos do punho, 176

Relações anatômicas, 179

Patologias comuns do punho, 181

Resumo da ação dos músculos, 181

Resumo da inervação dos músculos, 182

Pontos-chave, 182

Autoavaliação, 183

CC

Estrutura da articulação

A articulação do punho é, talvez, uma das articulações mais complexas do corpo. Ela viabiliza o controle e a estabilidade necessários para manter a mão em uma posição funcional. Na verdade, é constituída por duas articulações: a articulação radiocarpal e a articulação mediocarpal. A articulação radiocarpal (Figura 12.1) é formada pela extremidade distal do rádio e o disco articular (ulnocarpal), na parte proximal, e pelos ossos carpais escafoide, semilunar e piramidal na parte distal. Por haver um disco articular entre a ulna e a fileira proximal dos ossos carpais, a ulna não é considerada parte dessa articulação. O osso pisiforme, localizado na fileira proximal de ossos carpais, não se articula com o disco articular porque se situa anteriormente ao osso piramidal. Portanto, o osso pisiforme também não é considerado parte dessa articulação. A articulação radiocarpal é do tipo sinovial, elipsóidea biaxial, possibilitando os movimentos de flexão e extensão, além de adução e abdução da mão. A combinação desses quatro movimentos é denominada circundução. Não há rotação na articulação radiocarpal.

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Medium 9788527730617

8 - Ciclos de Instabilidade-estabilidade e Processo Adaptativo em Aprendizagem Motora

Go Tani Grupo Gen PDF Criptografado

8

Ciclos de

Instabilidade-estabilidade e Processo Adaptativo em Aprendizagem Motora

Maria Teresa Cattuzzo e Go Tani

Introdução

Quando se pensa em alguém aprendendo uma habilidade motora, vêm à mente, em um primeiro momento, insucessos ou desempenhos apenas razoáveis até que o aprendiz comece a apresentar bons resultados. A expressão “está aprendendo” também possibilita deduzir que o aprendiz está melhorando, mas que o desempenho ainda é instável, mostrando inconsistências. Professores e treinadores, pautados em sua experiência profissional, afirmam que uma habilidade motora está realmente aprendida no momento em que o desempenho de seu aluno/atleta torna-se consistente, o que acontece quando o resultado é alcançado com sucesso repetidas vezes. De acordo com teorias tradicionais de aprendizagem motora, que estão baseadas em modelo de redução do erro ou neutralização do desvio

– chamado “modelo de equilíbrio” –, quando se alcança esse estado de proficiência, pode-se afirmar que o aprendiz automatizou seu movimento e, portanto, alcançou a última fase da aprendizagem.

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Medium 9788520436134

1. Uma nova perspectiva para a educação física no ensino fundamental

Sephen J. Virgilio Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

1

Uma nova perspectiva para a educação física no ensino fundamental

“Para levar a sério o combate à epidemia de obesidade infantil e a melhora da nutrição das crianças, é necessário que todos estejam envolvidos – pais, escolas e, sim, até mesmo o Congresso dos Estados Unidos.”

Tom Harkin

N

a primeira edição deste livro, publicada no fim da década de 1990, alertei os leitores quanto à seriedade da crise da obesidade infantil nos Estados Unidos. A mensagem era simples: se não interviéssemos e mudássemos os comportamentos alimentares e de atividade física das crianças, teríamos que enfrentar um dos problemas de saúde mais graves da história dos Estados Unidos.

Agora, decorridos mais de 10 anos, a obesidade infantil transformou-se em um sério problema de saúde nacional. Os americanos obesos estão drenando a economia.

Segundo as estimativas dos especialistas, nos Estados Unidos a obesidade custou aproximadamente 147 bilhões de dólares no ano de 2008 com o pagamento de contas médicas relacionadas ao peso – o dobro dos gastos registrados há uma década. Em 2010, os gastos com obesidade corresponderam a cerca de 9,1% das despesas médicas no país. Se os americanos continuarem a ganhar peso, em

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Medium 9788527730617

17 - Efeito da Meta de Aprendizagem na Aprendizagem Motora Autocontrolada

Go Tani Grupo Gen PDF Criptografado

17

Efeito da Meta de Aprendizagem na Aprendizagem Motora

Autocontrolada

Flavio Henrique Bastos

Considerações iniciais

A capacidade do ser humano de realizar ações motoras é tão fascinante que os inspira a buscar compreender como isso lhes é possível. O estudo dos processos que subjazem a execução de ações motoras congrega hoje muitos pesquisadores da área de comportamento motor. Alguns desses estão interessados no estudo dos aspectos cognitivos, outros na descoberta de estratégias para auxiliar pessoas com dificuldades motoras, e outros, ainda, são movidos exclusivamente pela curiosidade – inerente

à condição humana.

Neste capítulo, serão apresentadas algumas ideias que compõem essa busca, visando estudar a aprendizagem de habilidades motoras em uma condição na qual o aprendiz controla sua prática.

A questão que constituiu o eixo central é a seguinte: expor aos aprendizes qual é o contexto para o qual devem se preparar com a prática (ou seja, que condição os espera após um período de prática) leva-os a elaborar estratégias de aprendizagem que beneficiam a aprendizagem motora?

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