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ENCERRAMENTO

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ENCERRAMENTO

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D

iante de tantas transformações no ambiente de trabalho, na indústria e na educação, e de tantas novidades tecnológicas, metodológicas e processuais, só há uma certeza: a preponderância da aprendizagem continuada na vida das pessoas e das organizações.

A despeito de prognósticos sobre a substituição das pessoas por máquinas e sistemas inteligentes, as atividades da educação corporativa continuarão a existir por muito tempo, mas, provavelmente, de maneiras diferentes daquelas que somos capazes de imaginar hoje.

O certo é que a área responsável pela aprendizagem das pessoas nas organizações precisa inovar continuamente seus processos com metodologias e estratégias emergentes a fim de desenhar soluções que possam alcançar os resultados de negócio esperados.

É essencial reconhecer o novo ecossistema de educação corporativa e integrar as ações não formais de aprendizagem e soluções educacionais de ponta, como a microaprendizagem, os ambientes imersivos, a customização de conteúdos e o design instrucional orientado a dados.

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OS ENTREVISTADOS

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OS ENTREVISTADOS

FUNDAÇÃO DOM CABRAL (FDC)

ALDEMIR DRUMMOND JUNIOR, vice-presidente executivo de Desenvolvimento de Executivos, Professores e Educação

Ph.D. em Administração pela Universidade de Cambridge, Inglaterra, e Bacharel em Economia pela Universidade Federal de Minas

Gerais (UFMG), tem extensa atuação na FDC. É vice-presidente executivo de Desenvolvimento de Executivos, Professores e Educação, professor de Estratégia e Organizações, professor Coordenador do Núcleo de

Estratégia e Negócios Internacionais, coordenador técnico do programa Estratégia &

Execução, além de ter coordenado o programa BRICs on BRICs. Nos programas customizados, atuou em programas de formação de executivos seniores de empresas como ABB, Arcelor Mittal, British American Tobacco, Bosch, Bunge, EADS, Embraer,

Halma, NEC, Novartis, Pirelli, Syngenta, Vale, Votorantim e VW. Na FDC ainda atuou como diretor de Pessoas (2001-2004) e foi o Coordenador do Executive MBA (1998-2001), na FDC.

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A AUTORA

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A AUTORA

VIII

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ANDREA FILATRO é doutora, mestra e pedagoga pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP) e formada em Gestão de Projetos pela Fundação Instituto de Administração (FIA/USP).

Nos últimos 20 anos, tem realizado cursos, minicursos, workshops, oficinas e palestras no campo do design instrucional (DI), da educação on-line e das inovações na educação presencial, a distância e corporativa.

É professora convidada no curso Gestão da Educação Corporativa oferecido pela FIA e ministra aulas nos cursos de pósgraduação do Instituto Albert Einstein, atuando ainda como consultora em várias instituições privadas, públicas e de economia mista.

Líder do grupo de pesquisa “Inovação e Design em Educação (IDE)”, do CNPq, é autora dos livros Design instrucional contextualizado (2004), Design instrucional na prática (2008),

Produção de conteúdos educacionais (2016), Práticas inovadoras em educação (2016), Design thinking na educação presencial, a distância e corporativa (2017), e Metodologias inov-ativas na educação presencial, a distância e corporativa, Como preparar conteúdos para EAD (2018) e Learning analytics (2019).

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OS COLABORADORES

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OS COLABORADORES

CAROLINA COSTA CAVALCANTI é doutora pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP), mestra em Tecnologias

Educacionais pelo Instituto Tecnológico e de Estudos Superiores de

Monterrey (ITESM-México), é graduada em Jornalismo pela Southwestern Adventist University (SWAU-EUA) e Pedagogia pela Universidade de Santo Amaro (UNISA).

Professora convidada na Fundação Dom Cabral (FDC) e docente em cursos de graduação e pós-graduação do Centro Universitário Adventista de São Paulo

(UNASP). Atua como consultora, palestrante e pesquisadora na educação presencial, a distância e corporativa nas áreas de inovação, criatividade, metodologias de aprendizagem, treinamento & desenvolvimento de pessoas, design thinking (DT) aplicado à educação e educação on-line.

É autora dos livros Design thinking na educação presencial, a distância e corporativa

(2017), Formação de tutores para EAD (2017), Design thinking (2018) e Metodologias inov-ativas na educação (2018).

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PREFÁCIO

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XVI

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PREFÁCIO

T

odas as previsões sobre o futuro da humanidade e sobre como seremos afetados pelas novas tecnologias – Inteligência Artificial (IA), Internet das Coisas (IoT), Realidade Virtual (RV), Robótica Avançada etc. – acarretam muitas inquietações, principalmente com relação aos impactos no mercado de trabalho. Desemprego de um lado e surgimento de novas profissões de outro.

Yuval Noah Harari1 aponta que em 2050 o mercado de trabalho irá se caracterizar ainda mais pela cooperação (e não pela competição) e pela relação entre humanos e IA, por exemplo. Certamente, os novos empregos exigirão altos níveis de especialização, boa educação, formação técnica e em humanidades, e capacidade de aprendizagem constante. Serão valorizados conhecimentos e competências técnicas como: analytics, programação, aplicação de robótica, inteligência artificial, IoT nos negócios, segurança da informação, cultura digital entre outros. Além disso, exigirão as seguintes atitudes e posturas: adaptabilidade, atitude empreendedora, aprendizado contínuo, criatividade,

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A EQUIPE DA SARAIVA

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DI 4.0: Inovação na educação corporativa

FILIPE LEANDRO DE FIGUEIREDO BARBOSA, gerente da Academia

Técnica

Mestre em Engenharia Química pela Newcastle University, Inglaterra,

é graduado em Engenharia Eletrônica e de Computação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e gerente da Academia Técnica da Universidade Petrobras.

LUIZ CARLOS VEIGA DE OLIVEIRA – Gerente setorial da Academia

Técnica

Doutor em Geociências pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul

(2007), é geólogo e gerente setorial da Academia Técnica da Universidade Petrobras.

UNIVERSIDADE CORPORATIVA BRADESCO (UNIBRAD)

ELKA JUTTEL SILVA, gerente departamental de Recursos Humanos no

Bradesco

Com uma carreira construída ao longo de trinta anos na área de Recursos Humanos do Bradesco, liderou a equipe de Tecnologia Educacional, responsável pela criação do e-learning na organização e por implementar continuamente metodologias inovadoras em educação empresarial.

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APRESENTAÇÃO

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DI 4.0: Inovação na educação corporativa

casos empresariais de sucesso como a Universidade Petrobras (UP) e a Universidade

Corporativa Bradesco (Unibrad).

Num interessante esforço para sintetizar os avanços nas metodologias de ensino e aprendizagem, Andrea Filatro traz, além de uma análise sólida das inovações nos processos de

Design Instrucional e de Educação Corporativa, uma demonstração de suas premissas teóricas ao apresentar os casos ilustrativos.

Leitura obrigatória para quem atua na área, certamente este livro propiciará um avanço na aprendizagem das pessoas no mundo corporativo e consequentemente na formação do profissional 4.0!

MARISA EBOLI

Professora, pesquisadora, autora e especialista em Educação Corporativa. Doutora em Administração pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da

Universidade de São Paulo (FEA/USP). Professora de cursos de graduação, MBAs e mestrado profissional em Gestão da Faculdade FIA de Administração e Negócios

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PARTE II CASOS PRÁTICOS

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PARTE II

3

CASOS

PRÁTICOS

Desenvolver e implementar soluções educacionais inovadoras nas organizações

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CAPÍTULO 4

INOVAÇÃO NA

FUNDAÇÃO

DOM CABRAL

– com Carolina Costa Cavalcanti

E

studo e trabalho com educação há 20 anos. Fiz essa escolha, pois o modelo tradicional de ensino, centrado no professor, sempre me incomodou e decidi que queria me dedicar à pesquisa e prática de uma educação inovadora e relevante para o aprendiz. Por acreditar que as tecnologias poderiam ser ferramentas úteis para o desenho de modelos pedagógicos mais interativos e engajadores, decidi ingressar no mestrado em Tecnologias Educacionais, onde tive o primeiro contato com o Design Instrucional (DI).

Entretanto, ao atuar em programas de educação a distância, logo percebi que as tecnologias deveriam ser adotadas como um meio para alcançar objetivos de aprendizagem previamente delineados, e não como um fim em si mesmas. Notei ainda que um dos grandes desafios dos educadores estava no processo de design, produção e execução de cursos e programas centrados no aluno. Por isso, no doutorado da USP, aceitei o desafio lançado pelo meu orientador de pesquisar o design thinking (DT), uma abordagem centrada no ser humano e aplicada ao campo educacional.

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PARTE I - BASES TEÓRICAS

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DI 4.0: Inovação na educação corporativa

Pessoas em forma de T aquelas que apresentam profundidade em sua área de especialização disciplinar – o eixo vertical

–, mas que possuem amplitude em competências variadas para que possam fazer contribuições em questões interdisciplinares – o eixo horizontal.

Como veremos nos capítulos seguintes, esses seis conceitos-chave – interdisciplinaridade, interatividade, internetworking, individualização, imediação e interoperabilidade

– permeiam os processos e as práticas da educação corporativa considerados inovadores.

Eles se traduzem em novas formas de aprender, novas metodologias de ensino-aprendizagem e novas maneiras de desenhar soluções educacionais que assegurem o desenvolvimento

Pessoas em forma de π das competências críticas para o negócio. Os combinam diferentes competências cases descritos nos capítulos finais deste livro específicas de setores de atuação ou mostram como efetivamente a inovação está domínios de conhecimento, integrando-as acontecendo em instituições de educação exede forma equilibrada a habilidades sociais, de solução de problemas, mentalidade cutiva e universidades corporativas. orientada a projetos, estilo de gestão e estrutura organizacional, o que forma a base sobre a qual se desenvolvem especializações verticais, de acordo com necessidades e demandas.

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SUMÁRIO

Andrea Cristina Filatro Editora Saraiva PDF Criptografado

SUMÁRIO

ABERTURA

2

PARTE I • BASES TEÓRICAS

1

1.1

1.2

1.3

1.4

1.5

1.6

1.7

Inovar com o design instrucional 4.0 24

Conceito de DI 27

Etapas do DI 27

Modelos clássicos de DI 28

1.3.1 DI fixo 28

1.3.2 DI aberto 29

1.3.3 DI contextualizado (DIC) 29

Modelos ágeis de DI 31

1.4.1 Rapid Instructional Design (RID) 32

1.4.2 Successive Approximation Model

(SAM) 32

1.4.3 Abordagem AGILE 33

1.4.4 Scrum 34

1.4.5 Lean Instructional Design (LID) 34

Modelos emergentes de DI 36

1.5.1 DT aplicado à educação 39

1.5.2 Learning Experience Design

(LXD) 41

O paradigma educacional centrado nas pessoas 45

1.6.1 Aprendizagem baseada em realizações individuais 47

1.6.2 Aprendizagem baseada em tarefas

(ou atividades) 47

1.6.3 Aprendizagem personalizada 48

1.6.4 Novos papéis 48

1.6.5 Novo currículo 49

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ABERTURA

Andrea Cristina Filatro Editora Saraiva PDF Criptografado

ABERTURA

Andrea Filatro

D

esde os tempos da faculdade, a educação corporativa esteve em meu radar como um tipo de experiência de aprendizagem de alto nível.

Assim, com o privilégio de ter começado com um estágio no Departamento de Treinamento da Rhodia, já se vão algumas décadas procurando entender o que se passa no ambiente organizacional em termos de ensino-aprendizagem.

Trabalhar com pessoas adultas e inseridas no mercado profissional, com todas as suas exigências de produtividade, atualização constante, aderência à cultura organizacional e alinhamento aos objetivos estratégicos do negócio, sempre foi um desafio à racionalidade.

No mundo corporativo, grande parte dos colaboradores sabe muito sobre sua função, sobre a empresa, sobre a área de negócios. Assim, o diálogo é de igual para igual. É preciso cativar o respeito dos profissionais e provar a efetividade das soluções propostas.

Na maior parte das vezes, a educação corporativa não tem o mesmo status das áreas-fins da organização. No setor financeiro, diante de uma decisão sobre largura de banda, o que vale mais: a segurança das transações financeiras ou a efetividade de uma webconferência com fins educacionais? Na área de vendas, o que fala mais alto: a experiência adquirida em anos de contato com o consumidor ou os modelos teóricos apresentados nos materiais didáticos? É preciso muito apoio da alta administração para romper as barreiras e dar uma contribuição efetiva ao negócio.

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CAPÍTULO 2: POPULAÇÃO E AMOSTRA

ANTONIO ARNOT CRESPO Editora Saraiva PDF Criptografado

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CAPÍTULO 2

POPULAÇÃO

E AMOSTRA 1

2.1 Variáveis

1

Cada fenômeno corresponde a um número de resultados possíveis. Assim, por exemplo:

• para o fenômeno “gênero” são dois os resultados possíveis: identifica e diferencia

os homens e as mulheres, ou seja, o gênero masculino e o gênero feminino;

• para o fenômeno “número de filhos” há um número de resultados possíveis ex-

presso por números naturais:

0, 1, 2, 3, ..., n;

• para o fenômeno “estatura” temos uma situação diferente, pois os resultados

podem tomar um número infinito de valores numéricos dentro de um determinado intervalo.

Variável é, convencionalmente, o conjunto de resultados possíveis de um fenômeno.

Os exemplos acima nos dizem que uma variável pode ser: a. qualitativa: quando seus valores são expressos por atributos: gênero (masculino/

feminino), cor da pele (branca, preta, amarela, vermelha, parda) etc.; b. quantitativa: quando seus valores são expressos em números (salários dos ope-

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CAPÍTULO 4: GRÁFICOS ESTATÍSTICOS

ANTONIO ARNOT CRESPO Editora Saraiva PDF Criptografado

32

ESTATÍSTICA SÉRIE EM FOCO

Calcule: a) a taxa de evasão, por classe;

f) a taxa de recuperação geral;

b) a taxa de evasão total;

g) a taxa de reprovação na recuperação

c) a taxa de aprovação, por classe;

geral;

d) a taxa de aprovação geral;

h) a taxa de aprovação, sem a recuperação;

e) a taxa de recuperação, por classe;

i) a taxa de retidos, sem a recuperação.

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CAPÍTULO 4

GRÁFICOS

ESTATÍSTICOS

4.1 Gráfico estatístico

O gráfico estatístico é uma forma de apresentação dos dados estatísticos cujo objetivo é o de produzir, no investigador ou no público em geral, uma impressão mais rápida e viva do fenômeno em estudo. Entendemos que os gráficos produzem uma compreensão mais rápida quando comparada com as séries.

Para tornarmos possível uma representação gráfica, estabelecemos uma correspondência entre os termos da série e determinada figura geométrica, de tal modo que cada elemento da série seja representado por uma figura proporcional.

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CAPÍTULO 3: SÉRIES ESTATÍSTICAS

ANTONIO ARNOT CRESPO Editora Saraiva PDF Criptografado

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CAPÍTULO 3

SÉRIES

ESTATÍSTICAS 1

3.1 Tabelas

1

Um dos objetivos da Estatística é sintetizar os valores que uma ou mais variáveis podem assumir para que tenhamos uma visão global da variação dessa ou dessas variáveis.

Essa síntese é conseguida quando esses valores são apresentados em tabelas e gráficos, fornecendo rápidas e seguras informações a respeito das variáveis em estudo ao oferecer determinações administrativas e pedagógicas mais coerentes e científicas.

Tabela é um quadro que resume um conjunto de observações.

Uma tabela é composta de: a. corpo: conjunto de linhas e colunas que contém informações sobre a variável

em estudo; b. cabeçalho: parte superior da tabela que especifica o conteúdo das colunas; c. coluna indicadora: parte da tabela que especifica o conteúdo das linhas; d. linhas: retas imaginárias que facilitam a leitura no sentido horizontal de dados

que se inscrevem nos seus cruzamentos com as colunas; e. casa ou célula: espaço destinado a um só número; f. título: conjunto de informações, as mais completas possíveis, respondendo às

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Capítulo 7: MEDIDAS DE DISPERSÃO OU DE VARIABILIDADE

ANTONIO ARNOT CRESPO Editora Saraiva PDF Criptografado

110

ESTATÍSTICA SÉRIE EM FOCO

b)

9. Calcule a mediana de cada uma das distriESTATURAS (cm)

fi

150 ı– 158

5

158 ı– 166

12

166 ı– 174

18

174 ı– 182

27

182 ı– 190

8

Σ = 70

buições do exercício 8.

10. Calcule a moda de cada uma das distribuições do exercício 8.

11. Calcule o primeiro e o terceiro quartis das distribuições do exercício 8.

12. Calcule o 10o, o 1o, o 23o, o 15o e o 90o percentis da distribuição b do exercício 8.

13. A curva de frequência acumulada serve

c)

para determinar:

SALÁRIOS (R$)

fi

500 ı– 700

18

700 ı– 900

31

1.900 ı– 1.100

15

c) a mediana.

1.100 ı– 1.300

3

d) a moda.

1.300 ı– 1.500

1

e) o desvio padrão.

1.500 ı– 1.700

1

1.700 ı– 1.900

1

Σ = 70

a) a lei do acaso. b) a média.

14. Uma curva simétrica se caracteriza pelo seguinte atributo: a) É assimétrica à esquerda. b) A moda é maior que a mediana e a

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