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Capítulo 9 - Pensar na avaliação como recurso de aprendizagem

Beatriz Jarauta, Francisco Imbernón, Maria da Graça Souza Horn, Atuara Zirtae, Francesco Tonucci, Jaume Martínez Bonafé, Javier Echeverría, José Gimeno Sacristán, Juan Carlos Tedesco, Juan Manuel Álvarez Méndez, Miguel Ángel Santos Guerra Grupo A PDF Criptografado

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Pensar na avaliação como recurso de aprendizagem

Juan Manuel Álvarez Méndez

Universidade Complutense de Madrid

Tal como estão as coisas na atualidade, muitos professores se veem impossibilitados de fazer tudo o que podem. Para isso há numerosas razões, algumas mais ou menos acidentais, outras profundamente arraigadas. Para começar com as primeiras: muitos professores trabalham excessivamente e assim se veem obrigados a preparar seus alunos para um exame, em vez de lhes proporcionar uma educação mental libertadora. As pessoas que não estão acostumadas a ensinar (e isso inclui, praticamente, todas as autori­da­ des educacionais) não fazem ideia da derrota de espírito que isso repre­sen­ ta (Russell, 2003, p. 218).

Pré-texto

Estimado professor

Quero aprender... me avalie por favor. E faça-o com rigor, mas, sobretudo, faça-o com honestidade e, se possível, faça-o contando comigo.

Quero comprovar que entendo o que o senhor quer me transmitir, que estou compreendendo as ideias que expõe e que eu devo assimilar, que estou en­ tendendo o texto que devo analisar, o problema que devo resolver, que en­ frento apropriadamente a pergunta à qual devo dar uma resposta, que compreendo o fato histórico que explica os acontecimentos mais destacados de nossa história recente, que sou capaz de interpretar adequadamente um texto, que estou no caminho certo para enfrentar as situações em que devo co­locar à prova meus argumentos, minhas ideias, meus conhecimentos, que estou capacitado para defender minhas ideias.

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Capítulo 6 - Na escola, o futuro já nãoé o passado, ou é. Novos currículos, novos materiais

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Na escola, o futuro já não

é o passado, ou é.

Novos currículos, novos materiais

Jaume Martínez Bonafé

Universidade de Valência

Não me atrevo a imaginar como será a escola do século XXII. Alguém pode se atrever com os transportes, a comunicação ou a medicina, mas ser um Isaac Asimov* da Pedagogia é muito arriscado, porque falamos de uma prática institucional que pode permanecer inalterável enquanto tudo se desmorona ao seu redor. Mas, obrigado ao esforço, me vêm à mente dois cenários: no primeiro, o mundo caminha em uma direção e incorpora as novidades que produz, enquanto a escola se fecha em uma espécie de autismo teimoso, sem capacidade para novas adaptações. Enfim, algo assim como o que viemos conhecendo há séculos, a imobilidade institucional nas formas de reprodução cultural. No segundo, pelo contrário, tudo pode ser diferente, e talvez os muros insondáveis da escola desapareçam para dar lugar a outras formas de relação do sujeito com o conhecimento. Em cada um desses cenários, há implícita uma teoria do currículo e, portanto, uma teoria do texto que concretiza e apresenta o currículo, ou seja, uma teoria dos materiais e recursos para o desenvolvimento curricular. Vejamos uma descrição desses cenários em tom de livro-texto.

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Capítulo 7 - A construção escolar no século XXII

Beatriz Jarauta, Francisco Imbernón, Maria da Graça Souza Horn, Atuara Zirtae, Francesco Tonucci, Jaume Martínez Bonafé, Javier Echeverría, José Gimeno Sacristán, Juan Carlos Tedesco, Juan Manuel Álvarez Méndez, Miguel Ángel Santos Guerra Grupo A PDF Criptografado

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A construção escolar no século XXII

Pere Pujol Paulí

Arquiteto

Falar da construção escolar do século XXII é, sem dúvida, uma di­ versão, porque nenhum dos que escrevam sobre isso viverá para contras­ tar nossas atuais hipóteses com a realidade. Sem dúvida, é interessante a es­peculação proposta, um desafio de imaginação-realidade. E é especial­ men­te interessante se vermos o que acontecia no final do século XIX em com­paração à realidade atual. Porém, as mudanças na construção escolar sempre são produzidas pelas mudanças pedagógicas, que, quan­to mais são novida­de, mais influenciam na construção.

Pensemos na escola do final do século XIX e início do século XX e na beleza de suas construções. Elas corres­pondem aos movimentos pe­dagó­gicos que se produziam em todo o país. A arquitetura escolar dessa época está certa­ mente ligada ao progressivo método pedagógico e é apenas a sua inter­pre­tação espacial. Escolheram-se os melhores arqui­te­tos para reinter­pretar espacialmente esse método, e existem inúmeras cons­truções que são seus exemplos, as quais, mesmo com o passar do tempo, continuam fun­cionando muito bem.

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Capítulo 3 - Os professores daqui a cem anos. Brincando com o tempo

Beatriz Jarauta, Francisco Imbernón, Maria da Graça Souza Horn, Atuara Zirtae, Francesco Tonucci, Jaume Martínez Bonafé, Javier Echeverría, José Gimeno Sacristán, Juan Carlos Tedesco, Juan Manuel Álvarez Méndez, Miguel Ángel Santos Guerra Grupo A PDF Criptografado

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Os professores daqui a cem anos.

Brincando com o tempo

Atuara Zirtae e Ocsicna Nonreb*

Universidade de Anolecra

Se olharmos a história da educação, poderemos ver que na primeira década do século anterior, o XXI, ocorreram reformas curriculares na formação dos professores, mas não na mesma proporção com relação à organização das escolas. Em muitos países isso foi um avanço. Pouco a pouco, em todos os países, esses estudos passaram a ser universitários com pleno direito. Os currículos foram melhorando, mas ainda estavam envolvidos nas grandes mudanças que tinham acontecido no final do século XX e início do século XXI. Ainda predominava o denominado grande desconcerto educacional de início do século XXI, que durou décadas.

Hoje em dia, depois de já entrarmos no ano de 2111, ser professor é totalmente diferente de como era há cem anos. De um lado, temos os professores de carne e osso, melhor dizendo, os chamados humanos; de outro, os tracks, que são máquinas de ensinar e praticamente predominam nas tarefas atuais de ensino. São os antigos computadores que hoje são quase humanos, pois estão capacitados para aprender mediante sua inteligência artificial.

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Capítulo 13 - Da Teoria à Prática

ALVES, Júlia Falivene Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 13

Da Teoria à Prática

Contextualização

Conforme o que já foi apresentado, a expectativa é a de que tenha ficado clara a necessidade de o professor planejar as atividades que tornarão possíveis a observação e avaliação da presença e o desenvolvimento dos diferentes saberes constituintes da competência a ser formada.

Também é necessário que os alunos saibam as razões das atividades que farão e como poderão se beneficiar de seus resultados. Se eles não virem a utilidade que terão na sua vida cotidiana, pessoal e/ou profissional, será porque o ensino-aprendizagem/ avaliação não foram realizados em contextos significativos para eles.

Quanto à avaliação do desenvolvimento de competências, além daquela cotidiana, informal, formativa, é necessário que o produto final das atividades desenvolvidas durante certo tempo também seja avaliado, receba o feedback do professor e sirva como registro comprobatório de que o aluno alcançou os objetivos do curso e poderá seguir adiante para novas etapas de aprendizagem.

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