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10 - A Formação Permanente do Educador e o Processo Ensino-Aprendizagem

Sonia Simões Colombo Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

10

A Formação Permanente do

Educador e o Processo

Ensino-Aprendizagem

Maria Carmem Tavares Christóvam

UMA VISÃO DA CORRELAÇÃO EXISTENTE ENTRE O PROCESSO

DE REFORMULAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA E EMPRESARIAL

E A FORMAÇÃO DE EDUCADORES

Do futurólogo ao presentólogo

Nos anos 1960 e, até certo ponto, nos anos 1970, o futuro era amanhã. Tínhamos todo o tempo do mundo para pensar, planejar, errar e consertar. Nos anos 1980, a História dava mais uma volta no torniquete cercando o espaço de manobra para todos aqueles que tinham de sair em busca do tempo perdido. Mesmo assim, com boa vontade, podia-se alegar que o desafio então era o de construir o futuro no presente. Portanto, para quem não queria, não podia ou não sabia mudar, convinha viver entre os anos 1960 e 1980. Apesar de todas as mudanças ocorridas nesse período, para aqueles que preferiam não fazer nada além das rotinas do dia a dia, sempre havia uma boa desculpa ao alcance das mãos. Só que... hoje, em 2004, o futuro foi ontem. E é justamente aqui que reside o drama dos retardatários, sejam eles países, organizações, profissões ou indivíduos:

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Medium 9798536304778

10. Abandono, retenção e tamanho do grupo

Palloff, Rena Grupo A PDF Criptografado

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Abandono, retenção e tamanho do grupo

Muitas pessoas que criticam a educação on-line apontam os altos índices de

desistência como uma medida de sua má qualidade. Como mencionamos antes, o abandono nos cursos on-line é de cerca de 50% dos alunos matriculados no país (Carr, 2000). Diaz (2002) indica que as altas taxas de abandono não necessariamente indicam má qualidade ou insucesso acadêmico. Na verdade,

Diaz afirma: “Os alunos on-line com freqüência têm um aproveitamento melhor que os alunos tradicionais quando o sucesso é medido pelo percentual de estudantes que atingem o conceito C ou superior, desempenho geral em sala de aula (por exemplo, acertos nos exames) ou satisfação dos alunos”

(Performance Differences, parágrafo 1). Então por que os alunos on-line desistem de suas aulas em maior número e o que pode ser feito para impedir isso? Neste capítulo, trabalharemos algumas das razões para o abandono em cursos on-line e também algumas medidas para elevar o índice de retenção.

Fechamos com nossa fórmula para a qualidade no curso on-line, pois acreditamos que a qualidade é o fator mais importante para determinar se o aluno continuará no curso até o final.

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Medium 9788536307572

10. Algumas implicações do estudo

Pacheco, José Grupo A PDF Criptografado

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Algumas implicações do estudo

Os capítulos precedentes resumem as principais condições dos estudos de casos nos quatro países: Áustria, Islândia, Portugal e Espanha. Este capítulo aponta algumas implicações que podem ser inferidas considerando-se as conclusões. É válido salientar no início que o propósito do projeto ETAI foi descrever e compreender a educação inclusiva praticada a fim de disponibilizar essa compreensão a outros que trabalham em direção a objetivos semelhantes. Portanto, ele não foi um levantamento das principais práticas na

área. Nem foi um projeto de avaliação, no sentido de que ele não avaliou o certo e o errado do trabalho nas escolas envolvidas.

A primeira coisa a dizer quanto às implicações é que todas as escolas envolvidas no estudo estavam começando a promover a educação inclusiva.

Dessa forma, não se pode alegar que um modelo de escola inclusiva em estado final, acabado esteja representado entre aqueles que participaram deste estudo. Por exemplo, a maioria dos professores nas escolas não tinha acesso a ou não tinha participado de um treinamento formal nessa área. Ao contrário, eles se esforçaram sozinhos para adquirir o conhecimento e as habilidades de que necessitavam para lidar com a situação que enfrentavam. Isso é importante, pois significa que, onde quer que estejamos tentando implementar políticas inclusivas, outras pessoas estão lutando para resolver situações semelhantes.

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Medium 9788536308425

10 - Brincadeiras e narrativas infantis: contribuições de J. Bruner para a pedagogia da infância

Júlia Oliveira-Formosinho Grupo A PDF Criptografado

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Brincadeiras e narrativas infantis: contribuições de J. Bruner para a pedagogia da infância

Tizuko Morchida Kishimoto

A pedagogia da infância será analisada no contexto histórico do século XX, período das produções de Jerome Seymour Bruner. Além das obras do autor, quatro fontes auxiliam a contextualização de suas idéias: a magnífica historiografia de

Franco Cambi, em História da pedagogia (1999); sua detalhada autobiografia publicada em The history of psychology, de Lindzey (1980);1 a introdução às produções de Bruner até os anos de 1970, em Beyond the information given (1973), de

Jeremy Anglin, doutorando de Bruner e professor da Universidade de Harvard; o prólogo à obra The social foundations of language and thought (1980), de David

Olson, editor e pesquisador colaborador.

A pedagogia da infância é o olhar que seleciona os artigos da imensa e complexa produção de Bruner, espalhados por revistas especializadas em diversos países e reproduzidos em livros. Obras críticas posicionam o pesquisador e seus estudos na psicologia e pedagogia. Em sua longa carreira, adentrou as ciências da educação com grupos de estudos interdisciplinares. Inúmeras publicações em que participa são fruto de trabalho coletivo,2 enquanto outras são produzidas em sua homenagem.3 Neste capítulo, além de traçar as principais concepções do autor, demonstra-se que as brincadeiras e narrativas infantis integram uma proposta para uma pedagogia socioconstrutivista da eqüidade.

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Medium 9788597017335

10 - Como promover discussões em classe

GIL, Antonio Carlos Grupo Gen PDF Criptografado

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Como promover discussões em classe

A discussão é reconhecida como um dos mais adequados métodos para o ensino universitário. Desde o surgimento do movimento pela Escola Nova, na década de 1920, a discussão passou a ser reconhecida como o protótipo dos métodos ativos. O professor que utiliza a discussão em sala de aula tende a ser reconhecido como mais democrático. Para os educadores humanistas, a discussão

é a estratégia que melhor expressa os propósitos dessa corrente educacional.

Mas, apesar do reconhecimento dos méritos de discussão, não são poucos os professores que rejeitam sua utilização. Há os que que a veem como perda de tempo, abdicação da responsabilidade de ensinar e até mesmo como forma de dissimular incompetência pedagógica.

A discussão pode funcionar como estratégia de ensino das mais eficazes. E é capaz de proporcionar aos alunos altos níveis de satisfação. Mas sua qualidade depende da maneira como é preparada e também da competência do professor.

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