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Medium 9788577807246

28. Padrões de Barra Verde

Kent Beck Grupo A PDF Criptografado

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Parte III

Padrões para Desenvolvimento Guiado por Testes

está lá, mas a estrutura do código está errada). Mas, quando você chegar lá, você sabe que estará seguro (o teste ainda vai rodar).

Fazer de conta realmente arrasta algumas pessoas para o caminho errado. Por que você faria algo que sabe que terá que arrancar? Porque ter algo rodando é melhor que não ter nada rodando, especialmente se você tem o teste para provar isto.

Peter Hansen enviou essa história:

Algo aconteceu ontem quando, como dois novatos em TDD, meu parceiro e eu agressivamente seguimos a lei à risca e cometemos pecados para termos um teste funcionando rapidamente. No processo, percebemos que não tínhamos implementado adequadamente o teste, voltamos atrás e o corrigimos, e então fizemos o código funcionar de novo. O primeiro código que funcionou acabou não sendo visto durante o tempo em que trabalhamos para que funcionasse e nós escolhemos olhar um para o outro e dissemos “ããã . .. você olhou aquilo!”, pois aquela abordagem nos ensinou algo que não sabíamos.

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Medium 9788577807154

Uma imagem vale mil palavras

Ken Burtenshaw Grupo A PDF Criptografado

Uma imagem vale mil palavras

Campanhas publicitárias baseadas apenas em imagens não são novidade. A publicidade de cigarro da Benson & Hedges na década de 1970 e os cartazes da Benetton no começo dos anos

1990 demonstram como o gênero pode ter sucesso. A imagem

é ainda mais relevante no mercado globalizado de hoje, no qual as marcas precisam transcender limites culturais.

Atualmente, a linguagem não é mais uma barreira, pois o visual se encarrega de comunicar a mensagem.

The cream of Manchester: Alvo. Sorvete derretido. Medidor de combustível. (esta página e página ao lado)

Essa premiada campanha da Boddingtons usa apenas uma margem e um logotipo em seus anúncios na imprensa e em cartazes. É difícil criar uma campanha com tanta longevidade sem uma ideia central forte como essa.

Cliente: Boddingtons Cream of Manchester / Agência: Bartle Bogle Hegarty

UK / Dupla de Criação: Jo Moore e Simon Robinson / Fotógrafo: David Gill /

Modelagem: Gavin Lindsay

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Medium 9788577807154

Tipografia

Ken Burtenshaw Grupo A PDF Criptografado

Seleção de tipos

Tipografia

Com a atual proliferação de tipos, é essencial que o diretor de arte tome algumas decisões rápidas sobre o estilo de tipo relevante para o cliente. Pense na eficácia das escolhas abaixo:

Ye Olde Tea Shoppe

Byte Size Computers

O tipo cria uma primeira impressão difícil de alterar, não importa o quanto a campanha seja boa. Ele deve refletir a natureza da marca, produto ou serviço; assim, examinar o logotipo da marca pode oferecer informações cruciais sobre a direção que a tipografia deve adotar. Um tipo com “tom de voz” simpático também é importante para a comunicação do anúncio. Se o tom for incorreto, a chamada perde parte de seu impacto e significado.

Neste contexto, a tipografia pode ser descrita como a seleção e o uso de tipos para transmitir uma mensagem da melhor maneira possível. A compreensão da importância da tipografia para o sucesso de uma campanha é crucial para uma direção de arte eficaz; a legibilidade e a adequação do(s) tipo(s) escolhido(s) pode determinar o sucesso ou fracasso da comunicação da mensagem. A natureza do trabalho com tipos mudou radicalmente desde a introdução do PC na década de

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Medium 9788536303871

5. O Custo das Modificações

Kent Beck Grupo A PDF Criptografado

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PROGRAMAÇÃO EXTREMA EXPLICADA

Eu decidi naquele momento que nunca deixaria um problema chegar até a fase de produção. Não senhor, eu iria encontrar os problemas o mais cedo possível. Resolveria cada possível problema antecipadamente. Eu iria ver e rever meu código. De jeito nenhum eu iria custar ao meu empregador U$ 100.000.

O problema é que essa curva não é mais válida. Ou melhor, com uma combinação de tecnologia e práticas de programação, é possível obter uma curva que é bem o contrário disso. Hoje em dia, as histórias são possivelmente como a seguinte, que aconteceu comigo recentemente em um sistema de gerenciamento de contratos de seguro de vida.

17:00 – Descubro que aparentemente a maravilhosa função do nosso sistema com a qual uma única transação pode ter débitos de muitas contas e créditos para muitas contas simplesmente não é usada. Cada transição vem de uma conta e vai para outra. É possível simplificar o sistema como mostra a Figura 2?

17:02 – Peço para Massimo sentar-se comigo para examinar a situação. Escrevemos uma consulta. Cada uma das 300 mil transações no sistema tem uma única conta de débito e uma única conta de crédito.

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Medium 9788577260577

SECÃO CINCO: DISTÚRBIOS DA PIGMENTAÇÃO

Avram, Grupo A PDF Criptografado

122

I

Atlas Colorido de Dermatologia Estética

CAPÍTULO 18 Mancha café-com-leite

As manchas café-com-leite (MCCL) são máculas benignas castanho-claras bem-demarcadas, que geralmente aparecem nos primeiros anos da infância. Em geral, a pigmentação é homogênea. As lesões podem ser múltiplas ou isoladas e aumentam de tamanho proporcionalmente ao crescimento da criança. Essas máculas são encontradas em cerca de 20% da população e, em casos raros, podem estar associadas a várias genodermatoses.

EPIDEMIOLOGIA

Incidência: 10 a 20% da população

Idade: do nascimento à primeira infância

Raça: mais comuns nos afro-americanos do que nos caucasóides

Sexo: não há predomínio

Fatores desencadeantes: na maioria dos casos, essas lesões são achados benignos isolados em crianças saudáveis. As

MCCL múltiplas podem estar associadas a genodermatoses como a neurofibromatose, a esclerose tuberosa, a síndrome de Bloom, síndrome de McCune-Albright, síndrome de Russell-Silver, síndrome de Watson e a síndrome de

Westerhof

A

PATOGENIA

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Medium 9788536322100

4 O Neuropsicólogo e Seu Paciente: Introdução aos Princípios da Avaliação Neuropsicológica

Leandro F. Malloy-Diniz Grupo A PDF Criptografado

4

O NEUROPSICÓLOGO

E SEU PACIENTE

INTRODUÇÃO AOS

PRINCÍPIOS DA AVALIAÇÃO

NEUROPSICOLÓGICA

Maria Joana Mäder-Joaquim

O

estudo das neurociências faz parte da formação dos psicólogos clínicos e de outros profissionais da área da saúde. Compreender a complexidade do funcionamento cerebral é absolutamente necessário para o bom desenvolvimento da prática clínica dos psicólogos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais. Os psicólogos clínicos, independentemente das abordagens teóricas, interessam-se pelas articulações entre cérebro e comportamento, pois percebem a necessidade de uma atualização sobre as bases científicas das neurociências.

O desenvolvimento tecnológico é surpreendente nos dias de hoje. As modificações

ocorridas no século XX transformaram a vida do cidadão comum de tal modo que em 1900 só livros de ficção poderiam sugerir. A primeira metade do século XX viu a transformação do transporte, das carroças e bondes aos aviões, encurtando assim as distâncias entre as pessoas. A segunda metade do século XX transformou a comunicação, passando da simples carta manuscrita ao e-mail pela internet com imagens em anexo. A internet revolucionou a comunicação científica e pessoal.

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Medium 9788536326061

7. Controle do Crescimento Microbiano

Gerard J. Tortora Grupo A PDF Criptografado

7

Controle do

Crescimento

Microbiano

O controle científico do crescimento microbiano começou somente há cerca de 100 anos. Lembre-se do Capítulo 1 que o trabalho de Pasteur sobre os micro-organismos levou os cientistas a acreditarem que os micróbios seriam uma possível causa de doenças. Na metade do século XIX, o médico húngaro Ignaz Semmelweis e o médico inglês Joseph Lister utilizaram essa ideia em algumas das primeiras práticas de controle microbiano para procedimentos médicos. Essas práticas incluíam a lavagem das mãos com hipoclorito de cálcio, que matava os micro-organismos, e a utilização de técnicas de cirurgia assépticas para impedir a contaminação microbiana de feridas cirúrgicas.

Até aquele momento, as infecções adquiridas em hospital, ou infecções nosocomiais, eram a causa de morte em pelo menos 10% dos casos cirúrgicos, e as mortes de parturientes chegavam a 25%.

A ignorância a respeito dos micro-organismos era tanta que, durante a Guerra Civil Americana, um cirurgião poderia limpar seu bisturi na sola de sua bota, entre as incisões.

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Medium 9788536322100

37 Planejamento Cognitivo da Ação através da Figura Complexa de Rey

Leandro F. Malloy-Diniz Grupo A PDF Criptografado

37

PLANEJAMENTO

COGNITIVO DA AÇÃO

ATRAVÉS DA FIGURA

COMPLEXA DE REY

Daniel Fuentes

Carina Chaubet D’Alcante

Cary Savage

A

Figura Complexa foi criada por

André Rey em 1941 e desenvolvida por Osterrieth em 1944 para investigar a percepção organizacional e a memória visual nos sujeitos com lesões cerebrais. A Figura Complexa de Rey é um dos 10 testes neuropsicológicos mais utilizados no mundo, devido à variedade de processos cognitivos que permite avaliar, como: praxia construtiva, planejamento, estratégias de solução de problemas, percepção, motricidade e memória visual (Rabin et al., 2005). Neste capítulo daremos ênfase à avaliação das capacidades de planejamento.

ADMINISTRAÇÃO (SPREEN

E STRAUSS, 1991)

Para a aplicação do teste da figura complexa de Rey, visando tanto a avaliação das capacidades de percepção visual, praxia construtiva e memória visual, quanto das capacidades de planejamento, apresentamos ao sujeito uma folha de papel em branco (sem pautas) e devemos ter à disposição cinco ou seis lápis de cores diferentes.

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Medium 9788536321325

Capítulo 5.1. Criança e adolescente

Mario Rodrigues Louzã Neto Grupo A PDF Criptografado

Comorbidades e diagnóstico diferencial

5.1

5

criança e adolescente

Lídia Nakamura

Leandro Thadeu Garcia Reveles

Ênio Roberto de Andrade

Introdução

Transtorno desafiador de oposição e transtorno da conduta

Transtornos de ansiedade

Transtornos do humor

Transtornos da aprendizagem

Transtornos relacionados ao uso de substâncias psicoativas

Outras comorbidades

Diagnóstico diferencial

Introdução

Durante a década passada, estudos epidemiológicos documentaram altas taxas de comorbidades psiquiátricas e transtornos da aprendizagem em indivíduos com transtorno de déficit de atenção/ hiperatividade (TDAH). As comorbidades mais comuns entre os jovens incluem o transtorno desafiador de oposição e os transtornos da conduta, de ansiedade (Spencer, 2006) e do humor (Biederman et al., 2008).

O TDAH é composto por duas dimensões de sintomas (hiperatividade/impulsividade e desatenção), que estão associadas a cursos diferentes da doença, comorbidades, prevalência entre os sexos e formas de prejuízo de funcionamento. Em uma análise multivariada que incluía o TDAH e os transtornos desafiador de oposição, depressivo, da conduta e de ansiedade, sintomas de hiperatividade/impulsividade foram fortemente relacionados à taxa de funcionamento global

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Medium 9788536313412

Capítulo 7 - O Xeque-mate

Garry Kasparov Grupo A PDF Criptografado

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O Xeque-mate

Xeque-mate

Antes, nas páginas 26 e 27, examinamos as várias formas de escapar do xeque. Já sabemos que, quando o jogador não consegue escapar, a posição resultante é um xeque-mate, que põe fim ao jogo.

Para dar o xeque-mate, além de colocar o rei adversário em xeque, você tem de cobrir todas as possíveis rotas de fuga.

A torre branca dá o xeque e cobre f8 e h8. Os peões bloqueiam o avanço do rei preto.

A dama preta dá o xeque e cobre f1, h1 e f2. De novo, os peões bloqueiam o rei.

É bom atacar com peças maiores (dama e torres), pois elas são mais poderosas e cobrem mais casas do que as menores.

Xeque-mate na primeira fila

Como já vimos antes, em geral, é bom rocar logo no início do jogo para deixar o rei em segurança, atrás de uma fileira de peões defensivos. No entanto, isso pode resultar em uma “primeira fila fraca”, em que a chegada de uma peça maior pode render um xeque-mate.

Desta vez, duas torres fazem o trabalho.

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Medium 9788536322100

10 Praxia e Visuoconstrução

Leandro F. Malloy-Diniz Grupo A PDF Criptografado

10

PRAXIA E

VISUOCONSTRUÇÃO

Pedro Fonseca Zuccolo

Patrícia Rzezak

Juliana de Oliveira Góis

O

s termos praxia e visuoconstrução designam uma esfera complexa do funcionamento humano, a da capacidade de realizar atos voluntários no plano prático. Uma gama grande de atividades depende dessas capacidades, desde o ato de se vestir, escovar os dentes, até a realização de tarefas mais complicadas como construir um modelo ou maquete tridimensional. Em outras palavras, praxia e visuoconstrução se referem às habilidades que permitem executar ações voltadas a um fim no plano concreto, através da atividade motora.

Os comportamentos ditos práxicos ou visuoconstrutivos são muitos e variáveis, portanto envolvem diferentes processos neuropsicológicos. A capacidade para de-

sempenhar essas atividades requer algumas condições: percepção visual, raciocínio espacial, habilidade para formular planos ou metas, comportamento motor e capacidade de monitorar o próprio desempenho

(Camargo e Cid, 2000). Assim, um prejuízo em algum desses componentes pode ocasionar um distúrbio práxico/visuoconstrutivo, como será visto mais adiante.

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Medium 9788563308061

16. Doenças imunológicas do olho

Paul Riordan-Eva Grupo A PDF Criptografado

Doenças imunológicas do olho

16

David A. Albiani, MD, Robert J. Campbell, MD, MSc e William G. Hodge, MD,

MPH, PhD, FRCSC possivelmente dependente de anticorpo. Em tais circunstâncias, a doença pode ser considerada mediada por anticorpo se apenas um destes critérios for atendido:

As manifestações oculares são uma característica comum das doenças imunológicas, embora, paradoxalmente, o olho também seja um local de privilégio imunológico. A propensão que as doenças imunológicas têm de acometer o olho deve-se a uma série de fatores, como a natureza altamente vascularizada da úvea, a tendência que os imunocomplexos têm de serem depositados em vários tecidos oculares, bem como a exposição da membrana mucosa da conjuntiva aos alérgenos ambientais.

Os distúrbios oculares inflamatórios são mais evidentes

(e, frequentemente, mais dolorosos) do que os de outros

órgãos, como a tireoide ou o rim.

As doenças imunológicas do olho podem ser grosseiramente divididas em duas grandes categorias: doenças mediadas por anticorpos e doenças mediadas por células.

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Medium 9788577260546

8. Dor as sociada ao câncer

Jamie H. Von Roenn, Judith A. Paice, Michael E. Preodor Grupo A PDF Criptografado

Dor associada ao câncer

8

Judith A. Paice, PhD, RN

M

N

minorias, indivíduos de grupos socioeconômicos mais baixos sem cobertura de seguro, mulheres, indivíduos que não falam o idioma local, pacientes com história de abuso de substâncias e sobreviventes do câncer, são mais suscetíveis a não ter sua dor tratada adequadamente. A avaliação e o tratamento inadequados causam limitação funcional, aumentam o risco de desenvolver depressão e ansiedade e, por fim, comprometem a qualidade de vida do paciente.

CRITÉRIOS FUNDAMENTAIS

A dor causada pelo câncer é extremamente apavorante, mas na maioria dos casos pode ser facilmente controlada.

A dor causada pelo câncer comumente é atribuída aos efeitos diretos do tumor, ao tratamento da neoplasia maligna ou a outros distúrbios não-relacionados com a doença e seu tratamento.

Estudos mostraram que alguns grupos estão sob risco de receber avaliação e tratamento inadequados, inclusive minorias, crianças, idosos, indivíduos com história de dependência química e pacientes com déficits cognitivos.

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Medium 9788536326061

22. Doenças Microbianas do Sistema Nervoso

Gerard J. Tortora Grupo A PDF Criptografado

22

Doenças Microbianas do Sistema Nervoso

Algumas das doenças infecciosas mais devastadoras são aquelas que afetam o sistema nervoso, principalmente o cérebro e a medula óssea. O dano a essas áreas pode levar a surdez, cegueira, deficiência de aprendizagem, paralisia e morte.

Por ser de crucial importância, o sistema nervoso é fortemente protegido de acidentes e infecção por ossos e outras estruturas. Mesmo os patógenos que estejam circulando na corrente sanguínea geralmente não podem entrar no cérebro e na medula espinal por causa da barreira hematoencefálica (veja a Figura 22.2). Algumas vezes, um trauma pode perturbar essas defesas com graves consequências. Acontece que o fluido (fluido cerebrospinal) do sistema nervoso central é em particular vulnerável, pois não apresenta muitas das defesas encontradas no sangue. Os patógenos capazes de causar as doenças do sistema nervoso em geral apresentam características de virulência de uma natureza específica, o que permite sua introdução nessas defesas. Por exemplo, o patógeno pode começar a replicação em um nervo periférico e gradualmente se mover para dentro do cérebro e da medula espinal.

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Medium 9788536314457

3 Dificuldades de aprendizagem graves

Micheal Farrel Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 3

Dificuldades de aprendizagem graves currículo e avaliação

Introdução

Neste capítulo, são examinadas definições de dificuldades de aprendizagem graves (DAG), sua prevalência e fatores causais associados a essas dificuldades. O capítulo considera a identificação e a avaliação das DAG; trata da provisão para alunos com DAG em termos de adaptação de currículo e avaliação. As primeiras seções do capítulo consideram as questões curriculares na adaptação do currículo nacional inglês e das estratégias de letramento e numeralização. São examinados o uso de vínculos curriculares cruzados para reforçar o entendimento dos temas e as habilidades, o desenvolvimento de metas intermediárias e, brevemente, uma abordagem sobre o planejamento das lições. O capítulo, então, volta-se para questões de avaliação: amplitude, qualidade, desafio, intensidade ou lateralidade; e avaliações utilizadas para realizações abaixo do esperado para o currículo nacional, a saber, Escalas P, Indicadores de Desempenho para o Estabelecimento de Metas com Valor Agregado (PIVATS) e B Squared. São discutidos outros aspectos da avaliação: registros de realizações, o envolvimento do aluno no estabelecimento e na revisão de metas individuais e outras maneiras de envolver os alunos nas avaliações.

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