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Medium 9788573077704

12. Conversando, Lendo e Escrevendo com as Crianças na Educação Infantil

Carmem Maria Craidy, Gládis E. Kaercher Grupo A PDF Criptografado

Educação Infantil

capítulo

135

12

Conversando, Lendo e

Escrevendo com as Crianças na Educação Infantil

Gabriel de Andrade Junqueira Filho

A LINGUAGEM ORAL

Muitos pais e adultos têm a curiosidade de saber qual o trabalho que se realiza junto às crianças enquanto elas não falam, revelando, de algum modo, o pressuposto de que a fala é um a priori, um pré-requisito para que se inicie a interação entre a criança e o adulto, seja em casa ou no espaço da creche ou da pré-escola. “Quando é que ela vai falar?”, “Não vejo a hora dela começar a falar pra gente conversar!”, “A gente já pode contar histórias pra elas mesmo elas não sabendo falar?”, “Elas entendem alguma coisa do que a gente fala, mesmo não sabendo falar?”, “E quando elas assistem televisão, elas entendem alguma coisa?”, “Sobre o que a gente conversa com as crianças dessa idade?”

Estas são perguntas muito comuns entre pais e adultos, que reforçam a hipótese de um início de interação entre eles e as crianças a partir da conquista da linguagem oral pela criança. Além disso, tal hipótese traz no seu bojo a crença de que a fala se dará naturalmente, tal qual o nascimento dos dentes ou o crescimento dos cabelos. No entanto, tanto a hipótese quanto a crença são equivocadas. Por que será?

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Medium 9788582714010

Capítulo 8. Táticas para maximizar a força

Jim Stoppani Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

Táticas para maximizar a força

O primeiro passo para aumentar a força é aprender como elaborar sessões e programas básicos de treino com esse objetivo em mente. As variáveis a serem consideradas na elaboração dos treinos (ver Cap. 2) são a escolha dos exercícios que serão executados, sua ordem de execução, o número de séries que serão realizadas, a carga que será utilizada e o intervalo que será empregado entre as séries.

Além disso, deve-se considerar a frequência com que cada grupo muscular será trabalhado e o tipo de rotina a ser implementado.

Este capítulo aborda as rotinas mais comuns entre os praticantes interessados em maximizar a força muscular, ajudando a determinar qual a melhor organização semanal a ser seguida. Volta-se a enfatizar as variáveis de cada sessão de treino, descrevendo minuciosamente os exercícios específicos. Cada passo fornece mais detalhes a respeito das normas, dos métodos e das dicas para alcançar esse objetivo.

DIVISÃO SEMANAL DO TREINO

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Medium 9788565848657

Capítulo 3 - A autoavaliação: processo a serviço da gestão estratégica

Sonia Simões Colombo Grupo A PDF Criptografado

3

A autoavaliação: processo a serviço da gestão estratégica

Paulo Eduardo Marcondes de Salles

N

o início dos anos de 1950, as organizações preocupavam-se com o ambiente. Essa preocupação deu-se em função da falta de sintonia entre a oferta de produtos e o mercado que se destinava a absorvê-los. Era, portanto, um problema técnico econômico. Acreditou-se, à época, que a solução estava no planejamento estratégico – análise racional das oportunidades oferecidas pelo meio, dos pontos fortes e fracos das organizações e da escolha de um modo de compatibilização entre os dois extremos, compatibilização esta que deveria satisfazer do melhor modo possível aos objetivos da empresa. Uma vez escolhida a estratégia, chegava-se à solução essencial, e a empresa deveria procurar implantá-la.

Ansoff (1981), a partir de 1955, considerou inadequadas as técnicas de planejamento de longo prazo, os controles financeiros e o planejamento de longo alcance. Tais técnicos não permitiam considerar aspectos como procura de mercado, entrada de novos produtos substitutos oferecidos com novas tecnologias, ou, ainda, a invasão de mercado por vigorosos competidores externos. Identificou três aspectos principais do problema estratégico: os problemas administrativos suscitados pela situação, os processos de solução de tais problemas e as variáveis que os envolvem. Nessa perspectiva, o planejamento estratégico foi considerado um ataque limitado a uma parcela do problema global: focalizava atenção nos aspectos das vinculações externas, tendo o pressuposto básico de que a configuração interna da organização permanecerá essencialmente inalterada; quanto à solução de problemas que determinavam novos vínculos com o ambiente,

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Medium 9788536324845

Capítulo 6.6 - Osteonecrose da Cabeça Femoral

Sizinio H. Hebert Grupo A PDF Criptografado

6 MEMBROS INFERIORES

CAPÍTULO 6.6

OSTEONECROSE DA

CABEÇA FEMORAL

JULIO CESAR PALACIO VILLEGAS

A osteonecrose da cabeça femoral, também conhecida como necrose avascular, necrose asséptica ou necrose isquêmica, ocorre mais frequentemente em pacientes entre 30 e 50 anos de idade e do sexo masculino. Essa patologia faz referência a um processo que conduz à morte dos constituintes da medula óssea (osteócitos, medula gordurosa e hematopoiética) por falta temporária ou permanente de irrigação sanguínea ao osso, a partir de eventos traumáticos ou não traumáticos.

É um quadro progressivo que costuma resultar na destruição mecânica da articulação, sendo responsável por uma porcentagem significativa das artroplastias do quadril realizadas a cada ano.

A osteonecrose traumática ocorre depois de fraturas do colo femoral ou luxações traumáticas do quadril devido a interrupção do fluxo sanguíneo da cabeça femoral de forma temporária ou permanente. A literatura mostra uma prevalência de necrose para luxações traumáticas entre 10 e 25%, e um fator importante para que isso aconteça é o tempo transcorrido entre a luxação e sua redução, a ponto de, se a redução for retardada em mais de 12 horas, a incidência dobrar. A prevalência de osteonecrose em fraturas deslocadas do colo femoral está entre

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Medium 9788536307572

13. Prática em sala de aula

José Pacheco, Rósa Eggertsdóttir, Gretar L. Marinósson Grupo A PDF Criptografado

114 José Pacheco

A seguir, estão alguns dos principais resultados da prática em sala de aula do estudo ETAI:

• Toda mudança na prática deveria reconhecer o direito de qualquer criança a manter as mesmas oportunidades de aprendizagem e desenvolvimento pessoal dentro do contexto da sala de aula, como as outras crianças.

• Um plano educacional individualizado para um determinado aluno faz sentido apenas quando reflete grandes expectativas no domínio cognitivo, social e emocional, e leva em conta o relacionamento do aluno com os outros alunos. Um PEI de curto prazo parece ser desejável para todos os alunos.

• Estratégias e métodos de aprendizagem devem abordar simultaneamente as necessidades cognitivas e sociais dos alunos.

• A aprendizagem cooperativa contribui muitíssimo para a criação de ambientes de aprendizagem inclusiva.

• A participação dos alunos na tomada de decisões e em atividades – que promovem a autonomia, a auto-estima e os laços afetivos – pode ser facilitada por meio das experiências de aprendizagem e das questões sociais. Assim, essa participação, vai além da sala de aula.

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